PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Archive for the ‘Câmbio’ Category

Brasil adota nova medida para frear alta do real

Posted by HWBlog em 12/03/2012

Aumento da incidência do Imposto sobre Operações Financeiras é mais uma medida para controlar a cotação da moeda

A semana no mercado brasileiro começa com o anúncio de mais uma Medida visando frear a valorização real frente ao dólar. O governo anunciou no Diário Oficial da União desta segunda-feira a ampliação da incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 6 por cento sobre empréstimo externo para até cinco anos. Em abril do ano passado, o governo já havia elevado de um para dois anos o prazo da incidência do IOF a 6 por cento, mas o prazo foi estendido para três anos em 1 de março.

Já as principais praças financeiras globais adotavam um tom comedido nesta segunda-feira, com investidores avaliando o efeito de números fortes do mercado de trabalho norte-americano da semana passada sobre as perspectivas de crescimento e o potencial fim da política monetária expansionista dos bancos centrais. Dados fracos sobre o comércio exterior na China, que resultaram em um déficit comercial mensal recorde para fevereiro, também abrandavam o ímpeto verificado nas últimas sessões.

As exportações na China cresceram 18,4 por cento em termos anuais em fevereiro e as importações avançaram 39,6 por cento, ante queda de 0,5 por cento e de 15,3 por cento em janeiro, respectivamente, de acordo com dados da Administração Geral das Alfândegas do país. O país registrou déficit de 31,5 bilhões de dólares, após ter ficado superavitário em 27,3 bilhões de dólares em janeiro.

Economistas ouvidos pela Reuters esperavam crescimento de 32 por cento nos embarques e de 27% das importações, com déficit comercial de 4,91 bilhões de dólares. Na Europa, a Itália confirmou a retração trimestral de 0,4% do PIB nos últimos três meses de 2011, mas o foco seguia na Grécia, em razão da avaliação de sexta-feira da International Swaps and Derivatives Association (ISDA) de que a reestruturação da dívida grega se trata de um evento de crédito, o que faz com sejam acionados os pagamentos dos CDS relacionados aos títulos gregos. A própria ISDA, contudo, não vislumbrava um grande impacto de tal evento sobre os mercados financeiros.

Às 7h45, o índice europeu FTSEurofirst 300 oscilava ao redor da estabilidade e o futuro do norte-americano S&P 500 retraia 0,07 por cento – 1 ponto. O MSCI para ações globais cedia 0,16 por cento e para emergentes, 0,48 por cento. O MSCI de ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão verificava decréscimo de 0,76 por cento.

Em Tóquio, o Nikkei fechou em baixa de 0,40 por cento. O índice da bolsa de Xangai terminou com declínio de 0,19 por cento. Entre as moedas, o euro era cotado a 1,3122 dólar, ante 1,3113 dólar na sexta-feira. O índice DXY, que mede o valor do dólar ante uma cesta com as principais divisas globais, perdia de 0,11 por cento.

Em relação ao iene , o dólar cedia a 82,26 ienes, ante 82,42 ienes na última sessão. No caso das commodities, o petróleo do tipo Brent caía 0,78 por cento em Londres, a 125 dólares, enquanto o barril negociado nas operações eletrônicas em Nova York recuava 0,83 por cento, a 106,51 dólares.

CÂMBIO – O dólar fechou a 1,7850 real, em alta de 1,31 por cento frente ao fechamento anterior.

BOVESPA – O Ibovespa caiu 0,31 por cento, para 66.703 pontos. O volume financeiro na bolsa foi de 6,53 bilhões de reais.

ADRs BRASILEIROS – O índice dos principais ADRs brasileiros caiu 0,37 por cento, a 34.024 pontos.

JUROS – No call das 16h, o DI janeiro de 2014 estava em 9,230 por cento ao ano, ante 9,300 por cento no ajuste anterior.

EURO – Às 19h23, a moeda comum europeia era cotada a 1.3126 dólar, ante 1,3270 dólar no fechamento anterior nas operações norte-americanas.

RISCO-PAÍS – O risco Brasil caía 6 pontos, para 180 pontos-básicos. O EMBI+ cedia 5 pontos, a 317 pontos-básicos.

BOLSAS DOS EUA – O índice Dow Jones fechou em alta de 0,11 por cento, a 12.922 pontos, o S&P 500 registrou valorização de 0,36 por cento, a 1.370 pontos, e o Nasdaq ganhou 0,60 por cento, aos 2.988 pontos.

PETRÓLEO – Na Nymex, o contrato de petróleo mais curto fechou em alta de 0,82 dólar, ou 0,77 por cento, a 107,40 dólares por barril.

TREASURIES DE 10 ANOS – O preço dos títulos do Tesouro norte-americano de 10 anos, referência do mercado, caía, oferecendo rendimento de 2,0296 por cento, frente a 2,016 por cento no fechamento anterior.

Paula Laier (Reuters): Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Brazil adopts new measures to curb the high real
Increasing the Tax on Financial Operations is more a measure to control the value of the currency
The week starts on the Brazilian market with the announcement of yet another measure aimed at stopping the real appreciation against the dollar. The government announced in the Official Gazette on Monday the expansion of the Tax on Financial Operations (IOF) of 6 percent on foreign loan for up to five years. In April last year, the government had already increased by one to two years the period of incidence of the IOF 6 percent, but the deadline was extended to three years on March 1.
Since the main global financial centers embraced a moderate tone on Monday as investors assessed the effect of strong numbers in the labor market of the U.S. last week about the growth prospects and the potential end of the expansionary monetary policy of central banks. Weak data on foreign trade in China, which resulted in a record monthly trade deficit for February, also slowed down the momentum seen in recent sessions.
Exports in China grew 18.4 percent year on year in February and imports advanced 39.6 percent from down 0.5 percent and 15.3 percent in January, respectively, according to data from General Administration of Customs. The country registered a deficit of $ 31.5 billion, after it became surplus of 27.3 billion dollars in January.
Economists polled by Reuters had expected 32 percent growth in shipments and 27% of imports, trade deficit of 4.91 billion dollars. In Europe, Italy confirmed the 0.4% quarterly contraction in GDP in the last three months of 2011, but the focus followed in Greece, due to the assessment Friday of the International Swaps and Derivatives Association (ISDA) that Greek debt restructuring it is a credit event, which makes payments are triggered CDS related to Greek bonds. ISDA itself, however, is not envisioned in such an impact event on financial markets.
At 7:45, the European FTSEurofirst 300 index fluctuated around the stability and future of the U.S. S & P 500 retract 0.07 percent – one point. The MSCI global equities yielded to 0.16 percent and emerging markets, 0.48 per cent. The shares of the MSCI Asia Pacific excluding Japan checked decrease of 0.76 percent.
In Tokyo, the Nikkei closed down 0.40 percent. The Shanghai stock index ended with a decline of 0.19 percent. Among currencies, the euro was quoted at $ 1.3122, up from $ 1.3113 on Friday. The DXY index, which measures the value of the dollar against a basket of major global currency, lost 0.11 percent.
Against the yen, the dollar yield to 82.26 yen against 82.42 yen in the last session. In the case of commodities, the Brent crude oil fell 0.78 percent in London, $ 125, while a barrel in electronic trading operations in New York shrank 0.83 percent, to $ 106.51.
EXCHANGE – The dollar closed at 1.7850 real, up 1.31 percent against the previous close.
BOVESPA – The Bovespa index fell 0.31 percent to 66,703 points. The funds in the stock market was 6.53 billion reais.
ADRs BRAZILIAN – The index of leading Brazilian ADRs fell 0.37 percent at 34,024 points.
INTEREST – On call 16h, ID January 2014 was 9.230 percent per year, up from 9.300 percent in the previous setting.
EURO – At 19h23, the common European currency was quoted at 1.3126 U.S. dollars, up from $ 1.3270 the previous close on the North American operations.
COUNTRY RISK – The risk in Brazil fell six points to 180 basis points. The EMBI + yielded five points to 317 basis points.
U.S. GRANTS – The Dow Jones industrial average closed up 0.11 percent at 12,922 points, the S & P 500 recorded an appreciation of 0.36 percent, to 1,370 points and the Nasdaq gained 0.60 percent to 2988 points .
OIL – On Nymex, the shorter oil contract closed up $ 0.82, or 0.77 percent, to $ 107.40 per barrel.
Treasuries OF 10 YEARS – The price of securities of the U.S. Treasury for 10 years, the reference market fell, offering yield of 2.0296 percent, compared to 2.016 percent in the previous closing (Reuters): Author

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