PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Archive for the ‘Inteligência Emocional’ Category

A Grande extinção de empregos

Posted by HWBlog em 28/07/2017

Ontem, Jeff Bezos, da Amazon, ultrapassou Bill Gates, da Microsoft, como homem mais rico do mundo.

Em terceiro segue Carlos Slim, o bilionário mexicano cujos negócios não nasceram da alta tecnologia.

Em suas voltas pelo mundo, Slim tem dito que devemos nos preparar para aguentar o tranco da nova revolução industrial.

Não será a primeira vez que o desenvolvimento de tecnologias mudará a natureza do trabalho, profissões vêm nascendo e se extinguindo desde a invenção do arado.

Mas, primeira vez, acredita Slim, o número de empregos criados será menor do que o de extintos. 

Ele não está sozinho nesta crença. Muita gente no Vale do Silício concorda.

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Posted by HWBlog em 04/03/2017

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Não deixe o poder corromper você

Posted by HWBlog em 10/10/2016

destaque5Como chegar ao topo sem perder as virtudes que o ajudaram na trajetória

Na pesquisa comportamental que realizei ao longo dos últimos 20 anos, descobri um padrão inquietante: em geral, conquistamos autoridade por causa de características e ações que atraem o interesse dos outros, como empatia, colaboração, abertura, justiça e partilha, mas, quando começamos a nos sentir poderosos ou desfrutar de uma posição de privilégio, essas qualidades costumam desaparecer.

Quem está no comando é mais propenso a ser rude, egoísta e antiético. O político e historiador do século 19 Lord Acton resume bem: o poder tende a corromper.

Chamo esse fenômeno de “paradoxo do poder”, algo que estudei em várias configurações: em faculdades, no Senado americano, em equipes esportivas profissionais e em diversos locais de trabalho. Tenho observado que as pessoas costumam se destacar por suas qualidades, mas o comportamento se deteriora a cada degrau que sobem.

Essa mudança é de uma rapidez surpreendente. Em um dos meus experimentos, conhecidos como o estudo “cookie monster”, reuni algumas pessoas num laboratório, dividi-as em três grupos e, aleatoriamente, atribuí a um participante de cada equipe uma posição de liderança.

Em seguida, passei uma tarefa por escrito. Meia hora depois, coloquei um prato de biscoitos que tinham acabado de sair do forno (um para cada membro do grupo, mais um extra) na frente deles.

Em todas as equipes cada voluntário pegava um e, por delicadeza, deixava o biscoito a mais.

A questão era: quem iria pegar um segundo, sabendo que privaria os outros?

Resposta: quase sempre aquele que tinha sido nomeado líder. Além disso, quem estava no comando era mais propenso a comer com a boca aberta, lamber os lábios e deixar cair migalhas nas roupas.

Estudos mostram que riqueza e credenciais podem provocar efeito similar.

Em outro experimento, Paul Piff, da University of California, Irvine e eu observamos que, enquanto motoristas de veículos simples (Dodge Colts, Plymouth Satellites) sempre cediam passagem para quem estava na faixa de pedestres, aqueles que dirigiam carros de luxo, como BMW e Mercedes, agiam assim apenas 54% do tempo, ignorando o pedestre e a lei em quase metade das vezes.

Estudos com trabalhadores de 27 países revelam que indivíduos ricos são mais propensos a dizer que é aceitável se envolver em comportamentos antiéticos, como ser subornado ou fraudar impostos.

Uma pesquisa recente conduzida por Danny Miller, da HEC Montréal, demonstrou que CEOs com MBA, em relação aos que não têm, são mais propensos a agir de acordo com os próprios interesses com o intuito de aumentar a remuneração pessoal, mesmo que isso diminua o valor da empresa.

Os resultados sugerem que histórias conhecidas de abusos de poder (a fraude de contabilidade de Jeffrey Skilling, da Enron Corporation; os bônus ilegais de Dennis Kozlowski, CEO da Tyco International; as festas escandalosas de Silvio Berlusconi; a evasão fiscal de Leona Helmsley) são exemplos extremos a que qualquer líder, independentemente do nível, está suscetível.

Estudos mostram que pessoas em posição de poder corporativo são três vezes mais propensas, em relação aos que estão nos degraus mais baixos, a interromper colegas, ocupar-se, durante as reuniões, com assuntos alheios ao trabalho, levantar a voz e dizer insultos no escritório. E quem acabou de ganhar um cargo de alto escalão é particularmente vulnerável a perder suas virtudes. É o que minha pesquisa e outros estudos indicam.

As consequências podem ser grandes.

O abuso de poder, em última análise, pode manchar a reputação de executivos, minando sua influência, favorecer o estresse e a ansiedade entre os colegas, diminuir o rigor e a criatividade no grupo e prejudicar o engajamento e o desempenho dos membros da equipe.

Em uma pesquisa recente com 800 gestores e funcionários de 17 setores, aproximadamente metade dos entrevistados que relataram ter sido tratados de maneira rude no ambiente profissional disse que, como resposta, diminuiu deliberadamente o esforço ou baixou a qualidade do trabalho.

Então, como evitar sucumbir ao paradoxo do poder? Pela sensibilização e pela ação.

Necessidade de reflexão

O primeiro passo é desenvolver maior autoconsciência.

Quando você assume um cargo sênior, precisa estar atento aos sentimentos próprios de quem é investido de autoridade e às alterações no comportamento. Minha pesquisa aponta que o poder tende a provocar o estado eufórico (favorecendo a sensação de expansão, energia, onipotência, fome de recompensas e a ideia de estar imune a riscos), o que nos deixa propensos a ações antiéticas, rudes e precipitadas. Mas novos estudos neurocientíficos apontam que basta refletir sobre pensamentos e emoções — “Sinto como se pudesse governar o mundo neste momento” — para ativar áreas dos lobos frontais que nos ajudam a controlar melhor os impulsos. Quando reconhecemos e rotulamos sentimentos de alegria e confiança, é menor a possibilidade de tomar decisões irracionais inspiradas por essas emoções. E quando identificamos sensações de frustração (quando subordinados não agem como gostaríamos, por exemplo), ficamos menos vulneráveis a responder confrontando ou de forma contraditória.

Cultive esse tipo de autoconhecimento com a prática diária da mindfulness (atenção plena, em tradução livre). Basta se sentar em um lugar confortável e tranquilo e respirar profundamente, concentrando-se na sensação de inalar e exalar, nas sensações físicas ou nos sons e nas paisagens do ambiente.

Estudos mostram que gastar apenas alguns minutos por dia nesses exercícios favorece o foco e a calma. Por isso, hoje, essas técnicas são utilizadas em programas de formação de empresas como Google, Facebook, Aetna, General Mills, Ford e Goldman Sachs.

É importante refletir sobre as próprias ações e sobre o próprio comportamento em geral. Você interrompe as pessoas? Checa o telefone enquanto outros falam? Conta piadas ou histórias que constrangem ou humilham outras pessoas? Diz palavrões no escritório? Alguma vez já levou o crédito por um esforço de grupo? Esquece o nome de colegas? Gasta muito mais dinheiro do que no passado ou se arrisca mais fisicamente?

Se você respondeu sim a algumas das perguntas, tome isso como um sinal de alerta de que pode estar com dificuldades de lidar com o poder, agindo com arrogância.

O que pode parecer inofensivo para você provavelmente não parece para os subordinados.

Considere uma história que ouvi recentemente sobre um protocolo de entrega de almoço, que envolvia uma hierarquia desnecessária, em uma equipe de redatores de TV a cabo.

Todos os dias, quando os sanduíches chegavam, eram repartidos entre os profissionais de acordo com o tempo de casa. Ao deixarem de corrigir esse comportamento, os líderes, provavelmente, colaboravam com o enfraquecimento do potencial colaborativo e criativo do grupo.

Por outro lado, considere os refeitórios militares americanos, onde a prática é inversa, como observa o etnógrafo e escritor Simon Sinek no título de seu mais recente livro, “Leaders eat last” (Líderes comem por último, em tradução livre). Oficiais aderem à política não para deixar de lado a autoridade, mas para mostrar respeito pelas tropas.

Pratique a benevolência

Se já começou ou não a sucumbir ao paradoxo do poder, é importante lembrar e repetir os comportamentos virtuosos que o ajudaram a chegar ao topo. Quando converso com executivos e outros em posições de comando, concentro-me em três práticas essenciais — empatia, gratidão e generosidade — que, de acordo com as pesquisas, ajudam a manter a liderança benevolente, mesmo nos ambientes altamente competitivos.

Por exemplo, Leanne ten Brinke, Chris Liu, Sameer Srivastava e eu observamos que senadores americanos que usavam entonação de voz e expressões faciais empáticas ao falar com a bancada tinham mais propostas aprovadas do que os que usavam gestos e tons ameaçadores e de dominação nos discursos.

Uma pesquisa feita por Anita Woolley, da Carnegie Mellon University, e Thomas Malone, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), também demonstra que, quando companheiros de equipe sinalizam, de forma sutil, compreensão, envolvimento, interesse e preocupação com o outro, a equipe tende a ser mais eficaz ao lidar com problemas analíticos complexos.

Pequenas expressões de gratidão também produzem resultados positivos. Segundo alguns estudos, parceiros românticos que reconhecem o valor do outro em uma conversa informal são menos propensos a terminar o relacionamento. Segundo outros, estudantes que recebem tapinhas nas costas dos professores têm maior inclinação a se comprometer com problemas difíceis. Mais um dado: pessoas que expressam apreço a outras em um grupo recém-formado tendem a sentir laços mais fortes com o grupo meses depois.

Adam Grant, da Wharton School, da University of Pennsylvania, observou que quando os gestores reservam algum tempo para agradecer aos funcionários, estes tendem a ser mais engajados e produtivos. A minha pesquisa e de Michael Kraus, da Yale University, sobre as equipes da NBA mostra que os jogadores que demonstravam fisicamente seu apreço (ao bater a cabeça, dar um abraço ou uma “trombada” com o quadril ou com o tórax) inspiravam seus colegas de equipe a jogar melhor e ganhavam aproximadamente dois jogos a mais por temporada (resultados estatisticamente significativos que muitas vezes fazem diferença nas eliminatórias).

Simples atos de generosidade são igualmente poderosos.

Indivíduos que compartilham boas ideias com seus colegas de grupo ou colaboram em projetos alheios são considerados mais dignos de respeito e influência e mais adequados para a liderança. Mike Norton, da Harvard Business School, observou que quando as organizações fazem campanha de doação no trabalho a instituições de caridade, os funcionários se sentem mais satisfeitos e produtivos.

Pode parecer difícil seguir constantemente a ética do poder quando você é o chefe e o responsável pela execução do trabalho. Mas não é. Empatia, gratidão e generosidade podem ser cultivadas com práticas simples, sempre que houver oportunidade: em reuniões de equipe, durante negociações com clientes, na hora de dar um feedback sobre avaliações de 360 graus.

Confira algumas sugestões.

Para praticar empatia:

Procure fazer uma ou duas perguntas relevantes em cada interação e comentar pontos importantes sobre as ações dos outros.

Busque ouvir com gosto. Oriente seu corpo e seus olhos na direção de quem fala. E demonstre interesse e comprometimento com o tom da sua voz.

Quando alguém chegar até você com um problema, faz toda a diferença sinalizar preocupação com frases como “Sinto muito” e “Isso é realmente difícil”.

Evite julgar e aconselhar rapidamente.

Antes das reuniões, procure parar um momento para pensar sobre como vai agir e o que está acontecendo na vida do outro.

Arturo Bejar, diretor de engenharia da Facebook, é um executivo para quem a empatia é prioridade na hora de orientar suas equipes de designers, programadores, especialistas em dados e redatores. Quando o observo no trabalho, noto que as reuniões costumam ser estruturadas em torno de uma cascata de perguntas abertas que ele nunca deixa de ouvir atentamente. Ele se inclina para quem está falando e cuidadosamente anota as ideias de todos em um bloco de notas. Essas pequenas expressões de empatia sinalizam para a equipe que ele entende suas preocupações e quer que tenham sucesso juntos.

Para praticar a gratidão:

Busque fazer dos agradecimentos sinceros parte integrante de sua forma de comunicação.

Procure enviar notas de agradecimento e emails específicos e oportunos para colegas que tenham feito um bom trabalho.

É importante reconhecer publicamente contribuições para a equipe, incluindo as do pessoal de apoio.

Tapinhas nas costas e toques de mão são bem-vindos para comemorar o sucesso.

Quando foi CEO da Campbell Soup Company, Douglas Conant procurou enfatizar uma cultura de gratidão na organização. Todos os dias, ele e seus assistentes executivos gastavam até uma hora vasculhando emails e a intranet da empresa em busca de informações sobre funcionários que faziam diferença. Conant, então, agradecia (geralmente com notas manuscritas) um a um pessoalmente, de executivos seniores a pessoas da manutenção, por suas contribuições.

Ele estima que escrevia dez por dia, num total de aproximadamente 30 mil durante sua gestão de uma década. E diz que costumava encontrar as anotações penduradas nos espaços de trabalho dos funcionários.

Os líderes que acompanho contam outras táticas, como dar pequenos presentes aos funcionários, convidar para almoçar ou jantar num lugar agradável, homenagear funcionários do mês e criar “murais de gratidão”, reais ou virtuais, para os colegas agradecerem uns aos outros por contribuições específicas.

Para praticar a generosidade:

Procure conversar a sós com as pessoas que lidera.

Busque delegar algumas responsabilidades importantes e de alto nível.

E elogiar com generosidade.

Permita que outros fiquem no centro das atenções. E recebam crédito por contribuírem com o sucesso da equipe e da organização.

Pete Docter, diretor da Pixar, é mestre nesse quesito.

Quando comecei a trabalhar com ele no filme Divertida mente, estava curioso sobre uma maravilha cinematográfica criada por ele cinco anos antes: a montagem no início do filme Up: altas aventuras, que conta a história de Carl, que conhece Ellie, uma garota por quem se apaixona e com quem desfruta uma longa vida de casado até que a vê sucumbir a uma doença.

Pedi que me contasse como tinha conseguido e ele me falou de uma lista exaustiva de 250 escritores, animadores, atores, artistas de história, designers, escultores, editores, programadores e modeladores de computador que haviam trabalhado no filme com ele.

Quando perguntam sobre o sucesso de bilheteria de Divertida mente, Docter dá uma resposta semelhante. Outra executiva da Facebook com quem trabalhei, a gerente de produto Kelly Winters, divide o crédito de forma similar. Na hora de fazer apresentações em PowerPoint ou dar palestras para jornalistas sobre o sucesso de sua Equipe Compaixão, ela sempre menciona os analistas de dados, engenheiros e especialistas de conteúdo.

SUPERE o paradoxo do poder praticando a ética da empatia, gratidão e generosidade. Isso aumenta a produção no trabalho e reforça o espírito de colaboração daqueles que o cercam.

Você assim poderá se beneficiar e ter melhor reputação, estender seu tempo de gestão como líder e desfrutar do bem-estar que experimentamos quando nos interessamos pelos outros.

 

por Dacher Keltner é professor de psicologia da University of California, Berkeley

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Você pode falar o que quiser?

Posted by HWBlog em 09/08/2016

executivo 11Eu sempre digo que você pode falar qualquer coisa, para qualquer pessoa, desde que você saiba como fazer isso.

Este é um princípio básico de comunicação, mas que 90% das pessoas erram na execução.

E sabe por que?

Porque o “como” fica sempre em segundo plano.

E sabe por que?

Porque toma muito tempo.

A pergunta é: o que demanda maior tempo: planejar adequadamente o “como” ou corrigir todos os porquês depois?

Joseph Grenny, especialista em conversas decisivas e autor de três livros que estiveram na lista dos mais vendidos do The New York Times, afirma que no cerne de quase todos os problemas crônicos estão conversas decisivas que você não está tendo ou está conduzindo mal.

E isto acontece por motivos como pouca influência, trabalho em equipe falho, produtividade medíocre, fracasso no casamento, desafios da diversidade, problemas de qualidade, questões de segurança ou outros.

Ele diz que sempre que estiver num beco sem saída, existe uma conversa decisiva mantendo você lá.

Ele afirma que “O primeiro erro na conversa decisiva é sempre na primeira sentença. Em geral, abrimos a boca e falamos da maneira errada. Escolhemos sem pensar”. Esta é uma grande verdade, e motivo que nos leva a fracassar inclusive em relações pessoais.

O papel da segurança – Grenny destaca que para falar honestamente, sem ofender alguém, temos de encontrar uma forma de preservar a segurança. É mais ou menos como dizer a alguém para dar um soco no nariz do outro, sem machucá-lo.

Como podemos falar o execrável e ainda preservar o respeito?

Grenny afirma que podemos fazê-lo, se soubermos como misturar cuidadosamente três ingredientes: confiança, humildade e aptidão. Ele salientou que há sinais negativos que podem ser observados quando não estamos conduzindo ou conduzimos mal uma conversa decisiva:

  • Se, durante a conversa, você se sentir cada vez mais frustrado, talvez esteja tendo a conversa errada.
  • Se você tiver a mesma conversa duas vezes, está tendo a conversa errada.

Ele alerta que se você ficar atolado num nível, deve passar para um nível mais profundo.

“E quando puder dizer o que tem a dizer em uma sentença, você está pronto para conversar”. O professor afirmou que quando começamos a nos sentir inseguros, escolhemos um de dois caminhos negativos.

Ou buscamos o silêncio, impedindo que informações relevantes cheguem ao reservatório de informações relevantes; ou a agressividade, tentando impor informações ao reservatório.

Com isso, podemos nos afastar, restaurar a segurança e retomar o diálogo, antes que o prejuízo seja muito grande.

Motivos e emoções – Grenny destaca que entre os motivos que acabam com o diálogo estão salvar as aparências, sair-se bem, manter a paz, evitar conflito, vencer, ter razão e punir.

É preciso, porém, ter cuidado com a mudança dos motivos, fazendo a seguinte pergunta:

Por que vale a pena parar e examinar seus motivos?

“Porque você é controlado pelos motivos que não vê e porque você não é um ator tão bom assim”, destacou, explicando que se você conseguir ver o que está acontecendo, poderá fazer algo a respeito, porque as dúvidas exasperam o cérebro.

Para Greeny, as emoções também não ajudam muito, porque as conversas decisivas são definidas por suas características emocionais. “Nossa capacidade de sairmos do conteúdo de uma discussão e focarmos no processo é inversamente proporcional ao nível de nossas emoções”. Ele explica que quanto mais nos importamos com o que está acontecendo, menor é a probabilidade de pensarmos como estamos nos comportando.

Objetivo mutuo – Grenny explica que embora seja verdade que não há razão para empreender uma conversa decisiva se não temos um objetivo mútuo, é igualmente verdadeiro que não podemos manter a conversa se não mantivermos o respeito mútuo.

“Respeito mútuo é a condição de continuação do diálogo. Quando percebemos que o outro não nos respeita, a conversa imediatamente torna-se perigosa e o diálogo cessa”.

Por quê? “Porque o respeito é como o ar que respiramos. Se o eliminarmos, ninguém consegue pensar em outra coisa”, responde.

No instante em que as pessoas percebem o desrespeito em uma conversa, a interação não é mais sobre o objetivo original, agora passa a ser sobre a defesa da dignidade. O objetivo mútuo sofre por falta de respeito mútuo.

Para encontrar a solução, Grenny aconselha responder à pergunta:

O que eu realmente quero para mim, para os outros e para a relação?

Franqueza nunca é o problema, afirma Grenny.

“As pessoas nunca ficam na defensiva em relação ao que você diz. Elas ficam na defensiva imaginando por que você está dizendo o que diz”.

Ele acredita que quando nos sentimos seguros, podemos falar sobre qualquer assunto e defende que se as pessoas não se sentirem seguras, nada pode ser discutido.

Sim, você pode falar o que quiser, mas nunca se esqueça que é o “como” que vai influenciar o seu resultado.

Será que não dá mesmo para fazer de um jeito diferente?

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Filmes que vão inspirar você na busca pelo sucesso

Posted by HWBlog em 17/07/2014

a importãncia do advogado do diabo“Compramos coisas de que não precisamos com o dinheiro que não temos para impressionar pessoas das quais não gostamos” (Clube da Luta).

Quem nunca se sentiu diferente após uma ida ao cinema? Assim como livros, filmes têm a capacidade de nos tocar de modo tal que até chegam a influenciar decisões de nossas vidas pessoais e profissionais.

Em certos momentos, os filmes funcionam como um forte agente motivacional e podem assim nos impulsionar na direção do sucesso.

O site americano Lifehack selecionou dez filmes que prometem “ajudar você a se dar bem”.

Confira abaixo:

1. Clube da Luta (1999): materialismo e desapego

O primeiro filme escolhido, “Clube da Luta”, de David Fincher, oferece mais de uma lição sobre sucesso. Ele pode ser visto várias vezes e em cada uma delas você conseguirá reconhecer um ensinamento importante. Deles, os dois que mais se destacam são materialismo e desapego emocional. De acordo com o personagem Tyler Durden, O Clube da Luta é sobre se libertar das correntes da vida moderna, que “aprisiona e castra” você, ao estar disposto a gerar e sentir dor e risco de morte. Ao ver o filme, vá com calma. Não vá sair por aí repetindo tudo a que assistir lá (quem já viu, sabe do que estamos falando!). Nesse caso, é fundamental ler as entrelinhas e saber pinçar os ensinamentos dispersos no meio do enredo, certas vezes, caótico.

2. O Homem dos Músculos de Aço (1977): auto-confiança e auto-afirmação

Ao contrário do que parece, “O Homem dos Músculos de Aço” não é destinado para os amantes do fisiculturismo apenas. Ao compartilhar sua mentalidade, atitude e crenças pessoais, Arnold Schwarzenegger faz do documentário uma grande inspiração para aqueles que querem desfrutar o poder que é ter auto-confiança e auto-afirmação.

3. O Segredo (2006): atitude positiva

O Segredo é baseado no filme “The Law Of Attraction” (que, por sua vez, é uma versão do livro de mesmo nome). Ainda que muitas pessoas mantenham um posicionamento cético em relação às leis da atração, o filme traz uma mensagem bastante positiva sobre a vida e mostra que uma mudança de pensamento pode levar a uma vida melhor. Por isso, “O Segredo” é perfeito para aquelas pessoas que estão precisando de inspiração e motivação.

4. A Rede Social (2010): exercício do direito

O nome Marck Zuckerberg lhe é familiar? Provavelmente, sim. “A Rede Social” é um filme que mostra a trajetória do fundador do Facebook e que inspira qualquer pessoa a se sentir merecedora do sucesso. A trama mostra ainda alguns dos inconvenientes que um profissional bem sucedido enfrenta, como traição e armadilhas legais.

5. Sim, Senhor (2008): oportunidade

Qualquer um pode se divertir com essa comédia. Carl Allen, interpretado por Jim Carrey, é um profissional não realizado que vive uma vida mediana. Após participar de um seminário de auto-ajuda, sua vida tem uma interessante reviravolta. Esse filme mostra o poder da palavra “sim” e leva a uma reflexão sobre as oportunidades que você pode ter perdido ao dizer “não”.

6. Sem Limites (2011): colocar as coisas em prática

Nesse longa, Bradley Cooper interpreta um escritor que passa a vida procrastinando até ser apresentado a uma nova droga, quando então começa a ter iniciativa e a progredir. Não. Esse filme não á uma apologia ao mundo das drogas, no entanto ele vai despertar em você a vontade de produzir resultados e, sobretudo, fazê-lo pensar sobre todas as coisas que poderia estar fazendo com sua vida.

7. O Lobo de Wall Street (2013): impulso e prosperidade

Polêmico. Politicamente incorreto. Não é uma aula sobre o que fazer. Mas esse filme tem a capacidade de fazer você reavaliar sua vida atual e suas metas. Baseado na história real de Jordan Belfort, “O Lobo de Wall Street” mostra que há coisas que o dinheiro não compra. Além disso, é impossível assistir a esse enredo sem se sentir instigado pela atuação de Leonardo DiCapprio.

8. As Palavras (2012): mereça seu trabalho

Outro filme no qual Bradley Cooper aparece num papel de um escritor que enfrenta problemas com sua produção literária. “As Palavras” demonstra como pode ser difícil lidar com o sucesso, ao ponto de fazer você desistir ou até a copiar o trabalho de alguém. Esse filme certamente vai inspirá-lo a fazer o melhor que pode com o que tem.

9. À procura da Felicidade (2006): determinação

Outro que é baseado em uma história real. Will Smith interpreta um vendedor que é abandonado pela mulher e chega a morar nas ruas com o filho. Esse filme emocionante irá provar que nunca podemos desistir de nós mesmos e muito menos deixar que as circunstâncias destruam nossos sonhos.

10. Gênio Indomável (1997): competência e capacidade

“Gênio Indomável” é um filme comovente, que contém grandes conversas entre os personagens Will Hunting (Matt Damon) e Sean Maguire (Robin Williams). Esse longa-metragem é para aquelas pessoas que têm algum talento, mas não se acham dignas de sucesso. Ele vai inspirar você a mostrar que é competente.

E você: tem alguma sugestão?

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As 10 vantagens do sucesso

Posted by HWBlog em 26/05/2014

Talentos 1O sucesso de hoje não garante a vitória de amanhã. Em anos recentes, tal incerteza ganhou caráter de obviedade. Quando menos se espera –ou se deveria esperar?– uma empresa é afetada por uma ruptura que põe fim à vantagem competitiva que vinha cultivando com afinco. O impacto é tamanho que todo um setor pode minguar, como vem acontecendo com os jornais impressos diários, por exemplo.

Em seu livro Confidence (ed. Crown Business), Rosabeth Moss Kanter, professora da Harvard Business School, apresenta estudo que realizou comparando os “sempre vencedores” com os “sempre perdedores” do mundo dos esportes e faz a correlação com o universo dos negócios. A conclusão é que vencer traz vantagens que torna mais fácil permanecer vitorioso ao longo do tempo.

A autora identificou dez vantagens que, se cultivadas pelo líder, poderão aumentar a probabilidade de o próximo sucesso ocorrer:

1. Ambiente mais atraente: há menos faltas e atrasos em empresas bem-sucedidas, e mais solidariedade e compartilhamento de conhecimento entre as pessoas.

2. Aprendizado facilitado: os vencedores tendem mais do que os perdedores a não terem resistência para discutir erros e aceitar retorno negativo, porque são autoconfiantes e entendem que praticar e aperfeiçoar faz parte da vitória.

3. Estrutura de apoio sólida: o sucesso amplia o círculo de apoio, enquanto o fracasso o destrói.

4. Liberdade para focar: os vencedores se distraem pouco.

5. Cultura de respeito mútuo: quando se vence em equipe, cada membro tende a ser respeitado por todos.

6. Boa reputação: o passado dos perdedores é frequentemente revisitado, e o fracasso acaba sendo óbvio.

7. Acesso a eventos e redes de relacionamento: os vencedores são mais convidados, e isso ajuda a mantê-los no topo.

8. Determinação: os vencedores controlam melhor seu destino, enquanto os perdedores, muitas vezes, têm de aceitar intervenções (auditorias, inspeções, comissões etc.), o que toma seu tempo.

9. Continuidade na liderança e na equipe: em vez de muita rotatividade.

10. Bom humor: gera energia e resiliência para seguir adiante, apesar dos tropeços. Além disso, contagia a equipe.

E por falar em resiliência…

Em artigo publicado por HBR Blog Network, ela declara: “A diferença entre vencedores e perdedores é a maneira como lidam com o fracasso”. Aí está a própria definição de resiliência: a capacidade de se recobrar facilmente ou, nas palavras da autora, de “sair do buraco”.

Mesmo as empresas líderes têm de se recuperar em algum momento, e elas conseguirão, se seus funcionários forem resilientes. E eles serão, mas somente se se importarem com a causa, se um forte senso de propósito e colaboração os mantiver unidos e motivados para assumirem a responsabilidade de ajudar a companhia a sobreviver.

O que impede a resiliência? Complacência, arrogância e ganância são as respostas de Kanter, que comenta: “Aqueles que têm desejo autêntico de servir, e não apenas o narcisismo de querer estar no topo, estão dispostos a renunciar hoje como investimento em uma situação melhor amanhã”.

Referências:

KANTER, R. M. Confidence: How Winning Streaks and Losing Streaks Begin and End. Nova York: Crown Business, 2006.

KANTER, R.M. “Surprise! Four Strategies for coping with disruptions”. 19 abr. 2010, HBR Blog Network. Disponível online em: . Acesso em: 15 jan. 2014.

KANTER, R. M. “Surprises are the new normal; resilience is the new skill”. 17 jul. 2013, HBR Blog Network. Disponível online em: . Acesso em 15 jan. 2014.

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8 erros inconscientes que cometemos diariamente

Posted by HWBlog em 31/10/2013

cérebro5Pensamos que nosso cérebro é muito esperto, mas cometemos erros inconscientes diariamente. Aqui estão algumas dicas para evitar isso

Os erros inconscientes são uma armadilha que caímos diariamente e, ao tentarmos evita-los podemos conseguir tomar melhores decisões em nossas vidas.

Infelizmente, a maioria desses erros acontece no subconsciente e, precisamos nos esforçar para evita-los. Além disso, é muito importante saber como nosso cérebro está programado para tomar decisões.

Dito isso, vamos dar uma olhada nesses erros que, muitas vezes, nem sabíamos que cometíamos e, entender como podemos evita-los.

#1. Nos cercamos de informações que correspondem às nossas crenças

Nós gostamos de pessoas que pensam como nós. Se concordamos com a opinião de alguém, estamos mais propensos a ser mais amigos deles.

Enquanto isso faz sentido, significa que nós, inconscientemente começamos a ignorar ou rejeitar qualquer coisa que ameace nossas visões de mundo, uma vez que nos cercamos de pessoas que pensam como nós.

Isso se chama viés de confirmação. Se você já ouviu falar da ilusão de frequência, isso é muito similar.

A ilusão da frequência ocorre quando você compra um carro novo e, de repente você começa a ver o mesmo carro em todos os lugares. Ou quando uma mulher grávida começa a ver mulheres grávidas por todos os lugares.

É uma experiência passiva, onde o nosso cérebro busca informações que estão relacionadas a nós mesmos, mas acreditamos que houve um aumento real na frequência dessas ocorrências.

O viés de confirmação é uma forma mais ativa da mesma experiência. Isso acontece quando proativamente buscar informações que confirmem nossas crenças existentes.

Em 2009, um estudo da Universidade Estadual de Ohio mostrou que gastamos 36% mais tempo lendo textos que se alinham com nossas opiniões.

#2. Acreditamos na ilusão do corpo do nadador

No livro de Rolf Dobelli, The Art of Thinking Clearly, ele explica como nossas ideias sobre talento e treinamento extensivo estão totalmente fora de propósito.

Nadadores profissionais não têm corpos perfeitos, porque eles treinam exaustivamente. Ao contrário, eles são bons nadadores por causa de seus físicos. A maneira como seus corpos são projetados é um fato para a seleção, não o resultado de suas atividades.

A ilusão do corpo do nadador ocorre quando confundimos fatores de seleção com os resultados.

Outro exemplo são as universidades de alto desempenho: elas realmente são as melhores escolas, ou escolhem os melhores alunos, que são bons independentemente das escolas?

Nossa mente muitas vezes prega uma peça em nós. E essa é uma coisa muito importante de sabermos.

Sem essa ilusão, metade das campanhas publicitárias não iria funcionar.

#3. Nós nos preocupamos com coisas que já perdemos

A razão pela qual não se pode ignorar o custo das coisas, mesmo que ele já tenha sido pago, é que estamos ligados a sentir a perda com muito mais força do que a vitória.

Assim como os outros erros a preocupação com a perda nos leva a ignorar os fatos lógicos apresentados e fazermos decisões irracionais baseadas em nossas emoções – mesmo sem percebemos que estamos fazendo isso.

Sendo uma reação subconsciente, é difícil evitar esse erro. Para isso, tente separar os fatos atuais que temos de tudo o que aconteceu no passado. Por exemplo, se você comprar um bilhete de cinema apenas para chegar a conclusão que o filme é ruim, você também pode:
◾Ficar e assistir o filme, para recuperar o dinheiro que você já pagou pelo bilhete, ou
◾Deixar o cinema e usar esse tempo para fazer algo que você realmente goste.

A primeira coisa a lembrar é: você não pode recuperar esse investimento. Ele se foi. Não deixe que seu julgamento prenda-o no passado.

#4. Nós prevemos probabilidades de maneira errada

Imagine que você esteja jogando cara ou coroa com um amigo. Você joga uma moeda, mais e mais, depois de adivinhar se ela vai virar em cara ou coroa. Você tem 50% de chance de estar certo por vez.

Agora, suponha que você já jogou a moeda 5 vezes e ela virou cara todas as vezes. Com certeza, na próxima jogada será coroa, certo?

A chance de ser coroa na próxima jogada deve ser maior, não é mesmo? Não é bem assim.

As chances da moeda cair em cara ou coroa é de 50% em cada vez. Mesmo que você tenha jogado a moeda mais de 20 vezes. As probabilidades não mudam.

A falácia do apostador é uma falha de nosso pensamento e, mais uma vez, provamos ser criaturas ilógicas.

O problema acontece quando colocamos muito peso nos acontecimentos do passado e confundimos nossa memória com a forma com que o mundo realmente funciona, acreditando que elas terá algum peso nos resultados.

De qualquer forma, achamos impossível aceitar maus resultados e insistimos até termos resultados positivos, independentemente das chances reais.

#5. Nós racionalizamos coisas que não queremos

Quantas vezes você já chegou em casa após comprar alguma coisa e se descobriu insatisfeito com as suas decisões?

Somos muito bons em nos convencer que compras inúteis e impensada são necessárias. Isso é conhecido como racionalização pós-compra ou síndrome de Estocolmo do comprador.

Dissonância cognitiva é o desconforto que temos quando estamos tentando agarrar 2 ideias ou teorias concorrentes.

Por exemplo, se pensarmos em nós mesmos como sendo gentil com estranhos, mas depois vemos alguém caindo e não paramos para ajudar, então temos pontos de vista conflitantes sobre nós mesmos: somos agradáveis com estranhos, mas não somos bom para quem caiu.

Isso gera tanto desconforto que temos que mudar o nosso pensamento para coincidir com as nossas ações. Em outras palavras, começamos a pensar em nós mesmos como alguém que não é bom para os estranhos.

Estar ciente desse erro pode nos ajudar a evitá-lo, prevendo que antes de agir – por exemplo, quando estamos considerando uma compra, que muitas vezes sabemos que teremos que racionalizar mais tarde.

Se podemos reconhecer isso, talvez possamos evitar.

#6. Tomarmos decisões com base na ancoragem

Dan Ariely é um economista comportamental, que falou ao TED sobre a irracionalidade do cérebro humano quando se trata de tomar decisões.

Ele ilustra esse erro em particular no nosso pensamento, com vários exemplos. O efeito de ancoragem essencialmente funciona assim: em vez de tomar uma decisão com base no valor puro para o investimento (tempo, dinheiro e assim por diante), nós tomamos com base no fator comparativo, ou seja, o valor de uma opção em comparação a outra opção.

Este erro é chamado de efeito de ancoragem pois tende a se concentrar em um determinado valor e compará-lo com nossas outras opções, vendo a diferença entre os valores em vez do valor de cada opção em si.

Eliminando as opções inúteis a nos mesmos quando tomamos decisões, podemos escolher com mais sabedoria.

Por outro lado, grande parte do problema vem de não sabermos muito bem nossas preferências.

Apesar de sabermos que nossas habilidades de tomada de decisão são duvidosas muitas vezes, é fascinante como o termo grátis pode nos afetar. Na verdade, grátis é uma das formas mais poderosas que podem afetar nossa tomada de decisão.

#7. Acreditamos em memórias mais do que fatos

Nossas memórias são altamente falíveis. E, no entanto, tendemos a subconscientemente favorecê-las sobre fatos objetivos. A disponibilidade heurística é um bom exemplo disso.

Nós baseamos nossas respostas com base na probabilidade. Nossos problema em recordar fatos faz com que pensamos que eles não ocorreram e nós inconscientemente ignoramos os fatos em nossa frente.

Embora a heurística da disponibilidade seja um processo natural do nosso pensamento, 2 estudantes de Chicago explicaram o quão errado isso pode ser:

A evidência estatística confiável irá superar a heurística da disponibilidade.

Sempre que possível, olhe para os fatos. Examine os dados. Não baseie a sua decisão factual em seu instinto, sem pelo menos, explorar os dados objetivamente pela primeira vez.

#8. Nós prestamos mais atenção nos estereótipos do que no que fazemos

O engraçado sobre esses erros, especialmente os relacionados à memória, é que eles estão arraigados.

A mente humana é tão apegada a estereótipos e tão distraída com descrições vívidas que vai aproveitar-se delas, mesmo quando elas desafiam a lógica, e não os fatos realmente relevantes.

Em 1983, Kahneman e Tversky testaram como o pensamento humano é ilógico, descrevendo a seguinte pessoa imaginária:

Linda tem 31 anos, solteira e muito brilhante. Ela se formou em filosofia. Como estudante, ela estava profundamente preocupada com as questões de discriminação e justiça social e também participou em manifestações antinucleares.

Os pesquisadores pediram que as suas pessoas lessem essa descrição e, em seguida pediram para responder a pergunta: qual alternativa é mais provável:
◾Linda é bancária.
◾Linda é bancária e ativista do movimento feminista.

Aqui é onde a coisa pode ficar complicada de compreender. Se a resposta for a segunda opção, a primeira também será verdadeira. Isso significa que a segunda resposta não pode ser a resposta para a questão da probabilidade.

Infelizmente, poucos de nós percebem isso, porque estamos dominados pela descrição mais detalhada da segunda alternativa.

Além disso, como a citação apontou, os estereótipos estão profundamente enraizados em nossas mentes que nós inconscientemente aplicamos isso a todas as pessoas.

Ser irracional é normal

Claramente, é normal sermos irracionais em alguns momentos e pensarmos ilogicamente. Especialmente quando a linguagem funciona como uma limitação para o modo como pensamos.

Ainda assim, é preciso estarmos cientes das armadilhas que muitas vezes caímos quando tomamos decisões.

Isso pode nos ajudar a, pelo menos reconhecer alguns erros e, até mesmo evita-los.

Você já se deparou com algum erro interessante que cometemos por conta da nossa forma de pensar? Deixe-nos saber sobre eles nos comentários.

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8 Formas de Melhorar a Sua Atitude

Posted by HWBlog em 30/10/2013

Attitude-and-LeadershipComece por melhorar a sua atitude. Se você quiser ser bem-sucedido, a sua tarefa número um deve ser criar e manter uma atitude positiva. Quando tem uma atitude otimista, de esperança e entusiasmo, as oportunidades aumentam e os problemas diminuem.

Se é um líder, uma atitude positiva atrai pessoas e incentiva-as a fazer um trabalho melhor. Um líder com uma atitude negativa, no entanto, obriga os outros a agir com medo.

Mais importante ainda, o que o leva a ser bem-sucedido se está sempre com um péssimo sentimento? Com isso em mente, aqui estão um conjunto de ações para garantir que permanece com uma atitude otimista:

1. Atue sempre com propósito.

Antes de qualquer ação, perceba como ela vai ser os seus objetivos maiores. Se a ligação é fraca ou inexistente, remova essa ação da sua lista de afazeres. Atividades sem significação desperdiçam tempo e energia.

2. Vá além dos seus limites todos os dias.

Fazer continuamente as mesmas coisas ao longo do tempo e todo o tempo é deprimente, mesmo que tenha sido bem-sucedido no passado. O sucesso é como o atletismo, se não esticar todos os dias, irá tornar-se lento e frágil gradualmente.

3. Aja sem esperar resultados.

Mesmo que tome decisões e aja naturalmente com base nos resultados que gostaria de alcançar, esperar por resultados e decepcionar-se por não obtê-los é um grande erro. Faça o seu melhor mas não fique obcecado com o alvo.

4. Use os contratempos para melhorar as suas habilidades.

Ao invés de se sentir mal quando falha ou é rejeitado, olhe para trás e para as suas ações e veja o que pode fazer para melhorar o seu desempenho. Lembre-se: os resultados que recebe são indicações para os resultados que deseja alcançar.

5. Procure aqueles que partilha uma atitude positiva.

É um fato científico que o seu cérebro imita automaticamente os comportamentos das pessoas à sua volta. (Isso acontece por causa de uma coisa denominada por neurónio-espelho). Portanto, você deve cercar-se de pessoas com atitude positiva e evitar aqueles que são excessivamente negativos.

6. Não se leve tão a sério.

Se você quer ser feliz e fazer com que aqueles que o rodeiam se sintam mais confortáveis, cultive a capacidade de rir de si mesmo. Se não o fizer (ou porque não pode) rir de si mesmo, garanto-lhe que as pessoas que trabalham consigo riem-se nas suas costas!

7. Perdoe as limitações dos outros.

Manter os padrões elevados é importante, mas os seres humanos são… humanos. Tornar-se infeliz porque as outras pessoas não conseguem fazer o seu trabalho tão bem quanto você acha que elas conseguem é de loucos. Quando as pessoas não partilham a sua visão ou a mesma paixão, não é razão para entrar em parafuso.

8. Diga “obrigado” com mais frequência.

Alcançar uma “atitude de gratidão” exige mais do que simplesmente estar ciente de que a sua vida é maravilhosa. Você deve agradecer aos outros aquilo que fazem por si, mesmo que essas ações sejam tão simples como um sorriso.

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Se estiver com problemas, compartilhe suas dúvidas antes de tomar uma decisão

Posted by HWBlog em 15/10/2013

se tiver problemasCerto dia, a mulher de um Rabino pegou o coitado chorando aos prantos no canto da sala.

– Rabi, por que chora Rabi? – Perguntou a mulher.

– Ah! Eu tenho que pagar Josué amanhã de manhã, mas não tenho dinheiro para pagar. – Lamentou Rabi – Como eu vou pagar Josué? Como?

A sábia mulher respondeu:

– Rabi, liga para Josué e diga a ele que você não vai pagar. Quando você fizer isso, o problema não será mais seu, e sim dele. Ele é que ficará preocupado com o dinheiro.

O que esta historinha quer dizer? Embora pareça, não é simplesmente sobre “jogar a batata quente” na mão do outro.

Se estiver com problemas, não descida tudo sozinho! Compartilhe com alguém que tenha mais experiência, ou seja, alguém que tenha mais “quilômetros rodados”. Isso pode ajudar a organizar os pensamentos e aliviar o peso do problema. Muitas vezes ele nem é tão grande como aparenta ser, mas podemos ser absorvidos por ele, e isso limita nossa capacidade de ver as coisas com mais clareza. Quem está de fora pode enxergar melhor.

Às vezes, achamos que tudo deve ser perfeito, mas esqueça! A maioria dos empreendedores coloca primeiramente sua ideia em pratica, para ir aprimorando depois, e, com isso, surgem os empecilhos e as dificuldades no dia a dia do negócio. Empreendedor também “trava”, e muitas vezes não sabe o que fazer. Ninguém é perfeito. Por isso, tenha alguém no papel de mestre, conselheiro. Isso ajuda, e muito.

É importante dividir e saber ouvir, essa atitude gera aprendizado. Lembre-se – as coisas estão sempre em movimento, em processo de mudança. Amanhã você vai achar que se não tivesse passado por esse desafio, você não seria quem você é, e muito mais fortalecido.

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Errados por princípio

Posted by HWBlog em 24/11/2012

Errados por princípio

Respeitado pesquisador do comportamento do consumidor, Dan Ariely mostrou como podemos ser irracionais nas decisões

Depois de longo período de internação em hospital, Dan Ariely, um dos economistas comportamentais mais aclamados do mundo, começou a questionar o senso comum, que diz que as pessoas tendem a ser racionais ao tomarem decisões. Algumas conclusões a que chegou após décadas estudando o assunto foram apresentadas na palestra de encerramento das atividades do auditório principal da HSM ExpoManagement 2012.

Um dos pontos defendidos por Ariely é que a intuição pode nos iludir. Ele explorou essa ideia usando o exemplo de sua fase de restabelecimento de um acidente: ele teve 70% de seu corpo queimado devido à explosão de uma bomba. Diariamente, discutia com as enfermeiras que o assistiam: elas diziam que o melhor era arrancar rapidamente as bandagens que cobriam as queimaduras, enquanto ele estava convicto de que o processo deveria ser mais lento para lhe dar tempo para respirar.

A partir desse questionamento, Ariely construiu sua carreira. Hoje, é professor emérito da Duke University. Sua especialidade é o estudo do comportamento irracional, o que está nos best-sellers Previsivelmente irracional e Positivamente irracional.

Além de terem certeza absoluta de que seu comportamento estava certo, as enfermeiras também diziam que o paciente não deveria se intrometer no tratamento. Depois de deixar o hospital, suas pesquisas comprovaram que as enfermeiras estavam erradas de várias maneiras.

Em primeiro lugar, demorar mais para tirar a bandagem pode aumentar um pouco a dor, mas não na mesma proporção de aumentar realmente a intensidade da dor, o que acontecia se o curativo fosse desfeito rapidamente. Da mesma forma, conhecer a progressão da dor é fundamental. A percepção de uma dor que aumenta é pior do que de uma que diminui. “No meu caso, elas sempre faziam do pé para a cabeça, que era a pior progressão”, afirmou.

Segundo Ariely, elas confiavam em sua intuição, mas estavam totalmente erradas. Para comprovar que a intuição pode falhar, o professor apresentou vários exemplos de ilusões de ótica. “Nosso sentido mais desenvolvido é a visão, mas precisamos saber que há que se considerar o ambiente. Tendemos a ver com o cérebro, e vemos o que temos expectativa de que aconteça. Com isso, não vemos o que realmente está acontecendo.”

O fator ambiental e a força do hábito

Outra conclusão a que chegou em suas pesquisas: na maioria das vezes, não importa muito a decisão em si, mas o ambiente em que as pessoas tomam a decisão. “Se tivermos o poder de controlar o ambiente, controlamos a decisão”, afirmou. “Conforme as decisões se tornam mais complicadas, menos ações tomamos. Acabamos deixando os outros tomarem a decisão por nós.”

Se o consumidor é colocado diante de alguma métrica no momento da escolha, a disposição mental também muda. Quando um valor ou montante em dinheiro entra na questão, a pessoa dá mais atenção à pergunta. “Você é o que mede”, salientou.

Como o ser humano é uma criatura de hábitos, suas primeiras escolhas também tendem a ser repetidas. “As pessoas assumem que foram sensatas e lógicas e tendem a repetir suas decisões”, disse.

As conclusões não são muito favoráveis ao ser humano como espécie, mas oferecem bons insights para o comportamento do consumidor. O estudioso afirma que, ao contrário do que garante o senso comum, as pessoas não sabem o que querem.

Para ele, o grande representante do consumidor médio é mesmo Homer Simpson, o personagem de animação que representa um pai de família de classe média que acaba sempre tomando o caminho mais fácil. “Se assumirmos que as pessoas são assim, vai ser mais fácil construir coisas para o mundo”, ponderou o palestrante.

Na conclusão de sua palestra, Ariely propôs ao público reunido no Transamérica Expo Center, em São Paulo, que duvidem sempre da própria intuição, baseando suas decisões em experimentações.

Dan Ariely, professor de psicologia e economia comportamental

Wrong in principle

Respected researcher of consumer behavior, Dan Ariely shows how we can be irrational decisions

After a long period of stay in hospital, Dan Ariely, a behavioral economist most acclaimed in the world, began to question the common sense, which says that people tend to be rational when making decisions. Some conclusions reached after decades studying the subject were presented at the closing lecture of the activities of the main auditorium of the HSM Expomanagement 2012.

One of the points made by Ariely is that intuition can mislead us. He explored this idea using the example of their stage of recovery from an accident: he had 70% of his body burned due to a bomb blast. Daily, argued with the nurses who assisted: they said it was best to quickly pluck the bandages covering the burns while he was convinced that the process should be slower to give you time to breathe.

From this question, Ariely built his career. Today, is professor emeritus at Duke University. His specialty is the study of irrational behavior, which is the bestselling Positively Predictably irrational and unreasonable.

Besides having absolute certainty that his behavior was right, the nurses also said that the patient should not meddle in treatment. After leaving the hospital, his research showed that nurses were wrong in several ways.

First, take longer to take the bandage may increase a little pain, but not in proportion to really increase the intensity of pain, what happens if the bandage was undone quickly. Likewise, knowing the progression of pain is crucial. The perception of pain that increases is worse than that of a decreases. “In my case, they always did the foot to the head, which was the worst progression,” he said.

According to Ariely, they relied on their intuition, but they were totally wrong. To prove that intuition may fail, the teacher presented several examples of optical illusions. “Our sense is more developed vision, but we must know that we have to consider the environment. We tend to do with the brain, and we see what we expect to happen. With this, we do not see what is really happening. ”

The environmental factor and the force of habit

Another conclusion reached in their research: in most cases, does not matter much the decision itself, but the environment in which people make the decision. “If we have the power to control the environment, control the decision,” he said. “As decisions become more complicated, unless we take action. We just let others make the decision for us. ”

If the consumer is placed in front of some metric of choice at the moment, the mindset also changes. When a value or amount of money goes into the question, the person pays more attention to the question. “You are what you measure,” he said.

Because the human being is a creature of habit, your first choices also tend to be repeated. “People assume they were sensible and logical and tend to repeat their decisions,” he said.

The conclusions are not very favorable to humans as a species, but offer good insights into consumer behavior. The scholar said that, contrary to common sense ensures that people do not know what they want.

For him, the great representative of the average consumer is even Homer Simpson, the animated character that represents a family of middle class that has just always taking the easy way out. “If we assume that people are just going to be easier to build things for the world,” mused the speaker.

At the conclusion of his lecture, Ariely offered to the public gathered at the Transamerica Expo Center in Sao Paulo, who always doubt their own intuition, basing their decisions on trials.

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