PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Seja CEO da sua carreira e, depois, da empresa dos seus sonhos

Posted by HWBlog em 26/12/2012

Seja CEO da sua carreira e, depois, da empresa dos seus sonhos

O mundo corporativo vive um cenário novo, repleto de mudanças rápidas e cargos que exigem muito dos profissionais.

Por isso, o jovem inicia sua carreira com o olhar direcionado para os altos cargos. Dentre eles, o posto de CEO (Chief Executive Officer ou, em português, Diretor Executivo) é o mais desejado. Ao contrário do que muitos pensam as competências e talentos necessários para ocupar um cargo como esses podem ser executados em qualquer etapa da carreira. Na verdade, quanto mais cedo se põe em prática, mais chances o jovem terá de realizar o sonho de um dia assumir a liderança de uma empresa.

Na verdade, poucos sabem o que faz um CEO e alguns até se questionam se ele é uma espécie de “Super-Homem” dentro das organizações. Será que é? A resposta é simples: não.

Esse profissional é reconhecido por sua capacidade de realização e transformação. Suas competências fazem com que ele consiga trazer melhores resultados para a empresa, tanto no que diz respeito aos lucros como à produtividade. Sua figura inspira os demais membros a trabalharem melhor e alcançarem suas metas de forma concreta e objetiva.

Acredito que antes de atingir esse cargo, o primeiro passo a ser dado é assumir a direção da própria vida, tanto profissional quanto pessoal. O que isso quer dizer? Precisamos assumir a responsabilidade das nossas ações, bem sucedidas ou não, dos nossos acertos e erros; aprender a tomar decisões e sustentá-las. Outras habilidades que precisam ser desenvolvidas para que se alcance o sucesso profissional são as capacidades de liderar e estabelecer metas ambiciosas, porém alcançáveis, para que não se crie frustrações desnecessárias.

Do outro lado do processo, ou seja, para quem já chegou ao cargo de CEO, é imprescindível que se mantenha o espírito jovem somado à voz da maturidade. Assim, esse profissional poderá transformar, aprender e inovar com mais facilidade e consistência. Estudos comprovam que as mudanças que demoravam anos para se concretizar durante as décadas de 80 e 90, hoje acontecem em três e cinco dias.

Dentre as competências mais importantes para um executivo que deseja obter sucesso no mercado, em ordem de importância, segundo uma pesquisa realizada pela PricewaterhouseCoopers, estão: flexibilidade para mudanças, liderança, capacidade de desenvolver pessoas, espírito colaborativo, criatividade, inovação e, por último, visão a longo prazo para antecipar e administrar os riscos para a empresa.

É importante que o jovem fique atento para não colocar o objetivo de se tornar um CEO em primeiro foco para sua carreira, nem com um fim, mas encarar esse fato como uma consequência de suas realizações ao longo do tempo. Estar no topo significa que mais responsabilidades serão assumidas, por isso, volto a dizer que é melhor começar pelas responsabilidades da própria carreira.

Algumas ações podem ajudá-lo a ser o CEO do futuro, como:

Priorizar atividades que geram resultados – Não perca tempo com atividades que não tragam bons resultados. Conte com o planejamento estratégico para alcançar níveis de excelência ao longo do seu dia-a-dia;

Buscar responsabilidades e assumi-las – Sabe aquele projeto importante que o seu chefe está para começar? Prepare-se e esteja à disposição para colaborar. Para que você possa ser visto, muitas vezes é preciso se expor. Não espere, crie suas próprias oportunidades e lembre-se: quem não é visto não é lembrado;

Inovar e criar – Não realize suas tarefas de maneira automática, ou seja, pense sempre no que pode ser melhorado. Inovação é algo que toda empresa busca e, se você fizer isso também, há grandes chances de criar algo que faça a diferença para sua organização;

Aprender a cada instante – Aproveite todas as oportunidades para aprender algo novo. Acredite que não existem erros e acertos, apenas resultados. A partir deste pensamento, idealize maneiras de aprender com os resultados e ir à busca das suas metas;

Investir em você – Estude, trabalhe seu desenvolvimento pessoal e busque atividades que realmente lhe dão prazer e geram mais impacto positivo nos seus resultados. Para crescer na empresa é preciso crescer internamente, como indivíduo.

Conviver com profissionais experientes; estudar seus comportamentos, a forma como pensam, agem e superaram desafios; a maneira de se comunicar com o restante da equipe; e as estratégias que usam para lidar com as crises pode contribuir significativamente para o jovem “comprimir décadas em dias”. Com isso é possível aprender em pouquíssimo tempo o que seu modelo demorou para aprender em uma vida. Mas, não adianta conhecer e saber o que eles fazem e como fazem se nada for colocado em prática.

Por isso, não se esqueça: o segredo está em entrar em ação para descobrir qual será o seu real caminho.

Carlos Cruz, consultor

Be the CEO of your career and then the company of your dreams

The corporate world is experiencing a new scenario, filled with rapid and positions that require a lot of professionals.

Therefore, the young started his career with his gaze directed to senior positions. Among them, the post of CEO (Chief Executive Officer or, in Portuguese, Executive Director) is the most desired. Contrary to what many think the skills and talents needed to fill a seat as these can be run at any stage of their career. In fact, the sooner you put into practice, the more likely the couple will have to realize the dream of one day take over the leadership of a company.

In fact, few know what makes a CEO and some even question whether it is a kind of “Superman” within organizations. Is it? The answer is simple: no.

This professional is recognized for its ability to achieve and transformation. His skills make him able to bring better results for the company, both in respect of profits and productivity. His figure inspires other members to work better and achieve their goals in a concrete and objective.

I believe that before reaching this position, the first step to be taken is to assume the direction of their lives, both professionally and personally. What does this mean? We need to take responsibility for our actions, successful or not, our successes and mistakes; learn to make decisions and support them. Other skills that need to be developed for achieving professional success are the ability to lead and establish ambitious but achievable, so as not to create unnecessary frustration.

On the other side of the process, ie, for those who have reached the position of CEO, it is essential to maintain the youthful spirit combined with the voice of maturity. So this could turn professional, learn and innovate more easily and consistently. Studies show that the changes that took years to materialize during the 80s and 90s, today happen in three to five days.

Among the most important skills for an executive who wants to succeed in the market, in order of importance, according to a survey by PricewaterhouseCoopers, are: flexibility for change, leadership, ability to develop people, collaborative spirit, creativity, innovation, and finally , long-term vision to anticipate and manage the risks to the company.

It is important that the youth be careful not to put the goal of becoming a CEO to first focus on your career, nor an end, but look at this as a result of their achievements over time. Being at the top means that more responsibilities will be assumed, therefore, I would say it is best to start by the responsibilities of his own career.

Some actions may help you to be the CEO of the future, such as:

Prioritize activities that generate results – Do not waste time with activities that do not bring good results. Count on strategic planning to achieve levels of excellence throughout their day-to-day;

Search and responsibilities take them – you know the one major project that your boss is about to begin? Prepare yourself and be ready to collaborate. So you can be seen, it is often necessary to expose themselves. Do not wait, create your own opportunities and remember: who is not seen is not remembered;

Innovate and create – Do not perform their tasks in an automatic way, ie always think what can be improved. Innovation is something that every company seeks and, if you do it well, chances to create something that makes a difference to your organization;

Learn every moment – Take every opportunity to learn something new. Believe that there are no rights and wrongs, only results. From this thought, figure out ways to learn from the results and go to the pursuit of their goals;

Investing in You – Study, work and pursue their personal development activities that really give you pleasure and generate more positive impact on their results. To grow the company must grow internally as an individual.

Living with experienced professionals; studying their behavior, the way they think, act and overcame challenges, the way you communicate with the rest of the team, and the strategies they use to cope with crises can contribute significantly to the young “compress decades into days. ” With this you can learn in a short time what took his model to learn in a lifetime. But it’s no use to know and learn what they do and how they do if nothing is put into practice.

So do not forget: the secret is to take action to find out what its real path.

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Antissociais

Posted by HWBlog em 21/12/2012

Executivo SeniorOs executivos e alto desempenho não têm tempo sobrando; passam muitas horas em reuniões ou gerindo suas empresas. Nem pensam em fazer parte do mundo das redes sociais.

“É preocupante: os CEOs das grandes companhias são virtualmente invisíveis em redes como Facebook ou Twitter”, diz Josh James, fundador e CEO da Domo, empresa especializada em negócios inteligentes.

Em parceria com a Ceo.com, James realizou uma pesquisa entre os diretores-executivos que figuram na Fortune 500 sobre seus hábitos nas redes sociais. E o resultado foi surpreendente:

70% dos líderes das principais organizações norte-americanas não estão registrados no Facebook, no Twitter, no LinkedIn, no Pinterest ou no Google Plus, enquanto metade da população dos Estados Unidos participa ativamente dessas redes.

Apenas 7,6% dos CEOs presentes na Fortune 500 têm perfil no Facebook e só 4% deles abriram uma conta no Twitter. De outro lado, 26% dos líderes estão registrados no LinkedIn, rede que pouco seduz o público: somente 20,15% dos norte-americanos.

“Esperávamos maior participação, levando em conta que o Facebook, o Twitter e o LinkedIn são parte da vida de muitas empresas e espaço em que a maioria delas se relaciona com seus clientes.

Os líderes que utilizam as redes sociais estão contribuindo para o crescimento de seus negócios, atraindo clientes e gerando exposição para suas marcas. Na medida em que os consumidores tornam-se mais ligados ao mundo digital, os CEOs deveriam acompanhar essa tendência”, escreveu James recentemente em um blog da Forbes

O fato é que o mundo mudou, e, se os CEOs não começarem a falar por si, outros falarão por eles, como já acontece com dezenas de contas falsas em nome de personalidades famosas, incluindo CEOs das empresas da Fortune 500.

– Josh James

Antisocial

Executives and high performance do not have time to spare, spend many hours in meetings or managing their businesses. Nor do they think of the world of social networking.

“It is worrying: the CEOs of large companies are virtually invisible on networks like Facebook or Twitter,” said Josh James, founder and CEO of Domo, a company specializing in business intelligence.

In partnership with Ceo.com, James conducted a survey among CEOs in the Fortune 500 listed on their social networking habits. And the result was surprising:

70% of leaders of major U.S. organizations are not registered on Facebook, on Twitter, on LinkedIn, on Pinterest or Google Plus, while half of the U.S. population actively participates in these networks.

Only 7.6% of Fortune 500 CEOs are present in the Facebook profile and only 4% of them opened a Twitter account. On the other hand, 26% of leaders are registered on LinkedIn, network little seduces the audience: only 20.15% of Americans.

“We expected more participation, taking into account that Facebook, Twitter and LinkedIn are part of life for many companies in that space and most of them relate to their customers.

Leaders who use social networks are contributing to the growth of their business, attracting customers and generating exposure for their brands. Insofar as consumers become more connected to the digital world, CEOs should follow this trend, “James wrote recently in a Forbes blog

The fact is that the world has changed, and if CEOs do not begin to speak for themselves, others will speak for them, as already happens with dozens of fake accounts in the name of famous personalities, including CEOs of Fortune 500 companies.

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Sete tecnologias corporativas que vão naufragar em 2013

Posted by HWBlog em 21/12/2012

tecnologias 2013Chame-os de “as maiores falhas do mercado tecnológico”. Em 2013, algumas tecnologias vão desaparecer em um abismo e suspirar antes de finalmente morrer. Para executivos de TI que procuram fazer planos de contingência e aprovar orçamentos, essas são as tecnologias a se evitar.

1. Aplicações legadas

Relato: Gartner diz que SaaS agora está substituindo e expandindo aplicações legadas

Isso significa não ter que executar ou manter apps legados em um centro de dados. Você ainda pode depender de aplicações legadas, mas não irá executá-las da mesma maneira ou gerenciá-las em seus próprios data centers.

2. Aplicações móveis

Os mais brilhantes pensadores da tecnologia tem previsto o fim dos apps há algum tempo. Doug Pepper, da InterWest Partners, empresa de capital de risco, diz que os aplicativos se transformarão em agentes inteligentes que sabem sobre nossas preferências, localização, hora do dia e até mesmo nossa agenda.

Análise: Aplicativos Mobile: App vs App Nativo

Não precisaremos mais de um aplicativo de clima e tempo, ou até mesmo um widget. Em vez disso, o telefone irá personalizar a tela inicial para fornecer apenas os dados que precisamos com base em nossas próprias personalizações. Isso significa não ter de gerir centenas de aplicativos.

3. As tradicionais aréas de trabalho

Este é um paradigma interessante que pode exigir alguns ajustes em nosso pensamento. Hoje, seu PC desktop é o lugar onde você guarda aplicativos e fotos de seus filhos. Ao longo dos últimos anos, no entanto, dispositivos como o Google Chromebox mostraram quão antiquado um desktop é. (O Chromebox tem apenas um navegador. E nenhuma área de trabalho.)

Notícia: Windows 8 não traz boas vendas para PCs de consumo

Piriano, da ScienceLogic, diz que o desktop irá morrer em 2013, com as empresas cada vez mais se deslocando para uma área de trabalho virtual na nuvem .

4. Smartphones BlackBerry

Previsões sobre a morte iminente do smartphone BlackBerry já rodam por aí há mais de um ano. Atrasos constantes nas atualizações do sistema operacional e gerenciamento do volume de negócios são apenas parte do problema.

Análise: Novos dispositivos BlackBerry 10 impressionam, mas eles podem salvar a RIM?

A real questão: funcionários querem um celular de consumidor que possam usar no trabalho. Estamos conectados 24 horas por dia, 7 dias da semana, então ter um aparelho da empresa onde não é possível jogar Angry Birds não faz mais sentido.

5. Windows Phone

Android e iPhone ganharam, e, em 2013, a Microsoft finalmente decide desistir do Windows Phone. Por mais que a plataforma combine com o Windows 8 e os tablets Surface, o interesse do consumidor não está nem perto de relevante. A IDC espera que o Windows Phone tenha uma fatia de mercado de 11%  em 2016, enquanto a Ovum sugere uma participação de 13% em 2017, mas há poucos sinais de que os usuários do Android e do iPhone estão prontos para a mudança.

Blog: Windows Phone pode superar BlackBerry, mas isso importa?

Das 40 pessoas que eu conheci em uma recente conferência de tecnologia, poucas tinham um Android, o resto tinha iPhone e nenhuma um Windows Phone. Se os early adopters desistirem da plataforma, o que vai restar?

6. Private Branch Exchange (PBX)

O telefone de mesa em seu espaço de trabalho pode estar nas últimas. Adam Hartung, da consultoria  Spark Partners, diz que a maior falha de tecnologia em 2013 será o tradicional sistema corporativo de PBX.

Estudo de Caso: Implementando VoIP: Lições aprendidas ao tentar matar o PBX

O problema é que os custos crescentes e taxas de manutenção parecem cada vez menos atraente para as empresas, especialmente quando os funcionários começaram a trazer seus próprios gadgets para o trabalho e os utilizam exclusivamente. “Os funcionários estão felizes em trazer seu próprio telefone”, diz Hartung. “As empresas só precisam saber como coletar e gerenciar as conexões.”

7. Máquinas de fax

A máquina de fax finalmente morrerão no próximo ano, diz Keval Desai, um sócio da InterWest. Nós todos sabemos que fax é um sinal de uma outra época, quando os nossos dados fluiam através de linhas telefônicas. Novos serviços, como o Adobe EchoSign, oferecem uma maneira para que advogados, agentes de seguros e seu agente imobiliário obtenham uma assinatura digital verificável e transmitam contratos legais com autenticação completa.

Concordam com o autor do artigo?

– John Brandon, CIO/EUA

Seven enterprise technologies that will sink in 2013

Call them “the greatest failures of the technology market.” In 2013, some technologies will disappear into an abyss and sigh before finally dying. For IT executives seeking to make contingency plans and approve budgets, these technologies are to be avoided.

1. Legacy applications

Report: Gartner says that SaaS is now expanding and replacing legacy applications

This means not having to run legacy apps or maintain in a data center. You can still rely on legacy applications, but will not run them the same way or manage them in their own data centers.

2. Mobile Applications

The brightest thinkers in technology has predicted the end of the apps for some time. Doug Pepper of InterWest Partners, a venture capital firm, says that applications will become intelligent agents that know about our preferences, location, time of day and even our agenda.

Analysis: Mobile Apps: Native App vs. App

We will not need more than one application of climate and weather, or even a widget. Instead, the phone will customize the home screen to provide only the data we need based on our own customizations. This means not having to manage hundreds of applications.

3. The traditional areas of work

This is an interesting paradigm that may require some adjustments in our thinking. Today, your desktop PC is the place where you keep applications and photos of their children. Over recent years, however, devices such as Google Chromebox shown how a desktop is fashioned. (The Chromebox has only a browser. And no desktop.)

News: Windows 8 does not bring good sales for consumer PCs

Piriano of ScienceLogic, says the desktop will die in 2013, with companies increasingly moving to a virtual desktop in the cloud.

4. BlackBerry Smartphones

Predictions about the imminent death of the BlackBerry smartphone already run around for over a year. Constant delays in updates of the operating system and management turnover are only part of the problem.

Analysis: New BlackBerry 10 devices are impressive, but they can save RIM?

The real issue: employees want a phone that consumer can use at work. We are connected 24 hours a day, 7 days a week, so having an appliance company where you can not play Angry Birds no longer makes sense.

5. Windows Phone

Android and iPhone won, and in 2013, Microsoft finally decides to give up on Windows Phone. As much as the platform matches the Windows 8 tablets and Surface, consumer interest is not even close to relevant. IDC expects Windows Phone has a market share of 11% in 2016, while Ovum suggests a participation of 13% in 2017, but there are few signs that Android users and iPhone are ready for change.

Blog: Windows Phone can surpass BlackBerry, but does it matter?

Of the 40 people I met at a recent technology conference, few had an Android, iPhone and the rest had no a Windows Phone. If the early adopters of the platform give up, what will be left?

6. Private Branch Exchange (PBX)

The desk phone in your workspace may be the last. Adam Hartung, consultancy Spark Partners, says that the biggest flaw of technology in 2013 will be the traditional corporate PBX system.

Case Study: Implementing VoIP: Lessons learned while trying to kill the PBX

The problem is that rising costs and maintenance fees seem increasingly less attractive for companies, especially when employees began to bring their own gadgets for work and use them exclusively. “The staff are happy to bring your own phone,” says Hartung. “Companies just need to know how to collect and manage the connections.”

7. Fax machines

The fax machine finally die next year, says Keval Desai, a partner at InterWest. We all know that fax is a sign of another era, when our data flowed through telephone lines. New services, such as Adobe EchoSign, offer a way for attorneys, insurance agents and their real estate agent obtain a digital signature verifiable and transmit legal contracts with full authentication.

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Área tributária ganha importância nas empresas

Posted by HWBlog em 19/12/2012

Área tributária ganha importância nas empresas

Segundo estudo da KPMG na América Latina, 100% dos líderes tributários e fiscais têm sido vistos como parceiros estratégicos do negócio

Apesar de departamentos fiscais de empresas latino-americanas dedicarem mais horas a atividades de compliance (cumprimento das obrigações regulares de apurações dos diversos impostos) do que a atividades estratégicas, os líderes dessas áreas em países latinos consideram como prioridade uma maior interação com os altos executivos da empresa e eles têm assumido papeis como importantes parceiros nas decisões de negócios.

É o que aponta a pesquisa Future Focus: Tax and Transformation in Iberoamerica’s New Business Reality, realizada pela KPMG’s, com os primeiros resultados de um estudo internacional sobre o impacto das questões fiscais na nova realidade de negócios da América Latina.

A pesquisa, realizada na Argentina, Brasil, Chile e México, teve a participação de 200 líderes dos setores tributários de empresas, e mostrou que o percentual de entrevistados latino-americanos que têm uma estratégia fiscal conectada com a estratégia comercial aumentou de 91% em 2009 para 97% em 2012. No Brasil, esse índice corresponde a 100%, o que demonstra maior valorização do setor fiscal dentro das empresas.

Houve também notável crescimento no número de empresas que dizem que sua estratégia fiscal tem aprovação da diretoria da empresa (de 83% em 2009 para 91% em 2012). Para 87% dos entrevistados, a diretoria e/ou a liderança corporativa estão diretamente envolvidas na estratégia tributária – um aumento significativo desde 2009 (61%). No Brasil, está ligeiramente acima da média, com 88%.

Para Cecílio Schiguematu, sócio-líder de TAX da KPMG no Brasil, “trata-se de um passo fundamental que ajudará empresas a evitarem equívocos, reduzirem riscos,  buscarem oportunidades e prosperarem na nova realidade de negócios”.

Brasil acima da média

Com total integração entre as estratégias fiscal e de negócios nas empresas brasileiras, 88% da diretoria das empresas consultadas mantém um envolvimento direto entre as áreas, investindo 88% em melhorias de tecnologia e 90% em controle de risco. Ainda, 64% dos entrevistados brasileiros disseram que farão mudanças na estrutura do departamento no futuro próximo, contra 40% da América Latina.

A pesquisa mostra ainda a importância da área de compliance (80%) e dos relatórios financeiros (67%), os quais devem ser o foco de seus departamentos fiscais nos próximos 12 meses.

Espera-se que o setor tributário gaste cerca de metade de seu tempo com atividades de compliance. Isso contrasta com apenas cerca de 30% do tempo dedicado ao planejamento tributário. Estima-se que atividades mais avançadas e de apoio aos negócios, como a melhoria no processo fiscal e a integração com outras áreas de negócios, consumam apenas 10% do tempo do departamento.

Sobre a Pesquisa

Desde 2006, subsidiárias da KPMG no mundo têm monitorado a evolução dos setores fiscais por meio de uma série de pesquisas comparativas com líderes fiscais no mundo todo.

10 características de um sistema tributário competitivo

A competição entre países para o investimento estrangeiro vai crescer. Por isso, um país pode ser capaz de atrair mais investimento estrangeiro e aumentar a receita com a presença de multinacionais e empresas estrangeiras por mais, a partir de um sistema tributário com as seguintes características:

1. Ampla base tributária

2. Competitivas taxas de imposto

3. Transparência

4. Neutralidade

5. Simplicidade

6. Estabilidade

7. Eficiência

8. Equilíbrio entre os diversos impostos

9. Patrimônio (horizontal e vertical)

10. O respeito pelo Estado de Direito

– Jornal Folha de SP (Brasil)

Area tax gains importance in business

According to a study by KPMG in Latin America, 100% of the tax and fiscal leaders have been viewed as strategic business partners

Although tax departments of Latin American companies devote more hours to compliance activities (regular fulfillment of the obligations of the various tax calculations) than strategic activities, the leaders of these areas in Latin countries consider as a priority greater interaction with top executives the company and they have assumed important roles as partners in business decisions.

That’s what the research shows Future Focus: Tax and Transformation in Iberoamerica’s New Business Reality, conducted by KPMG’s, with the first results of an international study on the impact of tax issues in the new reality of business in Latin America.

The survey, conducted in Argentina, Brazil, Chile and Mexico, had the participation of 200 leaders in business tax, and showed that the percentage of respondents in Latin America who have a tax strategy connected with the business strategy increased from 91% in 2009 to 97% in 2012. In Brazil, this figure corresponds to 100%, which demonstrates greater appreciation of the fiscal sector within companies.

There was also significant growth in the number of companies that say their tax strategy has approval from the board of the company (83% in 2009 to 91% in 2012). For 87% of respondents, the board and / or corporate leadership are directly involved in tax strategy – a significant increase since 2009 (61%). In Brazil, is slightly above average, with 88%.

To Cecílio Schiguematu, socio-TAX leader of KPMG in Brazil, “it is a fundamental step that will help companies to avoid misunderstandings, reduce risks, seek opportunities and thrive in the new business reality.”

Brazil above average

With complete integration between business and tax strategies in Brazilian companies, 88% of companies surveyed board maintains a direct engagement between areas, investing 88% improvements in technology and 90% in risk control. Still, 64% of respondents said that Brazil will make changes in the structure of the department in the near future, against 40% in Latin America.

The research also shows the importance of compliance area (80%) and financial reporting (67%), which should be the focus of their tax departments over the next 12 months.

It is expected that the tax industry spends about half his time on compliance activities. This contrasts with only 30% of the time devoted to tax planning. It is estimated that more advanced activities and business support such as tax process improvement and integration with other business areas, consume only 10% of the time the department.

About the Survey

Since 2006, subsidiaries of KPMG in the world have been monitoring the evolution of fiscal sectors through a series of comparative research with tax leaders worldwide.

10 characteristics of a competitive tax system

The competition among countries for foreign investment will grow. Therefore, a country may be able to attract more foreign investment and increase revenue with the presence of multinational and foreign companies for more from a tax system with the following characteristics:

1. Broad tax base

2. Competitive tax rates

3. Transparency

4. Neutrality

5. Simplicity

6. Stability

7. Efficiency

8. Balance between the various taxes

9. Heritage (horizontal and vertical)

10. Respect for the rule of law

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13 dicas para bombar o seu negócio em 2013

Posted by HWBlog em 18/12/2012

bombar negociosCoisas boas acontecem para empreendedores que são pacientes e adotam medidas consistentes para construir um negócio de sucesso. Concorda?

Fim de ano é tempo de reavaliação das coisas boas e das coisas nem tão boas que aconteceram ao longo do ano. Coisas boas sempre podem ser reforçadas e devem servir de inspiração na caminhada. Coisas ruins servem de aprendizado e devem ser eliminadas para que não voltem a proporcionar dor de cabeça.

Em negócios não é diferente. Como já foi dito anteriormente, não há esperança para quem vive apenas de esperança. Mais do que uma estratégia bem consolidada, mudar determinada condição requer, na maioria dos casos, um olhar diferente para uma mesma situação.

Dessa forma, compartilho aqui treze dicas fundamentais para mudar a cara do seu negócio no próximo ano, à luz da minha experiência profissional vivenciada em pequenas, médias e grandes empresas ao longo do ano.

Aqui não existe utopia, mas, uma constatação pura e simples de alguns equívocos cometidos por empresários, empreendedores e líderes em geral que, trabalhadas de maneira diferente, vão fazer uma diferença enorme na gestão do seu negócio.

1. Dê importância à estratégia: quanto mais operacional, menos estratégico, lembra? Pare de vez em quando e pense nas pequenas estratégias que, somadas, o levarão a atingir uma estratégia maior. O empreendedor que não pensa estrategicamente não sai do lugar e você também já sabe: quem não sabe para onde vai, qualquer lugar serve. Isole-se com frequência para pensar mais nas coisas que vão melhorar o seu negócio, senão, as forças contrárias tomam conta da situação.

2. Mão de ferro no Fluxo de Caixa: entenda de uma vez por todas, a felicidade é um fluxo de caixa positivo. Não há empresa que resista sem um controle de despesas e receitas mais próximo possível da realidade. Se você não adquirir a consciência de que isso é importante e não tratar as contas com a seriedade necessária, não há salvação para o seu negócio.

3. Monitore os resultados diariamente: se você não é bom vendedor, ajude a si mesmo, contrate um bom vendedor, mas, a única forma de perceber isso é monitorando os resultados com mais frequência; somente o acompanhamento sistemático dos resultados vai obriga-lo a repensar o negócio continuamente e promover os ajustes necessários para mudar a realidade.

4. Reavalie o comportamento da equipe: não espere que os seus colaboradores estejam tão comprometidos com o seu negócio quanto você. Se as coisas não estão indo bem como gostaria, promova reuniões de realinhamento ou, como eu gosto de mencionar, reposicionamento das pessoas. Elas precisam entender de maneira clara o seu papel na empresa. Se você não disser a cada um que ele deve fazer e não monitora-lo com frequência, não espere nada diferente. Um negócio bem-sucedido, antes de ser técnico ou financeiro, é um processo humano; as pessoas são importantes.

5. Evite atalhos: livros ajudam, principalmente os meus, entretanto, uma boa consultoria por meio do Sebrae ou mesmo de um consultor autônomo vão ajuda-lo de maneira mais produtiva e consistente; da mesma forma, se você optar por ferramentas ou aconselhamentos meia-boca, o que você vai conseguir é algo do tipo meia-boca.

6. Reinvista os lucros sempre que possível: eu sei que você precisa sobreviver e quer aproveitar enquanto ainda dá tempo, mas, separe uma parte dos ganhos para investir em melhorias: processos, ferramentas, pessoas etc. Vai levar um tempo ainda para ficar rico, mas, enquanto esse tempo não chega, canalize esforços para a melhoria do negócio.

7. Repense o atendimento: estratégia é importante, fluxo de caixa também, entretanto, o atendimento ainda é a coisa mais importante do seu negócio e, nesse sentido, a maioria das empresas tem muito para evoluir. Pense numa empresa onde o atendimento é uma referência, copie descaradamente e adapte um novo modelo para o seu empreendimento. De vez quando, mude-se para o outro lado e sonde os seus empregados. Eles são, na maioria dos casos, a fonte do mau atendimento prestado pela sua empresa.

8. Visite a concorrência: o seu concorrente tem pontos fortes e pontos fracos. Pontos fortes são difíceis de derrubar. Pontos fracos podem ajuda-lo a pensar de maneira diferente. Em relação a esse ponto fraco do concorrente, como eu posso fazer melhor?

9. Utilize o bom senso e a simplicidade: pare de inventar a roda, bom senso e simplicidade são melhores que complexidade e sofisticação; quanto mais você se liga no que dizem as revistas, mais confunde a própria cabeça; a simplicidade é difícil de ser conseguida, mas o bom senso não; sofistique na medida em que tiver recursos e simplifique sempre que possível.

10. Redistribua as funções: pare de se iludir imaginando que uma única pessoa é capaz de tomar conta de tudo: finanças, recursos humanos, atendimento, entrega etc. Reavalie a estrutura organizacional, defina uma boa matriz de responsabilidades (quem faz o que, quem responde pelo que) e reorganize a casa; quem quer ser tudo para todos, acaba não sendo nada, lembra?

11. Reavalie os processos: o que significa isso? Processos são a forma, o método ou a maneira como as coisas devem ser feitas. Em suma, é o seu jeito de fazer negócio. Nada de sofisticação, apenas uma sequencia lógica de ações descritas no papel de como as coisas precisam ser feitas. Por que isso é necessário? Para evitar que você fique refém das pessoas e possa melhorar cada vez mais.

12. Não confunda saldo em caixa com resultado: por incrível que pareça, isso ainda é uma grande dificuldade; saldo em caixa é o volume de dinheiro registrado todos os dias considerando todas as receitas e despesas correntes; resultado é o lucro apurado ao final de cada exercício contábil – mensal, trimestral, semestral, anual.

13. Assuma o verdadeiro papel de empreendedor: assuma definitivamente a liderança do negócio, evite trata-lo apenas como fonte de sobrevivência, tenha coragem de mudar o que precisa ser mudado e comprometa-se a chegar ao fim do próximo ano bem melhor do que quando começou. Ser empreendedor é um exercício constante de evolução.

Por fim, lembre-se: a sorte favorece os que são persistentes, porém, enquanto a sorte não vem, continue caminhando e jamais perca o seu objetivo de vista. Não há segredos, somente o trabalho duro e consistente dará resultados.

– Jerônimo Mendes

13 tips for pumping your business in 2013

Good things happen to entrepreneurs who are patient and consistent adopt measures to build a successful business. Do you agree?

End of year is time to reassess the good things and not so good things that happened throughout the year. Good things can always be strengthened and should serve as an inspiration in the journey. Bad things serve learning and should be removed for not coming back to provide headache.

In business is no different. As previously stated, there is no hope for those who live only hope. More than one well-established strategy, change certain condition requires, in most cases, a different look for a given situation.

Thus, I share here thirteen key tips to change the face of your business next year in light of my lived experience in small, medium and large businesses throughout the year.

Here there is no utopia, but a finding of some outright mistakes made by business owners, entrepreneurs and leaders in general, worked differently, will make a huge difference in managing your business.

1. Give importance to the strategy: the more operational, less strategic, remember? Stop occasionally and think about some strategies that together will take to reach a larger strategy. The entrepreneur who does not think strategically goes nowhere and you also already know: who does not know where he is going, anywhere will do. Insulate yourself frequently to think more on things that will improve your business, but the opposing forces take care of the situation.

2. Iron fist in Cash Flow: Understand once and for all, happiness is a positive cash flow. There is no company that can withstand a control of expenditure and income as close as possible to reality. If you do not acquire the awareness that it is important not to treat the accounts with the necessary seriousness, there is no salvation for your business.

3. Monitor the results daily: if you are not good seller, help yourself, hire a good seller, but the only way to realize this is monitoring the results more often, only the systematic monitoring of results will force him to rethink the business and continually promote the necessary adjustments to change reality.

4. Reassess team behavior: do not expect your employees are as committed to your business as you do. If things are not going as well as I would like, promotes realignment meetings or, as I like to mention, repositioning people. They need to clearly understand their role in the company. If you do not tell everyone that he should do and not monitor it frequently, do not expect anything different. A successful business before being technical or financial, is a human process, people are important.

5. Avoid shortcuts: help books, especially mine, however, a good consultancy through Sebrae or even an independent consultant will help you in a more productive and consistent, and likewise, if you opt for tools or half-assed advice what you will get is something half-assed.

6. Reinvests profits whenever possible: I know you need to survive and wants to enjoy it while there’s still time, but separate a portion of earnings to invest in improvements: processes, tools, people etc.. It will take a while yet to get rich, but until that time comes, channeling efforts to improve the business.

7. Rethink care: strategy is important, cash flow as well, however, the service is still the most important thing in your business and, accordingly, most companies have to evolve too. Think of a company where customer service is a reference, shamelessly copy and adapt a new model for your venture. Every once a while, change to the other side and probe their employees. They are, in most cases, the source of the bad service provided by his company.

8. Visit the competition: your competitor has strengths and weaknesses. Strengths are difficult to overturn. Weaknesses can help you think differently. In relation to this competitor’s weakness, how can I do better?

9. Use common sense and simplicity: stop reinventing the wheel, good sense and simplicity is better than complexity and sophistication, the more you say that league in the magazines, most confuses his own head, simplicity is hard to be achieved, but not the sense; innovate in that it has resources and simplify whenever possible.

10. Redistribute functions: stop deluding himself imagining that one person is able to take care of everything: finance, human resources, customer service, delivery etc.. Reassess organizational structure, set a good array of responsibilities (who does what, who is responsible for that) and rearrange the house, who wants to be everything to everyone, ends up not being anything, remember?

11. Reevaluate processes: what does it mean? Processes are the way, the method or the way things should be done. In short, it’s your way of doing business. Nothing sophisticated, just a logical sequence of actions described in the paper of how things need to be done. Why is this necessary? To keep you from getting people hostage and can improve even more.

12. Do not confuse cash balance with result: oddly enough, this is still a great difficulty; cash balance is the amount of money recorded every day considering all revenue and current expenditure, the result is the profit at the end of each year accounting – monthly, quarterly, semiannual, annual.

13. Assume the true role of entrepreneur: definitely assume the leadership of the business, avoid treats it only as a source of survival, have the courage to change what needs to change and commit to reaching the end of next year better than when you started . Being an entrepreneur is a constant exercise of evolution.

Finally, remember: fortune favors those who are persistent, however, as luck does not come, keep walking and never lose sight of your goal. There are no secrets, only hard work and give consistent results.

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Sua corporação conhece a cooperação?

Posted by HWBlog em 17/12/2012

cooperaçãoSua corporação conhece a cooperação?

Já pensou em enxergar a sua empresa como uma cooperativa?  Em linhas gerais, estamos falando de um arranjo social e produtivo baseado na ideia de que, ao contribuir com o grupo, cumprindo os papéis que lhe foram designados, é possível promover tanto o bem coletivo como o individual. Ou seja, ao mesmo tempo em que os resultados gerados são positivos para a pessoa que o alcançou, eles fazem com que todos envolvidos naquele projeto possam ser beneficiados.

Os “blocos do eu sozinho”

Empresas em que há apenas um número muito reduzido de profissionais realmente comprometidos com um objetivo maior, que vai além da busca por remunerações mais elevadas e prestígio, são comuns. Vemos que muitas organizações possuem em seu quadro de funcionários uma série de “blocos do eu sozinho”. Em uma metáfora, podemos dizer que se tem uma seleção e, não, um time.

Muitas vezes, esse comportamento é gerado pela falta de uma plataforma eficiente de comunicação, que não é capaz de fazer com que os profissionais sintam que há algo em comum entre eles. Além disso, a liderança também pode ser um fator decisivo para que uma empresa valorize apenas as conquistas individuais ou, de forma responsável, busque sempre alcançar o máximo possível em grupo.

Amplie suas práticas

Uma das características mais interessantes do cooperativismo é a ação gerada pela livre vontade, conhecida pelos departamentos de RH como pró-atividade. Ao contrário dos sistemas hierárquicos em que “manda quem pode e obedece quem tem juízo”, vive-se uma situação em que todos utilizam sua capacidade de transformação para promover o bem-estar e o sucesso do grupo. Imagine como seria bom substituir a pergunta “já fez tal tarefa?” pelo agradecimento “muito obrigado por já ter cuidado disso”.

E existem muitos outros pontos interessantes. Por exemplo, o espírito das cooperativas opera com base na gestão democrática e justa da divisão dos recursos financeiros. Nas empresas, podemos ver que essas duas modalidades têm sido pensadas pela formação dos comitês e da pulverização de parte dos lucros entre os colaboradores. Não seria, então, o momento de fortalecer essas práticas e fazer com que elas sejam, de fato, os grandes diferenciais e pilares de uma organização?

Sustentabilidade

Para além dos simples atos que buscam preservar a natureza, a sustentabilidade só existe quando se atua de acordo com o conceito Triple Botton Line. Ou seja: uma organização deve ter atitudes ecologicamente corretas, promover o bem-estar social e ainda obter lucro. Bem, isso é que muitas cooperativas fazem, já que sua filosofia é baseada na preocupação com a comunidade.

Além disso, é muito comum que elas atuem também na formação e capacitação de seus integrantes, oferecendo cursos e oficinas constantemente. Nesse sentido, quanto do seu tempo tem sido investido na sua educação, tanto no sentido do aprendizado quanto no da transmissão dos conhecimentos que adquiriu com o passar do tempo?

“Cooperative-se!”

E, então, quão cooperativo é o espírito da sua organização? Deixe de lado os velhos padrões de comportamento e busque o novo para trazer ares inovadores para a sua empresa. Caminhamos para um futuro permeado pela coletividade, em que, respeitando a individualidade e as diversidades pessoais, temos consciência de que podemos caminhar juntos criando modelos mais valiosos e eficazes do que o individuo sozinho pode atingir, promovendo o intercâmbio de ideias, a cooperação e a realização do trabalho em conjunto, aumentando o desempenho corporativo e a concretização de resultados.

– Eduardo Shinyashiki, consultor

Your cooperation corporation knows?

Ever thought about seeing your company as a cooperative? In general, we are talking about a social arrangement and production based on the idea that, to contribute to the group, fulfilling the roles assigned to it, you can promote both the individual as well as collective. That is, while the results generated are positive for the person who has achieved, they make sure everyone involved in that project might benefit.

The “blocks me alone”

Companies where there is only a very small number of professionals actually committed to a higher purpose, that goes beyond the quest for higher earnings and prestige, are common. We see that many organizations have on its staff a series of “blocks me alone.” In a metaphor, which has a selection and not a team.

Often, this behavior is generated by the lack of an efficient communication platform, which is not capable of making professionals feel that there is something in common between them. Moreover, the leadership can also be a deciding factor for a company to only values ​​individual achievements or responsibly, always seek to achieve the maximum possible group.

Expand your practice

One of the most interesting features of cooperative action is generated by free will, known by HR departments as proactivity. Unlike hierarchical systems in which “whoever can obey and who has judgment,” lives up a situation in which all utilize its processing capacity and to promote the welfare and success of the group. Imagine how good it would replace the question “has done such a task?” thanks for the “thank you for having already taken care of that.”

And there are many other interesting points. For example, the spirit of cooperatives operates based on democratic management and equitable division of funds. In business, we can see that these two modalities have been thought by forming committees and spraying of the profits among employees. There would then be the time to strengthen these practices and make them are, in fact, large differentials and pillars of an organization?

Sustainability

Beyond the simple acts that seek to preserve nature, sustainability exists only when it acts according to the Triple Bottom Line concept. That is: an organization should have environmentally friendly attitudes, promote the welfare and still make a profit. Well, this is that many cooperatives do, since their philosophy is based on concern for the community.

Moreover, it is very common that they act in the formation and training of its members, offering courses and workshops constantly. Accordingly, much of your time has been invested in their education, both in the sense of learning as the transmission of knowledge gained over time?

“Cooperative up!”

And then how is the cooperative spirit of your organization? Let go of old patterns of behavior and seek to bring new innovative air for your business. We walked for a future permeated by society, in which, respecting the individuality and personal differences, we realize that we can walk together creating models more valuable and effective than the individual alone can achieve by promoting the exchange of ideas, cooperation and achievement work together, increasing business performance and achieving results.

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Ainda não é “O fim”

Posted by HWBlog em 15/12/2012

BB 70Ainda não é “O fim”

“O destino de uma pessoa nunca é um lugar, mas uma nova maneira de ver as coisas”

– Henry Miller, romancista

Muitos dos meus leitores me perguntam:

“Eu adoro essa coisa de aprender sobre o mundo dos negócios, mas quando chegarei ao fim?”

Pergunta errada. O autodidatismo, seja sobre os negócios ou sobre qualquer outro tema, é um processo que nunca acaba. Você nunca chegará ao ponto que dirá “Tudo bem, acabei. Não preciso aprender mais nada”.

Cada novo conceito que você descobre é um portal para milhares de outras oportunidades de exploração. É isso que faz do autodidatismo seja algo divertido e gratificante: sempre há algo novo para aprender.

Na filosofia oriental, Tao significa “caminho”, a sua jornada atual. O Tao não tem início nem fim, ele apenas é. Aprender sobre qualquer coisa é um Tao, é um processo sem fim. A própria jornada é a recompensa

Até os mestres na arte de ganhar dinheiro, como Warren Buffett, estão sempre em busca de coisas novas para aprender. Quando lhe perguntaram em uma entrevista com aluno da University of Nebraska-Lincoln quais superpoderes ele gostaria de ter, Buffett respondeu: “Gostaria de ser capaz de ler mais rápido”.

A maior parte do trabalho cotidiano de Buffett é ler relatórios financeiros e aprender novos conceitos, procurando novas maneiras de aumentar o valor de sua empresa.

Até a pessoa mais rica do mundo tem coisas que podem ser melhoradas e exploradas. Foi justamente essa curiosidade constante que os fez ter sucesso.

Certamente haverá marcos ao longo do caminho: terminar um livro, dominar uma nova habilidade, abrir um negócio, fechar uma venda. Mais cedo ou mais tarde, você descobrirá um novo caminho a ser tomado e a jornada continua.

Não há limites para o seu crescimento.

Gostaria de lembrar as sábias palavras de B.C.Forbes, o fundador da revista Forbes, que escreveu um artigo, em 1917, intitulado “Chaves para o sucesso”. Eu consulto o artigo com frequência para me lembrar de qual é a essência dos negócios e da vida:

– O seu sucesso depende de você; A sua felicidade depende de você; Você deve decidir o próprio caminho; Você deve criar o próprio destino; Você deve se educar; Você deve pensar por si só; Você deve viver com a sua própria consciência; A sua mente é sua e só pode ser usada por você; Você entra neste mundo sozinho; Você vai ao seu túmulo sozinho; Você está sozinho com seus pensamentos durante a jornada entre esses dois pontos; Você toma as próprias decisões; Você deve arcar com as consequências dos seus atos; Só você pode criar seus hábitos e fortalecer ou destruir sua saúde; Só você pode assimilar o mental e o material; Você pode realizar a própria assimilação ao longo de toda a vida; Você pode ser ensinado por um professor, mas é você quem deve absorver o conhecimento. Ele não tem como transferir o conhecimento para o seu cérebro; Só você pode controlar sua mente e seu cérebro; Você pode ter diante de si a sabedoria dos tempos, mas, a menos que a assimile, você não se beneficiará dela. Ninguém pode força-la a entrar no seu cérebro;  Só você pode mover as próprias pernas; Só você pode mover os próprios braços; Só você pode usar as próprias mãos; Só você pode controlar os próprios músculos; Você deve andar com as próprias pernas, física e metaforicamente; Você deve dar os próprios passos; Os seus pais não podem entra na sua pele, assumir controle do seu equipamento mental e físico e transformá-lo; Você não pode lutar as batalhas do seu filho. Ele deve fazer isso sozinho; Você deve ser o capitão do seu próprio destino; Você deve ver com próprios olhos; Você deve usar os próprios ouvidos; Você deve dominar as próprias faculdades; Você deve resolver os próprios problemas; Você deve formar os próprios ideais; Você deve criar as próprias ideias; Você deve escolher o próprio discurso; Você deve controlar a própria língua; A sua vida real são seus pensamentos; Você mesmo define os seus pensamentos; Você mesmo forma o seu próprio caráter; Só você pode escolher os materiais para formar seu caráter; Só você pode rejeitar o que não combina com o seu caráter; Você é o criador da sua própria personalidade; Só você pode ser causa da sua desgraça, mais ninguém; Só você pode se elevar e se sustentar, mais ninguém; Você pode escrever a própria história; Você deve construir o próprio monumento, ou cavar a própria cova; Qual deles você está fazendo?

– Haroldo Wittitz, consultor

Still not “The End”

“The fate of a person is never a place, but a new way of seeing things”

– Henry Miller, novelist

Many of my readers ask me:

“I love this thing to learn about the business world, but when I get to the end?”

Wrong question. The self-taught, whether on business or on any other issue, it is a process that never ends. You never get to that point will say “Okay, I’m done. I do not need to learn anything else. ”

Each new concept that you discover is a portal to thousands of other exploration opportunities. That’s what makes the autodidact is something fun and rewarding: there is always something new to learn.

In Eastern philosophy, Tao means “way”, his current journey. The Tao has no beginning or end, it just is. Learning about anything is a Tao is an endless process. The journey itself is the reward

Even the masters in the art of making money, like Warren Buffett, are always looking for new things to learn. When asked in an interview with a student at the University of Nebraska-Lincoln where he would like to have superpowers, Buffett replied: “I would like to be able to read faster.”

Most of the daily work of Buffett’s read financial reports and learn new concepts, looking for new ways to increase the value of your business.

Even the richest person in the world has things that can be improved and exploited. It was this constant curiosity that made them succeed.

Certainly there will be milestones along the way: finish a book, mastering a new skill, start a business, closing a sale. Sooner or later, you discover a new path to be taken and the journey continues.

No have limits to your growth.

I would like to remember the wise words of B.C.Forbes, the founder of Forbes magazine, who wrote an article in 1917 entitled “Keys to Success”. Article I refer often to remind me of what is the essence of business and life:

– Your success depends on you; Your happiness depends on you, you must decide your own path; You should create your own destiny, you must educate yourself, you should think of itself; You must live with your own conscience; Your mind is yours and can only be used by you; You enter this world alone; You go to your grave alone, you’re alone with your thoughts on the journey between these two points; You make your own decisions, you should bear the consequences of their actions; Only you can create your habits and strengthen or destroy your health, you can only assimilate the mental and material; You can perform their own assimilation throughout life; You can be taught by a teacher, but it is you who must absorb the knowledge. He has no way to transfer knowledge to your brain; Only you can control your mind and your brain, you may have before them the wisdom of the ages, but unless assimilate, you will not benefit from it. No one can force her to get into your brain, you can only move his legs, you can only move their own arms; Only you can use your own hands; Only you can control the muscles themselves; You should stand on their own legs physically and metaphorically; You should take the proper steps; Your parents can´t enter into your skin, take control of your mental and physical equipment and turn it, you can´t fight the battles of his son. He must do it alone; You must be the master of his own destiny; You should see with own eyes: You must use your own ears; You must dominate the faculties themselves; You must solve their own problems; You should form their own ideals ; You should create your own ideas; You should choose the speech itself; You must control his tongue; Your real life are his thoughts; You even define their thoughts: You even form your own character, you can only choose materials to form his character; Only you can reject what does not suit his character; You are the creator of your own personality; Only you can be the cause of his misfortune, nobody else, only you can elevate and sustain itself, more anyone; You can write their own history; You must build the monument itself, or dig his own grave; Which one are you doing?

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O que a BlackRock espera da economia em 2013

Posted by HWBlog em 13/12/2012

o que a blackrockGestora de investimentos projeta como mais provável cenário com os Estados Unidos crescendo mais que os outros países do mundo desenvolvido – e atenção no abismo fiscal

As previsões do Instituto de investimentos da BlackRock para 2013 apontam para uma  virada positiva, embora gradual, em condições globais econômicas e de investimento. É isso que afirma o relatório “Uma Virada Lenta no Horizonte?” divulgado pela gestora de investimentos nessa semana.

“Estamos vendo o mundo que está indo em direção a “coisas boas”, embora lentamente com a pressão de redução de alavancagem em várias regiões do mundo desenvolvido”, afirma o relatório. Muitos indicadores de crescimento e apetite pelo risco estão melhorando em 2013, mas partindo de uma base reduzida e previsões baixas, segundo o Instituto de investimentos da BlackRock.

No meio do ano, a avaliação do Instituto de pesquisa da BlackRock apontou uma maior probabilidade – entre 40% e 45% – para um cenário de “estagnação” com pouco crescimento da economia global e perda de fôlego nos Estados Unidos e nas economias emergentes.  Mas, no final do ano, a revisão da pesquisa reduziu a probabilidade desse cenário para 30%.

Agora, o cenário mais provável (35%) é chamado “Era de Separatismo”. Nessa projeção, os Estados Unidos crescem mais que o resto do mundo desenvolvido e as economias – e ativos – emergentes superam as expectativas. Durante essa “Era de Separatismo”, a Europa deve continuar em uma recuperação muito lenta enquanto o crescimento da economia chinesa acelera.

Ao mesmo tempo, a BlackRock aumentou a probabilidade de um cenário de “crescimento” – chamado de “Crescimento Positivo” – para 20%, comparado com 5% a 10% em julho.

Nesse cenário, as principais economias, como os Estados Unidos, China e Europa, crescem mais que previsto e a economia global começa a depender menos do estímulo monetário.  Mas, de acordo com o Instituto, sem uma resolução para o abismo fiscal dos EUA, a possibilidade desse cenário de crescimento cai 10 pontos.

De acordo com o relatório, alguns acontecimentos positivos que podem acontecer incluem uma aceleração da criação de crédito, a venda de instrumentos de curto prazo como títulos comerciais, uma grande acerto para o orçamento dos Estados Unidos, que resolveria seus problemas fiscais, e reformas estruturais na China, Brasil e Índia para ampliar o crescimento.

De acordo com a pesquisa, a possibilidade de um cenário de “Corrida Inflacionária” – com preços de commodities em alta e políticas de flexibilização monetária aumentando a inflação global, efetivamente cortando o endividamento do mundo desenvolvido – foi mantida em 5%.

Recessão global

Hoje, a possibilidade de um cenário de “Nemesis Redux” – com uma recessão global, realização de ativos a preços reduzidos, revolta social e grandes perdas em todas as categorias de ativos – caiu de 15%-20% em julho para 10%, de acordo com a BlackRock.

Existe uma chance menor de Nemesis porque os riscos de um colapso da Zona do Euro são menores e a economia chinesa está mais forte, segundo o relatório.  Mas ,o abismo fiscal é uma variável importante – sem uma solução, a possibilidade de um cenário Nemesis sobre para 20%.

Estados Unidos

A BlackRock projeta que a economia dos Estados Unidos deve ganhar força e apoiar o crescimento global. Isso, se o governo conseguir evitar o abismo fiscal e chegar a um acordo para criar um orçamento sustentável.

“Esperamos que os políticos reencontrem a arte perdida de negociar. A comunidade empresarial e os eleitores enviaram sinais fortes para Washington pedindo colaboração. Sem uma aproximação política, o abismo fiscal será uma nuvem fiscal sobre os mercados em 2013”, afirma o material.

Os próximos passos do Fed merecem muita atenção, segundo a BlackRock, que acredita que o banco central dos Estados Unidos não deve elevar as taxas de juros no futuro próximo, mas pode reduzir o estímulo monetário se houver sinais de uma redução mais rápida do desemprego durante o segundo semestre de 2013.

Europa

A Black Rock acredita que com apoio de impostos reduzidos na Alemanha, a Zona do Euro poderá superar as previsões (muito baixas) de crescimento em 2013. Mas a recuperação europeia pode demorar “vários anos”, com o processo de redução de alavancagem e a necessidade de reformas estruturais, afirma o relatório.

Ásia

Na Ásia, o Japão deve manter ou até afrouxar sua política monetária sob a nova liderança política e do Banco Central, segundo a BlackRock. A China enfrenta desafios a longo prazo – como a mudança de uma economia centralizada baseada em investimentos para uma economia de consumo. “A mudança será lenta mais progressiva”, afirma o relatório

Riscos

Entre os riscos que o mundo enfrenta – como os conflitos do Oriente Médio, que podem causar um aumento do preço de petróleo ou a disputa territorial da China com o Japão e outras nações sobre ilhas desertas – a BlackRock afirma que os grandes erros políticos que poderiam arrastar o mundo de volta para a recessão eram uma grande preocupação um ano atrás e, hoje, parecem ser menores. “Então, é possível que exista um risco, o risco da complacência”, afirma.

A BlackRock destacou que alguns eventos políticos devem influenciar os mercados em 2013, como as eleições na Itália, Alemanha e Israel, entre outros países, e a reforma do orçamento dos EUA.

– Beatriz Olivon

What BlackRock expects the economy in 2013

Investment management projects as most likely scenario with the U.S. growing faster than other countries in the developed world – and focus on fiscal abyss

The predictions of the Institute of BlackRock’s investments for 2013 indicate a positive turn, though gradual, global economic conditions and investment. That is what the report says “A Slow Turn on the Horizon?” released by investment manager this week.

“We’re seeing that the world is heading toward” good things “, albeit slowly with the pressure of deleveraging in various regions of the developed world,” the report says. Many indicators of growth and risk appetite are improving in 2013, but from a low base and low forecasts, according to the BlackRock Investment Institute.

At mid-year evaluation of the Institute’s research indicated a greater likelihood BlackRock – between 40% and 45% – for a scenario of “stagnation” with little growth in the global economy and loss of strength in the U.S. and emerging economies. But at the end of the year, a review of research reduced the likelihood of this scenario to 30%.

Now, the most likely scenario (35%) is called “Age of Separatism.” In this projection, the United States grow more than the rest of the developed world and economies – and assets – emerging exceed expectations. During this “Age of Separatism,” Europe must continue on a very slow recovery while Chinese economic growth accelerates.

At the same time, BlackRock increased the likelihood of a scene of “growth” – called “Positive Growth” – to 20%, compared with 5% to 10% in July.

In this scenario, the major economies such as the U.S., China and Europe, growing more than expected and the global economy begins to depend less monetary stimulus. But, according to the Institute without a resolution to the U.S. fiscal gap, the possibility of this growth scenario falls 10 points.

According to the report, some positive developments that may occur include an acceleration of credit creation, the sale of short-term instruments like commercial paper, a big hit to the budget of the United States, that would solve its fiscal problems and structural reforms China, Brazil and India to expand growth.

According to research, the possibility of a scenario “Inflation Race” – with commodity prices rising and monetary easing policies increasing global inflation, effectively cutting the debt in the developed world – was kept at 5%.

Global Recession

Today, the possibility of a scenario “Nemesis Redux” – with a global recession, realization of assets at low prices, social unrest and major losses in all categories of assets – fell from 15% to 20% in July to 10% according to BlackRock.

There is less chance of Nemesis because the risks of a collapse of the eurozone are lower and the Chinese economy is stronger, the report said. But the fiscal gap is an important variable – without a solution, a possible scenario for Nemesis about 20%.

USA

BlackRock predicts that the U.S. economy is gaining strength and support global growth. That, if the government can avoid the tax gap and reach an agreement to create a sustainable budget.

“We hope that politicians rediscover the lost art of negotiating. The business community and the voters sent strong signals to Washington asking for collaboration. Without a political approach, the fiscal gap will be a cloud over markets in fiscal 2013,” says the material.

The next steps of the Fed deserve much attention, according to BlackRock, which believes that the U.S. central bank should not raise interest rates in the near future, but can reduce the monetary stimulus if there are signs of a more rapid reduction in unemployment during the second half of 2013.

Europe

The Black Rock believes that with the support of reduced taxes in Germany, the eurozone could overcome the predictions (very low) growth in 2013. But the European recovery may take “several years” with the process of deleveraging and the need for structural reforms, the report said.

Asia

In Asia, Japan should maintain or even loosen its monetary policy under the new political leadership and the Central Bank, according to BlackRock. China faces long-term challenges – such as the shift from a centrally planned economy based on investments in a consumer economy. “The change is slow but progressive,” the report states

Risks

Among the risks facing the world – such as the conflicts in the Middle East, which may cause an increase in the price of oil or the territorial dispute between China and Japan and other nations on deserted islands – BlackRock says that major policy mistakes that could drag the world back into recession were a major concern a year ago, and now appear to be minor. “So there might be a risk, the risk of complacency,” he says.

BlackRock said that some political events should influence the markets in 2013, as the elections in Italy, Germany and Israel, among other countries, and reform of the U.S. budget

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Marketing

Posted by HWBlog em 11/12/2012

Philip KotlerMarketing

“O antigo modelo de marketing de massa está morto. Hoje você precisa ser bom em micromarketing. Estamos virando tribos, cada uma com um padrão de consumo de media específico. Para cada consumidor devemos levar em consideração: o que ele lê, quantos amigos ele tem e em quais redes sociais ele está. Estamos nos movendo de um conceito de mass marketing para precision marketing”

– Philip Kotler

“The old model of mass marketing is dead. Today you need to be good at micromarketing. We are turning tribes, each with a pattern of consumption of specific media. For every consumer should consider: what he reads, how many friends he has and which social networks he is. We are moving from a concept of mass marketing for precision marketing “

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5 coisas para fazer por sua carreira antes que o ano acabe

Posted by HWBlog em 11/12/2012

intenção do comandante5 coisas para fazer por sua carreira antes que o ano acabe

Especialistas listam quais as ações essenciais para fazer nesta reta final do ano pela sua carreira

E, finalmente, novembro chegou ao fim. Daqui até a contagem regressiva para a meia noite do dia 31 de dezembro, aposte, vai ser um pulo. Mas o espaço diminuto de tempo não pode ser justificativa para deixar as resoluções de carreira pra depois (do ano novo, do carnaval, do próximo ano novo).

“Não é preciso esperar o ano que vem. O novo pode acontecer na hora que você definir”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Confira quais são as atividades indispensáveis para fazer antes que o ano dê sua badalada final:

1. Tome as rédeas do tempo

“Quando o tempo é curto, é preciso focar nos urgentes”, afirma Meiry. Por isso, administração do tempo deve ser palavra de ordem neste período. Dica de ouro nesta contagem regressiva para o fim do ano: liste quais são as atividades prioritárias e corra atrás delas.

2. Dê um gás

Passadas as festas de fim de ano, começa a maratona das avaliações de desempenho para muitas empresas. Por isso, a dica é focar ao máximo nos resultados neste período, de acordo com Renan De Marchi Sinachi, da Leme Consultoria. “As pessoas têm memória curta. Esta é a hora de caprichar na execução do seu trabalho”, afirma.

3. Converse com seu chefe

Aproveite este período também para conversar com seu chefe sobre os planos da empresa para o próximo ano – e, como consequência, para a sua carreira.

4. Questione-se

Coloque sua atuação em 2012 na berlinda. O primeiro passo para isso, segundo Mariella Gallo, é mapear quais os projetos você esteve envolvido, quais resultados você entregou, quais competências adquiriu e em que pontos ainda precisa melhorar. Com base nisso, “o profissional pode investigar qual o tipo de habilidade será exigida dele no próximo ano”, afirma a especialista.

5. Fique um passo à frente no seu plano de desenvolvimento

Para além da lista de desejos que teima em rodear nossa cabeça nesta época do ano, elabore um plano de ação para o desenvolvimento da sua carreira e procure estar um passo a frente das demandas.

“As pessoas fazem muita coisa para responder às demandas e nunca antecipam as tendências”, afirma Sinachi. “A escolha é sua: você pode se posicionar junto à manada ou atuar no desvio padrão”.

Em outros termos: seja proativo na hora de planejar sua carreira para 2013. Não foque apenas naquilo que a empresa precisa, mas, principalmente, nos objetivos que você quer para a sua vida profissional. “É essencial programar a nossa vida pensando no curto, médio e longo prazo”, diz Meiry.

Mas, na mesma medida, segundo o especialista da Leme Consultoria, é essencial ter planos do tamanho do seu bolso – ou do tamanho que ele pode chegar. Por isso, fazer um planejamento financeiro para 2013 também deve estar nas prioridades da sua carreira nestes últimos suspiros de 2012.

– Talita Abrantes

5 things to do for your career before the year is out

Experts list what actions essential to make this final stretch of the year for your career

And finally, November ended. Between now and the countdown to midnight on December 31, bet, will be a leap. But the small space of time can not be justification for leaving the career resolutions for later (New Year, Carnival, the upcoming new year).

“No need to wait next year. The new can happen in the time you set, “says organizational consultant Meiry Kamia. Check out what are the activities needed to do before the year give your glorious end:

1. Take the reins of time

“When time is short, you need to focus on the urgent,” said Meiry. Therefore, time management should be key word in this period. Tip of gold in this countdown to the end of the year: list what are the priority activities and run behind them.

2. Give a gas

After the holiday season, begins the marathon of performance reviews for many businesses. So the trick is to focus on maximum results in this period, according to Renan De Marchi Sinachi, steering Consulting. “People have short memories. This is the time to caprichar in executing their work, “he says.

3. Talk to your boss

Take this time to also talk to your boss about the company’s plans for next year – and as a consequence to your career.

4. Question up

Put her performance in 2012 on the spot. The first step for this, according to Mariella Gallo, is mapping which projects you were involved, what results you delivered, what skills acquired and at what points still need to improve. Based on this, “the trader can investigate what type of skill is required of him next year,” said the expert.

5. Stay a step ahead in your development plan

Apart from the wish list that insists on surrounding our head this time of year, prepare an action plan for the development of his career and try to be one step ahead of the demands.

“People do a lot to meet the demands and never anticipate trends,” says Sinachi. “The choice is yours: you can position yourself next to the herd or act on the standard deviation.”

In other words: be proactive in planning your career for 2013. Do not focus only on what the company needs, but mainly on the goals you want for your life. “It is essential to plan our life thinking about the short, medium and long term,” says Meiry.

But to the same extent, according to the expert advice of Leme, it is essential to plan the size of your pocket – or the size that it can get. So do financial planning for 2013 should also be the priorities of his career in the last gasps of 2012.

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