PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Por que seu currículo já não vale mais nada

Posted by HWBlog em 15/01/2015

c.vitaeVocê sabia que seu currículo tem cada vez menos valor nesse novo cenário dominado pela internet e pelos meios digitais? Pelo menos, o currículo em seu formato tradicional.

“Como assim?”, você deve estar pensando.

Leonardo da Vinci redigiu o primeiro currículo profissional da história em 1482. De lá pra cá a verdade é que o currículo não mudou muito desde que foi inventado. As folhas de papel ou os modelos existentes hoje na web não refletem nosso mundo altamente digital.

Em que o seu currículo difere dos demais? Você pode estar pensando que o que importa realmente é o conteúdo do currículo e não possíveis diferentes formatos. Tem razão. No entanto, não faz sentido olharmos um pouco além de uma folha de papel ou um simples preenchimento de dados pessoais, educação, objetivos e experiências? Quero que você pense um pouco fora da caixa por um momento e veja o universo de possibilidades que você tem para fazer algo diferente na internet.

Os recrutadores “escaneiam” centenas de currículos diariamente buscando pessoas diferenciadas para trazer valor às suas empresas, colaboradores e clientes. Além de sua formação e experiências profissionais, o que você tem feito para se destacar e ter a chance de apresentar suas ideias e habilidades?

Já pensou em fazer uma carta de apresentação em vídeo, por exemplo? Sim, grave um vídeo (curto) falando um pouco mais sobre você e o que pode oferecer e contribuir para a vaga que está buscando. Não é necessário um estúdio e câmeras profissionais, você mesmo pode gravar um vídeo de seu smartphone. Depois de finalizar, faça o upload no Youtube e pronto! Você já está inovando na forma de se mostrar ao mundo. Use a criatividade, pense na vaga ou na empresa em que você mostrará esse vídeo (pode ser para várias empresas), mas capriche no texto e mostre o porquê você deveria ser contratado.

Tenha um perfil completo no Linkedin. As redes sociais são cada vez mais utilizadas por recrutadores e sem dúvida o Linkedin é a primeira rede social a ser analisada. Se você ainda não tem um perfil lá, faça-o agora mesmo e aproveite para entrar em contato com outros profissionais e empresas. Além disso, essa rede social pode lhe trazer maior visibilidade na internet, uma vez que o Google e outros mecanismos de busca tendem a trazer esses resultados em suas primeiras páginas ao digitar o nome de uma pessoa.

Faça uma apresentação pessoal no Slideshare ou no Prezi. O Slideshare e o Prezi são duas ferramentas fantásticas para inovar na maneira de apresentar seu currículo. O Slideshare é uma apresentação na forma de slides que fica disponível na web e também irá lhe ajudar a ganhar maior visibilidade online. Capriche no layout e faça diferente! O Prezi é uma ferramenta inovadora na forma de apresentação, muito mais interativo e dinâmico. Vale a pena conhecer e verificar se faz sentido se apresentar por lá (de acordo com sua área e objetivos profissionais), pois a ferramenta é muito interessante!

Que tal ter um blog ou site pessoal e postar por lá textos, vídeos ou áudios que façam sentido ao seu mercado e que chamem a atenção de pessoas importantes para você (sejam elas recrutadores, empresários, parceiros de trabalho ou até clientes)?

Atualmente é muito simples montar seu blog ou site pessoal, existem tutoriais na internet completos para isso. É claro que haverá outras estratégias após lançá-lo, mas que tal começar? Dê o primeiro passo agora!

E você? Quais outros formatos poderia utilizar para inovar na forma de se apresentar ao mercado? Existem centenas de outras maneiras. Tenho certeza de que você poderá fazer mais do que apenas utilizar o velho e ultrapassado currículo. É claro que o conteúdo de seu currículo deve chamar a atenção dos recrutadores também, mas ao inovar na forma, você tem mais chances de sair na frente.

Você concorda com isso? Se ainda tem dúvidas, faça um teste. Talvez os resultados não apareçam no curtíssimo prazo, mas acredite: eles poderão surpreendê-lo em muito menos tempo do que você espera.

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Fracasso segundo Richard Branson

Posted by HWBlog em 11/01/2015

EstressePor mais bem-sucedida que seja, a trajetória de Richard Branson é recheada de fracassos – pessoais e profissionais.

Por duas vezes, por exemplo, ele quis dar a volta ao mundo de balão e acabou caindo no mar. Nos anos 1990, tentou competir com a Coca-Cola e viu sua empresa, a Virgin Cola, ruir.

Desde outubro, depois de um acidente com a Virgin Galactic, que deixou dois pilotos mortos, Branson tem o desafio de decidir se continua ou não o negócio, em meio a especulações do mercado.

Nesta semana, em seu blog pessoal, o bilionário  falou sobre a importância de falhar e elencou os pensamentos nos quais se inspira para começar tudo de novo.

“Toda pessoa, e especialmente todo empresário, deve receber o fracasso de braços abertos. É somente através dele que nós aprendemos. Muitas das mentes mais excelentes do mundo aprenderam isso do pior jeito – aqui estão alguns de meus pensamentos favoritos sobre a importância de falhar, e a estrada para o sucesso”, escreveu.

Confira as 10 frases sobre o fracasso que mais motivam o empresário, segundo ele mesmo:

“Eu não falhei. Eu apenas encontrei 10.000 maneiras que não funcionam” – Thomas A. Edison, Empresário e inventor norte-americano

“Eu perdi mais de 9.000 lances em minha carreira. Eu perdi quase 300 jogos. Vinte e seis vezes foi confiado a mim o lance que venceria o jogo e eu perdi. Eu falhei de novo e outra vez em minha vida. E é por isso que eu tive sucesso” – Michael Jordan, Jogador de basquete norte-americano.

“Desenvolva o sucesso a partir de falhas. Desaprovação e fracasso são as duas pedras mais seguras de pisar no caminho para o sucesso” – Dale Carnegie, Escritor norte-americano

“A maior glória em viver não está em nunca fracassar, mas em levantar a cada vez que caímos” – Ralph Waldo Emerson, Escritor norte-americano

“Aquele que teme o fracasso limita suas atividades. Falhar é  a única oportunidade de começar de novo mais inteligentemente” – Henry Ford, Empreendedor norte-americano, fundador da Ford

“Sucesso é tropeçar de falha em falha sem perder o entusiasmo” – Winston Churchill, Político britânico

“Somente aqueles que ousam falhar muito podem um dia realizar muito” – Robert F. Kennedy, Ex-Senador norte-americano

“O maior erro que você pode cometer na vida é constantemente temer cometer um” – Elbert Hubbard, Filósofo norte-americano

“O sucesso é mais frequentemente alcançado por aqueles que não sabem que o fracasso é inevitável” – Coco Chanel, Estilista francesa

por Luisa Melo

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Maneiras para ser mais convincente

Posted by HWBlog em 09/01/2015

falar em públicoTodo mundo tem que vender algo, mais frequentemente eles mesmos. A maioria dos arremessos cair planos ou ofendem. Aqui estão seis maneiras de fazer sua oferta atraente.
 
Vender algo? Ensinar algo? Candidatura a um emprego? Tentando motivar as pessoas? Se você está tentando executar todas essas tarefas, é melhor você ser convincente, ou você simplesmente está desperdiçando o tempo de outras pessoas e a sua própria energia. O pior é que você pode soprar grandes oportunidades que nunca podem vir ao redor novamente.
Tempo e atenção é precioso em ambiente sobrecarregado, por isso é importante aproveitar ao máximo a qualquer momento você pode arranjar alguém para considerar sua oferta de informação de hoje. Não queria desperdiçar esta oportunidade com a sua atenção, então eu uniram-se com o posicionamento e branding especialista, Mark Levy, que coloca o “obrigar” convincente.
 
Levy faz sua vida nos bastidores ajudando empresas e especialistas como Marshall Goldmith e David Meerman Scott Simon Sinek posicionar seus conceitos para a atração máxima. Veja algumas dicas que irão ajudá-lo a obrigar as pessoas a ação.
 
1. Encontre o seu contributo
Levy aponta com precisão que querendo ser convincente para o bem de ser convincente é megalomania. Sendo convincente deve ser em serviço de um bem maior. Como é que você está fazendo uma contribuição legítima para as pessoas e suas vidas? Quando você é claro sobre por que as pessoas precisam indiscutivelmente o que você oferece, o atraente parte muitas vezes cuida de si mesmo. Ah e só porque você acha que as pessoas precisam de sua oferta, não significa que eles realmente precisa, ou acreditar que eles fazem. Seu trabalho é comunicar a necessidade de uma forma que eles vão entender e, finalmente, responder.
 
2. Diga a verdade
Muitas pessoas tentam encobrir a falta de substância com a linguagem abstrata ou sexy adereços como infográficos. Apenas dizendo que você é diferente, não realmente faz você diferente e batom em um porco apresenta ainda como um porco. Levy consulta seus clientes em seu material promocional atual para chegar no núcleo convincente de sua oferta. “O que eu iria ver que é realmente diferente?” Ele pede. “O que clientes disseram que prová-lo?” Levy concorda que ser verdadeiro é fundamental para o sucesso a longo prazo. Como diz Levy: “sua oferta deve ser baseada, não em conceitos de cabeça-fiado ou ilusão, mas em fatos reais e os cinco sentidos.” Pessoas podem perceber o exagero e vão se tornar cínico e defensiva. Além disso, como sugere Levy, vantagem genuína é sempre mais atraente do que a embalagem de extravagante.
 
3. Surpreender e entreter
Algumas ofertas são curtos e simples nos dias de hoje. Não há valor real na oferta de soluções complexas. Mas explicações longas podem crescer rapidamente cansativo e chato. O caminho certo para obter a atenção das pessoas é com surpresa. Fornecer um Ah! momento, uma visão que faz com que seu público vê algo familiar, mas com olhos frescos. Uma história que ainda não ouviram. Um fato que não tinha esperado, mas muda sua perspectiva e adiciona ao seu argumento. Depois de ter sua atenção, torná-lo divertido, diferente e intrigante. Levy começa perguntando: “O que você sabe que a maioria das pessoas não?” A resposta não precisa ser enorme e de mudança de vida, apenas algo que eles normalmente não ouvir ou ler. As pessoas gostam de aprender e vai seguir aqueles que ensinar-lhes algo valioso. Livro de Levy gênio acidental é uma ótima ferramenta para obter essas lições surpreendentes fora de sua cabeça e dele.
 
4. Ser intencional
Obrigação de comunicação é naturalmente estratégica. Levy sugere que você deve decidir o objetivo de cada instrução, se perguntando; o que quer que seu público a pensar, sentir e fazer em cada linha de seu projeto? Seu e-livro livre em fazer listas ajuda você a organizar seus pensamentos, assim você pode determinar o que é importante para se comunicar e como. Uma vez que você descobrir o que dizer e como, você deve editar, editar, editar. Não deve haver nada em seu tom que leva o público longe do objetivo desejado. Isso vai ser difícil para aqueles que acreditam que cada fato é importante e em movimento. Ser brutal e deliberada em seus cortes.
 
5. Comunicar-se adequadamente
Graças aos meios de comunicação sociais, toneladas de dados já está disponível para conhecer o seu público. Isso significa que a responsabilidade para falar-lhes de forma adequada está agora em você. Como Levy assinala: “O contexto é fundamental.” As expectativas do público precisam ser superado talvez mesmo com valor de choque, mas não de forma que ofende-los, mancha sua imagem e mata a sua credibilidade. Estudar o seu público e ouvir seu próprio campo com sua perspectiva em mente.
 
6. Ensaiar
Ser atraente não apenas tem a ver com o que você diz. É também em como você dizer. Uma vez que Levy ajuda os clientes a posicionar o seu discurso, ele faz ensaiá-lo em voz alta, dezenas de vezes. Se ter certeza sobre o que fazer e como as pessoas se beneficiar dele, essa confiança deve vir através de sua voz e a imagem que se projetam, bem como em seus materiais escritos.

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Que tipo de imbecil é você?

Posted by HWBlog em 08/01/2015

imbecilO fato é que em algum grau, seja ele menor ou maior, todos somos imbecis às vezes. Aceite isso e viva bem consigo mesmo

Sim! O título deste artigo é um pouco forte, mas o fato é que em algum grau, seja ele menor ou maior, às vezes todos somos imbecis. Calma! Sugiro que antes de pensar qualquer coisa, termine de ler este artigo e tire suas próprias conclusões.

Comecei a olhar a palavra imbecil com outros olhos, depois que tive contato com a brilhante análise proposta por Fernando Savater em seu livro “Ética para meu filho”, da Editora Planeta: “imbecil é uma pessoa que precisa de alguém em quem se apoiar, alguém que possa usar como muleta, que possa te auto afirmar e isto é algo muito pessoal e feito por cada um à sua maneira. Logo, acredito que podemos pensar na existência de vários tipos de imbecis e até na ‘imbecilidade personalizada’ – aquela, com um toque pessoal que lhe agrada”.

E não paramos por aí. A imbecilidade humana não atinge somente aspectos referentes a relacionamentos amorosos, ela está inserida também no ambiente de trabalho. Ser imbecil ao extremo significa ser dependente dos outros. Um profissional imbecil é aquele que a todo o momento precisa da aprovação alheia para se desenvolver, ou melhor, para sobreviver no mundo corporativo porque não consegue dar um passo adiante sem precisar de alguém para lhe balançar a cabeça em sinal de aprovação.

Lembre-se: dependência é diferente de autonomia. Pode parecer extremamente óbvio, mas a reflexão que eu trago é a seguinte: nem sempre temos autonomia para desenvolver tudo o que gostaríamos no ambiente de trabalho, no entanto não devemos ser dependentes da aprovação dos outros para nos desenvolvermos como profissionais. Para isso, é preciso ser independente.

É lógico que não somos autossuficientes e disto devemos ter plena consciência, mas depender do outro para tudo é se tornar um imbecil de marca maior, pois a dependência segura trava e impede que você perceba as suas potencialidades.

Para Jorge Bucay, em seu livro – “Quando me conheci”, da Editora Sextante, existe três tipos de imbecis. Resolvi adaptar a teoria ao ambiente de trabalho e o resultado, você confere a seguir:

Os principais tipos de imbecis no ambiente de trabalho

O imbecil intelectual – É aquele que acredita não ser capaz, duvida de seus conhecimentos e até mesmo da própria inteligência. Vive perguntando aos colegas de trabalho: “Como sou? O que devo fazer? Para onde devo ir? O que você faria em meu lugar?”. É aquela pessoa que antes de tomar qualquer decisão, convoca a equipe de “especialistas” para que pense por ele. Como duvida secretamente de sua capacidade intelectual, acredita que não consegue pensar e deposita sua capacidade e baliza suas decisões na opinião alheia – o que pode ser muito perigoso para sua imagem profissional.

O imbecil afetivo – São aquelas pessoas que precisam a todo o momento serem amadas na empresa, querem que alguém lhes diga o tempo todo que é querida, adorada e o quanto são bons naquilo que fazem. Veja bem, todos fazemos isto em algum momento, mas existem pessoas que agem assim o tempo todo, esta é a grande diferença! Um imbecil afetivo normalmente faz tudo para agradar os outros e pode se tornar ou o palhaço ou o carregador de pianos da organização. E por fim, acaba esquecendo de si próprio por causa da dependência e aceitação dos que estão à sua volta.

O imbecil moral – O imbecil moral é aquele que precisa do outro para lhe dizer se está agindo de modo certo ou não. É alguém que precisa que lhe digam o que fazer, como agir e como se comportar. Espelha-se demais no comportamento alheio e acaba virando uma caricatura piorada de si mesmo. Normalmente gruda em alguém para ser o seu guru e se a vítima do imbecil moral não perceber a tempo, pode estar tomando para si um grande problema. Meu conselho, neste caso: se encontrar um imbecil moral à sua frente, fuja, pois no primeiro ato de frustração sua indignação volta-se justamente contra a pessoa que lhe deu a opinião.

Então, qual a melhor saída para não ser um imbecil corporativo?

Acredito que todas as pessoas tem um certo grau de dependência de outras pessoas, até porque se isto não fosse verdade não precisaríamos trabalhar em equipe, pois seriamos autossuficientes. Mas devemos pensar que as outras pessoas também dependem de nós na mesma proporção, tornando, assim, o relacionamento com colegas interdependente. Ou seja: eu dependo de você na mesma medida em que você também depende de mim e, dessa forma, somos uma equipe que trabalha e se desenvolve em conjunto. Isto, no meu ponto de vista, torna as relações mais justas e equilibradas.

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Como tornar-se um empreendedor depois dos 50

Posted by HWBlog em 07/01/2015

leadership-chess-1940x900_34115Rubens de Almeida é engenheiro, jornalista, empresário e sócio de uma… Finishup!

“Ao contrário do que se pensa popularmente, empreender não é exclusividade dos jovens”, foi com essas palavras que o vice-presidente da Fundação Kauffman, Dane Stangler, abriu seu depoimento no Comitê de Envelhecimento do Senado americano. Seu discurso, chamado Em Busca do Segundo Ato: os desafios e vantagens do empreendedorismo sênior, revela não apenas como o empreendedorismo deveria ser estimulado nessa faixa etária, mas,, sobretudo como essas políticas de incentivo seriam vitais para a economia dos EUA.

¼ de todos os novos negócios criados nos EUA foram capitaneados por empresários de 55 a 64 anos

Os números da Fundação Kauffman impressionam: em 2012, 23,4% das empresas foram abertas por empresários com idades entre 55 e 64 anos, ¼ de todos os novos negócios criados. Um aumento de 14% desde 1996. O que é mais surpreendente, no entanto, é que os maiores de 55 começaram novos negócios numa proporção maior do que qualquer outra faixa etária.

¼ dos americanos de 44 a 70 anos pensa em abrir um negócio ou uma ONG

Dados da Encore.org, organização baseada em São Francisco, que estuda o mercado de trabalho dos baby boomers revelam que ¼ dos americanos entre 44 e 70 anos estão interessados em abrir sua própria empresa ou sua própria ONG.

7% dos empreendedores no Brasil tem mais de 55 anos

No Brasil, já existem estudos apontando o empreendedorismo como opção para a crise da Previdência Social e até sugestões para incluir o incentivo ao empreendedorismo no Estatuto do Idoso. De acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), elaborada pelo SEBRAE em parceria com o Instituo Brasileiros de Qualidade e Produtividade (IBQP), do total de empreendedores que abriram uma empresa nos últimos três anos, cerca de 7% têm mais de 55 anos.

Empreender depois da aposentadoria é, sem dúvida, uma tendência. Mas como?

Fomos entrevistar Rubens de Almeida, engenheiro e jornalista, 55 anos, empresário, investidor e empreendedor em empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação. Mais especificamente, um especialista em finishups, expressão que ele criou para as startups dos mais de 50.

Fizemos 10 perguntas para Rubens de Almeida sobre sua experiência como empreendedor. Inspire-se.

1. Finishups…você criou essa expressão. Quer dizer o que?

A expressão finishups surgiu durante o desenvolvimento dos contatos iniciais de viabilização de investimentos de venture capital em uma empresa S.A. da qual faço parte como acionista. Estávamos conversando com fundos de investimentos e investidores independentes para constituir uma startup na área de inteligência geográfica e, de repente, percebemos a audácia do grupo de participantes iniciais, cuja faixa de idade estava entre os 50 e 72 anos! Agíamos exatamente como jovens empreendedores, animados na busca dos primeiros investimentos e em determinado momento alguém perguntou se éramos uma startup. “- Claro que somos”, respondemos. Mas, imediatamente olhamo-nos uns aos outros, caímos na risada e ao somar os muitos anos profissionais daquela sala, cunhei a expressão: “somos mais do que uma startup. Somos uma finishup!”.

2. Como você descreveria esse grupo de empreendedores de mais de 50?

Como profissionais, já havíamos passado por todas as etapas de uma carreira. Altos e baixos, acertos e erros, sucessos e desilusões. Todos de classe média, universitários, com relativa tranquilidade familiar, filhos criados ou encaminhados, mais ou menos com as mesmas expectativas de continuar trabalhando ainda que estivéssemos próximos da idade de vestir o pijama.

Alguns de nós chegamos à diretoria e até à presidência de companhias. Outros aposentados ou no final da estrada acadêmica, com títulos de professor-doutor. Uns com uma certa poupança, outros mais atrapalhados com o dinheiro após a fase de investimentos nos filhos e a inevitável queda nos rendimentos com a redução das oportunidades profissionais. “Enfim, não dava para comparar a nossa iniciativa empresarial as startups dos jovens, principalmente no mercado competitivo de TI.

3. Qual a diferença entre uma finishup e uma startup?

Finishup é um bom adjetivo para definir o que estávamos fazendo, não como oposição à força e entusiasmo dos jovens empreendedores, mas, talvez, como uma diferenciação do nosso projeto de empresa, calcado também em criatividade e boas ideias, mas, principalmente, nos relacionamentos e experiências anteriores da vida profissional de cada um.

No lugar da juventude, a experiência. Em vez de apenas entusiasmo pela inovação, a consciência de que é sempre preciso apresentar fórmulas consistentes e convincentes. Para substituir o ânimo, a velocidade e a vitalidade de superar com facilidade noites mal dormidas, a tranquilidade de pegar no telefone e sempre conhecer alguém que trabalha ou conhece aquele detalhe importante do negócio ou pode nos apresentar um dirigente de uma grande empresa ou um especialista com quem precisamos falar.

Ou seja, vejo que a ousadia de empreender em uma idade madura poderia ser uma espécie de complemento às iniciativas dos mais jovens. Talvez até, pudéssemos mesclar os diferenciais competitivos de jovens e cinquentões.

4. Empreender depois dos 50 vai ser a única alternativa para essa legião de boomers que estão se aposentando antes de se sentirem prontos para parar de trabalhar?

Acho que o problema é mais sério do que ter ou não vontade de parar. Primeiro que a lógica da aposentadoria fazia sentido para uma sociedade cuja expectativa de vida com qualidade não superava os 60 ou 65 anos. Chegamos ao novo milênio com uma população que resiste muito mais anos e começa a colocar em xeque os cálculos atuariais da aposentadoria em todos os países. Não há e não haverá recursos dentro da própria sociedade para pagar vencimentos para os mais velhos por tantos anos a fio, sem que eles também contribuam para a geração das riquezas.

5. Quando vc começou a montar sua empresa, qual era o discurso? Como foi convencer as pessoas?

Fazer o discurso de uma finishup é uma diversão. No meu caso particular, não monto apenas uma empresa ou compro uma franquia para servir café para o resto da vida, ainda que seja com aquelas maravilhosas máquinas que só existiam na Itália. Não! Monto empresas, crio tecnologias, reúno potenciais sócios e ponho-as para rodar todos os dias!

É uma diversão porque podemos brincar até com aspectos negativos, por exemplo, dizendo para os investidores que ou eles fazem o investimento logo, ou poderão perder o seu sócio e suas boas ideias simplesmente porque ele morreu! Mas é muito mais que isso. Ser um finishup é não acreditar que o fim precisa ser “pra baixo”, reduzido ao pijama, ao esquecimento de uma casa de repouso ou à cadeira de balanço. Porque não terminar a vida no auge? E os exemplos são muito bons: o jornalista Roberto Marinho fez um monte de coisas legais na vida, mas só se tornou uma lenda quando aos 60 anos criou a rede globo. Com o Steve Jobs, a retomada da Apple também aconteceu após os 50. Então, por que não pensarmos e realizar ou demonstrar o nosso legado no final da vida?

6. Como é o relacionamento com os sócios nessa fase da vida?

Os sócios são sempre um problema, como todos que os têm, sabem. Mas você pode usar sua experiência e sabedoria da idade mais avançada até para definir melhor os limites dessas interpenetrações de interesses que uma empresa exige. Não é porque temos uma afinidade intelectual que precisamos pensar que somos os melhores amigos e que as famílias precisam conviver.

Acho que essa objetividade nas relações para ganhar dinheiro junto a partir da conjugação de esforços e habilidades, sem nenhum compromisso de convivência obrigatória até ajuda na formulação dos negócios. É claro que as pessoas se aproximam e precisam avaliar corretamente se há, de fato, uma proximidade de valores e expectativas entre elas, mas isso é o que faz o sucesso ou o insucesso de qualquer negócio, em qualquer idade.

7. E o discurso para os investidores, como se cria essa estratégia de vender uma finishup?

Para os investidores, ainda é uma novidade e se percebe um certo estranhamento. Por que esses caras continuam com ânimo para falar em inovação, com toda essa experiência que eles tem? É claro que deve gerar algum tipo de dúvida, mas que logo passa quando passamos a agir como jovens empreendedores que realmente acreditam em suas ideias.

Mas faltam algumas práticas importantes nos processos de decisão de investimentos. Por exemplo, ao fazer investimentos em uma empresa cuja mola-mestra são pessoas mais velhas, há que se pensar, por exemplo, na continuidade do negócio, nas exigências na reprodução do conhecimento, na formação de novas lideranças que venham a substituir os fundadores e até na questão da sucessão familiar, que é sempre um ‘pepino’. Ou seja, são questões importantes que atrapalham muitas empresas após algumas décadas de história e que não cabem em uma startup de jovens, mais do que motivada por uma vida inteira pela frente.

Então, o que parece ser uma desvantagem, passa a ser um diferencial. Ou seja, é importante contextualizar e mostrar para os possíveis investidores que você está consciente dos riscos e que seu plano de negócio prevê todas as necessidades, inclusive processos criativos de modelar a sucessão familiar, caso ocorra uma tragédia.

8. Você acha que simplesmente por termos sido durante toda vida empresários de nós mesmos e gestores da nossa trajetória profissional, estamos naturalmente prontos para empreender? O que falta?

Uma coisa que perdemos ao longo de uma carreira profissional são as ilusões de que somos os melhores, que somos imprescindíveis e essenciais em qualquer situação. A vida nos ensinou que as oportunidades vêm e vão, que o sucesso pode ser passageiro e que não ha desgraça que dure para sempre. Sabemos que nada acontece se não nos mexermos e que não basta ter boas ideias e sermos brilhantes, se não as pusermos em prática.

Mas nem todos estão prontos para empreender. Se você foi aquele funcionário-padrão, que sempre seguiu as regras, nunca lutou por mais espaço, teve medo de colocar suas ideias para não perder a posição, talvez tenha mais dificuldade de sair por aí e tentar fazer novos negócios. Acredito que há pessoas que simplesmente não conseguem sair do lugar.

Mas não é porque você é jovem que vai ter uma atitude de empreendedor. Vejo muita gente fazendo concurso público em busca da eterna estabilidade (que é ilusória e cada vez menos provável). Alguns até terão bons salários, mas será que realizarão algo verdadeiramente seu na vida? Deixarão algum legado? Alcançarão a felicidade repetindo tarefas como autômatos?

Claro, há sempre a aposentadoria sedutora na cabeça daqueles que não gostam do trabalho que fazem. Mas quem é empreendedor não consegue esperar essa felicidade de fazer nada.

9. Qual é o erro mais provável na hora de montar uma finishup? Aquele erro que todo mundo comete e que poderia ser evitado?

Acho que o maior erro ao montar uma empresa é não fazer uma boa avaliação do mercado e do porque a sua iniciativa pode ser diferente e alavancar clientes. Ou seja, o importante é entender o seu próprio diferencial, o que você acrescenta aos negócios e que ninguém pode tirar de você.

Outro ponto importante diz respeito a olhar o mercado e perceber, primeiro se não há gente oferecendo exatamente o que você pretendia fazer e, segundo, se o mercado consegue entender o que você está oferecendo. Eu mesmo já tive a oportunidade de tentar negócios que só depois de muitos anos o mercado passou a assimilar. É comum – entre as pessoas animadas com a suas próprias idéias – achar que todos vão compreender ou estão precisando o que você está oferecendo.

10. Quais os conselhos que você daria para quem quiser se lançar num projeto desses?

O principal conselho é não apenas estruturar as suas boas ideias, mas fazer contas, montar uma planilha onde você possa comparar o quanto de tempo está investindo em um negócio e verificar se há margens suficientes para ele remunerar você. Geralmente é uma conta simples, mas as pessoas que estão animadas em fazer um novo negócio simplesmente não se lembram de fazer o cálculo de quanto vão ganhar, em cima do que vão gastar para trabalhar. Nessa conta, tem que calcular o preço do seu tempo, quanto custa a sua hora de trabalho. E considerá-lo como um dos custos do serviço ou do produto que você está colocando no mercado. Se você mirar apenas no lucro da operação, vai esquecer que você teve que trabalhar de graça para ganhar aquele lucro.

11. Voltando ao início…você acha que as finishups são tendência? E se são, vão conseguir ultrapassar essa barreira que é a ideia de ‘velhos aposentados’ que temos tão arraigada em nós?

Ser velho não é ruim. Ainda mais agora que a qualidade de vida pode ser boa, em função dos avanços médicos e da consciência da saúde integral. É claro que doem as costas, os joelhos não são mais ‘aquela brastemp’ e por vezes você esquece aquele maldito nome. Mas isso também pode ser divertido. Costumo falar em reuniões para que os jovens tenham paciência com o “velhinho”. Tenho consciência das minhas limitações, mas torno-as engraçadas. E elas não são piores do que a insegurança ou a falta de articulação de outra pessoa presente. E tenho certeza que na hora da animação de uma nova ideia ou ação, eles esquecem a idade que eu tenho e me consideram do mesmo time em termos de criatividade e vontade de resolver os problemas que seria apresentado aos jovens: bons planos de negócio, apresentados de forma competente, com números consistentes e muita animação sempre serão a fórmula de conquistar parceiros para suas iniciativas.

Basta acreditar.

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O que você precisa ter em mente para atingir seus objetivos

Posted by HWBlog em 06/01/2015

Inovação 6Nem sempre você terá todas as respostas sobre como chegará à realização de seus projetos. Mas tenha isso em mente:

1. Inicie sua jornada mesmo sem ter todas as respostas sobre como chegará à realização de seus projetos. Muitas vezes, fazemos muitas descobertas no meio do caminho.

2. Afaste-se de propostas que firam sua consciência e seus princípios.

3. Tenha coragem de entrar por portas diferentes daquelas que você idealizou originalmente.

4. Nessa viagem, você é o roteirista e protagonista de sua vida. Portanto, não se comporte como figurante de seu próprio filme.

5. Selecione bem os companheiros dessa viagem. Estar mal acompanhado pode levar você por outros caminhos e roteiros dos quais não terá retorno.

6. Seu troféu não vai cair do céu. Vontade de parar e dúvidas farão parte das tempestades que você enfrentará. Não perder de vista o que levou você à jornada é fundamental para ter forças para prosseguir na hora da tempestade.

7. Não se abata com as críticas. Para não levar uma vida corriqueira, é preciso fazer escolhas ousadas e contra o fluxo comum.

8. Inspire-se em vencedores. Admire, copie, inspire-se, aprenda com os erros e, se for possível, aborde-os e pergunte, procure aprender sempre com os que passaram pela mesma jornada e não ficaram pelo caminho.

9. Se for para se comparar, que não seja para ficar se lamentando de forma melancólica. Não caia na armadilha da inveja ou da autopiedade. Se a comparação for inevitável, que seja para encorajar-se e para olhar no espelho e dizer com convicção: eu também sou capaz.

10. A vida é uma só para você ser escravizado pelo medo. A propósito, todos os viajantes sentem medo ao percorrerem terras estranhas. Uns se acovardam e acabam não saindo do próprio quintal. Outros encorajam-se por saberem que, ao ficarem parados, de fato, não correm o risco de viver na mediocridade, porque isso será uma certeza tanto quanto 1 + 1 = 2. Logo, entre a certeza da mediocridade e o risco de sair em busca de seu próprio caminho, com essa nova percepção, o risco deixa de ser um problema, mas sim uma possibilidade, e acaba se transformando numa oportunidade.

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E agora, fazer ou não fazer lista de metas?

Posted by HWBlog em 05/01/2015

metas-ano-novoVamos confessar. Quem já não esqueceu de consultar sua lista de metas, bem como também não deixou de cumprir alguns itens da tal “lista perfeita”, segundo seu pensamento de inicio de ano.

É comum se sentir culpado em relação as tais listas, isso se você a fizer e não cumprir ou não fizer e ouvir que todo mundo faz porque é assim que as coisas funcionam, que se atinge objetivos, que se cresce e tantas outras coisas que aumentam ainda mais a sua culpa.

Hoje existe uma pressão muito grande por metas e objetivos bem definidos (leia-se declarados por escrito), caso contrário você é alguém que dificilmente conquistará alguma coisa durante o ano pois “não possui foco”. Mas e quem disse que se fizermos igual a todo mundo teremos resultados diferentes?

É preciso ficar claro que lista de metas funcionam para quem funciona com elas, senão servem apenas como uma declaração escrita de culpa e frustração ao findar o ano.

Se você considerar o fato de que pessoas são diferentes, logo também poderá entender que cada um tem um jeito próprio de atingir seus propósitos.

Existem pessoas que não funcionam com lista, mas por objetivos pontuais, traçados e realizados individualmente. Outras no entanto, tem nas listas a bússola norteadora para o desenvolvimento pessoal e profissional e se sentem satisfeitas ao constatarem que estão evoluindo ao riscar de cada meta cumprida.

Antes de pensar em fazer ou não fazer lista de ano novo, vale olhar um pouco mais para sua dinâmica e perceber o seu próprio funcionamento. Isto pode ser facilmente visto por meio de experiências de anos anteriores. Se você tiver bons sentimentos em relação a isto, você funciona com lista, se surgir sentimentos ruins, talvez esteja na hora de fazer diferente.

O que não vale é se acomodar, estagnar e não ter objetivos na vida, agora se isso vai ser feito em forma de lista ou mentalmente, depende mais de você do que aquilo que dizem por aí.

Listas de metas não se realizam sozinhas é preciso de atitude para que se concretizem. Do mesmo modo, deixar de fazer uma lista de metas não te faz uma pessoa sem objetivos, tudo vai depender do quão disposto e compromissado você está com seu crescimento e para isso não há no mundo, quem ou o que precise outorgar este pacto e nem é preciso de uma lista para que se tenha certeza disso.

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