PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Pessoas “do contra” no trabalho não têm ambição profissional

Posted by HWBlog em 10/07/2012

Pessoas “do contra” no trabalho não têm ambição profissional

Muitas pessoas perdem tempo desejando mal a empresa em que trabalham, infelizmente, isso é mais comum do que parece

No ambiente corporativo existem aquelas pessoas que “torcem o nariz” para tudo e para todos. São conhecidos como profissionais “do contra”.

Para elas, tudo é complicado, quase impossível. E mais, quando ela percebe que as coisas podem realmente dar certo, mais ela torcem contra, para que tudo dê errado.

Muitas pessoas são naturalmente pessimistas e acomodadas e para elas é mais fácil ter pensamentos negativos do que positivos. Este tipo de atitude é comum em quem não têm ambição profissional ou objetivo na carreira.

“É triste pensar que muitas pessoas perdem tempo desejando mal aos outros ou a empresa em que trabalham, mas infelizmente isso é mais comum do que parece. Muitos profissionais preferem falar mal da empresa ou do chefe do que mudar de atitude e de empresa. Para eles é muito mais fácil torcer contra do que arregaçar as mangas e tentar ajudar”.

Hora da virada

Se você se identificou com esta situação ainda é possível mudar. Para isso, damos cinco dicas para ajudá-lo a transformar pensamentos ruins em bons resultados:

■Não se contamine ou se deixe influenciar: evite comentários negativos, em toda empresa você encontrará pessoas insatisfeitas por algum motivo. Pessimistas não vão muito longe;

■Pense positivo: boas energias atraem bons resultados, esse é um processo natural. Em vez de ficar procurando pelo em ovo, tente buscar o lado positivo das coisas;

■Faça a sua parte: execute seu trabalho da melhor forma para alcançar resultados melhores. Bons resultados motivam e podem trazer além de satisfação, um retorno financeiro significativo;

■Use seu tempo para cuidar de você: o tempo passa muito depressa, quando você menos espera o dia chega ao fim, então por que em vez de passar o dia falando mal da empresa ou do chefe você não direciona seu tempo para boas atitudes? Aproveite seu tempo livre para relaxar, estudar, ler e se aprimorar. Esse comportamento lhe renderá frutos no futuro;

■Procure um novo emprego: se nenhuma das dicas der certo essa é a hora de buscar outro trabalho. Atualize seu currículo e se abra para novas oportunidades. Muitas vezes é duro aceitar, mas o seu ciclo nessa empresa pode ter terminado. Prepare-se para iniciar um novo momento em outro lugar. Com a mente direcionada para pensamentos positivos e seu esforço pessoal, a chance de encontrar “o emprego do sonho” é bem maior.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

People “against” the work does not have professional ambition

Many people waste time wishing harm to the company they work, unfortunately, this is more common than it seems In the corporate environment are those who “turn up their noses” to everything and everyone. Professionals are known as “naysayer.” For them, everything is complicated, almost impossible. Plus, when she realizes that things can actually work, the more twist it against, so that everything goes wrong. Many people are naturally pessimistic and accommodated and it is easier for them to have negative thoughts than positive. This kind of attitude is common in those who have no professional ambition or career goal. “It’s sad to think that many people waste time wishing harm to others or the company they work for, but unfortunately it is more common than it seems. Many professionals prefer to speak ill of the company or the head of that change of attitude and organization. For them it is much easier than rooting against roll up your sleeves and try to help. ” Time of turn If you identify with this situation can still change. For this, we are five tips to help you make bad thoughts into good results: ■ Do not contaminate or be swayed: Avoid negative comments on every company you will find people dissatisfied for any reason. Pessimists do not go far; ■ Think positive: good energy attracts good results, this is a natural process. Instead of looking into the egg, try to look on the bright side of things; ■ Do your part: do your job the best way to achieve better results. Good results can motivate and bring satisfaction addition, a significant financial return; ■ Use your time to take care of you, time passes very quickly when you least expect it the day comes to an end, so that instead of spending the day talking bad about the company or the boss you do not direct their time to good attitudes? Enjoy your free time to relax, study, read and improve themselves. This behavior will yield fruit in the future; ■ Look for a new job: if none of the tips work out this is the time to find another job. Update your resume and open to new opportunities. It is often hard to accept, but the cycle may have ended at this company. Get ready to start a new moment elsewhere. With the mind directed to positive thoughts and your personal efforts, the chance of finding the “dream job” is much higher.

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Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

Posted by HWBlog em 06/07/2012

Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, Editora Best Seller, de Stephen R. Covey

Este livro é resultado da pesquisa de doutorado de Stephen Covey sobre a literatura de desenvolvimento pessoal.

Ele analisou o valor dos trabalhos escritos sobre autoajuda, psicologia popular e autoperfeiçoamento e identificou duas filosofias distintas.

A primeira é sobre o que identificamos como princípios encontrados nos trabalhos do primeiros visionários americanos como Benjamim Franklin; princípios como integridade, dedicação humildade e simplicidade.

Covey chama isso de “Ética do Caráter” e foi essa a filosofia dominante na literatura americana até o começo do século XX. Mas Covey constatou uma mudança na literatura após a Segunda Guerra Mundial, com ênfase mais no aperfeiçoamento da personalidade, do comportamento e da atitude do que na qualidade do caráter: a Ética da Personalidade.

Ele aponta alguns livros, mesmo sem citar seus títulos, “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, “Pense e Enriqueça”, e o “O Poder do Pensamento Positivo”, afirmando que na melhor das hipóteses esses livros se concentram em características secundárias, e na pior, ensinam decepção, utilizando uma mentalidade de solução imediata.

Covey divide os primeiros seis hábitos igualmente em hábitos de vitória privada e hábitos de vitória pública.

O primeiro hábito privado, “Ser proativo”, descreve a liberdade de escolha que uma pessoa tem entre estímulo e resposta, entre habilidade e uma simples corporificação de “vamos analisar as alternativas” versus “não há nada que eu possa fazer”.

“Gerenciar é saber subir na escada do sucesso; a liderança determina se a escada está encostada na parede certa”

O segundo hábito, “Começar com o objetivo em mente”, encoraja o uso da imaginação, antevendo um conjunto de escolhas criativas sobre o futuro, as mesmas energias empregadas na liderança. Covey defende o desenvolvimento de demonstrações de missões pessoais para codificar os diversos papéis e responsabilidades do lar, do trabalho e da comunidade.

“Primeiro o mais importante” traz a identidade definida recentemente, derivada das demonstrações da missão, e compara tarefas e prioridades para garantir o alinhamento. Quando Covey perguntou aos leitores qual dos hábitos era o mais difícil de ser adotado, esse processo de gerenciamento classificou-se em primeiro lugar e ele escreveu outro livro, “Primeiro o mais importante” (Editora Campus/Elsevier), a fim de explicar melhor os desafios.

“O autocontrole e a autodisciplina são os fundamentos do bom relacionamento com as pessoas” escreve Covey e, depois, segue em frente com seus três hábitos: “Pensamento ganha-ganha”, “procurar primeiro compreender…depois ser compreendido” e “Criar sinergia”.

Todos são baseados em relacionamentos.

“Pensamento ganha-ganha” é a liderança interpessoal que cria benefícios mútuos para todas as partes. Um clássico sobre negociação “Como chegar ao Sim” (Editora Imago), adota a mesma filosofia, exigindo que as pessoas empreguem a mentalidade de abundância ao interagirem e olharem além do paradigma confinado do jogo de soma zero.

Ser um bom ouvinte é uma habilidade que é útil em qualquer relacionamento e se situa na essência do “Procure primeiro compreender…depois, ser compreendido”.

Quando alguém está falando conosco, nossa resposta natural é ouvir de forma autobiográfica: concordando ou discordando, fazendo perguntas so nosso ponto de vista, dando conselho com base em nossas próprias experiências, tentando entender o que faz alguém sentir algo com base na maneira como reagiríamos.

Covey passa grande parte do capítulo em cima de um exemplo extenso de uma conversa entre um filho desiludido e um pai bem-intencionado. Ele repete a conversa várias vezes, mostrando quanto é ineficaz ouvir com nossos preconceitos. Ao ouvir, escreve o autor, “reformule o conteúdo e reflita o sentimento”. Em seguida, ele mostra como a conversa muda completamente.

A segunda metade da discussão sobre esse hábito é apresentar ideias e Covey retorna à filosofia da retórica de Aristóteles  do ethos (caráter), pathos (emoção) e logos (lógica).

“Criar sinergia” engloba o processo inteiro dos Sete Hábitos. Quando as pessoas se juntam, o todo é  maior do que a soma das partes e grandes insights e resultados que não foram analisados anteriormente são alcançados. Covey sugere que a sinergia é a terceira alternativa a “meu jeito ou o jeito errado”. Todos os relacionamentos crescem quando há confiança e cooperação.

O sétimo hábito, “Afinar o instrumento”, retorna ao individuo, mas “renovará os seis primeiros e o tornará verdadeiramente independente e capaz de uma interdependência eficaz”. Covey acredita  que todos temos quatro dimensões que precisam de renovação contínua: a física, a mental, a espiritual e a social/emocional. Ele sugere que passemos uma hora trabalhando nos primeiros três, todos os dias, e que encontremos tempo para nossos exercícios aeróbicos.

Leiamos os clássicos. Mantenhamos um diário, meditemos ou rezemos. Somente teremos energia para sermos bem-sucedidos em outros aspectos de nossa vida se estivermos sempre nos recarregando.

Os 7 Hábitos: 1) Ser proativo; 2) Começar com o objetivo em mente; 3) Primeiro o mais importante; 4) Pensamento ganha-ganha; 5) Procurar primeiro compreender…depois, ser compreendido; 6) Criar sinergia e 7) Afinar o instrumento.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

The 7 Habits of Highly Effective People, Best Seller Publishing, by Stephen R. Covey

This book is the result of doctoral research by Stephen Covey on the personal development literature. He analyzed the value of papers on self-help, popular psychology and a self perfect and identified two distinct philosophies. The first is what we identify as the principles found in the work of the early visionaries Americans as Benjamin Franklin; principles like integrity, dedication, humility and simplicity. Covey calls this the “Ethics of Character” and that was the dominant philosophy in American literature until the early twentieth century. But Covey noted a change in the literature after World War II, with a greater emphasis on improving the personality, behavior and attitude than the quality of character: the Ethics of Personality. He points out some books, even without mentioning their titles, “How to Win Friends and Influence People”, “Think and Grow Rich” and “The Power of Positive Thinking”, saying that at best these books focus on secondary characteristics, and at worst, teach deception, using a mindset of immediate solution. Covey divides equally in the first six habits in habits of private victory and public victory. The first habit private, “Be proactive,” describes the freedom of choice that a person has between stimulus and response, between skill and a simple embodiment of “let’s examine the alternatives” versus “there is nothing I can do. “Management is to know to climb the ladder of success, leadership determines whether the ladder is leaning against the right wall “The second habit, “Begin with the end in mind”, encourages the use of imagination, foreseeing a number of creative choices about the future, the same energies used in the lead. Covey advocates the development of personal mission statements to encode the various roles and responsibilities of home, work and community. “First things first” brings the newly defined identity, derived from the mission statements, and compares tasks and priorities to ensure alignment. When Covey asked readers which of the habits was most difficult to be adopted, that process management was ranked first, and he wrote another book, “First things first” (Free Press / Elsevier), in order to better explain challenges. “Self-control and discipline are the foundations of good relationships with people,” writes Covey, and then move on with his three habits: “Thinking win-win”, “seek first to understand … then to be understood” and “Create synergy. “All are based on relationships. “Thinking win-win” is the interpersonal leadership that creates mutual benefits for all parties. A classic on negotiation “Getting to Yes” (Imago Editora), adopts the same philosophy, requiring that people employ the abundance mentality to interact and look beyond the paradigm of the constrained zero-sum game. Being a good listener is a skill that is useful in any relationship and is located in the heart of “… Seek first to understand then be understood. “When someone is speaking to us, our natural response is to listen to the autobiographical form, agreeing or disagreeing, asking questions, so our point of view, giving advice based on our own experiences, trying to understand what makes someone feel something based on how we would react .It rained much of it passes over an extensive example of a conversation between a son and a disappointed father well-intentioned. He repeated the conversation several times, showing how ineffective hear with our prejudices. At the hearing, the author writes, “rephrase content and reflect feelings.” It then shows how the conversation changes completely. The second half of the discussion about this habit is to present ideas and Covey returns to the philosophy of Aristotle’s rhetorical ethos (character), pathos (emotion) and logos (logic).”Creating synergy” encompasses the entire process of the Seven Habits. When people gather, the whole is greater than the sum of the parts and large insights and results that were not previously discussed is made. Covey suggests that synergy is the third alternative to “my way or the wrong way.” All relationships grow when there is trust and cooperation. The seventh habit, “Sharpening the instrument ‘, returns to the individual, but” renew the first six and become truly independent and capable of effective interdependence. ” Covey believes that all four dimensions that we need continuous renewal: physical, mental, spiritual and social / emotional. He suggests that we spend an hour working in the first three, every day, and we find time for our aerobic exercise. We read the classics. Keep a journal, meditate or pray. Only we have the energy to be successful in other aspects of our lives if we are always reloading. The 7 Habits: 1) Be proactive, 2) Start with the goal in mind, 3) First things first; 4) Thinking win-win, 5) Seek first to understand … then to be understood, 6) Create synergy and 7) Adjust the instrument.

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Dialogar com a classe C não é fácil

Posted by HWBlog em 05/07/2012

Conversar e se conectar com classes emergentes, e em meio à imensidão de ofertas e excesso de estímulos que o mercado oferece. Essa é a diretriz que rege as ações de marketing de algumas marcas. Consumidores de classes menos favorecidas ganharam um poder de compra que nunca tiveram nos últimos anos. E os anunciantes logicamente passam a olhar para esse segmento de mercado com muito apetite. Redes de lojas como Casas Bahia, Marabraz, Lojas CEM, Pão de Açúcar e Magazine Luiza constroem posicionamentos e promessas de marca assentadas na classe C e na conquista da felicidade. Comprar é prazer, e eu consumo para buscar a felicidade.

Cada um com sua estratégia de conexão com a classe C. Boa parte dessas marcas usam slogans que remetem à felicidade, como por exemplo: “Vem ser feliz”, “Lugar de gente feliz”, entre outros. Já a equipe das Lojas Pernambucanas montou um hotsite de Luan Santana. A própria inauguração do Shopping Mais Largo 13, no bairro de Santo Amaro, em São Paulo, é a tentativa assumida de se construir centros de consumo destinados a esse segmento de mercado. Lá instalam-se lojas que possuem um posicionamento de marca claramente focado a classe C, marcas como Marisa, Giraffas, Habib’s e O Boticário estão lá com suas lojas lindas, iluminadas e convidativas ao consumo. Afinal, comprar é gostoso sim.

Recentemente parei para escutar no rádio do meu carro a Nativa FM, emissora mais ouvida de São Paulo. Entre uma música ou outra de Zezé di Camargo e Luciano, ou Paula Fernandes,entra um spot da Anhanguera Educacional com um texto mais ou menos assim: “Você quer viajar pela empresa? Você quer liderar equipes? Conheça a Pós-Graduação da Anhanguera, parcelas que cabem no seu bolso, etc, etc, etc”. Oras, eu me pergunto: desde quando viajar pela empresa e liderar equipes é sinônimo de sucesso profissional? Pelo visto, a Anhanguera entende que isso sim são metas almejadas por seus potenciais alunos.

O grande desafio é dialogar sem esteriotipar. As telenovelas da Rede Globo “Avenida Brasil” e “Cheias de Charme” estão hoje tentando criar níveis de conexão com esse público. A primeira, por meio de personagens como Leleco (interpretado por Marcos Caruso) ou Tufão (papel de Murilo Benício) buscar recriar trejeitos, comportamentos culturais e hábitos do consumo que permeiam o cotidiano da classe C. Já a telenovela das sete coloca como protagonistas da trama empregadas domésticas de uma forma muito esteriotipada, com roupas extravagantes, fãs de artistas midiáticos, usando gírias, ditando moda, e compartilhando fotos de galãs pelo celular pré-pago.

Por mais que se façam pesquisa focus group com pessoas da classe C para entender a fundo como se comportam e como agem, os diretores de criação, redatores e planners das agências de publicidade geralmente são pessoas muito distantes economicamente dessas classes da base da pirâmide. E como então se conectar sem esteriotipar? Esse é o novo desafio. E na minha visão, ninguém ainda conseguiu dialogar com a classe C de uma forma honesta. Ficam exagerando em clichês, em fotos de banco de imagem e em formatos enlatados de comunicação. Nesse sentido, parece  que conversar com pessoas de classe AAA é mais fácil.

Por fim, e para literalmente fechar esse artigo com chave de ouro, trago à tona a nova campanha da rede de supermercados DIA que está entendendo que pessoas de classe C tem aspirações se ser rica como a  socialite Val Marchiori, uma das protagonistas do reality show “Mulheres ricas”. A campanha foi criada pela Z+ em parceria com a Media Contacts. O plano de comunicação da marca inclui três filmes, anúncios, além de peças para a web e de merchandising (promoção no ponto de venda). O mote da campanha tenta reforçar os três pilares da marca: “preço baixo, proximidade e marca própria” e são apresentados por Val em situações do seu dia-a-dia. Ela explica porque não faz suas compras na rede, pois o que mais gosta é gastar. Em campanhas milionárias como essa, a marca DIA corre o risco de se desconectar da classe que deseja atingir. Sem dizer que uma das peças ficou muito parecida com a campanha da SKY com Gisele Bündchen. Ou seja, propaganda grátis para a SKY, e o Diretor de Marketing deles agradece.

Que loucura!

Marcos Hiller: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Interact with the C class is not easy

Chat and connect with emerging classes, and amid the multitude of offers and over-stimulation that the market offers. This is the guideline which governs the marketing activities of some brands. Consumers of the lower classes gained buying power they never had in recent years. And of course advertisers are looking at this market segment with a big appetite. Chain stores such as Casas
Bahia, Marabraz, Shops CEM, Sugar Loaf and Magazine Luiza positioning and build brand promises settled in the class C and the conquest of happiness. Shopping is pleasure, and I use to pursue happiness.

Each with its strategy of connecting to the class C. Much of these brands use slogans that lead to happiness, such as: “Come be happy”, “Place of happy people,” among others. Have the team set up a hot site Shops Pernambucanas Luan Santana. The very opening of the Largo Mall Over 13, in Santo Amaro, São Paulo, is the effort taken to build centers of consumption for this market segment. There settle stores that have a clearly focused brand positioning of the class C, brands like Marisa, Giraffas, Habib’s and The Apothecary stores are there with their beautiful, bright and inviting consumption. After all, shopping is rather nice.

Recently I stopped to listen to the radio in my car to Native FM radio station heard more of. Enter a song or another of Zeze di Camargo and Luciano, or Paula Fernandes, enter a spot of Anhanguera with a text like this: “You want to travel for business? You want to lead teams? Meet the Graduate Anhanguera, portions that fit in your pocket, etc, etc, etc “. Why, I wonder: since when traveling by the company and leading teams is synonymous with professional success? Apparently, Anhanguera understand that yes they are potential targets sought by their students.

The challenge is to talk without stereotype. Globo’s telenovelas “Brazil Avenue” and “Full of Charm” are now trying to create levels of connection to the public. The first, through characters like Leleco (played by Mark Caruso) or Typhoon (Murilo Benicio role) seek to recreate gestures, behaviors and habits of cultural consumption that permeate daily class C. Since the soap opera of the seven places as the protagonists of the plot maids in a very stereotyped, with fancy clothes, fans, media artists, using slang, dictating fashion, and sharing pictures of heartthrobs for prepaid cell.

As much as we do is focus group research with people from Class C to fathom how they behave and how they act, the creative directors, writers and planners in advertising agencies are usually people far removed from these classes cost base of the pyramid. And then how to connect without a stereotype? This is the new challenge. And in my view, nobody has managed to talk to the class C in an honest manner. They are exaggerating in cliches, in photo image bank and canned formats of communication. In this sense, it seems that people talk to Class AAA is easier.

Finally, and to literally close this article with a golden key, bring to light the new campaign for supermarket chain DIA, which is understanding that C-class people have aspirations to be as rich socialite Val Marchiori, one of the protagonists of the reality show “Rich Girls”. The campaign was created by Z + in partnership with Media Contacts. The brand communication plan includes three films, ads, and pieces for the web and merchandising (promotion at point of sale). The motto of the campaign seeks to strengthen the three pillars of the brand: “low price, proximity and its own brand” and are presented by Val in situations of your day to day. She explains why not do your shopping on the net, because he likes most is to spend. Millions in campaigns like this, the brand DIA runs the risk of disconnecting the class you want to achieve. Not to mention that one of the pieces was very similar to the campaign with Gisele Bündchen SKY. That is, free advertising for SKY, Director of Marketing and thank them.

What folly!

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Essência do Gerenciamento de Marcas Pessoais

Posted by HWBlog em 04/07/2012

A negligência com a administração da carreira tem sido a fonte de vidas frustradas, de profissionais anônimos, medíocres e, o pior, extremamente infelizes com o que fazem todos os dias.

Boa parte dessas pessoas acreditou que, ingressando numa boa companhia, numa grande empresa, as coisas ficariam estabelecidas e deixou tudo correr. Outros sempre esperaram o reconhecimento que deveria ter havido e não houve, foram surpreendidos por processos de reestruturação, cortes e enxugamentos e, quando caíram do pedestal, já era tarde demais.

Temos muito menos tempo e um número incrível de coisas a fazer, opções e decisões a tomar. Nosso raciocínio sobre essas escolhas diárias é o de fazer descarte o tempo todo. É aí que confiança passa a ser um ativo VITAL para a sua carreira. E confiança não se compra, não se desperta de uma hora para outra, não se pede. Confiança se constrói a passos lentos, na direção certa, no mesmo sentido, acrescentando valor às percepções alheias. Essa é a essência do gerenciamento de marcas pessoais.

Construir confiança na diferença que fizemos para o mercado na visão dos outros. Construir a percepção de valor por meio da confiança. Se você não criou uma imagem de confiança até agora, prepare-se para viver tempos turbulentos, porque confiança é a chave para a reputação. E, num mundo complexo com muitas alternativas, a escolha óbvia sempre será por quem construiu a melhor reputação.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

ESSENCE OF PERSONAL BRAND MANAGEMENT:

The neglect of the administration’s career has been the source of frustrated lives of anonymous professionals, mediocre, and worst, extremely unhappy with what they do every day.  Much of these people believed that joining a good company, a big company, things would get down and let things go. Others have come to expect the recognition it should have been, and no, they were surprised by restructuring, downsizing and cutbacks, and when they fell from the pedestal, it was too late.  We have much less time and an incredible number of things to do, options and decisions to make. Our thinking about these daily choices is to make disposal all the time. This is where trust becomes a VITAL asset to your career. And trust can`t be bought, not awake an hour to another, is not asked. Trust is built slowly, in the right direction, in the same direction, adding value to others’ perceptions. This is the essence of personal brand management.  Building trust in the difference we made to the market in view of others. Building the perception of value through trust. If you have not created an image of confidence so far, get ready to live in turbulent times, because trust is the key to reputation. And, in a complex world with many choices, it will always be the obvious choice for those who built the best reputation.

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Não dependa da intuição para tomar decisões

Posted by HWBlog em 03/07/2012

Para Daniel Kahneman, Nobel de Economia, é um grande risco tomar decisões usando a área preguiçosa e irracional do cérebro

Suponha que em uma maternidade nasçam seis bebês em sequência. A probabilidade de nascer aleatoriamente meninos e meninas é menor, igual ou maior do que a de nascer somente meninos ou somente meninas? A maioria das pessoas costuma responder que a chance de nascer crianças dos dois sexos é maior.

A resposta é intuitiva, porém incorreta. A probabilidade de nascer seis homens é a mesma para seis mulheres, que também é a mesma para o nascimento de quatro mulheres e dois homens ou qualquer outra combinação.

A explicação é estatística: a chance de cada bebê gerado ser do sexo masculino ou do feminino é de 50%. Logo, não há como estabelecer um padrão mais provável para qualquer tipo de sequência.

O teste dos bebês, que costuma aparecer em provas de recrutamento em bancos, mostra como a intuição pode levar o ser humano a cometer erros nas decisões diárias. Outras dezenas de testes similares são apresentadas pelo psicólogo israelense Daniel Kahneman, de 78 anos, em seu livro Thinking, Fast and Slow (“Pensando, rápido e devagar”, numa tradução livre).

A obra, que deve ser publicada no Brasil no segundo semestre deste ano, abrange as principais fases das pesquisas de Kahneman, ganhador do prêmio Nobel de Economia em 2002 por seus estudos dedicados às finanças comportamentais. A maior parte do trabalho de Kahneman tem a coautoria do também israelense Amos Tversky, morto em 1996, vítima de câncer.

Kahneman e Tversky foram cruciais para que houvesse uma importante mudança no estudo da economia. Historicamente, a teoria econômica se baseou no conceito do Homo economicus, segundo o qual as pessoas tomam decisões racionais motivadas pelos próprios interesses.

Diante de um ambiente de incertezas, os indivíduos analisariam as informações disponíveis com base em padrões estatísticos e escolheriam o melhor caminho possível.

O trabalho de psicólogos da linha cognitiva, como Kahneman e Tversky, ajudou a mostrar que as pessoas tomam decisões baseadas em questões objetivas, mas são igualmente influenciadas por suas emoções, crenças e intuições.

O que mais explicaria os casos de famílias que passam pela experiência de ver a renda diminuir drasticamente e, ainda assim, continuam comprando produtos caros no supermercado? Ou daquelas que ganham cupons de desconto de um supermercado distante, decidem dirigir até lá e acabam gastando em combustível um valor superior ao que vão ganhar na promoção?

Foram justamente as pesquisas de Kahneman e Tversky que serviram de base para um novo entendimento dos mercados financeiros, com suas características flutuações que desafiam a lógica.

Um dos textos mais notáveis da dupla de pesquisadores foi escrito para a revista Science, em 1979, com o título “Teoria do Prospecto: uma Análise das Decisões em Situações de Risco”.

Nele, mostram que, intuitivamente, as pessoas sentem mais desprazer em perder determinada quantia de dinheiro do que prazer em ganhá-la. Com base em testes, eles mostraram que as pessoas normalmente aceitam fazer apostas se o valor que puderem ganhar for, em média, o dobro do que podem perder.

Feelings

A espinha dorsal de Thinking, Fast and Slow é a divisão que o autor faz da mente humana em dois componentes, chamados de sistemas. O sistema 1 toma decisões rápidas, de maneira intuitiva e sem esforço, baseadas em nossa memória associativa (é o Fast). Já o sistema 2, mais lento, é acionado quando nos encontramos em uma situação que exija concentração (é o Slow).

É o sistema 1 que nos faz, por exemplo, lembrar do número 4 quando vemos a operação 2+2= ?. Já o sistema 2 assume o comando quando nossa memória não tem recursos suficientes para dar uma resposta automática. É um sistema mais lento, que nos tira mais energia. Por exemplo, quando deparamos com a conta 17×24= ?.

Num teste com alternativas, o sistema 1 nos permite identificar que se trata de uma multiplicação e eliminar resultados extremos, como 12 609 ou 123. Mas é o sistema 2 que nos possibilita chegar ao resultado correto: 408. Como o sistema 2 deman­da esforço e concentração, em alguns casos delegamos ao sistema 1 a tarefa de resolver situações de conflito.

Mas, como logo aprendem os investidores que subestimam dados estatísticos por acreditar no feeling, a intuição é mais falível. Afinal, é tão provável o nascimento em sequência de cinco meninas do que as outras opções, embora isso não seja visível para a maioria.

Por isso, Kahneman avisa: “Aprenda a reconhecer as situações mais suscetíveis a enganos e evite a intuição se fizer uma aposta alta”. Siga a intuição — mas cuide de seu dinheiro.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

Do not rely on intuition to make decisions

For Daniel Kahneman, Nobel Laureate in Economics, is a major risk decisions using the area of the brain lazy and irrational Suppose that in a maternity six babies are born in sequence. The probability of randomly born boys and girls is less than, equal to or greater than the birth of only boys or only girls? Most people usually respond that the chance to be born children of both sexes is greater. The answer is intuitive, but incorrect. The probability of being born six men is the same for six women, which is also the same for the birth of four women and two men or any other combination. The explanation is statistical: the chance to be generated each baby male or female is 50%. Therefore, there is no more likely to establish a standard for any sequence. The test of the babies, which usually appears in evidence of recruitment in banks, shows how intuition can lead human beings to make mistakes in daily decisions. Dozens of other similar tests are presented by the Israeli psychologist Daniel Kahneman, 78, in his book Thinking, Fast and Slow (“Thinking fast and slow,” a free translation).The work, which should be published in Brazil in the second half of this year, covers the main stages of the research of Kahneman, Nobel laureate in economics in 2002 for his studies devoted to behavioral finance. Most of the work of Kahneman has also co-authored the Israeli Amos Tversky, who died in 1996, victim of cancer. Kahneman and Tversky were crucial for there to be a major shift in the study of economics. Historically, economic theory is based on the concept of Homo economicus, according to which people make rational decisions motivated by self-interest. Faced with an environment of uncertainty, individuals would analyze the information available based on statistical patterns and choose the best way possible. The work of cognitive psychologists of the line, as Kahneman and Tversky, helped show that people make decisions based on objective questions, but are also influenced by their emotions, beliefs and intuitions. What else could explain the cases of families that go through the experience of seeing income drop dramatically and still continue to buy expensive products at the supermarket? Or those who earn discount coupons in a supermarket far, decide to drive there and end up spending to fuel a higher value than they will earn the promotion? It was precisely the research of Kahneman and Tversky used as the basis for a new understanding of financial markets, with its characteristic fluctuations that defy logic. One of the most remarkable texts of the two researchers was written for the journal Science in 1979, entitled “Prospect Theory: An Analysis of Decisions in Situations of Risk.”In it, show that, intuitively, people feel more displeasure in losing certain amount of money than happy to win it. Based on tests, they showed that people usually do accept bets if the amount you can earn is, on average, twice what they can lose. Feelings The backbone of Thinking, Fast and Slow is the division that the author makes the human mind into two components, called systems. The system takes a decision fast, intuitively and effortlessly, based on our associative memory (it’s fast). Have the system 2, slower, is triggered when we find ourselves in a situation that requires concentration (is Slow).It is a system that makes us, for example, remember the number 4 when we see the operation 2 +2 =?. Already the second system takes over when our memory does not have sufficient resources to provide an automatic response. It is a slower system, which takes away more energy. For example, when faced with the account = 17×24 ‘.In an alternative test, the system 1 allows us to identify that this is a multiply and eliminating extreme results, as 123 or 12 609. But the second is the system that enables us to reach the correct result: 408. Because the system 2 ¬ of the demands of concentration and, in some cases the system a delegate the task of solving conflict. But as soon learn that investors underestimate statistics for believing in feeling, intuition is more fallible. After all, is just as likely result in the birth of five girls than the other options, although this is not visible to most. Therefore, Kahneman warns: “Learn to recognize situations more likely to avoid mistakes and intuition make a big bet.” Follow your intuition – but take care of your money.

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