PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

  • About

    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

  • Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

  • Tópicos recentes

  • Agenda

    junho 2010
    D S T Q Q S S
    « abr   jul »
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    27282930  

Archive for junho \28\UTC 2010

Seduzindo Borboletas

Posted by HWBlog em 28/06/2010

Para ser bem-sucedido na carreira siga o conselho do escritor Mário Quintana: “O segredo é não correr atrás das borboletas. É cuidar do jardim para que elas venham até você”
Ao entrarmos em uma livraria nos deparamos com uma série de livros sobre como administrar finanças pessoais. A maioria deles muito bem escritos, cumprindo o seu papel na educação financeira do brasileiro que, diga-se de passagem, quase nunca recebe esse tipo de informação na escola ou mesmo na faculdade. Em casa menos ainda. Tem educação financeira quem foi abençoado em ter pais que falam a respeito, quem é autodidata ou que aprendeu com experiências desastrosas em sua vida financeira.

Mesmo buscando na literatura técnica, são poucos os livros de finanças pessoais que contam o grande segredo de se fazer um belo “pé de meia” seja como empregado ou empresário. Por isso, por conta da importância dos assuntos que envolvem esse tema, é preciso fazem uma abordagem por partes. Neste caso, vou me ater aos benefícios de um patrimônio na carreira do investidor. Lógico que investir é saudável, apesar de alguns acharem perda de tempo, alegando que a vida é o agora e precisamos “curti-la” ao máximo. Já ouvi até dizerem que o mundo acabará em 2012! Crendices a parte, o que tem grande probabilidade de acontecer é a sua carreira ser alavancada por um bom “pé de meia”.

Analise: na empresa em que trabalha, você já deve ter se deparado com aquele sujeito tão inteligente e tão estudado quanto você. Ambos estão no mesmo patamar. No entanto, ele está muito bem financeiramente, seja por causa da família ou porque soube investir. E não é que a carreira dele começa a subir mais que a sua?! E ainda mais: todos gostam dele por ser arrojado, saber se portar em todas as ocasiões e até investiu em uma consultoria de imagem!

Este sujeito quando estava insatisfeito na área em que trabalhava chegou a pedir para ser transferido e conseguiu! Expôs-se demais, mas hoje cuida daquela atividade interessante que você sempre sonhou fazer. Por que isso acontece? Ainda mais com alguém de família abastada ou que já tem tanto dinheiro? Essa vida não é justa! Realmente a empresa só ajuda os “riquinhos bem de vida” e o restante não tem oportunidade!

Será que é isso mesmo? Você está fadado ao insucesso e a injustiça? Deus não lhe sorriu quando você nasceu? Bem, claro que não é isso! Você está pronto para ouvir a verdade? Um dos grandes motivos de seu insucesso são suas finanças pessoais. Isso mesmo!

Vejamos: você está financiando um ou dois carros, casa, reforma, pagando parcelas daqueles presentes de natal e dias das mães. Isso tudo sem contar que neste mês houve uma despesa extra, com o encanamento que estourou. Puxa, justamente agora! Para piorar, mês passado já teve gastos extras com o carro que sua esposa bateu. E desta vez, algo que não dá para abrir mão é daquela viagem para o exterior que você está se prometendo há tantos anos. Afinal, você merece, trabalha tanto!

Muito bem, somente uma pergunta: como alguém quer ser bem-sucedido na empresa que trabalha se todas estas contas não saem da cabeça? Caro leitor, se você está nesta situação se tornou uma pessoa extremamente dependente da empresa em que trabalha. Você precisa muito do salário para cobrir os gastos que possui e a conclusão sempre é: ganho pouco. E não: estou gastando mais do que deveria.

Deixando mais claro: você não ousa na empresa. Pode não admitir, mas está com muito medo de perder o emprego. Faz, inclusive, aquela atividade braçal que odeia tanto (e olha que você agora é pós-graduado). Você tem medo até de expor aquela ideia que parecia única, que poderia alavancar a sua carreira. “Será que não é arrojada demais” – você pensou e achou melhor engavetar com medo de expor para a Diretora. É… o medo de perder o emprego te assombra tanto que você nem mesmo conseguiu responder aquela tirada de sarro que seu chefe fez e te incomodou tanto. Você preferiu engolir seco.

Bem, agindo assim você está fazendo tudo que a administração moderna não quer. Sob a gestão de Jack Welch você provavelmente teria sido substituído. É preciso analisar que hoje as estruturas são mais planas, os funcionários contribuem e ousam com ideias criativas, pois sabemos que se fizermos um valuation, o capital humano estará sempre na frente. Uma empresa pode criar uma tecnologia fantástica, mas somente terá destaque se tiver grandes seres humanos nas áreas de marketing, logística, compras, finanças, RH, produção, entre outras. E para se manter em destaque é preciso estimular ideias criativas.

Espero que agora você comece a entender porque o “riquinho” está na área que deseja, com um cargo bacana e cada vez mais feliz. Vou deixar mais claro: ele mudou a relação de troca. De “eu preciso muito da empresa para pagar minhas contas”, para uma troca justa contratual entre empregado e empregador. Um contrato que existirá até um dos dois desistir.

Esse seu colega, provavelmente possui um “pé de meia” que lhe dê segurança. Ele sabe que a empresa precisa muito dele também e usa isso bastante a seu favor. Mas, sabe que se um dia esta relação de troca bem estabelecida acabar, ele tem um belo “colchão financeiro” para ir atrás do que gosta.

Bem, feche um pouco os olhos e substitua o seu cenário caótico de dívidas por outro no qual você tem capacidade de se auto-sustentar por seis meses, um ano, cinco anos ou até ter a total independência financeira. Esta condição certamente alavancaria a sua carreira e traria a felicidade, pois você poderia se direcionar para fazer o que realmente gosta, contribuindo até mais com a empresa em que trabalha, já que a relação não seria de total necessidade e sim, de prazer e interesse pelo o que se está fazendo. Lembre-se: normalmente rendemos mais quando fazemos o que gostamos.

Lógico que para chegar neste patamar há sacrifícios a serem feitos. É necessário montar um plano para quitar dívidas, começar a investir (de preferência com ajuda profissional) e principalmente entender que ser bem-sucedido financeiramente é muito mais uma questão de quanto se gasta e não do que quanto se ganha.

Como disse uma vez o nosso grande escritor Mário Quintana: “O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você.”

Anime-se, vamos lá! É melhor escolher do que ser escolhido.

Anúncios

Posted in Artigos | Leave a Comment »

Como harmonizar pessoas e resultados nos negócios

Posted by HWBlog em 28/06/2010

Os consultores em coaching afirmam que o equilíbrio começa em encontrar seu talento, investir no mesmo e lapidar as fraquezas que estejam anulando as qualidades.

Responda com franqueza: você está alcançando as metas propostas no seu trabalho? Além disso, você está satisfeito com o tempo dedicado ao trabalho?

Pois bem, se uma destas respostas foi não, este artigo apareceu na hora certa. Todos sabemos que os negócios impactam os clientes, os acionistas, os colaboradores e a comunidade. Entretanto os modelos tradicionais de gestão ainda preconizam a satisfação de algum público específico, geralmente os donos do negócio. Precisamos evoluir a gestão atual deste modelo funcional para um modelo sistêmico que equilibre resultados e pessoas, incluindo você.

Muito romântico?

Não para os acionistas das empresas. Está comprovado que investir neste equilíbrio gera retorno no longo prazo. Pesquisas mostram que investir em modelos de gestão com equilíbrio, como o preconizado pela Fundação Prêmio Nacional da Qualidade, impactam diretamente o faturamento das empresas. Outros fatores da contemporaneidade também revelam a importância e urgência do tema: as pessoas, especialmente os novos talentos da tão incensada Geração Y (nascidos após 1980), não vêem o equilíbrio como um luxo, mas como requisito para o ambiente de trabalho. A escassez de talentos também faz com que estes sejam tratados como joias, sendo o equilíbrio um fator fundamental, especialmente em trabalhos tipicamente intelectuais.

O crescimento da população de idosos e a questão do fator previdenciário farão com que as pessoas queiram e precisem se aposentar mais tarde, o que também demandará uma racionalização do trabalho entre jovens enérgicos e maduros experientes. Com a relevância do setor de serviços na nossa economia, anomalias como funcionários desequilibrados que afetam a experiência de compra do cliente não podem ser admitidas. Finalmente, destacam-se as novas configurações de família, como as de mães solteiras, casais de homossexuais e solteiros convictos, que demandarão novas regras de administração de pessoal.

Mas e você, por onde começar esse tal de equilíbrio na gestão? Primeiramente devemos entender que gestão é alcançar resultados. Para que haja equilíbrio, devem ser acordados resultados que satisfaçam as necessidades dos clientes, acionistas, colaboradores e a comunidade em geral. Percebem alguma semelhança com o antigo conceito de Qualidade Total? Como podemos perceber, desde os anos 80 já se falava do equilíbrio na gestão, mas até hoje vemos funcionários insatisfeitos. O próprio Brasil, conhecido como o país da alegria, samba e futebol, está em segundo lugar no ranking de países com mais casos de burnout, o estresse em estado extremo e prejudicial à saúde.

Buscar o equilíbrio é conviver com os desequilíbrios que caracterizam a Vida, e é preciso definir um foco, um vetor que direcione sua vida e seu negócio. Equilibrar-se não é se tornar um pato que anda, corre, nada e voa. Ou seja, parece equilibrado, mas, sendo mediano, se torna medíocre, sem fazer nada com excelência. O equilíbrio começa em encontrar seu talento, investir no mesmo e lapidar as fraquezas que estejam anulando as qualidades. Empresas e pessoas que se destacaram fizeram bem
mais que a média, definiram um posicionamento claro e, a partir do mesmo, priorizaram seus resultados. Resultados estes que são alcançados através de competências, o conjunto de conhecimentos, atitudes e habilidades para realizar uma tarefa. E aí reside a principal causa do desequilíbrio: a falta de alinhamento entre os desafios propostos e as competências para alcançá-los.

Tão importante quanto alcançar o equilíbrio no seu sistema, seja pessoal ou empresarial, é harmonizar-se com o ambiente em que você está inserido. Sendo assim, analise qual é o vetor deste ambiente, ou seja, seus objetivos, valores, metas e processos. Depois, perceba o quanto você está alinhado com este ambiente, e se o mesmo estimula o uso, desenvolvimento e recompensa dos seus talentos. Se você se sentir desperdiçado, das duas uma: ou você não conhece o seu talento, ou este
ambiente não é para você.

E agora, o que você vai fazer pelo seu equilíbrio?

Posted in Artigos | Leave a Comment »

Você sabe fazer networking?

Posted by HWBlog em 28/06/2010

“Não espere estar na pior para falar com seus contatos. Tenha interesse nas pessoas, o que não significa ser interesseiro” Vamos começar imaginando uma cena que acontece com muita gente. Subitamente você recebe uma ligação de um amigo que há muitos anos não fala com você. A conversa começa com algo do tipo “Há quanto tempo! Você sumiuuuuuu…”. Bem, você “não” sumiu – seu endereço, seu telefone e seu e-mail continuam os mesmos. Você continua frequentando os mesmos lugares. Qualquer um que quisesse lhe encontrar, a qualquer momento, saberia onde e como.

Você dá “corda” para o amigo, e ele segue falando. Relembra eventos dos “velhos tempos”, pergunta se você ainda mantém contato com os colegas de antigamente. Quando chega o momento adequado, ele dá o “bote”. Conta que está com problemas, possivelmente desempregado, e está procurando ajuda. Quem sabe uma indicação para um novo emprego?

Bem, o que vimos aqui é um exemplo de como “não” fazer networking. Tenho certeza que muitas pessoas que estão lendo isso já se viram na situação descrita. Algumas outras podem ainda ter participado de uma cena parecida, na embaraçosa situação do “amigo” que só se lembra dos outros quando precisa de alguma coisa.

Fazer networking não é apenas conhecer pessoas e trocar cartões. Um networking vencedor deve ser cultivado de forma muito cuidadosa. Networking é sobre pessoas e relacionamentos, e é um grande equivoco tratar seu networking como aquela coleção de figurinhas da infância, que fica guardada em alguma caixa empoeirada que você só abre em momentos de “surto nostálgico”.

A rigor, não existem regras para se fazer um bom networking, mas se fosse para elencar uma “regra principal” do networking vencedor, diria algo como “faça antes de precisar”. Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem e a maré está favorável para desenvolver relacionamentos e cultivá-los. Faça o que puder para conhecer pessoas novas e interessantes, que possam representar oportunidades futuras, mas se esforce ainda mais em cultivar o networking que já tem. Mantenha contato com essas pessoas, interesse-se por elas (no sentido de ser “interessado” e não “interesseiro”) e faça um grande favor a si mesmo: Jamais coloque-se na situação constrangedora de ser a pessoa que lembra dos “amigos” apenas quando está em dificuldades.

Uma boa dica para pessoas que querem fazer um networking vencedor é começar com um inventário dos contatos, amigos e colegas. Antes de procurar conhecer novas pessoas, é interessante tentar fazer algo com aquilo que já temos à mão. Há quanto tempo você não dá um “alô” para seus contatos? Ligar de vez em quando ou mandar um e-mail (um e-mail pessoal, por favor, nada de e-mails coletivos com mensagens “bonitinhas” ou as infames “correntes”) é uma medida muito salutar.

Geralmente as pessoas costumam gostar quando damos demonstrações de interesse. Melhor ainda quando não pedimos nada em troca ou insinuarmos alguma intenção oculta. Se dermos, periodicamente, uma demonstração de interesse para essas pessoas, certamente será muito mais fácil conseguir algo delas no futuro caso realmente precisemos. Pequenas atitudes como essas fazem com que estejamos presentes na memória de curto prazo das pessoas. Será muito mais fácil sermos lembrados quando elas ficarem sabendo de alguma oportunidade que não interessa para elas, mas elas sabem que seria a oportunidade “da sua vida”.

Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova. Frequentar eventos de interesse de profissionais de sua área, cursos ou mesmo eventos sociais absolutamente despretenciosos. Vale tudo. Em qualquer lugar é sempre possível encontrar pessoas interessantes, mas sempre observando a regra de “fazer antes de precisar”.

Deixar para fazer sua rede de contatos quando se está “na pior” é contraproducente. Geralmente quem está na posição de querer algo e não poder contribuir com nada em troca acabará ingressando em redes sociais de baixo nível. Comece a fazer sua rede de contatos e, principalmente, a cultivá-la agora. Não espere o momento em que vai precisar dela.

Posted in Artigos | Leave a Comment »

Como as gigantes caem

Posted by HWBlog em 28/06/2010

Como as gigantes caem e por que algumas empresas jamais desistem de Jim Collins.

Resultado de anos de pesquisa e estudos, este livro revela como grandes corporações falham e quais são os estágios desse declínio.

A obra traz também elementos importantes para reflexão: o declínio pode ser percebido e evitado com antecedência?

A principal conclusão de Collins é que não importa o quão bem-sucedida uma empresa é, ela sempre pode cair e, em alguns casos, desaparecer por completo, ou se recuperar.

Posted in Livros | Leave a Comment »

Saiba como falar como um líder

Posted by HWBlog em 16/06/2010

Veja dicas de como transformar sua apresentação em um poderoso instrumento de trabalho, transmitindo credibilidade e segurança em reuniões, entrevistas e palestras.

A arte de saber falar: como não passar vergonha ao se apresentar! Quem nunca reparou no poder de persuasão de algumas pessoas? Na forma como certos profissionais conseguem falar de maneira clara e objetiva ? A confiança, a clareza e o convencimento são elementos que não dependem apenas de conhecimento do conteúdo, mas também da uma boa postura, naturalidade entonação da voz, expressão corporal e emoção no que é transmitido.

Steve Jobs em sua apresentação do Iphone
Atualmente, quando se fala em apresentações de qualidade, um dos principais exemplos citados é o do Steve Jobs, fundador da Apple Computadores, que possui uma reconhecida capacidade de envolver e seduzir platéias. Ao transformar os lançamentos de produtos da Apple em eventos memoráveis, Jobs estabeleceu novos padrões de apresentação para o mundo empresarial.

Presidente dos EUA, Barack Obama
Outro grande nome que, indiscutivelmente, “sabe falar em público” é o de Barack Obama. Sua habilidade pôde ser vista, principalmente, no ano em que assumiu a presidência americana, no qual, conquistou admiradores em todo mundo, não só pelas suas atitudes e ideais, mas também pela forma que conseguia transmitir e contagiar as pessoas que ouviam seu discurso.
Apesar de diferentes em alguns pontos, as técnicas utilizadas por Steve Jobs e Barack Obama encantam plateias de todo o mundo e podem sim, ser aproveitados como excelentes aprendizados para todos aqueles que desejam ter apresentações bem-sucedidas e que, realmente, a platéia se interesse naquilo que está dizendo.

Steve Jobs: O Revolucionário
“Jobs não vende produtos, mas sim experiências. Suas exposições são verdadeiros acontecimentos, nos quais ele transforma consumidores em entusiastas de sua marca”. É assim que o norte-americano Carmine Gallo, um dos principais especialistas mundiais em técnicas de comunicação reconhece o talento do executivo. Para Gallo, o sucesso de Steve Jobs está em seu forte carisma moldado com a utilização de variadas técnicas, que abrangem desde a linguagem, a roupa, as palavras-chave, os conceitos e os suportes visuais escolhidos.
Carmine Gallo, que é o autor do livro Faça como Steve Jobs – e realize apresentações incríveis em qualquer situação, conta que Jobs não se tornou um orador excepcional do dia para a noite. “Steve Jobs tem ‘carisma’, fazendo suas apresentações parecerem que não há esforço. E você sabe como ele consegue? Pela prática. Muita e muita prática. Ele está trabalhando em seu ofício ao longo de décadas e, por isso, é tão eficiente no que faz”. especialista Carmine Gallo diz que com a utilização de técnicas de apresentação e muito treino, qualquer pessoa pode conquistar seu público, seja qual for o objetivo. Ele cita algumas dicas para uma boa apresentação com o uso das técnicas usadas por Steve Jobs. “É interessante elaborar um roteiro de apresentação eficaz e acrescentar dramaticidade e ritmo às suas apresentações. Outra coisa é, caso utilizar algum programa de apresentação, usar mais imagens do que texto. Há muito pouco texto em uma apresentação de Steve Jobs. Além disso, é muito eficiente desenvolver uma descrição de uma frase para o seu produto ou serviço, ou seja, crie slogans curtos e impactantes. Quando ele introduziu o IPad no início deste ano, Jobs descreveu como um ‘dispositivo mágico e revolucionário’ Como você descreveria o seu produto no Twitter – uma mensagem de 140 caracteres ou menos? Esse é um bom exercício”.

A arte de falar em público
Os especialistas explicam é que aprender como falar em público não é uma tarefa impossível. Essa é uma característica que pode ser trabalhada, com maior ou menor dificuldade, e ser dominada por qualquer um. Haverá sempre pessoas que são melhores do que outras, como em qualquer atividade, mas não é impossível para ninguém conseguir falar em público com desenvoltura.

Reinaldo Polito, um dos mais renomados palestrantes de oratórias no Brasil, revela que “um bom orador precisa ser carismático, bom contador de histórias e bem-humorado. Há exceções que até servem para confirmar a regra, mas, em quase todos os casos, esses são ingredientes fundamentais para o sucesso na comunicação”. Para Polito, “embora o conteúdo seja importante, de nada adiantaria conhecer o assunto se não fossem esses ingredientes que projetam e marcam a imagem do orador”.
Em reuniões de negócios, apresentações e prospects, o profissional com uma dicção limpa, objetiva e firme consegue passar a informação de forma mais clara, fazendo-se compreender com mais facilidade. As entrevistas de emprego, por exemplo, também exigem do candidato certa habilidade de saber se expressar. O entrevistado tem poucos minutos para demonstrar confiança, credibilidade, responsabilidade, entre outros atributos valorizados pelas empresas.

Edson Mazieiro, presidente do Clube da Voz, destaca que aperfeiçoar e melhorar o padrão de comunicação é essencial para o desenvolvimento de uma carreira profissional de sucesso. “Falar com clareza e objetividade não é sinônimo de falar alto ou gritar, significa passar firmeza, com calma, sem atropelar as palavras. Uma boa respiração é imprescindível nestes casos”, afirma.

Barack Obama – liderança e comunicação eficiente
Destaque como exemplo de grande orador, o atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é outro reconhecido nome que consegue em suas apresentações despertar muita atenção nas pessoas. Mas o que há de tão especial assim em seu discurso?

O consultor Reinaldo Polito ilustra que o presidente norte-americano, está sempre elegante, usando a energia e a emoção na medida certa, com voz pausada e raciocínio lógico e bem estruturado. “Barack Obama sabe como poucos adaptar a maneira de transmitir a mensagem de acordo com os anseios dos ouvintes. Esse entendimento que tem sobre as aspirações das pessoas e a capacidade de transmitir as informações levando em conta a circunstância que o cerca faz do presidente americano um orador excepcional”.

O poder da voz
Assim como nos relacionamentos, é necessário conquistar. Falar com convicção e de forma envolvente é um caminho para ganhar a preferência do público-alvo, seja ele qual for. Para o especialista Edson Mazieiro, a voz é um importante instrumento para esse processo e saber transmitir a informação com coesão e clareza pode fazer a diferença até na conclusão de um negócio (veja dicas no quador abaixo).
“Enganam-se as pessoas que consideram a voz primordial em apenas algumas profissões, como radialista, operador de telemarketing e professor. Todos precisam entender e se fazer entendidos, logo, uma boa comunicação interpessoal pode trazer muitos ganhos para todas as áreas, seja dentro das empresas, em reuniões, entrevistas, palestras ou no dia-a-dia”, completa Mazieiro.

Chamar atenção sem ser um bobão
Só que algumas pessoas confundem o conceito de “apresentar” com “aparecer”. Às vezes, ser exagerado ou engraçadinho demais pode fazer surtir um efeito contrário na apresentação e torná-la um fracasso. Por isso, é importante medir as informações que podem agregar interesse à apresentação sem deixá-la banal ou uma piada.
O consultor Reinaldo Polito conta que apresentadores devem evitar exageros e excessos, e destaca algumas técnicas para falar em público fundamentais na hora da apresentação. “O orador precisa saber como iniciar, preparar, desenvolver e concluir de maneira correta suas apresentações. Deve usar a voz de forma adequada, com bom volume, boa dicção e alternar o volume da voz e a velocidade da fala para imprimir sempre um ritmo agradável e motivador. O vocabulário precisa ser apropriado às características dos ouvintes. A expressão corporal de qualidade é aquela que produz gestos que acompanham bem o ritmo e a cadência da fala, sem falta e sem exageros”.
Desta maneira, é muito mais fácil conquistar a simpatia de quem está ouvindo e, consequentemente, vender serviços, produtos e ideias.
Veja alguns exercícios elaborados pelo Clube da Voz para exercitar a entonação e postulação da voz

■Para treinar a voz e melhorar a entonação, falando corretamente cada sílaba, coloque um lápis entre os lábios e fale palavras que contenham as letras R e L. Isso garantirá melhor fluidez na fala.
■Para tornar o discurso mais harmônico, um exercício é repetir diversas vezes as sílabas SI-FU-XI-PA, de forma pausada e respirando corretamente, ou emitir o som HUMMMM… até vibrar os lábios. Estes treinos auxiliam o locutor a manter sempre o mesmo tom durante a fala, melhorando a dicção.
■As pessoas que possuem a voz presa na garganta devem fazer o exercício de bocejar e suspirar repetidamente antes de falar em público. Este movimento abre o espaço entre a língua e a faringe, facilitando a saída da voz.
■Para aprimorar a flexibilidade dos órgãos da fala, estale a língua, rode-a na boca de um lado para o outro e eleve e abaixe a ponta da língua ou, com o objetivo de melhorar a articulação, emita com clareza as seguintes sílabas BA – BÉ – BÊ – BI – BÓ – BÔ – BU, e assim por diante, passando por todas as vogais e consoantes.
■A respiração também é essencial e deve ser exercitada. Portanto, encha os pulmões de ar, respirando sempre pelo nariz, até estender o diafragma – como se a barriga enchesse de ar. Com este movimento, a parte superior do tórax, onde estão localizados os pulmões, também inflará. Quando a respiração estiver em sua capacidade máxima, solte o ar calmamente, relaxando todo o corpo.

Posted in Artigos | Leave a Comment »

Nove maneiras estúpidas de usar o próprio dinheiro

Posted by HWBlog em 08/06/2010

Consultores financeiros costumam ensinar em livros e palestras que abrir mão de pequenos prazeres durante um período prolongado de tempo pode lhe ajudar a se tornar um milionário. Em um país com juros tão altos como o Brasil, deixar de tomar aquele cafezinho todos os dias após o almoço, por exemplo, fará com que você junte uma pilha enorme de dinheiro em 40 anos.

Renunciar àquilo que lhe dá prazer, entretanto, não é a melhor forma de guardar dinheiro. Em geral, há muitos hábitos estúpidos que podem ser largados sem prejuízo nenhum à qualidade de vida ou à própria felicidade.

Em entrevista ao site americano Moneywatch.com, o psicólogo Brad Klontz explica que um dos maiores problemas, em qualquer ser humano, é que a parte do nosso cérebro que controla a lógica é muito menor do que a que controla as emoções. Para ajudar àqueles que têm o dom do equívoco financeiro, o site listou as nove coisas mais estúpidas que alguém pode fazer com o próprio dinheiro e ouviu especialistas que ensinam a fazer melhores escolhas financeiras:

1 – Se apaixonar por seus investimentos.
“Casar” com determinadas ações podem colocá-lo em perigo. A consultora financeira Lauren Tarbox conta que alguns de seus clientes se apegam emocionalmente a papéis de empresas listadas em bolsa que já estão em suas mãos há muito tempo ou que lhe renderam lucros gordos no passado. Outro hábito bastante comum é a pessoa manter ações da empresa onde trabalha por acreditar que vendê-los seria deslealdade. A resposta para o problema é simples: diversificação. “Ninguém deve ter mais de 10% de seu capital em apenas um investimento”, diz ela.

2 – Não entender que “liquidação” não é sinônimo de “bom negócio”.
Você quer comprar uma TV e tem duas opções que custam 500 dólares. Entretanto, um dos aparelhos mostra que o preço original era de 800 dólares. Qual dos dois você compra? A resposta mais sensata seria o televisor de melhor qualidade. Mas existem pessoas capazes de comprar aquele que está com desconto pelo simples fato de “estar mais barato”. O alerta é que o consumidor deve, em qualquer ocasião, analisar se o produto vale o preço da etiqueta, ponderando por quanto tempo pretende-se fazer uso dele e se é possível comprar outro modelo, de qualidade similar, por um preço menor.

3 – Seguir a manada.
As pessoas estão cansadas de saber que performances bem-sucedidas de determinados investimentos no passado não significam bons frutos no futuro. Curiosamente, ninguém se lembra disso na hora de aplicar o próprio dinheiro. Um estudo analisou durante 19 anos a forma como as pessoas investem em bolsa e concluiu que existe uma clara tendência de as pessoas colocarem dinheiro em ativos “quentes” pouco antes de eles “esfriarem”. O psicólogo Brad Klontz alerta que é natural que as ovelhas sigam o rebanho. Mas se você não quer cair numa roubada, deve traçar uma meta de investimentos que se adapte aos seus objetivos e permanecer fiel a ela – mesmo que seus vizinhos estejam, temporariamente, mais ricos que você.

4 – Comprar por impulso.
Você não precisa e não quer comprar determinado bem. Mas basta brigar com o chefe, namorada ou amigos para que aquela vontade de comprar alguma coisa apareça. A psicóloga Bonnie Weil fez uma pesquisa para seu livro “Financial Infidelity” e concluiu que compras por impulso, ocasionadas por estresse e afins, chegam ao valor de 424 bilhões de dólares ao ano. Tarbox alerta que o melhor nessas ocasiões é relaxar e contar até dez antes de descontar as frustrações no bolso.

5 – Ignorar as dívidas.
O número de pessoas que têm dívidas no cartão de crédito e dinheiro suficiente em conta corrente para cobri-las é chocante. Não adianta argumentar que o dinheiro guardado é para emergências. Se a quantia em mãos é superior à dívida, não vacile e fuja dos juros altos do cartão. Guarde apenas um mês de salário completo na conta corrente e use o resto para pagar o que deve. Depois disso, comece a reconstruir o fundo para emergências.

6 – Sustentar os filhos adultos.
Sustentar um filho adulto que esteja em apuros financeiros pode fazer com que os pais suspendam os planos de aposentadoria ou vivam de maneira menos confortável, explica o psicólogo Brad Klontz. Porém, imprevistos acontecem. Sempre que precisar ajudar um filho adulto, analise o quanto de ajuda é de fato necessário. Faça apenas o que for preciso durante aquele período de dificuldade. Ajudá-lo eternamente e sem exigir contrapartidas não contribuirá para a estabilidade financeira dele.

7 – Acreditar na insegurança da internet.
Atualmente, muitas pessoas consideram a internet a maneira mais prática de controlar a conta bancária. A economia pode chegar a 50 dólares por ano em trâmites dos correios. Aqueles que não utilizam esse artifício, amplamente oferecido por instituições bancárias, justificam a escolha por considerarem a internet pouco segura. Contudo, os bancos contam com equipes técnicas e sistemas de privacidade que protegem seus clientes da melhor forma possível durante 24 horas por dia, sete dias por semana. Agora vamos analisar a caixa de correios. Seja em casa ou no prédio, pode ter certeza de que informações são mais fáceis de serem roubadas em cartas e telegramas que nos sites das instituições financeiras.

8 – Permanecer em estado de negação.
Não adianta fechar os olhos para as crises que afetam o mercado financeiro. Perdas não somem porque alguém se recusa a reconhecê-las, lamenta a consultora financeira Lauren Tarbox. E nem sempre após a tempestade virá a bonança. Se você perdeu muito dinheiro na bolsa, em algum momento precisará admitir isso e definir o que deverá ser feito para reparar os danos.

9 – Guardar dinheiro compulsivamente.
Existem pessoas que tem tanto medo de ficar sem dinheiro algum no banco que acabam por não aproveitar o conforto que suas economias podem oferecer. “Quando me deparo com pessoas que deixam de realizar sonhos que podem comprar, pergunto qual o objetivo de tanta economia”, diz a consultora Lauren Tarbox. Para quem sempre tem medo de ficar desprevenido no futuro, por que não sentar com um consultor financeiro e organizar as contas? Ao garantir um planejamento que considere cenários bons e ruins da economia, a pessoa poderá sentir-se mais segura com relação ao seu futuro financeiro e, desta maneira, aproveitar os benefícios que suas economias podem trazer.

Posted in Artigos | Leave a Comment »

O Grande Recomeço

Posted by HWBlog em 08/06/2010

Richard Florida faz um apanhado histórico como base argumentativa para a criação de um novo esquema de reestruturação da economia dos EUA e global.

Em O Grande Recomeço, o autor identifica e examina os principais fatores e forças que desencadearam as últimas crises econômicas e analisa, a partir dos mesmos aspectos, os fatores propulsores de uma possível nova grande depressão. Florida ainda demonstra que o estímulo ao uso eficaz da criatividade num país é a chave para o desenvolvimento econômico sustentável e enfatiza que o Grande Recomeço para a criação de um novo cenário econômico produtivo só é possível a partir de uma mobilidade social em massa.

O livro explica os elementos fundamentais de duas épocas anteriores que também passaram por crises e mudanças, na expectativa de que isso ajude a identificar os fatores principais da transformação atual e forneça um sólido sistema de referência para nos guiar em direção a uma nova era de prosperidade duradoura.

Posted in Livros | Leave a Comment »