PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Um guia para o líder

Posted by HWBlog em 30/08/2012

01.Se você tomou várias decisões erradas, prepare-se para ter sua liderança questionada.

02.Estabelecer hoje quem são seus aliados é a única forma de assegurar que eles estarão disponíveis quando necessário.

03.Saiba exatamente o motivo que o levou a ser indicado para um cargo e o que as pessoas que o indicaram esperam de você.

04.Identifique modos de, ao mesmo tempo, remunerar o acionista e servir o interesse público a longo prazo, mesmo que os lucros sejam momentaneamente reduzidos.

05.Se você quiser confiança e apoio, explique-se. Ser uma pessoa de poucas palavras pode funcionar num cargo técnico, mas é um desastre num cargo de liderança.

06.Se você espera que as pessoas que trabalham para você sejam capazes de julgar entre o certo e o errado, providencie para que ganhem experiência na tomada de decisões.

07.Em momentos de ansiedade e estresse, seu colaborador menos experiente será o primeiro a entrar em pânico. Fornecer o máximo de treinamento para os recém-contratados é uma forma de evitar que isso aconteça.

08.A expectativa de um bom desempenho é pré-requisito para que aqueles que trabalham com você o alcancem.

09.A criação de equipes por meio de treinamentos e exercícios resulta em tomadas de decisões precisas e rápidas.

10. Reconheça que as pessoas têm diferentes motivações para se envolver e participar de equipes. A criação de oportunidades para que todos sejam bem-sucedidos, independentemente de seus motivos, é o passo essencial.

11. Quando o cume de uma montanha, um produto ou um projeto parece estar ao seu alcance, moderar o excesso de confiança pode assegurar que a energia fique concentrada em alcançá-lo. Quando o objetivo parece estar quase fora de alcance, promover maior confiança pode assegurar que a motivação permaneça.

12. Se você está solicitando o apoio de um grupo, convença-o de que a causa é justa. Mostre que o objetivo não pode ser alcançado sem o compromisso de todos.

13. Ganhar a confiança de seu grupo pode ser indispensável no futuro. O tempo investido em angariar apoio, até mesmo de seus oponentes, pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso quando você tiver um teste decisivo pela frente.

14. Algumas das medidas utilizadas hoje na mobilização de pessoas podem não ter muito valor. Outras trazem ótimos resultados. Uma vez que não se pode saber qual medida será indispensável mais tarde, você não pode se dar ao luxo de ignorar qualquer uma delas.

15. Quando você é promovido a um cargo de responsabilidade sem nenhum aviso e pouquíssima preparação, pergunte que medidas devem ser tomadas nesse cargo e quais estratégias funcionaram no passado.

16. A experiência em cargos variados desenvolve confiança pessoal e outras habilidades necessárias para dominar um conjunto de tarefas mais ambiciosas. A experiência em diferentes organizações estimula os requisitos essenciais para liderar organizações diferentes.

17. A inércia é tão prejudicial à liderança quanto uma medida ineficaz.

18. Cooperação explícita, auto-avaliação, aceitação da responsabilidade e um enfoque concentrado na recuperação são ingredientes decisivos para restaurar a reputação ameaçada de uma organização.

19. Não se atenha a convenções. Faça aquilo que funcionar melhor.

20. Sem uma mente totalmente convencida a respeito do que você deseja conseguir, as pressões que surgirem no meio do caminho vão desviá-lo do seu objetivo.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

A guide to the leader

01.Se you took several wrong decisions, prepare to have your leadership questioned.

02.Estabelecer today who are your allies is the only way to ensure they are available when needed.

03.Saiba exactly the reason that led him to be nominated for a position and what people expect of you have indicated.

04.Identifique modes, while remunerating shareholders and serve the public interest in the long term, even if profits are temporarily reduced.

05.Se you want to trust and support, explain yourself. Being a person of few words may work in a technical position, but it is a disaster in a leadership position.

06.Se you expect people who work for you are able to judge between right and wrong, arrange for them to gain experience in decision-making.

07.Em moments of anxiety and stress, his collaborator less experienced will be the first to panic. Provide as much training for new hires is a way to prevent this from happening.

08.A expectation of a good performance is a prerequisite for those who work with you to achieve.

09.A team building through training and exercises results in decision making accurate and fast.

10. Recognize that people have different motivations for getting involved and participating teams. The creation of opportunities for everyone to be successful, regardless of their motives, is the essential step.

11. When a mountaintop, a product or a project seems to be within reach, moderate overconfidence can ensure that energy is concentrated on reaching it. When the goal seems almost out of reach, foster greater trust can ensure that the motivation remains.

12. If you are requesting the support of a group, convince him that the cause is just. Show that the goal can not be achieved without the commitment of everyone.

13. Gaining the trust of your group may be essential in the future. The time invested in raising support, even from his opponents, can mean the difference between success and failure when you have a litmus test ahead.

14. Some of the measures used today in mobilizing people may not have much value. Others bring great results. Since we can not know which will be indispensable measure later, you can not afford to ignore any of them.

15. When you are promoted to a position of responsibility with no warning and little preparation, ask what measures should be taken that position and what strategies worked in the past.

16. Experience in various positions develops personal confidence and other skills needed to master a set of more ambitious tasks. The experience in different organizations stimulates the essential requirements lead to different organizations.

17. Inertia is so detrimental to the leadership as a measure ineffective.

18. Cooperation explicit, self-evaluation, acceptance of responsibility and a concentrated focus on recovery are key ingredients to restore threatened the reputation of an organization.

19. Do not stick to conventions. Do what works best.

20. Without a mind totally convinced about what you want to achieve, the pressures that arise along the way will divert you from your goal.

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O futuro chegou e muitos não perceberam

Posted by HWBlog em 29/08/2012

Walter Longo alerta que o futuro é agora e ressalta a importância de as empresas se atentarem à exteligência e ao nexialismo

Enquanto os filmes de ficção científica apregoam maravilhas para o futuro, Walter Longo acredita que estamos deixando-o passar. Em uma recente palestra, o vice-presidente da Young & Rubicam apresentou uma visão otimista do futuro. Segundo ele, atualmente o mundo está polarizado: de um lado estão os que acreditam que seremos vítimas de crises e problemas ambientais que podem colocar a vida humana em risco; de outro, estão os que acreditam que estamos entrando em uma era de abundância. Isso, é claro, deixa a todos em dúvida.

Além de apostar nos últimos, Longo sugere que os gestores se antecipem, provocando transformações em vez de reagir a elas. “Na aventura humana, sempre procuramos ir além do possível e do permitido, para chegar mais perto de Deus. O mundo digital está nos aproximando do divino ao permitir que qualquer pessoa do planeta tenha acesso a todo tipo de informação”, afirmou.

A mudança é tão radical, aposta, “que deveríamos celebrar todas as noites, com fogos”. “A possibilidade de mostrar seu talento na internet é algo revolucionário, permitindo o surgimento de milhares de Einsteins e Mozarts que antes não teriam chance”, festejou, dizendo que isso também vai impactar de forma decisiva a educação, com a oferta cada vez maior de cursos. “Depois que alguém experimenta toda essa informação, o cérebro não volta ao tamanho original”, completou.

Para Longo, devemos estimular nossas competências em dois sentidos: a busca externa e a reflexão interna. “Nosso cérebro não deve mais ser usado como um HD, mas como memória RAM, pois todo o capital intelectual humano construído durante milênios está disponível para cada um de nós.” Essa inteligência em rede é chamada de exteligência e, segundo Longo, é o que diferencia os homens dos animais.

Diante de tudo isso, vem a pergunta: estamos aproveitando tudo isso em nosso dia a dia profissional? Ele acredita que muito pouco. Todas as informações sobre clientes e empresas está à nossa disposição, mas muito poucos vendedores, por exemplo, “fazem a lição de casa”.

A mudança não é tecnológica, mas humana

O palestrante destacou que o que está mudando é o cérebro humano e que estamos expandindo os limites da imaginação com a mídia digital. Se antes a possibilidade de criar robôs serviria para libertar o homem dos serviços que tem de realizar, como no caso da indústria automobilística, hoje a inteligência artificial serve para receber e processar informações que lhes permitem tomar decisões. É o caso, por exemplo, dos robôs da Amazon, que deslocam o estoque conforme a demanda dos produtos.

O futuro, portanto, já chegou — ou está à nossa porta. É o caso das impressoras 3D, que já geram produtos personalizados e individuais e logo vão usar células como matéria-prima, criando um estoque de reposição de órgãos para transplante.

Segundo Longo, agora, a hora é de esquecer tudo que nos ensinaram. “Não dá para acoplar o mundo digital ao nosso conhecimento analógico. Não adianta termos armas digitais, como sites e perfis no Facebook. Vamos ter de criar uma nova alma digital”, alertou, apontando que a primeira medida para isso é sair da zona de conforto. “Ser sustentável é reciclar ideias”, afirmou, apresentando quatro paradigmas que precisam ser mudados:

1. Tamanho não é documento

Já houve um tempo em que ser grande dava segurança e poder. Uma empresa grande tinha mais acesso, mais potencial. Hoje o mercado é o mundo para todas as empresas, independentemente do tamanho. E as pequenas têm mais facilidade de se adaptar. O fundamental, porém, é não perder o foco. “As empresas de sucesso terão a capacidade de aprender, desaprender e reaprender, mas sempre mantendo o foco”, disse.

2. O que importa não é o negócio, mas o modelo de negócio

A concorrência deixou de ser entre empresas e passou a ser entre modelos de negócio. Nesse sentido, alguns conceitos são fundamentais: o uso de sistemas colaborativos, que podem ser aplicados a quase tudo e não só à inovação; o uso de sistemas generativos: cada empresa tem de criar sistemas para conectar pessoas e estimulá-las a gerar novos valores, ideias e realizações. Sustentabilidade, acredita ele, é usar o que não está sendo usado, como já descobriram empresas que alugam os carros de um vizinho para outro, ou outras que gerenciam quartos vagos em residências para hospedagem. É o fim da ideia de propriedade, que só é possível com o uso da exteligência.

3. O futuro é dos nexialistas

Já fomos generalistas e passamos a ser especialistas. Hoje, temos a necessidade do nexialista, que não é exatamente quem sabe a resposta, mas quem sabe o que e para quem perguntar. Diante da complexidade do mundo, é preciso ter alguém que encontre nexos.

4. O ótimo é inimigo do bom?

Para Longo, é uma questão fundamental diante do universo de possibilidades no qual estamos imersos. “Se partirmos do princípio de que tudo pode melhorar, em que momento temos de parar de procurar o ótimo e aceitar o bom? Antes havia todo tempo do mundo, mas hoje os critérios têm de ser reavaliados”, afirmou. “Empresas de sucesso têm uma compreensão do que é suficientemente bom. Fomos educados para tirar 10 e não dar valor para o 9, mas qual a real necessidade de ter o ótimo?” Segundo Longo, as empresas precisam incorporar o conceito de upgrades, assim como as empresas de TI.

O papel dos rebeldes

Para concluir, o palestrante afirmou que o bom mocismo está expulsando os rebeldes das empresas. “Toda empresa precisa de rebeldes, de gente que pergunte ‘por que não?’. Uma organização de acomodados quebra em três anos, uma só de rebeldes quebra em três meses. É preciso haver um equilíbrio entre os dois. Infelizmente estamos num mundo em que os acomodados estão se dando muito bem nas empresas.”

Ele acredita que se uma empresa não tem a capacidade de nutrir rebeldes, seu futuro não está assegurado em um mundo em que imaginação não tem limites.

– Walter Longo

The future has arrived and many do not realize

Walter Longo warns that the future is now and underscores the importance for companies to pay attention to extelligence and nexialismo

While science fiction films preach wonders for the future, Walter Longo believes that we are letting him go. In a recent speech, Vice President of Young & Rubicam has presented an optimistic view of the future. According to him, currently the world is polarized: on one side are those who believe that we are victims of crises and environmental problems that may put human life at risk and on the other are those who believe that we are entering an era of abundance. This, of course, leaves all in doubt.

Besides betting on the latter, Long suggests that if managers anticipate, causing changes rather than reacting to them. “In human adventure, always try to go beyond the possible and permitted, to get closer to God. The digital world is approaching the divine to allow anyone on the planet has access to all kinds of information, “he said.

The change is so radical, bet, “we should celebrate every night with fireworks.” “The opportunity to showcase their talent on the internet is something revolutionary, allowing the emergence of thousands of Einsteins and Mozarts not have that chance before,” celebrated, saying it also will impact education in a major way, with the increasing number of courses. “Once someone experiences all this information, the brain does not return to its original size,” he added.

For long, we should encourage our capabilities in two directions: the search external and internal reflection. “Our brain should no longer be used as a HD, but as RAM, since all human intellectual capital built up over millennia is available to each of us.” This intelligence network is called extelligence and, according to Long, is the that distinguishes men from animals.

Given all that, comes the question: we are enjoying all of this in our day to day work? He believes very little. All information about customers and companies available to us, but very few sellers, for example, “do your homework”.

The change is not technological, but human

The speaker stressed that what is changing is the human brain and that are expanding the limits of imagination with digital media. If before the possibility of creating robots serve to liberate man of services that must be carried out, as in the case of the automotive industry, today artificial intelligence serves to receive and process information enabling them to make decisions. This is the case, for example, Amazon robots that move the stock as the product demand.

The future therefore already reached – or is on our doorstep. This is the case of 3D printers, which already generate customized products and individual cells and will soon use as raw material, creating a stock of replacement organs for transplantation.

According to Long, now is the time to forget everything you taught us. “You can`t engage the digital world to our knowledge analog. No use terms digital weapons such as websites and Facebook profiles. We will have to create a new digital soul, “he said, noting that the first step to this is to leave the comfort zone. “Being sustainable is to recycle ideas,” he said, presenting four paradigms that must be changed:

1. Size does not matter

Was there ever a time that could be great security and power. A large company had more access, more potential. Today’s market is the world for all companies, regardless of size. And small are better able to adapt. The key, however, is not losing focus. “Successful companies will have the ability to learn, unlearn and relearn, but always keeping the focus,” he said.

2. What matters is not the business, but the business model

The competition is no longer between companies and became among business models. Thus, some basic concepts are: the use of collaborative systems that can be applied to almost everything, not just innovation, the use of generative systems: each company must create systems to connect people and encourage them to generate new values , ideas and achievements. Sustainability, he believes, is to use what is not being used, as I have found companies that rent cars from one neighbor to another, or others who manage vacant rooms in homes for hosting. It’s the end of the idea of ​​ownership, which is only possible with the use of extelligence.

3. The future is the nexialistas

Have we come to be generalists and specialists. Today, we need nexialista, which is not exactly who knows the answer, but who knows what and who to ask. Given the complexity of the world, you need someone to find links.

4. The great enemy of the good?

For Long, is a key issue before the universe of possibilities in which we are immersed. “If we assume that all can improve in that time we have to stop searching and accept the great good? Before we had all the time in the world, but today the criteria need to be reassessed, “he said. “Successful companies have an understanding of what is good enough. We were taught to take 10 and not giving value for 9, but what is the real need to have the great? “Said Long, companies must incorporate the concept of upgrades, as well as IT companies.

The role of rebels

To conclude, the speaker said that the good guy is expelling the rebels companies. “Every business needs rebels, people who ask ‘why not?’. An organization breaks accommodated in three years, one of the rebels break in three months. There must be a balance between the two. Unfortunately we are in a world that accommodated are doing very well in business. ”

He believes that if a company does not have the ability to nurture rebellious, its future is not assured in a world where imagination has no limits.

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Empresas Fora de Série – Gestão da Mudança para Criar Valor, Inovação e Crescimento

Posted by HWBlog em 28/08/2012

Esta obra, da Dra. Rosabeth Moss Kanter, oferece uma notável investigação das empresas do futuro e das habilidades de gestão necessárias para criar uma sinergia ímpar entre dois lados aparentemente díspares: o desempenho financeiro e a atenção à comunidade e às necessidades sociais. IBM, Banco Real, P&G, Cemex, Omron e outras companhias relatam como fizeram para progredir com a rapidez e a criatividade de empreendimentos menores, gerando resultados ao mesmo tempo em que contribuem para a esfera social.

As convincentes e inspiradoras histórias contadas pela Dra. Kanter revelam que as pessoas estão mais inclinadas a ser criativas quando as empresas onde trabalham valorizam a inovação para ajudar o mundo. Empresas fora de série traduz a essência do novo contexto de negócios que está surgindo no século 21.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

SuperCorp: How Vanguard Companies Create Innovation, Profits, Growth, and Social Good

This work offers a remarkable research enterprises of the future and the management skills needed to create a unique synergy between two seemingly disparate sides: the financial performance and attention to community and social needs. IBM, Royal Bank, P & G, Cemex, Omron and other companies report as to progress made ​​with the speed and creativity of smaller ventures, generating results while contributing to the social sphere.

The compelling and inspiring stories told by Dr. Kanter show that people are more inclined to be creative when the companies they work for value innovation to help the world. Companies outstanding reflects the essence of the new business context that is emerging in the 21st century.

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O que pensam os líderes

Posted by HWBlog em 27/08/2012

Qualificação profissional é a maior preocupação dos executivos brasileiros, depois das questões de tecnologia

Enquanto no mundo as empresas globais consideram a tecnologia o principal fator de preocupação para o seu crescimento, no Brasil é a qualificação dos profissionais que continua sendo o maior desafio.

Esse foi um dos resultados do estudo bienal Global CEO Study 2012, da IBM, apresentado em São Paulo. Segundo o estudo, que ouviu 1 709 empresas de 64 países, sendo 84 do Brasil, os executivos brasileiros também estão preocupados com as competências dos profissionais.

Para eles, as principais aptidões para uma carreira bem sucedida são colaboração, flexibilidade e criatividade, com 85%, 80% e 70% de concordância, respectivamente.

Sobre a qualidade da liderança, os diretores executivos brasileiros disseram que o foco no cliente e a motivação da equipe são elementos cruciais para o sucesso.

Mesmo a tecnologia não sendo a prioridade número um para os empresários brasileiros, como é em outros países, essa questão entrou pela primeira vez como um dos três fatores mais importantes, ficando apenas atrás dos fatores de mercado.

“Isso mostra que para os líderes brasileiros é preciso combinar tecnologia com processos de negócios e profissionais talentosos”, afirma o coordenador do estudo e líder de serviço de consultoria da IBM Jesus Mantas.

O estudo foi divulgado durante o IBM Forum, onde também foi apresentado o novo presidente da IBM Brasil, Rodrigo Kede.

Fonte: Prime News

What do you think leaders

Professional qualification is the greatest concern of Brazilian executives, after the technology issues

As the world global companies consider technology a major factor of concern for their growth in Brazil is the professional qualification that remains the biggest challenge.

This was one of the results of the study biennial Global CEO Study 2012, IBM presented in Sao Paulo. According to the study, which heard 1709 companies from 64 countries, 84 of Brazil, Brazilian executives are also concerned about the skills of professionals.

For them the essential skills for a successful career are collaboration, flexibility and creativity, with 85%, 80% and 70% agreement, respectively.

On the quality of leadership, CEOs said the Brazilian customer focus and team motivation are key to success.

Even if the technology is not the number one priority for Brazilian businessmen, as in other countries, this issue first entered as one of the three most important factors, second only to market factors.

“It shows that for the Brazilian leaders must combine technology with business processes and talented professionals,” says study coordinator and leader of consulting services from IBM Jesus Mantas.

The study was released at the IBM Forum, which was also presented the new president of IBM Brazil, Rodrigo Kede.

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Por um ser humano mais inteligente

Posted by HWBlog em 24/08/2012

O futurista Ray Kurzweil aposta em uma breve ampliação da inteligência humana, propiciada pela revolução biotecnológica

“Criamos tecnologias para nos tornarmos mais inteligentes”, afirmou Ray Kurzweil, inventor e futurista, em uma recente palestra. Para ele, caminhamos a passos largos rumo à ampliação da capacidade humana de processar o mundo, realizando avanços na intersecção entre a biologia e a tecnologia da informação.

Kurzweil esclareceu a Lei da Aceleração das Mudanças, a qual descobriu há 30 anos. Diferentemente do que o pensamento linear consegue imaginar, as mudanças ocorrem de modo exponencial na tecnologia. Enquanto antes da Revolução Industrial a mudança nem era um tema, dado seu passo lento, seu índice, hoje, dobra a cada década.

Para o palestrante, neste século, evoluiremos algo como 20 mil anos, se medidos no ritmo atual. Corroborando seu ponto, reproduziu a fala de um menino de apenas 12 anos que observou a aceleração: “As coisas são tão diferentes de quando eu tinha 8 anos!”.  Além disso, podemos pensar que, há três anos, muitos não usavam as redes sociais e, há dez, não usavam a busca da internet.

O cientista ainda menciona que parâmetros como tráfego de dados na internet, largura de banda do backbone, preço-benefício dos serviços wireless de dados e hosts na internet dobram a cada 12 meses. Um exemplo do fator exponencial em tecnologia é o smartphone, 7 bilhões de vezes mais potente do que o computador que o próprio Kurzweil usava quando era estudante, além de 100 mil vezes menor e muito mais barato.

Essa tendência menor-melhor-mais barato é contínua e afeta tudo o que nos importa. “Não se trata apenas do que carregamos no bolso, mas transformará a produção de alimentos, o suprimento de água e a medicina”, projetou durante sua apresentação.

Biotecnologia e engenharia reversa do cérebro

Até recentemente, novas terapêuticas eram descobertas acidentalmente. No entanto, hoje se considera a biologia como um processo de informação no qual os genes são como programas de software, sequências de zeros e uns, que controlam nossa vida.

Com o custo para sequenciar DNA diminuindo cada ano (o primeiro custou algo próximo a US$ 1 milhão, agora custa US$ 10 mil), cresce a probabilidade de se identificar a predisposição genética das pessoas a doenças, de modo que estas sejam “desligadas”, como disse o palestrante. Outro exemplo de avanço é o reforço que terão nossos eritrócitos, nosso exército destruidor de inimigos. Teremos meios, inclusive, de solucionar distúrbios autoimunes.

Para Kurzweil, os dispositivos tecnológicos nos tornam mais inteligentes, pois, por eles, acessamos quase todo o conhecimento humano o tempo todo. “Agora, as pessoas começam a colocar esses dispositivos em seu corpo. Há orgãos computadorizados, como o pâncreas, que atua como se fosse natural”.

Estudamos o cérebro com precisão que duplica ano a ano e estamos aprendendo como o neocórtex (onde ocorre o pensar) é conectado. “Em meu próximo livro, evidencio que temos 300 milhões de reconhecedores de padrões no neocórtex e defendo que podemos expandi-los, já que teremos nanobits no corpo. Por que não 1 bilhão de reconhecedores, ou 1 trilhão?”

Na previsão de Kurzweil, chegaremos a 2029 com computadores tão inteligentes, em quantidade e qualidade, que seremos qualitativamente melhores na ciências e nas artes.

Ensino obsoleto

O cientista mostra-se descrente do modelo de negócio do ensino superior, que não considera sustentável. “Enviar dois filhos à faculdade nos Estados Unidos pode custar US$ 1 milhão, mas a educação online não custa praticamente nada”, salientou. O MIT realizou estudo que evidenciou que a eficácia do ensino a distância é tão boa quanto a do presencial.

Além disso, para o cientista, devemos aprender fazendo e não apenas recebendo informações de um professor, pois o conhecimento criado no passado está disponível em toda parte. Nesse sentido, a impressão 3D é de grande valia, pois permite que alunos de arquitetura, por exemplo, construam casas reais, do projeto à efetiva montagem dos módulos. Se essa realidade pode ser difícil de conceber, que dirá a impressão 3D de alimentos, que Kurzweil anuncia para daqui a 20 anos. “Em 2020, haverá nanômetros, e poderemos imprimir quase tudo”, projetou.

– Ray Kurzweil

For a human being smarter

The futurist Ray Kurzweil bet on a brief expansion of human intelligence, provided by the biotechnology revolution

“We create technology to become smarter,” said Ray Kurzweil, inventor and futurist, in a recent lecture. For him, walked with long strides toward expanding the human ability to process the world, performing advances at the intersection between biology and information technology.

Kurzweil explained the Law of Acceleration of Change, which found 30 years ago. Unlike the linear thinking can imagine, changes occur in technology exponentially. While before the Industrial Revolution or the change was an issue, given its slow pace, its index today, doubling every decade.

For the speaker, in this century, evolve something like 20,000 years, is measured at the present rate. Corroborating their point, reproduced speech of a boy of only 12 years who observed acceleration: “Things are so different from when I was 8 years old.” Moreover, we think that three years ago, many did not use social networks, and for ten, did not use the internet search.

The scientist also mentions that parameters such as data traffic on the Internet backbone bandwidth, price-benefit of wireless data services and hosts on the Internet doubles every 12 months. An example of the exponential factor in technology is the smartphone, 7 billion times more powerful than the computer that Kurzweil himself wore when I was a student, in addition to 100 thousand times smaller and much cheaper.

This trend lower-better-cheaper is continuous and affects everything that matters to us. “It’s not just that we carry in the pocket, but will transform food production, water supply and medicine”, designed during his presentation.

Biotechnology and reverse engineering the brain

Until recently, new therapies were discovered accidentally. However, today it is considered biology as an information process in which genes are like software programs, sequences of zeros and ones that control our lives.

With the cost of DNA sequencing decreasing each year (the first cost something close to $ 1 million, now costs $ 10 000), increases the likelihood of identifying genetic predisposition to diseases of the people, so that they are “off , “as the speaker. Another example is the breakthrough that will strengthen our erythrocytes, our army destroyer of enemies. We’d means, including solving autoimmune disorders.

For Kurzweil, technological devices make us smarter because, for them, we access almost all human knowledge all the time. “Now, people begin to put these devices in your body. There computerized organs such as the pancreas, which acts as if it were natural. ”

We study the brain accurately than doubles every year and we are learning how the neocortex (where thinking occurs) is connected. “In my next book, which was noticed we have 300 million pattern recognizers in the neocortex and argue that we can expand them, since we nanobits body. Why not recognizers 1 billion, or 1 trillion? ”

In forecasting Kurzweil, arrive at 2029 with computers so smart, in quantity and quality, we will be qualitatively better in the sciences and the arts.

Teaching obsolete

The skeptical scientist shows up the business model of higher education, which considers not sustainable. “Send two sons to college in the United States can cost $ 1 million, but the online education costs practically nothing,” he said. MIT conducted a study which showed that the effectiveness of distance learning is as good as the classroom.

Moreover, for the scientist, we learn by doing and not just receiving information from a teacher, because knowledge created in the past is available everywhere. In this sense, 3D printing is valuable because it allows students of architecture, for example, build real houses, from design to actual installation of the modules. If that reality can be difficult to conceive, let alone 3D printing food, Kurzweil announces that for 20 years from now. “In 2020, there nanometers, and can print almost anything,” projected.

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O negócio é jogar Pôquer

Posted by HWBlog em 16/08/2012

Jogo de cartas mais popular do mundo sintetiza estratégias do mundo corporativo e traz importantes ensinamentos para executivos

Imagine uma partida de pôquer entre Barack Obama, Bill Gates e os militares da Guerra Civil Americana. A cena inspiraria um roteiro de filme, não fosse sua importância em momentos emblemáticos da história política e econômica dos Estados Unidos. O jogo de cartas difundido mundialmente ganha espaço nas mesas de negócios, ao reunir aspectos essenciais para a estratégia empresarial.

Apreciador do pôquer, o professor universitário, palestrante e profissional de treinamentos organizacionais William Shibuya tornou-se um especialista na associação do jogo com o mundo dos negócios.

“Avaliação constante de risco e retorno no longo prazo, análise do ambiente competitivo, tomada de decisão com informações parciais, plano de comunicação e inteligência emocional. Todas essas características estão nas mesas de pôquer, de maneira integrada e ampla”, diz.

O pôquer também contribui para exercitar as habilidades estratégicas de forma intensiva ao aplicá-las a um plano, descobrindo erros e se ajustando à realidade.

“Você pode abandonar a mão, continuar do jeito que está ou aumentar a aposta. Os jogadores qualificados não investem em situações em que o ganho esperado ou o risco não compensa, mas agem agressivamente quando o cenário é favorável”, exemplifica.

Militares, políticos e empresários

Há exemplos clássicos da utilização do pôquer em diversas áreas:

•    Líderes militares da Guerra Civil Americana (1861-1865), Robert Edward Lee e Nathan Bedford Forrest exploravam táticas do jogo para vencer adversários em inferioridade ou forçar a rendição usando o blefe.

•    O plano de recuperação econômica lançado após o crash na Bolsa de Valores em 1929 foi batizado como New Deal, expressão que representa a redistribuição das cartas no pôquer, o que renova as esperanças dos perdedores.

•    O caminho do presidente do norte-americano Barack Obama até a Casa Branca teria começado em sessões semanais de pôquer no estado de Illinois, ao lado de democratas e republicanos, como forma de quebrar resistências entre os políticos locais.

•    O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, revelou que o plano de negócios da gigante da informática foi concebido em noitadas de pôquer ao lado de um colega de faculdade, Bill Gates.

Shibuya observa que, no pôquer, o status tem seu valor, mas o que conta é o desempenho financeiro e o gerenciamento de risco. “A Microsoft nunca almejou inovação e riscos, como a Apple, mas acumula uma história de grandes resultados financeiros”, compara.

Enquanto isso, o Brasil ainda está atrás no placar.

Pela instabilidade econômica que o país enfrentou por muito tempo, o brasileiro não está acostumado a pensar no longo prazo e comumente atribui o sucesso à sorte ou a um esquema eticamente questionável.

“Ele considera o blefe uma trapaça, quando na verdade é um investimento ousado para afugentar competidores”, diz o professor, lembrando que a indústria cinematográfica aplica a estratégia do pôquer aos grandes lançamentos, ao anunciar a época em que serão exibidos antes de estarem prontos. “Dificilmente a concorrência lançará seu filme na mesma data. Mas essa estratégia só funciona quando se tem credibilidade”, explica.

Shibuya entende que a prática do jogo consiste em ver não só o que está à sua frente, mas também o que está ao lado e ao redor.

“No Brasil, ainda prevalece a especialização profissional. A estratégia entende que o objetivo é harmonizar ao invés de conflitar, mas poucos empresários vislumbram esse cenário. São gênios comerciais, mas não sabem manter seu orçamento sob controle”, conclui.

10 mandamentos do pôquer

1.    Sempre há risco; a questão é qual assumir.

2.    Quanto mais informações, menor o risco.

3.    Apostar mais do que deveria para ter o mesmo retorno é ineficiência.

4.    Deixou de ganhar quando poderia, perdeu dinheiro.

5.    Analise o ambiente. Identifique os competidores, as ameaças e as vítimas.

6.    Entenda a missão e o perfil de cada jogador: ele pode ser um cliente ou parceiro.

7.    Vislumbre os cenários possíveis e avalie suas consequências.

8.    Você sempre estará em busca de novas informações.

9.    Entenda e se interesse pelas pessoas que estão jogando com você. Mas pratique o autoconhecimento, entendendo qual a sua situação em cada cenário do jogo.

10.  Comunicação envolve gestos, entonação, ação, vestimenta e linguagem corporal.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

The thing is to play Poker

Card game world’s most popular strategies summarizes the corporate world and has important lessons for executives

Imagine a poker game between Barack Obama, Bill Gates and the military Civil War. The scene would inspire a movie script, its importance was not emblematic moments of political and economic history of the United States. The card game is gaining ground worldwide spread on the tables of business by bringing together key aspects to the business strategy.

Fond of poker, the university professor, lecturer and professional organizational training Shibuya William became an expert in pool play with the world of business.

“Ongoing evaluation of risk and return in the long term, competitive environment analysis, decision-making with partial information, communication plan and emotional intelligence. All these features are at the poker tables, an integrated and comprehensive, “he says.

Poker also contributes to exercise the strategic skills intensively to apply them to a plan, finding errors and adjusting to reality.

“You can drop your hand, continues the way it is or raise. Qualified players do not invest in situations where the expected gain or not worth the risk, but act aggressively when the scenario is favorable, “he explains.

Military, politicians and businessmen

There are classic examples of the use of poker in several areas:

• Military leaders of the American Civil War (1861-1865), Robert Edward Lee and Nathan Bedford Forrest explored tactics to win the game in inferior opponents or force the surrender using the bluff.

• The economic recovery plan was released after the stock market crash in 1929 was named as New Deal, an expression that represents the redistribution of the cards in poker, which renews the hopes of the losers.

• The path of the U.S. President Barack Obama to the White House would have started in weekly sessions of poker in the state of Illinois, along with Democrats and Republicans as a way to break resistance among local politicians.

• Microsoft CEO Steve Ballmer revealed that the business plan of the computer giant was conceived in poker nights next to a college friend, Bill Gates.

Shibuya notes that, in poker, the status is of value, but what counts is the financial performance and risk management. “Microsoft never longed for innovation and risk, such as Apple, but accumulates a history of great financial results,” he explains.

Meanwhile, Brazil is still behind on the scoreboard.

For the economic instability that the country faced a long time, the Brazilian is not used to thinking long term and often attributes the success to luck or to schedule an ethically questionable.

“He sees a bluffing trick, when in fact it is a bold investment to ward off competitors,” he says, noting that the film industry implements the strategy of poker to major releases, announcing the time to be displayed before they are ready . “Hardly competition to launch his film on the same date. But this strategy only works when you have credibility, “he explains.

Shibuya believes that the practice of the game is to see not only what lies ahead, but also what is beside and around.

“In Brazil, the prevailing professional expertise. The strategy considers that the aim is to harmonize rather than conflict, but few businessmen envision this scenario. They are business geniuses, but not know how to keep your budget under control, “he concludes.

10 Commandments of Poker

1. There is always risk, the question is what to assume.

2. The more information, the smaller the risk.

3. Betting more than you should to have the same return is inefficient.

4. He stopped when he could win, lost money.

5. Analyze the environment. Identify competitors, threats and victims.

6. Understand the mission and profile of each player: it can be a customer or partner.

7. Glimpse of the possible scenarios and evaluate their consequences.

8. You’re always looking for new information.

9. Understand and interest in people who are playing with you. But practice self-awareness, understanding what your situation in each scenario of the game.

10. Communication involves gestures, intonation, action, dress and body language.

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Desvendando a gestão do conhecimento

Posted by HWBlog em 15/08/2012

A gestão do conhecimento sempre esteve implícita nos modelo organizacionais de gestão das organizações. Ou seja, tratar da questão do conhecimento e do aprendizado organizacional não é algo novo no contexto gerencial. Sua explicitação e sistematização, no entanto, é algo recente. Some-se a isto o enorme impacto causado pela internet e tecnologias associadas na capacidade de acessar informação de valor e se conectar com indivíduos com interesses ou experiências relevantes, e a gestão do conhecimento como abordagem gerencial formalizada nas organizações se tornou uma realidade e uma necessidade.

Mas o que é gestão do conhecimento? É um foco gerencial deliberado, sistemático e organizado para desenvolver, alavancar e proteger o capital intelectual da organização. Iniciativas bem-sucedidas de gestão do conhecimento aumentam a produtividade do trabalhador do conhecimento, na medida em que podem:

1.  Afetar os inputs do trabalho intelectual, facilitando acesso à informação organizadas e valiosa e a colegas e especialistas com conhecimento relevantes;

2.Influenciar o processo invisível do trabalho intelectual, criando ambientes motivadores e desafiadores; e

3. Valorizar os outputs do trabalho intelectual, reconhecendo a proposição de ideias, a disseminação do conhecimento e os resultados advindos da implantação de inovações.

Na prática, pode-se dizer que a gestão do conhecimento está em um estágio relativamente maduro quando ela se associa diretamente ao posicionamento e objetivos estratégicos da organização, e há uma governança bem estabelecida que garanta que diversos atores, métodos e tecnologias estejam alinhados e entregando resultados específicos.

Segundo uma perspectiva mais prática, a gestão do conhecimento se viabiliza a partir de:

1. Consideração do conhecimento como elemento da estratégia competitiva da empresa;

2. Execução de processos sistematizados de criação, aquisição, codificação, organização, disseminação e proteção do conhecimento;

3. Adoção de metodologias para gestão do conhecimento, tais como programas de ideias, comunidades de prática, lições aprendidas, banco de melhores práticas, análise de redes sociais, páginas amarelas de especialistas, mapeamento de conhecimentos críticos e de competências, educação a distância e storytelling;

4. Uso de tecnologias da informação para apoio à gestão do conhecimento, tais como busca avançada, portais corporativos, gestão de conteúdo, bibliotecas virtuais, fóruns de discussão, blogs, web-conferência e mensagem instantânea;

5. Fomento de uma cultura que valorize o capital humano e a criação e disseminação do conhecimento; e

6. Utilização de indicadores de desempenho que identifiquem e meçam elementos tangíveis e intangíveis da gestão do conhecimento.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

Unlocking the knowledge management

Knowledge management has always been implicit in the organizational model for managing organizations. That is, address the issue of knowledge and organizational learning is nothing new in the context of management. His explanation and systematization, however, is something recent. Add to this the enormous impact the Internet and associated technologies in the ability to access valuable information and connect with individuals with relevant interests or experience, and knowledge management as a formalized approach to management in organizations has become a reality and a necessity.

But what is knowledge management? It is a management focus deliberate, systematic and organized to develop, leverage and protect the intellectual capital of the organization. Successful initiatives of knowledge management increases the productivity of knowledge worker, as it can:

1. Affect the inputs of intellectual work, facilitating access to information and organized and valuable colleagues and experts with relevant knowledge;

2. Influence the invisible process of intellectual work, creating motivating and challenging environments, and

3. Valuing the outputs of intellectual work, recognizing the proposition of ideas, dissemination of knowledge and the results from the implementation of innovations.

In practice, one can say that knowledge management is a relatively mature stage when it is directly associated positioning and strategic goals of the organization, governance and there is a well established to ensure that various actors, methods and technologies are aligned and delivering specific results.

According to a more practical perspective, knowledge management is made possible from:

1. Consideration of knowledge as part of the company’s competitive strategy,

2. Systematic implementation of processes for creating, acquiring, encoding, organization, dissemination and protection of knowledge;

3. Adoption of methodologies for knowledge management programs such as ideas, communities of practice, lessons learned, best practices database, social network analysis, expert yellow pages, mapping of critical knowledge and skills, distance education and storytelling;

4. Use information technology to support knowledge management, such as advanced search, enterprise portals, content management, virtual libraries, discussion forums, blogs, web conferencing and instant messaging;

5. Promoting a culture that values ​​human capital and the creation and dissemination of knowledge;

6. Use of performance indicators to identify and measure tangible and intangible elements of knowledge management.

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Como ficar ligado o tempo todo

Posted by HWBlog em 14/08/2012

O que os pilotos podem ensinar aos executivos e empresários.

1. Não perca a concentração: O piloto viaja; a mente dele não. É preciso estar focado nos passageiros, no painel de controle e no que acontece do lado de fora da aeronave.

2. Reconheça o momento de mudar de rota: Insistir no erro só piora a situação. Diante de imprevistos, quanto mais flexibilidade para mudar, mais chances de se sair bem.

3. “Eu acho” não é argumento: Na dúvida, o piloto não decola. Arriscar-se no meio de uma tempestade ou voar com pouco combustível pode ser fatal.

4. Espere o inesperado: O planejamento de voo resume-se a antever panes, obstáculos e perigos, como os urubus de plantão. O “aqui e agora” do piloto inclui tudo o que pode dar errado dali a pouco.

5. Não entre no piloto automático: Fuja da zona de conforto e mantenha a mente alerta. Acreditar que a experiência sempre manterá tudo sob controle é um grande risco.

6. Assuma a liderança: O piloto tem conhecimento, experiência e visão para decidir o que fazer em caso de emergência. Lá no alto, nenhum título, posto ou cargo é mais importante do que o dele.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

How to stay connected all the time

What the pilots can teach executives and entrepreneurs.

1. Do not lose your concentration: The pilot travels, his mind does. You must be focused on passengers, the control panel and what happens outside the aeroplane.

2. Recognize the time to change course: Insist on error only worsens the situation. In the face of unforeseen events, the more flexibility to change, the more chances to do well.

3. “I think” is not an argument: When in doubt, the pilot does not take off. Venturing into the middle of a storm or fly low on fuel can be fatal.

4. Expect the unexpected: The flight planning boils down to predict crashes, obstacles and dangers, such as vultures on duty. The “here and now” of the pilot includes everything that can go wrong pretty soon.

5. Do not get on autopilot: Escape from the comfort zone and keep the mind alert. Believing that experience will always keep it under control is a big risk.

6. Take the lead: The pilot has the knowledge, experience and vision to decide what to do in an emergency. At the top, no title, rank or position is more important than his.

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5 razões que fazem os otimistas serem melhores líderes nos negócios

Posted by HWBlog em 13/08/2012

5 razões que fazem os otimistas serem melhores líderes nos negócios

Para colunista da Forbes, otimismo é a característica mais importante que os líderes devem ter e ressalta que o mercado precisa de gestores que inspiram seus profissionais

Quando se fala em gestão e liderança, a visão de mundo faz a diferença entre ser um bom líder ou não para seus colaboradores. Para o coaching em comunicação, Carmine Gallo, o otimismo é a característica mais importante que os líderes de hoje devem ter.

Cinco razões

Pensando nisso, Gallo publicou um artigo na Forbes sobre as cinco razões que fazem os otimistas serem melhores líderes para seus colaboradores. Ainda não acredita? Confira a lista:

1. Otimistas iniciam o negócio: um otimista vê oportunidade onde os outros não veem. Quando a economia está com dificuldades e milhões de pessoas estão desempregadas, o pessimista usa esses fatores como desculpa para não arriscar.

Já o otimista não se deixar levar pelos obstáculos e contratam mais pessoas. Como Winston Churchill disse uma vez: “Os otimistas veem oportunidade em cada dificuldade”.

2. Otimistas têm mentalidade de sucesso: se uma pessoa é pessimista, simplesmente não será bem sucedido em um ambiente econômico difícil, pois não saberá como lidar com ele. Ter pensamentos positivos frente aos problemas faz um gestor seguir em frente e enfrentar outras barreiras.

3. Otimistas são comunicadores inspiradores: inspirar alguém é provocar um entusiasmo dentro dele. Se não pode suscitar esse sentimento por uma ideia, você não é um comunicador forte.

“Eu trabalho diretamente com alguns dos melhores comunicadores do mundo. Todos são mais otimistas que a média da população”, afirma Gallo.

4. Otimistas contagiam pessoas: por mais dura que a vida esteja, alguém sorrindo e ressaltando o lado positivo anima qualquer um. Gallo dá o exemplo de Churchill, que sozinho, virou a opinião pública na Segunda Guerra Mundial com uma série de discursos positivistas: levantou a confiança dos ingleses e deu a eles uma certeza de que poderia lutar e vencer. Os membros do gabinete de guerra de Churchill disseram que suas palavras e atitude fez as pessoas se sentirem mais corajosas com sua presença.

5. Otimistas são imunes ao efeito recência: todos precisam de otimistas no ambiente de trabalho para combater o “efeito de recência”, que, em termo psicológico, significa que as experiências mais recentes são mais lembradas e as experiências antigas são esquecidas.

“Precisamos de líderes que são imunes ao efeito de recência e que vê além da crise atual, lembrando-nos de longo prazo. Nenhuma recessão é sempre tão ruim quanto parece no momento. Se você está cercado por pessimistas é provável que você assuma o mesmo comportamento”, explica ao artigo da Forbes.

Gallo ressalta que hoje o mercado precisa de líderes que inspiram seus profissionais e clientes, passando confiança de que no final, tudo dará certo.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

5 reasons why optimists are better leaders in business

Columnist for Forbes, optimism is the most important characteristic that leaders must have and points out that the market needs of managers who inspire their professional

When it comes to management and leadership, world view makes the difference between being a good leader or not to its employees. For coaching in communication, Carmine Gallo, optimism is the most important feature that today’s leaders should have.

Five reasons

Thinking about it, Gallo published an article in Forbes about the five reasons that make the best leaders are optimistic for their employees. Still do not believe? Check the list:

1. Optimistic start the business: an optimist sees opportunity where others do not see. When the economy is struggling and millions of people are unemployed, the pessimist uses these factors as an excuse not to risk.

Have the optimist not to be swayed by obstacles and hire more people. As Winston Churchill once said: “The optimist sees opportunity in every difficulty.”

2. Optimists have a mindset for success: if a person is pessimistic, simply will not be successful in a difficult economic environment, it does not know how to handle it. Having positive thoughts regarding the problems does a manager go ahead and face other barriers.

3. Optimists are inspiring communicators: inspire someone is to bring enthusiasm into it. If you can not raise this feeling for an idea, you are not a strong communicator.

“I work directly with some of the best communicators in the world. All are more optimistic than the average population, “said Gallo.

4. Optimists infect people, however hard life is, someone smiling and pointing out the positive side encourages anyone. Gallo gives the example of Churchill, who alone, turned public opinion in the Second World War with a series of speeches positivists: the confidence of the English rose and gave an assurance that they could fight and win. The members of Churchill’s war cabinet said that his words and attitude made people feel more courageous with their presence.

5. Optimists are immune to recency effect: everyone needs optimistic in the workplace to combat the “recency effect”, which in psychological terms, this means that the more recent experiences are most remembered and past experiences are forgotten.

“We need leaders who are immune to the recency and sees beyond the current crisis, reminding us long term. No recession is ever as bad as it seems at the moment. If you’re surrounded by pessimistic you are likely to assume the same behavior, “says the Forbes article.

Gallo points out that today the market needs leaders who inspire their staff and customers, through confidence in the end, everything will be alright.

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De olho no futuro

Posted by HWBlog em 10/08/2012

Ninguém que ver a vida profissional estagnar-se, nem ser preterido diante de uma oportunidade dos sonhos.

Para manter-se competitivo no trabalho, porém é preciso atender às exigências do mercado.

“As empresas buscam líderes capazes de trazer novas ideias e de propor pensamentos estratégicos de longo prazo” resume Gustavo Parise, diretor de consumo da consultoria Korn/Ferry, especializado na formação de líderes.

Veja as dicas do consultor para se enquadrar nesse perfil:

1 – Uma pesquisa realizada pela Korn/Ferry concluiu que 70% do conhecimento profissional vem do dia a dia no trabalho. Portanto, envolver-se com os projetos da empresa, quando possível, com os de outras áreas também, é uma excelente forma não só de se manter atualizado sobre o que acontece dentro dela como também de adquirir novas habilidades.

2 – Cursos e congressos podem completar aqueles 30% que a rotina de trabalho não supre: além do aprendizado direto obtido nas aulas (10% do conhecimento), o profissional amplia sua rede de contatos e troca experiências com os demais alunos do curso (20%), grupo que pode incluir profissionais de outras áreas e de outros países.

3 – De nada adianta ser um expert na área em que se atua mas balbuciar no momento de expor as ideias. Existem cursos de comunicação e de apresentação que ajudam os mais acanhados a falar em público e a relacionar-se com os colegas. Os muito tímidos podem ainda recorrer a cursos de teatro, ótimo meio de superar a inibição e aumentar assim a autoconfiança.

4 – Acrescentar idiomas ao currículo, além dos obrigatórios inglês e espanhol, pode fazer a diferença. “Mas tão importante quanto falar outras línguas é conhecer diferentes culturas. Estudar os modos e costumes dos estrangeiros, com os quais se tem de conviver pode evitar uma gafe que comprometa, por exemplo, a negociação de um contrato” lembra Parise.

Gustavo Parise: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Looking to the future

No one who sees life stagnate or be passed over the face of a dream opportunity. To stay competitive in the job, but you need to meet market demands. “Companies seek leaders who can bring new ideas and thoughts to propose long-term strategic” resume Gustavo Parise, director of consumer consultancy Korn / Ferry, which specializes in leadership training. See the tips of the consultant to fit this profile: 1 – A survey by Korn / Ferry found that 70% of professional knowledge has day to day work. So get involved with the company’s projects, when possible, with other areas too, is not only a great way to keep updated on what happens inside but also to acquire new skills. 2 – Courses and conferences can complete those 30% that the routine work does not provide, beyond the direct learning obtained in class (10% of knowledge), to widen their network of professional contacts and exchange experiences with other students of the course (20 %), a group that may include professionals from other areas and other countries. 3 – It does not help to be an expert in the area in which it operates but babbling at the time of exposing ideas. There are courses in communication and presentation that help the most timid to speak in public and relate to colleagues. The timid can also use theater courses, great way to overcome the inhibition and thereby increase self-confidence. 4 – Add language to the curriculum beyond the required English and Spanish, can make a difference. “But as important as speaking other languages ​​is to know different cultures. To study the manners and customs of foreigners, with whom he has to live can avoid a gaffe that compromises, for example, the negotiation of a contract “Parise recalls.

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