PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

  • About

    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

  • Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

  • Tópicos recentes

  • Agenda

    outubro 2017
    D S T Q Q S S
    « ago    
    1234567
    891011121314
    15161718192021
    22232425262728
    293031  

Archive for the ‘Empreendedorismo’ Category

Questões básicas para saber para empreender

Posted by HWBlog em 22/05/2017

Trabalhar sendo chefe de si mesmo é o sonho de muitas pessoas ao redor do mundo, O que nem todas pessoas percebem, porém, é que as vantagens nem sempre são maiores que as dificuldades encontradas pelo caminho.

Realismo é fundamental para quem pretende essa guinada na vida, alerta o especialista Jon Levy, que escreve para o Inc. Ele cita 5 fatos que devem ser levados em consideração antes que se tome decisões drásticas. Confira:

+ Vai demorar

Ninguém se torna um empreendedor de sucesso do dia para a noite. Para isso, o especialista estima entre sete a dez anos de trabalho com quase nenhum reconhecimento, com raras exceções. “Seu empreendimento deve ser algo atrás de que você está disposto a correr” enfatiza. “Tenha certeza”.

+ Não se arrisque cedo demais

Apostar todas as fichas em um novo negócio deve ser uma ação tomada com cautela. Desistir do emprego para apostar na sua ideia pode parecer a atitude correta, mas nem sempre ter mais tempo para a sua startup no início significa maior produtividade. Tenha certeza da sua segurança antes de tomar atitudes drásticas, caso contrário, o estresse pode atrapalhar mais do que o tempo ajudaria.

+ Tenha bons contatos

Conectar-se com as pessoas corretas é essencial para fazer um negócio deslanchar. Isso vale para investidores, clientes, mídia, entre outros. Mantenha por perto as pessoas que podem ajudar sua empresa.

+ Tenha uma boa equipe

Afinidade pessoal não é o melhor critério de escolha para montar a equipe de uma empresa. A equipe de fundadores da empresa deve ser ocupada por pessoas que tenham todas as habilidades necessárias para fazê-la prosperar.

+ Otimize a produtividade

Habilidades voltadas a eficiência e produtividade são absolutamente necessárias para quem quer ser um empreendedor. Ter mais tempo não é tão importante quanto usar o tempo disponível da melhor maneira possível.

Anúncios

Posted in Empreendedorismo | Leave a Comment »

Modos de ter ideias empreendedoras

Posted by HWBlog em 26/10/2016

inovação 11A inovação é, sem dúvida, a alma de todo e qualquer negócio, esteja você criando uma nova forma de realizar algo ou até mesmo um novo produto. Sempre que se fala em empreendedorismo, automaticamente se pensa em inovação. Há quem diga até que os dois caminham juntos.

Entretanto existe diversas definições e formas de inovar. E tanto o termo quanto a ação já foram estudados por vários especialistas em empreendedorismo. Veja os dois tipos mais básicos, como eles funcionam e como podem ajudar a sua empresa.

INOVAÇÃO INCREMENTAL
O tipo incremental é aquele que busca fazer melhorias em processos, produtos e serviços que já existem e são muito utilizados. Essa inovação pode ser aplicada em qualquer coisa, desde melhorar processos internos de empresas até criar novos elementos que tornem as ações mais fáceis de serem realizadas.

A inovação incremental geralmente não tem o próprio mercado, mas a aplicação de novos processos que dão certo em outras empresas que prosperam fazem com que a companhia se destaque diante da concorrência. Um bom exemplo de inovação incremental que deu certo foi a criação do Windows. Não foi ele que inventou a operação gráfica em sistemas operacionais, mas foi, sim, o responsável por melhorias pontuais e que, no futuro, acabaram sendo seguidas pelos concorrentes.

INOVAÇÃO RADICAL
Já a inovação radical é a criação de algo totalmente novo. Esse processo de se ter uma ideia para criar um novo produto geralmente surge de pesquisas ou de estudos de um problema já existente – apresentando assim uma solução.

A inovação radical geralmente faz uso da criação de novas tecnologias. Um bom exemplo é o próprio Facebook, que quando foi criado era uma das mais inovadoras formas de contato entre pessoas pela internet. Uma outra inovação radical mais recente que pode ser citada é o armazenamento em nuvem, que substitui até mesmo os pen drives.

Posted in Empreendedorismo, Inovação | Leave a Comment »

Shark Tank

Posted by HWBlog em 13/10/2016

st-00O Shark Tank, conhecido programa de apresentação de ideias de negócio para investidores, ganhará uma versão brasileira.

O modelo adotado em “Shark Tank – Negociando com Tubarões” é semelhante ao visto na edição americana: empreendedores entram em uma sala com os investidores e apresentam sua ideia de negócio em três minutos – um procedimento conhecido como pitch.

Eles também estipulam o valor de aporte que procuram, em troca de uma certa participação na empresa. No fim, empreendedores e investidores negociam e podem chegar ou não a um acordo.

O episódio será exibido nesta quinta-feira (13), no canal pago Sony, às 21h.

Para a primeira temporada, de 13 episódios, mais de 1.500 empreendedores participaram da seleção prévia do programa. O critério de seleção foi apresentar negócios sólidos e, que ao mesmo tempo, tivessem potencial de entretenimento.

Alguns dos empreendimentos apresentados no primeiro episódio envolvem os setores de adubo orgânico, alimentação saudável para crianças, próteses ortopédicas e roupas para ciclistas urbanas.

Tubarões

Para a primeira temporada, haverá quatro tubarões fixos e outros dois revezarão a quinta cadeira do programa. Segundo a produção do programa, na seleção dos investidores foram levados em consideração tanto o potencial de entretenimento quanto a diversidade de investimentos entre os tubarões.

Nas posições fixas estão Cristina Arcangeli, empreendedora serial e dona de marcas como a Beauty’in, de alimentos funcionais; João Appolinário, fundador da Polishop; Robinson Shiba, presidente das redes de fast food China in Box e Gendai; e Sorocaba, cantor sertanejo responsável pelas carreiras de cantores como Marcos e Belutti, Luan Santana e Lucas Lucco e investidor em casas noturnas, estúdios de gravação, redes de fast food e gravadoras.

Dois investidores revezarão a última cadeira do programa: Camila Farani, presidente da Gávea Angels e co-fundadora do Mulheres Investidoras Anjo (MIA), e Carlos Wizard, fundador do Grupo Multi Educação (Skill, Wizard e Yázigi) e dono da rede de produtos naturais Mundo Verde.

Appolinário, Arcangeli, Farani, Shiba e Sorocaba estavam presentes na exibição prévia do primeiro episódio e responderam qual a principal dica que dariam para um empreendedor que procura um investimento-anjo.

Dicas

1 – Valuation

A investidora Cristina Arcangeli diz que o que mais a incomodou nos pitches dos empreendedores foi a elaboração do valuation do negócio com base no tamanho do mercado de atuação. “Onde os empreendedores mais têm que se dedicar é como fazer esse valuation. Muitos negócios não foram concluídos por conta dessa avaliação ter sido completamente errada”, conta.

2 – Sócios

João Appolinário ressaltou a importância de escolher sócios complementares ao seu empreendimento – e não pensar apenas no dinheiro que eles trarão. O empreendedor precisa de ajuda em todas as áreas da empresa, mas é preciso identificar qual a área mais crítica ao procurar um investimento-anjo. “Fica muito mais fácil dar certo quando você busca um investidor que tenha sinergia com seu negócio”, afirma Appolinário. “Dinheiro tem sobrando. O mais difícil é identificar bons tocadores do negócio”, conclui o fundador da Polishop.

3 – Conhecimento

Já Robinson Shiba, do China in Box, ressaltou um aspecto comportamental do empreendedor: é preciso acreditar na sua empresa, apoiando-se em pesquisa para isso. “Todo investidor busca o quão convicto o empreendedor está do negócio dele. E, para mim, a convicção só é adquirida através do conhecimento”, afirma o empreendedor. “Se ele estudar bem o mercado, souber todos os nichos e os diferenciais competitivos que ele leva ao investidor correto, provavelmente vai dar negócio e os dois irão prosperar tranquilamente.”

4 – Gerenciamento

Camila Farani, do Mulheres Investidoras-Anjo, alerta: veja se você está preparado para ter sócios que não necessariamente vêm para microgerenciar seu negócio ou microexecutar tarefas. E, quando você efetivamente delega, você tem que ter o cuidado de também entender sobre o que foi delegado. “Quando você delega e não entende, você fica à mercê do terceiro que está fazendo a tarefa”, afirma a investidora-anjo.

5 – Crescimento

Já Sorocaba conta que muitos empreendedores, antes de terem um negócio consolidado em sua região de atuação, já pensam em expandir para o Brasil inteiro. “Eu faço paralelos disso com artistas. Antes do artista estourar em uma cidade, dez cidades, dez estados, ele quer estourar no país inteiro”, afirma. “Há várias dicas, mas a principal é você estar preparado, estudar muito seu negócio, criar paralelos e ter um plano de negócios para seu projeto.”

“Shark Tank – Negociando com Tubarões”: primeiro episódio

Data: 13/10

Horário: 21h

Onde: Canal Sony

Posted in Empreendedorismo, Negócios | Leave a Comment »

Como Atitudes e Comportamentos Podem Construir uma Sólida Mudança na Organização

Posted by HWBlog em 16/09/2016

pequena-empresa-1024x682Administrar e presidir uma empresa são para muitos empreendedores a concretização de um sonho, para outros é simplesmente o resultado de uma trajetória de sucesso. Independente disso, uma vez que o empresário está à frente de uma organização, desafios surgem constantemente e muitos empresários não sabem lidar com mudanças que aparecem por conta de uma aquisição, fusão ou até mesmo motivadas por uma reorganização estratégica de setores e equipe. E, diante disso, eles ainda se recusam a buscar auxílio externamente colocando a empresa em risco. Isso acontece, pois as maiorias dos empresários acreditam que podem liderar e promover as mudanças conforme seus ritmos e todos os colaboradores devem se adaptar. Porém, de acordo com Jorge Bassalo, CEO da Strategy Consulting, a realidade não é assim e para gerir uma mudança na organização é preciso metodologia e aprofundamento de todo o cenário empresarial.

É essencial que aconteça uma aproximação do empreendedor com cada membro da equipe para entender aos anseios, desejos e até frustrações dos funcionários. “O maior capital da empresa são as pessoas. Tornar uma mudança bem sucedida na organização está diretamente ligado à compreensão, satisfação e engajamento de cada funcionário, essencialmente os líderes de cada departamento”, acredita Bassalo.

No texto abaixo ele explica melhor sobre a metodologia que garante uma transição organizacional com êxito e comenta as atitudes e comportamentos dos líderes que podem influenciar para a construção de uma sólida mudança na organização.

Quais são os principais comportamentos de empresários ou líderes empresariais que atrapalham o bom andamento das mudanças organizacionais?

Jorge Bassalo – Naturalmente, é das lideranças que se espera mais, por isso os líderes têm grande responsabilidade. A mudança na empresa, quando acontece, gera um alvoroço, um desconforto no início, mas depois vai trazer grandes benefícios. Uma das atitudes de líderes ou diretores de primeira linha que pode atrapalhar as mudanças é eles mesmos não acreditarem que a mudança será boa para a empresa. O líder deve comprar a ideia e acreditar. Muitas vezes, as transições nas organizações não são boas para os diretores ou mesmo o dono da empresa, elas exigem que todos saiam da zona de conforto. Então, pode não ser bom individualmente para alguns, porém será uma mudança de grande importância para a companhia. Assim, deve-se fazer um esforço para um bem maior. Na verdade, esse processo não acontece somente na empresa, mas também na família, no time de futebol, enfim, em diferentes ambientes.

Atualmente, fala-se muito em inovação e necessidade das empresas se adaptarem a novas práticas de negócios. Através da sua experiência, como os líderes das organizações devem proceder para conduzir os processos de mudanças organizacionais de forma constante e ao mesmo tempo com naturalidade?

Bassalo – As empresas mais joviais já encararam as mudanças de uma forma mais ágil e natural, pois sempre estão pensando em evoluir, em ter algo a mais na companhia para oferecer. O empresário deve entender que essa evolução, que exige muitas mudanças, é uma condição obrigatória para conquistar público e se manter no mercado. As empresas devem ser mais abertas. Agora, quando realmente não conseguem trazer isso para dentro da organização, uma saída é realmente contratar escritórios que cuidam dos processos de mudanças organizacionais.

Existem estratégias e metodologias para gerir uma mudança organizacional?

Bassalo – Sim, para gerir uma mudança na organização é necessário utilizar uma metodologia que possa aprofundar todo o cenário da empresa. Num primeiro momento é preciso uma imersão, um aprofundamento que exige a dedicação do empreendedor em tempo integral. Um olhar imparcial e minucioso de como é e onde está a companhia, e para onde se deseja que ela caminhe e como será feito isso. Geralmente, as empresas que não adotam uma consultoria, tratam o processo de mudança de forma desestruturada. O método de organização para a mudança obriga a empresa a passar por todos os itens necessários à transição ser bem-sucedida.

Nesse processo de mudança organizacional, exige-se do empresário um olhar imparcial. Como o empreendedor pode ter essa atitude se está intensamente envolvido com o seu negócio?

Bassalo – O erro fundamental de muitas empresas está relacionado à atitude ou foco do empreendedor. Fala-se muito que o empresário precisa saber de gestão, porém mesmo ele tendo a habilidade para administrar, não garante o sucesso. O empreendedor deve sair da questão operacional da empresa e permanecer mais como avaliador de suas próprias decisões, pensando estrategicamente como vai conduzir a empresa, quais mudanças serão realizadas. Enfim, ele deve se colocar na posição de cabeça pensante do negócio.

Aqueles empresários que realmente valorizam seus funcionários possuem resultados mais elevados?

Bassalo – Eu acompanho há muito tempo a gestão de pessoas nas empresas e percebo que essa questão realmente tem evoluído ao longo dos anos. Antes era só falácia. Mas, hoje, as empresas estão pensando no que fazer para engajar o funcionário, questionam-se mais sobre qual valor a empresa entrega e buscam deixar o colaborador mais satisfeito. E isso certamente vai se refletir na satisfação e, consequentemente, na maior e melhor entrega de resultados pelos funcionários.

Você acha que os empresários, em geral, possuem uma atitude de prepotência e não conseguem compartilhar com os próprios funcionários de maneira honesta uma discussão democrática sobre decisões importantes para a própria companhia?

Bassalo – Não acho que os empresários e líderes sejam prepotentes. Acho que se demonstram esse tipo de atitude é porque não possuem conhecimento suficiente ou não estão seguros para saber como administrar determinada situação que exige mudança em suas empresas. Esse comportamento equivocado do empreendedor acontece, muitas vezes, porque eles se sentem muito preocupados e com uma sensação de grande pressão, por isso resistem em contar com um corpo externo para ajudar na avaliação das decisões, receosos de vazar informações estratégicas da companhia. Além disso, geralmente, desconhecem as metodologias e estratégias de gestão da mudança organizacional e pensam que os atributos que o levaram a liderar a companhia são o suficiente para gerir as mudanças. Não tenha medo do desconhecido. A mudança vai tirar você da zona de conforto, porém sempre vem para melhor. Você ficará desestabilizado em um primeiro momento, entretanto o fato de passar por algum processo, às vezes, traumático, sofrido, não significa que não será para evolução e crescimento da companhia. Então, o ideal a se fazer é encarar a mudança.

Jorge Bassalo, CEO Strategy Consulting

Posted in Comportamento, Empreendedorismo | Leave a Comment »

A Arte de Empreender

Posted by HWBlog em 08/08/2016

liderança 08Empreender é uma arte maravilhosa: é impossível não se apaixonar por algo tão formidável e singular.

Dentro desse sublime organismo podemos criar, manter, lapidar e potencializar todos os processos até que eles se tornem perfeitos e únicos. Certamente, todos os seres humanos sonham em alcançar reconhecimento, fama e sucesso no curso de suas ocupações, visto que essas positividades fazem bem ao ego e fortalecem grandiosamente o espírito de cada criatura vivente do nosso reino.

O mercado atual é muito competitivo, parelho e volátil, o que obriga cada vez mais as empresas a se reinventarem para sobreviverem a esses estímulos perigosos e vastamente demolidores. Usando letras heterogêneas, a comunidade mercadológica anseia pelo surgimento de um profissional que ostente características inovadoras e tipicamente mirabolantes.

Sempre compartilho com os meus amigos que essa qualidade social (empreendedorismo) pode ser gerada dentro do âmago de qualquer pessoa do mundo, desde que a mesma saiba trabalhar os skills que moram em sua criativa e lúdica aura. Muitas pessoas fracassam porque pensam que para empreenderem não necessitam de dom, preparo, perseverança, foco e determinação. Ora, nada é possível sem a existência dessas importantes e divinas atitudes.

Por isso, resolvi externar algumas das faculdades mais eminentes dos empreendedores bem sucedidos para que possamos agrega-las a nossa carreira e otimizarmos titanicamente as nossas virtudes. Veja:

1 – Suas ideias possuem significado: um exímio empreendedor não realiza suas atividades apenas para ser bem sucedido ou para marcar seu nome na história do mercado mundial, pelo contrário, ele preserva nelas as suas maiores paixões, visto que tudo aquilo que produz é um reflexo fiel e legítimo de seus ideais. Em outras palavras, ele ama profundamente o seu negócio, pois ele lhe dá a honrosa oportunidade de por em pratica seus talentos e dons naturais.

Sendo assim, busque uma área que possa lhe proporcionar uma satisfação pessoal e não somente ganhos financeiros e sociais. Esse é o primeiro passo para um profissional encontrar seu propósito mercadológico, alinhando seus princípios e valores ao mágico universo das organizações.

2 – Seu grau de resiliência faz frente aos anjos: o excelso empreendedor possui uma estabilidade emocional bem próxima da perfeição, o que faz com que ele absorva as energias negativas do ambiente de forma inteligente, assertiva e puramente sábia. Usando letras invertidas, ele sabe se controlar tanto internamente (através do autoconhecimento) quanto externamente (por meio da resistência), fazendo com que nada tenha poder de desviá-lo do seu foco principal.

Lembre-se: quanto maior for sua energia emocional, maiores serão as suas chances de êxito em qualquer atividade corporativa. À vista disso, crie pontes indestrutíveis para que nenhum meteoro tenha capacidade de estagnar sua nave espacial, fazendo sua orbe ser sólida, impenetrável e absolutamente intransponível.

3 – Sua criatividade é notavelmente acentuada: o sublime empreendedor sabe dar originalidade aos seus produtos e serviços, encontrando soluções versáteis para os múltiplos problemas vislumbrados. Esses excêntricos profissionais sabem interpretar e analisar os cenários de forma visionária e estratégica, são curiosos e ao mesmo tempo concentrados, amam a diversidade de opiniões e as reflexões tipicamente confrontadoras e, principalmente, possuem um vasto conhecimento de suas áreas e uma singular capacidade de percepção, o que os permite chegar à frente dos demais com folgas particularmente consideráveis.

Por conseguinte, procure gerar essas virtudes em seu coração, enxergando as coisas sob inúmeros ângulos diferentes e questionando o banal e corriqueiro para dar asas ao extraordinário e inigualável deus da imaginação.

Mantenha-se confiante: ao realizar essas formosas ações, seu espírito será tomado por uma força intrépida e revolucionária, capaz de entregar tesouros infinitos e inestimáveis para a sua carreira. Portanto, não hesite, aja.

4 – Seu conhecimento é fruto de muita determinação e disciplina: o formidável empreendedor se preparou exaustivamente ao longo de sua carreira: conquistando títulos, participando de eventos, palestras e workshops, adquirindo material impresso e digital: como livros, revistas, e-books e dvds, questionando pessoas mais experientes sobre assuntos específicos e complexos (sem receio de perguntar e sanar suas dúvidas), sacrificando finais de semana e encontros familiares para executar projetos e planos que mereciam sua atenção imediata, enfim ele teve uma rotina puxada, dolorosa e rigorosamente enfadonha.

Confie em mim: você não chegará ao topo sem aceitar (e suportar) essas dores, até porque é delas que procedem as maiores vitórias humanas, como mencionou brilhantemente Machado de Assis: “A vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal.” Deste modo, faça do conhecimento a sua âncora e da motivação a sua maior estrela, concebendo uma alma apaixonada pelas esferas da perseverança e da sujeição, para que assim, o futuro possa meritocraticamente recompensá-lo e justifica-lo.

5 – Sua teia de contatos é extremamente bem trabalhada: o magnânimo empreendedor é socialmente inteligente. Ele sabe como ninguém fortalecer sua rede de contatos para criar um networking fenomenal que dará a ele vantagens específicas e raras frente ao mercado de trabalho.

Não se engane: essa esplêndida habilidade faz esse cidadão viver cercado de pessoas que estão sempre dispostas a servi-lo e a serem servidas por ele, de sorte que é uma via de mão dupla onde ambas as partes obtém lucro e se sentem poderosamente realizadas. Em outros termos, esse sujeito consegue fomentar um laço de trocas onde o respeito, a credibilidade, a reputação e a confiança fazem toda a diferença, recompensando cada um de acordo com suas enobrecidas e glorificadas ações.

Destarte, saiba conquistar as pessoas por meio de um caráter de valor: esticando as pontes entre os seus objetivos e os do próximo para que todos andem em uma mesma estrada, mesmo trilhando caminhos inversos e piamente ambíguos.

6 – São astutos e possuem visão periférica do campo: um estupendo empreendedor sempre estuda o ambiente que o cerca, de forma a se antecipar as variáveis do adversário e prevê-las. Essa atitude é fundamental para o mesmo identificar seus pontos fracos e trabalha-los estrategicamente, fazendo os tais serem reduzidos e até mesmo, eliminados. É também nesse momento que ele aproveita para verificar os aspectos assertivos do inimigo, de modo a trazê-los para si e enriquecer colossalmente o capital intelectual da organização.

Lamentavelmente, muitos empresários se limitam a observarem apenas as coisas que acontecem do lado de dentro (seus funcionários, seus clientes, suas informações, etc…) fechando os olhos para os importantes acontecimentos que ocorrem do lado de fora.

Por isso, trace uma vereda sábia: gerencie todas as engrenagens existentes, dando atenção a TODOS os stakeholders que existem a sua volta, pois do contrário, você será forte em alguns braços e fraco em outros, o que futuramente poderá lhe trazer desnecessários desconfortos.

O segredo é ser proativo e buscar ver as coisas sob um ângulo macro, analisando a movimentação das peças e executando realizações simultâneas para que a sua gestão esteja sempre um passo a frente das demais. É como nos ensinou magistralmente Peter Drucker: “Não podemos prever o futuro, mas podemos cria-lo.”

7 – São mentores inteligentes e eficazes: um ótimo empreendedor sabe ouvir e dar feedbacks, filtrar críticas e expor elogios, doutrinar pessoas com maestria e tenacidade, remover barreiras e motivar pessoas, destruir conflitos interpessoais e unificar o plantel, impulsionar dons adormecidos e talentos ocultos e, principalmente, ser exemplo de integridade e virtude para os seus estimados pupilos.

Seguramente, é impossível ver um negócio prosperar sem a existência de um mentor diferenciado no núcleo das referidas transições. Sem dúvidas, os integrantes dessa corporação precisam de um norte nítido para esculpirem suas ações e uma torre reluzente que os guie para um mesmo radar, permitindo que estejam navegando sempre em águas tranquilas, isto é, longe de furações, ventos e tempestades.

Desta forma, seja um líder e exista para servir as pessoas, mantendo-as seguras e confiantes no decorrer das lúdicas atividades corporativas.

8 – São planejadores na verdadeira acepção da palavra: um egrégio empreendedor não atira no escuro: ele implanta as ideias embasado no que o mercado lhe oferece. Diferente dos insensatos e despreparados que:

  • Não sabem criar um plano de negócios eficiente e objetivo;
  • Não possuem conhecimento algum em finanças, gestão, marketing e pessoas;
  • Não sabem gerar um diferencial que potencialize o negócio e estimule (“viralize”) o consumo da marca;
  • Têm tremendas dificuldades de focarem no porvir, limitando-se apenas as esferas do presente;
  • Não sabem criar e aguçar um retorno plausível que compense o investimento dispensado;
  • Não montam seus projetos com base na existência de um público alvo específico, isto é, que provavelmente se interessaria pelo referido material;
  • Não estão dispostos a enfrentarem objeções de todos os lados, bem como os ventos contrários que são inerentes a supracitada profissão;
  • Não sabem separar os ganhos institucionais dos ganhos pessoais;
  • Vivem procurando “chifre em cabeça de cavalo”, ao invés de realizarem o simples com eficácia e agilidade;
  • Se cercam de pessoas que não agregam valor e ainda contribuem para o decréscimo do capital intelectual criativo.

Pense diferente, aja diferente: seja um planejador com uma visão contemporânea e não ponha jamais sua confiança em eventos superficiais e frágeis. E com o passar das luas, você perceberá que o esforço praticado com convicção, perseverança, organização, competência e disposição dá bons resultados e conforta o coração daquele que acreditou em si mesmo e nas esplêndidas atmosferas da esperança.

9 – Possuem uma autoconfiança absolutamente inabalável: o voraz empreendedor toma suas decisões com segurança e otimismo, sem nenhum tipo de titubeio, pois nasceu com brilho nos olhos e total esperança no pensar. Ele reconhece que empreender nada mais é do que lidar com incertezas e atmosferas incógnitas, cabendo a ele correr riscos para impulsionar seus negócios e otimizar suas projeções.

Com o passar dos anos, esse profissional vai acumulando experiências específicas que o fazem minimizar seus riscos e suas probabilidades de insucesso em determinadas situações. Além disso, ele vai aprendendo que as “quedas” não necessariamente são maléficas para a sua alma, mas existem para servirem de base para edifícios mais representativos e proeminentes no porvir.

Então, agregue essas portentosas lições para a sua vida: seja confiante, positivo, renitente, corajoso, argucioso e compenetrado, destruindo essas energias contrárias por meio de uma autoestima incontrolavelmente transformadora e de uma teimosia particularmente regeneradora.

10 – Eles fazem do tempo os seus maiores tesouros: o maravilhoso empreendedor não é aquele que possui prédios faraônicos, pilhas de funcionários, frotas de carros, exorbitantes faturamentos, fama mundial e um negócio com mais de cinquenta anos de vida, mas sim aquele que aprendeu a controlar seu tempo de maneira correta e eficiente em todos os âmagos de sua existência.

Não estou falando apenas do tempo a ser gerenciado na empresa através de reuniões objetivas, tarefas operacionais inteligentes e administração ferrenha dos “encurtadores do dia”, mas ainda da gestão prudente e ajuizada da vida particular. Sim, a esfera pessoal é muito importante, dado que muitos empresários vivem melancólicos, isolados, insatisfeitos e depressivos porque direcionaram todas as suas forças para o “inoxidável trabalho” e nenhuma gota de suor sequer para as suas secundárias intensões, pasmem: suas rejeitadas e desprezadas famílias. Em outros termos, essas criaturas fazem seus filhos, esposas, pais, mães e parentes serem meros coadjuvantes em suas linhas do tempo enquanto acumulam dólares e objetos que no fim das eras se tornarão tão somente pó e cinzas.

Isto posto, aprenda a sorrir mais, a ganhar dinheiro com responsabilidade e humildade e, prioritariamente, a valorizar seus entes queridos com amor e cordialidade, evitando que o mostro da ganância apanhe suas pedras preciosas e roube seu valioso (e insubstituível) princípio vital.

Em uma partida de futebol, o time precisa de um meia habilidoso e esperto para articular as jogadas e surpreender os adversários. Do mesmo modo que acontece no esporte “dos onze contra onze”, as empresas também necessitam de um mestre para contarem com trunfos diferenciados seguidos de revolucionárias tacadas.

No cenário contemporâneo, um bom empreendedor é o que está disposto a aprender eternamente, se transformando em um aluno dedicado, disciplinado e motivado para absorver as informações e elevar o patamar de sua organização para um nível genuinamente primoroso.

Por conseguinte, seja um magnífico pupilo do conhecimento: moldando suas movimentações para as suas qualidades serem aprimoradas por meio de gestos testados, planejados e otimizados.

Posted in Empreendedorismo | Leave a Comment »

Modos de ter ideias empreendedoras

Posted by HWBlog em 19/07/2016

empreendedor 14Quem nunca sonhou em ter aquela ideia empreendedora de US$ 10 milhões? Essa ideia é sempre o primeiro passo para quem quer se aventurar no mundo dos negócios. O importante é sempre saber que não existe fórmula mágica para criar novos negócios. O ideal é não ter medo de sonhar grande e não se parar em apenas uma ideia.

Alguns passos, como anotar todos os insights, independentemente do local, e sempre discutir as ideias com grupos de pessoas, é uma boa maneira de ver se sua ideia será bem aceita ou não.

Veja dicas que podem ajudar qualquer pessoa a ter ideias empreendedoras:

1 – Não pense em ideia de negócios
A melhor maneira de ter ideias empreendedoras é não pensar, e sim observar. O ideal é sempre olhar com atenção toda e qualquer atividade exercida próxima a você e procurar enxergar as necessidades e os problemas que essas ações possuem, de modo que você seja o responsável por criar a solução do tal problema.

2 – Resolva os problemas, não os invente
Um bom exercício, e que pode gerar inúmeras ideias, é pegar uma folha em branco e escrever “eu odeio quando…”. Liste tudo o que o incomoda nas mais diversas situações. Muitos desses incômodos e problemas podem virar produtos, já que o seu descontentamento tende a ser o de outras centenas de pessoas. Checar sites de reclamações ou as páginas de suporte ao cliente é sempre uma boa fonte de soluções dos problemas.

3 – Pense no futuro
Nós não sabemos exatamente, mas todo mundo tem aquele jeito de pensar como será o mundo daqui três, quatro ou cinco anos. Pesquisar sobre tendências em algum nicho de indústria, na sociedade e até no mundo tecnológico pode ser uma forma de pensar em novos negócios.

4 – Encontre um mercado ou indústria e se aprofunde
Encontrar o seu nicho de mercado ou aquela área que mais te interessa é essencial para desenvolver o trabalho de uma forma ainda melhor. Se você tiver contatos nessa área, melhor ainda. Pergunte os prós, os contras e os problemas que existem na área para pensar em soluções e formas de melhorar o trabalho.

5 – Use boas ideias como inspiração
Steve Jobs já dizia: “não temos nenhuma vergonha em roubar grandes ideias”. Às vezes, ideias inovadoras são utilizadas de forma errada, ou são mal executadas. Sempre que surgir novos produtos, pense em outras formas de como ele poderia ser usado ou até mesmo melhorado. Essa ideia pode ser vendida à empresa original e resolver problemas de muitas outras pessoas.

6 – Invista em mercados que estão crescendo
Alguns sites especializados em empreendedorismo sempre fazem artigos que mostram as áreas que se destacam ou estão em crescimento. Investir nesses mercados é sempre uma boa maneira de se tornar empreendedor.

7 – Pense fora da caixa
Centenas de possíveis projetos empreendedores passam por nós diariamente e não percebemos. O grande lance pode estar em aplicar soluções de outras áreas do mercado na sua área de atuação.

8 – Pergunte a si mesmo
Empreender nem sempre é fácil. Todo dia é um novo desafio. Antes de se lançar no mundo empreendedor, pergunte a si mesmo qual tipo de negócio você gostaria de comandar e o que nunca foi feito até hoje.

9 – Mantenha-se sempre atualizado
Manter-se atualizado na sua área de interesse é quase uma regra obrigatória no mundo dos negócios. Afinal, os conceitos mudam o tempo todo e ficar antenado nas tendências é sempre uma boa maneira de ter novas ideias.

10 – Veja como você gasta o dinheiro
Ver no seu extrato bancário como o dinheiro é gasto é uma boa forma de ver onde se está gastando muito. Isso pode ajudar a ter uma ideia de um novo produto, que faça o mesmo serviço, mas tenha um melhor custo-benefício.

Posted in Empreendedorismo | Leave a Comment »

Para inovar, grandes empresas pedem ajuda a startups

Posted by HWBlog em 14/07/2016

STARTUP3Não é difícil listar empresas que transformaram setores inteiros, mas nasceram em garagens, a partir apenas uma boa ideia. Netflix, Uber e Airbnb são algumas que fazem parte do rol.

De olho nesse potencial de inovação, cada vez mais companhias de grande porte buscam se aproximar de startups e convidar pessoas criativas para ajudá-las a desenvolver soluções para seus negócios.

No Brasil, a Natura é uma das que estão seguindo por esse caminho. Na sexta-feira (13), ela lançou o programa Startups.

Trata-se de uma plataforma online na qual organizações iniciantes poderão apresentar suas propostas e, caso haja oportunidade, se tornar parceiras da fabricante de cosméticos.

A firma já mantinha contato com empreendedores há cerca de dois anos, mas agora decidiu formalizar a iniciativa. Hoje, ela interage com 33 startups de diversas áreas, sendo que 13 delas já estão ativas em algum projeto ou piloto.

Uma delas é a Já Entendi, do segmento de educação para adultos, que a ajudou a Natura a traduzir para suas revendedoras o conteúdo técnico sobre o lançamento da linha Tez, de cuidados com a pele.

Compartilhar processos de inovação, entretanto, é uma medida antiga na empresa.

Além do Startups, ela mantém ainda os programas Cocriando, por meio do qual os consumidores são chamados a auxiliá-la na criação de novos conceitos para sua indústria, e o Natura Campus, que estabelece laços com a comunidade científica para a descoberta de novas tecnologias.

Dentro deste último, que existe há quase uma década, a companhia já realizou duas maratonas de prototipagem, os chamados hackathons.

Do primeiro deles, voltado para o desenho de soluções que interligassem produtos à internet, nasceu a ideia de lançar um esquema para o público personalizar sabonetes, que deve chegar ao mercado em breve.

Já o segundo foi direcionado a conectar o consumidor à natureza e à linha Ekos, de itens feitos com ingredientes da Amazônia.

Nele, o projeto vencedor foi o de um sistema de cultivo de plantas com sensores que indicam quando elas precisam de mais água ou luminosidade, por exemplo.

Nesse caso, a solução não será aproveitada pela Natura, mas serviu para divulgar a marca Ekos e para estimular o pensamento inovador entre os funcionários que participaram do hackathon, segundo Luciana Hashiba, gerente de inovação da companhia.

“O que a Natura ganhou foi esse olhar do intangível. A gente se baseou em pesquisas que mostram que quem se engaja com a marca, passa a ser consumidor. É um caminho indireto, mas em que a gente acredita muito”, explicou.

Um ponto polêmico das parcerias para criar produtos ou serviços é definir quem terá os direitos sobre o que surgir a partir delas.

De acordo com a Natura, quando uma startup apresenta a ela um conceito já desenvolvido, essa empresa continua sendo a única dona da ideia e atua como uma fornecedora.

Já quando a criação é compartilhada, a propriedade intelectual também é dividida.

A fabricante de cosméticos não abre o quanto aloca em cada projeto, apenas diz que os investimentos em inovação correspondem a cerca de 3% do seu faturamento – em 2015, as receitas líquidas foram de 7,9 bilhões de reais.

Mais cocriação

Outra empresa que conta com ajuda da comunidade criativa e de startups para melhorar seus processos é a Coca-Cola Brasil.

No ano passado, ela colocou no ar a plataforma de inovação aberta Open Up, em que lança desafios para o público solucionar.

Desse programa, surgiu uma parceria com Agrosmart, companhia que possibilita a produtores rurais controlarem as necessidades de suas culturas por meio de um aplicativo conectado a sensores instalados no campo e a dados meteorológicos.

A tecnologia de irrigação inteligente em breve será usada em plantações de maracujá de fornecedores da fabricante de bebidas no Espírito Santo.

Atualmente, a companhia está selecionando grupos que queriam participar de uma jornada de três dias em um barco pela Amazônia, com o objetivo de discutir iniciativas que impulsionem o desenvolvimento socioambiental da região.

Em relação à propriedade intelectual, a política na Coca-Cola funciona de forma parecida à da Natura.

“O dono da ideia é sempre quem a registra, o que não impede que as startups sejam convidadas a integrar a cadeia de parceiros da Coca-Cola”, explicou Luiz André Soares, gerente de valor compartilhado da companhia, durante o evento em Cajamar.

Para o executivo, a aposta em inovação aberta não substitui os tradicionais gastos com Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

“Tem lugar para tudo mundo. Investimentos mais sofisticados em tecnologia, por exemplo, requerem uma expertise diferente da oferecida por essa turma mais jovem”, disse.

De acordo com ele, a vantagem que as startups trazem para a cadeia da companhia são os “insights” que servem de ponto de partida para o desenvolvimento de programas mais amplos.

“Para o mal ou para o bem, a gente tem processos de grande complexidade na ponta, mas que começam muito simples”, afirmou.

A Coca-Cola Brasil não revela quanto gasta com esses programas.

Aplicar não é fácil

Há cerca de cinco anos, o Itaú montou um time dedicado a pensar como ele poderia se relacionar mais de perto com as novas gerações e se tornar mais conectado.

Em 2014, seguindo a linha de encontrar propostas criativas para seus processos, organizou uma maratona de programação.

O banco, porém, enfrentou desafios na hora de integrar as soluções que surgiram no hackathon a seu negócio e, por isso, decidiu não realizar uma segunda edição.

A experiência, entretanto, ajudou abrir a mentalidade da firma para o empreendedorismo interno.

“Ainda não sabemos o caminho, mas já conseguimos ver uma transformação no modo de pensar. Vender para um executivo que você quer fazer algo novo, mas não sabe que resultado isso vai trazer, não é fácil”, comentou Maria Julia Azambuja, integrante da área de estratégia e inovação da companhia, durante o evento da Natura.

Azambuja é uma das responsáveis pelo Cubo, ambiente de coworking e laboratório de incentivo à inovação mantido pela empresa que tem hoje 54 startups residentes. Para utilizarem a estrutura, elas precisam passar por uma seleção e pagar uma mensalidade.

Nomes como BASF e Ambev também apostam na inovação compartilhada.

Posted in Empreendedorismo, Negócios | Leave a Comment »

Como Gates, Musk, Zuckerberg e Buffett empreendem tão bem?

Posted by HWBlog em 07/07/2016

LivrosA produtividade pode ser o grande divisor de águas entre negócios que têm sucesso e negócios que fracassam: sem saber tirar o melhor proveito de seu tempo, não há como levar sua empresa para frente.

Falar é fácil, difícil é saber como, exatamente, exercer seu conhecimento dentro da rotina tão atribulada de um dono de negócio.

Nessas horas, uma boa ideia pode ser aprender com quem já passou pela mesma situação.

Empreendedores como Bill Gates, fundador da Microsoft; Elon Musk, da Tesla; Mark Zuckerberg, criador do Facebook; e o megainvestidor Warren Buffett possuem hábitos próprios para sempre responderem rápido às mudanças de seus respectivos mercados.

Esse é um investimento de tempo que vale muito a pena no futuro: afinal, um empreendedor que sempre procura aprender é também uma pessoa que terá todas as ferramentas necessárias para lidar com situações futuras da melhor forma.

Confira, a seguir, o que esses quatro grandes empreendedores podem ensinar sobre como ser bem sucedido:

Bill Gates

O fundador da Microsoft é também um ávido leitor: Gates já contou ao New York Times que lê por volta de 50 livros por ano. Muitos dos seus livros favoritos falam sobre “como as coisas funcionam”, segundo o empreendedor.

“Ler é uma das minhas principais maneiras de aprender, e tem sido desde quando eu era criança. Agora eu também posso visitar lugares interessantes, encontrar cientistas e assistir a muitas aulas online. Mas ler ainda é a maior forma de eu aprender novas coisas e, ao mesmo tempo, testar meu entendimento.”

Elon Musk

O empreendedor Elon Musk sonha alto: seus projetos envolvem carros elétricos e viagem espacial, por exemplo. Tudo por meio de empresas conhecidas, como a Tesla e a SpaceX.

Ainda que seus planos envolvam tecnologia, ele possui um hábito bem tradicional para manter-se no pico de sua produtividade: leitura.

Houve épocas em que Musk lia até dois livros por dia, conta seu irmão para a Bloomberg.

O empreendedor lia desde textos de filosofia até um clássico da ficção científica: o livro “Guia do Mochileiro das Galáxias.”

Mark Zuckerberg

O criador do Facebook, assim como Gates e Musk, repete um hábito de produtividade que parece ser uma constante no universo da tecnologia: ler, e muito.

No ano passado, o empreendedor prometeu ler um livro a cada duas semanas, e criou uma página, chamada A Year for Books, para quem quisesse acompanhá-lo na mesma meta.

Warren Buffet

Warren Buffett é um dos investidores mais renomados do mundo. Veja as ações em que ele investe e como ele virou um bilionário, em suas próprias palavras.

Esse conhecimento de mercado não vem fácil: Buffett passa de cinco a seis horas do seu dia lendo. Suas leituras diárias incluem os jornais Financial Times, New York Times, Omaha World-Herald, USA Today e Wall Street Journal, diz a rede CNBC.

Fora tantos outros materiais, que vão desde revistas até relatórios corporativos.

Posted in Empreendedorismo | Leave a Comment »

Empreendedorismo: planejamento e execução

Posted by HWBlog em 05/05/2016

coaching 04Existe um dito popular no mundo da gestão e dos negócios afirmando que “o papel aceita qualquer coisa”. Sim é uma afirmação comum, mas não menos verdadeira e sensata. O papel, as planilhas, as apresentações, aceitam absolutamente tudo.

Desprovidos de qualquer poder, esses meios não fazem distinção entre as ideias mais mirabolantes e inexequíveis, de projeções realistas e planos de ação factíveis.

Em resumo, um meio sem mecanismo de exclusão (um dia inventarão um software de uso cotidiano que rejeitará absurdos), um apresentador com grande poder de persuasão e uma plateia desprovida de senso crítico ou intimidada, e pronto, eis que surge a fórmula certa para o desastre.

A questão é que seja no universo empresarial, ou em qualquer aspecto da vida profissional, o produto final de um emaranhado de esforços e ampla dedicação só se materializa em algo consistente com uma execução impecável baseada em um sólido planejamento.

No mundo do empreendedorismo, a retórica jamais pode vencer a técnica, o esforço a disciplina e o apuro de colocar a mão na massa, na hora certa, da forma correta e com ingredientes apropriados. Não há espaço para embromação ou improvisos.

E o mercado, que é o grande juiz das inciativas empresariais é implacável, e não aceita conversinhas

Desta forma, listamos abaixo alguns cuidados essenciais para reduzirmos o distanciamento entre idealização planejada e a vida como ela é.

Definindo onde se deseja chegar:

Passo 1

Em uma abordagem realista, envolvendo o board (mesmo que sua empresa seja minúscula, reúna aqui as principais lideranças – e chame isso do que bem entender), levante os propósitos mais relevantes da operação.

Com clareza, aqui é importante definir o que fazem, para quem fazem e como desejam fazer no futuro. (O velho e batido papo – porém importantíssimo – de missão e valores). Elabora um documento expressando com clareza estas questões;

Passo 2

Aprofunde um processo de autocrítica, sobre o que definiram no “Passo 1”. Tentem imaginar a análise feita sob a ótica de um investidor, sendo convidado a comprar o risco com você;

Passo 3

Na perspectiva da linha do tempo que deseja projetar/ planejar, estabeleça quais são os principais alicerces a serem erguidos para se atingir o estado definido nos “Passos 1 e 2”;

Passo 4

Estruture uma linha completa e detalhada de objetivos para serem atingidos rumo a “construção” de cada um dos alicerces definidos no “Passo 3”.

Passo 5

Para cada um dos objetivos definidos no “Passo 4”, monte uma cadeia de metas, seguindo uma lógica sequencial.

Planejamento e execução:

Com o estabelecimento de objetivos e propósitos, pode-se conceber um planejamento detalhado de ações (assim como as respectivas projeções financeiras) que seja efetivamente exequível. Sim, aqui podemos estabelecer pontos e elementos desafiadores que nos empurrem para frente, mas sem maluquices. Ou seja, um planejamento precisa ser realista;

Não é hora para vertigens, exageros ou forçadas de barra. Compromissos irrealistas invariavelmente caem no descrédito, e isso vale tanto no mundo empresarial como no pessoal/profissional;

Estabeleça uma estrutura detalhada de cronogramas;

Em meio a estas concepções será necessário conhecer ou prever o conjunto de obstáculos, resistências e complicações que naturalmente surgirão. Lembre-se, nesta viagem não haverá estradas sem buracos, e mais, alguns buracos aparecerão na última hora, surpreendendo todas as expectativas;

Com todos estes cuidados, você poderá cair na armadilha de tentar acelerar o processo ao constatar que a fase de preparação demanda tempo demais. Não deixe esta ideia tomar a sua cabeça e segura a ansiedade. A preparação é o alicerce da execução.

Passe para a fase de execução e cumpra os cronogramas com precisão. Aqui, disciplina e organização são temas indissociáveis;

Controle a execução com rigor.

Calibragem, gestão e envolvimento:

Ao longo do tempo, situações não esperadas surgirão, e isso vai demandar ajustes no conjunto de metas, objetivos e alicerces;

Na trajetória podem surgir novos posicionamentos alterando o “Passo 1” e isso vai demandar alterações relevantes. Faz parte, um planejamento precisa ser uma peça orgânica dotada de vida. Não é um documento estático;

A empresa precisa definir um curador do planejamento, que se responsabilizará por atualiza-lo, e proteger sua execução. É um bom passo rumo a um modelo futuro de boa governança;

Envolva a equipe, oferecendo transparência do conteúdo concebido, estabelecendo responsabilidades específicas, solicitando contribuições e cobrando resultados;

Monte um protocolo de segurança para que informações estratégicas não sejam reveladas;

Cultive o sangue frio e o bom senso, pois algumas correções de rota serão inevitáveis.

Conclusões:

Saiba que todos os ventos parecem bons e todas as direções aparentemente são interessantes, para quem não sabe onde quer chegar.

Você pode ser o empreendedor mais corajoso e dedicado, estar envolto por uma equipe criativa, dinâmica e engajada, e ainda dispor de recursos para apostar naquilo que querem fazer, mas de nada adiante tudo isso sem um eficiente casamento entre expectativa, objetivos claros e uma agenda de execução detalhada.

Se esse ingrediente não estiver presente, desperdiçará seus recursos, acabará por afastar a equipe tão bem selecionada, criará confusões societárias por conta da produção de frustações, e afastará parceiros estratégicos e investidores que eventualmente poderiam embarcar no seu empreendimento (e se embarcarem, infernizarão a sua vida justamente por não acreditarem no êxito da execução).

Empreender não é para qualquer um, mas sem um bom planejamento, fica impossível, e ajuda a engordar os índices da mortalidade empresarial no Brasil.

Posted in Empreendedorismo, Estratégia | Leave a Comment »

Não deixe isso acontecer no seu negócio

Posted by HWBlog em 29/04/2016

produtividade 4Caros leitores, em textos já publicados abordei as ineficiências corporativas, martelei na tecla do perfil dos antiempreendedores, e nunca dei sossego para as modinhas passageiras de gestão. Mas hoje vou focar no cotidiano empresarial, com especial atenção aos erros e equívocos, que de tão comuns e recorrentes, podem não estar no radar do empresário.

Sejamos claros, além das questões estratégica e operacionais da condução de suas empresas, nossos valentes empreendedores não podem se descuidar um único segundo do holocausto burocrático e fiscal do nosso ambiente de negócios.

Em meio a tantos abacaxis para descascar, fica fácil deixar escapar algumas situações que passam pelo radar, mas que uma vez toleradas como hábitos, podem detonar um empreendimento.

O estabelecimento de metas impossíveis. Pode acreditar, eu, você, a sua e a minha equipe possuem limitações. Para evitar que metas e objetivos traçados não se transformem em peça de folclore, por conta do mais absoluto descrédito, estabeleça apenas aquilo que realmente possa ser realizado. Depois disso cobre com rigor.

A contratação de analfabetos funcionais. Sim eles existem. O analfabetismo funcional pode ser identificado quando profissionais formados em boas escolas e eventualmente dotados de alguma experiência, apresentam desconhecimentos impensáveis para as suas áreas de atuação. Algo como, um gestor financeiro não dominar as práticas da matemática financeira, desconhecer princípios contábeis ou ferramentas e modelos de gestão financeira. Fuja disto.

A institucionalização da desorganização. Não há nenhum problema em se criar um ambiente de trabalho informal, arejado e livre dos rigores corporativos tradicionais. Muito pelo contrário, estes ambientes podem (vejam bem, podem, mas não garantem nada) propiciar um ambiente de trabalho mais produtivo, agradável e dotado de alta energia criativa. Outra coisa é a informalidade ocasionar a perda de documentos e informações importantes ou a dificuldade para se localizar contratos.

Um escritório de contabilidade confuso. No caso empresarial, equivale às doenças silenciosas e aparentemente indolores que atacam os seres humanos. É algo que vai corroendo, dia após dia, a situação fiscal e os controles internos, fragilizando o aparato administrativo financeiro, transformando tudo em uma batata quente onde ninguém terá coragem de por a mão.

Diante de uma primeira leitura, pode ser que tudo lhe pareça muito óbvio, mas o problema dos equívocos “óbvios” é que eles passam desapercebidos e camuflados, e com o tempo ganham forma, vida própria, e grande potencial destruidor.

Boa sorte e cuidado.

Posted in Empreendedorismo | Leave a Comment »