PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Empreendedorismo interno

Posted by HWBlog em 30/03/2012

Há, algum tempo, soaria estranho pensar que uma empresa incentivaria internamente o empreendedorismo porque isso poderia significar uma perda de talentos para o mercado. Mas, a realidade atual mostra outro cenário. Muitas empresas aderiram a prática de incentivar que seus colaboradores transformem sonhos em estratégia de mercado.

E isso não significa abrir mão dos melhores talentos. As empresas têm oferecido a oportunidade de empreender dentro da própria casa por meio de programas formais. Um exemplo dessa prática de gestão acontece na Ci&T, uma empresa brasileira de tecnologia da informação com escritórios internacionais, que está na lista das 100 melhores empresas para trabalhar.

O modelo da Ci&T funciona de uma forma já conhecida em algumas organizações, principalmente no mercado externo. Na fase exploratória, o funcionário recebe orientação de quem entende do projeto, mas trabalha na validação da ideia durante seu tempo livre. Quando a ideia amadurece um pouco, o desenvolvimento acontece dentro da empresa e o funcionário fica 100% focado na startup. O diferencial é já nascer com um sócio e a divisão ser de 50% para cada. A vantagem é ter infraestrutura disponível, orientação e apoio técnico. A tendência é que essa prática vire referência no mercado.

Outro exemplo interessante é a cafeteria Santo Grão. A estratégia do proprietário é não contratar garçons e sim pessoas interessadas em aprender tudo sobre o negócio e que possam futuramente abrir novas unidades em parceria com o sócio-fundador. Aqui também no modelo de 50% para cada um.

Mesmo que a ideia não seja exatamente um novo negócio, a autonomia de uma área também pode ser considerada um exemplo de prática do empreendedorismo interno. Um case desse tipo é o da Volvo, onde existem cerca de 100 equipes auto gerenciáveis, formadas por grupos de 12 a 16 pessoas, com um representante que se reporta a um coordenador-geral. Cada equipe tem liberdade para gerenciar o próprio trabalho, organizar as atividades e sugerir melhorias necessárias. Esse tipo de prática agiliza os processos, além de estimular a criatividade e a proatividade. Quer um exercício mais empreendedor que esse?

Podemos ver outro bom incentivo na Caterpillar. Lá cada funcionário tem como meta oferecer cinco sugestões no ano, que podem ser para melhorias simples até para reduções de custos consideráveis.

Para que essas sugestões tenham o formato ideal, no início do ano é realizado um encontro de orientação, onde todos têm acesso à estratégia da empresa e podem tirar todas as suas dúvidas.

No incentivo ao empreendedorismo todos ganham. É bom para o negócio como estratégia de crescimento e é bom para o funcionário como amadurecimento profissional.

E na sua equipe, como vai o empreendedorismo?

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

Internal Entrepreneurship

There, some time, it would sound strange to think that a company would encourage internal entrepreneurship because it could mean a loss of talent to the market. But the current reality shows another picture. Many companies have joined the practice of encouraging its employees to turn dreams into marketing strategy.
And that does not mean giving up the best talent. The companies have offered the opportunity to undertake within their own home through formal programs. An example of this practice management happens at Ci & T, a Brazilian information technology with international offices, which is in the list of 100 best companies to work.
The model of Ci & T operates in a known manner in some organizations, especially in foreign markets. In the exploratory phase, the employee receives direction from those who understand the project, but working on validating the idea during his free time. When the idea matures a little development occurs within the company and the employee is 100% focused on startup. The differential is now born with a partner and the division is 50% for each. The advantage is to have available infrastructure, guidance and technical support. The trend is that this practice benchmark in turn.
Another interesting example is the Holy Grain cafeteria. The strategy of the owner is not hiring waiters, but people interested in learning about the business and that may eventually open new units in partnership with the founding partner. Here also the model 50% each.
Even if the idea is not exactly a new business, the autonomy of an area can also be considered an example of the practice of internal entrepreneurship. One such is the case of Volvo, where there are about 100 self-managed teams, formed by groups of 12 to 16 people, with a representative who reports to a general coordinator. Each team is free to manage their own work, organizing activities and suggest improvements. This type of practice streamlines processes, and stimulate creativity and proactivity. Want a more entrepreneur who this year?
We can see another good incentive for Caterpillar. There every employee’s goal is to offer suggestions in five years, for improvements that can be simple even for considerable savings.
For these suggestions have the right format, at the beginning of the year is held a orientation meeting, where everyone has access to the company’s strategy and can take all your questions.
Encourage entrepreneurship in all win. It’s good for business as a growth strategy and is good for the employee as a professional maturity.
And on your team, how is entrepreneurship?

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