PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Não deixe isso acontecer no seu negócio

Posted by HWBlog em 29/04/2016

produtividade 4Caros leitores, em textos já publicados abordei as ineficiências corporativas, martelei na tecla do perfil dos antiempreendedores, e nunca dei sossego para as modinhas passageiras de gestão. Mas hoje vou focar no cotidiano empresarial, com especial atenção aos erros e equívocos, que de tão comuns e recorrentes, podem não estar no radar do empresário.

Sejamos claros, além das questões estratégica e operacionais da condução de suas empresas, nossos valentes empreendedores não podem se descuidar um único segundo do holocausto burocrático e fiscal do nosso ambiente de negócios.

Em meio a tantos abacaxis para descascar, fica fácil deixar escapar algumas situações que passam pelo radar, mas que uma vez toleradas como hábitos, podem detonar um empreendimento.

O estabelecimento de metas impossíveis. Pode acreditar, eu, você, a sua e a minha equipe possuem limitações. Para evitar que metas e objetivos traçados não se transformem em peça de folclore, por conta do mais absoluto descrédito, estabeleça apenas aquilo que realmente possa ser realizado. Depois disso cobre com rigor.

A contratação de analfabetos funcionais. Sim eles existem. O analfabetismo funcional pode ser identificado quando profissionais formados em boas escolas e eventualmente dotados de alguma experiência, apresentam desconhecimentos impensáveis para as suas áreas de atuação. Algo como, um gestor financeiro não dominar as práticas da matemática financeira, desconhecer princípios contábeis ou ferramentas e modelos de gestão financeira. Fuja disto.

A institucionalização da desorganização. Não há nenhum problema em se criar um ambiente de trabalho informal, arejado e livre dos rigores corporativos tradicionais. Muito pelo contrário, estes ambientes podem (vejam bem, podem, mas não garantem nada) propiciar um ambiente de trabalho mais produtivo, agradável e dotado de alta energia criativa. Outra coisa é a informalidade ocasionar a perda de documentos e informações importantes ou a dificuldade para se localizar contratos.

Um escritório de contabilidade confuso. No caso empresarial, equivale às doenças silenciosas e aparentemente indolores que atacam os seres humanos. É algo que vai corroendo, dia após dia, a situação fiscal e os controles internos, fragilizando o aparato administrativo financeiro, transformando tudo em uma batata quente onde ninguém terá coragem de por a mão.

Diante de uma primeira leitura, pode ser que tudo lhe pareça muito óbvio, mas o problema dos equívocos “óbvios” é que eles passam desapercebidos e camuflados, e com o tempo ganham forma, vida própria, e grande potencial destruidor.

Boa sorte e cuidado.

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Passos para você ser um líder respeitado na sua empresa

Posted by HWBlog em 14/04/2016

ceoCerta vez, em uma conversa com um grupo de empreendedores, um dos maiores líderes empresariais do Brasil comentou com convicção: “Formar gente boa é o melhor negócio.” Uma frase simples, e que só reforça algo que vemos acontecer na prática: as pessoas são as grandes responsáveis pelo sucesso das organizações. Elas movem o negócio e botam para fazer no dia a dia. Afinal, uma estratégia sem execução não vale de nada.

Cuidar do desenvolvimento das pessoas, assim como ter a capacidade de compartilhar uma visão de longo prazo e de inspirá-las a trabalhar todos os dias na construção de um sonho em comum são papéis que um líder precisa desenvolver, principalmente quando está à frente de um negócio em crescimento. E todo empreendedor que lidera um negócio que cresce passa por algumas transições importantes de papéis dentro da empresa.

No livro Grow to Greatness, de Edward D. Hess, algumas dessas fases são abordadas. No início, o empreendedor faz de tudo, desde a venda, a entrega do produto, até o pós-venda e as tarefas administrativas. Quando a demanda aumenta, ele começa a contratar e delegar, assumindo o papel de gestor. Em determinado estágio, ele precisa contratar gerentes, tornando-se líder de outros líderes. Quando a empresa atinge mais de 100 funcionários é preciso construir um time de alta gestão e o empreendedor passa a ser um mentor, construindo uma relação muito forte com as pessoas chave para garantir a permeação da cultura e entrega de resultados.

Trabalhando diretamente com empreendedores de alto crescimento, que passam de equipes relativamente pequenas, com cerca de 10 funcionários, para mais de 200 em cerca de 5 anos, vemos o empreendedor passar por todas esses estágios, em uma velocidade alta. E uma das maiores dificuldades é justamente desenvolver a capacidade de formar pessoas, gerenciar times, liderar e comunicar a visão para que todos estejam caminhando para o mesmo objetivo. Sabendo do tamanho do desafio, vou compartilhar abaixo algumas boas práticas de habilidades e atitudes que mais ajudaram os líderes que acompanhamos ao longo da nossa trajetória.

  1. Compartilhar valores e uma visão com significado

O líder deve ser referência de aderência aos valores da empresa e é muito importante que suas atitudes no dia a dia reflitam as crenças da organização, pois as pessoas irão se espelhar no seu exemplo.

Fabio Barbosa comentou certa vez em uma palestra que “significado é a nova moeda”. Atualmente as pessoas buscam significado naquilo que fazem, trabalham em organizações que possuem objetivos com os quais se identificam. E o líder é responsável por transmitir uma visão que as pessoas possam seguir e se engajar.

Jeff Bezos, fundador da Amazon, é um grande exemplo de visionário que consegue transmitir a grandiosidade de seu sonho. Extremamente focado no cliente e sempre de olho no futuro, desde o início queria não apenas catalogar livros, mas construir a maior loja online do planeta.

  1. Criar rituais de comunicação com a equipe

Um canal aberto de comunicação com a equipe é fundamental. Na medida em que a empresa cresce e já não é mais possível almoçar com toda a equipe, é necessário criar rituais que garantam o fluxo das informações e a interação do líder com a equipe.

Vitor Torres, CEO da Contabilizei, startup que oferece serviços de contabilidade online, sempre valorizou a cultura da empresa. Para garantir que as pessoas vivam o “jeito de ser” da Contabilizei, ele entrevista todos os candidatos a novas vagas, faz pessoalmente uma reunião de uma hora de “on boarding” com cada novo colaborador e reúne todo o time uma vez por mês para falar sobre a evolução do negócio, reforçar a missão e contar o que vem pela frente.

  1. Ouvir e servir as pessoas

Em uma mentoria para empreendedores, Brian Requarth, CEO do Viva Real, portal imobiliário que conecta milhares de compradores a imobiliárias, corretores e incorporadoras, falou sobre a importância de saber ouvir e servir as pessoas. A cada duas semanas, qualquer um da equipe pode mandar perguntas a ele, e Brian reúne o time todo (já são mais de 400 funcionários) para uma sessão de respostas. Requarth também é muito aberto a ouvir críticas e trouxe para sua rotina o hábito de perguntar constantemente “como posso ajudar?”.

Atitudes como essas ajudam a quebrar as barreiras entre o líder e a equipe, que começa a enxergá-lo como uma pessoa mais acessível e empática para expor os problemas e buscar uma solução em conjunto.

  1. Saber delegar

“Trabalhar sozinho não traz muitas recompensas. Os empreendedores devem reconhecer rapidamente as áreas em que se destacam e aprender a delegar a bons gerentes tarefas relacionadas a áreas que não dominam.” Essas são palavras de Richard Branson, criador da Virgin, que acredita que confiar nas pessoas é essencial para que elas deem conta da responsabilidade e se sintam valorizadas.

Lembrando que delegar é diferente de “delargar”. Pessoas com menos experiência precisam de acompanhamento no início. Quanto maior a frequência do feedback, mais rápido a equipe se desenvolve. O líder deve permear a cultura do feedback em toda a organização.

Para desenvolver essas habilidades, é importante tentar exercitá-las diariamente. Mas fique tranquilo, ninguém se torna um grande líder de um dia para o outro, é preciso experiência, dedicação, além de abertura para ouvir as sugestões da equipe. Uma dica é encontrar um mentor padrinho, um líder mais experiente que você admire, para ter conversas de tempos em tempos e compartilhar com ele os desafios. Nada melhor do que aprender com quem já superou obstáculos parecidos.

O desafio é grande, empreendedor, mas pode acreditar: tem muita gente e recurso disponível para quem tem um sonho grande, otimismo e resiliência para botar para fazer.

 

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Cuidado! Sua pequena empresa pode ser punida por corrupção

Posted by HWBlog em 13/04/2016

corrupção 1Não são apenas gigantes como a Odebrecht que estão sujeitas a serem investigadas em esquemas de corrupção, como na Operação Lava Jato. Pequenos e médios empreendedores também podem ter suas contas devassadas, ainda mais se tiverem contratos com órgãos públicos. E pior, em caso de fraude, a multa pode chegar a inviabilizar o negócio.

Sendo assim, como evitar dores de cabeça?

“As notícias que vemos nos últimos meses são um belo aprendizado para pequenos empresários. Eles precisam observar que estamos saindo de uma era de sensação de impunidade muito grande para um período em que as empresas passam a ser responsabilizadas de forma efetiva por seus atos”, afirma Allan Costa, investidor-anjo e fundador da Eticca Compliance, empresa especializada no tema.

Para evitar problemas, é preciso que os empreendedores se informem sobre a Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013). Publicada em 2013 e regulamentada há um ano, a lei define punições severas a empresas pequenas em esquemas de corrupção. A multa máxima é de 20% do faturamento do negócio, uma fatia salgada que pode levar o empresário a fechar as portas. O objetivo central da lei é evitar que somente indivíduos sejam responsabilizados em caso de fraude.

Mas, afinal, que tipo de atitude uma pequena empresa pode ter que leve a investigações do tipo? Segundo especialistas ouvidos, os empreendedores acreditam que esses casos estão muito distantes de sua realidade, mas não é bem assim.

“Um vendedor que oferece uma facilidade qualquer, uma viagem ou um presente, para ser beneficiado num contrato já é uma atitude corrupta”, explica Costa. “Muitas pequenas empresas são fornecedoras de prefeituras, por exemplo, e devem ter cuidado redobrado com doações e convites”, completa o consultor José Antônio Gonçalves.

Para estar de acordo com a lei, os empreendedores precisam elaborar um documento que mostre o comportamento esperado de seus funcionários e indique como eles devem se comportar nas relações com fornecedores e clientes, além de orientar sobre o que eles devem fazer caso percebam um desvio de conduta.

Depois, é necessário manter a equipe treinada sobre o código de conduta da organização. “É importante que o empreendedor ofereça um treinamento e consiga comprovar que o funcionário absorveu aquele conteúdo, através de um teste, por exemplo. Também vale fazer esse tipo de procedimento com parceiros e prestadores de serviço”, recomenda Gonçalves. Com isso, além de estar mais protegida contra atitudes indesejadas, a empresa pode ter suas penalidades reduzidas caso seja de fato pega num esquema de corrupção. (Veja a cartilha do Sebrae sobre o tema).

Fraudes internas

Além de proteger o empreendedor contra possíveis investigações, uma política anticorrupção também pode ajudá-lo a evitar fraudes internas. “Dados mostram que, de cada dez empresas que vão à falência, seis são vítimas de fraudes que não foram descobertas a tempo”, afirma Gonçalves.

“Muitos desses pequenos empresários ficam com a sensação de que, por serem menores e baseados muitas vezes em pessoas de confiança, seus negócios são imunes as fraudes. Mas não é isso que a gente tem visto em pesquisas feitas em todo mundo”, completa. Em outras palavras, esses empreendedores são roubados por seus próprios funcionários.

Apesar disso, muitos empreendedores ainda acreditam que investir em controles internos é algo custoso e acabam deixando esse tema de lado, lamenta o consultor. No entanto, para Allan Costa, da Eticca Compliance, não deve demorar muito até que os pequenos empresários percebam a necessidade de olhar para esse tema.

“Com a implantação da lei, as grandes empresas já estão alertas, até mesmo por conta dos casos que temos visto no noticiário. As médias estão começando a olhar para isso agora e as pequenas ainda não se deram conta. Mas é uma questão de tempo”, conclui.

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Empreendendo com impacto

Posted by HWBlog em 11/04/2016

leadership-chess-1940x900_34115Meus amigos, toda satisfação originada nos estímulos, na realização pessoal e na sensação de ser o condutor do próprio nariz que o empreendedor eventualmente possa experimentar, não elimina a faceta difícil, extenuante e repleta de riscos que a vida empresarial carrega na sua origem.

Noites mal dormidas, momentos de grande aflição e alguma ansiedade são absolutamente comuns.

São na verdade sentimentos naturais que fazem parte da vida de quem assume as próprias rédeas, contudo, em fases como a atual – com estagnação econômica e baixíssimas perspectivas – é sempre um pouco pior. Mas isso faz parte, e é inerente ao “jogo”.

O fato é que viver o empreendedorismo é viver perigosamente, então com o propósito de apoiá-lo a enfrentar com o mínimo de danos essa gangorra de riscos, oportunidades, êxitos e derrocadas, destacamos dois conjuntos de aspectos (dentre tantos outros) que não podem ser esquecidos, jamais. No primeiro abordamos a conduta empreendedora a partir de conceitos e atitudes, e no segundo os arquétipos a serem evitados nas parcerias profissionais.

Vamos lá:

Conceitos e atitudes que podem ajudá-lo a evitar o precipício

Pratique uma gestão de caixa rigorosa, projetada preferencialmente em 5 anos, considerando as regras do negócio e dos vetores de risco de maior impacto. Produza cenários realistas;

Conte com um bom planejamento estratégico, livre de complexidades baratas ou cosméticas, mas absolutamente integrado com uma lista detalhada de ações;

Pense sempre no futuro e tente projetar cenários, essa história de “deixa a vida me levar” é coisa para refrão musical. Não abdique de pensar nos riscos e obstáculos que potencialmente poderão vir. Seja pragmático e incentive isso na sua equipe;

Não, enviar energias positivas e otimistas quanto ao futuro de nada vão ajudar. No lugar disso seja pragmático, sem deixar de acreditar na capacidade da sua equipe e na sua própria (se existirem motivos concretos para isso, naturalmente). Se estes motivos não existirem, não perca tempo e faça logo um exercício autocrítica. (Não aceitar críticas ou não admitir incapacidades são coisas que estão mais para governos “nervosinhos” incapazes de conviver com análises contrárias feitas pelos analistas independentes dos bancos, do que para empresários como você que buscam o triunfo);

Fuja de sofistiquismos de gestão ou modinhas de última hora, e busque a eficácia da execução de um planejamento bem feito, e a produtividade operacional. Simples, assim, sem enrolação ou perfumarias desnecessárias;

Inove com personalidade, observe as tendências, tire suas próprias conclusões – e tenha coragem para isso, mesmo que o senso comum indique caminhos diferentes – e execute as mudanças, calibragens e transformações (no modelo de gestão, na direção da empresa e na composição de produtos e serviços) aplicáveis;

Opera com metas claras, atingíveis (portanto levadas a sério por você e sua equipe), e com responsabilidades claras para o seu atingimento. Efetive o monitoramento constante desse processo;

Mantenha vivo o senso crítico, e fuja de euforias econômicas sem sentido. A econômica sempre será cíclica, e ao longo do curso de um ciclo (seja ele bom ou péssimo), precisamos nos preparar para o próximo que virá;

Arquétipos para se evitar em parcerias profissionais

Confuso e enrolado. Não obstante a estar e se declarar absolutamente conectado com todas as formas mais atuais de comunicação e interatividade colaborartiva, uma vez que afirma pertencer a geração “3.0” (poderia ser 2.0, 4.0, ou 10.0, ou tem 25, 30, 50 ou 60 anos….tanto faz) não consegue retornar ligações, e-mails e mensagens em tempo hábil ou razoável. Se enrola nas atividades compromissadas e traveste de criatividade aquilo que na realidade é pura confusão mental;

Desorganizado. Um comportamento primo-irmão do anterior, mas que fragiliza a execução de ações planejadas. O exemplo típico é aquela ação casada onde o seu aliado corporativo deveria apresentar um argumento específico, totalmente convergente à sua apresentação na reunião mensal de avaliação do seu departamento. Ele se esquece, nada comenta, e fica lhe olhando com ar de indagação sobre se deveria fazer algo naquele momento. Não é diferente na estruturação de propostas comercias conjuntas, quando a empresa parceira se atrasa em enviar informações vitais e permite que com isso uma oportunidade seja perdida.

Inconstante. Aqui não se trata de confusão mental ou desorganização. A atuação daqueles que envergam este perfil pode até ser certeira e bem ajustada, mas a ansiedade constante, a dificuldade de manter o foco e a falta de paciência fazem com que se desviem dos objetivos originais combinados com você ou sua empresa, e ai… quando você menos espera ou quando mais necessita do seu apoio, ele já está em “outra” (onde provavelmente não ficará por muito tempo também).

Desonestos e não transparentes. Bem, aqui não há o que comentar.

Excessivamente otimistas, megalômanos e ingênuos. A sua desconexão com a realidade e o seu divórcio permanente com o senso crítico, fazem com que exagerem na projeção dos resultados e tempo de maturação. Invariavelmente se frustram rápida e por vezes repentinamente, ao se darem conta de que as coisas não são assim tão fáceis como imaginavam. Este tipo de aliado impossibilita projetos de médio e longo prazo, além de representar um risco permanente aos custos e despesas envolvidas por conta da megalomania.

Enrolador convicto. Este em geral atua com convicção e forte capacidade de persuasão para preservar sua condição embromatória. A sua falta de energia produtiva acompanhada de total insegurança para tomar decisões e assumir riscos, acaba por forjar um comportamento dissimulador constante, que objetiva confundir o interlocutor ao longo dos processos de trabalho. Ele é geralmente bem humorado, sua apresentação pessoal é impecável e sorri com facilidade, sempre desarmando as constantes cobranças de seus pares, parceiros, subalternos e superiores. O problema é que nas suas mãos, projetos, acordos, e negócios, geralmente patinam, embora ofereçam a falsa imagem de movimento constante.

Por último, sugiro avançar com entusiasmo, aconteça o que acontecer, sem ilusões, e mantendo um certo ceticismo saudável guardado no bolso.

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Razões pelas quais a maioria das pessoas nunca descobre seu propósito

Posted by HWBlog em 07/04/2016

dedicação aos gestoresPropósito é um tema que atualmente vem sendo muito discutido entre as pessoas e dentro das organizações. Você já sabe qual é o seu propósito? Se sim, ótimo! Se não, convido-o a descobrir, pois é algo muito importante para que coloquemos sentido em nossa existência.

“A mais profunda forma de desespero é escolher ser outro que não si mesmo.” Soren Kierkegaard (1813-1855)

A psicóloga Shelley Prevost, terapeuta do Lamp Post Group, listou cinco razões pelas quais “nos perdemos” no caminho e entramos nessa crise de não enxergar mais sentido ou propósito, num post publicado na revista Inc intitulado “5 Razões Pelas Quais A Maioria das Pessoas Nunca Descobre Seu Propósito” (5 Reasons Why Most People Never Discover Their Purpose).

A maior parte do texto está traduzido abaixo, com observações, comentários e links a respeito de cada item. Vamos conferir?

  1. Você vive de fora pra dentro e não de dentro pra fora.

Esse é o primeiro e o principal de todos eles. Os outros praticamente decorrem desse. Aqui está o conceito de Matrix, do filme de 1999. “Quem olha pra fora, sonha; quem olha para dentro, acorda”, já disse Carl G. Jung.

Diz a Shelley Prevost no seu artigo:

“Desde a infância as pessoas são ensinadas a procurar outras pessoas para se guiarem. As normas sociais são uma parte importante da infância – você imagina como deve agir em relação aos outros — mas o problema começa quando você estende esse processo e inclui algo tão pessoal quanto o propósito da sua vida. Algumas pessoas tem nossa confiança e a capacidade de nos ajudar a encontrar nosso real propósito único. Se você é uma dessas pessoas que tem essas companhias, você tem sorte! Mas a maioria das pessoas, mesmo as bem intencionadas, escolhem nos colocar dentro de compartimentos que fazem mais sentido pra elas. Para ganhar a aprovação delas, você se dispõe a entrar dentro do compartimento. Para manter a aprovação delas, você aprende a negar seguidamente quem você é. Em situações demais você vive num roteiro de outra pessoa”.

  1. Você procura uma carreira antes de ouvir seu chamado.

Esse na verdade é uma consequência do primeiro. No caso do propósito de vida, essa é a pior (consequência). Isso já foi muito bem tratado num vídeo do psiquiatra chileno Claudio Naranjo, onde ele diz que “É normal não encontrar sentido na vida quando se está muito condicionado pelo mundo” . Já com 15, 16 ou 17 anos você já está sofrendo toda a pressão dos pais, amigos e da sociedade inteira por uma carreira definida e que, de preferência, dê um longo e financeiramente estável futuro.

Como diz o filósofo zen-budista Alan Watts (1915-1973) em um outro artigo, “E se o dinheiro não fosse a finalidade?” .

Diz a Shelley no artigo dela:

“Nossa sociedade reduziu o sucesso a uma lista de itens a serem preenchidos: formar-se no colégio, conseguir um(a) companheiro(a), ter filhos, sossegar num caminho profissional bem definido e ficar ali até que os cheques da aposentadoria comecem a chegar. Esse caminho bem costurado coloca as pessoas na direção do conformismo, não do propósito. Estamos tão ocupados evitando medos auto-impostos de não sermos suficientemente (preencha aqui alguma qualidade) – espertos o suficiente, criativos o suficiente, bonitos o suficiente – que raramente paramos e nos perguntamos “Estou feliz e satisfeito? E se não, o que eu deveria mudar?”

Encontrar seu propósito tem a ver com ouvir essa vontade interior. No livro “Deixe Sua Vida Falar” (Let Your Life Speak), Parker Palmer diz que deveríamos deixar nossa vida falar a nós, e não dizer à vida o que vamos fazer com ela. Um chamado é apaixonado e compulsivo. Começa com uma curiosidade (“Eu gostaria de tentar isso”) e então se transforma num mandato que você simplesmente não pode mudar. Um chamado não é um caminho fácil, e é por isso que a maioria de nós nunca o conhece. Tememos o esforço, a idiotice, o risco e o desconhecido. Então escolhemos uma carreira porque preenche os itens que fomos convencidos a preencher.”

  1. Você odeia o silêncio.

Bom, não conheço muitas pessoas que realmente odeiam o silêncio, mas conheço muitas que “não suportam”. A justificativa geralmente é que o silêncio ou é angustiante ou uma perda de tempo. Aqui não há muita discussão, pois apenas no silêncio de si mesmo é que se descobre a essência da vida, e por mais subjetivo e desconhecido que isso possa parecer para um novato no mundo do silêncio, se não houver isso, não há muito o que fazer a respeito do aprofundamento em si mesmo. Apesar de algumas pessoas parecerem irem bem em suas carreiras sem silêncio, se você prestar atenção vai perceber que muitas delas cultivam o silêncio e os longos momentos contemplativos pessoais com bastante frequência, à sua maneira. A experiência de estar sentindo seu próprio propósito é calmante e satisfatória, inclui e se deleita no silêncio, enquanto que a experiência (ainda que externamente bem sucedida) de estar fora do seu caminho traz angústia e inquietação, coisa que o silêncio acentua e que, por isso, é rejeitada.

No texto da Shelley:

“Vivemos numa sociedade que não valoriza o silêncio. Valoriza a ação.

Mas viver sem silêncio é perigoso. Sem ele, você acaba acreditando que seu ego – e tudo que ele quer – é seu propósito. Se você imaginar bem esse cenário, sabe que ele não termina bem. Viva uma vida onde o Ego está no comando e você se encontrará o esgotamento – e uma questão esgotante: “Eu tenho uma ótima vida. Porque não estou satisfeito?”. O silêncio abafa o barulho e cria um espaço para a autenticidade aparecer. Em silêncio, você pode se perguntar como sua vida ou seu trabalho realmente está indo e pausar para esperar a resposta. Em silêncio, você dá tempo para que as informações da sua vida convirjam em algumas lições. Geralmente, entretanto, antes que as lições tenham tempo para penetrar você já foi para a próxima distração.”

  1. Você não gosta do lado sombrio de si mesmo.

A não ser que você tenha nascido um iluminado, as chances de você não gostar ou não ter gostado da sua sombra são de 100%. O trabalho de conhecer e aceitar e crescer com o próprio lado sombrio é geralmente uma consequência do trabalho esmerado e profundo sobre si mesmo, seja em terapia, em meditação, em outras práticas, ou tudo isso junto. Aqui, de novo, aparece nossa cultura que não vê nenhum valor em não rejeitar ou em aceitar algo “ruim”, “negativo”, traços de fraqueza ou maldade ou escuridão. É a sombra, como definiu Carl G Jung.

“A sombra é o lado da sua personalidade que você não quer que os outros vejam. Representa suas deficiências, suas falhas, suas motivações egoístas. A maioria de nós evita isso antes que qualquer um possa ver. Mas há uma coisa: a parte de você que é a mais escura tem a maior quantidade de coisas para lhe ensinar sobre seu propósito. Se descobrir seu propósito é realmente sobre autoconhecimento, sua escuridão lhe mostra onde você mais precisa crescer. Mais importante ainda, mostra de quem você mais precisa aprender. É das pessoas que você menos gosta que você tem mais a aprender sobre si mesmo. Mas a maioria ignora o lado sombrio. Em vez disso, você busca relacionamentos confortáveis que reforcem as imagens gastas e obsoletas de si mesmo.”

  1. Você ignora a mente inconsciente.

Diz a Shelley:

“No livro “The Social Animal”, David Brooks fala sobre o preconceito de nossa cultura que diz que “a mente consciente escreve a autobiografia da nossa espécie”. Assim como Brooks, acredito que nossa cultura tem um relativo desdém pela mente inconsciente e tudo que ela representa – emoções, intuição, impulsos e sensibilidades. Para descobrir nosso propósito, temos que estar confortáveis com nossa mente não-lógica. Você deve se acostumar em não ter as respostas. Você deve tolerar a ambiguidade e aceitar as lutas. Deve se permitir sentir – profundamente sentir. Planejar intelectualmente seu caminho em direção a uma vida com propósito não funcionará nunca. Mas isso é pedir demais para a maioria das pessoas. Elas vão negar, despistar, ridicularizar ou simplesmente ignorar. E essa é a razão pela qual a maioria de nós viverá sem saber qual o verdadeiro propósito.”

Parece lógico e sensato que deveríamos ter o controle de tudo (ou da maioria das coisas) e estarmos plenamente conscientes de todos os nossos passos e não sofrermos com fraquezas nem obstáculos.

Mas a vida simplesmente não é assim. “Há muito mais coisa entre o céu e a Terra, do que imagina vossa vã filosofia”, já dizia Shakespeare.

E a mesma coisa vale nosso universo interior. O ser humano é uma manifestação das forças e energias múltiplas, dinâmicas e inteligentes, e reconhecer e viver isso é apenas um dos passos no caminho do autoconhecimento e do próprio propósito. Não é a toa que várias técnicas terapêuticas levam em conta todo esse compêndio que a vida humana expressa, e é assim que entendem e curam e integram o ser em si mesmo.

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Como espantar o stress em situações de crise no trabalho

Posted by HWBlog em 06/04/2016

homemtristeQuem está por dentro das notícias de negócios sabe que nos últimos meses, anúncios de demissão em massa sacodiram o mercado. Para se ter uma ideia, mais de 20 empresas empreenderam cortes “generosos” nos seus quadros de funcionários, entre planos de reestruturação ou fechamento de projetos como estratégia para conter os prejuízos.
E como fica o clima entre os funcionários e executivos em meio a essas mudanças? É certo que a tensão aumenta e, mesmo o mais sereno de todos os profissionais, sente o peso da atmosfera do escritório.

Pensando nisso, a psicóloga e consultora organizacional Meiry Kamia deu algumas dicas para reduzir o estresse e ser feliz mesmo em tempos de crise e demissão em massa:

Controle a sua atitude diante do cenário

Frustração, irritabilidade, ansiedade e estresse são sintomas do medo, diz Meiry. “O medo do que está por vir, gera ansiedade que, com o tempo, resulta em estresse”, diz. A sensação de falta de controle resulta em problemas físicos como coração acelerado, aumento da pressão, dor de cabeça, entre outros.

Então, a primeira atitude é perceber se você está sendo vítima destas reações internas e combate-las assim que elas aparecerem. A arma? Atitude positiva, indica a especialista.

Mas como? “Uma forma saudável de manter a atitude positiva é refletir sobre o que se ganha com a situação, sobre qual é o aprendizado”, diz. Toda experiência traz um aprendizado, explica Meiry, você pode se perguntar, por exemplo: “que virtude estou aprendendo e/ou exercitando por meio dessa experiência?”, “será que estou tendo que aprender a ser mais paciente? Mais determinado? Mais humilde? Mais confiante? Como essa experiência me torna mais sábio e como ela me fortalece?”

De acordo com Meiry, sabedoria é saber extrair o aprendizado real de situações limite como esta.

Foco na solução

Com colegas sendo demitidos, é natural que a carga de trabalho aumente. E com isso, começam a surgir os problemas e as muitas horas extras. “Entretanto, reclamar o tempo todo não ajudará a solucionar os problemas, ao contrário, quanto mais você pensar e falar sobre os problemas maiores eles se tornarão”, recomenda Meiry.

Você não pode controlar os fatores externos que dão o contorno dramático à situação, mas pode manter as rédeas das suas reações. “Algumas pessoas passam por momentos estressantes de forma mais tranquila, e a diferença desses profissionais para os outros é a forma como enxergar a situação, já que o estresse está relacionado à percepção”, diz a consultora.

A recomendação para virar o jogo é manter o foco no que precisa ser feito. Execute, solucione problemas, em vez de valorizar os problemas. Otimismo é sinal de autoconfiança. “São pessoas que pegam o problema e resolvem, sabem da sua capacidade de produção e por isso confiam em si mesmas”, diz Meiry.

Mantenha a mente no presente

Quem já praticou medicação sabe a importância de manter a atenção no momento presente para o bem-estar. “O estresse aparece quanto a mente oscila do passado ao futuro”, lembra Meiry. Seja prático, se estiver em horário de expediente, trabalhe. Quando estiver em casa, evite os pensamentos e preocupações com o trabalho. Pode parecer fácil, mas faça o teste de observação. Quanto tempo do dia você passa realmente conectado ao presente?

Faça o seu melhor

Até o seu último dia de trabalho na empresa, dê o seu melhor. Não se esqueça de que você está sendo observado e, se faz um bom trabalho, deixa uma marca positiva. “Marketing pessoal é o que os outros falam sobre o profissional”, diz Meiry.
Duas palavras justificam o conselho da consultora: referência e indicação. “Você pode conseguir uma entrevista porque um ex-colega ou ex-chefe o indicou”, diz Meiry. É a lei do Universo, diz ela: “quando você dá o seu melhor, você recebe o melhor”, diz.

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Como criar relacionamentos duradouros usando o E-mail Marketing.

Posted by HWBlog em 05/04/2016

email-marketingFidelização, confiança e credibilidade são valores que cada vez mais os consumidores buscam em uma marca. Eles são construídos com um bom relacionamento.

O E-mail Marketing é uma das ferramentas mais poderosas e baratas para você se relacionar com o cliente, pois alcança um dos lugares mais frequentados pelas pessoas, a caixa de entrada.

E para que você seja esse sujeito “descolado”,  trouxemos uma série de dicas que vão ajudar a proporcionar uma experiência positiva para o consumidor, aumentando as chances de ele retornar e comprar outra vez.

-> CRIE CONTEÚDO RELEVANTE PARA SEUS CLIENTES

Antes de gerar conteúdo, faça  a seguinte pergunta para si mesmo: “o que eu gostaria de receber caso fosse um cliente dessa empresa?”. A partir disto, existem diferentes estratégias para criar materiais relevantes para estas pessoas. Vamos ver as principais:

Newsletter: para desenvolver informativos mensais da sobre as novidades da sua empresa, como novos produtos ou serviços;

Promocionais: crie cupons de descontos ou promoções especiais para seus clientes, estimulando-os a comprar mais uma vez;

Lembretes: e-mails com lembretes podem gerar bastante engajamento, e estes podem ser dos mais variados tipos, como: Data de consulta ou próximo evento, dia do pagamento da fatura.

Dicas: envie para os seus clientes dicas que ajudam a utilizar o produto ou que podem melhorar a experiência com a sua empresa. Por exemplo: se você possui uma loja de roupas sociais masculinas, envie dicas sobre como dar os melhores nós de gravatas.

-> CONHEÇA SUA BASE DE CLIENTES

Para entender qual conteúdo é relevante, conhecer sua base de clientes é primordial. Procure sempre estar a par dos gostos e anseios de quem utiliza o seu produto antes de enviar uma oferta.

Cada cliente utiliza seu produto de uma forma: nem todas as pessoas utilizam um produto ou serviço com a mesma finalidade. Um perfume pode ser comprado para presentear ou para uso próprio. Se você contrata uma TV por assinatura, alguns preferem filmes e outros canais de notícias.

Existem diferentes momentos na compra: Clientes que acabaram de comprar o produto preferem dicas de como utilizá-los, já clientes antigos gostariam de receber um cupom promocional para voltar a comprar na loja. Um consumidor insatisfeito não ficaria contente em receber lembretes da sua empresa. Entenda qual momento é mais adequado para enviar cada tipo de conteúdo.

Para acertar no relacionamento, existem também alguns hábitos que você pode adquirir e se tornar ainda mais efetivo em suas estratégias.

-> AVALIE OS SEUS RESULTADOS

Fique de olho nos resultados de seus disparos. Você pode identificar informações importantes na hora de criar suas estratégias, como: qual conteúdo os seus clientes gostam ou em quais assuntos dos seus e-mails geraram mais abertura?

Além disso, você pode fazer testes e entender em quais horários seus consumidores estão mais propensos a abrir os seus e-mails.

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