PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Archive for the ‘Internet’ Category

10 apps essenciais para os negócios

Posted by HWBlog em 08/11/2013

apps1Confira os apps essenciais para os negócios segundo uma pesquisa feita com diversos empreendedores.

Confira abaixo::

Pivotal Tracker
Disponível em: iOS
Preço: O download do app é gratuito, mas a contratação do serviço varia entre 7 e 175 dólares por mês.
Descrição: O Pivotal Tracker tem como objetivo ajudar os times de tecnologia no monitoramento do progresso dos seus projetos. De acordo com a pesquisa, o interessante deste app é o fato de ele oferecer visões micro e macro de tudo o que está em desenvolvimento. No fim do dia, temos uma linha do tempo que mostra até quanto tempo falta para a entrega daquele projeto.

Sprout Social
Disponível em: iOS e Android
Preço: O download do app é gratuito, mas a contratação do serviço varia entre 39 e 99 dólares por mês.
Descrição: Este app é usado pela equipe de marketing para o gerenciamento das redes sociais nas quais a empresa está. O destaque do Sprout Social é o fato de ele informar detalhes sobre a movimentação do perfil como, por exemplo, de onde vêm os usuários. Consegue agendar conteúdos e, no final da semana, podemos ter um relatório sobre o nosso desempenho.

Evernote Business
Disponível em: iOS e Android
Preço: O download do app Evernote é gratuito, mas o serviço Business custa 20 reais mensais por usuário
Descrição: As funções do Evernote Business são aproveitáveis, praticamente, em todas as áreas da empresa, do marketing à tecnologia, passando até pelo financeiro. O app conta com funções que permitem o compartilhamento de documentos entre diferentes usuários e também a busca em arquivos em PDF e imagens. Ele ajuda a otimizar a produtividade interna da empresa.

Trello
Disponível em: iOS e Android
Preço: Gratuito
Descrição: Este aplicativo transforma a tela do seu smartphone em uma espécie de mural, no qual é possível organizar as suas tarefas em cartões virtuais. O Trello permite que a equipe saiba quem é a pessoa responsável pela execução daquela tarefa e quais serão os próximos passos. Tudo o que é feito no app é automaticamente sincronizado com outros dispositivos.

Klout
Disponível em: iOS e Android
Preço: Gratuito
Descrição: Este app tem como objetivo medir o grau de influência que um perfil tem nas redes sociais. A análise leva em conta fatores como número de curtidas no Facebook ou retuítes no Twitter.

Dial4me
Disponível em: iOS e Android
Preço: Gratuito
Descrição: Para empreendedores que estão sempre na estrada, um app VoIP que pode facilitar a comunicação com sua equipe é o Dial4me. Pode ser usado em viagens internacionais, pois ele torna mais baratas as ligações feitas e recebidas fora do Brasil. Além de ligações, é possível também enviar mensagens de texto.

Remote
Disponível em: iOS
Preço: Gratuito
Descrição: Empreendedores usuários de dispositivos da Apple podem aproveitar o app Remote para transformar o seu iPhone, por exemplo, em um controle remoto. “Quando estou em evento ou apresentação, às vezes não tenho como conectar um mouse, então uso o app como ferramenta para tal”, explica Lopes.

Basecamp
Disponível em: iOS
Preço: O download do app é gratuito, mas a contratação do serviço tem preços que varia de acordo com a abrangência do plano.
Descrição: O Basecamp pode ser usado por toda a equipe da empresa, pois ajuda no desenvolvimento e gerenciamento de projetos. Se um membro precisar de alguma tarefa específica de alguém em outro setor, poderá colocar no Basecamp, onde todos visualizarão a demanda em tempo real.

Clockwork Tomato
Disponível em: Android
Preço: Gratuito
Descrição: Este app é usado especificamente pela equipe de desenvolvimento da empresa e é um método que tem como objetivo aumentar a produtividade. Ele divide as tarefas em períodos de 25 minutos, separados por intervalos curtos.
Esta técnica, conhecida como “pomodoro”, foi elaborada pelo italiano Francesco Cirillo nos anos 80 e tem como base a premissa de que pequenos intervalos são capazes de aumentar a agilidade e produtividade de uma pessoa. Usuários de iPhone podem ter os mesmos recurso no app gratuito It’s Focus Time, que também está disponível na web.

CardMunch
Disponível em: iOS
Preço: Gratuito
Descrição: Para quem troca muitos cartões, o CardMunch é essencial. O app captura uma imagem do cartão de visita da pessoa e verifica então qual é o seu perfil na rede social profissional, mostrando ainda as conexões compartilhadas.
Ele ainda permite que você salve o contato na agenda do smartphone. Este app, contudo, não está disponível na App Store brasileira. Portanto, para fazer o seu download é necessário ter uma conta nos Estados Unidos, por exemplo.

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Como as universidades acompanham as tendências da internet?

Posted by HWBlog em 29/01/2013

como as universidadesO mundo digital é extremamente dinâmico.

A cada dia, novidades brotam no mundo digital o que torna mais difícil para que as pessoas assimilem todas as inovações, em muitos casos, quando já estamos entendendo uma determinada ferramenta, aparece outra e depois outra que logo cai no gosto popular e é preciso saber mexer. Uns para uso comum, outros para ganhar dinheiro com as redes.

Uma forma de entender a dinâmica dessas novidades e tendências da Internet é buscar cursos de curta, média ou longa duração para ver na teoria e prática como as redes funcionam.

Aqueles que desejam saber como usar a rede para se divertir, não vão procurar cursos profissionalizantes, entretanto, aqueles que atuam com comunicação e marketing e que desejam construir carreiras na área de internet, já entenderam que quanto mais estudarem mais capacitados estarão.

A partir do momento em que as pessoas buscam escolas para cursos de curta ou média duração, ou mesmo os cursos de longa duração como MBA e pós-graduação, eles precisam se sentir seguros que o dinheiro investido trará um retorno básico: Conhecimento.

E esse conhecimento é passado pelo corpo docente dos cursos, por isso, as universidades estão cada vez mais exigindo que os professores estejam antenados em tudo o que acontece no mundo digital, pois em aula, eles serão constantemente testados pelos alunos.   Como fazer uma campanha no Pinterest? Como a marca XYZ deveria ter gerido uma crise? Como fazer uma ação de mídia no Facebook? Se o professor disser “não sei” toda a credibilidade da faculdade pode ir por água abaixo. Nem sempre o professor saberá responder, mas pelo menos 90% das perguntas devem ser respondidas em aula. Os outros 10% que seja respondido em um ou dois dias depois da aula.

Para evitar essa falta de estudos e aprimoramento, as universidades têm optado em contratar profissionais do mercado como docentes, dessa forma, se garante que o professor não será apenas teórico e sim prático, pois ele vai passar em aula seu dia-a-dia. Cada vez mais, os alunos querem saber o “como fazer”.   Por força do dia-a-dia nas agências, empresas ou veículos, os profissionais são obrigados a estarem antenados em tudo ou se tornam obsoletos na trabalho e serão, fatalmente, trocados por outros colaboradores mais qualificados.

– Felipe Morais

As universities follow the trends of the internet?

The digital world is extremely dynamic.

Every day, new sprout in the digital world which makes it more difficult for people to assimilate all the innovations in many cases, when we are already understanding a particular tool, then another and another appears that soon falls in popular taste and you need to know stir. A common use for, to make money with other networks.

One way to understand the dynamics of these innovations and trends of the Internet is to seek courses of short, medium or long term to see in theory and practice how networks work.

Those who wish to learn how to use the network for fun, will not seek professional courses, however, those who work with communication and marketing and who want to build careers in the internet, have realized that the more they will be able to study more.

From the moment in which people seek schools for short or medium term, or even long-term courses like MBA and graduate, they need to feel confident that the money invested will bring a return to basics: Knowledge. And this knowledge is passed by the faculty of the courses, so universities are increasingly requiring that teachers are versed in everything that happens in the digital world as in the classroom, they will be constantly tested by students.

How to make a campaign in Pinterest? As the brand XYZ should have managed a crisis? How to make an action media on Facebook? If the teacher says “do not know” all credibility college can go awry. Not always the teacher know how to answer, but at least 90% of the questions must be answered in class. The other 10% to be answered in a day or two after school.

To avoid this lack of study and improvement, universities have opted to hire market professionals as teachers, thus, ensures that if the teacher is not only theoretical but practical, because he will pass on your class day-to-day. Increasingly, students want to know “how to”.

Under the day-to-day agencies, businesses or vehicles, professionals are required to be tuned at all or become obsolete in the work and will, inevitably, exchanged for other qualified employees more.

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Por que tantos diretores de empresa têm medo do Twitter?

Posted by HWBlog em 30/10/2012

Por que tantos diretores de empresa têm medo do Twitter?

No começo do mês, quando Jeffrey Immelt tuitou pela primeira vez, o “Olá Twitter” do diretor-presidente da General Electric Co. recebeu um punhado de réplicas insolentes, incluindo a seguinte: “@JeffImmelt como é que meu avô chegou no twitter antes de você?”

Immelt pode até ter chegado tarde, mas sua estreia no site de microblogs faz dele uma raridade entre presidentes, que em geral mantêm distância de sites sociais — mesmo quando sua empresa recorre ao meio para conversar com clientes e buscar novos negócios.

Presidentes de empresas estão sob pressão para parecerem acessíveis e “autênticos”, mas os sites de relacionamento social — com sua demanda de intervenções rápidas e espontâneas que rapidamente podem ganhar caráter viral — trazem risco para altos executivos e as empresas que representam, na forma de ações na Justiça, vazamento de segredos comerciais ou clientes irados.

Muitos diretores de empresa se dizem ocupados demais para perder tempo postando mensagens de 140 caracteres no Twitter ou retuitando posts de seguidores. Além disso, para algumas empresas o retorno que a presença no site traria pode parecer incerto, pois não há correlação direta entre o número de seguidores no Twitter e vendas.

Pelo menos um especialista em liderança considera míopes esses argumentos. A maioria dos presidentes deveria aceitar que marcar presença em redes sociais é parte das atribuições do cargo, diz Bill George, ex-diretor-presidente da Medtronic Inc., professor de administração da Faculdade de Administração Harvard e tuiteiro contumaz. “As pessoas querem um diretor-presidente que seja real. Querem saber o que você pensa”, diz George, acrescentando: “Você consegue imaginar um meio mais eficaz de chegar aos clientes e ao pessoal da empresa?”.

A fabricante americana de sucos Ocean Spray Cranberries Inc. está pressionando seu diretor-presidente, Randy Papadellis, a começar a tuitar. Mas quando Papadellis disse em uma entrevista recente que usaria um de seus primeiros tweets para dizer que beber suco de cranberry (uma fruta da família da groselha) antes de comer sushi ajuda a prevenir intoxicação alimentar, sua diretora de comunicação, Cindy Taccini, vetou a ideia. É que a tese nunca foi clinicamente comprovada, explicou.

De cada dez presidentes de empresas do ranking Fortune 500, sete não têm presença em grandes redes sociais como Twitter, Facebook, LinkedIn, Pinterest e Google+, segundo relatório recente do site CEO.com e da empresa de análises Domo.

Entre aqueles que estão nessas redes, 4% têm uma conta pública no Twitter e 8% usam o Facebook sob o próprio nome, segundo o estudo feito em maio. A título de comparação, 34% de todos os americanos estão no Twitter e 50% usam o Facebook.

Dirigentes empresariais como Marissa Mayer, da Yahoo Inc., e Omar Ishrak, da Medtronic, parecem ter achado um equilíbrio entre o pessoal e o profissional em sua conta no Twitter.

Quando foi contratada para dirigir a Yahoo, que anda tendo dificuldades, Mayer usou o site de partilha de fotos da Facebook Inc., o Instagram, para motivar o pessoal da empresa e investidores. Como? Grávida do primeiro filho, Mayer postou fotos de roupinhas de bebê inspiradas na Yahoo. Há pouco, no Twitter, falou maravilhas do café da empresa.

Não faltam, no entanto, histórias com final infeliz. Em maio, a empresa de varejo de vestuário Francesca’s Holdings Corp. demitiu o diretor-financeiro, Gene Morphis, devido a posts feitos por ele no Facebook e no Twitter com projeções de lucros, observações sarcásticas sobre quem vende a descoberto e comentários enchendo a própria bola na esteira de uma oferta secundária de ações pela empresa.

Morphis não foi encontrado para comentar o assunto.

Mark Bertolini, diretor-presidente da seguradora Aetna Inc., tem uma conta no site há três anos — embora a filha, que já foi diretora de redes sociais, tenha tentado dissuadi-lo. Bertolini já usou a plataforma para falar de coisas pessoais, como o transplante de rim do filho.

Embora tenha entrado no Twitter para se comunicar com amigos, o executivo virou um para-raios para críticos da Aetna.

Meses atrás, quando um segurado com câncer de cólon usou o Twitter para contar que atingira o teto de custos do seu plano de saúde Aetna, centenas de usuários do site postaram mensagens raivosas para Bertolini, que logo entrou em contato com o segurado, também via Twitter. O resultado? A Aetna aceitou pagar as despesas médicas do homem até o fim do último ano do plano.

“Não quero ser um comunicado de imprensa”, diz Bertolini, que tem cerca de 3.000 seguidores. “É preciso correr certos riscos. É preciso se expor um pouco”.

Presidentes das 500 maiores empresas do ranking da revista “Fortune” com conta no Twitter têm, em média, 33.250 seguidores, segundo o estudo do CEO.com e da Domo. Uma celebridade do meio empresarial como Jack Welch, ex-cabeça da GE, tem 1,3 milhão de seguidores.

O diretor-presidente da News Corp., Rupert Murdoch, começou a tuitar em janeiro. Hoje, tem mais de 326.000 seguidores. O magnata das comunicações já postou sua opinião sobre assuntos como controle de armas, ensino público e crise do euro. A News Corp. é dona do The Wall Street Journal.

Nem todo executivo é tão falador. Michael Dubyak, diretor-presidente da Wright Express Corp., fornecedora de soluções de gerenciamento de informações e processamento de pagamentos empresariais, diz que pensou em tuitar, mas achou que seria arriscado demais. Amigos íntimos e familiares podem achá-lo no Facebook, onde Dubyak tem uma conta — embora não sob seu nome completo.

Muitos executivos que tuítam contam com ajuda. Talvez a equipe de relações públicas da empresa edite as mensagens. Talvez outra pessoa redija os posts. Immelt, por exempo, tem uma equipe a cargo de “executar sua visão” no Twitter. Esse pessoal o ajuda na concepção dos posts, diz uma porta-voz da empresa. Os tweets são resultado de uma “discussão” entre Immelt e Deirdre Latour, diretora de comunicação da GE, embora “o tom e a visão sejam dele”, diz a diretora. A equipe jurídica não lê os posts antes da publicação.

Certos executivos já cansaram da coisa. Tony Hsieh, da Zappos Inc., foi um dos primeiros a tuitar, mas não posta nada em sua conta no Twitter desde junho. Por e-mail, Hsieh disse que a rede é boa para fazer comunicados, mas perdeu o caráter íntimo, coloquial. Agora, o executivo prefere compartilhar fotos no Instagram.

Leslie Kwoh e Melissa Korn, The Wall Street Journal

Why do so many company directors are afraid of Twitter?

Earlier this month, when Jeffrey Immelt tweeted for the first time, the “Hello Twitter” the chief executive of General Electric Co. received a handful of cheeky replicas, including the following: “@ JeffImmelt how my grandfather came before on twitter you? ”

Immelt may even have arrived late, but his debut on microblogging site makes him a rarity among presidents, who usually keep away from social sites – even when your company uses the medium to talk to customers and find new business.

CEOs are under pressure to look affordable and “authentic”, but social networking sites – with their demand for quick and spontaneous interventions that can quickly gain viral character – pose risks to senior executives and the companies they represent, as actions in court, leaking trade secrets or irate customers.

Many company managers say they are too busy to waste time posting messages of 140 characters on Twitter or twittering posts of followers. Additionally, for some companies the return that the presence on the site would may seem uncertain, as there is no direct correlation between the number of Twitter followers and sales.

At least one expert myopic leadership considers these arguments. Most presidents should accept that a presence on social networks is part of the duties of the position, says Bill George, former CEO of Medtronic Inc., a management professor at Harvard Business School and twitter stubborn. “People want a CEO who is real. Want to know what you think,” says George, adding: “Can you imagine a more effective way of reaching customers and staff of the company?”.

The American manufacturer juice Ocean Spray Cranberries Inc. is pressuring its CEO, Randy Papadellis, starting to tweet. But when Papadellis said in a recent interview that he would use one of his first tweets to say that drinking cranberry juice (a fruit of the gooseberry family) before eating sushi helps prevent food poisoning, his communications director, Cindy Taccini, vetoed the idea. Is that the argument has never been clinically proven explained.

Out of ten CEOs of the Fortune 500, seven have no presence on major social networks like Twitter, Facebook, LinkedIn, Pinterest and Google+, according to a recent report from CEO.com site and company analysis Dome.

Among those who are in these networks, 4% have a public account on Twitter and 8% use Facebook under the name, according to the study done in May. By comparison, 34% of all Americans are 50% Twitter and Facebook use.

Business leaders like Marissa Mayer of Yahoo Inc., and Omar Ishrak, Medtronic, seem to have found a balance between personal and professional in his Twitter account.

When he was hired to direct the Yahoo, having trouble walking, Mayer used the site to share photos of Facebook Inc., Instagram, to motivate personnel of the company and investors. How? Pregnant with their first child, Mayer posted photos of baby clothes inspired by Yahoo. Recently, on Twitter, spoke wonders of the coffee business.

There is no shortage, however, stories with unhappy ending. In May, the company’s retail clothing Francesca’s Holdings Corp. resigned the CFO, Gene Morphis, because of posts he made on Facebook and Twitter with projections of earnings, sarcastic remarks about who sells short comments and filling the ball itself in the wake of a secondary offering of shares by the company.

Morphis not be reached for comment.

Mark Bertolini, CEO of insurer Aetna Inc., has an account on the site three years ago – although the daughter, who was director of social networks, has tried to dissuade him. Bertolini already used the platform to talk about personal things, like son kidney transplant.

Although he entered the Twitter to communicate with friends, the executive became a lightning rod for critics of Aetna.

Months ago, when an insured with colon cancer used Twitter to tell that reached the ceiling cost of your Aetna health plan, hundreds of site users posted angry messages to Bertolini, who immediately contacted the insured, also via Twitter. The result? The Aetna agreed to pay the medical expenses of the man until the end of the last year of the plan.

“I will not be a press release,” says Bertolini, who has nearly 3,000 followers. “You have to take certain risks. You must expose yourself a bit.”

Presidents of the 500 largest companies in the ranking of the magazine “Fortune” with Twitter account have, on average, 33,250 followers, according to the study CEO.com and Domo. A celebrity from the business like Jack Welch, former head of GE, has 1.3 million followers.

The chief executive of News Corp., Rupert Murdoch, began tweeting in January. Today, it has over 326,000 followers. The communications mogul already posted your opinion on issues such as gun control, public education and the euro crisis. News Corp. owns The Wall Street Journal.

Not every executive is so talkative. Michael Dubyak, CEO of Wright Express Corp., A provider of information management solutions and payment processing business, said he thought of tweeting, but thought it would be too risky. Close friends and family can find him on Facebook, where Dubyak has an account – though not under his full name.

Many executives who tweet have help. Perhaps the team’s public relations firm edit posts. Perhaps someone else to write the posts. Immelt, a code example, has a team in charge of “run its vision” on Twitter. This staff helps in the design of posts, says a company spokesman. The tweets are the result of a “discussion” between Immelt and Deirdre Latour, communications director of GE, although “the tone and vision are his,” says the director. The legal team does not read the posts before posting.

Certain executives already tired of it. Tony Hsieh, the Zappos Inc., was one of the first to tweet, but do not put anything on his Twitter account since June. By e-mail, Hsieh said the network is good to make announcements, but lost the intimate character, colloquial. Now, the executive prefers to share photos on Instagram.

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Use o LinkedIn como plataforma de marketing digital

Posted by HWBlog em 29/10/2012

Use o LinkedIn como plataforma de marketing digital

Os 175 milhões de usuários profissionais da rede social são considerados uma mina de ouro para as marcas. De acordo com a rede social, seu público é um dos mais educados, ricos e influentes na web

A equipe do LinkedIn está convencida que os seus 175 milhões de usuários profissionais em todo o mundo, 10 milhões deles no Brasil, são uma mina de ouro para as marcas. Agora quer convencer CEOs, CMOs e CIOs  de que podem encontrar lá um dos públicos mais educados, ricos e influentes na web. Portanto, um bom alvo para ações de marketing digital e social commerce.

Mas como aproveitar o potencial desse audiência? Pode ser um desafio desastroso, se você é for novo no LinkedIn e desconhecer seu portfólio de recursos.

Tome nota: a recém-redesenhada páginas da empresa da rede social pode ser o seu centro de negócios. Da mesma forma que a seção de Carreiras deve estar permanentemente atualizada com as vagas de emprego, a de Produtos deve ser transformada em uma espécie de catálogo ou vitrine, com informações sobre o que há de novo.

“Este é o lugar onde você se envolver com o seu público”, diz Alison Engel, diretora global de marketing  da LinkedIn para soluções de mercado. Segundo ele, quando um usuário do LinkedIn faz um comentário favorável sobre seus negócios ou ofertas, você obtém recomendações de confiança. Quando as pessoas do ciclo de relacionamento dos seus clientes visualizarem estas recomendações, você se beneficiará. E quando estas recomendações forem compartilhadas, você se beneficiará novamente.

“Uma dificuldade comum a muitas companhias para manterem a sua Página de empresa envolvente é ter bom conteúdo, em volume suficiente e significativo, para oferecer regularmente para suas audiências. “As empresas não percebem o quanto de conteúdo já têm em suas mãos”, diz Engel.

Aqui estão quatro tipos de conteúdo que os usuários do LinkedIn anseiam.

Notícias da empresa:

O motivo pelo qual as pessoas estão seguindo a sua empresa é o desejo de manterem-se atualizadas sobre suas informações, diz Engel. E esse tipo de informação é geralmente algo que você já tem preparado: pense em lançamentos da empresa, tendências da indústria e anúncios e press releases sobre produtos e serviços, diz ela.

“Nada disso exige uma equipe de pessoas produzindo conteúdo adicional”, diz ela. “Sua presença deve realmente ser pensada como uma versão mais envolvente do site de sua empresa.”

Conteúdo interativo:

Engel diz que você deve procurar variar o seu conteúdo, evitando que toda publicação seja estática. Inclua links ou vídeos em alguns de seus posts para aumentar o engajamento dos usuários. Use essas publicações para atrair, exibir e selecionar recomendações de seus clientes.

A IBM, por exemplo, publica trechos de textos de seus blogs com links para eles, onde o usuário pode ler mais. “Isso ajuda a oferecer para as pessoas um contexto mais rico e incentiva o envolvimento”.

A IBM também varia o seu conteúdo com o vídeo.

O uso do aplicativo Polls também é recomendável. Ele permite que você obtenha mais informações do seu público alvo.

Atualizações regulares:

Nem todas as mensagens precisam ser amarradas a um pedaço de conteúdo. Considerar a publicação de atualizações em torno eventos da indústria ou conferências pode ser uma boa ideia. “Os comerciantes geram um monte de atividade em torno de eventos”, diz Engel.

Conteúdo externo:

Se você está pressionado pelo conteúdo, olhe para além das notícias sobre a empresa, publicando informações de eventos e vídeos sobre o mercado no qual atua que possam interessar o seu público, diz Engel.

A Cisco, por exemplo, diversifica suas atualizações com conteúdo de terceiros.

“Há um verdadeiro valor agregado para as pessoas que seguem a sua empresa quando você publica artigos de notícias ou uma história com um ponto de vista interessante”, diz Engel. “Tudo o que você publicar não precisa ser de ou sobre a sua empresa.”

Vale lembrar também que o LinkedIn oferece opções diferenciadas para anúncios na rede social. Ao selecionar um público-alvo por cargo, função de trabalho, setor, localidade, idade, sexo, nome da empresa, tamanho da empresa ou Grupo do LinkedIn, você especifica quais usuários do LinkedIn receberão seus anúncios.

O LinkedIn Ads segue o formato de cobrança consagrado de CPC (Custo Por Clique) e CPM (Custo Por Mil). Basta estipular o valor máximo que deseja investir e o valor por cliques ou impressões. A maioria das pessoas prefere o CPC, o que significa que se paga quando alguém clica no anúncio. Este método de pagamento permite que se especifique um lance – o valor máximo que se esteja disposto a investir por cada clique. Não há nenhum critério de gastos semanais, mensais ou anuais. Não há contrato de longo prazo. Você controla o quanto gostaria de investir e o tempo de veiculação de seus anúncios.

Se o seu público está no LinkedIn, por que não focar seus esforços em uma plataforma qualificada e que atenda ao seu mercado?

Kristin Burnham, CIO/EUA

Use LinkedIn as a platform for digital marketing

The 175 million users of the social network practitioners are considered a goldmine for brands. According to the social network, your audience is one of the most educated, wealthy and influential web

The LinkedIn team is convinced that its 175 million users professionals worldwide, 10 million of them in Brazil, are a goldmine for brands. Now he wants to convince CEOs, CMOs and CIOs who may find there one of the public more educated, wealthy and influential web. Therefore, a good target for shares digital marketing and social commerce.

But how to harness the potential of this audience? It can be a challenge disastrous if you’re new to LinkedIn and is unaware of its portfolio of resources.

Take note: the newly redesigned pages of the company’s social network can be your business center. Likewise the Careers section must be permanently updated with the jobs, the Product must be transformed into a kind of catalog or storefront, with information about what’s new.

“This is the place where you engage with your audience,” says Alison Engel, director of global marketing for LinkedIn to market solutions. According to him, when a LinkedIn user makes a favorable comment about your business or offers, you get trusted recommendations. When people cycle relationship of their clients to view these recommendations, you will benefit. And when these recommendations are shared, you will benefit again.

“A common difficulty for many companies to keep their company engaging page is having good content in volume and significant enough to give regularly to their audiences.” Companies do not realize how much content already have on their hands, “says Engel.

Here are four types of content that users crave LinkedIn.

Company News:

The reason people are following your company is the desire to keep up to date on their information, says Engel. And this kind of information is usually something you have already prepared: think of the company’s releases, industry trends and announcements and press releases about products and services, she says.

“None of this requires a team of people producing additional content,” she says. “His presence should really be thought of as a more immersive site of your company.”

Interactive Content:

Engel says that you should seek to vary your content, preventing any publication is static. Include links or videos on some of your posts to increase the engagement of users. Use these publications to attract, select and display recommendations for their clients.

IBM, for example, publishes excerpts of texts from their blogs with links to them, where you can read more. “This helps to provide people a richer context and encourages involvement.”

IBM also varies its content with the video.

The Polls application usage is recommended. It allows you to get more information from your target audience.

Regular updates:

Not all messages need to be tied to a piece of content. Consider posting updates about industry events and conferences can be a good idea. “Traders generate a lot of activity around events,” says Engel.

External content:

If you are pressed for content, look beyond company news, publishing event information and videos on the market in which it operates that might interest your audience, says Engel.

Cisco, for example, diversifies its updates with content from third parties.

“There’s a real value for the people who follow your company when you publish news articles or a story with an interesting point of view,” says Engel. “Everything you need not be published or about your business.”

Remember also that LinkedIn offers different options for ads on the social network. When selecting a target audience by job title, job function, industry, location, age, gender, company name, company size or the LinkedIn Group, you specify which users will receive their ads on LinkedIn.

LinkedIn Ads collection follows the format set out in CPC (Cost Per Click) and CPM (Cost Per Thousand). Simply provide the maximum amount you want to invest and value for clicks or impressions. Most people prefer the CPC, which means you pay when someone clicks on the ad. This payment method allows you to specify a throw – the maximum you are willing to invest for each click. There is no criterion expenses weekly, monthly or yearly. There is no long term contract. You control how much would you invest and the time of placement of your ads.

If your audience is on LinkedIn, why not focus your efforts on one platform and qualified that suits your market?

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Conhece o SojaBook? É a versão rural do Facebook

Posted by HWBlog em 03/05/2012

Numa era em que pipocam versões de redes sociais especializadas nisso nou naquilo, um argentino foi oirginal. Criou o SojaBook,, que, como o próprio nome denuncia, pega carona na maior rede social do mundo para estabelecer conexões entre interessados no mercado agrícola.

A versão rural do Facebook foi idealizada pelo administrador de empresas Mariano Torrubiano, 35. “Oi, eu tenho vontade de começar a criar frangos. Alguém poderia me dar alguns conselhos?”, pergunta um agricultor de 50 anos cadastrado no sistema. Este é o público que faz o negócio andar.

Segundo aponta mais de 10 mil pessoas acessam o SojaBook, dos quais 15% são brasileiros. A rede social existe há quatro meses, com versão em espanhol, e ganha divulgação no esquema “boca a boca”. Uruguaios, chilenos, colombianos e até chineses e indianos compõem o time.

“As pessoas se sentem muito à vontade porque são todos produtores, pessoas do campo que dividem ali [no site] as mesmas inquietudes, problemas e trocam soluções”, disse Torrubiano.

O argentino conta que a teve a ideia enquanto estava em uma feira agrícola em seu país. Ao ver um operador acessando o Facebook por meio de um notebook, pensou na necessidade de criar algo exclusivo sobre o tema. O administrador de empresas pensa em firmar seu negócio como a primeira rede social de agricultores da América do Sul.

Tende a ganhar dinheiro. Só no Brasil, a feira Agrishow, realizada em Ribeirão Preto, pretende movimentar R$ 2 bilhões este ano.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

SojaBook knows? It is the rural version of Facebook
In an era in which pop up versions of social networks specialized in what it nou, was an Argentine original.  SojaBook, created, which, as its name hints, piggybacks on the world’s largest social network to establish connections between stakeholders in the agricultural market.
The rural version of Facebook was conceived by businessman Mariano Torrubiano, 35. “Hi, I’ve been wanting to start keeping chickens. Could anyone give me some advice,” asks a farmer of 50 years registered in the system. This is the public doing business floor.
According points more than 10 000 people access the SojaBook, 15% of whom are Brazilian. The social network has existed for four months, with the Spanish version, and win the disclosure scheme “word of mouth.” Uruguayans, Chileans, Colombians and even Chinese and Indians make up the team.
“People feel very comfortable because they are all farmers, rural people who share there [the site] the same concerns, problems and exchange solutions,” said Torrubiano.
The fact that the Argentine had the idea while in an agricultural fair in your country. Seeing an operator accessing Facebook through a notebook, he thought the need to create something unique on the subject. The businessman thinks establish your business as the first social network of farmers in South America
Tends to make money. In Brazil alone, the fair Agrishow held in Ribeirao Preto, intends to move $ 2 billion this year.

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Lançado sistema para marcação de exames via web

Posted by HWBlog em 25/04/2012

O go2Doc, plataforma de agendamento on-line de consultas com profissionais de saúde, anunciou o início de suas atividades na cidade de São Paulo. Com investimentos da Valor Capital Group e do empresário Florian Otto, o site oferece o maior número de profissionais cadastrados, além de parcerias no mercado de saúde, a exemplo do Grupo Saúde Bandeirantes, que já disponibiliza a agenda do corpo médico dos hospitais LeForte e Bandeirantes na plataforma.
O sistema permite que pacientes pesquisem, selecionem e agendem consultas com profissionais de saúde diretamente via web. O usuário tem acesso a uma agenda virtual do profissional e pode selecionar os horários que estão disponíveis. “Esse é um processo prático, que otimiza o tempo e facilita a vida do paciente, que pode marcar a consulta sem necessidade de um intermediador, e do profissional, que tem no go2Doc uma solução para conquistar novos pacientes e otimizar sua agenda”, conta Daniela Bouissou, médica e sócio-fundadora do go2Doc.
O go2Doc oferece uma ferramenta de pesquisa por região através de um sistema de mapeamento geográfico, ou seja, o usuário tem acesso às opções mais próximas do local informado. O site também disponibiliza um espaço para recomendações, como acontece em outras plataformas colaborativas, o que garante maior segurança na escolha do profissional de saúde.
“Cada vez mais, as pessoas buscam por soluções práticas que visam facilitar a rotina corrida do dia a dia. A presença maciça de empresas pontocom no mercado brasileiro estimula o empreendedorismo, a criatividade e o desenvolvimento de novas tecnologias no País. Este movimento é favorável para o nosso mercado-alvo”, explica a empresária.
A empresa começa operando em São Paulo, mas a ferramenta já está disponível para profissionais de saúde e usuários de todo Brasil e a expectativa é de que os serviços passem a ser oferecidos nas dez principais cidades brasileiras em menos de 18 meses.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Launched system for marking exams via web
go2Doc, platform, online scheduling consultations with health professionals, announced the beginning of its activities in Sao Paulo. With investments of Value Capital Group and businessman Florian Otto, the site offers the largest number of registered professionals, and partnerships in the healthcare market, such as the Girl Scouts Group Health, which already provides the agenda of the medical staff of hospitals and Bandeirantes LeForte the platform.
The system allows patients to search, select and schedule appointments with health professionals directly via the web. The user has access to a virtual professional agenda and can select the times that are available. “This is a practical process that optimizes the time and facilitates the patient’s life, which can make an appointment without an intermediary, and professional, which has the go2Doc a solution to attract new patients and optimize their agenda,” says Daniela Bouissou, medical and socio-founder of go2Doc.
The go2Doc offers a search by region through a geographic mapping system, ie the user has access to options closest to the location you specified. The site also provides a space for recommendations, as in other collaborative platforms, which ensures greater safety in the choice of health professional.
“Increasingly, people search for practical solutions aimed at facilitating the routine run of the day to day. The massive presence of dot-coms in the Brazilian market encourages entrepreneurship, creativity and development of new technologies in the country This movement is favorable to our target market, “explained the businesswoman.
The company began operating in São Paulo, but the tool is now available for health professionals and users from all over Brazil and it is expected that the service will be offered in ten major cities in Brazil in less than 18 months.

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4 maneiras de potencializar o uso da Timeline

Posted by HWBlog em 18/04/2012

Como todos já sabem, desde o dia 30 de março todas as fanpages do Facebook passaram obrigatoriamente para o formato de Timeline. Embora o novo modelo não seja unanimidade entre os usuários, não há dúvidas que as páginas ficaram melhor organizadas e visualmente mais atraentes, com uma grande testeira (capa) e maior espaço para exibição de imagens e vídeos.

Essas mudanças não são obra do acaso. Eles foram desenvolvidas dentro do conceito de storytelling. A linha do tempo, em parceria com imagens, nada mais do que uma espécie de história gráfica contada pela empresa.  É sabido que fotos, desenhos e gráficos encontram grande receptividade nas mídias sociais, vide o sucesso dos infográficos e de redes baseadas essencialmente em imagens, como o Tumblr e o Pinterest.

De acordo com uma pesquisa da Simply Measured divulgada em março, as marcas que se anteciparam  obrigatoriedade da Timeline já estão colhendo os frutos, com engajamento médio 46% maior.

Confira a seguir 4 sugestões de como potencializar as funcionalidades da Timeline.

1) Priorize imagens:  a Timeline foi desenhada para destacar imagens e vídeos, portanto tire proveito disso. Publique regularmente vídeos e fotos de boa qualidade, gráficos, ilustrações e tabelas vinculadas ao tema da postagem. De acordo com um estudo interno do Facebook, posts com fotos geram duas vezes mais engajamento.

2) Utilize a barra de aplicativos:  abaixo da capa fica a barra de aplicativos, com páginas curtidas, fotos, jogos, links para outras redes (Twitter, Youtube, etc). A barra comporta até 12 ícones, mas só exibe 4 na home. O administrador da página pode alterar as posições, priorizando aqueles que são estratégicos para a empresa, como por exemplo jogos, páginas especiais, eventos, lançamentos de produtos, etc.

3) Fixe e destaque os melhores posts: entre as novas funcionalidades estão a possibilidade de fixação de um post no alto do página durante 7 dias (ideal para promoções, concursos, lançamentos) ou destacar (aumentar de tamanho) posts específicos. Para utilizar o primeiro, basta clicar no ícone do lápis e, para utilizar o segundo, o ícone da estrela, ambos disponíveis no box da postagem.

4) Publique mais de uma vez ao dia em horários alternados: foi-se o tempo que uma publicação por dia era suficiente no Facebook. Por isso, amplie a quantidade e diversifique os horários das postagens. Assim, as chances de impactar públicos diferenciados e obter engajamento são maiores. Vale dar dicas, promover enquetes, eventos, concursos, tirar dúvidas. O importante  é se relacionar com o consumidor e o novo layout do Facebook favorece amplamente o contato.

Denis Zanini: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

4 ways to increase the use of the Timeline
As you all know, since March 30 all fanpages Facebook now mandatory for the format Timeline. Although the new model is not unanimity among users, there is no doubt that the pages were better organized and more visually appealing, with a large fascia (cover) and more space for displaying images and videos.
These changes are not due to chance. They were developed within the concept of storytelling. The timeline, in partnership with images, nothing more than a kind of graphic story told by the company. It is known that photos, drawings and graphics are great acceptance in social media, see the success of the graphics and network based mainly in images, such as Tumblr and Pinterest.
According to a survey by Simply Measured released in March, marks anticipated requirement of the Timeline are already reaping the benefits, with average 46% higher engagement.
Check out the following four suggestions for how to leverage the features of the Timeline.
1) Prioritize images: the Timeline was designed to highlight pictures and videos, so take advantage of that. Regularly publish videos and good quality pictures, graphics, illustrations and tables associated with the topic of the post. According to an internal study of Facebook, posts with photos generate twice as much engagement.
2) Use the application bar: below is the cover bar applications, pages tanned, photos, games, links to other networks (Twitter, Youtube, etc). The bar holds up to 12 icons, but only displays in fourth home. The administrator can change the page positions, prioritizing those that are strategic for the company, such as games, special pages, events, product launches, etc..
3) Attach and highlight the best posts: among the new features are the possibility of setting a post at the top of the page for 7 days (ideal for promotions, contests, news) or stress (increase in size) specific posts. To use the first, simply click the pencil icon, and to use the second, the star icon, both available in the posting box.
4) Post more than once a day on alternating schedules: it is the time that a publication was sufficient per day on Facebook. So, expand and diversify the number of times posts. So the chances of impacting public engagement are different and get bigger. It provide tips to promote polls, events, contests, ask questions. The important thing is to relate to the consumer and the new layout of Facebook strongly favors the contact.

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2012: o ano dos investimentos e das experiências

Posted by HWBlog em 30/03/2012

O ano de 2012 promete. Embora seja difícil fazer qualquer tipo de previsão, as expectativas apontam para um ano excelente do ponto de vista do marketing. Este mercado tem crescido muito nos últimos anos, mas ainda é possível visualizar uma demanda reprimida, que poderá começar a ser suprida este ano.

Os olhos do mundo estão voltados para o Brasil. O aquecimento da nossa economia e a crise que se instala em países da Europa confirmam esta perspectiva. Cada vez mais, o Brasil tem sido visto como a aposta mais acertada para os investidores internacionais. Os jogos olímpicos e a Copa do Mundo, que se aproximam, aumentam as oportunidades. Hoje, já somos uma das maiores potências em relação ao uso da Internet, em casa ou em smartphones. Mas como estes fatores podem contribuir para o marketing e o varejo no País?

O comportamento do consumidor muda depressa. Em um ano, vemos mudanças que não aconteceram em décadas. Com a revolução tecnológica, é difícil prever quais serão as próximas adaptações no comportamento das pessoas, mas uma coisa é certa: estaremos cada vez mais multiconectados, multitarefas e carentes. Esta carência, originada pela grave falta de tempo, levará as pessoas a buscarem cada vez mais experiências positivas, em todos os momentos de suas vidas. E isso inclui o momento das compras também.

Enquanto a Internet se consolida como um ponto de venda relevante, conquistando mais e mais consumidores, o desafio do varejo, tanto físico quanto virtual, será o de proporcionar experiências mais marcantes ao consumidor. O objetivo é gerar um momento agradável, inspirador, estimulante e que cative o consumidor, para fidelizá-lo.

Nas lojas físicas, essa realidade tem se mostrado mais necessária. Ao comprar um livro pela Internet, o consumidor tem a comodidade e a praticidade de não precisar sair de casa. Porém, na loja, uma ambientação inspiradora, que torne o ato de comprar agradável e o estimule a pensar em novas possibilidades no próprio estabelecimento, constrói excelentes relacionamentos. A lição de casa para os dois tipos de varejo é o famoso “unir o útil ao agradável”: à Internet, falta agregar experiência, enquanto às lojas físicas, falta potencializar serviços que convençam o consumidor a ir até lá.

As taxas de crescimento brasileiras, aliadas a este novo comportamento do consumidor, favorecem os investimentos estrangeiros. Mas as oportunidades também devem ser avaliadas pelas empresas nacionais, afinal, não se sabe qual será o rumo da crise no exterior. Com maior consciência sobre a necessidade dos investimentos em marketing, branding e pontos de venda, as empresas brasileiras tendem a oferecer as experiências tão almejadas pelo consumidor.

Os grandes grupos brasileiros vêm dando o exemplo ao investir cada vez mais em suas marcas, forçando todo o mercado a reavaliar seus investimentos. Em termos de internacionalização, o destaque para as marcas brasileiras pode acontecer de forma mais natural, auxiliado pelo fato de o Brasil estar “na moda”.

As Olimpíadas em Londres poderão dar um gostinho do que representará ao Brasil sediar grandes eventos do esporte, além de fazer aflorar no Brasil o entusiasmo pelo momento. Estamos caminhando para o clímax, e as marcas, tanto do varejo quanto da indústria, precisam estar atentas a este movimento, buscando formas para se posicionar com relação aos eventos. Está aí uma excelente oportunidade para gerar experiências relevantes ao consumidor.

O Brasil começa a experimentar os resultados de uma cultura de desenvolvimento, deixando para trás o perfil de “colônia de exploração”. Nossa única opção, neste momento, é aproveitar o período positivo para crescer e profissionalizar os setores mais importantes da economia, cenário que abre grandes oportunidades para o marketing. A incerteza do mercado internacional pode ser utilizada em favor dos investimentos no Brasil.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

2012: the year of investment and experience
The year 2012 promises. Although it is difficult to make any prediction, expectations point to an excellent year in terms of marketing. This market has grown tremendously in recent years, but you can still see a pent-up demand, which can begin to be filled this year.
The eyes of the world are facing Brazil. The warming of our economy and the crisis that installs in European countries confirm this view. Increasingly, Brazil has been seen as the most accurate bet for international investors. The Olympic Games and World Cup approaching, the opportunities increase. Today, we are already one of the major powers in relation to Internet use at home or on smartphones. But as these factors may contribute to the marketing and retail in the country?
Consumer behavior changes quickly. In one year, we see changes that have not happened in decades. With the technological revolution, it is difficult to predict what the next changes in people’s behavior, but one thing is certain: we are increasingly multiconectados, multitasking and needy. This shortage, caused by the severe lack of time, will lead people to seek more positive experiences in every moment of their lives. And that includes the time of purchase as well.
While the Internet itself as an important selling point, gaining more and more consumers, the challenge of retail, both physical and virtual, will be to provide the most remarkable experiences to consumers. The goal is to generate a pleasant, inspiring, stimulating, and that captivates the consumer for loyalty through it.
In stores, this reality has been more necessary. When buying a book over the Internet, the consumer has the comfort and convenience of not having to leave home. However, at the store, an inspiring atmosphere, which makes the act of shopping enjoyable and stimulate thinking about new possibilities in the establishment, building excellent relationships. The homework for the two types of retail is the famous “unite business with pleasure”: the Internet, add missing experience, while the physical stores, shortness leverage services that convince consumers to go there.
Growth rates in Brazil, coupled with this new consumer behavior, promote foreign investment. But opportunities should also be evaluated by domestic companies, after all, no one knows what will be the course of the crisis abroad. With increased awareness about the need for investments in marketing, branding and point of sale, Brazilian companies tend to offer experiences so desired by the consumer.
The great Brazilian groups are setting an example to increasingly invest in their brands, forcing the whole market to reassess their investments. In terms of internationalization, especially the Brazilian brands can happen more naturally, aided by the fact that Brazil is “fashionable.”
The Olympics in London will give a taste of what Brazil will represent the host major sports events, and bring out the enthusiasm in Brazil at the moment. We are heading towards a climax, and the marks of both the retail and industry need to be alert to this movement, looking for ways to position themselves in relation to events. There is an excellent opportunity to develop experience relevant to the consumer.
Brazil began to experience the results of a culture of development, leaving behind the profile of “colonial exploitation”. Our only option at this point is to harness the positive period to grow and professionalize the most important sectors of the economy, a scenario which opens up great opportunities for marketing. The uncertainty

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Facebook dá dicas para você bombar sua timeline

Posted by HWBlog em 30/03/2012

A dois dias da transição das páginas corporativas do Facebook para o modelo com timeline (linha do tempo), a rede social resolveu dar uma mãozinha àqueles que têm dúvidas sobre como usar plenamente as novas funcionalidades.

No Brasil, o Facebook já registra grande percentual de marcas que utilizam as novas páginas com sucesso, entre elas a loja online de moda  e acessórios Dafiti, o restaurante Zena Caffè e a Skol. No mundo, destacam-se marcas como Lexus, de automóveis, e Red Bull, em energéticos.

Confira as dicas:

Escolha uma foto atraente para a capa:  o novo foto da capa capta a cultura e essência de uma marca e ainda pode mostrar os produtos – é o primeiro elemento que as pessoas veem quando visitam a página da marca. A Dafiti utiliza o espaço para divulgar suas novas coleções e, com isso, já registra mais de 800 mil fãs em sua página. As marcas podem mudar a foto sempre que quiserem e podem usar imagens criativas e estimulantes para motivar a audiência.

Utilize uma foto nítida para o perfil: este é o melhor lugar para usar uma imagem que identifique visualmente a empresa. Como a imagem do perfil representa a página da marca em outras partes do Facebook – em miniatura como anúncios ou no feed de notícias – uma imagem de alta qualidade (como o logotipo) que as pessoas associam à marca pode ser uma boa escolha.

Incorpore marcos à linha do tempo: as empresas agora podem se beneficiar de fotos maiores, videos e links para engajar visualmente os fãs. Para garantir que os internautas visualizarão as melhores publicações, posts podem ser marcados na linha do tempo, assim poderão ser vistos mesmo depois que saírem do feed de notícias. As marcações também podem ser utilizadas para definir os momentos principais na história da companhia, e permitem que os fãs conheçam e interajam com as histórias registradas no passado.

Marque um post por semana: as empresas podem posicionar as histórias mais importantes no topo da página por até sete dias. Assim, os fãs não perdem o melhor conteúdo.

Organize conteúdo e aplicativos:  as fotos de uma marca e os aplicativos personalizados vão aparecer no topo da página e podem ser reordenados a qualquer momento. As marcas também podem criar miniaturas personalizadas para destacar o que for mais relevante – como eventos ou aplicativos para produtos específicos ou promoções.

Gerencie a página: administradores podem agora gerenciar facilmente suas páginas por meio do painel de administração, que permite edição de conteúdo, mapeamento de atividade, respostas aos comentários e também a visualização das informações sobre a página.

Facebook: Author

Haroldo Wittiz: Editor and Publisher

Facebook gives tips to get you pumping your timeline
The two days of the transition from corporate Facebook pages for the model with timeline (timeline), the social network decided to lend a hand to those who have doubts about how fully use the new features.
In Brazil, Facebook already has a large percentage of brands that use the new pages successfully, including the online store fashion and accessories Dafiti, the restaurant Caffè Zena and Skol. In the world, stand out brands like Lexus, Car, and Red Bull in energy.
Check out the tips:
Choose an attractive picture for the cover: the new cover photo captures the essence of culture and brand and also can show the products – the first element is that people see when they visit our brand. The Dafiti uses the space to promote their new collections and, therefore, already has more than 800,000 fans on your page. Brands can change the photo whenever they want and can use creative and exciting images to motivate the audience.
Use a sharp picture for the profile: this is the best place to use an image that visually identifies the company. As the profile picture represents our brand in other parts of Facebook – in miniature as advertisements or news feed – a high quality image (the logo) that people associate the brand can be a good choice.
Enter the timeline milestones: companies can now benefit from more photos, videos and links to visually engage the fans. To ensure that Internet users will see the best publications, posts can be marked on the timeline, and can be seen even after leaving the news feed. The markings can also be used to define key moments in the history of the company, and let the fans know and interact with the stories recorded in the past.
Select one post per week: companies can position the most important stories at the top of the page for up to seven days. So fans do not lose the best content.
Organize content and applications: the photo of a brand and custom applications will appear at the top of the page and can be reordered at any time. Brands can also create custom thumbnails to highlight what is most important – as events or applications to specific products or promotions.
Manage page: Administrators can now easily manage your pages through the admin panel, which allows content editing, mapping activity

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Brasil terá “internet 0800”

Posted by HWBlog em 09/02/2012

Iniciativa do Ministério das Comunicações, com apoio da Anatel e do CGI, pretende testar a partir de março um sistema de “internet a cobrar”. Funciona nos moldes de um atendimento telefônico convencional, mas que dará ao usuário a possibilidade de acesso online gratuito para alguns serviços.

O ministro Paulo Bernardo explica que as empresas poderão bancar a conexão à internet em casos que envolvam compras em seus sites ou serviços de atendimento. “Não é uma substituição ao atendimento telefônico 0800, mas pode ser uma alternativa”, disse nessa terça-feira na Campus Party.

A intenção é criar um domínio “0800.br” tendo em vista os usuários de celulares que não possuem planos de dados ou os têm em pacote limitado. “Um banco que quiser estimular seu serviço de internet banking, por exemplo, poderá arcar com a conexão de seu cliente.

O mesmo vale para empresas que hoje gastam milhões de reais com serviços de call center e atendimento. Isso pode ser feito virtualmente, com a empresa bancando a conexão”, afirmou Bernardo.

A “internet a cobrar” será testada nas imediações de Brasília na primeira quinzena de março. Cerca de 8 mil pessoas vão participar do projeto-teste que será bancado por uma empresa.

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