PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Brasil adota nova medida para frear alta do real

Posted by HWBlog em 12/03/2012

Aumento da incidência do Imposto sobre Operações Financeiras é mais uma medida para controlar a cotação da moeda

A semana no mercado brasileiro começa com o anúncio de mais uma Medida visando frear a valorização real frente ao dólar. O governo anunciou no Diário Oficial da União desta segunda-feira a ampliação da incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 6 por cento sobre empréstimo externo para até cinco anos. Em abril do ano passado, o governo já havia elevado de um para dois anos o prazo da incidência do IOF a 6 por cento, mas o prazo foi estendido para três anos em 1 de março.

Já as principais praças financeiras globais adotavam um tom comedido nesta segunda-feira, com investidores avaliando o efeito de números fortes do mercado de trabalho norte-americano da semana passada sobre as perspectivas de crescimento e o potencial fim da política monetária expansionista dos bancos centrais. Dados fracos sobre o comércio exterior na China, que resultaram em um déficit comercial mensal recorde para fevereiro, também abrandavam o ímpeto verificado nas últimas sessões.

As exportações na China cresceram 18,4 por cento em termos anuais em fevereiro e as importações avançaram 39,6 por cento, ante queda de 0,5 por cento e de 15,3 por cento em janeiro, respectivamente, de acordo com dados da Administração Geral das Alfândegas do país. O país registrou déficit de 31,5 bilhões de dólares, após ter ficado superavitário em 27,3 bilhões de dólares em janeiro.

Economistas ouvidos pela Reuters esperavam crescimento de 32 por cento nos embarques e de 27% das importações, com déficit comercial de 4,91 bilhões de dólares. Na Europa, a Itália confirmou a retração trimestral de 0,4% do PIB nos últimos três meses de 2011, mas o foco seguia na Grécia, em razão da avaliação de sexta-feira da International Swaps and Derivatives Association (ISDA) de que a reestruturação da dívida grega se trata de um evento de crédito, o que faz com sejam acionados os pagamentos dos CDS relacionados aos títulos gregos. A própria ISDA, contudo, não vislumbrava um grande impacto de tal evento sobre os mercados financeiros.

Às 7h45, o índice europeu FTSEurofirst 300 oscilava ao redor da estabilidade e o futuro do norte-americano S&P 500 retraia 0,07 por cento – 1 ponto. O MSCI para ações globais cedia 0,16 por cento e para emergentes, 0,48 por cento. O MSCI de ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão verificava decréscimo de 0,76 por cento.

Em Tóquio, o Nikkei fechou em baixa de 0,40 por cento. O índice da bolsa de Xangai terminou com declínio de 0,19 por cento. Entre as moedas, o euro era cotado a 1,3122 dólar, ante 1,3113 dólar na sexta-feira. O índice DXY, que mede o valor do dólar ante uma cesta com as principais divisas globais, perdia de 0,11 por cento.

Em relação ao iene , o dólar cedia a 82,26 ienes, ante 82,42 ienes na última sessão. No caso das commodities, o petróleo do tipo Brent caía 0,78 por cento em Londres, a 125 dólares, enquanto o barril negociado nas operações eletrônicas em Nova York recuava 0,83 por cento, a 106,51 dólares.

CÂMBIO – O dólar fechou a 1,7850 real, em alta de 1,31 por cento frente ao fechamento anterior.

BOVESPA – O Ibovespa caiu 0,31 por cento, para 66.703 pontos. O volume financeiro na bolsa foi de 6,53 bilhões de reais.

ADRs BRASILEIROS – O índice dos principais ADRs brasileiros caiu 0,37 por cento, a 34.024 pontos.

JUROS – No call das 16h, o DI janeiro de 2014 estava em 9,230 por cento ao ano, ante 9,300 por cento no ajuste anterior.

EURO – Às 19h23, a moeda comum europeia era cotada a 1.3126 dólar, ante 1,3270 dólar no fechamento anterior nas operações norte-americanas.

RISCO-PAÍS – O risco Brasil caía 6 pontos, para 180 pontos-básicos. O EMBI+ cedia 5 pontos, a 317 pontos-básicos.

BOLSAS DOS EUA – O índice Dow Jones fechou em alta de 0,11 por cento, a 12.922 pontos, o S&P 500 registrou valorização de 0,36 por cento, a 1.370 pontos, e o Nasdaq ganhou 0,60 por cento, aos 2.988 pontos.

PETRÓLEO – Na Nymex, o contrato de petróleo mais curto fechou em alta de 0,82 dólar, ou 0,77 por cento, a 107,40 dólares por barril.

TREASURIES DE 10 ANOS – O preço dos títulos do Tesouro norte-americano de 10 anos, referência do mercado, caía, oferecendo rendimento de 2,0296 por cento, frente a 2,016 por cento no fechamento anterior.

Paula Laier (Reuters): Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Brazil adopts new measures to curb the high real
Increasing the Tax on Financial Operations is more a measure to control the value of the currency
The week starts on the Brazilian market with the announcement of yet another measure aimed at stopping the real appreciation against the dollar. The government announced in the Official Gazette on Monday the expansion of the Tax on Financial Operations (IOF) of 6 percent on foreign loan for up to five years. In April last year, the government had already increased by one to two years the period of incidence of the IOF 6 percent, but the deadline was extended to three years on March 1.
Since the main global financial centers embraced a moderate tone on Monday as investors assessed the effect of strong numbers in the labor market of the U.S. last week about the growth prospects and the potential end of the expansionary monetary policy of central banks. Weak data on foreign trade in China, which resulted in a record monthly trade deficit for February, also slowed down the momentum seen in recent sessions.
Exports in China grew 18.4 percent year on year in February and imports advanced 39.6 percent from down 0.5 percent and 15.3 percent in January, respectively, according to data from General Administration of Customs. The country registered a deficit of $ 31.5 billion, after it became surplus of 27.3 billion dollars in January.
Economists polled by Reuters had expected 32 percent growth in shipments and 27% of imports, trade deficit of 4.91 billion dollars. In Europe, Italy confirmed the 0.4% quarterly contraction in GDP in the last three months of 2011, but the focus followed in Greece, due to the assessment Friday of the International Swaps and Derivatives Association (ISDA) that Greek debt restructuring it is a credit event, which makes payments are triggered CDS related to Greek bonds. ISDA itself, however, is not envisioned in such an impact event on financial markets.
At 7:45, the European FTSEurofirst 300 index fluctuated around the stability and future of the U.S. S & P 500 retract 0.07 percent – one point. The MSCI global equities yielded to 0.16 percent and emerging markets, 0.48 per cent. The shares of the MSCI Asia Pacific excluding Japan checked decrease of 0.76 percent.
In Tokyo, the Nikkei closed down 0.40 percent. The Shanghai stock index ended with a decline of 0.19 percent. Among currencies, the euro was quoted at $ 1.3122, up from $ 1.3113 on Friday. The DXY index, which measures the value of the dollar against a basket of major global currency, lost 0.11 percent.
Against the yen, the dollar yield to 82.26 yen against 82.42 yen in the last session. In the case of commodities, the Brent crude oil fell 0.78 percent in London, $ 125, while a barrel in electronic trading operations in New York shrank 0.83 percent, to $ 106.51.
EXCHANGE – The dollar closed at 1.7850 real, up 1.31 percent against the previous close.
BOVESPA – The Bovespa index fell 0.31 percent to 66,703 points. The funds in the stock market was 6.53 billion reais.
ADRs BRAZILIAN – The index of leading Brazilian ADRs fell 0.37 percent at 34,024 points.
INTEREST – On call 16h, ID January 2014 was 9.230 percent per year, up from 9.300 percent in the previous setting.
EURO – At 19h23, the common European currency was quoted at 1.3126 U.S. dollars, up from $ 1.3270 the previous close on the North American operations.
COUNTRY RISK – The risk in Brazil fell six points to 180 basis points. The EMBI + yielded five points to 317 basis points.
U.S. GRANTS – The Dow Jones industrial average closed up 0.11 percent at 12,922 points, the S & P 500 recorded an appreciation of 0.36 percent, to 1,370 points and the Nasdaq gained 0.60 percent to 2988 points .
OIL – On Nymex, the shorter oil contract closed up $ 0.82, or 0.77 percent, to $ 107.40 per barrel.
Treasuries OF 10 YEARS – The price of securities of the U.S. Treasury for 10 years, the reference market fell, offering yield of 2.0296 percent, compared to 2.016 percent in the previous closing (Reuters): Author

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Executivos acham arriscado investir em redes sociais

Posted by HWBlog em 12/03/2012

Estudo aponta nove passos para as empresas minimizarem o lado negativo e terem sucesso na estratégia

O Brasil é reconhecido como um dos países mais sociáveis do mundo e reflete isto sendo uma grande potência nas mídias sociais. As marcas nacionais, no entanto, não se igualam à média global na questão de como utilizar as plataformas da melhor maneira para atingir o consumidor online. Um estudo da Forbes em parceria com a agência de Relações Públicas Weber Shandwick mostrou que os executivos brasileiros ainda veem mais riscos do que ganhos nas mídias sociais e criou um guia com nove passos para que as empresas obtenham sucesso na estratégia de sociabilidade.

A pesquisa entrevistou 1.897 profissionais de 50 países, incluindo o Brasil, e concluiu que a maioria das empresas brasileiras ainda trata as redes sociais como uma ferramenta de ativação e não como fator de negócio. No mundo, em geral, a área já é utilizada para que as empresas entendam seu produto ou serviço na sociedade.

Uma das amostras da dificuldade das marcas nacionais em lidarem com a sociabilidade é que os executivos brasileiros ainda têm um pé atrás sobre os ganhos do investimento. Para 41% dos entrevistados do Brasil, os riscos de apostar nas plataformas são maiores que os ganhos, contra 23% que acham o mesmo globalmente. Na média mundial, 54% acreditam que os ganhos são maiores que os riscos, contra 39% dos brasileiros.

“Ainda existe um receio das mídias sociais no Brasil. Aqui se criou um mito de que as redes só servem para fazer entretenimento e humor, o que restringe o público. Nas empresas globais elas são tratadas seriamente, como algo que agrega valor ao negócio e não apenas para ativar produtos”, diz Everton Schultz, Diretor de Mídias Sociais da Weber Shandwick.

Engajamento é fator menos importante

Outro ponto que demonstra que as redes sociais ainda não têm todo seu potencial aproveitado é a importância que as empresas dão para elas em relação à reputação da marca. Para 64% dos executivos brasileiros a qualidade do atendimento ao cliente é o mais importante, seguida por qualidade da marca (60%) e dos talentos (51%). O engajamento online fica em último lugar, com 47%.

“Quando vemos que o atendimento ao consumidor é mais importante para as empresas do que o engajamento online fica claro que as redes sociais não são vistas como fator de negócio, já que a maior parte do atendimento hoje em dia é realizada na internet. Um item está diretamente associado ao outro e, se as empresas não percebem isso, elas ainda não dão a importância certa às plataformas”, diz Schultz.

Nove passos da sociabilidade

Com base nos resultados, o estudo criou nove passos para guiar as marcas na busca pela sociabilidade e no melhor uso das plataformas. O primeiro é a questão da mensagem, que deve ser tão importante quanto a presença em um canal. Um ponto positivo para o Brasil é que as marcas brasileiras estão à frente das globais na criação de conteúdos específicos para as redes sociais, com 36% contra 28%.

“O fato de termos um bom resultado em relação ao conteúdo específico para as mídias sociais mostra que estamos atentos à realidade do nosso público, já que os brasileiros usam muito as redes sociais. O ponto mais importante, no entanto, é se este conteúdo é relevante”, diz Schultz.

Para atingir a relevância é preciso especificar ainda mais. Em primeiro lugar, deve-se identificar uma audiência qualificada, diretamente associada ao negócio da empresa, para criar a interação. Também é importante construir um projeto editorial para cada mídia, sem copiar informações do Twitter para o Facebook, por exemplo. Já o principal ponto, e mais desafiador, é ir além dos concursos, eventos e da notícia broadcasting, puramente de divulgação. O ideal é dizer algo interessante para a sociedade e sobre os assuntos atuais, e não apenas sobre a empresa.

Coloque sua marca em movimento

A segunda dica é espalhar a presença da marca pelas redes sociais, utilizando o maior número possível de canais, mas sempre com um plano definido por trás. Neste caso, a presença brasileira está bem próxima dos resultados globais, mostrando novamente que a questão não é estar nas plataformas, mas sim o conteúdo gerado. O Twitter obtém um destaque no país, com 64% de uso contra 58% das respostas globais.

“O Twitter teve um grande boom no Brasil, até pela facilidade de criar um perfil da empresa no canal. Mas este número pode não mostrar a realidade, já que várias marcas acabam deixando seus perfis desatualizados. Houve uma corrida para se estar presente no Twitter, mas muitos não identificaram quem querem atingir ou o que falar para os seguidores”, afirma Schultz.

Um ponto menos dominado pelo Brasil é a atuação das marcas em aplicativos móveis: o resultado foi de 48% de presença contra 54% das globais. “O receio em relação ao retorno sobre o investimento no mobile é muito grande no Brasil. Inclusive porque ainda é arriscado apostar nos aplicativos, já que a banda larga é ruim e os smartphones são caros, atingindo pouca gente. Analisando o mercado, podemos apostar que esta realidade mudará em breve. Com os incentivos do governo, a banda deve melhorar e muito em breve os aparelhos terão uma grande queda de preços. Tenho certeza de que, se fizéssemos esta pesquisa daqui a dois meses, a resposta seria diferente”, afirma Schultz.

Integre ou morra

Para evoluir na gestão de reputação da marca, as empresas devem principalmente integrar o trabalho com as mídias sociais a todas as áreas, e não restringi-las a apenas um departamento da empresa. O estudo mostrou que já existe uma importância em relação a este ponto, já que 69% dos executivos brasileiros afirmaram que a estratégia é parte do planejamento geral de Comunicação e Marketing.

O próximo desafio, e a terceira dica, é que as empresas levem as mídias sociais à organização como um todo, para além destas duas áreas. “Ainda existe um longo caminho à fExecutivos do Brasil veem riscos em redes sociaisrente em relação à integração. É preciso que a estratégia esteja na base do plano de negócios e que permeie toda a empresa. Para evoluir, devemos parar de pensar nas mídias sociais apenas como uma ferramenta de marketing e vê-las como parte integrante do negócio”, diz Schultz.

O quarto ponto proposto pelo estudo reforça a importância de estruturar internamente a companhia para trabalhar com as mídias sociais. É preciso integrar, mas também é importante designar um núcleo que trabalhe diretamente com os canais e coloque o social no centro. Neste quesito, o Brasil teve um resultado positivo. Mais da metade dos executivos brasileiros (51%) respondeu que a gestão interna das mídias sociais é coordenada por um departamento e 76% afirmaram que a marca tem um estrategista ou gerente de mídias sociais.

O quinto ponto é que as marcas aprendam com o conteúdo e levem este aprendizado a uma ação para melhorar seus produtos ou serviços. É importante publicar, mas monitorar é mais ainda. “É preciso dar a importância correta às mídias sociais e correr alguns riscos. A estratégia está acertada quando uma empresa percebe uma demanda nas redes e leva para uma ação, como modificar um produto ou um serviço”, diz Schultz.

Segundo o levantamento, 43% dos executivos brasileiros pesquisam e monitoram seus perfis para saber o que os clientes esperam da marca, contra 30% da média global. Em relação a mudanças, 37% afirmaram que já realizaram alterações em algum produto ou serviço baseadas em comentários nas mídias sociais, contra 26% no geral, e 33% dos brasileiros já mudaram uma mensagem da marca a partir de atitudes percebidas na internet, número também mais alto do que a média global, de 27%.

O sexto passo é a mensuração da estratégia. Dos executivos brasileiros, 100% responderam que medem a efetividade das mídias sociais, contra 98% a nível global. “Se uma empresa realiza alguma ação ela tem números. O fato de todos os executivos terem afirmado que medem a efetividade da estratégia nas mídias sociais não é necessariamente um sucesso. O que se faz com estes números, qual a relevância do número de likes?”, provoca Schultz. O número de likes é realmente o principal método utilizado para medir as iniciativas nas redes, com 40% das respostas. Em segundo lugar, com 39%, está a quantidade de fãs.

Pense global

O sétimo ponto que o estudo sugere é que é mais importante pensar globalmente, em relação a ações nas mídias, do que localmente. Este fator ainda não adquiriu importância para os brasileiros, que o consideram o menos significativo.

O tema do oitavo passo é o mesmo: conte com o apoio de fora. Neste caso, tanto as empresas nacionais quanto as internacionais têm pouca ajuda de fora na gestão das mídias sociais. Apenas 27% dos brasileiros e 25% dos globais usam um fornecedor externo para medir a efetividade.

Por último, a dica para as marcas é que estejam alertas para mudanças nas redes sociais como um todo. Em relação ao Facebook, as questões de privacidade são as principais preocupações para 39% no Brasil e 31% no mundo. Outro ponto é saber gerenciar uma crise e responder a críticas negativas. “Nacionalmente, temos o costume de usar as redes sociais de maneira agressiva, muito para reclamar das empresas. É preciso estar preparado para ouvir, analisar, responder e melhorar”, diz Schultz.

Forbes em parceria com a agência de Relações Públicas Weber Shandwick: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Executives find it risky to invest in social networks
Study points nine steps for companies minimize the negative side and succeed in the strategy
The Brazil is recognized as one of countries more sociable the world and reflects this being a great power in social media. National brands, however, not equal to global average in matter of how to use’s platforms best way to achieve the consumer online. A study of Forbes in partnership with the agency Public Relations Weber Shandwick showed that executives Brazilians still see more risks than gains in social media and created a guide with nine steps to that companies obtain success in strategy sociability.
The research interviewed 1897 professionals 50 countries, including Brazil, and concluded that most Brazilian companies still treats the social networks as one activation tool and not as factor business. In the world, in general, the area already is used to that companies understand your product or service in society.
One of samples of the difficulty of the national brands in cope with sociality is that executives Brazilians still have one foot ago about the gains of investment. To 41% of respondents of Brazil, the risks of betting on platforms are larger that the gains, against 23% who think the same globally. In world average, 54% believe that the gains are larger that risks, against 39% of Brazilians.
“Still exists a fear of social media in Brazil. Here if created one myth that the networks only serve to make entertainment and humor, which restricts the public. In companies global they are treated seriously, as something that aggregates value to business and not just to activate products, “says Everton Schultz, Director of Social Media of Weber Shandwick.
Engagement is least important factor
Another point that demonstrates that social networks still not have every its potential leveraged is the importance that companies give for them in relation to brand reputation. To 64% of executives Brazilians the quality of customer service is the most important, followed by brand quality (60%) and of the talents (51%). The engagement online gets in last place, with 47%.
“When we see that health care to consumer is more important for companies than the engagement online becomes clear that social networks are not seen as factor business, since most part of meeting today in days is performed in internet. An item is directly associated with the other and, if companies do not realize this, they still do not give the importance certain to the platforms “, says Schultz.
Nine steps of sociability
Based on the results, the study created nine steps to guide the marks in the search by sociability and in the best use of the platforms. The first is the question of message; which should be as important as the presence on a channel. A positive point for the Brazil is that the Brazilian brands are ahead of global in content creation specific for the networks social, with 36% against 28%.
“The fact terms one good result in relation to specific content for social media shows that we are attentive to reality of our audience, already that Brazilians use very social networks. The most important point, however, is whether this content is relevant “, says Schultz.
To achieve the relevance is need to specify even more. Firstly, must-identify itself one qualified audience, directly associated to company’s business, to create the interaction. Also is important to build one editorial project for each media, without copying information from Twitter for the Facebook, for example. Already the main dot, plus challenging, is to go beyond of competitions, events and News broadcasting, purely of disclosure. The ideal is say something interesting for society and about the current affairs, and not just about the company.
Place your brand in motion
The second tip is to spread the brand’s presence by social networks, using the largest possible number of channels, but always with one plane defined behind. In this case, the Brazilian presence is well next of the overall results, showing again that the question is not be in the platforms, but yes content generated. Twitter gets a highlight in the country, with 64% usage compared to 58% of overall responses.
“The Twitter had one big boom in Brazil, until by ease of create a company profile in the channel. But this number may not show the reality, since several brands end up leaving their profiles outdated. There was one race to if be present in Twitter, but many do not identified whom they want achieving or that shall speak for the followers “, affirms Schultz.
One point least dominated by Brazil is the actuation of the marks in mobile applications: the result was 48% of presence against 54% of global. “The fear in relation to return on investment in mobile is very large in Brazil. Inclusive because they still is risky bet on applications, already that broadband is bad and the smartphones are expensive, reaching few people. Analyzing the market, we can bet that this reality will change soon. With government incentives, the banda must improve and very soon apparatus will one great fall of prices. I’m sure, if we did this search two months from now, the answer would be different “, affirms Schultz.
Integrate or die
To evolve in managing brand reputation, companies must mainly integrate work with social media to all areas, and not restrict them to only one company department. The study showed that already exists one importance in relation to this point, since 69% of executives Brazilians affirmed that the strategy is part of general planning of Communication and Marketing.
The next challenge, and third hint, is that companies lead social media to organization as a whole, beside these two areas. “Still exists one long way to the fExecutivos of Brazil see risks in networks sociaisrente in relation to integration. It takes that the strategy is at the base of business plan and that it will permeate entire company. To evolve, we must stop thinking in social media only as one marketing tool and sees-las as an integral part of business “, says Schultz.
The fourth proposed point by study reinforces the importance of structuring internally at company to work with social media. You need to integrate, but also is important designate a nucleus that work directly with the channels and place the social in the center. In this item, Brazil had one positive result. More than half of executives Brazilians (51%) replied that the internal management of social media is coordinated by a department and 76% affirmed that the brand has one strategist or manager social media.
The fifth point is that brands learn with the contents and they shall bear this learning to an action to improve their products or services. It is important publish, but monitor is more yet. “We must give the importance correct to social media and run some risks. The strategy is set for when a company perceives a demand in networks and takes to an action, how to modify one product or one service, “says Schultz.
According to the survey, 43% of executives Brazilians researching and monitor their profiles for know what customers expect from brand, against 30% the global average. Regarding the changes, 37% said they have already made changes to any product or service based on comments in social media, versus 26% overall and 33% of Brazilians have changed a brand message from perceived attitudes on the Internet, number also higher than the global average of 27%.
The sixth step is the measurement of strategy. Dos executives Brazilians, 100% answered that measure the effectiveness of social media, against 98% to global level. “If one company performs some action she has numbers. The fact all executives have asserted that measure the effectiveness of the strategy in social media is not necessarily one success. What one does with these numbers, which the relevance of number of likes? “, Provokes Schultz. The number of likes is really the chief method used to measure the initiatives in networks, with 40% of answers. Secondly, with 39%, is the amount of fans yet.
Think global
The seventh point that the study suggests is that is more important think globally, in relation to actions in the media, than locally. This factor has not yet acquired importance for the Brazilians, which consider him the least significant.
The theme of eighth step is the same: count with the support from outside. In this case, both businesses national as those international have little outside help in the management of social media. Only 27% of Brazilians and 25% of global zones use one external supplier to measure the effectiveness.
Lastly, the hint for brands is that are alerts to changes in social networks as a whole. In relation to Facebook, privacy issues are the main concerns to 39% in Brazil and 31% in the world. Another point is knowing manage a crisis and respond to criticism negative. “Nationally, we have the custom of using social networks aggressively, very to complain of enterprises. It takes be prepared to listen, analyze, respond and improve “, says Schultz.

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Quando certos empresários vão acordar?

Posted by HWBlog em 12/03/2012

Quando certos empresários vão acordar?

Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos vir tirar o meu pedido.

Eu sou o homem que vai a uma loja e aguarda calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas.

Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de receber uma encomenda, mas não reclama quando a recebe somente após três semanas.

Eu sou o homem que, quando entra numa empresa, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.

Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar ao telefone. E espera pacientemente enquanto os funcionários trocam ideias ou, simplesmente, abaixam a cabeça e fingem não me ver.

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.

Engana-se. Sabe quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta !

Divirto-me, vendo milhões serem gastos todos os anos em anúncios de todo tipo, com o objetivo de levar-me de novo à sua empresa.

Quando fui lá, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me dar um pouco de “ATENÇÃO”.

Clientes podem demitir todos de uma empresa, do mais alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.

Quando as tecnologias são iguais ou parecidas, o que faz a diferença é o atendimento. É impressionante como muitos empresários não investem no treinamento do seu pessoal neste sentido. Enquanto isto o negócio vai ladeira abaixo.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

When certain business owners will wake up?
I am the man who goes to a restaurant, sits at a table and patiently waiting while the waiter does everything but come take my order.
I am the man who goes to a store and wait in silence, while the vendors end their conversations.
I am the man who explains his desperate and immediate need to get an order, but does not complain when given only after three weeks.
I am the man who, when entering a company, seems to be asking a favor, hoping for a smile or just waiting to be noticed.
I am the man who walks into a bank and waits quietly that receptionists and cashiers finish talking on the phone. And wait patiently while the staff exchange ideas or simply bow their heads and pretend not to see me.
You must think I’m a quiet person, patient, the kind that never creates problems.
You’re wrong. You know who I am? I am the customer who never comes back!
I have fun, seeing millions being spent every year on ads of all kinds, with the goal of bringing me back to your company.
When I went there, everything should have done was just a little kindness, so cheap, give me a bit of “CAUTION”.
Customers can fire all of a company’s top executive down, simply by spending his money somewhere else.
When technologies are the same or similar, what makes the difference is the service. It’s amazing how many entrepreneurs do not invest in training their staff in this regard. Meanwhile the business is going downhill.

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