PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Archive for the ‘Motivação’ Category

Quer ficar mais motivado? Experimente quase ganhar algo

Posted by HWBlog em 22/10/2015

Você já deve ter ficado frustrado quando quase ganhou algo e só não conseguiu por um tris. Por outro lado, deve ter ficado com vontade de tentar de novo. Agora, o que talvez você não saiba é que esse efeito motivacional pode influenciar positivamente em outras tarefas.

Essa descoberta foi feita por Monica Wadhwa e JeeHye Christine Kim do Insead. Os pesquisadores fizeram vários experimentos para chegar à conclusão.

Entre eles, identificaram que os participantes que quase ganharam um jogo se envolveram com mais ênfase em outra tarefa subsequente.
No caso, foram estimulados a organizar cartas, o que ocorreu de 23 a 45 vezes mais rápido, se comparado com as pessoas que ganharam o jogo ou perderam por uma margem muito grande.

Em outro experimento, as pessoas correram mais que as demais para conseguir uma barra de chocolate.

O senso comum mostra que ganhar é obviamente muito mais motivador que perder. Mas, segundo os pesquisadores, quando você não ganha por muito pouco, o efeito motivacional na realização imediata de uma tarefa não relacionada com a primeira e que quase o faz perder ou até ganhar, é mais abrangente e positivo, por incrível que pareça.

Em outro experimento, eles perceberam que os participantes, após uma experiência de quase ganhar, gastaram mais dinheiro para consumir um produto que desejavam.

Porém, os pesquisadores notaram que quando o evento desencadeador era interrompido, ou seja, quando o foco era desviado, o efeito de quase ganhar era atenuado.

Esses resultados sugerem que somos muito influenciados por nossos instintos ou desejo competitivo de ganhar, caso tenhamos uma nova chance imediata e, assim, pensamos menos racionalmente na tomada de decisão de gastar ou não mais dinheiro, por exemplo.

Muitos empreendedores já sabem disso há um bom tempo e, por isso, criam eventos, competições, jogos etc. para atrair clientes sedentos por recompensas.

Em tempos de clientes escassos, talvez caiba usar os resultados desta pesquisa e da criatividade para atrair consumidores para seu empreendimento e, assim, tentar aumentar suas vendas.

Já se você é consumidor, cabe seguir o conselho antigo de respirar fundo, contar até dez e só depois tomar decisões quando percebe que está agindo por impulso. A dica parece simples e é, mas, paradoxalmente nada fácil de seguir de bate pronto.

José Dornelas

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“Fazendo burradas se aprende muito” : veja 5 dicas do brasileiro mais rico

Posted by HWBlog em 20/10/2015

Jorge_Paulo_LemannNum evento para empreendedores promovido pela Endeavor, o empresário Jorge Paulo Lemann contou um pouco sobre sua trajetória profissional e deu dicas a quem tem ou pretende abrir o próprio negócio. “Eu acho que os empreendedores é que salvarão o Brasil. Não desanimem na primeira dificuldade”, diz.

Considerado o homem mais rido do Brasil , Lemann é dono da empresa de investimentos 3G Capital Partners, que possui marcas como Burger King e Heinz. No Brasil, ele é sócio da Ambev, fabricante das cervejas Brahma, Skol, Antarctica, entre outras.

Um dos pontos de sua apresentação foram os erros cometidos ao longo de sua história. “Fazendo burradas se aprende muita coisa. Pais, deixem seus filhos errarem porque isso rende aprendizados valiosos no futuro”, afirma.

Das dificuldades que enfrentou, Lemann extraiu lições que moldam seu estilo gerencial até hoje. Veja abaixo 5 lições do empresário.

1. Saiba perder e aprenda com os erros

Jogador de tênis desde os sete anos, Lemann diz que o esporte lhe ensinou que sem esforço não há resultados e que nem sempre é possível ganhar. “O tênis foi importante para eu me habituar a não ganhar sempre. Quando perdia, eu tentava analisar o que tinha dado errado e como poderia melhorar na próxima vez.”

2. Desenvolva métodos para manter o foco

De tenista e surfista do Arpoador, Lemann foi para a universidade de Harvard aos 17 e teve dificuldades para se adaptar a uma rotina de estudos. Foi ameaçado de expulsão no primeiro ano por soltar fogos no campus e percebeu que teria que se esforçar se quisesse sair de lá com um diploma.

“Tive que desenvolver métodos para focar nos estudos. Reduzia meus cursos às cinco coisas básicas que eu tinha que aprender neles e estudava seis horas por dia, além das aulas. Hoje, nas empresas, temos cinco metas básicas e cada funcionário também tem cinco metas básicas.”

3. Cerque-se de pessoas diferentes e cuide da administração

Formado e de volta ao Brasil, Lemann se juntou a amigos economistas e fundaram uma empresa financeira, que faliu em quatro anos. “Foi um baque colossal, eu tinha 26 anos, me achava o máximo e descobri que não era tão esperto ou inteligente assim. Novamente, as dificuldades me ensinaram muita coisa”, diz.

Segundo o empresário, o negócio não deu certo porque os sócios tinham perfis parecidos, todos queriam vender, mas ninguém cuidava da administração. “Aprendi que em sociedades e quando se contrata gente, não se deve escolher apenas pessoas parecidas com você, precisa diversificar. Depois disso, também passei a dar muita atenção à administração das minhas empresas.”

4. Esteja aberto a mudanças de planos

Seu próximo negócio foi uma corretora de ações, que ele comprou com sócios aos 31 anos. Mas, um mês após a aquisição, a Bolsa de Valores teve uma grande queda e o negócio de corretagem acabou. Eles viraram operadores do Tesouro Direto.

“Pretendíamos uma coisa que não deu certo, mas conseguimos outra oportunidade. Em alguns anos, éramos os maiores naquilo. A dificuldade nos obrigou a isso. O caminho nunca é uma linha reta, por isso é importante aprender com as dificuldades e procurar nelas uma oportunidade”, diz.

5. Contrate gente boa

Depois da corretora frustrada, ele fundou o banco Garantia. Foi nessa época que ele desenvolveu o sistema de atrair profissionais bons e remunerá-los bem.

“Não tínhamos dinheiro nem nome, então tínhamos que competir atraindo as melhores pessoas. Hoje em dia, esse é o ponto forte das nossas empresas. Fazemos os negócios e as compras que estamos fazendo porque temos equipe para mandar às novas empresas e introduzir nossa cultura.”

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Como identificar uma pessoa que desmotiva a equipe

Posted by HWBlog em 07/11/2014

conselhosOs desmotivadores invariavelmente são reclamões e não oferecem sugestões de como resolver as demandas. Têm o perfil de observar a porção vazia do copo e podem ser encontrados em qualquer tipo de empresa.

Apresentam comportamento agressivo quando são contrapostos e até mesmo evitam a convivência em clima amistoso. Preferem conflitos e fofocas como forma de diálogo com seus pares.

O excesso de justificativas faz parte do discurso de pessoas desmotivadoras, pois encontram sempre uma boa desculpa e raramente alguma solução coerente.

Comprometimento é uma palavra que não consta no dicionário dos desmotivadores, pois têm uma postura apática diante de cada proposta ou projeto. Têm atitude pessimista, mas são insistentes em seu ponto de vista e mostram argumentos irreais.

Sua indisciplina contribui para influenciar de forma negativa o ambiente da empresa e os colegas de trabalho, pois geram resultados negativos e assim, fortalecem seus argumentos afirmando que “dará errado mesmo”, e finalizam com a frase ”não falei?”.

Não sabem ouvir e/ou interrompem a fala dos colegas, sempre com colocações desnecessárias e inoportunas, e desrespeitando o ponto de vista da chefia e mesmo dos colegas, na tentativa de descredenciá-los.

São egoístas e de forma individualista, estão preocupados em tirarem vantagem de tudo, ou mesmo em prejudicar a evolução dos outros.

A convivência geralmente é complicada, pois em muitos casos são carentes e precisam de auditório e plateia, pessoas que lhe deem atenção.

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Ciência da motivação

Posted by HWBlog em 06/08/2014

Daniel H. Pink costumava escrever os discursos do ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, antes de resolver largar seu emprego e investir em uma ideia. Dan identificou uma mudança no mundo corporativo: para ele, o ambiente de trabalho deixou de estar centrado apenas em dados e informações e passou a ser motivado por conceitos. Nesse cenário, criatividade e design seriam palavras chave. Ele já escreveu cinco livros sobre o tema e, durante o TED, apresentou sua visão sobre o mundo empresarial.

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Filmes que vão inspirar você na busca pelo sucesso

Posted by HWBlog em 17/07/2014

a importãncia do advogado do diabo“Compramos coisas de que não precisamos com o dinheiro que não temos para impressionar pessoas das quais não gostamos” (Clube da Luta).

Quem nunca se sentiu diferente após uma ida ao cinema? Assim como livros, filmes têm a capacidade de nos tocar de modo tal que até chegam a influenciar decisões de nossas vidas pessoais e profissionais.

Em certos momentos, os filmes funcionam como um forte agente motivacional e podem assim nos impulsionar na direção do sucesso.

O site americano Lifehack selecionou dez filmes que prometem “ajudar você a se dar bem”.

Confira abaixo:

1. Clube da Luta (1999): materialismo e desapego

O primeiro filme escolhido, “Clube da Luta”, de David Fincher, oferece mais de uma lição sobre sucesso. Ele pode ser visto várias vezes e em cada uma delas você conseguirá reconhecer um ensinamento importante. Deles, os dois que mais se destacam são materialismo e desapego emocional. De acordo com o personagem Tyler Durden, O Clube da Luta é sobre se libertar das correntes da vida moderna, que “aprisiona e castra” você, ao estar disposto a gerar e sentir dor e risco de morte. Ao ver o filme, vá com calma. Não vá sair por aí repetindo tudo a que assistir lá (quem já viu, sabe do que estamos falando!). Nesse caso, é fundamental ler as entrelinhas e saber pinçar os ensinamentos dispersos no meio do enredo, certas vezes, caótico.

2. O Homem dos Músculos de Aço (1977): auto-confiança e auto-afirmação

Ao contrário do que parece, “O Homem dos Músculos de Aço” não é destinado para os amantes do fisiculturismo apenas. Ao compartilhar sua mentalidade, atitude e crenças pessoais, Arnold Schwarzenegger faz do documentário uma grande inspiração para aqueles que querem desfrutar o poder que é ter auto-confiança e auto-afirmação.

3. O Segredo (2006): atitude positiva

O Segredo é baseado no filme “The Law Of Attraction” (que, por sua vez, é uma versão do livro de mesmo nome). Ainda que muitas pessoas mantenham um posicionamento cético em relação às leis da atração, o filme traz uma mensagem bastante positiva sobre a vida e mostra que uma mudança de pensamento pode levar a uma vida melhor. Por isso, “O Segredo” é perfeito para aquelas pessoas que estão precisando de inspiração e motivação.

4. A Rede Social (2010): exercício do direito

O nome Marck Zuckerberg lhe é familiar? Provavelmente, sim. “A Rede Social” é um filme que mostra a trajetória do fundador do Facebook e que inspira qualquer pessoa a se sentir merecedora do sucesso. A trama mostra ainda alguns dos inconvenientes que um profissional bem sucedido enfrenta, como traição e armadilhas legais.

5. Sim, Senhor (2008): oportunidade

Qualquer um pode se divertir com essa comédia. Carl Allen, interpretado por Jim Carrey, é um profissional não realizado que vive uma vida mediana. Após participar de um seminário de auto-ajuda, sua vida tem uma interessante reviravolta. Esse filme mostra o poder da palavra “sim” e leva a uma reflexão sobre as oportunidades que você pode ter perdido ao dizer “não”.

6. Sem Limites (2011): colocar as coisas em prática

Nesse longa, Bradley Cooper interpreta um escritor que passa a vida procrastinando até ser apresentado a uma nova droga, quando então começa a ter iniciativa e a progredir. Não. Esse filme não á uma apologia ao mundo das drogas, no entanto ele vai despertar em você a vontade de produzir resultados e, sobretudo, fazê-lo pensar sobre todas as coisas que poderia estar fazendo com sua vida.

7. O Lobo de Wall Street (2013): impulso e prosperidade

Polêmico. Politicamente incorreto. Não é uma aula sobre o que fazer. Mas esse filme tem a capacidade de fazer você reavaliar sua vida atual e suas metas. Baseado na história real de Jordan Belfort, “O Lobo de Wall Street” mostra que há coisas que o dinheiro não compra. Além disso, é impossível assistir a esse enredo sem se sentir instigado pela atuação de Leonardo DiCapprio.

8. As Palavras (2012): mereça seu trabalho

Outro filme no qual Bradley Cooper aparece num papel de um escritor que enfrenta problemas com sua produção literária. “As Palavras” demonstra como pode ser difícil lidar com o sucesso, ao ponto de fazer você desistir ou até a copiar o trabalho de alguém. Esse filme certamente vai inspirá-lo a fazer o melhor que pode com o que tem.

9. À procura da Felicidade (2006): determinação

Outro que é baseado em uma história real. Will Smith interpreta um vendedor que é abandonado pela mulher e chega a morar nas ruas com o filho. Esse filme emocionante irá provar que nunca podemos desistir de nós mesmos e muito menos deixar que as circunstâncias destruam nossos sonhos.

10. Gênio Indomável (1997): competência e capacidade

“Gênio Indomável” é um filme comovente, que contém grandes conversas entre os personagens Will Hunting (Matt Damon) e Sean Maguire (Robin Williams). Esse longa-metragem é para aquelas pessoas que têm algum talento, mas não se acham dignas de sucesso. Ele vai inspirar você a mostrar que é competente.

E você: tem alguma sugestão?

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Viva com motivação e entusiasmo

Posted by HWBlog em 13/03/2014

Liderança 06A verdadeira motivação nasce quando você encontra seu papel diante da vida. Ela nasce dos motivos que te levam a agir!
O sentido de sua vida passa por dois caminhos: sua evolução espiritual e o legado que você deixará com sua passagem pelo mundo – essas deverão ser sempre suas maiores motivações.
Claro que existem “prêmios” que fazem parte do lado prático da vida. Assim, um salário maior pode ser um incentivo (lhe dá motivos materiais); um cargo melhor pode ser um incentivo. Mas por quanto tempo?

Aquilo que nós já conquistamos acaba incorporado a nossa vida e facilmente notamos que não é mais o verdadeiro motivo para seguir adiante. Depois de um determinado nível de conquistas, você só segue adiante porque sua alma pede para você continuar. A motivação somente é verdadeira quando agimos com todo o entusiasmo e dedicação, mesmo quando não há nenhuma recompensa material envolvida.
Trabalhe pelas causas maiores, não pelas recompensas; considere-as apenas consequências.

Entusiasmo é um especial estado de espírito em que a presença Divina se manifesta em você! É a Luz do Criador refletida no espelho da sua alma. Ele é o principal pré-requisito para a verdadeira motivação. Quando a motivação é legítima, os resultados superam as melhores expectativas!

Profissionais motivados realizam as mais profundas contribuições em suas empresas, contagiam as pessoas com seu exemplo de que a vida vale a pena, e que o melhor ainda está por vir.
Trabalhe com entusiasmo, ele é contagiante. Mantenha acesa a chama da motivação, ela é capaz de mover os obstáculos mais difíceis que você encontrar pelo caminho.

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Liderança e Motivação

Posted by HWBlog em 19/04/2013

O vídeo abaixo mostra uma cena do filme “Um domingo qualquer”, onde Al Pacino dá um show em como motivar uma equipe e mostra a essência do espírito empreendedor, a luta de todo o dia para crescer.
Aproveitem a mensagem (e a ótima atuação do Al Pacino)!

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Dicas de Sucesso Empresarial

Posted by HWBlog em 11/09/2012

As empresas buscam motivar os colaboradores e chegam a gastar cifras elevadas em programas que culminam no fracasso.

Onde estas organizações erram? Eu acredito que o erro número “um” é não perguntar o que é que motiva.

Tudo gira em torno de quatro grandes evidências que eu classifico como:

1. Saber Fazer

2. Querer Fazer

3. Fazer Fazer

4. Propósitos

Saber Fazer: É o método como as ações são feitas. Isso requer treinamento, educação para aplicar o que aprendeu e atitude para colocar em prática;

Querer Fazer: É a disciplina que se deve ter para alcançar os objetivos. Vendedor que não vender é igual a um diamante no fundo do mar, não tem valor algum;

Fazer Fazer: Isso significa fazer com que a equipe faça. Ter atitude para fazer, para a ação. Pode até não pegar a mão na massa, mas tem que entender da massa para liderar.

É o como fazer que atende pelo nome de treinamento. Ter ideia que meta só existe para ser batida. Esse é modelo de governança, direção, liderança que tem como princípio as metas e como base o crescimento se tornar realidade. A palavra chave é execução;

Propósitos: Constância, ou seja, os hábitos contínuos de bons propósitos, somados ao foco e a ideia constante de fazer bem feito, entendendo que qualidade e resultados não começam com algo, começam com alguém, ou seja, comigo, com você.

O conhecimento destrói incertezas. Mas para colocar o conhecimento em forma de resultados é preciso atitude, sendo esta a palavra mais importante do dicionário. E quando ela soma com foco que é o determinante de resultados através da execução, o sucesso está garantido.

O concorrente não está dormindo de touca ou dando bobeira na esquina. Ele está ativo e sorrateiro. As oportunidades na vida são assim, entram pela porta da frente e podem nos encontrar desprevenidos por falta de planejamento e atitude ou entram disfarçadas pela porta dos fundos e se não tivermos preparação e a mesma boa atitude, a execução e o sucesso serão do nosso adversário.

Ter propósitos simplifica a vida de quem precisa de resultados. Simplifica a própria vida. Faz com que ela tenha sentido. Dá direção e estímulo e nos deixa preparados.

Largue a camiseta velha e se renove. Pare um pouco e perceba que mudança é a nossa única grande certeza. Vamos trabalhar o erro honesto, aquele em que só faz quem tenta acertar, mesmo errando. Lembre-se, pai bravo cria filho mentiroso.

Sabemos que motivar 100% é quase impossível. Mas com certeza conseguimos motivar 80% das equipes. O grande ganho de causa é que além de termos a maioria motivada, os outros 20% não conseguem trabalhar contra.

Sucesso é igual: “saber fazer”, “querer fazer”, “fazer fazer” e “constância de propósitos“.

Pense nisso.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Attitudes, planning and execution!

Companies seek to motivate employees and spend as much high figures in programs that culminate in failure.

Where these organizations are wrong? I believe the error number “one” is not to ask what it is that motivates.

Everything revolves around four main evidence that I rate it:

1.  Know How

2. Want to Do

3. Make Do

4. Purposes

Know How: It is the method how actions are made. This requires training, education to apply what they learned and attitude to put into practice;

Want to Do: Is the discipline that must have to achieve the goals. Seller is not selling like a diamond in the seabed, is worthless;

Make Do: This means making the team does. Attitude to have, for action. It may not even get your hands dirty, but you have to understand the mass to lead.

It is the HOW DO that goes by the name TRAINING. Having idea that exists only goal to be beat. This is a model of governance, leadership, leadership that has as principle based on the goals and growth become reality. The key word is IMPLEMENTATION;

Purposes: Constancy, in other words, continuous habits of good intentions, coupled with a constant focus and the idea of ​​doing well, understanding that quality results and do not start with something, start with someone, namely me, to you.

Knowledge destroys uncertainties. But to put knowledge in the form of results must ATTITUDE, this being the most important word in the dictionary. And when she adds with a focus that is the determinant of results through the implementation, success is guaranteed.

The competition is not sleeping or giving silly cap of the corner. He is active and sneaky. The opportunities in life are thus enter through the front door and can find us unprepared for lack of planning and attitude disguised or enter through the back door and if we do not have the same good attitude and preparation, execution and success will be our opponent.

Tue purposes simplifies the lives of those who need results. Simplifies life. Makes it makes sense. Gives direction and encouragement and leaves us prepared.

Drop the old shirt and renew. Take a moment and realize that change is our only great certainty. Let’s work the honest mistake, one that only makes whoever tries to hit even missing. Remember, bravo father son creates liar.

We know that motivation is 100% impossible. But surely we can motivate 80% of the teams. The big gain is concerned that in addition to having the most motivated, the other 20% can not work against.

Success equals, “know-how”, “want to do”, “make do” and “constancy of purpose.”

Think about it.

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Motivação num ambiente de mudanças

Posted by HWBlog em 17/05/2012

Nunca houve coisa igual. O mundo está mudando com uma rapidez incrível e com uma intensidade cada vez maior. A mudança sempre existiu na história da humanidade, mas não com o volume e a velocidade com que ocorre hoje. Vários fatores contribuem para que esse fato aconteça: mudanças econômicas, tecnológicas, culturais, políticas, empresarias e comportamentais.

Dentro desse contexto, uma das que mais sofre mudanças é a área comportamental, de certo estimulada por várias outras mudanças como sentimental, empresarial, financeira, pessoal. Todas essas inovações somadas resultam em apenas uma: a mudança comportamental. E um dos pontos que necessita de maior observação e valorização pelas organizações é a motivação ou a automotivação.

Devido às grandes mudanças que estão acontecendo, para as empresas manterem-se em um nível competitivo, elas devem procurar assegurar seu diferencial. E são as pessoas que mantêm o equilíbrio das organizações. São elas que geram e fortalecem a inovação e o que deverá vir a ser. São as pessoas que produzem, inovam, criam, mantêm o contato direto com os clientes, que motivam e se automotivam.

As organizações modernas não são meros locais de trabalho com ambientes arejados, mas se constituem em espaços nos quais ocorrem várias interações e representações humanas. Recentes tendências como Qualidade Total, Globalização, Reestruturação Tecnológica, e outras, impõem uma preocupação com o elemento humano. É o fator diferencial que, por meio do trabalho, faz a engrenagem funcionar e constitui a fonte de referência para a construção social e a auto-estima no homem.

A motivação tornou-se um fator importante e ao mesmo tempo preocupante para as empresas e para os profissionais. Questões do tipo “como fazer para motivar meus funcionários?” ou “como me manter motivado, diante das adversidades que enfrento todos os dias?” são alguns exemplos. Porém, muito pouco do que se fala sobre motivação pode ser considerado objetivo ou até mesmo verdadeiro.

Tudo o que pode ser avaliado também pode ser melhorado. Esse famoso princípio de qualidade vale tanto para pessoas e processos quanto para o ambiente de trabalho. Por essa razão, inovar – afirma a maioria dos pesquisadores da área comportamental – é uma condição à sobrevivência, ao sucesso e à continuidade da vida corporativa, sobretudo, nos mercados onde a competição revela-se mais acirrada. Todavia, para inovar uma empresa necessita reunir e coordenar um amplo conjunto de fatores. Assim, nosso objetivo aqui é identificar até que ponto a automotivação gera o comodismo e conseqüentemente a rejeição na organização. Onde a motivação nos fornece uma fotografia da empresa, segundo a visão dos funcionários, verificamos o motivo que leva o colaborador à sua ação.

A motivação é um termo muito conhecido e pouco utilizado pelas empresas. O termo motivação na integra significa “o motivo que leva à ação”. Além disso, necessidade, ação e satisfação estão fortemente interligadas à motivação. Nada, nada realmente funciona sem envolvimento e motivação. Já a automotivação é a vivência diária onde se envolve a necessidade, a ação e a satisfação. Esperar da empresa reconhecimento do que se faz é realmente lógico, mas vem em segundo lugar. Ter grau máximo de satisfação e orgulho do que se faz, buscar a realização e, acima de tudo, transmitir esse sentimento, essa sensação para toda a sua equipe vai garantir a motivação incondicional.

Esperar sempre de você, na busca da auto-superação em qualquer tarefa, isso sim garante a motivação constante, independente das condições que lhes são oferecidas até mesmo internamente. Para que nossa motivação esteja realmente aguçada, devemos permitir e nos dar a iniciativa de nos automotivarmos. Isso independente da pessoa, da empresa e do nível hierárquico no qual você ocupa dentro de uma organização. A automotivação está extremamente ligada a nós, por isso ninguém pode nos motivar para ação alguma. Podemos ter fontes de inspiração e de exemplos, referências, mas a verdadeira motivação vem quando achamos o que faz sentido para nós, quando descobrimos que aquilo que fazemos realmente nos completa, que realmente fazemos porque gostamos e acreditamos, e não porque temos necessidade ou obrigação.

Muitas pessoas não acreditam que podem ser motivadas ou que podem se automotivar, independente das situações no qual se encontram. Para muitas pessoas, motivação empresarial é reconhecimento, promoção, aumento salarial e, por pensarem dessa forma, acabam acomodando-se e nada fazem além do que lhe é determinado.

O comodismo é um fator que está diretamente ligado à motivação, pois a pessoa que não é motivada acaba gerando, sem conhecimento, o comodismo. As empresas não estão aceitando mais pessoas incapazes de se automotivar. Infelizmente as organizações estão descartando as pessoas incapazes de motivar e de serem motivadas, porque essas não fazem aquilo que gostam, fazem porque necessitam da posição que ocupam dentro da organização. A pessoa que não tem um objetivo profissional, não busca renovar seus conhecimentos, não busca conhecer a empresa na qual trabalha e não tem iniciativa, está fortemente apontada a não fazer mais parte do quadro de empregados da empresa. E tudo isso é decorrente da falta de motivação das pessoas e da própria empresa.

A rejeição também é um outro fator que está extremamente ligado à motivação e ao comodismo. Pessoas que não se motivam, acabam acomodando-se e ao se acomodarem, acabam gerando rejeição a tudo. Rejeitam tarefas e funções, departamentos, informações, qualidade pessoal e tudo isso somado gera rejeição à integração. Num próximo artigo, veremos em detalhes como a rejeição pode contaminar o ambiente corporativo.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

Motivation a changing environment

There has never been anything like it. The world is changing incredibly fast and with an increasing intensity. The change has always existed in human history, but not with the volume and speed with which it occurs today. Several factors contribute to this fact happen: changing economic, technological, cultural, political, business and behavioral.

Within this context, one that suffers most is the area of behavioral changes in some stimulated by several other changes as sentimental, business, financial, personal. All these combined innovations result in one: a behavioral change. And one of the points that needs further observation and recovery organizations is the motivation or the motivation.

Due to the great changes that are happening, for companies to remain in a competitive level, they should endeavor to provide his differential. And are the people who maintain the balance of the organizations. They are the ones that generate and strengthen innovation and what should be. They are the people who produce, innovate, create, maintain direct contact with clients, motivating and self motivation.

Modern organizations are not mere workplace environments airy, but are in places where there are several interactions and human representations. Recent trends such as Total Quality Management, Globalization, Restructuring, Technology, and others, impose a concern with the human element. It is the distinguishing factor that, through hard work and is running and the gear is the source of reference for the social construction and self-esteem in men.

The motivation has become an important factor while worrying for businesses and professionals. Questions like “how to motivate my employees?” or “how to keep me motivated in the face of adversity I face every day?” are examples. However, very little of what we talk about motivation can be considered objective or even true.

All that can be evaluated can also be improved. This famous principle of quality applies to both people and processes and to the desktop. For this reason, innovate – says most behavioral researchers – is a condition for survival, success and continuity of corporate life, especially in markets where competition appears to be more fierce. However, a company needs to innovate to assemble and coordinate a wide range of factors. So our goal here is to identify the extent to which motivation generates complacency and therefore the rejection in the organization. Where the motivation gives us a picture of the company, in the view of employees, we found the reason that the employee to his action.

Motivation is a term well known and little used by companies. The term motivation in full means “the reason that leads to action.” Also, need, action and satisfaction are strongly linked to motivation. Nothing, nothing really works without the involvement and motivation. Have self-motivation is the daily life where it involves the need, action and satisfaction. Expect the company’s recognition of what is done is really logical, but comes in second place. Having maximum degree of satisfaction and pride that is done, seek fulfillment and, above all, convey that feeling, that feeling for your whole team will ensure unconditional motivation.

Always expect from you in the pursuit of self-overcoming any task, but it ensures the constant motivation, regardless of the conditions offered to them even internally. For our motivation is really keen, we must allow and give us the initiative in self motivation. This independent person, the company and the hierarchical level at which you hold within an organization. Self-motivation is extremely close to us, so nobody can motivate us to action at all. We have sources of inspiration and examples, references, but the real motivation comes when we find what makes sense for us, when we discover that what we do we really complete, because we really do like and believe, not because we need or obligation .

Many people do not believe they can be motivated or that may self motivation, regardless of the situations in which they are. For many people, motivation is corporate recognition, promotion, salary increase, and for thinking that way, eventually settling down and do nothing beyond what is given him.

The convenience is a factor that is directly linked to motivation, because the person who is not motivated it generates, without knowledge, self-indulgence. The companies are not accepting more people unable to self motivation. Unfortunately organizations are discarding those unable to motivate and be motivated, because these are not what they like, they need because of their position within the organization. The person who has a career goal, does not seek to renew their knowledge, does not seek to know the company where he works and has no initiative, is strongly indicated not to be more part of the staff of the company. And all this is due to the lack of motivation of the people and the company itself.

The rejection is also another factor that is highly linked to motivation and self-indulgence. People who do not get motivated, just settling in and accommodate themselves, end up generating rejection of everything. Reject tasks and functions, departments, information, quality personnel and all this added generates rejection of integration. In the next article, we will see in detail how rejection can contaminate the corporate environment.

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Veja 10 maneiras erradas de um gestor motivar sua equipe

Posted by HWBlog em 21/03/2012

Veja 10 maneiras erradas de um gestor motivar sua equipe

Gestores esquecem que os profissionais se motivam de formas diferentes, o que pode gerar efeito contrário.

O que toda empresa quer é profissionais motivados, animados e interessados em fazer seu melhor. Para isso, porém, é preciso saber estimular esse comportamento, oferecendo promoções, novos desafios e mais autonomia, por exemplo. O problema é que nem todo gestor sabe que, muitas vezes, ao invés de estar motivando ele pode estar desmotivando seus funcionários.

Pensando nisso, elaboramos uma lista com 10 maneiras erradas de motivar os funcionários. Confira:

1. Os profissionais são únicos – não existe motivação em massa. Uma das maneiras erradas de motivar os profissionais é acreditar que o que motiva um motiva todos. Os líderes que não conhecem cada um dos membros de suas equipes podem cometer esse erro.

Na prática, o gestor acredita que determinado elemento vai motivar um profissional, pois foi o mesmo elemento que já motivou um outro trabalhador. Mas, isso não funciona sempre. A sugestão é conhecer cada um dos membros da equipe, entendendo suas necessidades e interesses.

2. Desafios megalomaníacos – a maioria das pessoas sabe que os profissionais, para se sentirem motivados, querem desafios constantes. Ou seja, uma oportunidade de superar uma meta e de mostrar um bom trabalho. O erro acontece quando o líder, pensando que vai motivar, estipula um desafio absurdo, que dificilmente será atingido. O profissional sabe que não vai conseguir e logo fica desmotivado. Os desafios devem sempre ser propostos, mas precisam ser palpáveis.

3. Sempre em cima – ainda na lógica do item um, o líder pode desmotivar, tentando motivar, se não entender as necessidades e os interesses dos profissionais. Nesse caso, a desmotivação acontece porque o chefe fica em cima demais do funcionário, acreditando que ele quer esse acompanhamento de perto, quando, na realidade, o que ele deseja é mais autonomia e liberdade.

Novamente, os profissionais são diferentes uns dos outros. Se o chefe entende que acompanhar de perto o trabalho de um profissional o motiva, ele não deve acreditar que isso vai motivar todos os demais. Portanto, é importante identificar as necessidades de cada um.

4. Falta de clareza – o líder também pode desmotivar alguns membros da equipe quando está tentado motivar outros. Promover um funcionário, por exemplo, sem dúvida fará com que esse profissional se motive. Porém, se essa promoção não for clara, ou seja, se os demais não entenderem os motivos dela, será um grande fator desmotivacional para os demais membros da equipe.

5. Feedback mal dado – alguns líderes acreditam que fazer uma crítica fará com que o profissional queira mudar, melhorar e virar o jogo. Por isso, ao dar um feedback, criticam alguns pontos do trabalho do profissional – pensando que ele vá querer melhorar. O problema, novamente, é que as pessoas são diferentes, ou seja, alguns são automotiváveis, enquanto outros desanimam totalmente.

A sugestão é fazer um feedback bem estruturado, ou seja, apontar os pontos que deveriam ser melhorados, observando a maneira de falar e ainda ressaltar os pontos positivos do trabalho do profissional.

6. Falta de feedback – na mesma linha do item anterior, o feedback é uma questão bastante delicada. Se o líder prefere não fazer, pensando que o profissional vai achar que a ausência de feedback significa que não há nada de errado com seu trabalho, isso pode ser um grande tiro no pé. Sem uma avaliação do seu trabalho o profissional pode sentir que não é importante, que seu trabalho não faz nenhuma diferença.

7. Promoção sem remuneração – promover uma pessoa de cargo é um ótimo fator motivacional, mostra que seu trabalho foi reconhecido e que ele está pronto para novos desafios. Mas, novamente, nem todos os profissionais são iguais, e se o líder pensar que uma promoção sem aumento de salário é sinônimo de motivação para qualquer profissional, ele pode estar muito enganado. Mesmo que o funcionário se motive num primeiro momento, com o tempo ele vai entender que só tem mais trabalho, pelo mesmo salário.

8. Possibilidades que nunca chegam – Outro fator que pode gerar grande desmotivação, apesar do objetivo não ser esse, é prometer coisas e nunca cumpri-las. Desde sinalizar uma promoção que nunca chega, até coisas menores, como uma visita ao cliente, a participação em um projeto, novos desafios e remuneração maior. Claro que inicialmente o profissional vai se motivar, mas, quando ele entender que nada acontece, a situação pode ficar muito ruim.

9. Delegar sem dar suporte – Se o líder delega funções extras a um membro da equipe, é preciso que ele também dê o suporte necessário. Muitas vezes os profissionais podem sentir que não estão preparados para assumir determinadas tarefas e, se não puderem contar com o suporte do líder, o que deveria ser um fator motivacional, acaba desmotivando.

10. Delegar sem dar autonomia – o líder também deve saber que autonomia é importante para alguns profissionais. Logo, se ele delegar algumas funções, mas continuar centralizador demais, isso pode ofuscar a motivação inicial de ter assumido novas responsabilidades.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

See 10 wrong ways a manager motivate your team
Managers forget that professionals are motivated in different ways, which can generate the opposite effect.
What every company wants professional is motivated, excited and interested in doing your best. This, however, you need to know to encourage this behavior by offering promotions, new challenges and more autonomy, for example. The problem is that not every manager knows that often, instead of being motivating it can be discouraging their employees.
Thinking about it, we prepared a list of 10 wrong ways to motivate employees. Check out:
1. Professionals are unique – there is no motivation in mass. One of the wrong ways to motivate professionals believe that is what motivates one motivates everyone. Leaders who do not know each member of your team can make that mistake.
In practice, the manager believes that a particular element will motivate a professional because it was the same element that have led to another worker. But this does not always work. The suggestion is to know each of the team members, understanding their needs and interests.
2. Challenges megalomaniacs – most people know that professionals in order to feel motivated, they want constant challenges. That is, an opportunity to overcome a target and showing a good job. The error happens when the leader, thinking that will motivate, challenge provides an absurdity which can hardly be reached. The professional knows that will not get it and then gets discouraged. The challenges should always be offered, but must be palpable.
3. Always on top – although the logic of an item, it can discourage the leader, trying to motivate, if not understand the needs and interests of professionals. In this case, the motivation is because the boss is on top of the other officer, believing that he wants to follow this closely, when in reality, what they want is more autonomy and freedom.
Again, practitioners are different from each other. If the boss believes that follow closely the work of a professional motivates him, he should not believe that this will motivate everyone else. Therefore, it is important to identify the needs of each.
4. Lack of clarity – the leader may also discourage some members of the team when you’re trying to motivate others. Promote an employee, for example, without a doubt that this will motivate them to work. However, if such promotion is not clear, ie if the others did not understand her motives, will be a big factor desmotivacional for other team members.
5. Feedback given badly – some leaders believe that to criticize the professional will want to change, improve and change the game. Therefore, when giving feedback, some critical points of the work of professional – think he’ll want to improve. The problem, again, is that people are different, or some are automotiváveis while others completely deterred.
The suggestion is to make a well-structured feedback, ie show the points that should be improved by observing the way they talk and still emphasize the positive work of the professional.
6. Lack of feedback – on the same line as the previous item, feedback is a very delicate issue. If the leader chooses not to, thinking that the professional will find that the lack of feedback means that there is nothing wrong with his work, this can be a big shot in the foot. Without an evaluation of their work may feel that the professional is not important, that their work makes no difference.
7. Promotion without pay – to promote a person’s position is a great motivational factor, shows that his work was recognized and he is ready for new challenges. But again, not all professionals are equal, and if the leader think that promotion without a pay raise is synonymous with motivation for any professional, it can be very wrong. Even if the employee be motivated at first, with time he will understand that only has more work for the same salary.
8. Possibilities that never arrive – Another factor that can generate great motivation, although this is not the goal, is to promise things and never fulfill them. Since signal a promotion that never comes, even minor things like a customer visit, participation in a project, new challenges and higher remuneration. Of course initially the work will be motivated, but when he understands that nothing happens, things can get really bad.
9. Delegate without support – if the leader delegates functions to an extra staff member, he must also give the necessary support. Often professionals may feel they are not prepared to take on certain tasks and if they can not count on the support of the leader, what should be a motivational factor, just discouraging.
10. Delegate without giving autonomy – the leader should also know that autonomy is important for some professionals. So if he delegate some functions, but still too centralized, it can overshadow the real reason to have assumed new responsibilities

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