PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Archive for the ‘Tecnologia da Informação’ Category

A partipação de TI nos negócios

Posted by HWBlog em 31/10/2014

6 dicas para influenciar pessoasA participação da tecnologia da informação em cada negócio exige um projeto específico e detalhado. É quase um quebra-cabeças, cuja montagem não começa pela tecnologia em si, mas justamente pelo modelo do negócio: ” O desafio de qualquer organização sempre é definir seu principal objetivo, e determinar de que maneira a tecnologia vai ser um catalisador dos seus processos. Não deve ser simplesmente buscar a tecnologia pela tecnologia, sem um propósito.”

Esse quebra-cabeças formado pelos recursos de TI, só pode ser corretamente montado após a empresa não apenas definir seus objetivos com também decidir aonde quer chegar: A pequena ou média empresa pode às vezes cair na cilada de tentar resolver essa questão com se comprasse um remédio que serve para qualquer dor.

É essencial os empresários entenderem que a participação de TI nos negócios é um processo contínuo, exigindo investimentos constantes e não apenas quando os problemas aparecem. O empresário deve entender que a TI é um caminho sem volta, porque garante a competitividade no mercado.

É um equívoco planejar soluções de TI sem levar em conta que a empresa quer ser, confirmar  Núbia Correia, diretora executiva da consultoria EY. “Ao se fazer isso, a probabilidade de  investir em itens defasados ou inadequados é grande”. A empresa pode até tentar montar a solução sozinha, e geralmente há bons gestores para fazer isso, mas eles precisam de muitas informações , comparações, acompanhamento de tendências, para não correrem o risco de desenvolver um plano diretor de informática que ao ficar pronto já estará velho.

Qualquer que seja o tipo ou tamanho da empresa, há questões que é preciso levar em conta, como as de conectividade, mobilidade, virtualização. Antes, os negócios se desenvolviam e aconteciam dentro das empresas ou nos clientes, mas agora eles acontecem em qualquer lugar. Isso acontece, por causa da verdadeira explosão nas vendas de dispositivos móveis, como tablets e smartphones. Ninguém apostava que seríamos tão dependentes de smartphones e tablets, mas como hoje temos muito potencial de telecomunicações disponível, a probabilidade de aumentarmos a utilização disso tudo é grande.

Observa-se que conforme o perfil da empresa o planejamento precisa levar em conta inclusive as questões de espaço. Hoje, o custo de espaço físico é elevado. Será então que todo mundo precisa de uma mesa na empresa? Não será possível que as pessoas trabalhem num outro ambiente, como por exemplo, em suas casas? A virtualização do ambiente do trabalho já é uma realidade e precisa ser levada em conta nesse planejamento.

Eduardo Casagrande, vice-presidente de vendas da Atos para América Latina, lembra que os passos no planejamento dos recursos de TI para pequenas ou média empresas podem ser essencialmente os mesmos do planejamento de uma empresa grande, embora com menor complexidade: Considerando que a pequena ou média empresa tenha uma estrutura enxuta, o planejamento para o orçamento e para os recursos de TI deve começar com a diretoria, definindo a automação necessária para prover à empresa o diferencial de mercado desejado, o controle da receita e despesa e a eficiência operacional.

Assim, a maioria dos empresários, deve buscar a automação considerando aspectos como vantagem competitiva, escalabilidade e atendimento às obrigações do dia a dia, incluindo as de natureza fiscal. Um bom plano estratégico alinhado aos objetivos do negócio deve permitir uma boa visão dos próximos cinco anos. Esse plano facilita muito a tomada de decisão do gestor de TI na seleção de fornecedores, por exemplo.

É importante ressaltar que esse gestor deve selecionar fornecedores que conheçam o mercado, tecnologia aplicada ao negócio e, principalmente, que ela seja adequada ao tamanho e complexidade desse mercado. Além disso, os fornecedores devem oferecer soluções que exijam baixo ou nenhum grau de adaptação. As soluções devem oferecer ainda portabilidade, escalabilidade e também características que permitam sua integração com os serviços das nuvens públicas. Esses fornecedores devem comprovar que possuem suporte local e capacidade de entender o negócio e a importância dele para a empresa.

O perfil e as necessidades do negócio de fato estabelecem a direção para que sejam selecionadas as soluções. É preciso compreender a empresa, a começar de seus processos, de modo que a TI proporcione os recursos que darão suporte a esses processos.

Quanto mais bem organizada essa área, mais diferencial competitivo para a empresa, porque ela se tornará mais eficiente. Só depois de mapear os processos, a empresa deve olhar para o mercado de TI e planejar compras. Aí, sim, ela pode escolher um ERP, um sistema de colaboração, de inventário e assim por adiante.

Há tempos atrás muitos planejamentos definiam os recursos de TI sem avaliação apropriada dos negócios: Mas é justamente a natureza do negócio que determina como será a estrutura de TI. Ao mesmo tempo, a dinâmica do mercado torna necessário rever os planos periodicamente, e as projeções para cinco anos , por exemplo, tornaram-se longas demais; é mais razoável pensar em planejamentos para dois, no máximo três anos.

Muitas PMEs só se dão conta da necessidade de investir em TI para automação de seus processos quando amadurecem e descobrem que chegou o momento de crescer. Nesse instante é comum elas se darem conta de que trabalham com sistemas que não são integrados, cadastros duplicados, vários sistemas e bases inconsistentes.

 

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