PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Como grandes líderes inspiram ação

Posted by HWBlog em 30/01/2014

Simon Sinek tem um modelo simples mas poderoso para uma liderança inspiradora todas começando com um círculo dourado e a questão “Por quê?” Seus exemplos incluem a Apple, Martin Luther King, e os irmãos Wright …

Obs. Se desejar a tradução para o Português, favor clicar no segundo ícone (da esquerda para a direita) na parte inferior da imagem.

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Construindo Metas

Posted by HWBlog em 28/01/2014

ExecutivoPara quem está estabelecendo as metas profissionais neste início do ano, autoconhecimento, simplicidade e determinação são fundamentais para concretizá-las.

Um aspecto positivo pode contribuir para a realização dos objetivos: o atual cenário econômico brasileiro. Nós estamos vivendo um momento de otimismo, de pleno emprego e visibilidade internacional. Portanto, ter objetivo, foco e determinação são fatores diferenciais para se dar bem neste ambiente competitivo e globalizado. Por outro lado, também temos que ser mais produtivos. Se somos um país emergente, a cobrança será maior e exigirá mais de você.

Considerando todos estes aspectos, confira as dicas para construção das metas de 2014:

Desenvolva o autoconhecimento. Quanto mais você conhece suas limitações e fortalezas, melhor construirá suas metas, de forma estruturada e assertiva. Conhecendo-se, você consegue planejar de maneira factível mas também desafiante.

Faça um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI). A partir dele, você consegue avaliar suas competências básicas e seus pontos de melhoria, para investir mais neles.

Terr simplicidade é fundamental. Se os seus planos forem mirabolantes ou muito complexos, perde-se o foco.

Pense na rapidez da execução. Se a meta virar uma muralha da China, algo que não tem um fim, a curva de motivação cairá.

Defina pontos de controle. São pontos para checar se você está cumprindo os seus objetivos e saber se galgou um degrau.

Tenha determinação para chegar até o fim. A grande maioria das metas não é cumprida por falta de determinação. Mantenha-se firme no objetivo de concretizá-las.

Motive-se. A automotivação está muito ligada ao próprio perfil comportamental. Se você tem dificuldade de desenvolver este comportamento, talvez seja melhor investir em projetos confortáveis do que em algo que será extremamente doloroso.

Avalie o quanto as suas metas vão exigir da sua vida e de recursos complementares. Você não precisa ser o super homem ou a mulher maravilha. Encontre formas de compensar eventuais gaps de maneira confortável. Vale pedir amparo.

Saiba ouvir. Muitas vezes, nossa autopercepção não é coerente com a percepção do outro. Ouça seus pares, sua equipe e seus superiores. Desta forma, você consegue saber como é visto e, se necessário, mudar atitudes.

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O profissional “dos sonhos” das empresas

Posted by HWBlog em 27/01/2014

carreira 3Nos últimos cinco anos, 3 milhões de profissionais registraram seus currículos no site de recrutamento Vagas.com, com sede em São Paulo.

Enquanto cadastravam suas informações, cada candidato fez o teste DISC, um teste de comportamento consagrado, utilizada por empresas do mundo todo para avaliar perfis psicológicos de funcionários e candidatos a um emprego.

A partir dessa vasta base, a consultoria carioca Etalent extraiu o perfil médio do profissional brasileiro em quatro estágios da carreira: analista, gerente, diretor e presidente. A maior surpresa revelada pelo teste é que o trabalhador nacional tem dificuldade de manter relacionamentos.

Os resultados também confirmam a presença de características pouco favoráveis no DNA profissional do brasileiro: desorganizado, centralizador, desconfiado e avesso a conflitos. “A maioria das pessoas é pouco produtiva e o que fazem é de baixa qualidade”, diz Jorge Matos, presidente da Etalent e responsável pelo levantamento. “Só quem trabalha bem gera bons resultados e consequentemente interessam as organizações.”

O olhar das empresas

Em uma segunda enquete, VOCÊ S/A perguntou a diretores de recursos humanos de 61 grandes empresas que atuam no Brasil, quais entre as características usadas no teste DISC eles mais valorizam. Os resultados mostram qual é o perfil desejado pelas organizações. O padrão de exigência, como não poderia deixar de ser, é alto. Mas esse não é o maior problema.

O complicado é que as empresas agem de forma contraditória, cobrando de uma mesma pessoa, por exemplo, espírito independente e ao mesmo tempo consideração para levar em conta a opinião de outras pessoas. “Isso é humanamente impossível”, diz Jorge Matos. “As empresas brasileiras precisam parar de buscar profissionais super-heróis.”

Uma comparação entre o perfil do trabalhador brasileiro e o candidato idealizado pelas empresas evidencia o descompasso do mercado: as pessoas são de um jeito e as empresas procuram características que não são encontradas no profissional médio. Por isso, quem tem essas características torna-se valorizado.

Dificuldade em ser objetivo

Uma característica marcante em todos os perfis é a dificuldade de ser objetivo. “O brasileiro não gosta de confrontar ou competir, ele busca sempre uma situação em que ambos os lados ganhem”, diz Alfredo Behrens, professor de liderança global da Fundação Instituto de Administração (FIA), de São Paulo. “Isso é herança da cultura portuguesa, muito mais propensa à negociação que à disputa.”

Esse traço tem como lado positivo a flexibilidade e a disposição para encontrar uma solução de consenso, duas características importantes no trabalho. No entanto, torna-se um problema diante de situações que exigem uma resposta exata e que provocará descontentamento de alguma parte. “Não queremos ficar mal na foto com ninguém”, afirma José Augusto Figueiredo, vice-presidente da consultoria LHH/DBM, do Rio de Janeiro. “Como dizemos sim para tudo, não conseguimos cumprir o que prometemos.”

Problemas de relacionamento

O profissional brasileiro também tem problemas de relacionamento. Os gráficos mostram que o quesito consideração, que avalia a habilidade de se colocar-se no lugar do outro, é rara em todos os níveis. Segundo Behrens, da FIA, a valorização da hierarquia é um traço forte na sociedade brasileira e, no trabalho, essa característica prejudica o relacionamento entre chefes e subordinados. Ao tornar-se líder, o brasileiro passa a evitar contatos com sua equipe, como forma de se diferenciar.

No trabalho, a figura do “homem cordial”, imagem do brasileiro descrita pelo sociólogo Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982) em seu livro Raízes do Brasil (1936) só se aplica parcialmente. Somos justos, afáveis e doces apenas com os iguais. “Em uma sociedade onde, por natureza, falta amor ao desigual, se identificar com alguém abaixo hierarquicamente, não conta vantagem”, afirma Behrens.

Fortalecer os pontos certos

Direcionar o desenvolvimento individual para o fortalecimento de pontos onde o mercado está mais carente é uma maneira de atender a demanda das empresas e assim conquistar destaque e obter uma colocação melhor. “Se você tiver uma boa capacidade de aprendizado, criatividade e souber trabalhar em equipe, terá uma ascensão muito mais rápida”, diz Marcelo Santos, da consultoria Doers, de São Paulo. Mas com uma ressalva: é preciso encontrar, entre essas características, aquelas que naturalmente fazem parte de seu perfil pessoal. “Cada profissional tem atributos únicos e isso precisa ficar evidente”, diz Jorge Matos, da Etalent.

Desenvolver características novas não é um processo fácil. Exige dedicação e sensibilidade para perceber como você é e como são as pessoas a seu redor. Fazer testes de perfil psicológico ajudam o profissional a descobrir um pouco mais sobre si, mas não são suficientes.

Conversar com colegas de trabalho sobre o próprio desempenho e procurar orientação com mentores e coaches são outras formas de aprendizado importantes. “A formação pesa, é claro, mas as características pessoais é que desempatam na hora de promover ou contratar alguém”, diz Fátima Zorzato, sócia da empresa de recrutamento Russell Reynolds, de São Paulo.

Conta muito também, exercitar a capacidade de transferir o que você aprende na sua vida pessoal para a vida profissional, e vice-e-versa.

Lembre-se que as pessoas são contratadas pela capacidade técnica e demitidas pelas comportamentais.

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Estratégia

Posted by HWBlog em 24/01/2014

capital erótico“Ou você tem uma estratégia ou é parte da estratégia de alguém”

por Alvin Tofler, escritor

Comentário: Novamente, é preciso tomar as rédeas ou os volantes da sua carreira. Ou você toma um lado e assume riscos, ou ficará sempre no lado do carona. Pior: muitas vezes, indo para locais que você não queria de antemão.

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A arte da guerra de Miyamoto Musashi

Posted by HWBlog em 24/01/2014

musahiO japonês Miyamoto Musashi é considerado o maior samurai de todos os tempos. Ele nasceu em 1584 e criou um modelo de estratégia utilizado até hoje

“Quando você atinge o caminho da estratégia, não haverá uma única coisa que não possa compreender – e verá o caminho em tudo”

Você provavelmente já ouviu falar no general chinês Sun Tzu. Há aproximadamente 2.500 anos, ele foi um profundo conhecedor de manobras militares, acumulou inúmeras vitórias, derrotou exércitos inimigos e escreveu a “A Arte da Guerra”, inspiração para líderes e estrategistas corporativos antigos e atuais do mundo inteiro.

Mas a história e o modelo oriental revelam muito mais ensinamentos que Sun Tzu e seus admiradores poderiam prever. Foi assim que um sujeito não tão conhecido no ocidente quanto o general chinês – mas com uma notável persistência e sabedoria – transformou-se no maior samurai de todos os tempos.

Miyamoto Musashi não conheceu a derrota. Venceu mais de 60 batalhas e construiu uma filosofia que chamou de Gorin No Sho (“O livro dos Cinco Anéis”), considerada a suma estratégia para a vitória em qualquer campo e contra qualquer inimigo. Embora voltadas à mortal arte da esgrima, as suas técnicas aplicam-se ao não menos letal mundo competitivo dos mercados.

O que, por exemplo, é exigido hoje como essencial para um profissional competente – como buscar ser multidisciplinar e ampliar seu leque de conhecimento em várias áreas – já era pregado pelo samurai no século 16. Entre as suas filosofias, Musashi afirmava a necessidade de trilhar e conhecer diversas profissões para ampliar as habilidades. E é claro que ele seguiu isso: dedicou-se às artes, como pintura, caligrafia, escultura e manuscrito de livros.

Musashi ressaltava, ainda, a importância de possuir as ferramentas certas para a realização de um trabalho, acumular técnicas e executar ações com planejamento e tática. Para o samurai, assim como um carpinteiro torna-se melhor com seus instrumentos e é capaz de criar novas coisas à medida que se torna experiente, também um guerreiro pode se tornar um estrategista, capaz de adaptar seu estilo à tática necessária para a batalha. Para Musashi, a partir do domínio de sua arma (ou ofício) o homem alcança o controle de si e, em consequência, a vitória nas diversas situações de vida.

Musashi tornou-se uma lenda já em sua época. Seu nome está gravado no imaginário japonês como sinônimo de bravura com sabedoria e humildade. As histórias de suas proezas estão registradas em diversos textos, diários, monumentos e, na atualidade, seus ensinamentos continuam por meio de filmes, séries de TV, mangás, livros de negócios e videogames. Miyamoto Musashi foi um guerreiro consagrado pela arte milenar da estratégia e imortalizado nos fundamentos culturais intrínsecos de seu povo.

Princípios de Musashi
•Evitar todo e qualquer pensamento perverso;
•Conhecer muitas artes – não só a arte militar;
•Compreender os mandamentos das diversas profissões;
•Discernir as vantagens e as desvantagens que existem em todas as coisas;
•Conhecer, pela percepção instintiva, coisas que não podem ser vistas;
•Prestar atenção aos menores detalhes;
•Desenvolver a capacidade de discernir a verdade em todas as coisas.

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Princípios a serem seguidos em época de mudanças

Posted by HWBlog em 23/01/2014

metas-ano-novoNão é ridículo imaginar que seria possível transformar uma cultura sem que os indivíduos que a compõem se transformassem primeiro?

Seguindo o princípio de que para influenciar as massas é preciso primeiro atingir cada um, o americano Stephen Covey criou dez chaves para a transformação das pessoas em qualquer organização, e em qualquer lugar e a qualquer tempo. São eles:

1. Conscientização: as pessoas precisam entender com total clareza o que está sendo feito e porque está sendo feito. Muitos gestores usam a força do poder para obrigar seus funcionários adotarem mudanças, o que é considerado um grande erro.

2. Envolvimento: se as pessoas não forem envolvidas no processo de mudança, elas podem não ver sentido em alinhar os seus objetivos pessoais com os objetivos da organização. O gestor deve colocar seus colaboradores em um estágio participativo REAL, pois as pessoas tendem a se comprometer naquilo que elas participam.

3. Segurança Interior: devemos transmitir informações que diminuam qualquer ansiedade e medo das pessoas, somente assim elas poderão se tornar agentes ativos no processo de mudança. O gestor deve criar um sentimento de segurança baseado nas competências de seus colaboradores, dessa forma, os indivíduos saberão que o que irá mantê-los será a sua capacidade produtiva e não puxa-saquismo.

4. Legitimação: é tornar as mudanças propostas em algo válido para os colaboradores. Toda mudança tem um custo, e muitas pessoas não querem pagá-lo. O gestor deve deixar claro para seus colaboradores quais são os benefícios de tal sacrifício. As pessoas necessitam enxergar o quanto esse desenvolvimento, oriundo da mudança, poderá contribuir para o seu crescimento na organização. Caso isso não aconteça, o gestor poderá perder sua credibilidade.

5. Responsabilidade pelos resultados: a empresa deve ser facilitadora do individuo desenvolver sua competência. O colaborador tem que estar consciente de que faz parte dos resultados de toda a organização. Não é cada um por si. Algumas pessoas de cargos mais baixos poderão achar que o seu cargo não faz diferença no todo, e, portanto, é papel do gestor desmentir esse mito.

6. Enterre o velho: abandonar tudo aquilo que lhe dá segurança não é algo simples, porém, muitas vezes se torna uma necessidade. Enterrar o velho significa trocar velhos hábitos organizacionais por novos hábitos. E essa mudança começa com o gestor, ele tem que dar o exemplo.

7. Abrace o novo caminho com espírito de aventura: mesmo em um processo de mudança, o gestor não deve mudar o DNA da empresa, ou seja, seus princípios e valores que a fizeram se sustentar durante tantos anos. Essas bases de sustentação devem ser aprimoradas e servir de referência para as demais mudanças e transformações, pois sem elas a organização poderá perder sua identidade que tanto lhe gerou reconhecimento na sociedade.

8. Espírito aberto: o gestor sempre deve estar apto a aprender. Deve também fazer as pessoas terem o desejo de aprender, sempre. A melhoria contínua se torna uma necessidade de sobrevivência em meio a globalização.

9. Sinergia: é a soma das DIFERENTES capacidades e habilidades em favor de um objetivo em comum. O gestor deverá saber usar como esses diferentes potenciais a favor da empresa.

10. Propósito transcendental: os interesses das pessoas, e isso inclui os do dono da organização, não podem estar acima dos interesses da empresa. Empresários que trocam de carro antes de trocar suas obsoletas máquinas correm o sério risco de ver suas empresas quebrarem.

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Hábitos das pessoas resilientes

Posted by HWBlog em 22/01/2014

Liderança 06No dia primeiro de abril de 2011 (ironicamente), Gwen Moran recebeu uma notícia inesperada: foi diagnosticada com câncer de mama. Como escritora freelance (carreira que ama) e uma família que dependia de sua renda, ela conta que passou aquele ano tentando equilibrar cirurgias, quimioterapia e radioterapia, com trabalhos, entrevistas e agendas de futebol dos filhos. A maioria de seus amigos e colegas pareciam surpresos com seu otimismo e a forma como se manteve ativa.

“O que mais eu poderia fazer?”, ela se pergunta. Ficar na cama não era uma opção adequada para a sua personalidade ou conta do banco. Para que se lamentar e escolher olhar o lado escuro das coisas? Gwen contribuiu em dois livros, dezenas de artigos e ainda terminou o ano com a notícia de sua saúde restaurada.

Desde então, ela afirma ser curiosa com relação às pessoas que perseveram durante momentos de provação, enquanto outros se desesperam ao menor sinal de crise. O que há em comum entre as pessoas resilientes, que continuam e se mantêm sóbrias diante das dificuldades? Gwen descobriu que existem semelhanças e que tais qualidades e características podem ser desenvolvidas. Aqui estão elas; veja como aproveitá-las, buscando construir resiliência em sua vida.

1. Cultivar relacionamentos

Pessoas que conseguem se recuperar de crises tendem a ter um sistema de apoio ao seu redor, segundo Michael Ungar, Ph.D. e co-diretor do Centro de Pesquisa em Resiliência da universidade Dallhousie, no Canadá. Quer esse sistema seja familiar, ou constituído por amigos, colegas ou mentores, possuir pessoas em que se pode buscar apoio é uma força em momentos de dificuldade e frequentemente faz a diferença. Essas pessoas dispostas a ajudar, e que realmente se importam, podem oferecer suporte emocional, profissional e orientação em geral, quando se está “perdido”.

2. Mudar de perspectiva com relação a dores passadas

Em 1976, Lorenn Walker foi atacada e quase morta por um desconhecido. Ela foi gravemente ferida e o estado de seu rosto exigiu cirurgia. Por meses ela se fechou em ressentimentos, até que, através de terapia, resolveu ver a situação de forma diferente. Hoje a advogada vê aquele momento como crucial para a sua carreira no que ela chama de “justiça ressarcitória”, que consiste em aconselhar prisioneiros e vítimas de violência, de forma a que eles alcancem paz com o passado e encontrem significado em suas vidas. O poder de ver a vida como você vê está em você mesmo, segundo Lorenn.

3. Aceitar as falhas

Paul LeBuffe ensina sobre resiliência como parte de suas funções como diretor do Centro para Crianças Resilientes de Devereux, na Pensilvânia. A instituição trabalha com educadores e profissionais da saúde mental para cultivar estas características nas crianças e jovens auxiliados. Sobre falhar, ele diz: “Se você não se dá a oportunidade de falhar às vezes e aceitar que isto faz parte da vida, você terá dificuldades em se recuperar de crises”. Sair com sucesso das falhas desenvolve a habilidade de permanecer otimista e saber que se as coisas não estiverem bem agora, eventualmente elas se encaixarão.

4. Possuir “várias identidades”

Se sua autoestima depende de um emprego e você é demitido, isto significa a perda de uma fonte de renda e também de grande parte de sua identidade, diz Ungar. Pessoas resilientes frequentemente cultivam senso de autoestima em várias áreas de sua vida, não deixando que este sentimento venham somente de uma delas. Praticar várias atividades ou construir vários relacionamentos em que há uma conexão e uma recompensa é uma estratégia para não perder de vista a sua identidade e senso de valor, que são fundamentais para lutar em meio a crises.

5. Praticar o perdão

Quer seja perdoar a si próprio por uma falha ou a alguém por uma injustiça ou atitude que lhe machucou, conseguir se libertar do passado e suas mágoas é fundamental para seguir em frente, segundo Walker. “Quando você se percebe ruminando coisas negativas e dores antigas você tem que parar e relembrar a si mesmo de que há sempre motivos para gratidão”, diz a advogada. Segundo ela, o perdão é uma habilidade, que deve ser praticada e aperfeiçoada a cada dia.

6. Manter um senso de propósito

LeBuffe diz que os resilientes têm um senso de propósito que os ajuda a analisar suas situações, pensando nos próximos passos. Isto vem de um sistema de valores próprio de cada indivíduo. Quando você sabe o que é importante, quer seja família, fé, dinheiro, carreira ou qualquer outra coisa, você consegue estabelecer o que é prioridade, dedicando atenção ao que vai lhe fazer voltar ao caminho certo, o qual lhe levará aonde você que ir. Isto vale para empresas também! Quando todos conhecem o objetivo final, fica mais fácil dar contribuições significativas. Assim, é preciso saber o que é importante pra você para poder agir.

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Passos de Aprendizagem ao Empreendedor Manager

Posted by HWBlog em 21/01/2014

6 dicas para influenciar pessoasHá empresários que possuem conhecimentos técnicos formidáveis, chave para desenvolver um novo produto ou serviço, mas uma grande ingenuidade em habilidades de gestão. Eles correm em dificuldades quando os seus negócios atinge a um faturamento alto, ou a sua contagem de funcionários ultrapassa uma certa quantidade. É aqui que os empresários devem mudar sua forma de pensar a partir de táticas e operacionais, estratégicas e gerenciais.

Estou convencido de que a gestão é uma habilidade aprendida. Ela pode vir da experiência ou da formação de uma empresa antes, e ele pode até ser auto-didata a partir da Internet por parte dos empresários inteligentes, assim como eles aprenderam a habilidade de criar uma empresa, a negociação de um contrato, ou a apresentação de uma patente.

Há também muitos livros sobre o assunto, incluindo um novo a partir do mestre em gestão, Brian Tracy, “Total empenho! inspirar, motivar e trazer o melhor em seu povo” . Nela, ele descreve uma longa lista de princípios-chave de gestão para o sucesso. Eu extraí aqui algumas mais importantes para iniciantes a entrar na fase de crescimento:

1.Clareza de comunicação é essencial.
Gerência é obter resultados através de outros ,” não” fazê-lo sozinho com a ajuda dos outros. Isso significa que sua principal responsabilidade é comunicar claramente sobre o que você precisa fazer, e quem tem a responsabilidade de fazê-lo. Sua equipe de crescimento não sabe automaticamente o que você está pensando.

2.Planejamento tem prioridade sobre o fazer.
Planejamento é uma das principais áreas de aprendizagem, na passagem de um empresário a um empresário. Sua habilidade para planejar, pensar no que precisa ser feito, antecipadamente, no papel, é uma habilidade fundamental que determina em grande parte seu futuro. Seu trabalho se desloca para determinar o que deve ser feito, em vez de como ele está a ser feito.

3.Organize seu trabalho antes de começar.
A maioria dos iniciantes começa em primeiro lugar, e pensar sobre a organização posterior. Organização significa reunir os recursos necessários, e montar as pessoas certas, em seguida, atribuir o trabalho a pessoas específicas a serem realizadas em momentos específicos com padrões específicos de desempenho.

4.Delegar com eficácia e frequência.
Delegação não funciona quando você está criando o seu arranque. “Não delegar” não funciona quando você está crescendo mais tarde. Lembre-se que a delegação não é abdicação. É ainda da sua empresa, então você tem de acompanhar, passo para recuperação de desastres, e manter a interação entre as tarefas e as organizações de trabalho.

5.Funcionários corretamente em todos os níveis.
Este não é o mesmo que encontrar um parceiro com competências complementares para iniciar seu negócio. Isso significa não apenas contratar, mas o treinamento e medir o desempenho. Isso significa que os membros da equipe de tutoria menos experientes e, rapidamente, substituindo os funcionários incompetentes. Estas são todas as habilidades que você pode aprender.

6.Concentre-se em alta produtividade.
Para o crescimento e sucesso, você precisa sempre buscar maneiras de aumentar a produção, reduzindo os custos. Isso é um grande passo de um produto para um cliente. Os três “R” para alcançar maior produtividade são reorganização, reengenharia, reestruturação e. Nenhum empreendedor nasce com essas habilidades.

7.Definir o padrão com ações visíveis.
Você só pode liderar pelo exemplo, e fixar igualmente altos padrões para as pessoas ao seu redor. É aprender e ganhar credibilidade, comprometendo a excelência, e pedindo que os clientes e membros da equipe para o feedback e ideias.

8.Concentre-se nas tarefas importantes.
Todos os gestores de sucesso nunca se esqueça de se concentrar em sua tarefa mais importante e ficar com ela até que seja feito. Como uma inicialização cresce, é fácil tentar fazer muitas coisas ao mesmo tempo também, ao não fazer nada muito bem.

9.Identificar as restrições e as suas fontes.
Entre você e qualquer meta é uma restrição da definição da velocidade em que você atingir esse objetivo. Os melhores administradores são os mais criativos em superar obstáculos. Restrições de seguir a regra 80/20 – oitenta por cento são do interior, e 20 por cento são de fora. Você precisa dizer a diferença.

10.Concentre-se na melhoria contínua.
Nenhuma empresa que é estático pode crescer ou sobreviver. A melhoria contínua exige um planejamento estratégico para definir novos objectivos e trabalhar em direção a eles. Toda empresa precisa de crescimento para inovar continuamente, talvez gastar 20 por cento de seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento.

Alguns empresários, vendo tudo isso, vai decidir que não têm interesse em ser um gerente. Eles devem se retirar voluntariamente cedo, para iniciar outro negócio. Outros terão empurrado para fora, com alguma dor, por parte dos investidores, que vêem a necessidade de uma nova equipa para liderar a fase de crescimento. Ainda mais dolorosamente, tantos outros não se preocupam em mudar seu estilo, resultando em cada um ser infeliz, e uma empresa que estagna, ou até mesmo falhar.

Coisas que grandes empreendedores têm em comum com os grandes administradores são de que ambos são orientadas para resultados e orientada para a ação. Eles têm um senso de urgência, e mover-se rapidamente. Assim, deve ser fácil de aplicar esses atributos para o aprendizado necessário para o próximo estágio de sua empresa. Basta começar agora e fazer isso!

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5 dicas para se tornar um empreendedor de sucesso

Posted by HWBlog em 18/01/2014

se tiver problemasUma pesquisa da Endeavor, realizada com empreendedores do mundo todo, identificou quais são as características comuns entre os empreendedores de sucesso. O trabalho mapeou, ainda, quais foram as iniciativas que os levaram a se destacar em seus setores de atuação e receberem o título de “profissionais de alto impacto”.

Todo esse conteúdo, além de revelar as histórias de sucesso, serviu de base para a elaboração do e-book “5 conselhos para se tornar um empreendedor de alto impacto”. Com apelo didático, o trabalho é organizado pela própria Endeavor e pretende levar dicas valiosas a todos os empreendedores, iniciantes ou não, que queiram melhorar seus negócios.

Felipe Fabris, coordenador de Mídias da Endeavor, e um dos responsáveis pelo e-book, explica melhor as dicas:

1 – Comece com o que você tem

O primeiro ponto evidencia a necessidade de olhar para os recursos e conhecimentos já adquiridos, ao invés de buscar ideias muito inovadoras ou tentar áreas distantes. “Os empreendedores devem se basear em assuntos com os quais tenham certa experiência ou familiaridade. Assim, é fácil identificar problemas e soluções. O exemplo utilizado no livro é da Zica, do Instituto Beleza Natural, que já se deparava com a questão do cabelo crespo no Brasil”, afirma Fabris.

2 – Comece pequeno, mas sonhe grande

Exemplos bem sucedidos de startups, o Google e oFacebook começaram com recursos locais, falando para públicos pequenos.Fabris explica: “A melhor maneira de descobrir o que está dando certo é por meio do feedback dos seus consumidores. Essa é a ferramenta para expandir com segurança. É fundamental começar respeitando suas limitações, mas sempre mirando algo maior”.

3 – Não se prenda ao plano de negócio

Muito se fala na importância de pensar pontos vitais para seu negócio antes mesmo de começá-lo. Planejar e discutir são regras básicas. Por outro lado, o ponto reforça que 71% dos empreendedores entrevistados não executaram o plano de negócios. “Muitas vezes é necessário revisar, rasgar e escrever de novo. O plano de negócios é uma previsão, não uma certeza”, diz Fabris.

4 – Procure investimentos e ganhe conselhos

Depois de uma boa ideia amadurecida, é preciso encontrar alguém que acredite e invista no projeto. A questão é que nem sempre o dinheiro deve ser a motivação para uma parceria. “Muitos negócios não têm a real necessidade do dinheiro. Quem está começando, normalmente, não enxerga que o investidor é um cara experiente e vai poder ajudar a chegar mais longe. Ele pode ser valioso do ponto de vista de conhecimento do mercado”, conta.

5 – A experiência te leva mais longe

Jovens empreendedores tendem a acreditar que a pouca experiência é uma barreira para o sucesso. O livro traz o exemplo de Michael Dell, dono de uma das maiores empresas de computadores do mundo, e aconselha que todos se arrisquem. “Tem que aprender errando, aprender fazendo”, afirma o empreendedor.

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Um líder superante precisa “aprender a aprender

Posted by HWBlog em 17/01/2014

StandOutA superação na carreira virou um plano muito mais complexo do que era no passado. Um cirurgião hoje, aos 60 anos de idade, ao contrário de pensar em se aposentar precisa estudar o que a Nanomedicina está fazendo em seu campo de especialização. Nas carreiras, nascemos como bons e capazes especialistas e precisamos criar talentos e competências. A superação na carreira exige a vontade da prontidão de sempre querer “aprender a aprender”. A diversidade cultural dos múltiplos conhecimentos vai moldando o moderno profissional. Precisamos colocar o foco das atenções em profissionais admiráveis para incorporar valores, atitudes e padrões competitivos e éticos.

Não tenha uma carreira só. Desenvolva, em paralelo à sua carreira, carreiras de apoio, de suporte. Saiba que as carreiras são compostas de ciclos. Os ciclos têm começo, meio e fim, que estão cada vez mais velozes e começando mais cedo neste século XXI. Um menino já é chamado para um “pré-contrato” como atleta, ou como artista, ainda antes dos 10 anos de idade. Em uma corporação globalizada, somos convocados para postos de liderança ainda sem termos a maturidade ideal da vida. E, se tudo começa mais cedo e mais velozmente, também termina cedo. Não é mais possível imaginar ficar fazendo a mesma coisa até esperar a antiga sonhada (e desesperada) aposentadoria.

Participe de associações, de entidades de classe, esteja junto a sua categoria profissional. Preste serviço nas organizações. Não pare de estudar nunca. Faça de cada viagem de negócios uma descoberta. Registre o que aprendeu. Escreva artigos. Compartilhe suas experiências em palestras, aulas, blogs. Idealmente, seja também um acadêmico. Procure se desenvolver como professor. Comece no próprio lugar em que se encontra. A resposta à pergunta: “O que você vai ser quando crescer?”, não deve ser mais feita. Ela é de um tempo “do lento”, do “lombo de burro”, do cavalo, da carruagem, do bonde. A pergunta agora é: “O que você já é?”. O que somos agora já é o resultado do futuro. Uma criança já é para poder vir a ser.

Use a moderna tecnologia que permite gerenciar o tempo como “ar comprimido” a seu favor. Podemos comprimir o ar de um Maracanã dentro de um pequeno tubo. Precisamos fazer o mesmo com o tempo. O tempo é um gás extraordinariamente mais volátil que o próprio ar, e, portanto, valorizar o instante é sagrado na superação da sua carreira. Diversifique o que você se permite sentir. Se sua área é de Exatas, permita-se experiências em Humanas e vice-versa. A importância que o estudo da eletrônica teve na minha carreira, que se deu na área de Humanas, tem sido fundamental. Eu não era bom em eletrônica, e não seria um grande profissional nessa área, pois não tinha muitas habilidades, mas ter aprendido os conceitos, as regras, as fórmulas, tudo isso serviu para, como executivo de marketing, tratar de planos ao lado de engenheiros, nas organizações e clientes que tenho.

Vejo que os mais criativos, brilhantes e capazes cientistas e geneticistas com os quais trabalhei eram aqueles que haviam se desenvolvido nos campos da filosofia, história, artes. Portanto, Humanas, Biológicas e Exatas não podem viver separadas, isoladas. Nas carreiras, podemos começar como um engenheiro mecânico, por exemplo, mas logo precisaremos saber atuar em equipe, teremos oportunidades como gestores, e isso envolverá toda a administração, já que muitos podem ter oportunidades como diretores comerciais, de marketing e de logística, por exemplo.

Supere-se em sua carreira. Seja melhor do que você é a cada dia. Todos conhecem bem o João Carlos Martins. Sua superação é um caso espetacular. O maior intérprete de Bach do século XX ficou impossibilitado de continuar tocando, por esses obstáculos teimosos do mundo real que decidem encerrar sua carreira, e transformou-se em um maestro já com mais de 60 anos, quando muitos já desistiram, bem mais cedo, do sentido de sua vida.

Mas o belo do querido João não é só isso. O sensacional foi o passo além que ele deu, e nos relembra: ele mantém uma orquestra com crianças de comunidades carentes e oferece para centenas desses pequenos seres a chance da descoberta daquele sopro divino que lhes foi também concedido na origem da Terra do Sempre. O João poderia ser apenas um grande superante, que se transformou em um competentíssimo maestro. Mas tem sido muito mais do que isso, um passo além da superação; esse maestro já tem a alma livre e com a sua liberdade liberta milhares de pessoas.

por José Luiz Tejon Megido

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