PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Como aprender a pensar como um CEO

Posted by HWBlog em 23/08/2016

Liderança 02Quer estar no comando da sua própria empresa? Pois saiba que a vida de CEO (sigla em inglês para diretor executivo) não é nada simples. Pelo contrário, quem está à frente de um negócio muitas vezes enfrenta a solidão de decisões difíceis, tomada de riscos e o julgamento constante de quem trabalha ao seu lado.

Para ajudá-lo a conhecer esses desafios, listamos aqui dez ensinamentos que todo CEO recebe ao estar no comando de um negócio. Cada ponto foi relatado por um executivo diferente.

Os relatos dão uma ideia de como é estar à frente de uma empresa, posição em geral reservada aos próprios fundadores no caso de negócios menores, mas que também pode ser ocupada por outras pessoas contratadas para isso.

Veja abaixo as dez lições que você deve aprender para pensar como um CEO

“Ser um CEO é pelo menos duas vezes mais difícil do que a segunda posição mais difícil numa empresa. É realmente duro. Isso é especialmente verdade no caso de CEOs fundadores.

“Para tornar o trabalho mais fácil, os CEOs deveriam tentar tomar o mínimo de decisões possível. Grandes CEOs devem deixar a maior parte das decisões para outras pessoas na empresa. Isso libera seu tempo para focar em decisões mais importantes (e tem o benefício extra de desenvolver as pessoas dentro da organização, por conta da confiança que é depositada nelas).”

Auren Hoffman, ex-CEO da LiveRamp e empreendedor, fundador de ao menos cinco empresas.

“O papel do CEO varia muito de empresa para empresa, especialmente de acordo com o tamanho de cada uma.

“Acho que todos sabem que os CEOs desempenham muitos papéis. Mas a parte desafiadora é que, como CEO, você precisa descobrir qual chapéu vestir – dentre milhares e milhares de opções. Existem sempre milhões de coisas que você pode fazer como CEO, então muito do meu tempo é gasto tentando descobrir no que vale a pena gastar o meu tempo. A cada um ou dois meses, eu assumo um novo papel, e então tento ver se aquilo é vital para o negócio, e como estruturar aquele papel, para então poder entregá-lo para outra pessoa na equipe e procurar um novo chapéu para provar.”

Lauren Kay, fundadora da Dating Ring e da SmartSitting.

3 – Correr riscos

“Muita gente diz que o CEO gerencia pessoas, mas numa startup em geral não existe muita gente para gerenciar, principalmente quando você ainda é um estudante. Eu toquei minha empresa sozinho por alguns anos.

“Eu diria que a gestão é uma grande parte do trabalho do CEO, mas quando você está começando pode não ser tanto assim. Outro grande papel do CEO é ser capaz de tomar grandes decisões e correr riscos. Um CEO está sempre pesando riscos e avaliando decisões a fim de seguir no caminho certo, isso pode ser bem estressante às vezes.”

Usman Majeed, fundador da TechTwurl e da Protection.

4 – Saber que você é o menos importante

“Eu fui CEO de uma empresa de 25 mil funcionários por 10 anos. Aqui estão algumas reflexões sobre isso:

– Eu não queria ser CEO. As pessoas que têm muita ambição de chegar lá, fora os fundadores, provavelmente não são as certas para o papel;

– Sim, é verdade, é solitário e tudo é culpa sua;

– Se você fizer seu trabalho direito, você trabalhará o tempo todo, e precisa ser disciplinado para manter seu corpo e sua mente saudáveis;

– Você deve ter uma mesa em ordem – é sério. Você é a única pessoa na empresa com a pesada responsabilidade de garantir a sobrevivência do negócio no longo prazo. Você não pode pensar sobre isso com uma caixa de e-mails cheia e uma mesa cheia de papéis;

– Seja muito, muito acessível. Ande por aí propositalmente. Você vai captar o que está realmente acontecendo, com o que as pessoas estão preocupadas;

– Livre-se de pessoas que têm alta performance, mas são um pé no saco. Os lucros que elas geram em geral são anulados pelos lucros perdidos pelo desperdício de energia de todos os outros que são desmoralizados e atingidos pelo mau comportamento deles;

– Lembre-se de que, no trabalho diário, você provavelmente é a pessoa menos importante na organização (a maioria dos CEOs não entende isso). A pessoa servindo o cliente é a mais importante.”

Geoff Cooper, ex-CEO.

5 – Conformar-se com um trabalho ingrato

“CEO é um trabalho ingrato, existem mais cicatrizes do que troféus. Você precisa motivar a si mesmo, seus funcionários e parceiros, independente dos obstáculos financeiros, e assegurar a integridade do negócio. Os elogios devem sempre ser distribuídos para o bom trabalho e você pessoalmente aceita todos os erros em estratégia, julgamento e performance.

“O papel de CEO vai mudar sua alma e torná-lo mais forte em todos os aspectos da vida. Você vai olhar para os negócios de forma diferente, e apreciar o que é preciso para liderar uma empresa.”

Christopher Justice, diretor de marketing da Magnolia International.

6 – Aceitar a falha dos outros

“A parte mais difícil de ser um CEO é explicitamente dar um passo atrás e permitir que outra pessoa falhe – mesmo acreditando que algo é um erro e que provavelmente gerará arrependimento e ansiedade para a organização – reconhecendo que o erro é o preço para a descoberta.

“Porque, no fim do dia, eu sou apenas uma pessoa. E mesmo que eu saiba um monte de coisas, eu sei muito pouco sobre tudo. Minha meta como CEO é construir uma organização cheia de pessoas que são experts em resolver as coisas por elas mesmas.”

David Barrett, fundador e CEO da Expensify.

7 – Convencer as pessoas de que você é a pessoa certa (e liderá-las)

“A parte mais difícil de ser um CEO é convencer a todos de que você deve ser o CEO. Não quero dizer colocar o trabalho em primeiro lugar, o que já é difícil. Quero dizer que, em uma empresa de 30 pessoas, ou em uma de 30 mil, existem 30 ou 30 mil pessoas que têm uma opinião sobre o que o CEO deveria fazer em qualquer situação. Você precisa ouvir a sua equipe (foi por isso que você os contratou), mas então tomar a sua decisão (é por isso que você foi contratado), e então convencer as pessoas não apenas de seguir a sua decisão, mas de convencerem as equipes delas a segui-la, mesmo que eles pensem que suas ideias eram melhores que a sua escolha. Isso é liderança.”

Richard Russell, empreendedor, fundador de duas startups.

8 – Ter inteligência emocional

“Ser um CEO exige muito foco e flexibilidade e junto com isso toneladas de energia, experiência e inteligência emocional. Esta última pode ser a mais importante.

“Se existe algo que um CEO precisa é do combo de casco duro com o coração mole. E essas duas características devem aparecer quase simultaneamente, sem que uma se sobreponha à outra. Ninguém pode saber o que te preocupa ou estressa, porque, se eles souberem , isso pode comprometer tudo. E enquanto isso ainda capacitar outras pessoas, mais do que engrandecer a si mesmo.”

 Andrea Morisette Grazzini, empreendedora.

 9 – Saber dizer não

 “Para mim, ser CEO significa duas coisas: esforçar-se constantemente para se tornar redundante e exercitar-se para dizer não quando necessário (em desacordo com a disposição natural de pessoas nessa posição). Vejo as pessoas falharem o tempo todo nesta questão.

 “Contrate ótimas pessoas, delegue, dê a você mesmo o espaço para focar em crescimento. Seu espírito empreendedor como um líder empresarial significa que a sua verdadeira satisfação e seu verdadeiro valor tendem a vir com a avaliação de onde crescer – novas iniciativas, entrar em novos mercados, desenvolver novos produtos ou serviços.

 “Quando você é CEO, você não é necessariamente parte de um departamento – por isso, encontrar ativamente outros donos de negócios, lembrar a si mesmo que o seu papel é de fato um papel, mesmo que às vezes ele pareça vago, isso é muito importante.”

 Anant Sharma, CEO da Matter Of Form.

 10 – Saber vender

 “CEO não é um cargo de trabalho, é um estilo de vida. A SchooLinks é minha primeira startup, e para mim ser CEO significou duas coisas: vender e inspirar.

 “Você vende a sua visão, vende você mesmo e a sua equipe para os investidores, o seu produto para o cliente e o futuro da sua empresa para os seus funcionários.

 “Você inspira seu time a inovar, criar e trabalhar duro. Você não precisa saber absolutamente tudo, mas precisa saber o caminho para resolver qualquer problema que você ou a sua equipe encontre pelo caminho.”

 Katie Fang, fundadora e CEO da SchooLinks.

 

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Criar um ambiente inovador

Posted by HWBlog em 18/08/2016

inovação 7A inovação não nasce do dia para a noite e não é possível forjá-la na marra, movida pela simples vontade de fazer algo diferente. Como já foi dito, é preciso que o tema seja absorvido pela cultura organizacional. E para isso acontecer, entre outras coisas, é fundamental que a companhia invista no desenvolvimento de um ambiente que estimule o processo inovador.

Mas, afinal, como fazer isso? Com base no livro “O poder da inovação”, de Luiz Serafim, Head de marketing da 3M Brasil, elencamos aqui 4 dicas que vão auxiliar você e sua organização nesse desafio:

Diversidade

Grandes iniciativas até podem surgir da cabeça solitária de mentes geniais. Mas o mundo não é feito só de gênios. Na verdade, esses são espécimes bem raros. Depender somente deles pode ser um tiro no pé. Por isso, é fundamental estimular a trocar de ideias entre quem pensa diferente. Nesse sentido, ao pensar seu ambiente de trabalho pela ótica da inovação, garanta que haja espaços para interação. Como ressalta Luiz Serafim, “as inovações nascem da colisão de ideias, na qual uma porta leva a outra, e conhecimentos acumulam e se reorganizam”.

Não é só trabalho

Nas empresas onde o trabalho é sempre realizado dentro de atmosfera rígida e ciclos ininterruptos sem válvulas de escape, a inovação se torna mais escassa. Muitas vezes, aquela grande ideia, o ponto de virada na busca por uma solução que vem sendo maturada há muito tempo, aparece em uma situação totalmente alheia à rotina corporativa. Estimular momentos de descontração em espaços desconectados do operacional é importante para empresas que querem inovar.

Derrube os muros

Quanto menos barreiras você mantiver em sua empresa, mais chances ela terá de ser inovadora. “Organizações muito hierarquizadas, divididas em feudos administrativos, que apostam na postura incontestável dos chefes todo-poderosos, que negam acesso entre as pessoas, especialmente aos líderes de maior nível, bloqueiam a vitalidade de suas redes internas”, explica Luiz.

Enfim: sua empresa pode até manter a hierarquia e salas separadas, desde que o tráfego entre elas seja o mais livre possível, sem burocracia. E se puder derrubar literalmente as paredes, melhor ainda.

Home office integrado

Gerir equipes remotas é hoje um dos grandes desafios das organizações. Mas esse é um caminho sem volta. Os profissionais querem mais flexibilidade e as empresas precisam acompanhar esse ritmo se quiserem manter os melhores consigo. Por isso, desenvolver metodologias eficientes que permitam a integração e o diálogo entre colaboradores diversos em home-office é um caminho importante para estimular a inovação. Todos têm experiências distintas e podem contribuir com coisas novas.

 

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Decisões Éticas nas Empresas – Como e por que adotar 

Posted by HWBlog em 12/08/2016

Como decidir o destino dos colaboradores que são flagrados cometendo desvios morais sem chafurdar no pântano dos achismos? Ao mergulhar em dezenas de casos reais, esta obra contribui para capacitar os leitores a se posicionar de modo articulado frente aos dilemas que as práticas empresariais ensejam. 

Robert Henry Srour, é doutor em sociologia, consultor e professor. Publicou 8 livros que foram adotados por universitários e executivos. Já ocupou a presidência de empresas, a diretoria de faculdades e cargos na administração pública. 

Recomendamos.

 

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Você pode falar o que quiser?

Posted by HWBlog em 09/08/2016

executivo 11Eu sempre digo que você pode falar qualquer coisa, para qualquer pessoa, desde que você saiba como fazer isso.

Este é um princípio básico de comunicação, mas que 90% das pessoas erram na execução.

E sabe por que?

Porque o “como” fica sempre em segundo plano.

E sabe por que?

Porque toma muito tempo.

A pergunta é: o que demanda maior tempo: planejar adequadamente o “como” ou corrigir todos os porquês depois?

Joseph Grenny, especialista em conversas decisivas e autor de três livros que estiveram na lista dos mais vendidos do The New York Times, afirma que no cerne de quase todos os problemas crônicos estão conversas decisivas que você não está tendo ou está conduzindo mal.

E isto acontece por motivos como pouca influência, trabalho em equipe falho, produtividade medíocre, fracasso no casamento, desafios da diversidade, problemas de qualidade, questões de segurança ou outros.

Ele diz que sempre que estiver num beco sem saída, existe uma conversa decisiva mantendo você lá.

Ele afirma que “O primeiro erro na conversa decisiva é sempre na primeira sentença. Em geral, abrimos a boca e falamos da maneira errada. Escolhemos sem pensar”. Esta é uma grande verdade, e motivo que nos leva a fracassar inclusive em relações pessoais.

O papel da segurança – Grenny destaca que para falar honestamente, sem ofender alguém, temos de encontrar uma forma de preservar a segurança. É mais ou menos como dizer a alguém para dar um soco no nariz do outro, sem machucá-lo.

Como podemos falar o execrável e ainda preservar o respeito?

Grenny afirma que podemos fazê-lo, se soubermos como misturar cuidadosamente três ingredientes: confiança, humildade e aptidão. Ele salientou que há sinais negativos que podem ser observados quando não estamos conduzindo ou conduzimos mal uma conversa decisiva:

  • Se, durante a conversa, você se sentir cada vez mais frustrado, talvez esteja tendo a conversa errada.
  • Se você tiver a mesma conversa duas vezes, está tendo a conversa errada.

Ele alerta que se você ficar atolado num nível, deve passar para um nível mais profundo.

“E quando puder dizer o que tem a dizer em uma sentença, você está pronto para conversar”. O professor afirmou que quando começamos a nos sentir inseguros, escolhemos um de dois caminhos negativos.

Ou buscamos o silêncio, impedindo que informações relevantes cheguem ao reservatório de informações relevantes; ou a agressividade, tentando impor informações ao reservatório.

Com isso, podemos nos afastar, restaurar a segurança e retomar o diálogo, antes que o prejuízo seja muito grande.

Motivos e emoções – Grenny destaca que entre os motivos que acabam com o diálogo estão salvar as aparências, sair-se bem, manter a paz, evitar conflito, vencer, ter razão e punir.

É preciso, porém, ter cuidado com a mudança dos motivos, fazendo a seguinte pergunta:

Por que vale a pena parar e examinar seus motivos?

“Porque você é controlado pelos motivos que não vê e porque você não é um ator tão bom assim”, destacou, explicando que se você conseguir ver o que está acontecendo, poderá fazer algo a respeito, porque as dúvidas exasperam o cérebro.

Para Greeny, as emoções também não ajudam muito, porque as conversas decisivas são definidas por suas características emocionais. “Nossa capacidade de sairmos do conteúdo de uma discussão e focarmos no processo é inversamente proporcional ao nível de nossas emoções”. Ele explica que quanto mais nos importamos com o que está acontecendo, menor é a probabilidade de pensarmos como estamos nos comportando.

Objetivo mutuo – Grenny explica que embora seja verdade que não há razão para empreender uma conversa decisiva se não temos um objetivo mútuo, é igualmente verdadeiro que não podemos manter a conversa se não mantivermos o respeito mútuo.

“Respeito mútuo é a condição de continuação do diálogo. Quando percebemos que o outro não nos respeita, a conversa imediatamente torna-se perigosa e o diálogo cessa”.

Por quê? “Porque o respeito é como o ar que respiramos. Se o eliminarmos, ninguém consegue pensar em outra coisa”, responde.

No instante em que as pessoas percebem o desrespeito em uma conversa, a interação não é mais sobre o objetivo original, agora passa a ser sobre a defesa da dignidade. O objetivo mútuo sofre por falta de respeito mútuo.

Para encontrar a solução, Grenny aconselha responder à pergunta:

O que eu realmente quero para mim, para os outros e para a relação?

Franqueza nunca é o problema, afirma Grenny.

“As pessoas nunca ficam na defensiva em relação ao que você diz. Elas ficam na defensiva imaginando por que você está dizendo o que diz”.

Ele acredita que quando nos sentimos seguros, podemos falar sobre qualquer assunto e defende que se as pessoas não se sentirem seguras, nada pode ser discutido.

Sim, você pode falar o que quiser, mas nunca se esqueça que é o “como” que vai influenciar o seu resultado.

Será que não dá mesmo para fazer de um jeito diferente?

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A Arte de Empreender

Posted by HWBlog em 08/08/2016

liderança 08Empreender é uma arte maravilhosa: é impossível não se apaixonar por algo tão formidável e singular.

Dentro desse sublime organismo podemos criar, manter, lapidar e potencializar todos os processos até que eles se tornem perfeitos e únicos. Certamente, todos os seres humanos sonham em alcançar reconhecimento, fama e sucesso no curso de suas ocupações, visto que essas positividades fazem bem ao ego e fortalecem grandiosamente o espírito de cada criatura vivente do nosso reino.

O mercado atual é muito competitivo, parelho e volátil, o que obriga cada vez mais as empresas a se reinventarem para sobreviverem a esses estímulos perigosos e vastamente demolidores. Usando letras heterogêneas, a comunidade mercadológica anseia pelo surgimento de um profissional que ostente características inovadoras e tipicamente mirabolantes.

Sempre compartilho com os meus amigos que essa qualidade social (empreendedorismo) pode ser gerada dentro do âmago de qualquer pessoa do mundo, desde que a mesma saiba trabalhar os skills que moram em sua criativa e lúdica aura. Muitas pessoas fracassam porque pensam que para empreenderem não necessitam de dom, preparo, perseverança, foco e determinação. Ora, nada é possível sem a existência dessas importantes e divinas atitudes.

Por isso, resolvi externar algumas das faculdades mais eminentes dos empreendedores bem sucedidos para que possamos agrega-las a nossa carreira e otimizarmos titanicamente as nossas virtudes. Veja:

1 – Suas ideias possuem significado: um exímio empreendedor não realiza suas atividades apenas para ser bem sucedido ou para marcar seu nome na história do mercado mundial, pelo contrário, ele preserva nelas as suas maiores paixões, visto que tudo aquilo que produz é um reflexo fiel e legítimo de seus ideais. Em outras palavras, ele ama profundamente o seu negócio, pois ele lhe dá a honrosa oportunidade de por em pratica seus talentos e dons naturais.

Sendo assim, busque uma área que possa lhe proporcionar uma satisfação pessoal e não somente ganhos financeiros e sociais. Esse é o primeiro passo para um profissional encontrar seu propósito mercadológico, alinhando seus princípios e valores ao mágico universo das organizações.

2 – Seu grau de resiliência faz frente aos anjos: o excelso empreendedor possui uma estabilidade emocional bem próxima da perfeição, o que faz com que ele absorva as energias negativas do ambiente de forma inteligente, assertiva e puramente sábia. Usando letras invertidas, ele sabe se controlar tanto internamente (através do autoconhecimento) quanto externamente (por meio da resistência), fazendo com que nada tenha poder de desviá-lo do seu foco principal.

Lembre-se: quanto maior for sua energia emocional, maiores serão as suas chances de êxito em qualquer atividade corporativa. À vista disso, crie pontes indestrutíveis para que nenhum meteoro tenha capacidade de estagnar sua nave espacial, fazendo sua orbe ser sólida, impenetrável e absolutamente intransponível.

3 – Sua criatividade é notavelmente acentuada: o sublime empreendedor sabe dar originalidade aos seus produtos e serviços, encontrando soluções versáteis para os múltiplos problemas vislumbrados. Esses excêntricos profissionais sabem interpretar e analisar os cenários de forma visionária e estratégica, são curiosos e ao mesmo tempo concentrados, amam a diversidade de opiniões e as reflexões tipicamente confrontadoras e, principalmente, possuem um vasto conhecimento de suas áreas e uma singular capacidade de percepção, o que os permite chegar à frente dos demais com folgas particularmente consideráveis.

Por conseguinte, procure gerar essas virtudes em seu coração, enxergando as coisas sob inúmeros ângulos diferentes e questionando o banal e corriqueiro para dar asas ao extraordinário e inigualável deus da imaginação.

Mantenha-se confiante: ao realizar essas formosas ações, seu espírito será tomado por uma força intrépida e revolucionária, capaz de entregar tesouros infinitos e inestimáveis para a sua carreira. Portanto, não hesite, aja.

4 – Seu conhecimento é fruto de muita determinação e disciplina: o formidável empreendedor se preparou exaustivamente ao longo de sua carreira: conquistando títulos, participando de eventos, palestras e workshops, adquirindo material impresso e digital: como livros, revistas, e-books e dvds, questionando pessoas mais experientes sobre assuntos específicos e complexos (sem receio de perguntar e sanar suas dúvidas), sacrificando finais de semana e encontros familiares para executar projetos e planos que mereciam sua atenção imediata, enfim ele teve uma rotina puxada, dolorosa e rigorosamente enfadonha.

Confie em mim: você não chegará ao topo sem aceitar (e suportar) essas dores, até porque é delas que procedem as maiores vitórias humanas, como mencionou brilhantemente Machado de Assis: “A vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal.” Deste modo, faça do conhecimento a sua âncora e da motivação a sua maior estrela, concebendo uma alma apaixonada pelas esferas da perseverança e da sujeição, para que assim, o futuro possa meritocraticamente recompensá-lo e justifica-lo.

5 – Sua teia de contatos é extremamente bem trabalhada: o magnânimo empreendedor é socialmente inteligente. Ele sabe como ninguém fortalecer sua rede de contatos para criar um networking fenomenal que dará a ele vantagens específicas e raras frente ao mercado de trabalho.

Não se engane: essa esplêndida habilidade faz esse cidadão viver cercado de pessoas que estão sempre dispostas a servi-lo e a serem servidas por ele, de sorte que é uma via de mão dupla onde ambas as partes obtém lucro e se sentem poderosamente realizadas. Em outros termos, esse sujeito consegue fomentar um laço de trocas onde o respeito, a credibilidade, a reputação e a confiança fazem toda a diferença, recompensando cada um de acordo com suas enobrecidas e glorificadas ações.

Destarte, saiba conquistar as pessoas por meio de um caráter de valor: esticando as pontes entre os seus objetivos e os do próximo para que todos andem em uma mesma estrada, mesmo trilhando caminhos inversos e piamente ambíguos.

6 – São astutos e possuem visão periférica do campo: um estupendo empreendedor sempre estuda o ambiente que o cerca, de forma a se antecipar as variáveis do adversário e prevê-las. Essa atitude é fundamental para o mesmo identificar seus pontos fracos e trabalha-los estrategicamente, fazendo os tais serem reduzidos e até mesmo, eliminados. É também nesse momento que ele aproveita para verificar os aspectos assertivos do inimigo, de modo a trazê-los para si e enriquecer colossalmente o capital intelectual da organização.

Lamentavelmente, muitos empresários se limitam a observarem apenas as coisas que acontecem do lado de dentro (seus funcionários, seus clientes, suas informações, etc…) fechando os olhos para os importantes acontecimentos que ocorrem do lado de fora.

Por isso, trace uma vereda sábia: gerencie todas as engrenagens existentes, dando atenção a TODOS os stakeholders que existem a sua volta, pois do contrário, você será forte em alguns braços e fraco em outros, o que futuramente poderá lhe trazer desnecessários desconfortos.

O segredo é ser proativo e buscar ver as coisas sob um ângulo macro, analisando a movimentação das peças e executando realizações simultâneas para que a sua gestão esteja sempre um passo a frente das demais. É como nos ensinou magistralmente Peter Drucker: “Não podemos prever o futuro, mas podemos cria-lo.”

7 – São mentores inteligentes e eficazes: um ótimo empreendedor sabe ouvir e dar feedbacks, filtrar críticas e expor elogios, doutrinar pessoas com maestria e tenacidade, remover barreiras e motivar pessoas, destruir conflitos interpessoais e unificar o plantel, impulsionar dons adormecidos e talentos ocultos e, principalmente, ser exemplo de integridade e virtude para os seus estimados pupilos.

Seguramente, é impossível ver um negócio prosperar sem a existência de um mentor diferenciado no núcleo das referidas transições. Sem dúvidas, os integrantes dessa corporação precisam de um norte nítido para esculpirem suas ações e uma torre reluzente que os guie para um mesmo radar, permitindo que estejam navegando sempre em águas tranquilas, isto é, longe de furações, ventos e tempestades.

Desta forma, seja um líder e exista para servir as pessoas, mantendo-as seguras e confiantes no decorrer das lúdicas atividades corporativas.

8 – São planejadores na verdadeira acepção da palavra: um egrégio empreendedor não atira no escuro: ele implanta as ideias embasado no que o mercado lhe oferece. Diferente dos insensatos e despreparados que:

  • Não sabem criar um plano de negócios eficiente e objetivo;
  • Não possuem conhecimento algum em finanças, gestão, marketing e pessoas;
  • Não sabem gerar um diferencial que potencialize o negócio e estimule (“viralize”) o consumo da marca;
  • Têm tremendas dificuldades de focarem no porvir, limitando-se apenas as esferas do presente;
  • Não sabem criar e aguçar um retorno plausível que compense o investimento dispensado;
  • Não montam seus projetos com base na existência de um público alvo específico, isto é, que provavelmente se interessaria pelo referido material;
  • Não estão dispostos a enfrentarem objeções de todos os lados, bem como os ventos contrários que são inerentes a supracitada profissão;
  • Não sabem separar os ganhos institucionais dos ganhos pessoais;
  • Vivem procurando “chifre em cabeça de cavalo”, ao invés de realizarem o simples com eficácia e agilidade;
  • Se cercam de pessoas que não agregam valor e ainda contribuem para o decréscimo do capital intelectual criativo.

Pense diferente, aja diferente: seja um planejador com uma visão contemporânea e não ponha jamais sua confiança em eventos superficiais e frágeis. E com o passar das luas, você perceberá que o esforço praticado com convicção, perseverança, organização, competência e disposição dá bons resultados e conforta o coração daquele que acreditou em si mesmo e nas esplêndidas atmosferas da esperança.

9 – Possuem uma autoconfiança absolutamente inabalável: o voraz empreendedor toma suas decisões com segurança e otimismo, sem nenhum tipo de titubeio, pois nasceu com brilho nos olhos e total esperança no pensar. Ele reconhece que empreender nada mais é do que lidar com incertezas e atmosferas incógnitas, cabendo a ele correr riscos para impulsionar seus negócios e otimizar suas projeções.

Com o passar dos anos, esse profissional vai acumulando experiências específicas que o fazem minimizar seus riscos e suas probabilidades de insucesso em determinadas situações. Além disso, ele vai aprendendo que as “quedas” não necessariamente são maléficas para a sua alma, mas existem para servirem de base para edifícios mais representativos e proeminentes no porvir.

Então, agregue essas portentosas lições para a sua vida: seja confiante, positivo, renitente, corajoso, argucioso e compenetrado, destruindo essas energias contrárias por meio de uma autoestima incontrolavelmente transformadora e de uma teimosia particularmente regeneradora.

10 – Eles fazem do tempo os seus maiores tesouros: o maravilhoso empreendedor não é aquele que possui prédios faraônicos, pilhas de funcionários, frotas de carros, exorbitantes faturamentos, fama mundial e um negócio com mais de cinquenta anos de vida, mas sim aquele que aprendeu a controlar seu tempo de maneira correta e eficiente em todos os âmagos de sua existência.

Não estou falando apenas do tempo a ser gerenciado na empresa através de reuniões objetivas, tarefas operacionais inteligentes e administração ferrenha dos “encurtadores do dia”, mas ainda da gestão prudente e ajuizada da vida particular. Sim, a esfera pessoal é muito importante, dado que muitos empresários vivem melancólicos, isolados, insatisfeitos e depressivos porque direcionaram todas as suas forças para o “inoxidável trabalho” e nenhuma gota de suor sequer para as suas secundárias intensões, pasmem: suas rejeitadas e desprezadas famílias. Em outros termos, essas criaturas fazem seus filhos, esposas, pais, mães e parentes serem meros coadjuvantes em suas linhas do tempo enquanto acumulam dólares e objetos que no fim das eras se tornarão tão somente pó e cinzas.

Isto posto, aprenda a sorrir mais, a ganhar dinheiro com responsabilidade e humildade e, prioritariamente, a valorizar seus entes queridos com amor e cordialidade, evitando que o mostro da ganância apanhe suas pedras preciosas e roube seu valioso (e insubstituível) princípio vital.

Em uma partida de futebol, o time precisa de um meia habilidoso e esperto para articular as jogadas e surpreender os adversários. Do mesmo modo que acontece no esporte “dos onze contra onze”, as empresas também necessitam de um mestre para contarem com trunfos diferenciados seguidos de revolucionárias tacadas.

No cenário contemporâneo, um bom empreendedor é o que está disposto a aprender eternamente, se transformando em um aluno dedicado, disciplinado e motivado para absorver as informações e elevar o patamar de sua organização para um nível genuinamente primoroso.

Por conseguinte, seja um magnífico pupilo do conhecimento: moldando suas movimentações para as suas qualidades serem aprimoradas por meio de gestos testados, planejados e otimizados.

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Saiba como usar as redes sociais a favor da empresa

Posted by HWBlog em 01/08/2016

redes sociais 2Tanto a internet quanto as redes sociais chegaram para ficar na vida dos brasileiros. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 2014 revelou que mais da metade da população do país (54,4%) já tem acesso à internet. E as redes sociais não ficam de fora deste quadro.

Desde a ascensão das redes sociais nos últimos anos, as empresas passaram a usar as mídias sociais para promover suas marcas e se aproximar do seu público-alvo. No entanto, muitas empresas ainda não têm uma noção completa do poder dessas mídias e como elas podem ajudar a melhorar a imagem de uma empresa e até alavancar as vendas.

Mas antes de criar um perfil corporativo, é preciso pensar estrategicamente nas ações de relacionamento com o consumidor. A empresa ou a pessoa que comanda as redes sociais tem de estar sempre antenada com o que acontece na rede e como as pessoas se comportam lá para até, quem sabe, aproveitar uma boa chance de tornar a companhia conhecida.

Além disso, uma vez que a empresa entrou nas redes sociais, o ideal é manter sempre o ritmo de postagens e não parar de usar a rede ou abandonar a página para evitar a perda no número de seguidores.

Veja abaixo como usar as redes sociais a favor da sua empresa.

PLANEJAMENTO
Antes de começar a disseminar o conteúdo da sua marca na internet é importante criar uma campanha e até mesmo uma identidade visual. Planejar detalhadamente como irá usar as redes sociais é importante para não se perder no meio do caminho. Decida qual mensagem sua empresa quer passar.

RELACIONAMENTO

O relacionamento entre empresa e cliente pode ser um dos pontos altos da sua empresa nas redes sociais. Atualmente, muitas companhias usam as mídias sociais como forma de falar diretamente com o consumidor e até mesmo tirar dúvidas ou solucionar problemas. O atendimento nesses locais é novo, mas grandes empresas têm investido muito nisso, como forma de se aproximar do público final.

PRESENÇA
A falta de presença de algumas empresas na redes sociais pode causar uma espécie de estranheza nos consumidores, já que, muitas vezes, o espaço é usado para se obter mais informações sobre o produto e até mesmo reviews de outros clientes que contam suas experiências.

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