PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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O profissionalismo como religião

Posted by HWBlog em 29/05/2011

Logo que me mudei para a França, tive de levar o meu carro para consertar. Ao buscá-lo, perguntei se havia ficado bom. O mecânico não entendeu. Na cabeça dele, se entregou a chave e a conta, nada mais a esclarecer sobre o conserto. Mais à frente, decidi atapetar um quartinho. O tapeceiro propôs uma solução que me pareceu complicada. Perguntei se não poderiua, simplesmente, colar o tapete. O homem se empertigou: “O senhor pode colara, mas, como sou profissional, eu não posso fazer isso”. Pronunciou a palavra “profissional” com solenidade e demarcou um fosso entre o que permite a prática consagrada e o que lambões e pobres mortais como eu podem perpetrar.

Acostumamo-nos com a idéia de que, se pagamos mais ou menos, conseguimos algo mais ou menos. Para a excelência, pgamos generosamente. Mas lembremo-nos das milenares corporaçõesde ofício, com suas tradições e rituais. Na Europa, e alhures, aprender um ofício era como uma conversão religiosa. O aprendiz passava a acreditar naquela profissão e nos seus cânones. Padrões de qualidade eram cobrados durante todo o aprendizado. Ao fim do ciclo de setea anos, o aprendiz produzia a sua “obra prima” (obra primeira), a fim de evidenciar que atingira os níveis de perfeição exigidoss. Em Troyes, na França, há um museu com as melhores peças elaboradas para demonstrar maestria na profissão. Carpinteirosalardeavam o seu virtuosismo pela construção meticulosa das suas caixas de ferramentas. Na Alemanha, sobrevivem em algumas corporações de ofício as vestimentas tradicionais. Para carpinteiros, terno de veludo preto, calça boca de sino e chapeú de aba larga. É com orgulho que exibem nas ruas esses trajes.

Essa incursão na história das corporações serve para realçar que nem só de mercado vive o mundo atual. Aqueles países com forte tradição de profissionalismo disso se beneficiam vastamente. Nada de fiscalizar para ver se ficou benfeito. O fiscal severo e intransigente está de prontidão dentro do profissional. É pena que sindicatos, herdeiros das corporações, pouco se ocupem hoje da qualidade e virtuosismo. Se pagarmos com magnanimidade, o verdadeiro profissional executará a obra com perfeição. Se pagarmos miseravelmente, ele a executará com igual perfeição. É assim. ele só sabe fazer bem, pois incorporou a ideologia da perfeição. Não apenas não sabe fazer de qualquer jeito, masa sua felicidade se constrói na busca da excelência. Sociedades sem tradição de profissionalismo precisam de exércitos de tomadores de conta (que terminam por subtrair do que poderia ser pago a um profissional com sua própria fiscalização interior). Nelas, capricho é uma religião com poucos seguidores. Sai benfeito quando alguém espreita. Sai matado quando ninguém está olhando.

Existe relação entre o que pagamos e a qualidade obtida . Mas não é só isso. O profissionalismo define padrões de conduta e excelência que não estão à venda. Verniz sem rugas traz felicidade a quem o aplicou. Juntas não têm gretas, mesmo em locais que não estão à vista. Ou seja, foram feitas para a paz interior do marceneiro e não para o cliente, incapaz de perceber diferenças. A lâmina do formão pode fazer a barba do seu dono. O lanterneiro fiza feliz se ninguém reconhece que o carro foi batido. Onde entra uma chave de estria, não se usa chave aberta na porca. Alicate nela? Nem pensar! Essa tradição de qualidade nas profissões manuais é caudatária das corporações medievais. Mas sobrevive hoje, em maior ou menor grau, em todo o mundo do trabalho. O cirurgião quer fazer uma sutura perfeita. Para o advogado, há uma beleza indiscritível em uma petição bem lavrada, que o cliente jamais notará. Quantas dezenas de vezes tive de retrabalhar os parágrafos deste ensaio?

Tudo funciona melhor em uma sociedade em que domina o profissionalismo de sua força de trabalho. Mas, isso só acontecerá como resultado de muito esforço em lapidar os profissionais. Isso leva tempo e custa dinheiro. É preciso uma combinação harmônica entre aprender o gesto profissional, desenvolver a inteligência que o orienta e o processo quase litúrgico de trnsmissão dos valores do ofício.

Em tempo: amadores não formam profissionais

Claudio de Moura Castro

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Quando entramos na fronteira do assédio moral

Posted by HWBlog em 27/05/2011

Confesso que o tema “assédio moral” polemiza as rodas de conversa, pois há divergências sobre o que pode e o que não pode ser considerado, de fato, um assédio. Exatamente por isso prefiro me restringir ao que vi ao longo de anos de dedicação a minha vida profissional, baseando minha opinião sobre este assunto nas experiências que adquiri. Não pretendo expor a lei que rege tal assunto, mesmo porque acredito que nem sempre conhecer cláusula por cláusula de uma lei garante a não execução de um ato ilegal. Porém, quem sabe isso pode ser amenizado se conhecermos os possíveis motivos pelos quais um profissional se sente no direito de atentar contra a moral de um colega de trabalho.

Aliás, antes de mais nada, preciso expor o que penso sobre assédio moral. Na minha opinião, trata-se de qualquer tipo de humilhação, constrangimento ou situação que vá contra a dignidade do indivíduo. Normalmente se dá de posições hierarquicamente mais elevadas para baixo e em ações repetidas. Dificilmente um constrangimento é considerado um assédio se ele ocorrer uma única vez. Normalmente, são gestos, comportamentos ou atitudes realizados repetidamente contra um mesmo indivíduo. Esses atos, geralmente, são utilizados para desqualificar o profissional de alguma maneira, e fazê-lo se sentir desmoralizado. É uma forma de abusar do poder que se tem sobre um profissional, como forma de coagi-lo a fazer determinadas coisas/tarefas.

Imagino que um dos principais motivadores do assédio moral dentro de uma empresa é o cenário organizacional em que está inserido o indivíduo em questão. A partir do momento em que a empresa permite certas atitudes e não se importa em verificar frequentemente a qualidade dos relacionamentos recorrentes ali, ela, de certa forma, permite que alguns comportamentos ocorram. Aliás, ela se torna conivente com a situação quando deixa que circunstâncias de desigualdade ocorram, sem nada fazer para mudar isso.

Por mais que passemos a maior parte do nosso dia ao lado dos nossos colegas de trabalho, muitas vezes não os conhecemos tão profundamente ao ponto de saber o que faz e o que não os faz tristes. Acredito que boa parte dos comportamentos hostis dentro da empresa poderiam ser evitados se o clima organizacional fosse readequado com premissas de respeito. A insegurança dos profissionais que, normalmente, fazem esse tipo de coisa poderia ser cessada se os pingos fossem corretamente colocados nos i’s.

Por isso, convido você para uma reflexão sobre a forma com que vem tratando seus colegas de trabalho. Relacionamentos são difíceis e no ambiente de trabalho, onde vários interesses estão interligados, isso se expande exponencialmente. Não trate seu vizinho de mesa mal, simplesmente por estar de mau humor. Isso pode lhe custar um processo por danos morais. E, convenhamos, por que tornar ruim o ambiente que você precisa frequentar todos os dias?

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Seja raro e valioso

Posted by HWBlog em 27/05/2011

Quem é mais importante para a sociedade, um professor do ensino básico ou um jogador de futebol profissional? Qual dos dois é melhor remunerado? Penso que a maioria concorda que o professor é mais importante, mas o jogador é quem ganha mais, e o motivo é simples: há muito menos futebolistas do que professores.

Em qualquer sociedade onde prevaleça a lei da oferta e da procura, quanto mais raro for o talento de um profissional, melhor remunerado ele será. Nada contra o status de ter uma profissão ou cargo “importante”, mas para a carreira de qualquer pessoa, a raridade é muito mais valiosa, pois sempre haverá demanda para quem é diferenciado. Ser importante não garante muita coisa, já que muitos deixam de sê-lo quando perdem o cargo.

Mas, afinal, o significa ser valioso? Uma pessoa é valiosa quando realiza um trabalho superior a média, de forma consistente, independentemente da empresa em que estiver ou do serviço que prestar.

Pense em todos os prestadores de serviço que você teve até hoje – médicos, bancários, mecânicos, secretárias, vendedores etc. Destas centenas de pessoas, quantos foram absolutamente dedicados e usaram toda a sua competência e energia para atendê-lo de maneira impecável?

É provável que você responda que foram pouquíssimos, pois a maioria das pessoas faz o mínimo necessário, e às vezes nem isso. É raríssimo um profissional ser ao mesmo tempo tecnicamente excelente, e realmente disposto a compartilhar esta capacidade, servindo outras pessoas. Você é assim? Valemos por aquilo que entregamos e não pelo que prometemos.

Quer ser raro e valioso? Entregue mais do que esperam de você. Imagine a quantidade de pessoas que gostariam de ter o privilégio de contar com um profissional deste gabarito?

Se quiser aumentar o valor de seu passe, você deve usar toda sua capacidade e seu talento para oferecer além do combinado. Ser tão competente não significa dar isso de graça. Essa energia e eficácia custam dinheiro, e você ficará surpreso ao ver como as pessoas aceitam pagar mais caro para ter os serviços de um profissional fora de série.

Quando a coisa aperta, procuramos quem faz as coisas acontecerem. Se você for assim, seus clientes, sócios ou chefes farão o possível – e talvez um pouco mais –, para mantê-lo ao lado deles. Agindo desta forma, com o passar dos anos, além de raro e valioso, se você quiser, também ficará importante!

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Conheça as vantagens e desvantagens de ter um comportamento explosivo

Posted by HWBlog em 20/05/2011

A agressividade, ansiedade e competitividade são características que se adequam a muitos profissionais no ambiente de trabalho. Adicionando a falta de equilíbrio e a calma em situações de tensão estamos em frente a um “profissional explosivo”.

Estas pessoas não sabem lidar com a raiva, com a frustração e não gostam de ser contrariadas.

Estes profissionais perdem o controle quando há “uma saturação de desalinhamento das expectativas”, ou seja, quando o resultado esperado não é alcançado. A explosão também ocorre quando há muita pressão sobre ele.

“Geralmente, a explosão de forma agressiva vem junto com a falta de respeito. E ninguém gosta de sofrer falta de respeito. Ser explosivo é extremamente danoso para a carreira”

Problemas

Entre os problemas que a explosão pode trazer ao profissional está a vulnerabilidade, que pode acarretar em erros e danos que não têm consertos. Além disso, esta pessoa expõe a sua fragilidade, tanto para os colegas, como para a empresa e clientes. “Ele perde a sua credibilidade”.

Estar com a “cabeça quente” também é prejudicial nas relações de trabalho, já que muitas vezes o colaborador “explosivo” magoa os colegas e colabora para estabelecer um clima hostil.

A situação pode piorar quando esta pessoa tem um cargo de chefia, já que a equipe pode ter receio em pedir ajuda do líder para resolver problemas ou para dar ideias. “Além de criar barreiras, ele permite que as outras pessoas reproduzam o seu comportamento, pois ele é a referência”.

O comportamento explosivo é comum em pessoas que têm medo de perder a liderança e, agir desta forma, é uma maneira de se impor por meio da autoridade.

Como resolver

Para reverter este quadro é necessário que o profissional faça uma auto avaliação e descubra em quais situações ele perdeu o controle. “É só por meio do auto conhecimento. Ele não pode se orgulhar de ser explosivo, do tipo que fala, ‘Eu sou muito bonzinho, até que pise no meu calo´”

Caso o temperamento explosivo tenha surgido devido às características da empresa, como ambiente muito competitivo, de muita pressão e de injustiça ou que a pessoa não seja reconhecida, a orientação dos psicólogos é que a profissional mude de emprego.

Explosão positiva

Ser “explosivo” não significa necessariamente algo negativo. O profissional pode trabalhar para que os seus sentimentos o ajudem em sua carreira. “A raiva nem sempre é ruim. Ela é um sentimento que nos impulsiona, nos tira da zona de conforto. Mas é preciso ter um limite”.

Este comportamento, se bem utilizado, pode auxiliar em algumas áreas como vendas, departamentos onde é necessário tomar decisões estratégicas, entre outras.

A agressividade é positiva em algumas situações, como quando a equipe, depois de ter sido alertada sobre o desempenho, não apresenta o resultado esperado.

“No momento de letargia ou acomodação da equipe, ser mais enérgico pode ajudar. Mas este comportamento só é permitido quando o líder já conversou anteriormente com seus profissionais e não houve resultado”.

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Quem não arrisca, não lidera

Posted by HWBlog em 20/05/2011

A maioria dos cargos de confiança é ocupada por profissionais que tem um perfil mais ousado. A explicação é relativamente simples: essas pessoas buscam, naturalmente, fazer as coisas acontecerem

Todos os dias escolhemos, decidimos, optamos. Para aquelas coisas que já sabemos quais serão os resultados, ligamos nosso “piloto automático” – como as ações do cotidiano, por exemplo. Para todas as restantes, diria que varia muito de pessoa para pessoa.

Algo que percebi ao longo desses anos é que a porcentagem de profissionais que tem um perfil mais ousado ocupa a maioria dos cargos de liderança. A explicação é relativamente simples. Essas pessoas buscam, naturalmente, fazer “as coisas acontecerem”, arriscam mais e, portanto, conhecem muito melhor as opções disponíveis quando são solicitadas a decidir sobre alguma coisa. Algo que ilustra claramente essa situação é que há pessoas tão inseguras que preferem confiar na opinião dos outros à própria.

Cabe lembrar que nem todos nasceram para liderar. A maioria dos profissionais é melhor executora que demandadora – e todos hão de concordar que nenhuma empresa funcionaria eficazmente se todos quisessem mandar em algo.

Algumas pessoas certamente têm o perfil para tal e tomam decisões com uma praticidade e rapidez impressionantes. Já outros, põem-se a labutar muito sobre o assunto, nem que para isso dias de reflexão sejam necessários. Mas, independentemente do tipo de decisão que se tome, ela sempre afeta a sua vida ou a de alguém e isso faz com que toda e qualquer escolha tenha um peso e uma responsabilidade sobre ela. E é este tipo de fardo que muitos evitam ter de carregar.

A maioria dos profissionais é melhor executora que demandadora – e todos hão de concordar que nenhuma empresa funcionaria eficazmente se todos quisessem mandar em algo

Seja pela insegurança, pela falta de conhecimento, por simplesmente não ter um punho firme para pensar e decidir, e ter que arcar com as possíveis consequências de algum infortúnio imprevisto, a maioria das pessoas prefere que digam “como fazer” a “pensar como fazê-lo”.

Se acredita ser capaz de se tornar um decisor, mostrar ao chefe uma opinião construtiva sobre suas ponderações demonstra uma característica de liderança, só tome cuidado para não invadir um espaço que não é seu. Também, alguns assuntos não demandam pressa na escolha, há sempre tempo e considerações a serem levadas em conta. Quem decide perto do limite do prazo tem mais tempo para analisar fatos, dados e ouvir as diferentes opiniões que os companheiros levantam – e desta forma estudá-las também se faz uma necessidade. Lembre-se sempre que, por mais conhecido que seja o terreno que pisas, podem sempre haver armadilhas, ou seja, não há dono da verdade absoluta.

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Pessoas ardilosas

Posted by HWBlog em 20/05/2011

Claro que muitas pessoas pensam em ganhar mais e ser bem sucedidas na carreira. O problema é quando, para se conseguir o que quer, o indivíduo se torna capaz de fazer qualquer coisa, inclusive coisas “más” – e já reforço que a maioria das pessoas não é assim. Infelizmente, suas conquistas são provenientes de artimanhas e armações. Essas pessoas são capazes de tramar e arquitetar as piores trapaças para se dar bem em uma situação, até mesmo lesar e prejudicar outras pessoas. Dou, a seguir, algumas dicas para que essas pessoas não lhe influenciem na vida profissional:

Cinismo
Todos sabem (ou pelo menos deveriam saber) o que é uma conduta profissional digna e honrosa. Porém, nem todos agem de acordo. Uma pessoa ardilosa engana, descobre seus gostos, preferências e te manipula para conseguir uma informação ou favor. O que pode parecer um dado qualquer para nós, para um espertalhão é uma mina de ouro. Por isso, deve-se cuidar com o que fala e para quem fala. A melhor coisa é escolher bem as palavras, ocultar informações sigilosas, não se abrir sobre sua vida pessoal e evitar dar quaisquer subsídios para alguém lhe passar a perna. Escolher bem as amizades que se faz já é um ponto importantíssimo para não cair em mãos falsas e cínicas.

Interesse
Fazer amizades por interesse é uma das principais armas de uma pessoa ardilosa. Depois de conquistado, certamente ele terá forte armas contra você. Eles chegam de mansinho, mostrando-se amigáveis e dispostos a lhe prestar grandes favores, normalmente essas pessoas: fingem que não sabem das coisas, enganam, maltratam, fazem amizades por puro interesse, usam e jogam fora, não se importam com o sentimento das pessoas e não são leais. São frequentemente levados pela razão para conseguirem seus objetivos (nem que para isso tenham que fazer algo que a sociedade compreenda como errado ou de má conduta). São trapaceiros, jogam para ganhar, passam por cima, convencem pessoas, são sagazes, bolam armadilhas, querem sempre mais. Normalmente, não são acomodados, deixam a razão dominar a emoção e não há um equilíbrio entre o bom e o mau senso, a conduta correta e a errada.

Uma pessoa assim no ambiente de trabalho faz o quê?
Rouba contatos, negócios prósperos, amizades e utiliza a ideia de outros para se promover, como se fosse o autor dela. É capaz de arruinar o trabalho de outro para que o seu sobressaia ou simplesmente para que seja o único a conseguir reconhecimento. Trama e arquiteta artimanhas.

Recomendações:
Atenção com as amizades que você faz. Cuidado ao compartilhar informações sigilosas, deixando para fazer isso apenas com pessoas de extrema confiança. Busque ter relações saudáveis com os demais profissionais que trabalham com você e saiba diferenciar os que são apenas colegas e os que podem se tornar grandes amigos. Se perceber que estão fazendo algo de errado, não ajude a encobrir ou executar certas ações duvidosas (como conseguir ou dar informações específicas, mudar algum relatório, etc).

São tantas as formas que se tem para fraudar ou prejudicar alguém para promover sua autoimagem, que somente com extrema cautela e atenção não se cai na mão desse tipo de pessoa (ardilosa). Assim como somos cuidadosos com pessoas de aparente má índole, o cuidado com a vontade e intenções desse tipo de pessoa (influenciadora, tendenciosa, enganadora, manipuladora) é fundamental. Essas pessoas são desprovidas de coração.

Dicas:
• Se alguém tenta lhe convencer a fazer algo pelo qual é contrário, não ouça. Você sabe o que fazer, o que é certo e o que é errado.

• Ao ver alguém planejando uma artimanha ou pior, te convidar para isso, haja da forma correta: denuncie suas ações e planos, evitando que isso prejudique outros colaboradores também.

• Chantagem emocional contra você ou outras pessoas, jamais. Ajude a pessoa se ver que ela está sendo afetada por alguém desta forma.

• Misturar demais o relacionamento profissional com o amigo e tirar proveito disso para a profissão não é uma boa ideia. Isso nada mais é do que “usar” a pessoa para outros fins, além de depreciar seus sentimentos e sua própria reputação.

• A melhor prevenção é o cuidado com as amizades que se faz. Também preste atenção e não se deixe levar por uma conversa que soe estranha às boas práticas de conduta ou fuja do politicamente correto.

• Cuide de seus bons contatos profissionais, mantenha uma relação saudável e profissional com eles. Pessoas são insubstituíveis, e as de conduta exemplar merecem um lugar especial na sua agenda periodicamente.

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Brasil cai 6 posições em ranking de competitividade

Posted by HWBlog em 18/05/2011

Depois de registrar melhoras consecutivas desde 2007, o Brasil ficou menos competitivo no ano passado. O País caiu seis posições no Índice de Competitividade Mundial 2011 (World Competitiveness Yearbook), ficando no 44.º lugar. A queda reflete o aumento no custo de vida das famílias e a piora na eficiência da economia brasileira.

“É um alerta”, disse o professor Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral, responsável pelo capítulo brasileiro do estudo. “O relatório não é conclusivo, mas permite identificarmos movimentos.” O estudo é coordenado pelo International Institute for Management Development (IMD).
Arruda chamou atenção para quatro pontos: o aumento do crédito, que estaria levando a um endividamento excessivo dos consumidores; a alta da inflação, que já começou a ser sentida pelas famílias no ano passado; a valorização do câmbio, que tira competitividade do País lá fora; e a perda da eficiência na produção, que pode ser um sinal de desindustrialização do Brasil.

O País cresceu em empregos no ano passado, mas isso, paradoxalmente, acabou tendo impacto negativo na produtividade e na eficiência, fazendo com que o País caísse do 28.º lugar para o 52.º. “Foram criados empregos em atividades de baixo valor agregado”, explicou Arruda. Apesar da crise, os Estados Unidos, que haviam ficado em terceiro lugar no ranking anterior, subiram para o primeiro, empatados com Hong Kong. Em seguida, aparecem Cingapura (que liderou a lista no ano anterior) e Suécia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Sete lições para se comportar em reuniões de negócios

Posted by HWBlog em 14/05/2011

Seja para fechar negócios, fazer ou assistir uma apresentação de produto ou serviço e até nos encontros de equipe, pelo menos um terço de sua semana é passada em salas de reunião. Para alguns é uma verdadeira tortura, já que, especialmente em empresas brasileiras, elas começam atrasadas, duram mais tempo do que deveriam e perdem-se valiosos minutos com interrupções.

“Reuniões são ótimos lugares para fazer networking, então seguir algumas regras de etiqueta profissional só vai melhorar a sua imagem frente a colegas, clientes, fornecedores e superiores hierárquicos”. Confira então as sete normas para mostrar seu lado mais profissional em uma sala de reuniões:

1) Tempo é dinheiro
Isso significa não se atrase. Se a reunião for fora de sua empresa chegue com 10 minutos de antecedência. Se for no seu local de trabalho, ajuste sua agenda para que você esteja na sala de reuniões no horário certo. Se souber que vai atrasar com antecedência, avise os participantes. Se a reunião em que você esta participando atrasou e vai atrapalhar compromissos futuros, avise que você terá que sair mais cedo.

2) Cartões de visitas servem como lembrete
Em reuniões formais os cartões de visitas são trocados logo no início e caso esteja lidando com completos desconhecidos, mantenha-os sobre a mesa, à sua frente para não cometer a gafe de não se lembrar dos nomes. Em reuniões informais, trocam-se os cartões no final, nunca à mesa quando se está comendo, e somente quando há um interesse mútuo de contato futuro.

3) Com que roupa eu vou
Nas reuniões externas é importantíssimo que você saiba qual é o dress code da empresa visitada. Se ela exige que seus profissionais usem trajes formais (terno e gravata para homens e tailleur ou terninhos para as mulheres), então honre a empresa vestindo-se de acordo.

4) Celular só em caso de emergência
Em termos gerais, sempre desligue o seu celular para evitar interrupções e aborrecimentos ao palestrante. Se você estiver esperando uma ligação urgente, avise a todos na reunião do fato e deixe-o no vibracall (não em cima da mesa). Se ele tocar e for a ligação esperada, peça licença e saia da sala.

5) Não tente ser mais esperto que a maioria dos ursos
Você se lembra daquela velha máxima “em boca fechada, não entra mosquito”? Ela é bem válida em reuniões. Para começar, não converse durante uma explanação ou debate. Se alguém estiver fazendo uma apresentação, só faça perguntas se o palestrante autorizar. E não queira chamar a atenção, fazendo perguntas que você julgue inteligente. Principalmente porque essas reuniões são ótimos lugares para assimilar informações que serão importantes em sua vida profissional.

6) Lembre-se da sua mãe
Existem regrinhas básicas que sua progenitora lhe ensinou quando você era criança e que sim, são usadas no ambiente profissional. Quer ver? Sente-se sempre na posição correta e não escorrido na cadeira, mesmo que a reunião esteja chata e longa. Trate as pessoas desconhecidas por senhor ou senhora, doutor etc. e só mude se elas lhe derem a liberdade de chamá-las de “você”. Evite expressões e gestos bruscos quando estiver falando (mesmo se seu nome ou de algum antepassado for Giuseppe). E foque no assunto da reunião, evitando entrar em questões pessoais.

7) Quando é você que prepara uma reunião
Ao capitanear uma reunião, você terá muita coisa para pensar antes. A convocação deve ser clara, com o que será tratado e quanto tempo vai durar, de preferência com um cronograma pré-estabelecido. Prepare anteriormente a forma de apresentação de ideias e faça com que o ambiente seja confortável aos participantes (não se esqueça de água, por exemplo). Só responda a perguntas e exponha seus pensamentos quando tiver certeza e segurança do assunto e esteja preparado para ouvir atentamente as ideias de todos os participantes, obviamente nunca impondo a sua opinião sobre a de todos.

Por fim, lembre-se que uma reunião de negócio é um local onde seu comportamento e intelecto serão analisados. Assim, um detalhe negligenciado pode por muita coisa a perder.

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A arrogância impede aprender, a ignorância mudar

Posted by HWBlog em 14/05/2011

Não importa qual seja a área ou assunto em foco, tudo gira em torno do homem.

O planeta parecia grande suficiente para que não pudesse sofrer influências humanas. Não é verdade, estamos observando os efeitos do aquecimento global.

Os avanços em todas as áreas da ciência são surpreendentes, alguns difíceis de imaginar, mas ao mesmo tempo em que encontramos locais de imensa prosperidade, nos deparamos com outros de miséria absoluta.

Com toda tecnologia e capacidade de transformação, o homem não tem conseguido avanços significativos para erradicação desse flagelo e agora, cada vez mais, dos danos do meio ambiente.

Ambos, necessariamente, passam pelo processo de educação, que traz cultura e muda o modo de agir.

Uma andorinha não faz verão, assim como um homem só não promove o progresso.

A construção de uma sociedade e seus avanços são frutos de trabalho cooperativo, aberta ao conhecimento e sua multiplicação.

Não faltam países ricos, cujos povos passam necessidades porque que o progresso não os alcança. A fonte de riqueza natural não é um bem compartilhado, razão pela qual os benefícios são restritos.

A internet, os celulares são fontes de informação, que instruem e conscientizam, por isso muitas vezes proibidos, mas não impedidos.

Este é um momento de efervescência, onde grupos e povos clamam por liberdade, democracia e o direito a viver com decência.

Quanto menor a sociedade mais fácil estudá-la. Nesse aspecto podemos apanhar a empresa, como foco desse trabalho.

Empresa é uma sociedade competitiva, os confrontos ocorrem dentro e fora.

Pessoas se reúnem para conquistar mercado, pessoas se dispersam para conquistar cargos e vantagens financeiras.

Quando a dispersão prevalece, o foco individual prejudica o conjunto e a empresa perde mercado. Com isso perdem todos, pois os concorrentes aproveitarão os momentos de desorganização.

Como consequência, a vantagem individual também é prejudicada. Ainda que possa demorar para acontecer, chegará o momento.

Informações são retidas, conhecimentos não são disseminados, objetivos são negligenciados, erros não são corrigidos, ações são proteladas porque as pessoas ignoram o prejuízo coletivo.

Ignorar significa não saber, não conhecer. Observe que nesse aspecto, apenas o conhecimento, a serviço do homem, pode provocar mudanças.

Estudiosos de gestão, cada vez mais, apresentam provas irrefutáveis de desastres empresariais frutos da arrogância.

Cada gota de sucesso nos chega contaminada. Seu vírus provoca “cegueira e surdez”.

A vacina existe sim, sempre existiu, e é necessário tomá-la com frequência. É a mesma que combate a ignorância, apenas com reforço da dose.

Arrogar vem do latim arrogare que significa tomar como próprio, apropriar-se, tomar como seu, atribuir a si.

A arrogância, em sentido positivo, pode ser considerada coragem de assumir as próprias opiniões, identidade ou personalidade.

Como expressão de exagero, a arrogância caracteriza a falta de humildade.

Estão investida as pessoas que não desejam ouvir pontos de vista de diferentes, aprender algo que não saibam ou sentir-se no mesmo nível de outras pessoas.

Considera-se como sinônimos o orgulho excessivo, a soberba, a altivez , o excesso de vaidade pelo saber e, principalmente, pelo sucesso.

Como mudança é um processo complexo e muitas vezes doloroso, que demanda conhecimento e disposiçao, é fácil concluir que muitos desastres empresariais realmente ocorreram porque a arrogância impediu aprender, consequentemente, a ignorância mudar.

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Trabalho em equipe: tirania ou casamento feliz?

Posted by HWBlog em 09/05/2011

Modelo, evidentemente, não serve para todos. Mas quantas pessoas podem realmente se dar ao luxo de escolher trabalhar fora de equipes quando as organizações são voltadas à ideologia do grupo?

O trabalho em equipe tornou-se o modo mais seguro e padronizado nas empresas. Na verdade, a maioria de nós tem um eterno romance com as equipes. No entanto, os gerentes raramente questionam as premissas por trás dessa mania. Então, trabalho em equipe continua sendo vantajoso ou está ultrapassado? Vamos analisar…

OS BENEFÍCIOS DAS EQUIPES:

– Equipes fornecem uma base sólida para o “pensar”, a resolução de problemas e a geração e inovação de ideias, na medida em que duas cabeças, ou mais, são melhores do que uma quando há sinergia.

– As equipes (de determinados tamanhos) têm acesso facilitado a verbas e orçamentos e se aproveitam das vantagens das economias de escala. Tendem a “conseguir” o que os indivíduos não conseguem.

– Equipes satisfazem uma necessidade fundamental de “pertencer” do ser humano. Em um ambiente de trabalho, o sentimento de pertencer é frequentemente mais forte quando se faz parte de uma ‘subequipe’.

– É bastante divertido trabalhar em equipe, pois se cria amizades duradouras e, às vezes, o grupo é praticamente uma extensão de sua família.

AS DESVANTAGENS DAS EQUIPES:

– Muitas equipes não costumam ter um desempenho tão bom quanto a soma dos indivíduos. Além disso, equipes altamente diversificadas têm mais dificuldade de serem bem geridas.

– Muitas vezes, sua composição não é a ideal, falta uma orientação convincente de gerência e não há capacitação adequada entre os integrantes.

– Pode haver conflitos pessoais ou conflitos referentes a tomadas de decisão e de quem faz o quê.

– Há provas de que equipes promovem o “pensamento em grupo” e a conformidade, resultando assim em fracasso em seu processo de tomada de decisões ou busca de informações.

A EQUIPE DOS SONHOS DO FUTURO:

O trabalho em equipe não é para todos, podendo levar a exclusão e ostracismo social e provocar consequências graves para os envolvidos. Porém, quantas pessoas podem realmente se dar ao luxo de escolher trabalhar fora de equipes quando as organizações são voltadas à ideologia do grupo? As coisas, e o modo como somos socialmente treinados para pensar, são assim.

No entanto, há tendências na sociedade que podem estar mudando essa maneira de pensar, explicitamente no desenvolvimento da internet e suas aplicações. A máxima “duas cabeças pensam melhor que uma” parte do princípio de que “as cabeças” possuem informação. Claro que possuem, mas, no mundo conectado de hoje, é justo concluir que grande parte das informações que utilizamos em nosso cotidiano, de fato, migrou da cabeça para as redes. Pode ser encontrada on-line por meio de buscas, ou através de redes sociais, em que as pessoas são conectadas (como no Facebook, LinkedIn ou Wikipedia).

Assim, nosso trabalho é cada vez mais uma questão de encontrar, transformar e, mais importante, processar a informação que está disponível “na ponta dos dedos”. Isto é feito de forma mais eficaz por indivíduos, enquanto a análise e discussão sobre as possíveis implicações e priorização são feitas mais eficientemente em equipe.

As novas gerações gostam de formar suas próprias equipes, redes, grupos no Facebook, encontros ou o que for. Elas precisam de liberdade, inspiração e orientação em vez de comandos e restrições. As empresas, portanto, precisam dar apoio quando equipes “informais” (ou duplas) são formadas naturalmente, através de interesses e personalidades em comum.

Comunidades de prática são um bom exemplo da equipe contemporânea. São grupos de pessoas (dentro ou fora das organizações) que compartilham um interesse ou paixão por algo que praticam (por exemplo, um software específico ou técnicas de marketing) e aprendem como melhorar essa prática ao interagir entre si. Essas comunidades de prática não precisam se preocupar com a Siebel, MindMap, jogos, iPads ou outras tecnologias. Elas também sabem lidar com questões sociais ou de negócios que ocupam as mentes de muitos jovens hoje, como responsabilidade social, meio ambiente ou ecologia.

Assim, o desafio será de modernizar o trabalho em equipe e os processos, e de encontrar o equilíbrio entre as equipes estabelecidas dentro de uma empresa e as equipes abertas e colaborativas que abrangem todas as organizações, disciplinas e fronteiras.

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