PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Como se tornar um profissional bem sucedido

Posted by HWBlog em 28/01/2011

Há um consenso entre os consultores de coaching que os itens abaixo são os principais requisitos para se tornar um profissional bem sucedido, quer seja um empresário ou executivo.
Veja e reflita.

1. Ousar novas soluções

2. Manter o equilíbrio

3. Acreditar no seu projeto

4. Ter Foco

5. Trabalhar em equipe

6. Ter disciplina

7. Negociar soluções

8. Tomar decisões

9. Ensinar pelo exemplo

10. Ser perseverante

11. Amar o que faz

12. Ter vontade de ser o melhor

13. Ter humildade

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Frases e reflexões para empreender mais

Posted by HWBlog em 26/01/2011

“O maior capital que podemos ter nos dias de hoje está em conseguir despoluir a palavra conhecimento, garimpando-a pela procura de coisas uteis a sua evolução.”

“Se tivesse que ensinar algo a alguém, diria para andar por aí aprendendo com os outros, para se chegar com firmeza em algo que te deixe feliz e seguro por acreditar e escutar a si mesmo.”

“O momento certo das mudanças depende da maturidade e experiências para que se organizem os créditos, sem distanciar dos débitos. Mudar faz parte e nisso até um simples corte de cabelo já influencia o seu espírito.”

“Empreender é estar bem preparado para fazer algo que oferte boas possibilidades de se dar bem, no mais, devemos ter ritmo, pois é difícil subir, mas muito fácil descer e ser esquecido!”

“A pró-atividade é um remédio que o faz soltar a franga. A receita vem com a dedicação e evolução da sua qualidade rumo à obtenção dos diplomas da utilidade e popularidade.”

“O mundo continuará sendo seletivo pela busca dos qualificados. O que se espera de cada um de nós é um fôlego adicionado de razões para que possamos vencer em cima do que está sempre se transformando.”

“É pensando nas próprias insatisfações como consumidor, que devemos partir para pesquisar, apontar e corrigir os pontos comuns que fazem com que os outros nos evitem.”

“Negócios de sucesso são feitos de detalhes para que o enriquecimento te traga a visão contemporânea do conjunto, seu entendimento e contribuição para as ações.”

“De um líder espera-se que o resultado das escaladas produzam grandes negociadores. Toda iniciativa deve incluir componentes que de fato terminem em acabativas.”

“Carreiras bem sucedidas dependem do equilíbrio entre o que se faz e o quanto se gosta de fazer. Algo como, um combinar de prazeres repletos de coisas tangíveis para o bolso e intangíveis para um bater saudável do coração.”

“Quando se tem um projeto, seja qual for o seu objetivo, deve-se em primeiro lugar identificar, aprender e saber conviver com as regras do jogo que hoje fazem a condução positiva dos que já atuam no meio.”

“Seja qual for a sua geração, aprenda que para se chegar ao sucesso temos que ser a média ponderada dos que pensam juntos!”

“As informações são importantes, mas seu trunfo está na capacidade de utilizá-las no fortalecimento das direções por onde pretendemos trilhar.”

“A gente só muda quando deixa de ficar surdo, partindo de um tímido mudo pelas buscas que a vida poderá nos ofertar com novos ensinamentos e modificações.”

“Não fique achando que as coisas estão definidas, pois nunca estarão e a sua evolução não depende somente do que os outros esperam de você, mas de um conjunto de valores que reúnam a sua melhor condição pelo fazer.”

“To aqui com meus anos de vida, e sempre dou uma paradinha para pensar no como trilhar a minha estrada, e ai vale tudo para fazer o futuro, das ruas que já criei aos buracos que vão me ensinar a tapar.”

“As pessoas são diferentes, pintam quadros diferentes e por muitas vezes isso é um incômodo a ser superado, pois o mundo pede pela capacidade de saber lidar com as diversas tribos.”

“Nossas atenções devem estar na procura dos diferentes, pelos ambientes e inclusões que justifiquem as trocas pela produção das novidades e inovações.”

“Na rota pelo empreendedorismo e competitividade temos que atentar pelas formas do como conduzir nossos desejos transformando as atitudes em algo que resulte a favor, pois as decisões mesmo quando sábias sempre dependem das melhorias e aceitação.”

“Para que o marinheiro não seja de uma só viagem, toda empolgação deve ter base para decisão, enquanto um lado brinda os resultados, o outro se antena com as investigações contínuas, visões gerenciais e financeiras.”

“O segredo de tudo é deter o todo acompanhado de um jeitão que nos transforme em seres comunicadores, aptos para uma gestão frente à construção dos relacionamentos, sua integração e aceitação.”

“A empatia significa que antes de se obter a quantidade e qualidade que se espera, é necessário ter mais harmonia e prazer nos contatos com quem temos que manter e conquistar.”

“Em 2011, não fique de cabeça baixa e nem empinada. Levante a poeira ou desça do céu. Saia pelo encontro das coisas que faltam. Seja doador, quando de algo bom a oferecer.”

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Liderança

Posted by HWBlog em 24/01/2011

” Para ser líder, é preciso estar por perto”

Executivo da Colgate (Citação extraída do livro ” O Princípio do Poder” de Blaine Lee)

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Aprenda a negociar com seu chefe, sem entrar numa saia justa

Posted by HWBlog em 24/01/2011

Encontre uma meta comum e terá uma boa razão e um clima saudável para falar.

Não importa qual o setor em que você atua ou a função que exerce – mais dia ou menos dia, você terá que olhar para seu chefe, manear a cabeça e dizer “não”.

Recentemente, a atriz Ana Paula Arósio fez isso. Alegando motivos pessoais, não compareceu aos primeiros dias de filmagem da novela Insensato Coração, que estreou na Rede Globo. Foi substituída. Após três meses de burburinho e uma série de hipóteses da imprensa, pediu desligamento da emissora. O fato veio a público na última semana por meio de comunicado oficial da rede de televisão.

Não se sabe ao certo quais as razões por trás da decisão da atriz e nem a maneira como ela negociou sua saída da novela, em outubro. No entanto, o caso coloca luz numa questão cara para todo profissional: como negociar com um superior sem que isso prejudique sua carreira?

A resposta prática para essa pergunta depende de conhecimento de estratégias de negociação, bom senso e muito jogo de cintura. “O problema é que as pessoas vão engolindo tantos sapos ao longo da carreira, que acabam colocando tudo a perder na hora de emitir uma opinião contrária”, afirma Eliane Figueiredo, diretora da consultoria Projeto RH.

Veja o que os especialistas recomendam para que você negocie da maneira correta com seus superiores, colaboradores ou colegas de trabalho.

1. Seja flexível

A questão não é apenas bater o pé em ritmo oposto ao da chefia. Mas abrir um canal de discussão com o objetivo de chegar a um cenário positivo para os dois lados.
Por isso, “ninguém pode entrar em uma negociação sem se preparar”, afirma José Roberto Valle, diretor da Scotwork do Brasil, empresa especializada em técnicas de negociação. Para negociar, ele explica, você deve ter bons argumentos em mãos e, principalmente, uma ótima noção do quanto quer e pode ceder.

Esse tipo de missão exige objetivos muito claros e um raciocínio argumentativo capaz de sustentá-los de uma maneira consistente. Mas também demanda versatilidade. Você precisa revisar seus limites e estabelecer até que ponto está disposto a abrir mão do seu ponto de vista.

2. Aposte na convergência

Uma das dicas do livro Conversas Decisivas (Editora Lua de Papel) é descobrir um objetivo mútuo entre as partes. “Encontre uma meta comum e terá uma boa razão e um clima saudável para falar”, afirmam os autores Kerry Patterson, Joseph Grenny, Ron Mcmillan e Al Switzler no capítulo “Proporcione segurança”.

Isso significa que você não deve investir, de cara, naquilo que é contrário à lógica proposta pela outra parte. Mas, sim, valorizar os aspectos convergentes entre os dois discursos. “É uma questão de entender as razões para a outra pessoa ter aquela opinião”, diz Eliane.

Se, por exemplo, seu superior insiste que você retome um projeto em nome dos bons resultados do seu departamento, mas você, ao contrário, acredita que outro desafio será mais eficaz, use o objetivo comum entre vocês dois de alcançar as metas como a chave da sua argumentação.

3. Entre com a solução

Agora, não caia na tentação de apenas apresentar seu ponto de vista e deixar a resolução do problema para seu chefe. Se você não concorda com um caminho proposto, é preciso sugerir uma solução plausível para o caso.

E, aqui, vale um exercício de fuga do próprio umbigo. Você deve pensar nessa solução tendo em vista não apenas seus próprios interesses, mas também os da outra pessoa envolvida na negociação.

Ao mesmo tempo, elabore contrapartidas para as propostas que forem surgindo ao longo da negociação. “Tenha sempre uma moeda de troca em mãos. Pense em sugestões que não custem muito para o outro lado”, diz Valle.

4. O que não fazer

Regra básica para um bom negociador? Mantenha a humildade. Sempre. “Não menospreze a situação”, diz Eliane. E muito menos a outra pessoa envolvida na situação.

“Você não pode romper a negociação de uma maneira intempestiva”, diz Valle. Eliane complementa: “O ‘não’ encaminha você para um beco sem saída”. Por isso, avaliam os especialistas, é importante manter uma postura flexível e aberta para o consenso entre as partes.

“Quando você entra com esse tipo de argumentação mostra senso crítico e comprometimento com o trabalho”, afirma Eliane. “Os chefes maduros não querem funcionários que falem amém para tudo. Eles valorizam profissionais que os ajudem a evoluir também”.

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CEOs nervosos costumam assumir menos riscos

Posted by HWBlog em 24/01/2011

Pesquisa indica que estado emocional do líder interfere em suas ações e na forma como encara as situações na empresa

Executivos nervosos são mais indicados para empresas que não gostam de assumir riscos

Os presidentes-executivos com personalidades tidas como “negativas”, como ansiosos e nervosos, costumam assumir menos riscos em nome do crescimento e da lucratividade. No entanto, a maturidade do profissional não causou muito impacto na escolha de assumir mais riscos. Essa é a conclusão de um estudo da Universidad de Burgos, na Espanha, divulgado pelo British Journal of Management, que também aponta que o nível de instrução também exerce um papel importante na hora de assumir mais riscos. Segundo a pesquisa, CEOs com maiores níveis de educação, tendem a optar por ações mais arriscadas.

O estudo foi baseado em um questionário enviado a todos os diretores de 70 bancos de investimento e 46 bancos de poupança espanhóis, em 2004. Em média, os pesquisados serviram o setor por 25 anos e atuaram como CEOs por, pelo menos, dez anos. Foram avaliadas as características demográficas e de personalidade, dividida em emoções positivas (como interesse e entusiasmo) e negativas (como forte preocupação e irritação).

A escolha de executivos do setor bancário foi feita pelo fato de que o gerenciamento de risco é mais central entre executivos de finanças e reguladores. Além disso, os relatórios financeiros de bancos costumam fornecer informações importantes sobre as características do risco tomado pelas instituições. Os pesquisadores usaram relatórios anuais e trimestrais entre 2001 e 2006, para avaliar esses riscos.

Tendo em vista o impacto das características positivas e negativas de personalidade na hora de assumir riscos, os autores do estudo recomendam bastante cautela no processo seletivo dos executivos. Segundo eles, pessoas com traços negativos de personalidade podem ser perfeitas para companhias que são contrárias a assumir muitos riscos.

Os pesquisadores também recomendam que os próprios executivos tenham consciência de seus traços psicológicos, para que estejam preparados para ir contra seus instintos, quando perceberem que isso pode afetar negativamente o andamento da empresa.

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Sentimento de culpa ajuda a formar bons gestores

Posted by HWBlog em 24/01/2011

Estudo indica que, quanto mais propenso à culpa, mais responsável e mais empenhado é o profissional

Pessoas culpadas têm um maior senso de responsabilidade, segundo pesquisa
Apesar de quase sempre ser relacionada a sentimentos ruins, a culpa pode render bons frutos nos negócios. Pelo menos é isso que indica uma pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Divulgada recentemente pela Harvard Business Review, ela mostra que as pessoas mais propensas ao sentimento de culpa são, em geral, vistas como melhores gestoras e rendem mais no trabalho que as outras.

O estudo foi feito com mais de 150 trabalhadores da área de finanças de uma empresa da Fortune 500, que leram uma série de situações em que deveriam dizer como se sentiriam, caso fizessem algo de errado, como despejar vinho no carpete da casa de um amigo. Depois das respostas, os autores relacionaram o resultado às performances dos profissionais na empresa e perceberam que a palavra “culpa” era entendida por eles como a sensação de ter falhado em algum ponto, de ter feito algo errado e até de não ter feito o que era preciso.

Partindo daí, os estudiosos perceberam que a propensão à culpa está fortemente ligada à noção de responsabilidade, o que faz com que as pessoas se façam cobranças e se sintam culpadas com mais intensidade. Em geral, elas também trabalham mais duro e se dedicam bem mais ao trabalho que aquelas que não possuem esse tipo de preocupação. Esse comprometimento com o trabalho e a empresa faz com que pessoas propensas à culpa aceitem demissões com mais facilidade e, ao mesmo tempo, tenham mais coragem de demitir um funcionário em nome do “dever cumprido” em relação ao empregador.

O reconhecimento também vem da culpa. Segundo uma pesquisa complementar feita com 200 estudantes do curso de MBA da Stanford, os profissionais mais “culpados” são vistos como os melhores líderes pelos colegas de trabalho, uma vez que se destacam por seu senso de responsabilidade exacerbado. Mas os estudiosos chamam a atenção para o fato de que provocar a culpa nos funcionários para conseguir melhores resultados e líderes mais empenhados pode ser uma faca de dois gumes. Apesar da eficácia da culpa sobre o trabalho de algumas pessoas, induzir esse sentimento pode gerar ressentimento, caso o profissional perceba.

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8 dicas para sua empresa sobreviver ao primeiro ano

Posted by HWBlog em 24/01/2011

Depois de abrir uma empresa, é provável que o empreendedor se depare com pelo menos um desses problemas: falta de clientes, de capital, dificuldades na administração e no planejamento, burocracia e alta carga tributária, mão de obra e concorrência. Segundo um levantamento feito pelo Sebrae/SP, esses são os principais motivos que levam ao fechamento de uma empresa. “O primeiro ano é um ano de sobrevivência, de tentar se manter no mercado. Até porque dificilmente a empresa vai ser rentável nesse período”, explica Sérgio Diniz, consultor da instituição.

“Esse primeiro ano é de muita tentativa e erro”, define Adir Ribeiro, sócio-diretor da Praxis Education, empresa especializada em conhecimento nas áreas de canais de distribuição, franchising e varejo. O resultado é que 18% dos empresários fecham antes dos doze meses e 61% perdem dinheiro por causa disso. Por isso, confira as dicas dos especialistas para passar longe da falência no primeiro ano de funcionamento da sua empresa.

Planeje-se
Esse é o ponto crucial para o sucesso ou fracasso de uma empresa. Por isso, ter um plano bastante alinhado é importante. “As coisas vão te tirando do rumo e o plano serve para você lembrar. Mas também não pode ser rígido a ponto de te fazer perder oportunidades. É uma bússola para os negócios”, explica Ribeiro.

Verifique sua capacidade financeira
A falta de capital é o segundo motivo que leva ao fim de um negócio. Por isso, nesse momento, o empreendedor precisa ter controle dos gastos. “O desespero financeiro faz você abraçar tudo e se perder. Tenha uma estrutura de gastos enxuta para não desestabilizar as finanças”, ensina Ribeiro. Por exemplo, exerça você mesmo cargos que não são essenciais.

Não perca o consumidor de vista
Para ter foco no negócio é preciso conhecer bem o mercado. “É importante acompanhar o comportamento do consumidor para ofertar sempre aquilo que ele está querendo”, diz o consultor do Sebrae/SP. À medida que vai conhecendo melhor o público, o empresário consegue acertar mais e criar uma frequência de compra. “Tenha uma gestão próxima dos clientes para não perder de vista o que eles querem. No começo você tem mais chances de fazer mudanças”, explica Ribeiro.

Fique de olho na concorrência
Conhecer e acompanhar os concorrentes ajuda a ver o que eles não fazem tão bem e ue pode virar uma oportunidade para o seu negócio conquistar o cliente. “Saiba também o que os seus concorrentes fazem melhor do que você e busque ações que neutralizem isso”, ensina Diniz.

Tenha mais de um fornecedor
Prospectar sempre novos fornecedores é importante. Para vender bem é preciso comprar bem e isso é um grande desafio no começo. “Ficar nas mãos de um mesmo fornecedor é arriscado. A internet ajuda a encontrar outros fornecedores, assim como feiras, exposições e seminários”, afirma o consultor do Sebrae/SP.

Aprenda a cuidar do estoque
O empresário que trabalha com estoque precisa fazer um controle rígido das mercadorias. Para os especialistas, estoque mal administrado significa que o capital de giro fica parado e vai faltar dinheiro no caixa.

Tenha controle sobre tudo
Contas, compras, finanças, caixa. É o empresário quem precisa ter controle sobre tudo que acontece na empresa. “O empreendedor precisa ter informações sobre o dia a dia para poder tomar decisões corretas e evitar a mortalidade”, ensina Diniz. Para o sócio-diretor da Práxis Education, a dica é não abraçar todas as oportunidades. “Você se desgasta e não desenvolve visão crítica”, alerta.

Não deixe seus valores de lado
É fato que no começo de um negócio as dificuldades são enormes,mas mantenha seus valores e sua reputação neste primeiro ano.“Ter disciplina está relacionado ao comportamento do empreendedor”, diz Ribeiro. “Isso serve para qualquer tipo de empresa. Sobreviver significa começar a ter lucros e recuperar o dinheiro investido na empresa”, afirma Diniz.

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6 Habilidades essencias para resolver conflitos

Posted by HWBlog em 21/01/2011

Você tem medo de conflitos?
Isso é perfeitamente normal!
Institivamente, nosso cérebro nos diz que um conflito é sinal de perigo, e nossa reação tende a se enfrentar ou fugir.
No entanto, temer conflitos pode pessoas “reféns piscológicos”, que ficam paralisados e incapazes de desafiar os outros.
Os conflitos são o sangue das organizações bem-sucedidas. As brigas, os desententimentos e os pontos de vista diversos sobre a estratégia e implementanção criam energia e oportunidade de mudanças, estimulam a criatividade e ajudam na formação de equipes mais bem alinhadas.
Muitas das maiores multinacionais do mundo, assim como governos e agências humanitárias, até já estimulam seus funcionários a levantar questões espinhosas por acreditarem que estão levando-os à inovação, a novos objetivos (e às mudanças necessárias para atingi-los).
Encarar um conflito tem seus riscos, é claro.
Se não for gerenciado adequadamente, o processo pode enfraquecer as equipes e minar o respeito mútuo, o comportamento e a confiança. No entanto, há motivos para crer que os conflitos podem resultar em ganhos para todos.

O que é conflito?

O conflito se manifesta como uma diferença entre duas ou mais pessoas ou grupos, caracterizada por tensão, desacordo, emoção ou polarização, em que o vínculo entre as duas partes é quebrado ou insuficiente.
É parte parte do ciclo dos relacionamentos. Quando os vínculos se quebram, a pessoas experimentam sensações de perda, desapontamento, frustração.
Se você for capaz de reconhecer que isso causa dor, terá melhor visão do problema e de como solucioná-lo.

Uma tática chave para lidarmos com um conflito é usar os olhos da razão, um dos mecanismos mais poderosos do cérebro. Com eles, exergamos certa situação e determinamos como agir ou reagir. Atletas por exemplo, melhoram bastante seu desempenho quando visualizam o primeiro lugar e nunca o perdem de vista.
Empresários e Executivos melhoram seus discursos em público apenas por imaginarem que estão cativando a audiência.
Ambos usam os olhos da razão, formados por experiências e escolhas, que definem a maneira de ver o mundo e, em última análise definirão o sucesso ou o fracasso ao lidarmos com o conflito.

Como os empresários e executivos podem aprender a usr os olhos da razão? Pesquisas de Chris Neck e Charles Manz apontam que por meio de um diálogo interior, dizendo a nós mesmos para enxegarmos a situação com oportunidade e não obstáculo.

Eis as seis habilidades essencias para resolver eventuais conflitos

1 – Criar e manter o vínculo, até mesmo com o “adversário”.
O segredo para interromper um conflito é criar ou recriar um vínculo com a outra parte.
Não temos de gostar de alguém para criarmos um vínculo com ele: precisamos somente de um objetivo em comum. Trate a pessoa como amigo e baseie a relação em respeito mútuo e cooperação.
Os líderes devem aprender a separar a pessoa do problema, a querer ajudar ou outro legitimamente e a evitar suas próprias reações negativas a fortes emoções dos outros.

2 -Estabelecer um diálogo e negociar
Em todos os momentos, é importante manter a onversa sobre o tema em questão, focar um resultado positivo e continuar attento ao aobjetivo comum.
É imperativo evitar ser hostil e agressivo.
O passo seguinte é a negociação, que inclui trocas. A conversa e a negociação criam uma transação genuína, produtiva e comprometida com duas vias. Precisamos investir nisso a energia do corpo, das emoções , do intelecto e do espírito.

3 – “Por o peixe sobre a mesa”
Ou seja, levantar uma questão difícil sem se passar por agressivo ou hostil. A analogia vem da Sicilia, onde os pescadores, que são extremamente unidos, colocam seus pescados sobre uma grande mesa para que todos os limpem juntos.
Eles trabalham arduamente e são recompensados com um grande jantar, prato principal: peixe, no final do dia.
Se você deixa um peixe sobre a mesa, ele começa a apodrecer e a cheirar mal. Mas, se o limpa, gera um resultado benéfico para todos.
O importante é lembrar que devemos ser diretos, ter respeito pelo outro e sempre ajudar o próximo, que, assim, vai nos respeitar também.
Para completar, o timing é importante: não seria benéfico levantar um tópico difícil quando a outra parte esta saindo para o aeroporto;

4 – Entender a causa do conflito
Para formar um diálogo com o intuito de resolver a questão, precisamos compreender a raiz do problema.
Entre as razões mais comuns para o desentendimento estão os diferentes objetivos, interesses e valores.
Pode haver percepções distintas do problema, como “É um problema no controle de qualidade” ou ” É um problema na produção” e também pode existir estilos de comunicação desiguais.
O poder, o status, a rivalidade, a insegurança, a resistência às mudanças e a confusão sobre as regras também podem gerar divergências.
Pessoas egoistas, por exemplo, costumar provocar, conflitos. Ainda é crucial determinar se o conflito tem a ver com interesses ou necessidades: interesses são mais transitórios e superficiais, como propriedade, renda ou até um emprego; as necessidades, mais básicas, como a sua identidade, segurança e respeito.
Conflitos que provovam perdas relativas a necessidades podem deixar grandes feridas por toda a vida. Às vezes, parece que o conflito tem relação com interesses, mas na verdade se ligaa uma necessidade.
Por exemplo, uma pessoa que deixou de ser promovida aparentemente ficou chateada por perder o ganho extra, mas, na verdade, sua dor é causada pela perda de respeito entre os pares ou até de identidade.

5 – Usar a lei da reciprocidade
Ela é a base da cooperação e da colaboração: o que você dá é o que você recebe.
As pessoas têm grande dificuldade com isso, mas não deveriam. Recentemente pesquisadores identificaram no cérebro humano uns “neurônios-espelhos”, sugerindo que nosso sistema límbico (parte emoional do cérebro), responsável pela empatia, “lê” s intenção alheia e os sentimentos do outro em relação a nós.
A troca mútua e a adpatação interna permitem que dois indivíduos fiquem sintonizados e interligados quanto a seus respectivos estados internos.
Portanto, uma técnica poderosa a fim de controlar qualquer tipo de disputa é a empatia com os sentimentos e as opiniões dosi outros, determinando o modo de nos expresssarmos, seja verbalmente ou não.
Essa atitide no meio social permite que façamos as corretas concessões no momento certo. Quando concedemos alguma coisa , esperamos uma resposta boa da outra parte. E, quando percebemos que nos fizeram concessões, devemos fazer o mesmo.

6 – Construir uma relação positiva
Uma vez que um vínculo foi estabelecido, devemos tanto fortalecer a relação como buscar nossos objetivos.
Precisamos equilibrar a razão com a emoção, porque as emoções, como o medo, a raiva, a frustração e até mesmo o amor, podem pertubar a racionalidade.
Precisamos compreender o ponto de vista do outro, não importanto se concoradmos com ele ou não. Quanto mais eficaz for a comunicação de nossas diferenças e das àreas de concordância, mais entenderemos as preocupações dou outro e maiores as possibilidades de chegar a um acordo que satisfaça as duas partes.
Os vínculos mais profundos foram baseados no que o psicólogo Carl Rogers chamou de “olhar positivo incondicional”.
Em suma, sentir-se aceito, digno e valorizado são necessidades psicológicas básicas de todo o mundo. Basta lembrar-se disso e de que, com a negociação de reféns demonstra, é mais produtivo persuadir do que coagir.

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Profissionalizar ou não profissionalizar, eis a questão

Posted by HWBlog em 19/01/2011

Adotar boas práticas está diretamente ligado à capacidade de crescimento sustentado e à própria perenidade do negócio. Veja o que Miguel Abdo, Diretor da Naxentia acrescenta sobre o tema

No momento em que o Brasil se torna um dos destinos preferidos dos investidores estrangeiros, em especial o segmento de médias empresas, mais do que nunca, o dilema da profissionalização aparece com muita força.

O investidor busca essencialmente empresas que tenham um bom potencial de crescimento e que estejam em setores importantes da economia. O nível de transparência e as boas práticas de gestão corporativas também são levados em consideração na hora de investir, já que, geralmente, o investidor estrangeiro é avesso a risco.

Adotar boas práticas está diretamente ligado à capacidade de crescimento sustentado e à própria perenidade do negócio. Ou seja, é uma questão de sobrevivência e crescimento.

Principalmente em empresas familiares, a necessidade de profissionalização de gestão é evidente. Estima-se que apenas 15% das empresas familiares sobrevivem à terceira geração.

Na maioria dos casos, o desaparecimento está ligado diretamente a conflitos entre os familiares e a ausência de uma profissionalização da gestão. A história mostra uma série de exemplos de empresas familiares de médio porte que não adotaram boas práticas de gestão – ou não sofreram um processo de profissionalização – e acabaram desaparecendo mesmo antes de se tornarem realmente grandes.

Há exemplos de empresas familiares dos mais diversos segmentos que não conseguirem crescer o suficiente e nem ao menos sobreviver ao longo do tempo. Rede Zacharias, Casa Jose Silva, BRA, G Aronson, Arapuã, Casa Albano, Casa Pekelman são alguns casos bem conhecidos.

Apesar da particularidade de cada um, podemos afirmar que todas estas empresas sucumbiram principalmente por falta de gestão adequada e também pela incapacidade de seus fundadores de abandonarem o velho estilo de gestão que os sustentou ao longo do tempo.

Algumas medidas simples podem ajudar a evitar este tipo de cenário. Considerando especificamente as empresas de gestão familiar, planejar a sucessão com antecedência, criar um conselho com integrantes externos e definir, inclusive, um ‘acordo de família’ são pontos que podem garantir a sobrevivência da companhia.

Por outro lado, há uma série de exemplos de empresas familiares que souberam profissionalizar a companhia e adotaram boas práticas corporativas. Entre elas, podemos citar cases como Pão de Açúcar, Odebrecht, Camargo Correa e Gerdau.

Assim como o grupo de empresas citado anteriormente, todas também são familiares, porém cresceram e prosperaram basicamente modernizando os seus processos e permanecendo atualizadas por meio da adoção de boas práticas de gestão corporativas.

A probabilidade de uma empresa de porte médio crescer, se desenvolver e perenizar sem a adoção de práticas de gestão é extremamente baixa. Ainda mais com a globalização, a ascensão chinesa e a informatização da receita federal – que impede qualquer tipo de alteração de dados fiscais -, o crescimento de uma companhia, a atratividade para possíveis investidores e o ganho de competitividade estão diretamente ligados à gestão. E, para ser eficiente, a gestão precisa ser profissional.

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Faça de 2011 o ano da sua empresa!

Posted by HWBlog em 19/01/2011

Aproveite para colocar em prática ideias e projetos que ficaram arquivados em 2010.

O ano começou e, com ele, as expectativas, projeções, metas e objetivos são ações que preocupam os líderes das empresas. Você já parou para pensar nisso? O que fazer para diferenciar sua organização das outras neste novo ano?

Uma coisa é certa: a fim de não ficar atrás das concorrentes, mudanças são necessárias. Afinal, cada vez mais os clientes exigem inovações nos produtos e serviços oferecidos pelas empresas.

Além disso, essas alterações são bem vistas também pelos próprios funcionários. Para se ter uma ideia, de acordo com uma pesquisa recente da Philips com 875 brasileiros, 45% deles não estão satisfeitos com a remuneração que recebem.

Diante disso, o que fazer para deixar seus colaboradores mais felizes? Como tornar sua empresa diferenciada em 2011? Em primeiro lugar, é necessário colocar em prática a educação empreendedora.

Fazem parte deste conceito, noções de respeito às diferenças, sustentabilidade e organização do tempo. Por meio de atitudes como essa, a rotina da empresa flui melhor, já que a administração eficaz das horas de trabalho gera mais produtividade, só para citar um exemplo.

Além disso, é fundamental manter unida a equipe de profissionais. Para isso, uma das primeiras ações é respeitar as diferenças entre os funcionários e encará-los como peças essenciais para o desempenho eficaz das atividades de sua empresa. Assim, o ambiente de trabalho torna-se mais colaborativo e os clientes internos têm melhores rendimentos na rotina organizacional.

Estimular a criatividade e o desenvolvimento de novos projetos é outro elemento que colocará seus negócios na dianteira. Mas o que significa ter colaboradores criativos?

Para a empresa, representa riqueza de ideias e pensamentos, o que certamente contribui na hora de tomar decisões ou desenvolver novos produtos ou serviços. A vantagem é estendida também aos outros clientes, os consumidores.

Cada vez mais exigentes, eles buscam inovações e empresas que estejam à frente em diversos pontos, como responsabilidade social e preocupação com questões ligadas ao meio ambiente e à sustentabilidade.

Mas não é só isso. Além de implantar ações criativas e que coloquem sua organização na vanguarda corporativa, é importante também interpretar as tendências do momento.

Um exemplo: em 2011, uma das expectativas gira em torno da maior participação feminina nos ambientes profissionais. E qual o significado disso? Sem dúvida, representa mais delicadeza, flexibilidade e praticidade na tomada de decisões, características que fazem das mulheres ótimas líderes nos negócios.

Por falar em tendências, outra maneira de ganhar destaque é não ficar alheio às novas tecnologias. Ou seja, busque compreender as inovações e veja as possibilidades de seu negócio continuar próspero também no mundo virtual.
Para isso, estabeleça mais afinidade com as mídias sociais, por exemplo, locais em que é possível ficar relativamente mais próximo de seus consumidores. Desta forma, a maior comunicação e interatividade com seus clientes permitem que você conheça melhor as reais necessidades do público.

Estamos ainda nos primeiros dias do ano, mas não fique parado! Aproveite para colocar em prática ideias e projetos que ficaram arquivados em 2010. Integre a equipe de funcionários, as metas de sua empresa e os anseios dos clientes! Fuja do comum: implemente mudanças que surpreendam tanto os clientes internos quanto os consumidores! Faça de 2011 o ano de sua empresa!

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