PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Empreendedorismo interno

Posted by HWBlog em 30/03/2012

Há, algum tempo, soaria estranho pensar que uma empresa incentivaria internamente o empreendedorismo porque isso poderia significar uma perda de talentos para o mercado. Mas, a realidade atual mostra outro cenário. Muitas empresas aderiram a prática de incentivar que seus colaboradores transformem sonhos em estratégia de mercado.

E isso não significa abrir mão dos melhores talentos. As empresas têm oferecido a oportunidade de empreender dentro da própria casa por meio de programas formais. Um exemplo dessa prática de gestão acontece na Ci&T, uma empresa brasileira de tecnologia da informação com escritórios internacionais, que está na lista das 100 melhores empresas para trabalhar.

O modelo da Ci&T funciona de uma forma já conhecida em algumas organizações, principalmente no mercado externo. Na fase exploratória, o funcionário recebe orientação de quem entende do projeto, mas trabalha na validação da ideia durante seu tempo livre. Quando a ideia amadurece um pouco, o desenvolvimento acontece dentro da empresa e o funcionário fica 100% focado na startup. O diferencial é já nascer com um sócio e a divisão ser de 50% para cada. A vantagem é ter infraestrutura disponível, orientação e apoio técnico. A tendência é que essa prática vire referência no mercado.

Outro exemplo interessante é a cafeteria Santo Grão. A estratégia do proprietário é não contratar garçons e sim pessoas interessadas em aprender tudo sobre o negócio e que possam futuramente abrir novas unidades em parceria com o sócio-fundador. Aqui também no modelo de 50% para cada um.

Mesmo que a ideia não seja exatamente um novo negócio, a autonomia de uma área também pode ser considerada um exemplo de prática do empreendedorismo interno. Um case desse tipo é o da Volvo, onde existem cerca de 100 equipes auto gerenciáveis, formadas por grupos de 12 a 16 pessoas, com um representante que se reporta a um coordenador-geral. Cada equipe tem liberdade para gerenciar o próprio trabalho, organizar as atividades e sugerir melhorias necessárias. Esse tipo de prática agiliza os processos, além de estimular a criatividade e a proatividade. Quer um exercício mais empreendedor que esse?

Podemos ver outro bom incentivo na Caterpillar. Lá cada funcionário tem como meta oferecer cinco sugestões no ano, que podem ser para melhorias simples até para reduções de custos consideráveis.

Para que essas sugestões tenham o formato ideal, no início do ano é realizado um encontro de orientação, onde todos têm acesso à estratégia da empresa e podem tirar todas as suas dúvidas.

No incentivo ao empreendedorismo todos ganham. É bom para o negócio como estratégia de crescimento e é bom para o funcionário como amadurecimento profissional.

E na sua equipe, como vai o empreendedorismo?

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

Internal Entrepreneurship

There, some time, it would sound strange to think that a company would encourage internal entrepreneurship because it could mean a loss of talent to the market. But the current reality shows another picture. Many companies have joined the practice of encouraging its employees to turn dreams into marketing strategy.
And that does not mean giving up the best talent. The companies have offered the opportunity to undertake within their own home through formal programs. An example of this practice management happens at Ci & T, a Brazilian information technology with international offices, which is in the list of 100 best companies to work.
The model of Ci & T operates in a known manner in some organizations, especially in foreign markets. In the exploratory phase, the employee receives direction from those who understand the project, but working on validating the idea during his free time. When the idea matures a little development occurs within the company and the employee is 100% focused on startup. The differential is now born with a partner and the division is 50% for each. The advantage is to have available infrastructure, guidance and technical support. The trend is that this practice benchmark in turn.
Another interesting example is the Holy Grain cafeteria. The strategy of the owner is not hiring waiters, but people interested in learning about the business and that may eventually open new units in partnership with the founding partner. Here also the model 50% each.
Even if the idea is not exactly a new business, the autonomy of an area can also be considered an example of the practice of internal entrepreneurship. One such is the case of Volvo, where there are about 100 self-managed teams, formed by groups of 12 to 16 people, with a representative who reports to a general coordinator. Each team is free to manage their own work, organizing activities and suggest improvements. This type of practice streamlines processes, and stimulate creativity and proactivity. Want a more entrepreneur who this year?
We can see another good incentive for Caterpillar. There every employee’s goal is to offer suggestions in five years, for improvements that can be simple even for considerable savings.
For these suggestions have the right format, at the beginning of the year is held a orientation meeting, where everyone has access to the company’s strategy and can take all your questions.
Encourage entrepreneurship in all win. It’s good for business as a growth strategy and is good for the employee as a professional maturity.
And on your team, how is entrepreneurship?

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2012: o ano dos investimentos e das experiências

Posted by HWBlog em 30/03/2012

O ano de 2012 promete. Embora seja difícil fazer qualquer tipo de previsão, as expectativas apontam para um ano excelente do ponto de vista do marketing. Este mercado tem crescido muito nos últimos anos, mas ainda é possível visualizar uma demanda reprimida, que poderá começar a ser suprida este ano.

Os olhos do mundo estão voltados para o Brasil. O aquecimento da nossa economia e a crise que se instala em países da Europa confirmam esta perspectiva. Cada vez mais, o Brasil tem sido visto como a aposta mais acertada para os investidores internacionais. Os jogos olímpicos e a Copa do Mundo, que se aproximam, aumentam as oportunidades. Hoje, já somos uma das maiores potências em relação ao uso da Internet, em casa ou em smartphones. Mas como estes fatores podem contribuir para o marketing e o varejo no País?

O comportamento do consumidor muda depressa. Em um ano, vemos mudanças que não aconteceram em décadas. Com a revolução tecnológica, é difícil prever quais serão as próximas adaptações no comportamento das pessoas, mas uma coisa é certa: estaremos cada vez mais multiconectados, multitarefas e carentes. Esta carência, originada pela grave falta de tempo, levará as pessoas a buscarem cada vez mais experiências positivas, em todos os momentos de suas vidas. E isso inclui o momento das compras também.

Enquanto a Internet se consolida como um ponto de venda relevante, conquistando mais e mais consumidores, o desafio do varejo, tanto físico quanto virtual, será o de proporcionar experiências mais marcantes ao consumidor. O objetivo é gerar um momento agradável, inspirador, estimulante e que cative o consumidor, para fidelizá-lo.

Nas lojas físicas, essa realidade tem se mostrado mais necessária. Ao comprar um livro pela Internet, o consumidor tem a comodidade e a praticidade de não precisar sair de casa. Porém, na loja, uma ambientação inspiradora, que torne o ato de comprar agradável e o estimule a pensar em novas possibilidades no próprio estabelecimento, constrói excelentes relacionamentos. A lição de casa para os dois tipos de varejo é o famoso “unir o útil ao agradável”: à Internet, falta agregar experiência, enquanto às lojas físicas, falta potencializar serviços que convençam o consumidor a ir até lá.

As taxas de crescimento brasileiras, aliadas a este novo comportamento do consumidor, favorecem os investimentos estrangeiros. Mas as oportunidades também devem ser avaliadas pelas empresas nacionais, afinal, não se sabe qual será o rumo da crise no exterior. Com maior consciência sobre a necessidade dos investimentos em marketing, branding e pontos de venda, as empresas brasileiras tendem a oferecer as experiências tão almejadas pelo consumidor.

Os grandes grupos brasileiros vêm dando o exemplo ao investir cada vez mais em suas marcas, forçando todo o mercado a reavaliar seus investimentos. Em termos de internacionalização, o destaque para as marcas brasileiras pode acontecer de forma mais natural, auxiliado pelo fato de o Brasil estar “na moda”.

As Olimpíadas em Londres poderão dar um gostinho do que representará ao Brasil sediar grandes eventos do esporte, além de fazer aflorar no Brasil o entusiasmo pelo momento. Estamos caminhando para o clímax, e as marcas, tanto do varejo quanto da indústria, precisam estar atentas a este movimento, buscando formas para se posicionar com relação aos eventos. Está aí uma excelente oportunidade para gerar experiências relevantes ao consumidor.

O Brasil começa a experimentar os resultados de uma cultura de desenvolvimento, deixando para trás o perfil de “colônia de exploração”. Nossa única opção, neste momento, é aproveitar o período positivo para crescer e profissionalizar os setores mais importantes da economia, cenário que abre grandes oportunidades para o marketing. A incerteza do mercado internacional pode ser utilizada em favor dos investimentos no Brasil.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

2012: the year of investment and experience
The year 2012 promises. Although it is difficult to make any prediction, expectations point to an excellent year in terms of marketing. This market has grown tremendously in recent years, but you can still see a pent-up demand, which can begin to be filled this year.
The eyes of the world are facing Brazil. The warming of our economy and the crisis that installs in European countries confirm this view. Increasingly, Brazil has been seen as the most accurate bet for international investors. The Olympic Games and World Cup approaching, the opportunities increase. Today, we are already one of the major powers in relation to Internet use at home or on smartphones. But as these factors may contribute to the marketing and retail in the country?
Consumer behavior changes quickly. In one year, we see changes that have not happened in decades. With the technological revolution, it is difficult to predict what the next changes in people’s behavior, but one thing is certain: we are increasingly multiconectados, multitasking and needy. This shortage, caused by the severe lack of time, will lead people to seek more positive experiences in every moment of their lives. And that includes the time of purchase as well.
While the Internet itself as an important selling point, gaining more and more consumers, the challenge of retail, both physical and virtual, will be to provide the most remarkable experiences to consumers. The goal is to generate a pleasant, inspiring, stimulating, and that captivates the consumer for loyalty through it.
In stores, this reality has been more necessary. When buying a book over the Internet, the consumer has the comfort and convenience of not having to leave home. However, at the store, an inspiring atmosphere, which makes the act of shopping enjoyable and stimulate thinking about new possibilities in the establishment, building excellent relationships. The homework for the two types of retail is the famous “unite business with pleasure”: the Internet, add missing experience, while the physical stores, shortness leverage services that convince consumers to go there.
Growth rates in Brazil, coupled with this new consumer behavior, promote foreign investment. But opportunities should also be evaluated by domestic companies, after all, no one knows what will be the course of the crisis abroad. With increased awareness about the need for investments in marketing, branding and point of sale, Brazilian companies tend to offer experiences so desired by the consumer.
The great Brazilian groups are setting an example to increasingly invest in their brands, forcing the whole market to reassess their investments. In terms of internationalization, especially the Brazilian brands can happen more naturally, aided by the fact that Brazil is “fashionable.”
The Olympics in London will give a taste of what Brazil will represent the host major sports events, and bring out the enthusiasm in Brazil at the moment. We are heading towards a climax, and the marks of both the retail and industry need to be alert to this movement, looking for ways to position themselves in relation to events. There is an excellent opportunity to develop experience relevant to the consumer.
Brazil began to experience the results of a culture of development, leaving behind the profile of “colonial exploitation”. Our only option at this point is to harness the positive period to grow and professionalize the most important sectors of the economy, a scenario which opens up great opportunities for marketing. The uncertainty

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Facebook dá dicas para você bombar sua timeline

Posted by HWBlog em 30/03/2012

A dois dias da transição das páginas corporativas do Facebook para o modelo com timeline (linha do tempo), a rede social resolveu dar uma mãozinha àqueles que têm dúvidas sobre como usar plenamente as novas funcionalidades.

No Brasil, o Facebook já registra grande percentual de marcas que utilizam as novas páginas com sucesso, entre elas a loja online de moda  e acessórios Dafiti, o restaurante Zena Caffè e a Skol. No mundo, destacam-se marcas como Lexus, de automóveis, e Red Bull, em energéticos.

Confira as dicas:

Escolha uma foto atraente para a capa:  o novo foto da capa capta a cultura e essência de uma marca e ainda pode mostrar os produtos – é o primeiro elemento que as pessoas veem quando visitam a página da marca. A Dafiti utiliza o espaço para divulgar suas novas coleções e, com isso, já registra mais de 800 mil fãs em sua página. As marcas podem mudar a foto sempre que quiserem e podem usar imagens criativas e estimulantes para motivar a audiência.

Utilize uma foto nítida para o perfil: este é o melhor lugar para usar uma imagem que identifique visualmente a empresa. Como a imagem do perfil representa a página da marca em outras partes do Facebook – em miniatura como anúncios ou no feed de notícias – uma imagem de alta qualidade (como o logotipo) que as pessoas associam à marca pode ser uma boa escolha.

Incorpore marcos à linha do tempo: as empresas agora podem se beneficiar de fotos maiores, videos e links para engajar visualmente os fãs. Para garantir que os internautas visualizarão as melhores publicações, posts podem ser marcados na linha do tempo, assim poderão ser vistos mesmo depois que saírem do feed de notícias. As marcações também podem ser utilizadas para definir os momentos principais na história da companhia, e permitem que os fãs conheçam e interajam com as histórias registradas no passado.

Marque um post por semana: as empresas podem posicionar as histórias mais importantes no topo da página por até sete dias. Assim, os fãs não perdem o melhor conteúdo.

Organize conteúdo e aplicativos:  as fotos de uma marca e os aplicativos personalizados vão aparecer no topo da página e podem ser reordenados a qualquer momento. As marcas também podem criar miniaturas personalizadas para destacar o que for mais relevante – como eventos ou aplicativos para produtos específicos ou promoções.

Gerencie a página: administradores podem agora gerenciar facilmente suas páginas por meio do painel de administração, que permite edição de conteúdo, mapeamento de atividade, respostas aos comentários e também a visualização das informações sobre a página.

Facebook: Author

Haroldo Wittiz: Editor and Publisher

Facebook gives tips to get you pumping your timeline
The two days of the transition from corporate Facebook pages for the model with timeline (timeline), the social network decided to lend a hand to those who have doubts about how fully use the new features.
In Brazil, Facebook already has a large percentage of brands that use the new pages successfully, including the online store fashion and accessories Dafiti, the restaurant Caffè Zena and Skol. In the world, stand out brands like Lexus, Car, and Red Bull in energy.
Check out the tips:
Choose an attractive picture for the cover: the new cover photo captures the essence of culture and brand and also can show the products – the first element is that people see when they visit our brand. The Dafiti uses the space to promote their new collections and, therefore, already has more than 800,000 fans on your page. Brands can change the photo whenever they want and can use creative and exciting images to motivate the audience.
Use a sharp picture for the profile: this is the best place to use an image that visually identifies the company. As the profile picture represents our brand in other parts of Facebook – in miniature as advertisements or news feed – a high quality image (the logo) that people associate the brand can be a good choice.
Enter the timeline milestones: companies can now benefit from more photos, videos and links to visually engage the fans. To ensure that Internet users will see the best publications, posts can be marked on the timeline, and can be seen even after leaving the news feed. The markings can also be used to define key moments in the history of the company, and let the fans know and interact with the stories recorded in the past.
Select one post per week: companies can position the most important stories at the top of the page for up to seven days. So fans do not lose the best content.
Organize content and applications: the photo of a brand and custom applications will appear at the top of the page and can be reordered at any time. Brands can also create custom thumbnails to highlight what is most important – as events or applications to specific products or promotions.
Manage page: Administrators can now easily manage your pages through the admin panel, which allows content editing, mapping activity

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Como conquistar a crescente classe C

Posted by HWBlog em 28/03/2012

Uma pesquisa realizada pela empresa Cetelem BGN, do grupo BNP Paribas, aponta que 54% da população brasileira em 2011 pertenciam à classe C. Há pouco mais de cinco anos, 51% estavam nas classes D/E, demonstrando um avanço significativo na mobilidade social brasileira. Outro resultado interessante se refere à renda disponível, a qual teve um aumento de 50%, passando de R$ 243 para R$ 363. Este considerável montante de recursos nas mãos da classe C apresenta inúmeras oportunidades de negócios a quem se dispuser a compreendê-la.

Para avaliar os impactos desta nova classe, recorro à teoria de Maslow, a qual apresenta forte aderência com este movimento de ascensão. Segundo o psicólogo americano, as motivações dos seres humanos são classificadas em necessidades: básicas, segurança, sociais, auto-estima e auto-realização, representadas pela figura de uma pirâmide. Segundo a analogia, um ser humano subiria um degrau à medida que satisfizesse o anterior. Comecemos nossa escalada, sendo que para fins deste artigo, substituirei as “necessidades sociais” pelo componente “status”.

Básicas: até o advento do plano real, o país convivia com taxas de inflação que corroíam o pagamento durante o mês. O valor recebido no 5° dia útil competia com os marcadores de preço nos supermercado. Como o fim da inflação, aqueles que até então não podiam proteger suas economias com aplicações financeiras, perceberam que sobravam dias dentro do salário. Com algum dinheiro, passaram a comer melhor, satisfazendo suas necessidades básicas. Não por acaso, o frango e o iogurte ficaram conhecidos como símbolos do plano real. Ter carne à mesa deixava de ser luxo, assim como extravagâncias como sobremesa eram agora permitidas. Basta uma volta em um supermercado para verificar a diversidade de novos produtos. Sem mais ter que lidar com a fome, é hora de saciar o próximo nível de necessidades.

Segurança: um teto seguro para morar e preferencialmente próprio é a próxima etapa a ser atingida. Apesar da mídia apontar o boom imobiliário através do número de lançamento de novos imóveis, nunca se vendeu tanto material de construção como nos últimos tempos. Os conhecidos puxadinhos movimentam os finais de semana das lojas de construção. Dê uma volta pelas periferias e comprove o número de caixas d’água azuis sobre as lajes. Para quem tiver a chance ou curiosidade de adentrar em uma destas residências, muitas vezes inacabadas por fora, verá cômodos bem acabados, em geral com pisos frios e azulejos cobrindo todas as paredes.

Status: agradeça a classe C caso tenha uma televisão de tela plana em sua casa. Os preços em queda são consequência da economia de escala devido ao aumento exponencial das vendas. Móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos compõem este degrau. Os grandes feirões realizados nos primeiros dias do ano são um reflexo da euforia, nos quais clientes são capazes de enfrentar madrugadas para aproveitar as grandes ofertas. A estabilidade financeira, o pleno emprego e o acesso ao crédito fizeram a festa de empresas como as Casas Bahia, a qual soube captar como poucas, esta janela de oportunidade. Ter acesso a bens até então inacessíveis não tem preço. Imagine o orgulho em ter o fogão, a geladeira e o televisor iguais ou melhores que o da patroa. O setor de serviços também tem se beneficiado. Inúmeras cadeias de fast food tem se especializado neste nicho de mercado, em especial a rede de comidas árabes Habib´s, oferecendo produtos de qualidade com preços competitivos.

Autoestima: que tal poder viajar de avião, fazer um cruzeiro, ir para o exterior, mesmo que seja para visitar a Casa Rosada, ou quem sabe até comprar o primeiro veículo com prestações a perder de vista? São aspirações que alguns integrantes da classe C já podem vislumbrar. Para quem já tem casa, comida, roupa lavada e um pouco de luxo, é hora de massagear o ego, experimentando novas sensações. Este setor tem também seu campeão de vendas, a CVC, agência fundada no ABC para viagens tipo bate-volta. Cuidar da saúde também começa a fazer parte das preocupações. Coletas de sangue, ressonâncias e aparelhos dentários, anteriormente restritos às bocas das classes A e B, brilham hoje reluzentes em atendentes, garçonetes e frentistas. Grandes laboratórios têm estendido seus horários de atendimento para poder dar conta da demanda crescente.

Autorealização: enganado está quem pensa que esta nova classe preocupa-se apenas com o consumo imediato. Um grande número de famílias já destina parte de seu apertado orçamento para a educação de sua prole. Curso de línguas, computação, ensino técnico, fundamental, médio e até faculdade. A competição, a educação à distância e a maior demanda por cursos fez explodir o número de vagas em universidades, derrubando os preços das mensalidades. Em sua grande maioria com pouca escolaridade, estes novos núcleos familiares querem não apenas garantir o caminho percorrido, mas permitir as futuras gerações que ascendam ainda mais a pirâmide social.

Enfim, as oportunidades trazidas por esta nova classe estão em praticamente todos os setores, sejam eles produtores de bens ou serviços. Aos micros e pequenos empresários, atenção às etapas da pirâmide na qual se encontram seus clientes. Por terem vindo de baixo, dão muito valor ao seu suado dinheirinho, pesquisando e buscando as melhores alternativas, tanto em preço quanto em qualidade.

Outra dica é facilitar o pagamento, uma vez que em muitos casos costumam pesar o valor da parcela, verificando se cabem em sua renda disponível. Capriche também no atendimento, já que costumam retribuir com fidelidade aos que lhe tratam com respeito. Por mais banal que pareça a compra, seja um jantar em um restaurante de fast food ou a compra de um simples aparelho de som, dê sempre a máxima atenção possível. Talvez estes simples atos sejam a realização de um sonho ou a comemoração de uma grande conquista, tal como a ascensão para a nova classe C. Boa sorte e bons negócios!

Marcos Morita: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

How to win the Class C
A survey by BGN company Cetelem, BNP Paribas Group, points out that 54% of the population in 2011 belonged to class C. Just over five years, 51% were in classes D / E, showing a significant improvement in social mobility in Brazil. Another interesting result refers to disposable income, which increased by 50%, from R $ 243 to $ 363. This considerable amount of resources in the hands of the class C presents numerous business opportunities to those willing to understand it.
To assess the impacts of this new class, I resort to Maslow’s theory, which has a strong grip with this upward movement. According to the American psychologist, the motivations of human needs are classified into: basic, safety, social, self-esteem and self-realization, represented by the figure of a pyramid. According to the analogy, a human would increase as one step satisfy the above. We begin our climb, and for purposes of this article substituirei the “social needs” for component “status”.
Basic: until the advent of the real plan, the country lived with inflation rates that eroded the payment during the month. The amount received on the 5th working day competing with markers in the supermarket price. As the end of inflation, those who previously could not protect their economies from financial investments, realized that remained within days of salary. With some money, started to eat better, satisfying their basic needs. Not coincidentally, chicken and yogurt became known as symbols of the real plan. Have meat on the table ceased to be luxury, and extravagance were now allowed as a dessert. Just a walk in a supermarket to see the diversity of new products. No more having to deal with hunger, it’s time to satisfy the next level of needs.
Security: secure a roof to live and own preference is the next step to be achieved. Despite the media point the housing boom through the release number of new properties, never sold as much as building material in recent times. The known puxadinhos move the weekends building shops. Take a tour of the suburbs and check the number of blue water tanks on the flagstones. For those who have the chance or curiosity of entering one of these homes, often unfinished on the outside, you will see well-finished rooms, usually with hard floors and tiles covering all the walls.
Status: thank the class C if you have a flat screen television in your home. The falling prices are a result of economies of scale due to the exponential increase in sales. Furniture, appliances and electronics make this step. Large feirões performed in the early days of the year are a reflection of euphoria, in which customers are able to tackle mornings to take advantage of great deals. Financial stability, full employment and access to credit have a party companies like Casas Bahia, which few knew how to capture this window of opportunity. Having access to hitherto inaccessible assets is priceless. Imagine the pride in having the stove, refrigerator and TV equal to or better than the boss. The service sector has also benefited. Several fast food chains has been specializing in this niche market, especially the network of Arab food Habib’s, offering quality products at competitive prices.
Self-esteem: how about being able to travel by plane, take a cruise, go abroad, even to visit the Casa Rosada, or maybe even buy the first vehicle to benefit out of sight? These are aspirations that some members of the class C can already envision. If you already have a house, food, laundry and a little luxury, it’s time to massage your ego, experiencing new sensations. This sector also has its best-selling, CVC, founded the agency in ABC type for travel-back hits. Health care also becomes part of the concerns. Blood samples, resonances and dental appliances, previously restricted to the mouths of classes A and B, gleaming shine today in attendants, waitresses and attendants. Large laboratories have extended their opening hours in order to cope with the growing demand.
Autorealização: is mistaken who thinks that this new class is concerned only with the immediate consumption. A large number of families already donates part of its tight budget for the education of their offspring. Language course, computer science, technical education, primary, secondary and even college. The competition, distance education and increased demand for courses exploded the number of places at universities, dropping the price of tuition. Mostly poorly educated, these new households want to ensure not only the path, but allow future generations to further ascend the social ladder.
Finally, the opportunities brought by this new class are almost all sectors, be they producers of goods or services. To micro and small entrepreneurs, attention to the steps of the pyramid where are your customers. By coming from below, give much value to your hard earned money by researching and seeking the best alternatives, both in price and quality.
Another tip is to facilitate the payment, since in many cases tend to weigh the value of the parcel, making sure that they fit in their disposable income. Caprice also in attendance, as they usually reciprocate with loyalty to those who treat you with respect. As banal as it may seem a purchase is a dinner at a fast food restaurant or buy a simple stereo, always give the maximum attention possible. Perhaps these simple acts are the realization of a dream or celebrating a great achievement, such as the rise for the new class C. Good luck and good business!

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Editora da Oxford University licencia marca para curso de idioma no Brasil

Posted by HWBlog em 28/03/2012

A Oxford University Press, editora que pertence à tradicional universidade britânica, decidiu abrir um novo braço de negócios: escolas de inglês e espanhol.

E escolheu o Brasil para estrear seu modelo de franquias. Chegou no início deste ano está dobrando suas metas. Pretende fazer com que sua marca recém criada Achieve Languages esteja em 200 unidades até dezembro.

A editora, que lidera o mercado mundial de livros de inglês como língua estrangeira, optou pelo mercado brasileiro devido ao seu tamanho. O Brasil é, atualmente, o terceiro maior cliente da Oxford University Press.

O objetivo da editora é emprestar o seu prestígio às escolas e, com isso, aumentar a venda de material didático. Para o gerente de negócios da Achieve Languages, João Tomazeli, o peso do nome Oxford contribui para o bom desempenho de adesões à nova rede.

Felipe Machado: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Publisher Oxford University trademark licensing language course in Brazil
Oxford University Press, publishing house that belongs to the traditional British university to open a new branch of business: English and Spanish schools.
And Brazil has chosen to debut its franchise model. He arrived early this year is doubling his goals. Intends to make its mark newly created Achieve Languages is at 200 units by December.
The publisher, who leads the worldwide market for books in English as a foreign language, opted for the Brazilian market due to its size. Brazil is currently the third largest customer of Oxford University Press.
The purpose of publishing is to lend his prestige to schools and thereby increase the sale of educational materials. For the business manager of the Achieve Languages, John Tomazeli, the weight of the Oxford name contributes to the good performance of accessions to the new network.

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Você sabe quais os maiores erros ao elaborar um plano de carreira?

Posted by HWBlog em 27/03/2012

Um erro básico, mas que usualmente é cometido, é quando o profissional não faz um trabalho de autoconhecimento

Os profissionais já entenderam que para aumentar as chances de ter uma carreira de sucesso é preciso elaborar, o quanto antes, um plano de carreira. Embora reconheçam que esse é um elemento fundamental, nem todos sabem quais os maiores erros ao desenvolver um plano de carreira.

Um erro básico, mas que usualmente acaba sendo cometido, é quando o profissional não faz um trabalho de autoconhecimento para elaborar seu plano de carreira. Muitos profissionais sofrem na sua profissão por não terem escolhido a área que melhor se encaixa ao seu perfil.

Qual o seu perfil?

Se a pessoa é altamente extrovertida e acaba ocupando uma posição burocrática, que exige uma atuação mais solitária, o resultado não tende a ser positivo. Portanto, antes de sentar e definir suas metas, ou seja, aonde você quer chegar na sua carreira, saiba quem você é e qual é o seu perfil.

Para isso, recomenda-se o teste de personalidade Mbti (Indicador de Tipo Myers Briggs – na sigla em inglês). Essa ferramenta não é usada para reconhecer as competências do profissional, mas sim para identificar as preferências de personalidade. Ou seja, se é uma pessoa mais extrovertida ou introvertida, mais sensitiva ou intuitiva, por exemplo.

Pode-se inclusive com este teste fazer um paralelo com o mundo dos investimentos. Mesmo que a pessoa tenha a intenção de se tornar um investidor, ele deve conhecer que tipo de investidor ela é, ou seja, tem um perfil mais agressivo ou moderado?

Decisão de carreira

Não importa a ferramenta que utilize, o essencial é entender suas preferências comportamentais. Isso é importante, inclusive, para definir por qual carreira seguir. Esse é justamente o momento no qual os principais erros de carreira acontecem.

Muitas pessoas escolhem uma carreira, fazem a faculdade e só vão se dar conta que não gostam da área quando já estão no mercado de trabalho, o que gera muita frustração.

Para evitar essa situação, além do autoconhecimento, a pessoa deve ter o máximo de conhecimento sobre a profissão que pretende seguir.

Pensando no plano de carreira, é possível compreender que a tarefa não é tão simples quanto parece. Apenas definir objetivos, ou seja, qual posição você quer ocupar em determinado tempo, é superficial demais. A dica, portanto, é se conhecer melhor.

Objetivos viáveis

Mas os problemas não param por ai. Outro erro comum ao elaborar um plano de carreira é ser agressivo demais em relação às suas metas. Se você quer ser o presidente de uma multinacional, saiba que isso vai levar tempo, nada vai acontecer do dia para noite. Embora metas grandes sejam estimulantes, elas não devem extrapolar a realidade e devem ser muito bem sustentadas.

Isso nos leva ao próximo erro: definir metas, mas não definir como chegar lá. Qualquer posição que se deseje, o profissional precisa ter uma série de competências, conhecimentos, habilidades e experiências. Logo, se para ser o diretor de uma empresa você precisa de inglês fluente e um MBA internacional, não adianta definir como meta, se não fizer o que é preciso para chegar lá.

As metas propostas no plano de carreira devem ser factíveis e é preciso correr atrás para chegar lá. Lembre-se que quanto mais alto o cargo, mas concorrida é a posição, ou seja, você vai disputar a mesma vaga com muitos profissionais que passaram os últimos anos se aprimorando.

A fórmula, portanto, é simples: é preciso se conhecer, entender o que você precisa para chegar aonde quer e fazer os cursos que o permitam chegar lá. Nesse percurso, ainda é preciso ir ajustando seu plano de carreira. Mais um erro comum, é não considerar as variáveis externas e não fazer os ajustes de tempos em tempos.

Networking

Um plano de carreira deve considerar todos os elementos do mundo corporativo. Se o networking é um deles, esquecer de considerá-lo também pode ser um problema. Mais do que realizar cursos e obter experiência na área, o profissional deve entender que os contatos podem fazer muita diferença, inclusive, acelerando a carreira.

No plano de carreira os profissionais erram ao esquecer de considerar a devida atenção que precisarão dar, em sua trajetória profissional, a esse elemento. Os contatos são importantes para entender como o mercado está se comportando e conseguir vagas que dificilmente conseguiria sem determinados conhecidos. No mundo corporativo, todo mundo se conhece. Quando surge uma vaga é importante que alguém pense em você para assumir a posição.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

You know what the biggest mistakes when developing a career plan?
A basic mistake, but that is usually done, is when the professional does the work of self-
The professionals have understood that to increase the chances of having a successful career you need to prepare, as soon as possible, a career plan. While acknowledging that this is a key element, not everyone knows what the biggest mistakes in developing a career plan.
A basic mistake, but that usually ends up being committed, is when the professional does the work of self-knowledge to develop your career plan. Many professional experience in their profession because they have not chosen the area that best fits your profile.
What’s your profile?
If the person is outgoing and highly just occupying a bureaucratic position that requires a more solitary, the result tends to be positive. So before you sit down and define your goals, or where you’re going in your career, know who you are and what your profile.
For this, we recommend the MBTI personality test (Myers Briggs Type Indicator – the acronym in English). This tool is used to acknowledge the professional skills, but to identify personality preferences. That is, if a person is more extroverted or introverted, more sensitive and intuitive, for example.
You can even do this test with a parallel with the investment world. Even if the person intends to become an investor, he must know what kind of investor they are, ie, has a profile more aggressive or moderate?
Career decision
No matter the tool you use, it is essential to understand their behavioral preferences. This is important even to define what career to follow. This is precisely the point at which the principal errors career happen.
Many people choose a career, do not go to college and realize they do not like the area when they are already in the labor market, which generates a lot of frustration.
To avoid this situation, beyond the self, the person should have as much knowledge about the profession you want to follow.
Thinking in terms of career, it is understood that the task is not as simple as it sounds. Just set goals, ie what position you want to occupy in a given time, is too shallow. The trick therefore is to know yourself better.
Objectives viable
But the problems do not stop there. Another common mistake when designing a career plan is to be too aggressive in relation to their goals. If you want to be president of a multinational, know that it will take time, nothing will happen from day to night. Although stimulants are big goals, they should not extrapolate the reality and should be well supported.
This brings us to the next error: set goals, but do not define how to get there. Any position that is desired, the professional must have a range of skills, knowledge, skills and experience. Soon to be the director of a company you need fluent English and an international MBA, no point in setting a goal, if not do what it takes to get there.
The targets proposed in the career plan must be feasible and we have to run back to get there. Remember that the higher the position, but the position is crowded, or you will play the same seat with many professionals who have spent the last year have improved.
The formula, therefore, is simple: you need to know, understand what you need to get where they want and take courses that let you get there. Along the way, we still need to go adjusting your career plan. Another common mistake is not considering the external variables and do not make adjustments from time to time.
Networking
A career plan should consider all elements of the corporate world. If networking is one of them, forget to consider it can also be a problem. More than performing courses and gain experience in the area, the professional must understand that the contacts can make a difference, even accelerating career.
In terms of career professionals make the mistake of forgetting to consider the attention they need to make in his career, to that element. The contacts are important to understand how the market is behaving and getting jobs that could hardly without certain known. In the corporate world, everybody knows. When a vacancy arises it is important that someone thinks of you to assume the position.

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93% das empresas se preocupam com excelência da gestão

Posted by HWBlog em 27/03/2012

Levantamento feito pela Fundação Nacional da Qualidade mostra que as maiores preocupações das organizações brasileiras são melhores resultados, relacionamento com cliente e gestão de pessoas

Uma pesquisa inédita realizada pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) com 309 empresas brasileiras revela que 93% das entrevistadas se preocupam com a busca pela excelência da gestão. Considerando os mais diversos aspectos do negócio, as maiores preocupações das organizações são melhores resultados, relacionamento com cliente e gestão de pessoas, respectivamente.

93% das empresas se preocupam com excelência da gestão

O estudo, mostra também que 99% das organizações acreditam que investir e aperfeiçoar a administração do negócio contribui para o aumento da sua competitividade. Cerca de 42% das entrevistadas destinam até 2% de seu faturamento para programas de melhoria da gestão; enquanto 13% das empresas direcionam um montante acima de 10%. Por outro lado, apenas 8% dos participantes afirmam que não investem financeiramente na busca pela excelência.

Ainda de acordo com o levantamento, 88% das organizações dizem que têm investido recursos não financeiros para melhorar sua gestão, como, por exemplo, políticas para capacitar e motivar colaboradores, ações socioambientais e programas de ouvidoria e fidelização de clientes.

Além disso, os participantes consideraram que os três setores da economia que mais investem e se preocupam com a excelência da gestão são, na ordem, automobilístico, energia elétrica e químico e petroquímico.

Para o superintendente-geral da FNQ, Jairo Martins, os resultados da pesquisa apontam que, pouco a pouco, tem aumentado a preocupação das empresas brasileiras em disseminar internamente a cultura da boa gestão.

“Ambientes altamente competitivos, pressão para redução de custos, questões socioambientais, o crescimento da economia, a mitigação dos efeitos da crise financeira mundial e o surgimento de novas oportunidades de negócios, como o pré-sal, são fatores que têm desafiado empresas de diversos segmentos e regiões a buscar a excelência da gestão”, conclui.

Fundação Nacional da Qualidade: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

93% of companies are concerned with management excellence
A survey conducted by the National Quality Foundation shows that the greatest concern of Brazilian organizations are better results, customer relationship and people management
An unpublished survey conducted by the National Quality Foundation (FNQ) with 309 Brazilian companies reveals that 93% of respondents worry about the search for excellence management. Considering the various aspects of the business, the biggest concerns of organizations are better results, customer relationship and people management, respectively.
93% of companies are concerned with management excellence
The study also shows that 99% of organizations believe that invest and improve the administration of the business contributes to increased competitiveness. About 42% of respondents intended to 2% of its revenue for programs to improve management, while 13% of companies directs an amount above 10%. On the other hand, only 8% of respondents say they do not invest financially in the pursuit of excellence.
Also according to the survey, 88% of organizations say they have not invested resources to improve financial management, for example, policies to empower and motivate employees, environmental actions and programs of ombudsman and customer loyalty.
Furthermore, the participants considered that the three sectors of the economy that invest and care about the excellence of management are, in order, automotive, energy and chemicals and petrochemicals.
For the general superintendent of FNQ, Jairo Martinez, the survey results indicate that, little by little, has increased the concern of Brazilian companies to disseminate the culture of good internal management.
“Highly competitive environments, pressure to reduce costs, environmental issues, economic growth, mitigating the effects of the global financial crisis and the emergence of new business opportunities such as pre-salt, are factors that have challenged companies from different segments and regions to strive for excellence in management, “he concludes. Publisher

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Escola de Negócios IMD chega ao Rio

Posted by HWBlog em 26/03/2012

A escola de negócios suiça IMD (International Institute for Management Development) se prepara para abrir seu primeiro escritório no Brasil, no Rio, em junho.

O presidente Dominique Turpin informou que a instituição deve começar a oferecer cursos de rápida duração no país sobre liderança e estratégia já no segundo semestre.

O Rio foi escolhido por causa da proximidade da escola com empresas instaladas na cidade, como a Vale, mais de 200 executivos da mineradora passaram por treinamentos na IMD, inclusive seu presidente, Murilo Ferreira.

O IMD é uma escola voltada ao ensino executivo e 90% de sua receita vem hoje de cursos deste tipo.

O escritório brasileiro será o terceiro da escola fora da Suiça.

Stela Campos: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Business school IMD arrives in Rio
The Swiss business school IMD (International Institute for Management Development) prepares to open its first office in Brazil, in Rio in June.
President Dominique Turpin said the institution should start offering short duration courses in the country on leadership and strategy in the second half.
Rio was chosen because of the proximity of the school with businesses located in the city, like the Valley, more than 200 mining executives went through training at IMD, including its chairman, Murilo Ferreira.
The IMD is a school focused on executive education and 90% of its revenue now comes from such courses.
The Brazilian office will be the third school outside of Switzerland

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Conflitos e emoções: quais os impactos para sua vida profissional?

Posted by HWBlog em 23/03/2012

Os conflitos são os maiores motivadores e quando ignoramos deixamos de aprender com eles

A sociedade em que vivemos é tensa, empresas nem se fala, são cenários de conflitos individuais, coletivos e as consequências são visíveis.

Eles surgem em todos os níveis, por diversas razões e em função do ajustamento entre o que queremos versus o que é permitido e com o que fazemos. Devemos considerar os modelos mentais como a base dos nossos pensamentos e comportamentos.

O que acreditamos que é o certo, o que nos ensinaram na vida familiar, social, nem sempre corresponde com a realidade em que vivemos. Ao mesmo tempo, surgem também os conflitos do próprio negócio, com clientes, concorrentes, mercado etc.

O que mais percebemos fortemente nas empresas são os conflitos de interesses, os pessoais sobrepondo-se ao da empresa, da coletividade, como também aqueles que surgem frente ao sucesso, inveja e o jogo de vaidade.

A administração de conflitos é acima de tudo lidar favoravelmente neste cenário, situações adversas e com a diversidade. Ela gera conflitos, porém é ela que quando provocada corretamente, busca a solução.

Considero os conflitos como maiores motivadores e quando ignoramos deixamos de aprender com eles. Escondemos debaixo do tapete e não enxergamos a possibilidade de criar, inovar, progredir e gerar o bem estar.

Ele é positivo quando discutimos a respeito, seus sentimentos provocados, forma de pensar, desejos, realizações e frente a ele surgem idéias, soluções inovadoras, descobertas.

Quando a liderança favorece o livre pensar, apresentar soluções, respeita a individualidade e atua coletivamente tudo fica mais fácil.

Passa a ser nocivo, quando é encobertado, ignorado, favorecendo mais as frustrações do que realizações. Como resultados podem observar vários problemas, exemplo: doenças psicossomáticas, estresse, perdas para os negócios e sociedade.

Independente do cargo ou da relação como chefe, subordinados, pares, clientes internos ou externos a questão está centrada em três aspectos: saber ouvir, como lidar com a diversidade e a inovação como ferramenta de solução. Para isso é importante:

Ouvir incondicionalmente:

Vejo o diálogo como ponto de partida, agora, escutar é diferente de ouvir. Muitas vezes escutamos pensando na resposta isso não é ouvir incondicional. É ler os sentimentos, reconhecê-los, entendê-los e não escutar somente o que desejamos. O coeficiente da Adversidade (QA) é fundamental, nos ajuda a buscar respostas para várias perguntas e a lidar com o inesperado. É ele que nos convida a pensar: Se pudesse melhorar um pouco essa situação o que faria?

A diversidade:

Cada um tem a sua forma de sentir, pensar, agir e em alguns casos poderá ser divergente. Cada pessoa vê as coisas com os olhos que tem, diz o ditado popular, ou seja, sentimos, pensamos e agimos de acordo com o nosso modelo mental, que é único, particular. Além desta questão cada ser humano tem a sua inteligência predominante, alguns possuem inteligência lógica, outro lingüística, interpessoal, intrapessoal, ou seja, o funcionamento cerebral também é particular, permitindo com que as pessoas percebam o mesmo estímulo de forma diferente.

Lidar com a essa diversidade é reconhecer estas diferenças aproveitá-las da melhor forma possível.

A inovação:

Observa-se resultados efetivos diante da prática e do uso da criatividade e da inovação na solução de conflitos. Elas favorecem juntar situações, idéias opostas. O principio da dialética da criatividade é pensar com a cabeça na lua, mas com os pés no chão, buscar a interatividade é solucionar problemas. O pensamento criativo permite dar respostas diferentes a antigos e novos problemas com pares, superiores, clientes e negociadores.

Pense nisso.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

Conflict and emotions, which impacts on your professional life?
The conflicts are the biggest drivers and ignore when we learn from them
The society we live in is tense, not to mention companies are scenes of conflict individual and collective consequences are visible.
They arise at all levels, for various reasons and depending on the fit between what we want versus what is allowed and what we do. We must consider the mental models as the basis of our thoughts and behaviors.
What we think is right, what we have learned in family life, social, does not always correspond with reality in which we live. At the same time, there are also conflicts of the business, with customers, competitors, market etc..
The more we realize that companies are heavily in conflict of interest, personal overlying the company, the community, but also those who come forward to success, envy and vanity game.
The conflict management is above all deal favorably in this scenario, adversity and diversity. It creates conflict, but is it that when properly provoked, seeking the solution.
Consider conflicts as major motivators and ignore when we learn from them. We hid under the rug and do not see the possibility to create, innovate, progress and generating welfare.
It is positive when discussing about his feelings provoked, thinking, desires, achievements and appear before him ideas, innovative solutions, discoveries.
When the leadership encourages free thinking, present solutions, respects the individuality and acts collectively everything is easier.
Becomes harmful when it is encobertado ignored, yielding more frustration than achievement. The results can observe several problems, eg psychosomatic illnesses, stress, losses to business and society.
Regardless of position or relationship as boss, subordinates, peers, customers, internal or external issue focuses on three aspects: listening, how to deal with diversity and innovation as a solution tool. For this is important:
Listen unconditionally:
I see dialogue as a starting point now is listening different from hearing. Often we hear the answer thinking it is not unconditional listening. You read the feelings, recognize them, understand them and not hear only what we want. The coefficient of Adversity (QA) is essential, helps us find answers to many questions and deal with the unexpected. It is he who invites us to think: If I could improve a little this situation what would you do?
Diversity:
Each has their way of feeling, thinking, acting and in some cases may be divergent. Each person sees things with eyes you have, the saying goes, that is, we feel, think and act according to our model, which is unique and particular. In this matter every human being has its predominant intelligence, some have logical intelligence, another linguistic, interpersonal, intrapersonal, or brain function is also particular, allowing people to perceive the same stimulus differently.
Dealing with this diversity is to recognize these differences take them as best as possible.
Innovation:
It is observed on actual results of practice and use of creativity and innovation in conflict resolution. They favor joining situations, opposing ideas. The principle of the dialectic of creativity is thinking with her head on the moon, but with their feet, get the interactivity is to solve problems. Creative thinking allows you to make different responses to old and new problems with peers, superiors, customers and dealers.
Think about it.

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Sua empresa é proativa?

Posted by HWBlog em 23/03/2012

Livro analisa realidade das organizações brasileiras e mostra que 95% delas ainda preferem adotar uma postura reativa diante do mercado

Dois professores da Fundação Dom Cabral dedicaram cinco anos de suas vidas à investigação da proatividade empresarial, procurando identificar como ela é posta em prática (ou não) nas organizações brasileiras e quão importante é para os resultados dessas. O resultado foi o livro “Empresas proativas – como antecipar mudanças no mercado”, que reúne dados sobre 257 organizações e para o qual foram ouvidos mais de 100 líderes, entre executivos e CEOs de grandes companhias nacionais e multinacionais atuantes no Brasil.

Em entrevista exclusiva ao Administradores, Leonardo Araújo e Rogério Gava explicam como se deu o processo de pesquisas para o livro, apresentam algumas percepções sobre o cenário brasileiro e mostram por que a proatividade faz toda diferença para as empresas.

Como foi o processo de pesquisa e elaboração do livro?

Rogério Gava – Esse trabalho foi o resultado de cinco anos de pesquisa, desenvolvidas desde quando a gente começou a se interessar pelo tema “proatividade de mercado”, em 2007. Nós tivemos várias fases de pesquisa e, numa primeira delas, nós conversamos com quase 60 executivos de grandes empresas para procurarmos entender o que era essa história de proatividade no meio empresarial. Depois nós passamos para uma segunda fase, em que pesquisamos de forma quantitativa 257 empresas sobre como elas se comportavam em relação às mudanças do mercado, se elas eram mais reativas ou mais proativas. Em seguida, outra parte importante foi a fase de entrevistas com 47 CEOs de empresas nacionais e multinacionais atuantes no país. Enfim, a pesquisa que alimenta o livro vem de todas essas fontes.

Vocês conseguiram chegar de fato a um modelo que as empresas possam seguir para serem proativas ou não existe fórmula para isso?

Leonardo Araújo – Existe fórmula, sim. A partir da pesquisa, nós desenhamos um modelo que explica os antecedentes da ação proativa, ou seja, as capacidades que uma empresa precisa desenvolver para construir estratégias proativas de mercado e também os resultados disso nos vários casos pesquisados. Então, sim: é possível desenvolver a proatividade através de um modelo e nós propomos esse modelo a partir da nossa pesquisa.

Esse modelo é adaptável a qualquer empresa?

Leonardo Araújo – A qualquer empresa. A proatividade não é uma prerrogativa só das empresas maiores. Agora, tudo começa com a escolha estratégica de agir antes da mudança. Por opção ela (a empresa) pode também agir depois da mudança. Mas as proativas escolhem agir antes, a partir de determinadas capacidades que elas desenvolvem.

O que caracteriza uma empresa como proativa ou reativa?

Rogério Gava – Nós identificamos algumas capacidades essenciais para as empresas serem proativas. A gente costuma dizer que uma empresa não é proativa por decreto. Ela não é proativa apenas por vontade. Existem alguns pré-requisitos. Por exemplo: as empresas proativas lidam melhor com o erro estratégico, não o tratam como algo vexatório, não buscam culpados. Quando elas lançam um produto novo no mercado elas não têm medo de não dar certo, porque esse é um risco que sempre existe. Elas lidam melhor com o risco, porque sabem olhar para o futuro, enxergam não só o mercado delas, mas também outros mercados. Sabem antecipar os sinais de um futuro problemático. E uma coisa que os executivos com quem conversamos fizeram sempre questão de destacar é que não se faz uma empresa proativa sem pessoas proativas. Antes de a empresa ser proativa em sua estratégia, ela tem que ter pessoas proativas. Se o líder não for proativo, dificilmente a empresa será. Enfim, no livro nós listamos oito dessas capacidades que para nós são essenciais para a proatividade de mercado.

Qual a diferença que a proatividade tem feito para as empresas que vocês avaliaram?

Leonardo Araújo – Na pesquisa para o livro, pudemos constatar que, quando a empresa identificou a mudança de mercado, ela conseguiu uma melhor inserção competitiva, que, nos casos que estudamos, se deu de duas formas: market share, conseguindo uma maior fatia do mercado, e rentabilidade, conseguindo maiores ganhos naqueles serviços ou produtos específicos com os quais trabalha.

Há setores em que as empresas são mais exigidas a serem proativas do que em outros?

Leonardo Araújo – Nós não temos ainda dados setorizados ou pelo menos em um volume estatístico que nos permita fazer projeções mais precisas. Mas nós percebemos que se a dinâmica de mudanças em um setor é bem maior do que em outro, suas empresas devem adotar uma postura mais proativa, no sentido não só de seguir as tendências, mas antecipá-las. Há uma relação direta entre o dinamismo das transformações nos setores e a ação proativa. Significa dizer que o ambiente é um forte moderador do comportamento proativo das empresas. Significa dizer também que quando a gente tem um setor com poucas mudanças, com as transformações muito lentas – quando se vê que a oferta não mudará, a concentração da concorrência não aumentará, a consolidação do setor não acontecerá, a tecnologia aplicada ao setor não é tão intensa – as empresas podem ficar mais, digamos, acomodadas. Agora a questão é: qual setor não passa por profundas transformações? Praticamente todos passam. É difícil a gente imaginar um setor que não se transforme ao longo do tempo.

Para se ter uma ideia, a pesquisa constatou que 95% das empresas tendem a ter uma postura mais reativa. E isso não foi uma surpresa para nós, porque o comportamento reativo é o mais padrão dentro das organizações. Preferimos esperar as mudanças acontecerem, porque é mais confortável, é menos arriscado, é uma área de mais segurança.

Qual o papel dos líderes na formação de profissionais proativos?

Rogério Gava – Esse é um grande desafio. Nós começamos estudando a proatividade no âmbito coletivo. Depois começamos a aprofundar um pouco no âmbito individual. Fala-se muito em proatividade nas empresas. Mas pouco se sabe, pouco se faz nesse sentido. Por exemplo: como se identifica um profissional proativo numa entrevista? Como eu desenvolvo a proatividade? E aí o papel dos líderes nesse sentido é fundamental. Por exemplo: não adianta as empresas quererem que as pessoas sejam proativas se elas não recompensam essa proatividade ou se elas só empurram as pessoas para os resultados de curto prazo. Como uma pessoa vai buscar a proatividade – que muitas vezes é algo que não se dá no curto prazo – se, no primeiro erro, ela vai ser punida com a perda de um bônus, por exemplo? Se ela não vê a empresa premiar as iniciativas proativas de longo prazo? Então o papel do líder é recrutar pessoas proativas, desenvolvê-las e retê-las também. Até porque as pessoas proativas são mais inquietas, querem mais desafios. E aí o grande desafio é para as empresas, no sentido de mantê-las em seu quadro.

Em um cenário de crises, qual a importância de se antecipar às mudanças do mercado?

Leonardo Araújo – Quando a gente tem uma perspectiva de crise, a postura proativa é muito importante, porque se eu ajo antes dela ou se eu preciso prever o que vem no futuro, a empresa proativa se previne melhor. Um exemplo: sempre se falou que os chineses iriam chegar, que os chineses estavam chegando e os chineses chegaram. Isso foi uma realidade para a indústria têxtil, para a indústria de brinquedos e tantas outras. Antes da crise estabelecida a partir da chegada dos chineses – que não é necessariamente uma crise, mas o mercado é abalado – a empresa proativa deve ter agido antes. A Ambev também é um exemplo. Agiu com uma antecedência muito grande quando percebeu que o mercado de cervejas ia se consolidar. Com a internacionalização dos mercados, ela começou a desenvolver diversas ações no Brasil, se internacionalizou, comprou empresas. Enfim, ela agiu percebendo que a globalização ia chegar. Isso é proatividade.

Rogério Gava – No livro a gente narra diversos casos de empresas que estavam em condições complicadas e conseguiram dar a volta por cima, como a Danone, no caso Activia, que conseguiu criar mudanças, modificar comportamentos de consumidores, mudar as estruturas do mercado. Em momentos de turbulência, nós acreditamos que se torna mais importante ainda ter um radar bem aguçado para todas as mudanças que podem acontecer.

Simão Mairins: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

His company is proactive?
Book examines the reality of Brazilian organizations and shows that 95% of them still prefer to adopt a reactive posture on the market
Two teachers from Fundação Dom Cabral spent five years of their lives to the investigation of proactive business, trying to identify how it is implemented (or not) in organizations and how important it is for these results. The result was the book “Business proactive – to anticipate changes in the market”, which gathers data on 257 organizations and for which they were heard more than 100 leaders, including executives and CEOs of large national and multinational companies operating in Brazil.
In an exclusive interview with administrators, Leonardo Araujo and Roger Gava explain how was the process of researching the book, have some insight into the Brazilian context and show why proactivity makes all the difference to companies.
How was the process of research and development of the book?
Roger Gava – This work was the result of five years of research, developed from when we first became interested in the topic “proactive market” in 2007. We had several phases of research and a first one, we talked to nearly 60 executives from large companies to try to understand what was the story of proactivity in the business. After we moved to a second phase, we surveyed 257 companies in a quantitative way how they behave in relation to market changes, if they were more reactive and more proactive. Then, another important part was the phase of interviews with 47 CEOs of national and multinational companies operating in the country. Finally, the research that fuels the book comes from all these sources.
You actually managed to get a model that companies can follow to be proactive and there is no formula for this?
Leonardo Araújo – There is formula, yes. From the research, we designed a model that explains the antecedents of proactive, ie the capabilities that a company needs to develop proactive strategies to build market and also the results of this in several cases surveyed. So, yes: it is possible to develop a proactive means of a model and we propose this model from our research.
This model is adaptable to any business?
Leonardo Araújo – At any company. Proactivity is not only a prerogative of larger companies. Now, it all starts with the strategic choice to act before the change. By choice she (the company) can also act after the change. But the proactive action before choosing from certain skills that they develop.
What characterizes a company as proactive or reactive?
Roger Gava – We have identified some key capabilities for companies be proactive. We say that a company is not proactive by decree. She is not only proactive will. There are some prerequisites. For example, proactive firms cope better with the strategic mistake, do not treat it as something shameful, seek not to blame. When they launch a new product on the market they are not afraid to go wrong, because this is a risk that always exists. They cope better with risk, because they know look to the future, see the market not only them but also other markets. Know how to anticipate the signs of a problematic future. And one thing the executives we spoke with have always been keen to highlight is that there is not a company without proactive proactive people. Before the company to be proactive in its strategy, it must have proactive people. If the leader is not proactive, the company will be difficult. Finally, the book we list eight of these capabilities that are essential for us to proactively market.
What difference proactivity has done for companies that you have evaluated?
Leonardo Araújo – In researching the book, we found that, when the company identified the changing market, she got a better competitive entry, in the cases we studied, it was done in two ways: market share, achieving a greater share of market and profitability, achieving greater gains in those specific products or services with which it works.
There are sectors in which companies are required to be more proactive than others?
Leonardo Araújo – We do not have data yet sectorized or at least in a statistical volume that allows us to make projections more accurate. But we realize that the dynamics of changes in one sector is much higher than in the other, their companies must adopt a more proactive stance in order not only to follow trends, but to anticipate them. There is a direct relationship between the dynamics of changes in sectors and proactive. This means that the environment is a strong moderator of proactive behavior of companies. It means also that when we have an industry with few changes, with the changes very slow – when you see that the offer will not change, the concentration will not increase competition, industry consolidation will not happen, the technology sector is not so intense – companies can get more, well, stay. Now the question is not which sector is experiencing profound changes? Virtually all pass. It is difficult to imagine a sector that we do not become over time.
To get an idea, the survey found that 95% of companies tend to have a more reactive. And that was not a surprise to us, because the reactive behavior is the more standard within organizations. We prefer to wait for the change happen, because it’s comfortable, it is less risky, is an area of more security.
What is the role of leaders in training professionals proactive?
Roger Gava – This is a great challenge. We started studying the proactivity within the collective. Then we started to dig a little at the individual level. There is much talk in proactivity on business. But little is known, little is done accordingly. For example: how to identify a professional proactive in an interview? How do I develop a proactive? And then the role of leaders is crucial in this regard. For example, does not help companies that want people to be proactive if they do not reward this proactive or if they just push people for short-term results. How a person will seek proactive – which is often something that does not happen in the short term – is the first mistake, she will be punished with the loss of a bonus, for example? If she does not see the company to reward long-term proactive initiatives? Then the leader’s role is to recruit proactive people, develop them and retain them as well. Until proactive because people are more restless, they want more challenges. And then the challenge is for the companies in order to keep them in your frame.
In a crisis scenario, the importance of anticipating market changes?
Leonardo Araújo – When we have a prospect of crisis, proactive posture is very important, because if I act before it or if I need to predict what comes in the future, the company proactively to prevent it better. An example: always said that the Chinese would come, that the Chinese were coming and the Chinese arrived. This was a reality for the textile industry, for the toy industry and many others. Before the crisis established from the arrival of the Chinese – which is not necessarily a crisis, but the market is shaken – a proactive company should have acted sooner. Ambev is also an example. Acted with a great advance when he realized that the beer market would consolidate. With the internationalization of markets, she developed several initiatives in Brazil, went international, bought companies. Anyway, she acted realizing that globalization would come. This is proactive.
Roger Gava – In the book tells us several cases of companies that were complicated conditions and managed to turn it up, such as Danone Activia in the case, that could create change, modify consumer behavior, changing market structures. In times of turmoil, we believe it becomes even more important to have a very keen radar for any changes that may occur.

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