PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Valores essenciais para a administração de um negócio

Posted by HWBlog em 18/02/2014

negócios1A universidade de Stanford, nos EUA, perguntou a vários ex-alunos de sua Escola de Negócios que conseguiram destaque no mercado quais os valores e princípios mais importantes para eles na carreira que estão trilhando. Abaixo você encontra uma compilação dessas máximas pessoais e profissionais, para se inspirar e relembrar aquilo que é fundamental, dentro da sua própria experiência em administração.

Veja os dez principais valores citados nas respostas:

1. Tratar os outros como queremos ser tratados

“Eu acredito muito nessa regra de ouro. Ela é o valor dominante nas minhas relações profissionais. Se você trata bem as pessoas, de modo geral elas também lhe tratarão bem. Esse princípio faz com que você durma bem à noite, com uma consciência tranquila, e lhe confere enorme respeito. De vez em quando alguém vai tirar vantagem de você por causa disso, mas é só decidir não trabalhar mais com essa pessoa” (Andy Rachellf – CEO da Wealthfront)

2. Integridade

“Quer dizer se relacionar com as pessoas de forma autêntica e verdadeira. Na Pagatech nós mantemos as promessas que fazemos a parceiros e clientes, e buscamos fazer o nosso melhor para permanecermos transparentes na forma como conduzimos nossos negócios.” (Jay Alabraba – Co-fundador da Pagatech)

“Eu tenho relacionamentos profissinais que já duram 30 anos e a maioria dos negócios que fechei com essas pessoas foi selada com um aperto de mão. Dependendo da pessoa, isso pode valer mais do que qualquer outro contrato.” (Bob Moog – CEO da University Games)

3. Ser direto

“Comigo, o que você vê é o que eu sou. No mundo corporativo norte-americano isso não me favorecia. Como empreendedora, porém, eu gosto de selecionar meus clientes. Eu escolho trabalhar com pessoas que são diretas e que apreciam e valorizam essa minha característica”. (Denise Brosseau – CEO da Thought Leadership Lab)

4. Confiança

“Um dos valores principais da Tiny Prints é o de tratar uns aos outros como família. Quando recrutamos novos funcionários procuramos pessoas que valorizem relacionamentos significativos. Nossa empresa busca criar conexões melhores e o ambiente de trabalho é bastante ‘universitário’. Todos que trabalham aqui se tornaram bons amigos, padrinhos e madrinhas, colegas de apartamento. Eles têm lealdade uns para com os outros. Claro que toda família tem seus problemas, mas nós tentamos gerar confiança, para que cada funcionário se sinta à vontade para dar seu feedback, mesmo quando for difícil. Onde há confiança se sabe que as críticas estão vindo com boas intenções”. (Laura Ching – Co-fundadora da Tiny Prints)

5. Comunicação aberta e honesta

“Problemas se espalham quando as equipes não são honestas, especialmente se tratando de times diversificados, onde há muitas opiniões diferentes. Enquanto líder, é preciso criar uma cultura que recompense e promova a honestidade, mesmo que isso gere desacordos. Também é importante ser ousado, especialmente se você é um empreendedor e quer impactar seu país e mudar o mundo. Isso requer coragem.” (Steve Poizner – CEO da Empowered Carreers)

6. Gratidão/valorização

“Todos nós nos sentimos gratos pelos negócios que construímos juntos e pelas oportunidades que temos, por isso trabalhamos para transmitir esse sentimento para os nossos funcionários, clientes e parceiros.” (Beth Cross – Fundadora e CEO da Ariat International)

7. Honestidade, simplicidade e fazer algo que você acredita ter um valor real

“Muitas empresas fazem pesquisas de mercado e tentam se antecipar em conhecer as necessidades do cliente. Eu prefiro simplesmente desenvolver grandes produtos e contar uma história honesta sobre eles. Todo o marketing excessivo no mundo comercial tem criado um desejo por autenticidade.” (Rob Forbes – Fundador da Design Within Reach e da Public Bikes)

8. Paixão

“Eu só quero que as pessoas trabalhem na Stella & Dot se elas sentirem que isso se encaixa em sua missão de vida. A vida é muito curta para não amar o que você faz, o porquê do que você faz e com quem o faz. Quando você acordar precisa se perguntar ‘O que eu estou fazendo é o meu melhor propósito? Eu amo o lugar onde moro, quem eu conheço, o meu trabalho?’ Muitas vezes fazemos certas coisas porque precisamos pagar as contas ou porque a posição oferecida é uma ‘oportunidade’. Eu respeito quem trabalha para pagar as contas, mas quem está nessa situação deve continuar na jornada para fazer isso enquanto trabalha em algo que ama.” (Jessica Herrin – Fundadora da Stella & Dot)

9. Transparência e abertura

“Acredito que você deva compartilhar o que muitos consideram segredos sobre como a empresa realmente está se saindo, inclusive financeiramente, com todos os funcionários, absolutamente. Não deve haver contenção de informações. Também acredito que cada colaborador deva ser encorajado a fazer experimentos rápidos, que falharão com a mesma velocidade. Esses testes mostram as melhores ideias e estas devem prevalecer” James Gutierrez – (Fundador da Progreso Financiero)

10. Trabalhar para fazer diferença no mundo

“Você pode ver quem tem mais poder numa sociedade observando quem possui os maiores prédios. Há 200 anos eram as catedrais. Há 50 eram os prédios governamentais. Hoje, na maioria das áreas urbanas, o poder está nos negócios e seus arranha-céus. A administração e o empreendorismo são a influência mais forte e poderosa no mundo de hoje. 54 das 100 entidades mais poderosas do mundo atualmente são empresas, não países. Isso significa que é muito mais importante que os empreendimentos adotem uma perspectiva capitalista consciente para fazer a diferença. Eu acredito nisso em nível global. Empresas estão finalmente se perguntando ‘qual é a marca ecológica que deixaremos?’ Elas também precisam olhar para a marca emocional que deixam em seus funcionários.” (Chip Conley – Fundador da rede de hotéis Joie de Vivre)

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Onde buscar Recursos Financeiros para Alavancar o seu Negócio

Posted by HWBlog em 14/02/2014

Human hand checking the checklist boxesCapital próprio: Também chamado de booststrapping, é geralmente a primeira fonte de capital utilizada pelos empreendedores. Apesar de vantajoso, por não haver custos de financiamento e nem perda de autonomia para tomada de decisões, esse tipo de capital tem suas desvantagens, como a limitação das perspectivas de expansão e o crescimento do empreendimento que, nesse caso, fica baseado no reinvestimento de parte dos lucros.

Capital de Familiares e Amigos: Também conhecido como 3F, do inglês friends, family and fools, tem baixo custo e é muito baseado na confiança. É uma forma de empréstimo mais fácil ou rápida de ser adquirida, mas é preciso muito cuidado para não estragar relações pessoais. O Co-fundador do Submarino.com e investidor do fundo General Atlantic, Martin Escobari conta neste artigo por que o dinheiro da “mamãe” pode ser o tipo mais caro que existe.

Linhas de Crédito Bancário: Além de as despesas com juros serem dedutíveis para fins de imposto de renda, financiar um negócio com linhas de crédito é uma das formas mais seguras, pois não há perda de participação acionária. Em contrapartida, as desvantagens são a exigência de garantias patrimoniais, as taxas de juros elevadas e o aumento do risco da empresa, o que pode ser um obstáculo para conseguir novos empréstimos.

Linhas de fomento e subvenção: os Órgãos e Agências de Fomento são instituições públicas que tem como missão apoiar financeiramente a pesquisas e soluções em ciência, saúde, tecnologia e inovação. Cabe ao empreendedor à iniciativa de pesquisar novas linhas, entender o seu funcionamento, desenvolver os projetos, submetê-los à aprovação e, uma vez aprovados, empenhar-se no cronograma e na prestação de contas. Como relata Rafael Duton, co-fundador da Movile e da 21212, muitos acham que não existe dinheiro disponível porque não acompanham os editais. “Tem que investir um tempo de pesquisa nos portais que agregam essas informações, identificar aqueles que têm aderência entre a sua proposta e o que o edital está buscando”, recomenda.

Capital de Risco: Investidores aportam capital em empresas esperando ganhar participação nos lucros e que o valor da empresa seja cada vez maior. A dinâmica é de risco e recompensa e, naturalmente, eles esperam um retorno maior do que os bancos comerciais. Existem vários tipos de investimento de risco, como investidores anjo, venture capital e private equity, e cada um tem uma forma diferente de contribuir para o sucesso do negócio e negociar suas contrapartidas. A escolha pelo melhor investidor normalmente depende de fatores como estágio de maturidade da empresa, relacionamento pessoal entre investidor e empreendedor, histórico de execução do empreendedor e sua equipe, modelo de negócio, e se esse tipo de capital faz sentido no momento.

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Estilos de Liderança

Posted by HWBlog em 12/02/2014

StandOutQual o seu estilo de liderar? Uma pesquisa realizada pelo Hay Group – empresa global de consultoria de gestão de negócios – mapeou seis estilos de liderança praticados no mundo e apontou quais as consequências dos comportamentos desses tipos de líderes (leia abaixo).

“O comportamento do líder é o principal fator que influencia o trabalho em equipe. A boa liderança tem o poder de energizar, envolver e motivar o pessoal para entregar os melhores resultados. Por outro lado, uma liderança pobre cria um ambiente desmotivador ao longo do tempo e gera turnover e faltas frequentes”, afirma Glaucy Bocci, gerente e Líder da Prática de Liderança para América Latina do Hay Group.

Veja como se comportam os líderes em cada um dos estilos de liderança:

Coercitivo: é o líder que diz à equipe o que fazer. O líder coercitivo é vigilante e tende a criticar o que está sendo feito errado, sem elogiar as iniciativas corretas.

Dirigente: é o líder com foco e visão em longo prazo e que garante a motivação de todos. Os líderes dirigentes conquistam as pessoas e criam um clima positivo que motiva cada integrante da equipe a dar o seu melhor.

Afetivo: é o líder que se esforça para criar harmonia dentro da equipe, dando mais atenção às pessoas do que às tarefas. O líder afetivo acredita que tratando bem os colaboradores serão recompensados com lealdade e alto desempenho.

Democrático: o líder democrático quer obter o melhor de sua equipe com decisões e responsabilidades partilhadas. Para alcançar o compromisso e o consenso, os líderes democráticos envolvem os membros da equipe nos processos decisórios.

Modelador: é o líder que acredita que sua forma de realizar o trabalho é sempre a melhor. Por isso, dá instruções detalhadas para ajudar os membros da equipe a realizar tarefas e espera resultados de grande excelência.

Treinador: O líder treinador investe tempo para entender os pontos fortes e fracos dos indivíduos e trabalha com eles para alcançar seus objetivos de desenvolvimento pessoal. O estilo se concentra na construção de capacidade a longo prazo, mesmo em detrimento do desempenho de curto prazo.

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O Executivo e o Martelo

Posted by HWBlog em 11/02/2014

marteloJá nas páginas iniciais as primeiras marteladas!
O livro fará com que você reflita sobre os temas mais polêmicos do dia a dia de grandes corporações e fará críticas sobre os discursos dominantes no campo da administração.
Logo na abertura da Apresentação deste livro os autores anunciam que pretendem “oferecer uma reflexão filosófica, sociológica e psicanalítica de fácil compreensão sobre os principais temas polêmicos do dia-a-dia das grandes corporações.”
De fato, as colocações dos professores Clóvis de Barros Filho e Arthur Meucci são facilmente compreensíveis por qualquer leitor interessado no tema central da obra: a ética empresarial.
Mas são muito mais do que isso.
Os autores se inspiram, entre muitas outras fontes, no pensamento do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que recomenda golpear duramente, se necessário com um imaginário martelo, os preconceitos e a hipocrisia dissimulados em verdades estabelecidas – ou aquilo que Francis Bacon chama de “ídolos”.
Com esse espírito, e frequentemente em tom bem-humorado, Barros Filho e Meucci demolem os “discursos dominantes no campo da administração”, em particular as “fórmulas mágicas do sucesso”.
A leitura desta obra seminal é um saudável e provocador convite a que o executivo adestrado apenas para bater metas descubra que tem capacidade para muito mais: basta confiar no uso de sua própria razão e no bom senso.
Temos certeza de que em algum momentos da sua leitura você identificará situações em que vivenciou ou está vivenciando os mesmos fatos.

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Princípios do empreendedor

Posted by HWBlog em 10/02/2014

produtividade 4O que é ter sucesso para você? Para o empreendedor serial e investidor Adam Toren, que é co-fundador do site YoungEntrepreneur.com, ser bem sucedido é ter um trabalho que faça sentido à própria vida.

Embora muitos discordem da resposta de Toren, ele afirma que independente de versões subjetivas para o sucesso, pessoas que querem ser promissoras devem seguir alguns princípios que os grandes empreendedores já adotaram antes. Segundo o especialista, são eles:

Siga o seu talento – É útil ser apaixonado por suas funções, mas paixão sem nenhum talento é como um “carro sem um tanque cheio de gasolina”, ou seja, não o levará tão longe quanto você poderia ir. Por isso, a dica é encontrar sua aptidão e focar na área que mantém você a frente de outros, independente do que seja, escrita, artes, tecnologia, ou falar em público, por exemplo.

Concentre sua busca – A verdade é que ninguém pode ser o melhor em tudo, mesmo em áreas relacionadas. Assim, o caminho para o sucesso pode ser muito simples: Concentrar a busca em um grande objetivo. Lembre-se sempre, apostar em muitas coisas ao mesmo tempo pode levar ao inverso, o fracasso.

Limite suas opções – Nossa mania por manter opções abertas acaba nos limitando e nos levando a mediocridade e não ao sucesso. Um exemplo é quando você falha em um trabalho ou em um projeto e acaba o deixando por ter outra opção. Do contrário, se você limitar suas opções, você coloca todo seu esforço e dedicação para alcançar seu objetivo. Mas isso não significa que você não pode ter um plano B para se sentir mais seguro.

Seja eficaz – Muitas pessoas são obcecadas com eficiência, porém, eficiência tem a ver com trabalhos pouco significativos e vazios. Por outro lado, a eficácia não diz respeito a quanto você consegue fazer em pouco tempo, mas sim em fazer bem feito tarefas que realmente importam. Enviar 100 e-mails em uma hora, por exemplo, pode ser eficiente, mas é apenas eficaz se esses e-mails ajudarem você atingir suas metas.

Não desista – Se você tem um propósito viável, talento e força de vontade, não desista. Você pode cometer muitos erros e falhar. Por isso, pratique, aprenda, aceite rejeições e tente novamente, pois o sucesso vem de trabalho duro, resiliência e determinação. Ninguém consegue sucesso de graça: Walt Disney já faliu; Benjamin Franklin deixou a escola com 10 anos e o escritor Theodor Geisel (conhecido como Dr. Seuss) teve seu primeiro livro rejeitado por 27 editoras. Pense nisso!

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Faça alguma merda

Posted by HWBlog em 06/02/2014

os perigos de ser umFazer merda é uma dádiva humana. Um presente, dado a nós, e somente nós, por qualquer criador, extraterrestre ou processo evolutivo que você deseje acreditar. Enquanto outros seres vivos se contentam fazendo merda no sentido literal, nós, humanos, levamos isso a um outro nível.

Às vezes nos deparamos com uma pessoa X e resolvemos arriscar algo junto a ela, pensamos “Vai dar merda!” e seguimos em frente mesmo assim. Meu cachorro, após anos passeando comigo, nunca se jogou deliberadamente na frente do perigo com tamanho prazer e alegria.

O “fazer merda consciente” do caso acima, aquele em que sabemos aonde estamos nos metendo, ainda é um fenômeno à parte. Bonito mesmo é o “fazer merda” sem nos darmos conta do que está acontecendo. É quando nos pegamos pensando coisas como: “O que passou pela minha cabeça?”, “O que eu estava pensando?” ou ainda o famoso “Eu devia estar louco!”.

Isso porque, quando erramos, e erramos feio, geralmente não temos noção do que estamos fazendo até ser tarde demais. Você está na empresa há algum tempo, gera algumas inimizades e só se dá conta da armadilha em que caiu ao pegar aquele último projeto planejado “especialmente” para você quando está tirando suas coisas da gaveta e se preparando para uma temporada enviando currículos. Anos após fechar sua empresa, você se pega pensando no que, exatamente, devia estar pensando ao arriscar suas economias entrando naquela furada.

Não se sinta mal. Tal coisa acontece coletivamente nos mercados mundo afora. Seja na bolsa de valores, em imóveis, moedas, corridas de cavalos ou na infinidade de modalidades que o ser humano inventou para perder dinheiro de uma forma mais eficiente. A cada ciclo de mercado, alguns milhares de investidores se pegam coçando a cabeça e pensando todos juntos: onde, afinal, estávamos com a cabeça?

Claro que errar desse jeito não é privilégio de investidores e empresários. Esse comportamento se estende ao dia a dia de todos nós. Como você vai explicar, por exemplo, o rombo no cartão de crédito por causa daquela TV nova, os gastos absurdos em uma ida ao cabeleireiro, aquela roupa que sorriu para você na loja e pareceu ridícula no seu armário?

O interessante – e divertido – da vida é que só nos damos conta das merdas que fizemos depois delas acontecerem. Somos como personagens de desenho animado. Entramos cantando em uma armadilha para sermos esmagados por um piano sem nos darmos conta do que está para acontecer, até arrancarmos algumas risadas da plateia.

E essa é a graça. Engana-se quem acha que pode passar pela vida, construir uma carreira de sucesso ou ter uma bela empresa sem fazer merda nenhuma. Engana-se quem faz planos, elaborou esquemas certeiros de como conseguir seus objetivos, achando que dessa vez, e somente dessa vez, nada vai dar errado.

Não é a capacidade de estar sempre certo que diferencia uma grande jornada de uma medíocre. Alguém que passa a vida inteira sem fazer umas belas merdas pelo caminho ou teve uma vida muito chata ou não chegou muito longe.

Abra qualquer biografia sincera e você vai aprender que os grandes nomes da humanidade são aqueles que aprenderam a se levantar após um tombo (alguns até morreram prematuramente pagando por isso). No mundo real, uma bela lista de erros é quase uma obrigação. A diferença está em quem percebe a merda que fez e quem vive em negação sem reconhecer merda nenhuma. O mínimo que se espera de uma pessoa inteligente é aprender a não fazer sempre a mesma merda. Faça, limpe-se, aprenda, viva para fazer mais em outro dia. Infelizmente, muitos passam pelo mundo sem reconhecer as próprias besteiras. Aquele senso de estarem sempre certos que os bobos e prepotentes mundo afora parecem ter sempre.

Aprender, diz uma velha frase, é olhar para algo que acaba de dar errado e pensar: “Viu o resultado disso? Não faça mais!” Pois bem, como você pretende aprender sem querer errar? É sentindo na pele a sensação de estupidez, aquele sentimento que todos passamos quando percebemos que fizemos merda, que realmente ganhamos o tipo de experiência que os antigos chamavam de sabedoria. Essa tal da “experiência”, tão valorizada e tão pouco buscada por uma geração de profissionais que se estapeia para fazer os mesmos cursos, ter as mesmas carreiras, trabalhar nas mesmas empresas e fazer exatamente tudo igual ao que todos os outros fazem. Jura que esse é seu projeto de vida? Alguns cachorros têm planos mais interessantes.

Portanto, caro leitor, em vez de lhe dar alguma dica certeira de como “chegar lá”, tomar uma decisão acertada, criar uma estratégia infalível ou ter uma ideia realmente fantástica e insuperável, hoje só tenho isso a dizer: vá ao mundo, e faça alguma merda!

por Fabio Zugman

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Dez anos de Facebook

Posted by HWBlog em 05/02/2014

facebook 17Um dos maiores cases de sucesso do empreendedorismo completa hoje 10 anos. Em fevereiro de 2004, o Facebook foi criado por Mark Zuckeberg e mais três amigos, num dormitório da Universidade Harvard. Passados apenas três anos, a rede social já era avaliada em US$ 15 bilhões. Hoje vale quase dez vezes mais e é usada também como ferramenta de marketing no meio corporativo.

Após oito anos de sua criação, a empresa dá um de seus maiores passos com a oferta pública inicial de ações (IPO), em maio de 2012. O preço dos papéis no dia do lançamento foi de US$ 38 e chegou a atingir US$ 43,02 na primeira sessão. Precificando seu IPO no topo da faixa estimada, o Facebook tornou-se a primeira empresa dos Estados Unidos a chegar à bolsa com um valor de mercado acima de US$ 100 bilhões. A rede social já atingiu a marca de 1 bilhão de usuários.

A história de Mark e do Facebook tornou-se mais conhecida após o lançamento do filme A Rede Social (2010) e rendeu publicações biográficas e outras como O Jeito Zuckerberg de Fazer Negócios, de Ekaterina Walter. Para ela, boa parte do êxito de Zuckerberg se deve ao fato de ele ter levado muito a sério cinco pontos: paixão, propósito, pessoas, produto e parcerias.

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Passos para elaborar um programa de fidelidade para seus clientes

Posted by HWBlog em 05/02/2014

fidelizaçãoUm indicador do sucesso de uma empresa é a fidelidade dos clientes. Eles voltam porque gostam do produto ou serviço oferecido, do preço ou do atendimento – ou de uma combinação de todos esses fatores. Além disso, é possível dar um “empurrãozinho” na relação com os consumidores: os programas de fidelidade, que garantem recompensas a quem é um comprador habitual.

Os programas de fidelidade trazem o óbvio benefício que é o aumento do faturamento da empresa. Por outro lado, se não for bem desenvolvido, o plano pode trazer negativos para a empresa. Listamos quatro passos para os empreendedores que planejam criar um programa de fidelização de clientes. Confira:

1) Identifique seus clientes, novos ou velhos – Um programa serve para fidelizar, mas pode atrair mais gente para uma empresa, por meio de boas recompensas. Mas antes de pensar na fidelização, é preciso obter os contatos do público-alvo e dos clientes antigos. Obter um endereço de e-mail, endereço ou número de telefone é o primeiro passo para apresentar o programa às pessoas.

2) Conheça seus clientes – Na hora de criar um programa de fidelidade, é essencial pensar em recompensas que seriam úteis aos consumidores. Uma dica é, a partir das informações dos clientes, ligar e extrair as preferências deles. Outro trunfo, neste caso para quem tem um portfólio maior de produtos, é saber quais são os produtos comprados por cada pessoa e oferecer recompensas parecidas.

3) Programas de fidelidade são para a vida toda – O empreendedor deve entender que um programa de fidelidade não pode nascer com prazo de validade – do contrário, a iniciativa não vai passar de uma promoção. Outro ponto: oferecer ótimos presentes, mas que são muito dispendiosos, podem acabar com a empresa. Por isso, o melhor é procurar por um equilíbrio: o presente deve ser bom, mas é necessário que o empreendedor possa pagar por ele.

4) Incentive a adesão – Para que um programa seja sustentável, o maior número possível de clientes deve aderir à iniciativa, pois é o consumo deles que trará lucro suficiente para que uma empresa possa comprar as recompensas sem quebrar. Um programa deve ter pelo menos 80% de adesão. Para que isso aconteça, é importante incentivar a entrada dos consumidores, sempre falando das vantagens do programa e, se possível, estimulando a adesão no momento da primeira compra.

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