PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Veja os 10 fatores que amedrontam as pessoas na hora de subir de posição

Posted by HWBlog em 28/09/2011

Passar de uma posição operacional para um cargo estratégico é o objetivo de muitos profissionais. No entanto, uma posição que exige mais responsabilidades, comportamento mais sério e mais competências, pode gerar muita insegurança. Apesar dos salários, usualmente melhores, e do maior reconhecimento, se tornar gerente ou mesmo um diretor não é uma decisão tão simples.

Se por um lado muitos profissionais querem crescer e acreditam que subir de cargo é o único caminho para conquistar o desenvolvimento, outros preferem se manter na mesma posição, pois os medos são grandes limitadores. As questões que geram insegurança são diversas. Veja:

01.Medo das responsabilidade – o primeiro impacto ao se tornar um gerente acontecerá no campo das responsabilidades. O profissional passará a ser cobrado de forma muito mais intensa do que quando ocupava um cargo operacional. Este, portanto, é o primeiro motivo pelo qual nem todos querem subir de posição: o medo das responsabilidades.

02.Falta de motivação – de acordo com os especialistas, tem profissionais que simplesmente não aspiram cargos estratégicos, ou seja, esse tipo de conquista não é considerada importante na sua vida. Perceba que não querer subir de posição não quer necessariamente dizer que ele não tem vontade de crescer. Há muitas pessoas que se desenvolvem naquilo que faz, mas sem definir com meta um cargo de gerência, por exemplo.

03.Percepção de capacidade – um dos maiores motivos que levam os profissionais a terem medo de subir de posição é “quando ele não acredita na sua capacidade”. Nesse momento surgem dúvidas se conseguirão alcançar as metas, entregar resultados, enfim, ser capazes de desempenhar bem a nova função. No entanto, nem sempre os profissionais têm razão, ou seja, sua capacidade é, sim, alta, mas, por falta de autoconhecimento, se sentem incapazes.

04.Frustrar expectativa – na mesma linha do item anterior, o medo de frustrar as expectativas, tanto da empresa, quando as pessoais, é uma barreira para que os profissionais subam de posição.

05.Falta de preparo – as exigências nas posições estratégicas são muito maiores do que a dos níveis operacionais. Quando o profissional sente que não desenvolveu suas habilidades e competências de forma suficiente para a posição, automaticamente se sentirá inseguro.

06.Maior nível de sofisticação – subir de posição também requer do profissional uma nova conduta social. Será preciso observar com muito mais atenção aspectos relacionados ao comportamento, a forma de se vestir e a forma de falar com os demais. Quando o assunto são as roupas, será preciso se vestir de uma forma mais ‘alinhada’. Em relação ao comportamento, certas brincadeirinhas, conversas e atitudes não serão mais adequadas.

Além disso, a forma como fala com os membros da equipe e com o diretor da empresa não poderá ser a mesma, exigindo que o profissional se policie no sentido de adaptar de forma adequada seu discurso. Será preciso saber abordar as pessoas de forma diferente para cada nível, e isso nem sempre agrada.

07.Insegurança ao se tornar referência – os líderes são os profissionais referência dentro da equipe. Os demais colaboradores querem modelos a serem seguidos, querem pessoas com quem possam se desenvolver e que possam admirar. Quem está prestes a subir de posição pode se sentir inseguro nesta questão, ou seja, se conseguirá ser referência para aquelas pessoas. O líder de sucesso hoje é a pessoa que inspira as pessoas abaixo dele. Essas pessoas seguem seus planos.

08.Resistência aos desafios – com novas responsabilidades, os gerentes também vão ter necessariamente que enfrentar novos e frequentes desafios. O problema é que grande parte das pessoas resiste a sair da zona de conforto, então, entre se manter em uma função estável ou passar para um cargo que invariavelmente novos e frequentes desafios serão colocados, elas preferem a primeira opção.

09.Medo de demissão – Ao assumir um cargo de gerência, caso não haja o atendimento das expectativas, a pessoa não poderá ser despromovida, não se baixa salário, ela será demitida.

10. Maior impacto das suas decisões – quando se está em uma posição operacional, qualquer decisão errada pode ser facilmente corrigida, na maioria dos casos. Ao se tornar um gerente ou um diretor, um deslize pode impactar uma cadeia inteira de produção, pode gerar prejuízos enormes para a organização e nem todo mundo consegue lidar com esse tipo de pressão.

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A boa rede profissional

Posted by HWBlog em 27/09/2011

Quando ouve falar em fazer networking, você pensa no comportamento interesseiro de quem vê os conhecidos como meras fontes de favores? Ou imagina que isso é coisa de quem coleciona compulsivamente cartões de visita e quer catalogar o maior número possível de pessoas? As duas opções podem estar erradas. Cultivar os relacionamentos do jeito certo exclui a atuação calculista, o vício em trabalho e a obsessão em conhecer gente demais, revela uma pesquisa recente. Prepare-se para reavaliar sua rede de amizades profissionais.

Se vale ou não a pena esquentar a cabeça com a rede de contatos profissionais, e como fazer isso, virou uma arena de palpites nos últimos anos. Não faria mal à saúde mental pensar em trabalho fora do expediente? Seria bom conhecer mais pessoas ou só gente importante? O fato de alguém ser simpático me dá o direito de pedir favor? Dois pesquisadores americanos resolveram abordar o assunto com método científico. O professor de negócios Rob Cross, da Universidade da Virgínia, e o pesquisador Robert Thomas, da Accenture, enviaram questionários a mais de 2 mil profissionais em cerca de 300 companhias e concentraram-se nos hábitos sociais dos 20% mais bem-sucedidos. A grande vantagem do estudo é ter definido como “bem-sucedido” quem apresenta bom desempenho na carreira e também relata estar de bem com a vida. Aqueles que subiram na carreira como foguetes mas sacrificam a saúde e a vida extra trabalho foram considerados, na pesquisa, malsucedidos. No final, os pesquisadores se concentraram em 150 profissionais bem-sucedidos no sentido amplo, a fim de aprender como eles cuidam da rede de contatos.

Eles concluíram que os bem-sucedidos não têm redes muito maiores que a média nem especialmente recheadas de nomes poderosos. Em comum, esses profissionais cultivam relacionamentos reais. Em vez de perseguirem os poderosos atrás de cartões de visita, tentam aproveitar as relações que já existem e torná-las mutuamente benéficas.

As redes dos bem-sucedidos são diversificadas. Incluem gente de outros setores de atuação, de formações e idades variadas e níveis hierárquicos distintos. Elas também misturam contatos do tipo mais amigável, que oferece apoio, aconselhamento e influên­cia, e do tipo mais questionador, que critica, mostra desafios, novas ideias e pontos de vista diferentes. Note que um contato amigável pode ser um ex-chefe, e um contato questionador pode ser um grande amigo, o marido ou a mulher. Redes concentradas demais em gente influente ou grandes demais não chegaram a bons resultados. Os bem-sucedidos também têm gente de perfis diversificados no núcleo da rede, um grupo de 12 a 18 pessoas em média, com quem o profissional tem interação frequente e em quem deposita mais confiança. “Chegamos a conceitos abrangentes, que funcionam em várias culturas e diversos setores da economia”, afirma Rob Cross, da Universidade da Virgínia.

Uma rede bem cultivada não é coisa de bitolados no trabalho por motivos bem simples: ela se apoia em relacionamentos reais e torna seus participantes mais inteligentes. “Os relacionamentos autênticos formam um capital social precioso, que permite troca de informações, oportunidades e apoio”, diz o consultor José Augusto Minarelli, autor de livros sobre o tema. Para colocar em prática esses ensinamentos, você não deve pensar no nível hierárquico das pessoas. Você deve prestigiar todos, do porteiro ao presidente. No princípio você verá que agir assim, é sinal de educação, depois vai perceber que é bom para a vida profissional. É importante você ter um método. Não deve abandonar contatos quando muda de emprego. Deve organizar encontros pessoais regularmente com as pessoas com quem tem mais afinidade. Deve transitar por círculos diversos e se dispor a ajudar quem pede. Os relacionamentos bem cultivados o ajudarão a receber uma série de oportunidades. Você pode até não usar a palavra networking, mas sua vida fica melhor se aplicar esse conceito direito.

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O administrador do futuro: quem é ele?

Posted by HWBlog em 18/09/2011

Pense rápido: qual é a melhor estratégia de sobrevivência descoberta pela espécie humana há pelo menos dois milhões de anos? E qual a tática que tem garantido vida longa e próspera para as maiores empresas do planeta? A resposta é a mesma, nos dois casos: adaptação. Desde que o nomadismo acabou, desde que o escambo deu lugar ao dinheiro, desde que estradas de ferro mudaram o mapa dos países, desde que o homem construiu, navegou e voou, adaptar-se é preciso. E isso vale tanto para a biologia quanto para os negócios.

De tempos em tempos, os líderes – assim como os organismos vivos – precisam reconhecer as mudanças no ambiente e adaptar-se às transformações que estão por vir, senão, podem ser destruídos por elas. Pensando nisso, elaboramos um guia com cinco estratégias para você não perder o bonde da evolução e sobreviver no competitivo mundo da Administração. Leia, pondere e principalmente aceite as mudanças. Do contrário, o risco de virar um dinossauro é todo seu…

Olhe para economia do vizinho

A família Smith comprou a casa dos sonhos. Fez um empréstimo, parcelou em centenas de vezes, mas nunca conseguiu pagar a hipoteca. Problema deles, certo? Não mais. A crise americana do subprime deixou esta lição aos administradores do futuro: ficar de olho no telhado do vizinho pode, sim, ajudar na sobrevivência de um negócio. Afinal, na era da globalização, quando uma economia sofre, todas sofrem juntas – e quem não está atento às oscilações do mercado pode ser pego de surpresa. Foi o que ocorreu quando, a partir de 2007, o caos no mercado imobiliário americano causado pelas hipotecas de risco fez os bancos perderem totalmente o crédito, o que gerou um efeito dominó negativo no mundo inteiro. Empresas fecharam as portas, outras viram as vendas despencar.

O erro delas, segundo alguns especialistas, foi terem se voltado demais para o próprio umbigo. “Não podemos mais simplesmente gerir um negócio sem levar em conta as consequências mais amplas do que estamos fazendo”, explica Bruce Kogut, professor de Liderança e Ética da Universidade de Columbia, nos EUA. Para os alunos e futuros líderes, ele ensina o que chama de “pensamento integrado”. “Na prática, significa separar o que pode ser útil e bom para o crescimento econômico e financeiro de uma empresa daquilo que, a longo prazo, pode se revelar destrutivo para todo sistema – e, a partir dessas informações, fazer a escolha certa”, afirma Kogut. E qual é a decisão ideal? É aquela “baseada na ética”, defende o especialista
Vista a camisa verde.

É preciso agir como um camaleão para sobreviver em um ambiente hostil e competitivo. Mas, na hora de mudar de cor, recomendamos o verde aos futuros líderes. Em outras palavras: vista a camisa da ecologia, adotando uma atitude a favor da natureza. Uma empresa amiga do meio-ambiente, cá entre nós, ganha pontos no quesito marketing. Ser ecologicamente correto soa bem, rende reportagens favoráveis na mídia e, claro, o reconhecimento do público – e tudo isso, de um jeito ou de outro, pode ser revertido em lucro. Esse, no entanto, é o aspecto mais superficial. É importante lembrar que o impacto ambiental causado por um empreendimento pode abalar ecossistemas inteiros, prejudicando regiões, países e o próprio planeta. E, no futuro, quem paga o pato é a própria empresa.

Diante desse risco, James Clawson, professor de Administração de Empresas da Universidade de Virginia, nos EUA, faz um alerta aos líderes do futuro: “Não podemos continuar extraindo, usando, descartando e partindo para a próxima reserva. Temos de nos conscientizar de que é necessário viver de modo mais sustentável”. Isso significa apostar em novos modelos de funcionamento e até repensar a cultura inteira de uma companhia. A Wal-Mart, gigante do varejo norte-americano, fez isso quando investiu 500 milhões de dólares na redução de gases causadores do efeito estufa e no consumo consciente de energia elétrica. As consequências dessas decisões talvez sejam percebidas só daqui a algumas décadas, pelas próximas gerações. Mas ninguém duvida de que valerá a pena.

Entre para a aldeia virtual

Você usa email, conversa em chats e até arrisca opinar em fóruns da internet. Mas isso não significa que está por dentro do que acontece na aldeia virtual. Afinal, ainda há o Linkedin, o Twitter, o Tumblr e inúmeras outras ferramentas online esperando por você. Elas se multiplicam a cada dia e oferecem possibilidades de comunicação jamais vistas antes. Cabe ao administrador do futuro ficar de olho nesse arsenal tecnológico e descobrir como tirar o melhor proveito de tudo isso. Quer alguns exemplos? Você pode começar utilizando a internet para acelerar a troca de informações com seu time, compartilhar documentos e discutir todo o tipo de ações – para isso, basta uma simples conta de email ou um serviço chat. Também é possível usar o ambiente online para acompanhar o desempenho das equipes, dar feedback mais rápido aos funcionários e ainda realizar treinamentos e conferências – nesse caso, uma webcam e muita disposição para falar e ouvir são mais do que suficientes.

As empresas ainda podem aproveitar as ferramentas virtuais para estreitar a relação com seu clientes, tornando a comunicação mais pessoal e instantânea. Hoje, isso é possível por meio dos microblogs como o Twitter e o Tumblr ou de redes sociais como Facebook, que ainda permitem esclarecer dúvidas de consumidores, apresentar produtos e serviços, realizar pesquisas de opinião, entre outras coisas. As opções são muitas e o segredo, como você já adivinhou, é se manter conectado.

Não espere o funcionário se adaptar

Manter uma equipe motivada, produtiva e engajada não é fácil. Para piorar, de algumas décadas para cá, valores como fidelidade e lealdade a uma única empresa parecem ter ficado para trás, o que aumenta o desafio de quem está na liderança. “Além disso, as mudanças de perspectivas profissionais, a partir de um mercado mais exigente em termos de formação, experiência e atualização, também criaram funcionários mais exigentes com a empresa, no que se refere à expectativa de crescimento, benefícios, treinamentos e qualidade das relações de trabalho”, afirma a psicóloga Clarissa de Franco, em São Paulo.

Diante desse quadro, a saída é uma só: adaptação. “O que servia ontem para a satisfação dos empregados hoje pode já não mais servir. Assim, a empresa deve caminhar e se transformar em comunhão com quem a constrói”, aconselha a especialista. Foi o que ocorreu na sede do Google, na Califórnia, onde os funcionários hoje têm direito a café da manhã, almoço e jantar, além de guloseimas a qualquer hora do dia. Os googlers ainda dispõem de cabeleireiros, massagistas, salas de ginástica, creche para os filhos e até pet shop.

A experiência da empresa californiana mostrou que simples mudanças como essas podem refletir positivamente no desempenho das equipes, aumentando a produtividade. Na Suécia e na Dinamarca, algumas companhias também seguiram caminho semelhante. Depois de constatar que muitas pessoas não “funcionam” bem pela manhã, elas decidiram se adaptar ao ritmo biológico dos funcionários e passaram a oferecer horários noturnos alternativos.

O home-office, ou escritório em casa, é outro modelo que reflete a adaptação das empresas às necessidades dos indivíduos. Nesse caso, o funcionário trabalha em casa, conectado com o chefe pela internet. “A maior vantagem é a flexibilidade do horário de trabalho. Se, pela manhã, estou sempre cansado e com sono, posso trabalhar tranquilamente à tarde e à noite”, explica o professor universitário e programador Maurício Linhares, de João Pessoa, que adotou o home-office para trabalhar para uma empresa norte-americana de tecnologia. Segundo ele, outra vantagem é a economia de tempo no deslocamento casa-trabalho e a redução do estresse causado pelo trânsito congestionado das grandes cidades.

Aprenda de tudo um pouco

Aprender é essencial. Seja na sala de aula, seja na prática. Mas não adianta decorar teorias, fórmulas e seguir a receita do sucesso alheio. A saída, para o líder do futuro, é pensar fora da caixa, ou seja, buscar aprendizado além dos limites da sua própria área. Um exemplo disso veio da Universidade de Oxford, na Inglaterra. No novo mestrado da recém-criada Blavatnik School of Government, a grade de disciplinas foge a todos os padrões das escolas de Administração e oferece aulas de Direito, Ciências Sociais, Tecnologia, Saúde, Finanças e Energia. Com essas mudanças, a universidade, que se gaba de ter educado 26 primeiros-ministros britânicos e 30 líderes mundiais, quer que seus alunos aprendam a pensar de maneira mais ampla e globalizada.

Ao sair de lá, eles irão entender de economia a mudanças climáticas, de administração a pandemias de gripe. “Queremos oferecer aos líderes de amanhã o melhor do ensino tradicional de Oxford associado com novas maneiras de compreender as transformações que atingem essa área”, afirmou o vice-reitor da universidade Andrew Hamilton, durante a inauguração da escola, em setembro. E já que a tendência é diversificar o aprendizado, não custa lembrar o quanto é importante, para um líder em formação, aprender sobre outras culturas, dominar novos idiomas e principalmente ler e se informar sobre o mundo. As informações estão todas à mão, hoje disponíveis em apenas um clique de mouse.

Assim caminha o mundo

Nem políticos, nem lideres religiosos. Na opinião do professor James Clawson, autor de vários livros sobre Administração e professor da Universidade de Virginia, nos EUA, o futuro do planeta está nas mãos dos administradores de empresas. E essa não é a única mudança a caminho. A seguir, ele enumera as principais tendências no mundo dos negócios.

Tendência 1 – Líderes mais gananciosos

“Os seres humanos sempre foram gananciosos. Mas o que me preocupa é o surgimento da chamada ‘cultura da extração’. Líderes e estudantes parecem mais preocupados com que irão extrair do mercado do que com o que vão deixar de legado. Eles pensam em comprar para vender, e não mais em construir. A ganância gera especulação, o que prejudica toda a comunidade global.”

Tendência 2 – Mais mulheres no poder

“Mais e mais mulheres estão ocupando postos de comando e essa é uma mudança muito bem-vinda para o chamado C-level. Elas ainda lutam por espaço em várias nações industrializadas, mas isso está mudando e, em consequência, teremos uma visão mais equilibrada dos negócios.”

Tendência 3 – Aumento da competitividade

“Com as inovações tecnológicas dos últimos vinte anos, as empresas não conseguem mais esconder seus lucros. Resultado: se existe algum setor onde é possível ganhar dinheiro, esse setor logo será atacado. A informação instantânea aumentou a competitividade e a pressão para obter lucro.”

Tendência 4 – Fim das barreiras culturais

“As diferenças culturais estão diminuindo e os líderes globais descobriram que as barreiras culturais e linguísticas não são tão grandes assim. No fundo, somos mais parecidos do que imaginávamos e todos queremos fazer negócios. Por isso, afirmo que o futuro do mundo não está nas mãos de políticos ou religiosos, mas de quem lidere empresas.”

Perfil do novo líder, segundo os especialistas:

Ser inovador e visionário – 28,37%

Ser flexível a mudanças – 12,29%

Saber liderar equipes heterogêneas – 11,56%

Ser ético – 7,31%

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Como se divertir mais no trabalho

Posted by HWBlog em 18/09/2011

Nem todo mundo trabalha com o que mais gosta. Isso não quer dizer que o trabalho não possa ser prazeroso. Pelo contrário, boas doses de alegria nos tornam mais eficazes e produtivos. Reunimos cinco dicas de como se divertir mais na rotina de escritório. Conselhos oportunos para uma segunda-feira.

Cumpra as tarefas mais chatas logo pela manhã. Isso deixa o dia livre para você tocar os projetos que lhe dão mais prazer. Também alivia a preocupação, para o resto do dia, com as atividades entediantes que você teria que fazer.

Saia do escritório para almoçar. Nada de comer a quentinha trazida de casa entre um relatório e outro sobre a mesa. Ainda que você traga comida, prefira outro ambiente, que não seja a sua mesa, para almoçar. É uma oportunidade de encontrar amigos, conversar. Se ficar caro sair todo dia, faça isso pelo menos uma vez por semana.

Participe de outros projetos da empresa. Envolver-se com coisas diferentes é outro jeito de tornar o trabalho mais agradável. Pergunte ao chefe se existem novos projetos na fornalha, para os quais você possa dar alguma contribuição. Ainda que seja pequena, pode distraí-lo e ainda soma pontos com a chefia no quesito “pró-atividade”. Com o cuidado para não ficar sobrecarregado. Entre diversificar e acumular trabalho demais, fique com a terceira opção: continue como está, até conseguir uma oportunidade para aliviar a agenda.

Envolva-se com eventos fora da rotina de trabalho. Existem atividades relacionadas à empresa que podem alegrar o dia o dia. Pode ser jogar futebol ou participar de um grupo de leitura com os colegas de trabalho. Associa os colegas de trabalho à diversão.

Comemore pequenas e grandes conquistas. A maioria dos escritórios compram bolo e bolas quando alguém faz aniversário. Mas poucos celebram conquistas de trabalho. A dica é para inventar alguma comemoração da próxima vez que um projeto for bem sucedido. Pode ser um jantar caprichado, sair para ver um filme no meio da tarde ou contratar um massagista para ir ao escritório. Além de curtir a recompensa na hora em que ela acontece, os funcionários ficam esperando por ela.

E você, tem mais dicas?

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Marketing de Verdade!

Posted by HWBlog em 10/09/2011

Na primeira reunião após ser contratado, o consultor de marketing pediu ao seu cliente: defina o que sua empresa faz em três linhas.
Surpreso, o executivo levou algum tempo até perceber o real objetivo da solicitação.
Se o comandante da empresa não for capaz de criar uma definição clara e concisa, como esperar o bom entendimento da parte dos clientes?
A história é verdadeira e, embora venha de outro contexto e origem, ilustra bem um problema sobre o qual Marcos Cortez Campomar, professor titular da FEA-USP, aborda neste seu livro editado pela Editora Gente.

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Uma Nova Consciencia Nos Negócios Pelo Dalai Lama No Forum De Líderes Empresariais

Posted by HWBlog em 10/09/2011

Em uma iniciativa inédita, o Fórum de Líderes Empresariais e os seus parceiros Associação Palas Athena e World Trade Center São Paulo, realizarão em 15 de setembro de 2011 um encontro inspirador sobre Consciência Universal dos Negócios, entre um dos maiores líderes globais da atualidade, a Sua Santidade o 14º Dalai Lama e os mais importantes representantes do empresariado brasileiro, eleitos líderes anualmente por seus pares e que formam o Fórum desde 1977.

Considerado uma das personalidades mais influentes e admiradas no cenário mundial, Sua Santidade o Dalai Lama chega ao Brasil para sensibilizar e dialogar com influentes empresários e formadores de opinião do país e que integram o Fórum de Líderes Empresariais, uma iniciativa que há 34 anos vem se constituindo como um dos mais legítimos e prestigiados espaços de articulação, disseminação de conhecimento e de troca de ideias, visando fazer uso do poder transformador dos líderes dos negócios para a construção de uma sociedade democrática, competitiva, justa e sustentável.

A Sua Santidade o Dalai Lama – Tenzin Gyatso é Monge e doutor em filosofia budista. Ele é uma das vozes mais lúcidas e comprometidas com a paz, o diálogo e a compaixão no cenário contemporâneo. Com o Prêmio Nobel da Paz foi agraciado com mais de 100 títulos honoris causa, líder espiritual do budismo tibetano, e é referência mundial em ética universal e XIV Dalai Lama.

Pesquisador infatigável abriu as portas para o encontro da ciência com a espiritualidade quando, em 1987, reuniu-se durante uma semana com cinco cientistas ocidentais para debater a proximidade entre o budismo, e as ciências cognitivas. A partir dali, criaram-se centros e fóruns internacionais, onde a experiência espiritual é estudada e acolhida como aspiração genuína de um saber que revela novos espaços de consciência e expressão.

Cidadão planetário, manifesta especial interesse pelas pontes, articulações, sinapses, desafiando ortodoxias que retardam o exercício da vocação humana para o cuidado mútuo, a convivialidade e a cooperação. Nesse sentido, apela para que cada um de nós aprenda a trabalhar em benefício não só de si próprio, sua família ou nação, mas em prol da humanidade como um todo. A responsabilidade universal é a chave para a sobrevivência do humano e é a melhor garantia para implementar os valores universais e a paz.

Sob a temática “Nova Consciência nos Negócios – Valores para um Mundo Sustentável – Um Movimento de Transformação”, os parceiros organizadores almejam que os principais líderes empresariais debatam e reflitam sobre os novos paradigmas desse momento de ação que instiga importantes e desafiadoras conquistas e revoluções.

A ser realizado no Teatro do World Trade Center São Paulo, o evento exclusivo terá como programação: Palestra da Sua Santidade o Dalai Lama, seguida de perguntas dos empresários e, fechando o encontro, apresentação do Fórum de Discussão e Comprometimento, uma proposta articulada pelo presidente do Fórum de Líderes Empresariais, Ozires Silva e pela representante do WTC São Paulo, Cristiane Bomeny.

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Seja proativo e faça a diferença

Posted by HWBlog em 03/09/2011

Todas as pessoas possuem habilidades e um potencial a ser liberado. Quando esse potencial não é trabalhado é necessário controlar as atividades delegadas o tempo todo. É assim que reconhecemos um líder. Ao observar sua equipe vemos que tipo de perfil é encontrado. Pessoas motivadas? Que fazem a diferença? Ou um grupo que faz o famoso arroz com feijão e não trabalha a criatividade?

A iniciativa, ou melhor, a proatividade precisa ser constantemente estimulada. Para conquistar uma equipe que realize sem necessariamente precisar de ordens, que crie e inove com as situações apresentadas no dia a dia não apenas reproduzindo situações, precisamos liderar de maneira segura, delegando atividades. Costumo citar que em uma empresa temos o gerente que fiscaliza e controla as ações dos funcionários. E temos o líder em cargo de gerência que desenvolve os potenciais dos seus subordinados.

Mesmo quem por natureza sai na frente tomando atitude necessita de incentivo para não desanimar e continuar dando soluções, resolvendo problemas e encontrando novas saídas. Trabalhar a iniciativa das pessoas mostrando que elas devem ser uma solução e não um problema é desenvolver nesse individuo o paradigma da pessoa completa.

Estimulada pelo líder, ou seja, seu chefe direto, uma pessoa pode ser proativa e ter as quatro áreas de seu desenvolvimento interligadas de maneira única: mente, coração, corpo e alma. A mente desenvolve o controle para tomar decisões e avaliar as situações. O coração em equilíbrio ativa a facilidade de se relacionar e confiar, enquanto o corpo representa a parte física que precisa estar em sintonia. Já a alma representa a necessidade de fazer a diferença, ou seja, de criar, crescer, atuar e ser reconhecido por isso.

As pessoas, de maneira geral, todas, sem exceção, têm potencial. O que falta hoje são líderes que desenvolvam o potencial das pessoas. O verdadeiro líder é quem enxerga essa capacidade humana antes mesmo do indivíduo enxergar. Um funcionário que chega no horário, bate ponto, segue sua rotina, almoça, volta ao trabalho sem atraso e termina suas atividades pontualmente no final do expediente, por exemplo, nem sempre é sinônimo de competência. O profissional pode ser regrado, responsável com horários e nem por isso ele é proativo.

A capacidade de inovar está além de seguir convenções. É a união da responsabilidade com o fazer acontecer. Cumpro minhas obrigações e vou mais além porque preciso disso para me sentir vivo, produtivo e em constante mutação. Para alguns, essa atitude é natural e se bem estimulada, com elogios e incentivo, se transforma em grande potencia. Se não, uma pessoa com todas essas habilidades pode se acomodar, se encher de frustrações e consequentemente tornar-se reativa. Por isso é tão necessária a figura do líder que enxerga as potencialidades e as administra a favor dos funcionários e do progresso da empresa.

Essa motivação acontece de dentro para fora, não de fora para dentro. A construção de indivíduos proativos sejam os que têm iniciativa por natureza, ou não, acontece com habilidade e competência do gestor que possui a capacidade de olhar para além das necessidades básicas do trabalho desenvolvido. Esse gestor consegue enxergar mente, coração, corpo e alma de sua equipe e sai na frente, pois tem um trabalho de qualidade e agrega valor as pequenas atividades profissionais que gerencia. Ou seja, ganha todo o ciclo profissional. E mais que isso: cria-se indivíduos satisfeitos e preparados, ou melhor, profissionais proativos, no sentido completo da palavra!

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Netflix, o bicho-papão das emissoras de TV, chega ao Brasil

Posted by HWBlog em 03/09/2011

O Netflix, serviço de aluguel de vídeo sob demanda, chegará ao Brasil. O serviço, que será anunciado na próxima segunda-feira à imprensa, oferece pacotes de vídeo sob demanda e está presente em computadores, videogames, tablets e celulares.

Para especialistas, a chegada do Netflix ao Brasil ameaçará a supremacia das emissoras de TV no país.

O assunto foi debatido durante o InfoTrends, evento de cultura digital promovido pela Editora Abril, que publica as revistas VEJA e INFO.

Participaram da palestra Eduardo Tibiriça, sócio da BossaNovaFilms, Everton Constant, gerente de conteúdo para América Latina e Estados Unidos do portal Terra, e Gustavo Caetano, CEO da SambaTech. Ricardo Anderaos, diretor de mídias digitais da MTV Brasil, foi o mediador do debate.

Para os executivos, o Netflix é o maior case de distribuição de vídeos do mundo. Eles reconhecem que seu impacto no Brasil será monstruoso, principalmente porque o serviço vai competir com grandes emissoras de TV, que hoje dominam o mercado com bastante tranquilidade. Caetano, inclusive, mostrou-se otimista com o futuro lançamento: “O serviço chegará com boas ofertas e a concorrência no Brasil já começou a se movimentar.”

As expectativas positivas, contudo, não ocorrem à toa. O momento é propício para as alternativas on-line, tendo em vista que a velocidade de banda larga no país melhorou e as televisões passaram a ganhar recursos de conexão à internet.

Desde o início da popularização da internet especula-se sobre o formato ideal dos vídeos na rede. Segundo os especialistas, no entanto, a ideia de que filmes de curta duração são mais relevantes na web nem sempre condiz com a realidade. De acordo com um estudo da SambaTech, vídeos curtos podem até atrair mais audiência, mas são os filmes longos os assistidos na íntegra.

Muitas empresas já utilizam diferentes modelos de vídeos em anúncios na internet, mas não é só na publicidade que a rede está provocando significativas mudanças de paradigma. A produção audiovisual como um tudo tem sofrido grandes metamorfoses, como explica Tibiriça, cuja empresa está envolvida na produção do longa Rio, Te Amo. Os diretores da obra, mais uma da série que enaltece a paixão dos cidadãos por suas metrópoles (Paris, Te Amo e Nova York, Te Amo), contam com o auxílio da comunidade na concepção dos curtas-metragens que compõem o filme. Para tanto, a produtora Bossa Nova Films desenvolveu uma plataforma on-line, através da qual os usuários podem postar suas declarações de amor ao Rio de Janeiro, verdadeiras fontes de inspiração para os cineastas envolvidos no projeto.

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