PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Archive for the ‘Empreendedorismo’ Category

Essa palavra não existia antes de 1950. Contudo, ferreiros, padeiros e fabricantes de castiçais enfrentaram os mesmos desafios que hoje são enfrentado por agricultores que cultivam produtos orgânicos e por programadores de sistemas. Esses negócios foram gerados pela paixão, mas, em tremos práticos, muitas vezes não se tornam viáveis. O empreendedorismo é moderno, traiçoeiro e vital.

The Partnership Charter

Posted by HWBlog em 05/02/2011

No livro PARTNERSHIP CHARTER de David Gage, os pesquisadores da Marquette University analisaram mais de 2 mil empresas e constataram que 94% daquelas que tiveram crescimento excepcional foram fundadas por duas ou três pessoas. Proprietários individuais representam apenas 6% do segmento que mostra um grande crescimento e quase metade das empresas que mostram crescimento lento.
A despeito da comprovação de que uma parceria pode levar ao êxito, a ideia de ter um sócio faz muitos empresários iniciantes ficarem horrorizados. A revista Inc. fez uma pesquisa entre seus leitores sobre este assunto e dois entre três responderam que consideravam uma sociedade uma má ideia. Quando os pesquisadores perguntaram por quê, a maioria respondeu que “conflitos inevitáveis” e “expectativas não alcançadas” poderiam causa problemas.
Como os dados demonstram que muitas vezes uma parceria é necessária ou inevitável, essa éa a oportunidade para os professores abordarem os relacionamentos singulares que se establecem entre os sócios, mas, em vez disso, as faculdades de Administração despendem boa parte das aulas discutindo os meandros dos relacionamentos entre gestores e empregados.
Profissionais da área médica e advogados, por exemplo, após anos de estudo, costumam adotar algumas práticas embora nunca tenham aprendido as regras do negócio no qual estão inseridos e no qual toda a sua carreira irá se desenrolar.

Existe também um equívoco no cânone dos livros sobre negócios em relação à administração de parcerias, e o livro The Partnership Charter é um excelente recurso para lidar com tal equívoco.
Na administração de uma empresa que tenha um ou dois sócios, qualquer dos cenários que se seguem pode se fazer presente:
* Um dos sócios insiste em contratar um empregado com quem o outro sócio não simpatiza,
* Um dos sócios é acusado de assédio sexual.
* A empresa recebe de um concorrente uma oferta de aquisição de controle não solicitada.
* A empresa fica sem capital.
* Uma crise pessoal ou familiar prejudica a capacidade de um dos sócios de exercer suas funções.
* De repente um dos sócios perde o interesse no negócio
* Um dos sócios é pego fazendo falcatruas.
A relação completa é apresentada na pagina 196 do livro.

David Cage expõe essas possíveis experiências e atribulações no livro, ao analisar o relacionamento singular existente entre os sócios.
Em geral, os relacionamentos comerciais carecem das ligações emocionais encontradas nos relacionamentos pessoais, o os limites estabelecidos com base na porcentagem que o sócio tem no capital da empresa, nos salários e títulos.
Contudo, mudanças na vida particular dos sócios ou na saúde da empresa inevitavelmente são refletidas na sociedade. Embora algumas condições possam ser regidas pelos documentos jurídicos que estabeleceram a empresa. Gage sugere a elaboração de uma carta de direitos que aborde um conjunto mais amplo dos direitos e obrigações que os sócios venham a ter com o passar do tempo.
“A carta de direitos é uma ferramenta indispensável, pois poucos indivíduOs sabem qual seria a maneira correta de agir na qualidade de socio” diz Gage.
O processo da carta de direitos estabelece regras básicas sobre a maneira como a sociedade irá operar. Uma visão comum para a empresa é criada e acordada. Os direitos relativos à participação acionárias são determinados com base em fatores que vão desde o volume do capital investido até a extensão do controle exercido pelos sócios. A designação de cargos e títulos constitui etapa subsequente depois que os sócios decidem sobre a extensão da atuação de cada um na nova empresa e como será o processo de tomada de decisão. Ainda mais importante, um plano é elaborado para decidir como os dividencos serão distribuidos. Esse processo compra e contrasta os sistemas de valores de cada sócio e suas expectativas a respeito da maneira coma a sociedade irá operar. Se todos esses aspectos ficrem bem claros desde o início, diz Gage, os poss´veis conflitos futuros serão minimizados ao longo da vida da sociedade.
Os empresários são cautelosos em relação a sociedades por razões equivocadas. As sociedades comerciais são relacionamentos complexos e dinâmicos, mas são essas nuances e sinergias que proporcionam uma chance maior de êxito para qualquer iniciativa empresarial.

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