PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Está desanimado com sua carreira? Descubra como reverter a situação

Posted by HWBlog em 22/06/2012

O desânimo pode ser considerado um mal no mundo corporativo atual, que privilegia o estado de alerta e de atividade constantes.

Perder a disposição para trabalhar, no entanto, pode ser uma consequência desse cenário, para muitos, cansativo, mas que passa com um período de descanso. O problema é quando esse sentimento se mantém por um longo período. Quando isso acontece, talvez seja hora de reavaliar a carreira.

E foi isso que aconteceu com uma engenheira que conheci. Ela trabalhava em uma empresa de comunicação, quando o estado de desânimo passou a ser permanente. “Eu não estava feliz”, diz. E a primeira consequência disso foi nos resultados, que começaram a ficar abaixo do que ela poderia alcançar.

O impacto no desempenho é uma das primeiras consequências desse estado de desânimo prolongado. Mas esse pode ser o menor dos problemas. Essa desmotivação no trabalho pode afetar a vida pessoal, e a qualidade de vida dessa pessoa.

A pessoa passa a não ter mais prazer na vida, pode passar a ter comportamentos que geram conflitos e até chegar a se valer de álcool e drogas.

A engenheira não chegou a esses extremos em sua vida pessoal, mas chegou ao extremo na vida profissional. Depois de alguns meses, ela trocou de emprego. “Eu não estava na empresa certa pra mim. Não me identificava com a cultura dela. E acho que quem não se identifica deve sair mesmo”, acredita. Dessa vez, a engenheira acertou na escolha e trabalha em uma empresa cuja cultura condiz com o seu perfil profissional.

Se há um desânimo, é porque tem algo errado. São vários os motivos que podem levar os profissionais a um estado de desânimo profundo. O clima pode não ser amistoso, ou existe muita pressão. Isso pode gerar desânimo.

Ainda podemos colocar na lista a própria frustração do profissional com a área na qual atua. Muitas vezes, ele criou uma expectativa que não foi suprida. Nessa hora, o melhor é se fazer perguntas pouco confortáveis. “Será que você está satisfeito e realizado? O profissional precisa se auto-perceber e tomar consciência da sua própria situação.

Um desafio muito além ou muito aquém da capacidade do profissional também pode gerar descontentamento. A pessoa pode estar pouco ou muito qualificada para executar esse trabalho. Nesse caso, há um desequilíbrio entre o que ela pode fazer e o que ela tem para fazer. Casos como esses geram frustração.

Mas não é só isso. Recompensas financeiras desalinhadas com o trabalho executado pelo colaborador e a falta de reconhecimento pelo desafio superado também levam os profissionais a perderem suas forças. Tudo isso sem contar os problemas pessoais, que interferem – e muito – no desempenho de qualquer pessoa, principalmente entre aquelas que unem os dois campos da vida, o profissional e o pessoal.

Para além das próprias motivações, outro fator que pode desencandear a desmotivação é o líder. O mais comum é quando há uma troca de gestão, porque há uma mudança na forma de trabalho. Ressalta-se que o profissional precisa perceber se a liderança imediata o ajuda a se desenvolver. Ele transforma você em um profissional com mais ‘know how’?

Mude e melhore seu desempenho

Apesar de o líder ser um dos motivos que podem gerar desânimo, ele também é parte da solução do problema. Ele precisa chamar a equipe para si e ficar atento aos sinais de desânimo. Isso porque, um profissional desmotivado pode contaminar uma equipe inteira. Dependendo da maturidade dessa equipe, ela traz esse profissional de volta ou começa a pensar como ele.

Por isso, quando constatados os motivos que levaram o colaborador a perder as forças, muitas vezes, uma conversa com a liderança pode melhorar o desempenho e reverter a situação. Se for pelo fato do desafio ser grande demais, o líder pode ser um coaching. No caso contrário, ele pode mostrar para o profissional o que falta para ele conseguir alcançar esse desafio maior.

Até chegar nessa etapa, porém, os questionamentos devem ser colocados sobre a mesa. Para as especialistas, são elas que tiram o colaborador da sua zona de conforto, podem resultar em respostas ainda mais desconfortáveis, mas são os únicos meios de fazer o profissional entender o que está acontecendo com ele e com sua carreira. E, com essas respostas, é possível chegar a uma solução e melhorar o desempenho profissional, como fez a engenheira.

Antes de decidir mudar de empresa, ela fez uma autoánalise para constatar o que a incomodava. E descobriu que o seu descontentamento advinha de determinados fatores. “O clima não era confortável, as pessoas eram distantes, havia uma ausência de autonomia para atuar e não havia espaço para o meu crescimento profissional”, explica.

Ela só chegou a essas conclusões porque fez um balanço de sua carreira e do seu perfil profissional. Fazer isso requer tempo e uma dose cavalar de autoconhecimento e sinceridade consigo mesmo. A tarefa não é simples, mas precisa ser feita se o profissional quiser sair desse estado de desânimo. A melhor coisa que ele tem de fazer para resolver esse problema é se conhecer bem e ter um objetivo de carreira definido, porque ainda que ele passe por obstáculos, ao menos ele sabe o caminho que ele está trilhando.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

You are discouraged with his career?

Find out how to reverse the situationDiscouragement can be considered an evil in today’s corporate world, which focuses on alertness and activity constant. Losing a willingness to work, however, may be a consequence of this scenario for many, tiring, but passing through a period of rest. The problem is when this sense is maintained for a long period. When this happens, it may be time to reassess his career. And that’s what happened to an engineer who knew him. She worked at a communications company, when the state of discouragement became permanent. “I was not happy,” he says. And the first result was the outcome, which began to be below what it could achieve. The performance impact is one of the first consequences of this prolonged state of despondency. But this may be the least of the problems. This lack of motivation at work can affect the personal life, and quality of life of that person. The person is not much more pleasure in life can go on to have behaviors that cause conflicts and even get to rely on alcohol and drugs. The engineer did not reach such extremes in his personal life, but went so far in life. After a few months, she changed jobs. “I was not the right company for me. Not identify with her culture. And guess who is not identified should come out even, “he believes. This time the engineer was right in choosing and working in a company whose culture matches your professional profile. If there is despair, because there is something wrong. There are many factors that can lead professionals to a state of deep despondency. The weather may not be friendly, or is there a lot of pressure. This can lead to discouragement. We can still put on the list itself with the professional frustration of the area in which it operates. Often, he created an expectation that was not supplied. At that time, it is best to ask questions uncomfortable. “Are you really satisfied and fulfilled? The professional must be self-realize and become aware of their own situation. A challenge too far behind or beyond the capacity of professionals can also generate discontent. The person may be somewhat or very qualified to perform this work. In this case, there is an imbalance between what she can do and what it has to do. Cases such as these generate frustration. But that’s not all. Financial rewards misaligned with the work performed by the employee and the lack of recognition by the challenge overcome also lead professionals to lose their strength. All this without counting the personal problems that interfere – a lot – in the performance of any person, especially among those that unite the two fields of life, professional and personal. In addition to their own motivations, another factor that may desencandear discouragement is the leader. The most common is when there is a change of management, because there is a change in the way of work. It is noteworthy that the professional must realize that the immediate leadership helps to develop. It turns you into a more professional ‘know how’? Change and improve your performance Despite being one of the leading reasons that can lead to discouragement, he is also part of the solution of the problem. He needs to call the team for you and stay alert for signs of discouragement. That’s because a professional unmotivated can contaminate an entire team. Depending on the maturity of this team, she brings that professional back or start thinking like him. So when we found the reasons why the employee to lose strength, often a conversation with the leadership can improve performance and reverse the situation. If because of the challenge is too great, the leader can be a coach. Otherwise, it can show the work that remains for him to achieve this challenge. To reach this stage, however, questions should be placed on the table. For the experts, are they that take the developer of your comfort zone, can result in even more uncomfortable answers, but they are the only means of making the professional to understand what is happening with him and his career. And, with these responses, it is possible to reach a solution and improve work performance, as did the engineer. Before deciding to change the company, she made a self-assessment to see what was bothering her. He found that his dissatisfaction stemmed from certain factors. “The weather was not comfortable, people were distant, there was a lack of autonomy to act and there was no room for my professional growth,” he explains. She only came to these conclusions because they took stock of his career and his professional profile. Doing so requires time and a hefty dose of self-knowledge and honesty with yourself. The task is not simple, but needs to be done if the trader wants to leave this state of despondency. The best thing he has to do to solve this problem is to know well and have a defined career goal, because even though he goes through obstacles, at least he knows the path he is treading

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Encontro com Michael Sandel

Posted by HWBlog em 21/06/2012

O celebrado autor de “Justiça – O que é fazer a coisa certa”. Um evento sobre senso de julgamento, ética e liderança.

Um provocativo e oportuno evento especial dirigido a líderes de organizações governamentais, empresariais e da sociedade civil com a coordenação de Oscar Motomura.

Dia 07/08/12 em São Paulo.

Contato: Amana-Key – Tel. (11) 4613-2323/4612-8788; e-mail: atendimento@amana-key.com.br; On-line: www.amana-key.com.br/sandel

Sobre Michael Sandel:

É professor da Universidade de Harvard, onde leciona filosofia política desde 1980.

O seu desempenho em “Justiça”, o curso mais popular de Sandel em Harvard, frequentado anualmente por milhares de estudantes no histórico Anfiteatro, levou o jornal Washington Post a nomear Michael Sandel como “provavelmente o mais proeminente professor universitário dos Estados Unidos”

Transformado em uma série de vídeos acessíveis pela internet, o curso é uma jornada sobre a reflexão moral aplicada a temas como justiça, igualdade, democracia e cidadania. A série com doze episódios nos desafia com complexos dilemas morais e nos convida a ponderar sobre qual é a coisa certa a fazer, tanto na política quanto em nossa vida cotidiana.

Meeting with Michael Sandel

The celebrated author of “Justice – What is doing the right thing.” An event on a sense of judgment, ethics and leadership. A provocative and timely special event aimed at leaders from government, business and civil society with the coordination of Oscar Motomura. 07/08/12 Day in Sao Paulo. Contact: Amana-Key – Phone (11) 4613-2323 / 4612-8788, email: atendimento@amana-key.com.br; Online: www.amana-key.com.br/sandel About Michael Sandel: He is a professor at Harvard University, where he teaches political philosophy since 1980. His performance in “Justice”, the most popular course at Harvard for Sandel, attended annually by thousands of students in Amphitheater history, led the Washington Post to name Michael Sandel as “probably the most prominent university professor from the United States” Transformed into a series of videos available on the Internet, the course is a journey of reflection applied to moral issues as justice, equality, democracy and citizenship. The series of twelve episodes challenges us with complex moral dilemmas and invites us to ponder what is the right thing to do, both in politics and in our everyday life.

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Howard Gardner: o psicólogo que mudou a forma de pensar a inteligência

Posted by HWBlog em 20/06/2012

Professor da Universidade de Harvard e da Boston School of Medicine, Gardner balançou as bases da Educação ao defender um método novo e ousado para medir o grau de inteligência nas pessoas. Seus mais de vinte livros e centenas de artigos vêm, ao longo de décadas, influenciando acadêmicos e educadores de todo o mundo. E ele não quer parar…

Os critérios para determinar se alguém é inteligente mudaram radicalmente nos últimos 20 anos. E um dos responsáveis por essa transformação, sem sombra de dúvida, foi o psicólogo americano Howard Gardner. Ele desafiou a sabedoria convencional sobre a compreensão da inteligência humana ao concluir que a mente é composta de múltiplas capacidades independentes entre si, ao invés de apenas uma. Para Gardner, a inteligência não pode ser medida só pelo raciocínio lógico-matemático, geralmente o mais valorizado na escola.

Porém, seus estudos vão além. Gardner também desenvolveu uma tese daquilo que chama de “Cinco mentes para o futuro”, ao demarcar os tipos de competências que são necessárias para alcançar o sucesso pessoal e profissional no século 21. Ele promove, ainda, o grupo de pesquisa Good Work Project, com atuação pelo mundo, que defende o comportamento ético e a melhora na autoestima profissional. O psicólogo relata sobre o seu trabalho realizado desde meados de 1980, e também sobre os novos caminhos da sociedade para a educação e para o trabalho.

Pergunta: Em sua teoria das Inteligências Múltiplas, você destaca que cada pessoa possui uma mistura singular de vários tipos de inteligência. Mas como exatamente funciona esse processo?

Todos os seres humanos possuem oito ou nove inteligências principais – linguística, lógica, musical, espacial, corporal, interpessoal, intrapessoal e naturalista. Além disso, existe a possibilidade de possuirmos uma inteligência existencial – a inteligência de refletimos sobre grandes questões.

No entanto, duas pessoas não possuem exatamente o mesmo perfil de inteligências – nem mesmo gêmeos idênticos. Isso acontece porque nós temos experiências e motivações diferentes, e não queremos ser como os outros.

Conhecidas essas diferenças, educadores e pessoas de negócios têm uma escolha. Cada um de nós pode tentar fazer o mesmo, ou podemos celebrar as diferenças e tentar ajudar indivíduos a encontrarem seu próprio nicho, de acordo com seus potenciais e interesses.

Pergunta: Se pensarmos nos administradores pelo mundo e nos tipos de inteligência que descreve, quais seriam as inteligências mais necessárias para saber administrar? Por quê?

Isso depende da natureza do trabalho. Se você trabalha em algum tipo de organização artística (museus ou moda), você lida com inteligências diferentes das quais lidaria se trabalhasse em uma companhia manufatureira, financeira ou tecnológica. É claro que o papel que você exerce na organização também importa. Se você trabalha com cálculo e orçamento, a inteligência lógica é importante. Caso a pessoa trabalhe na área de recursos humanos, as inteligências pessoais se tornam mais relevantes. Já para quem pretende atuar com comunicação, a inteligência linguística é crucial.

É claro que cada gestor precisa ser capaz de trabalhar com diferentes indivíduos e, neste caso, ambas as inteligências – a interpessoal (compreender os outros) e a intrapessoal (compreender a si mesmo) são vitais.

Pergunta: Você tem uma análise bem crítica sobre os testes padronizados e os famosos testes de QI. Qual seria o motivo?

Há 100 anos, os testes de QI tinham o objetivo de predizer quem melhor se encaixaria em um determinado tipo de escola. Eles fazem isso muito bem, mas eu tenho um preditor muito melhor – a performance no último ano de escola. O problema com testes de QI é que eles fazem um trabalho racional de análise das inteligências linguística e lógica, mas não testam as outras inteligências que, inclusive, são muito importantes para o trabalho no século 21.

Quanto a testes padronizados, o que realmente contesto são as respostas curtas e opções de múltipla escolha, que primeiramente observam o conhecimento factual. A vida não consiste em testes de múltipla escolha – você precisa decidir o que é importante e como lidar com isso. Usar padrões é muito bom, mas padrões precisam ser apropriados às tarefas imediatas.

Agora com computadores, podemos olhar diretamente para as performances, através de simulações diretas das capacidades que são necessárias. Essa é uma maneira muito melhor de avaliar competências que um teste de múltipla escolha.

Além disso, não existe mais a necessidade de memorizar fatos. Eles podem ser rapidamente obtidos em computadores pessoais e smartphones. Precisamos de pessoas para entender como aqueles fatos são apurados – os métodos que são usados por diferentes disciplinas e diferentes profissões… e que se alega não terem nenhum mérito.

Pergunta: Você acredita que a educação ao longo do tempo vem sofrendo problemas pela maioria das escolas tratarem todos os alunos da mesma maneira?

Sim, mas quando você tem aulas extensas e professores que não são versáteis, isso é inevitável. No passado, apenas um grupo tinha educação individual – os muito ricos, que podiam contratar tutores. Agora, vivemos pela primeira vez na história da humanidade um tempo em que educação individual pode ser amplamente distribuída, através dos computadores. Se existem dez maneiras de se aprender álgebra, ou como consertar uma máquina, ou como dar sentido a uma guerra civil, todas essas respostas podem ser obtidas on-line ou por aprendizado a distância. A perspectiva é muito animadora!

Pergunta: Analisando os países emergentes, como o Brasil poderia melhorar a educação nas escolas para potencializar as habilidades e os tipos de inteligências dos nossos alunos?

A teoria das inteligências múltiplas recomenda dois passos: individuação e pluralização. Individuação significa que devemos ensinar a cada indivíduo de modo que ele possa aprender facilmente, e avaliar esta pessoa de maneiras que sejam cômodas. Pluralização significa que devemos ensinar assuntos importantes de mais de uma maneira. Se você pode lecionar um assunto de diferentes modos, você recebe duas recompensas importantes:

1) Você alcança mais estudantes, porque alguns aprendem melhor através de histórias, outros por meio da lógica, ou trabalhos artísticos, ou esquemas; 2) Você tem uma demonstração do que significa compreender bem alguma coisa. Se você compreende bem qualquer assunto ou ofício, você pode apresentá-lo de diferentes maneiras.

Nós temos uma vasta experiência em treinar a mente disciplinada, muito menor que nas mentes sintética ou ética. E então aqueles países que podem buscar esses tipos de mentes com êxito terão uma grande vantagem. Muito do que é errado nos Estados Unidos, e em países influenciados pelos Estados Unidos, é que estamos preparando nossos jovens para os séculos 19 ou 20.

Pergunta: Você também desenvolveu a tese das “Cinco mentes para o futuro”, na qual ressalta como essenciais para o século 21 a mente sintética, disciplinada, criativa, respeitosa e ética. Quais foram as razões que o levaram a escolher essas cinco abordagens como fundamentais?

Em meu trabalho com inteligências, eu operei como um pesquisador, tentei definir as inteligências humanas essenciais. Quando recomendo cinco mentes para o futuro, estou agindo como um diplomata. Não existe nada mágico sobre as cinco mentes. Eu poderia ter escrito sobre a ‘mente tecnológica’ ou ‘a mente digital’ ou ‘a mente intercultural’. Escrevi sobre mentes que considerei importantes e acredito que contribuí para coisas importantes.

Pergunta: Mas qual delas é a mais importante?

Acredito que todas elas são necessárias, mas a respeitosa e a ética são as mais importantes. Se não tivermos respeito pelos indivíduos, particularmente aqueles aparentemente diferentes de nossas famílias, e se não nos comportarmos de um modo ético, o planeta que conhecemos não existirá. As pessoas no Brasil têm a imensa vantagem de viver em uma cultura muito diversa. Isso é muito mais difícil para pessoas que vivem em uma cultura mais homogênea, como na área agrária da China, ou Escandinávia.

Quanto às outras três mentes, existem mais opções: algumas pessoas serão peritas sintéticas e algumas pessoas serão criativas/empresariais. Mas todas as pessoas precisam ter habilidade em alguma área, e esse é o aspecto onde a mente disciplinada se torna crucial.

Pergunta: Ainda sobre as cinco mentes, você poderia nos apontar pessoas que seriam excelentes exemplos por possuírem com desenvoltura uma dessas mentes?

Existem exemplos em abundância de indivíduos com mentes disciplinadas – bons estudiosos, artistas, profissionais. Como um grande sintético, menciono o biólogo Charles Darwin. Na era contemporânea, dois grandes biólogos sintéticos são E. O. Wilson e Stephen Jay Gould, ambos colegas em Harvard.

Eu escrevi um livro chamado “Criando Mentes”, sobre sete grandes criadores da era moderna: o físico Albert Einstein, o poeta T. S. Eliot, o pintor Pablo Picasso, o músico Igor Stravinsky, o psicanalista Sigmund Freud, a dançarina Martha Graham, e o líder religioso-político Mahatma Gandhi.

O presidente Barack Obama exemplifica uma mente respeitosa, enquanto o presidente Abraham Lincoln tinha uma mente ética.

Pergunta: Quais são seus próximos passos em relação a pesquisas? No momento, está trabalhando alguma nova pesquisa que poderia nos contar?

Meu trabalho atual representa um esforço em dar condições ao meu país e a outras localidades. Nos últimos cinquenta anos, os mercados também se tornaram poderosos em demasia nos Estados Unidos e acabaram trazendo uma situação em que a maioria da população é impulsionada pelo medo, de um lado, ou pela ganância, por outro. Então, colegas e eu temos tentado promover o bom trabalho, ou seja, o trabalho que é excelente, engajado e ético.

Além disso, pregamos a boa cidadania, sendo ela, que consta em membros que conhecem as leis e regulamentos de uma sociedade, preocupam-se com eles e tentam fazer o que é certo para uma convivência mais plena. Nós também estamos empreendendo esforços para aumentar a incidência do bom trabalho nos Estados Unidos.

Você pode aprender mais sobre esse projeto visitando os sites goodworkproject.org e hgoodworktoolkit.org.

TED: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Howard Gardner, the psychologist who changed the way of thinking about intelligence

Professor at Harvard University and Boston School of Medicine, Gardner shook the foundations of education while advocating a bold new method to measure the degree of intelligence in people. His more than twenty books and hundreds of articles have, for decades, influencing scholars and educators from around the world. And he did not want to stop …The criteria for determining whether someone is smart changed radically in the last 20 years. And one of those responsible for this transformation, without a doubt, was the American psychologist Howard Gardner. He challenged the conventional wisdom about the understanding of human intelligence to conclude that the mind is composed of multiple capabilities independent of each other, rather than just one. For Gardner, intelligence can not be measured only by the logical-mathematical, usually the most valued in school.However, their studies beyond. Gardner also developed a theory of what he calls the “Five minds for the future”, to mark the types of skills that are necessary to achieve personal and professional success in the 21st century. It also promotes research group Good Work Project, which operates the world, which advocates ethical behavior and professional self-esteem improves. The psychologist reports on its work since mid-1980, and also about new ways of society for education and work.Question: In his theory of Multiple Intelligences, you highlight that each person has a unique blend of various types of intelligence. But how exactly does this process work?All human beings have eight or nine intelligences main – linguistic, logical, musical, spatial, bodily, interpersonal, intrapersonal and naturalist. Moreover, there is the possibility of possessing an existential intelligence – intelligence reflect on major issues.However, no two people have exactly the same profile of intelligences – not even identical twins. This is because we have different experiences and motivations, and do not want to be like the others.These known differences, educators and business people have a choice. Each of us can try to do the same, or we can celebrate the differences and try to help individuals find their own niche, according to their potential and interests.Question: If we think managers in the world and the types of intelligence that describes what would be the more intelligence necessary to learn to manage? Why?This depends on the nature of the work. If you work in any type of arts organization (museum or fashion), you deal with different intelligences which would cope if I worked in a manufacturing company, financial or technological. It is clear that the role you play in the organization also matters. If you work with calculation and budget, logical intelligence is important. If the person working in the field of human resources, the personal intelligences become more relevant. For those who want to work with communication, linguistic intelligence is crucial.Of course, each manager must be able to work with different individuals and in this case, both intelligences – interpersonal (understanding others) and intrapersonal (understanding oneself) are vital.Question: You have an analysis and criticism of standardized tests and the famous IQ tests. What would be the reason?For 100 years, IQ tests were designed to predict who would fit best in a particular type of school. They do it very well, but I have a much better predictor – the performance in the last year of school. The problem with IQ tests is that they do work a rational analysis of the linguistic and logical intelligence, but do not test the other intelligences, inclusive, are very important to work in the 21st century.On standardized tests, which really are the contest short answer and multiple choice options, first note that factual knowledge. Life does not consist of multiple choice questions – you need to decide what is important and how to handle it. Using patterns is very good, but standards need to be appropriate to the immediate tasks.Now with computers, we can look directly at the performances, through direct simulation capabilities are required. This is a much better way to assess skills that a multiple choice test.Moreover, there is no more need to memorize facts. They can be quickly obtained in personal computers and smartphones. We need people to understand how those facts are established – the methods that are used by different disciplines and different professions … and claims that they have no merit.Question: Do you believe that education over time has been suffering problems by most schools treat all students the same way?Yes, but when you have large classes and teachers who are not versatile, it is inevitable. In the past, only one group had individual education – the very wealthy, who could hire tutors. Now, we live for the first time in human history a time when individual education can be widely distributed through computers. If there are ten ways to learn algebra, or how to fix a machine, or how to make sense of a civil war, all these answers can be obtained online or by distance learning. The prospect is very exciting!Question: Analyzing the emerging countries like Brazil could improve education in schools to enhance the skills and types of intelligences of our students?The theory of multiple intelligences recommends two steps: individualization and pluralization. Individuation means that we must teach each individual so that he can easily learn, and evaluate that person in ways that are comfortable. Pluralization means that we must teach subjects relevant to more than one way. If you can teach a subject in different ways, two important rewards you receive:1) you reach more students, because some learn best through stories, others through logic, or artwork, or schemas, 2) you have a demo of what it means to understand something well. If you fully understand any subject or function, you can present it in different ways.We have extensive experience in training the mind disciplined, much less than in the minds synthetic or ethics. And then those countries that may seek these types of minds successfully will have a big advantage. Much of what is wrong in the United States and in countries influenced by the United States, is that we are preparing our youth for ages 19 or 20.Question: You also developed the thesis of the “Five minds for the future”, which stands out as essential for the 21st century synthetic mind, disciplined, creative, respectful and ethical. What were the reasons that led him to opt out of these five approaches as fundamental?In my work with intelligence, I operated as a researcher, I tried to define the essential human intelligences. When you recommend five minds for the future, I’m acting like a diplomat. There is nothing magical about the five minds. I could have written about the ‘mind technology’ or ‘digital mind’ or ‘intercultural mind.’ I wrote about minds that I considered important and I believe contributed to important things.Question: But which one is more important?I think they are all necessary, but respectful and ethics are most important. If we do not have respect for individuals, particularly those apparently different from our families, and do not behave in an ethical manner, the planet that we know will not exist. People in Brazil have the huge advantage of living in a culture very different. This is much more difficult for people living in a more homogeneous culture, as in the land of China, and Scandinavia.The other three minds, there are more options: some people are experts synthetic and some people are creative / business. But all people need to be skilled in some area, and this is the point where the disciplined mind becomes crucial.Question: Still on the five minds, you could point us to people who would be excellent examples with ease by having one of those minds?There are plenty of examples of individuals with disciplined minds – good scholars, artists, professionals. As a large synthetic mention the biologist Charles Darwin. In the contemporary era, two major synthetic biologists are E. O. Wilson and Stephen Jay Gould, both colleagues at Harvard.I wrote a book called “Creating Minds” on seven major creators of the modern era: the physicist Albert Einstein, the poet T. S. Eliot, the painter Pablo Picasso, Igor Stravinsky musician, the psychoanalyst Sigmund Freud, the dancer Martha Graham, and political and religious leader Mahatma Gandhi.President Barack Obama exemplifies a respectful mind, as President Abraham Lincoln had an ethical mind.Question: What are your next steps in relation to surveys? At the moment, is working on some new research that tell us?My current work represents an effort to provide the conditions in my country and elsewhere. Over the past fifty years, the markets have also become too powerful in the United States and ended up bringing a situation where the majority of the population is driven by fear on the one hand, or by greed, on the other. So, colleagues and I have tried to promote the good work, ie work that is excellent, committed and ethical.In addition, we preach of good citizenship, and she set out for members who know the laws and regulations of a society, care about them and try to do what is right for a living more fully. We are also making efforts to increase the incidence of good work in the United States.You can learn more about this project by visiting the sites and goodworkproject.org hgoodworktoolkit.org.

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Crise não. Oportunidade!

Posted by HWBlog em 18/06/2012

Todas as situações em nossas vidas têm no mínimo dois lados. Um positivo e outro negativo. Como percebemos, e mais do que isso, de que maneira lidamos com elas é que fará toda a diferença.

Pensemos então na crise, qualquer natureza de crise – financeira, familiar, pessoal, social. Todo momento de crise é uma oportunidade, uma ocasião favorável para o aprendizado. Em relação ao mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que desaparecem produtos e serviços, surgem novos ou se renovam.

Crises representam momentos especiais para renovação, para se desfazer do velho que não funciona mais e para que surja o novo. Podemos olhar a situação sendo vítima das circunstâncias, com um olhar pessimista e achar que estamos acabados, liquidados, que é o fim, ou entender que podemos ser agentes e que podemos agir e tirar o melhor proveito da situação.

É a oportunidade que temos de refletir, repensar, agir e reposicionar. Muita gente só tem esse tipo de atitude em situações como essa, quando são arremessados da sua zona de conforto para a zona de pânico. Crises são ótimas oportunidades para se descobrir coisas novas. A crise tira as pessoas, necessariamente da zona de conforto… e isso não é ruim!

A questão não é a crise, senão o que fazemos com ela. Que aprendizado podemos tirar desses momentos.

Crises sempre existirão. A pior é sempre aquela que a gente está vivendo agora. As que já passaram já foram superadas, bem ou mal. Se o problema não tem solução, já está solucionado. Agora, se tem, vamos arregaçar as mangas e começar a fazer. Ficar sentado, reclamando da vida e não fazer nada, não vai mudar nada mesmo! É preciso ter coragem e AGIR.

Você poderá se sentir refém e imaginar que não pode fazer nada. Mas pode! Todos nós podemos fazer alguma coisa, por mínima que seja para reduzir custos, melhorar o ambiente de trabalho, propor melhorias, encontrar alternativas. A necessidade é mãe da criatividade.

Outro dia mesmo, conversando com colegas discutia-se a troca de serviços entre eles. A ideia nem é nova, pois isso é escambo, e já era praticado na idade média, mas era interessante para ambas as partes. Outra situação que vi, foi reduzir o tempo de trabalho, sem demitir, o que permite que a pessoa possa se dedicar a outras atividades no tempo que sobra e às vezes até melhora a qualidade de vida, aumentar o convívio com a família e os amigos, geralmente prejudicado pela alta carga de trabalho. Há muitas outras possibilidades surgindo. Negociações que antes pareciam pouco prováveis de acontecer são boas saídas agora. Estamos falando de adaptação, seleção natural. Viva Darwin!

Trabalho com pessoas há mais de 40 anos e posso garantir que as pessoas são capazes de fazer coisas extraordinárias. Quando definem seus objetivos, investem suas energias nesse propósito e acreditam que conseguirão, perseguem seus objetivos obstinadamente. A paralisia acontece diante do medo. O medo, portanto, é seu maior inimigo, não a crise. A crise está fora e o medo está dentro.

Momentos de crise nos permitem:

•A possibilidade de rever processos e procedimentos.

•Adaptar aos novos tempos e as necessidades.

•Flexibilizar. Abandonar posições para buscar interesses.

•Refletir que na maioria do tempo “estamos” e não “somos” (estamos gerente, estamos diretores, estamos supervisores). Rever a questão do ser/ estar, pois as pessoas costumam se esconder sob seus papéis sociais e muitas vezes transformam o papel profissional no único papel a ser desempenhado na vida.

•Entrar em contato com a humildade para reconhecer que novas oportunidades, mesmo que muito diferentes das que já foram vividas são chances para aprender e conhecer coisas e pessoas novas.

•Estar mais aberto a rever paradigmas. Problemas novos ou antigos, hoje, exigem soluções novas e isso implica em sair da zona de conforto.

Por isso, pense em que lugar você deseja estar nessa hora de grandes chances. Se como vítima reclamando que o mundo está difícil e que o melhor é esperar para ver como fica, ou ser agente e participar desse grande movimento de transformação e de revisão da nossa sociedade contribuindo com o melhor que você tem para tornar nosso mundo e o seu cada vez melhor. Não esqueça, depois de pensar, comece a agir. Pensar sem agir é devaneio, não muda nada!

Mãos à obra!

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

Crisis not. Opportunity!

All situations in our lives are at least two sides. One positive and one negative. As we noted, and more than that, how we deal with them that will make all the difference. Consider then the crisis, any kind of crisis – financial, family, personal, social. Every moment of crisis is an opportunity, a favorable opportunity for learning. In relation to the labor market, while disappearing products and services, new or renewed. Crises represent moments for renewal, to dispose of old that no longer works and that a new arises. We can look at the situation being a victim of circumstances, with a pessimistic look and feel that we’re finished, settled, which is the end, or understand that we can be agents and we can act and make the best of the situation. It is the opportunity we have to reflect, rethink, reposition and act. Many people just have that kind of attitude in such situations when they are thrown out of their comfort zone into the panic zone. Crises are great opportunities to discover new things. The crisis draws people necessarily of the comfort zone … and that’s not bad! The issue is not the crisis, but what we do with it. That learning can take those moments. Crises compare with the pain of colic. Are cyclical and are part of life. The worst is always that we are living now. Those that have passed have been overcome, good or bad. If the problem has no solution, is already solved. Now, if you have, let’s roll up our sleeves and start doing. Sitting around complaining about the life and do nothing, will not change anything anyway! It takes courage and ACT. You may feel hostage and can`t imagine doing anything. But you can! All we can do something, however small is to reduce costs, improve the work environment, suggest improvements, find alternatives. Necessity is the mother of creativity. Just the other day, talking with colleagues to discuss the exchange of services between them. The idea is not new, as this is barter, and was practiced in the Middle Ages, but it was interesting for both parties. Another situation that I saw, was to reduce the working time, without firing, allowing the person to engage in other activities in spare time and sometimes even improves the quality of life, increase contact with family and friends generally hampered by the high workload. There are many other possibilities arise. Negotiations that once seemed unlikely to happen are good outlets now. We are talking about adaptation, natural selection. Viva Darwin! Working with people for over 20 years and I can guarantee that people can do extraordinary things. When you define your goals, invest their energies in this way and they believe they will, pursue their goals doggedly. The paralysis of fear happens in front. The fear, therefore, is his greatest enemy, not the crisis. The crisis is out and the fear is inside. Moments of crisis enable us to: • The ability to review processes and procedures.• Adapting to changing times and needs.• more flexible. Abandon positions to pursue interests.• Consider that most of the time “we” and not “we” (we’re a manager, are directors, supervisors are). Revisit the issue of be / being because people tend to hide under their social roles and often become the professional role in the only role to play in life.• Contact the humility to recognize that new opportunities, even if very different from those already experienced are likely to learn and meet new people and things.• Be more open to review paradigms. New or old problems today require new solutions and that means getting out of comfort zone. So think about what place you want to be this time of great chances. If a victim complaining that the world is difficult and it is best to wait to see how it looks, or being an agent and participate in this great movement of processing and review of our society contributing the best you have to make our world and their every better. Do not forget, after thinking, start acting. Thinking without action is daydreaming, nothing changes! Get to work!

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Coolhunters, caçadores estratégicos: entenda a arte de antever o futuro

Posted by HWBlog em 15/06/2012

O que verdadeiramente nos motiva é a possibilidade de antever, antecipar, escapar dos grilhões da linearidade da percepção temporal conscientes de que o futuro, em muitos dos seus aspecto gerais, já foi determinado pelo passado e pode ser intuído no presente

“Coolhunting”, numa tradução literal, é a caçada de coisas “cool”. Não existe um termo em português que corresponda exatamente ao sentido da palavra “cool” nesse contexto. “Cool”, cuja tradução formal mais próxima seria “fresco” ou “agradavelmente frio”, é também usado como gíria para representar coisas “legais”. Na expressão “cool hunting” a palavra se refere àqueles itens que são admirados e desejados por representarem o espírito de uma época (zeitgeist).

Coolhunting é a atividade de buscar identificar, antecipadamente, aquilo que será admirado e desejado num futuro próximo. Quem abraça essa atividade é chamado de “coolhunter”. Seu trabalho consiste em fazer uma leitura da sociedade no momento atual e identificar as linhas de força que atuam sobre ela, particularmente no que se refere a desejos, necessidades e aspirações, observando as variáveis econômicas, tecnológicas, culturais, políticas e ambientais, com o objetivo de formular hipóteses comportamentais.

O coolhunter desenvolve a habilidade de perceber, antes da maioria das pessoas, o que vai acontecer. De eleger, entre os inúmeros possíveis cenários, aquele que irá se concretizar. O “pensamento antecipativo” é, necessariamente, não linear e holístico. A quantidade de informações captadas e processadas pelo nosso cérebro é muito maior do que temos consciência. Um coolhunter busca informações, mas trabalha com a “intuição”, ou seja, desenvolve a capacidade de deixar “aflorar” seu processamento não consciente. A antevisão do futuro é noética, se apoia na intuição.

Nos processos intuitivos, o raciocínio é inconsciente e involuntário. Não se submete aos dogmas da ciência. Um insight intuitivo pode estar em contradição com todas as informações fidedignas disponíveis, simplesmente porque somos capazes de captar e elaborar, inconscientemente, outras informações que não são percebidas conscientemente.

A atividade ganhou seu nome e popularidade durante a década de 1990, associada ao mundo da moda. Derivou para outros setores econômicos, quase sempre como suporte às áreas de Marketing fornecendo “insights” para inovação (renovação ou lançamento de novos produtos).

Recentemente, começa a ganhar espaço no planejamento estratégico de grandes corporações, estimulada pela velocidade das mudanças. Num cenário tecnológico/econômico/social dinâmico como o que vivemos hoje, identificar tendências e antecipar-se aos concorrentes passou a ser uma questão de sobrevivência.

Entretanto, nas empresas em geral e, particularmente, nas grandes corporações, a sobrecarga de trabalho mantém os executivos permanentemente ocupados com o presente, com pouco ou nenhum espaço para pensar livremente sobre o futuro.

É aí que surge o espaço para a atividade de coolhunting. Os insights oferecidos pelo coolhunter direcionam os esforços de inovação da empresa, maximizando a probabilidade de retorno sobre os investimentos.

Não existem cursos específicos para formação de coolhunters, embora seja mais comum que os profissionais oriundos da área das ciências humanas escolham essa atividade.

Alguns traços de personalidade tendem a facilitar o exercício da atividade. Curiosidade, raciocínio analógico e analítico, flexibilidade de pensamento, autoconfiança e facilidade de comunicação costumam ser características comuns aos coolhunters. Mas também existem pessoas com características bastantes distintas destas que são naturalmente “antecipativas”, que “flutuam” sobre a linha do tempo e percebem além do momento.

Minha recomendação pessoal para quem deseja desenvolver suas habilidades de perceber tendências é ampliar seu leque de experiências de vida, seu círculo social, suas áreas de interesse e, principalmente, romper paradigmas e livrar-se de condicionamentos. A rigidez de pensamento é o principal fator limitante para quem pretende antecipar tendências sociais.

Caçar tendências é uma atividade milenar. Grandes artistas, inventores, filósofos e, principalmente, escritores de ficção (William Gibson é um bom exemplo) sempre estiveram à frente de seu tempo apontando tendências.

A denominação foi cunhada por volta do início dos anos 90 e em função do leve estigma de “pouco científica” em setores mais tradicionais da economia, não se tornou muito popular, apesar da atividade em si ter ganhado relevância. Os setores relacionados com moda (vestuário, artigos esportivos, perfumaria e cosmética) seguem sendo os que mais utilizam coolhunters.

Nem sempre os “coolhunters” adotam essa denominação. Muitos arquitetos, designers, profissionais de marketing e consultores estratégicos atuam como coolhunters sem utilizar esse “título”. Os principais profissionais costumam ser conhecidos (com ou sem o título) pelos players dos setores em que atuam. E alguns são “descobertos” ou “garimpados” em seminários, congressos, através de suas publicações ou, simplesmente, durante conversas formais ou informais por executivos “antenados”, capazes de identificar o “frescor” do pensamento e aproveitar os insights oferecidos por mentes antecipativas.

Sem considerar os profissionais de nicho, a primeira “coolhunter’ a conquistar fama mundial foi Faith Popcorn, CEO de sua empresa Brain Reserve, através das predições apontadas em seu livro “Relatório Popcorn” (1991).

Uma das empresas globais mais conhecidas da atualidade neste setor é a TrendWatching. Um exemplo brasileiro de profissional independente dedicada a essa atividade é Luciana Stein, sócia da Trend Room e representante da TrendWatching no nosso país. A BOX1824, fundada em 2003 por três jovens de Curitiba, também navega nesse cenário.

A grande dificuldade desta profissão é o estabelecimento de um vínculo de confiança numa habilidade pouco usual e sem fundamento “científico”. Cool hunters e futurologistas que assumem esse “rótulo” tendem a ser percebidos como versões profissionais de astrólogos e cartomantes. Não por acaso, adotam outras denominações para sua atividade (consultoria, assessoria especializada) ou desenham procedimentos que oferecem explicações racionais aceitáveis para as previsões.

Quando o profissional se torna conhecido e reconhecido num determinado setor, costuma ser muito bem remunerado.

O caminho mais fácil para iniciar a trajetória de collhunter é trabalhar como analista em empresas de consultoria estratégica ou de pesquisa de mercado.

Trata-se de uma profissão instigante e desafiadora, e de extrema importância estratégica. Mas quem escolher seguir esse caminho deve estar preparado para desbravar um mercado profissional ainda em formação.

Flávio Ferrari: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Coolhunters, hunters strategic: to understand the art of anticipating the future

What really motivates us is the ability to predict, anticipate, to escape the shackles of linearity of time perception aware that the future in many of its general aspect, has been determined by the past and can be sensed in this “Coolhunting”, a literal translation, is the hunt of things “cool.” There is a Portuguese term that exactly matches the sense of the word “cool” in this context. “Cool,” whose formal translation closest would be “cool” or “pleasantly cool” is also used as slang to represent “cool” things. In the expression “cool hunting” the word refers to those items that are admired and desired because they represent the spirit of an age (Zeitgeist). Coolhunting is the activity of seeking to identify in advance what will be admired and desired in the near future. Whoever embraces this activity is called “coolhunter.” Your job is to do a reading society at present and identify the lines of force acting on it, particularly as regards the wants, needs and aspirations, noting the economic, technological, cultural, political and environmental, with the goal of behavioral hypotheses. The coolhunter develops the ability to perceive, before most people, what will happen. To choose among the many possible scenarios, one that will be realized. The “anticipatory thinking” is necessarily nonlinear and holistic. The amount of information received and processed by the brain is much larger than we are aware. A coolhunter seeking information, but works with “intuition,” ie, develops the ability to leave “emerge” unconscious processing. Anticipating the future is noetic, relies on intuition. In the intuitive processes, the reasoning is unconscious and involuntary. It does not submit to the dogmas of science. An intuitive insight can be in contradiction with all reliable information available, simply because we are able to capture and develop unconsciously, other information that is not consciously perceived. The activity has earned its name and popularity during the 1990s, associated with the fashion world. Drifted to other economic sectors, often as support to the areas of Marketing providing “insights” for innovation (renewal or new product launches). Recently been gaining ground in the strategic planning of large corporations, encouraged by the speed of change. In a scenario technological / economic / social dynamic as what we have today, identify trends and anticipate the competitors has become a matter of survival. However, businesses in general and particularly in large corporations, the workload keeps executives constantly busy with this, with little or no space to think freely about the future. It appears then that the space for the activity of coolhunting. The insights offered by coolhunter direct the company’s innovation efforts, maximizing the probability of return on investment. There are no specific courses for training Coolhunters, although it is common for professionals from the human sciences choose this activity. Some personality traits tend to facilitate the exercise of the activity. Curiosity, analogical reasoning and analytical flexibility of thought, confidence and ease of communication tend to be common features Coolhunters. But there are also plenty of people with distinct features that are naturally these “forward”, that “float” on the timeline and perceive beyond the moment. My personal recommendation for anyone wanting to develop their abilities to perceive trends is to expand its range of life experiences, his social circle, and their areas of interest mainly to break paradigms and get rid of conditioning. The rigidity of thought is the main limiting factor for those who want to anticipate social trends. Hunting is an activity millennial trends. Great artists, inventors, philosophers, and especially fiction writers (William Gibson is a good example) have always been ahead of his time pointing out tendencies. The name was coined by the early ’90s and as a function of the mild stigma of “unscientific” in more traditional sectors of the economy, it became very popular, despite the activity itself have gained relevance. The fashion-related industries (clothing, sporting goods, perfumes and cosmetics) are still the most used Coolhunters. Not always the “Coolhunters” adopt that name. Many architects, designers, marketers and consultants act as strategic Coolhunters without using the “title”. The key professionals are commonly referred to (with or without the title) by players of the sectors where they operate. And some are “discovered” or “mined” in seminars, conferences, through its publications, or just during formal or informal conversations with executives “tuned”, able to identify the “freshness” of thought and take advantage of the insights offered by minds looking. Without considering the professional niche, the first “coolhunter ‘gaining worldwide fame was Faith Popcorn, CEO of her company Brain Reserve, through the predictions outlined in his book” Popcorn Report “(1991). One of the best-known global companies in this industry today is the Trendwatching. A Brazilian example of independent professional dedicated to this activity is Luciana Stein, a partner of Trend Trendwatching Room and representative of our country. The BOX1824, founded in 2003 by three young people from Curitiba, also browsing this scenario. The difficulty of this profession is to establish a bond of trust a skill unusual and unfounded “scientific.” Cool hunters and futurologists who take this “label” tend to be perceived as professional versions of astrologers and fortune tellers. Not coincidentally, they adopt other names for your business (consulting, expert advice) or draw procedures acceptable offer rational explanations for the forecasts. When the work becomes known and recognized in a particular industry, usually very well paid. The easiest way to start the path coolhunter is working as an analyst in strategic consulting firms or market research. This is an exciting and challenging profession, and of extreme strategic importance. But those who choose to follow this path should be prepared to brave a market still in professional training.

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Você é um profissional lebre ou tartaruga?

Posted by HWBlog em 14/06/2012

Para não cair no risco de um auto-engano, siga o conselho de Esopo: esforce-se. Esforce-se ao máximo

O grego Esopo é considerado o pai da fábula como gênero literário. Embora não haja certeza que o próprio tenha existido, tratando-se praticamente de um personagem lendário, a ele são atribuídas diversas fábulas que são passadas de pais para filhos, geração após geração, desde o século VI antes de Cristo. Certamente você já deve ter ouvido os contos da Cigarra e a Formiga, a Raposa e as Uvas, a Galinha e os Ovos de Ouro, entre tantos outros.

É dele também a famosa fábula que narra a corrida entre uma lebre e uma tartaruga. A lebre, confiando-se em seu talento natural – a velocidade e agilidade -, acaba relaxando durante o desafio e, depois, não consegue alcançar a vagarosa (porém persistente e determinada) tartaruga, que acaba vencendo a aposta. O ensinamento que nos transmite Esopo com essa fábula é fantástico: independente das nossas condições, se trabalharmos com afinco e perseverança, certamente atingiremos nossos objetivos.

Se traçarmos um paralelo entre essa fábula e a vida profissional, a lebre seria aquele sujeito extremamente talentoso, capaz de apresentar resultados extraordinários, mas um tanto quanto preguiçoso, que gosta sempre de deixar suas responsabilidades para depois. A tartaruga seria o trabalhador disciplinado, bastante esforçado e extremamente focado em suas tarefas, mas que não conta com um talento natural para a atividade. A fábula, no entanto, é incompleta ao desconsiderar a existência de outros dois tipos de animais: a lebre esforçada e a tartaruga preguiçosa, o que nos geraria o quadrante da imagem abaixo:

No mercado, o sonho de todo headhunter é encontrar uma “lebre” perseverante e esforçada, o tipo de profissional extremamente talentoso, que sente prazer em trabalhar com afinco e em surpreender com os seus resultados. Entretanto, essa é a espécie mais rara de ser encontrada. Por quê? Porque, no fundo, toda lebre tem consciência de sua natureza. Ela sabe que não é preciso se esforçar muito para fazer algo bem feito e acima da média dos demais profissionais, o que alimenta a forte tentação de procrastinar – algo como ficar grudado no Facebook, mas fingindo estar trabalhando…

De qualquer forma, as empresas precisam das lebres. Precisam do talento e da genialidade que somente elas possuem. Por isso é cada vez mais comum as empresas oferecerem mais liberdade e fazerem vista grossa quando uma lebre chega atrasada, brinca na internet ou falta ao trabalho.

Mas não pense que apenas as lebres são cobiçadas. As tartarugas perseverantes e esforçadas também são essenciais em uma organização. Elas apresentam ótimos resultados, trabalham com afinco, são responsáveis e extremamente necessárias, uma vez que a sua disciplina e comprometimento são fundamentais na construção do sucesso da organização.

O maior problema está em ser uma tartaruga relapsa e preguiçosa. É o tipo de profissional que as empresas querem distância, pois não tem capacidade de apresentar resultados e sequer se esforçam para isso. Em uma equipe, as tartarugas preguiçosas não acrescentam em nada; pelo contrário, apenas subtraem as energias do time e contaminam o ambiente com a sua postura desleixada e com a baixa qualidade de seu trabalho.

Que tipo de profissional eu devo ser?

Quase todos temos a tendência natural e narcisista de nos considerarmos a última bolacha do pacote. Dessa forma, é muito fácil pensarmos que somos a mais talentosa de todas as lebres, mesmo sendo, no fundo, uma lenta e pesada tartaruga. Para não cair no risco de se auto-enganar, siga o conselho de Esopo: esforce-se. Esforce-se ao máximo.

Se você for uma tartaruga, irá colher bons frutos, sempre conseguirá atingir seus objetivos e, de tanto esforçar-se, poderá até quebrar o muro que separa as tartarugas das lebres. Se você for uma lebre, não desperdiçará seu talento com preguiça e comodismo (o que seria um pecado), e irá elevar seus resultados ao nível que só um gênio consegue atingir.

O que você escolhe?

Leandro Vieira: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

You’re a professional hare or tortoise?

To avoid falling into the trap of self-deception, follow the advice of Aesop: strive. Strive to the maximumThe Greek Aesop is considered the father of the fable as a literary genre. Although there is no certainty that even existed, since it is almost a legendary character, it also carries several myths that are passed from father to son, generation after generation, since the sixth century before Christ. Surely you have heard the tales of the Cicada and the Ant, the Fox and the Grapes, the Chicken and Egg Gold, among others. It is also the famous fable that recounts the race between a hare and a tortoise. The hare, relying on his natural talent – speed and agility – just relaxing during the match and then not reach the slow (but persistent and determined) turtle, which ends up winning the bet. The teaching that gives us with this Aesop’s fable is amazing, regardless of our circumstances, if we work hard and persevere, will certainly achieve our goals. If we draw a parallel between this fable and professional life, the hare would be extremely talented guy, able to provide extraordinary results, but somewhat lazy, who always likes to leave their responsibilities for later. The turtle would be the employee disciplined, very hard and extremely focused on their tasks, but that does not have a natural talent for the activity. The fable, however, is incomplete to dismiss the existence of two other types of animals: the hare and the tortoise struggling lazy, which would generate in the quadrant of the image below: In the market, the dream of every headhunter is to find a “hare” persevering and industrious, the kind of extremely talented professional, who takes pleasure in working hard and surprised by their results. However, this is the rarest species to be found. Why? Because deep down, every hare is aware of its nature. She knows that it does not take much effort to do something well above average and other professionals, which feeds the strong temptation to procrastinate – get stuck on something like Facebook, but pretending to be working … Either way, companies need the hares. They need the talent and genius that only they possess. Therefore it is increasingly common for companies to offer more freedom and turning a blind eye when a hare arrives late, play online or missing work. But do not think that only the hares are coveted. Turtles persevering and hardworking are also essential in an organization. They have great results, work hard, are responsible and extremely necessary, since their discipline and commitment are essential in building the organization’s success. The biggest problem is being a turtle sloppy and lazy. It’s the kind of professional that companies want to distance, because it has no ability to deliver and even strive for it. In a team, lazy turtles do not add in anything, but rather just subtract the energies of time and contaminate the environment with its slouchy posture and the low quality of their work. What kind of professional should I be? Almost all have a natural tendency and narcissistic we consider the last cookie package. Thus, it is very easy to think that we are the most talented of all the hares, even though deep down, a slow and heavy turtle. To avoid falling into the trap of self-deception, follow the advice of Aesop: strive. Strive to the utmost. If you are a turtle, you will reap good fruit, always able to achieve their goals and strive for both, you may even break the wall that separates the turtles of the hares. If you are a rabbit, do not waste your talent with laziness and complacency (which would be a sin), and will raise their results in terms that only a genius can achieve. What do you choose?

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A equipe é resistente a sua liderança? Confira 8 dicas que podem ajudá-lo a virar o jogo

Posted by HWBlog em 13/06/2012

Saiba o que fazer se você acabou de assumir um cargo estratégico em uma empresa e precisa acabar com as resistências da sua equipe

Nem todo líder é premiado com a aceitação coletiva dos profissionais que integram uma equipe. A situação costuma ser pior quando ele acaba de assumir o posto de chefia em uma empresa. Nessa hora é preciso ter muito jogo de cintura para lidar com as rixas que virão.

Por mais difícil que possa parecer ter que conciliar um conflito, essa tarefa não costuma ser impossível, especialmente quando o gestor tem plena consciência do seu papel estratégico na organização e está disposto a resolver a situação.

Para que o líder possa solucionar um possível ruído na comunicação ele deve primeiramente propor uma conversa franca ao contratado.

Muitos gestores se preocupam tanto em criar o próprio espaço e mostrar seu poder hierárquico que acabam se esquecendo que também precisam das pessoas. Com isso, eles deixam de ouvir seus contratados e pioram ainda mais a situação.

Por isso, ao perceber qualquer problema de relacionamento na companhia, o ideal é que o líder se desarme e procure entender o que está se passando na cabeça do seu contratado visando a resolução de qualquer mal-entendido, bem como o fim de uma possível resistência.

Não faça!

Nada de dar as costas ao problema fazendo uso da própria autoridade para resolver a questão. Lembre-se que esse tipo de atitude apenas dificultará ainda mais a situação, já que ninguém gosta de um líder autoritário e centralizador, não é mesmo?

Não dar autonomia ao profissional que apresenta resistência é tão ruim quanto excluí-lo das atividades e reuniões.

Segundo ela, estas atitudes apenas afastam o contratado, que entende que seu superior não tem mais interesse em agregá-lo à equipe. Quem faz isso perde o profissional. Por isso a importância de não excluí-lo mesmo se a resistência continuar por um tempo.

Sem brigas

Outra boa dica para quem deseja amenizar o clima é evitar o jogo de forças: nada de bater de frente com o colaborador.

Ao entrar na energia do outro o líder entra em uma disputa, em uma competição para medir forças e isso acaba sendo prejudicial para todos os envolvidos. O gestor deve ter em mente que ao responder um ataque de forma emocional, o outro atacará com mais força e o problema não se resolverá.  A melhor solução ainda é alinhar as próprias expectativas às dos demais contratados.

O gestor deve explicar seus objetivos profissionais e mostrar como é importante ter sua equipe ao seu lado para contribuir para os resultados da empresa.

Dicas

E se você deseja conquistar mais aliados na corporação em que atua, fique atento às dicas a seguir:

Escute mais: aprenda a escutar o que sua equipe tem a lhe dizer, especialmente se houver algum membro insatisfeito com sua gestão e não se esqueça de dar feedbacks sempre fazendo uso da razão. Não permita que as críticas feitas pelo profissional afetem seu emocional e avalie os pontos apresentados pelo contratado de forma construtiva, pensando no bem maior da corporação.

Fique disponível: ninguém gosta de um gestor que está sempre atarefado com milhões de atividades e que nunca está ali para ouvir sua própria equipe. Por isso, mantenha o canal de comunicação sempre aberto e mostre-se disponível quando for requisitado.

Saiba dar autonomia: nem todos os contratados funcionam da mesma forma. Enquanto alguns funcionam bem com pressão, outros abominam esse tipo de comportamento e produzem mais quando possuem autonomia. Assim, identifique primeiro qual é o perfil do seu contratado e seja mais flexível quando necessário, deixando o profissional livre para criar e desenvolver tarefas.

Distribua as tarefas: ao delegar tarefas, o contratado acaba se responsabilizando pela execução de tais atividades e, com isso, amadurece. Por isso, observe constantemente o nível de maturidade do seu colaborador e aos poucos ofereça novos desafios para ele.

Seja transparente: não esconda da sua equipe as decisões que tomou ou pretende tomar, peça opiniões e seja franco. As decisões devem ser sempre compartilhadas com o grupo para manter uma maior transparência a todos.

Não entre na briga: evite conflitos de força com o contratado. De nada adianta mostrar quem é que manda e fazer uso da própria autoridade para que ele entenda que você é o chefe. Atitudes como essa apenas aumentam o conflito e não fazem bem à ninguém. Por isso, use sempre sua razão e procure não rebater as críticas na mesma moeda. Tente conversar e explicar quais são suas intenções na empresa.

Dê um tempo: após ter aquela conversa com o contratado, dê um tempo para que ele se acostume com a nova gestão e reflita sobre os motivos que o levam ao conflito. Deixe-o livre para criar e observe os resultados. Caso perceba, com o tempo, que ainda assim ele resiste, mas que já apresenta melhoras, dê um novo feedback e aguarde mais um pouco. Lembre-se que cada um tem o seu tempo e que, em certos casos, nem sempre esse período costuma acontecer na velocidade que você gostaria.

Demissão em último caso: a demissão do contratado somente deve ser cogitada em último caso. Ou seja, quando o líder perceber que contratado não apresenta nenhum sinal de melhora ou interesse em mudar de atitude.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

The team is resistant to his leadership?

Check out eight tips that can help you turn the game Learn what to do if you just take a strategic position in a company and needs to break the resistance of your team Not every leader is awarded the collective acceptance of the professionals who form a team. The situation is often worse when he has just taken over the position of leadership in a company. At this time you really have to play it somehow to deal with the strife to come. As hard as it may seem to have to reconcile a conflict, this task is usually not impossible, especially when the manager is fully aware of its strategic role in the organization and is willing to resolve the situation. For the leader to address a possible noise in the communication he must first propose a frank talk to the contractor. Many managers are so preoccupied in creating their own space and show their hierarchical power that end up forgetting that also need people. With that, they stop listening to their contractors and worsen the situation further. Therefore, to realize any relationship problem in the company, the ideal is that the leader will disarm and understand what is going on in the head of his contract in order to resolve any misunderstanding, as well as to a possible resistance . Do not! Nothing to give back to the problem by making use of one’s authority to resolve the issue. Remember that this kind of attitude only further complicate the situation, since no one likes an authoritarian leader and centralized, is not it? Do not give autonomy to the professional who shows resistance is as bad as it excluded the activities and meetings. She said these attitudes away from the contractor only, which means that his superior has no more interest to add it to the team. Who does it lose the professional. Hence the importance of not delete it even if the resistance continues for a while. No fighting Another good tip for those who want to soften the atmosphere is to prevent the balance of forces: no clash with the developer. Upon entering the energy of the other leader enters a contest, a competition to measure forces and it ends up being detrimental to all involved. The manager should keep in mind that when answering an attack so emotional, the other will attack with more force and the problem not be resolved. The best solution is still to align their expectations to the other contractors. The manager should explain your career goals and show how important your team on your side to contribute to business results. Tips And if you want to win more allies in the enterprise in which it operates, be aware of the following tips: Listen more, learn to listen to what your team has to tell you, especially if any member dissatisfied with his management and do not forget to give feedback when making use of reason. Do not let the criticisms made by the professional affect your emotional and evaluate the points raised by the contractor in a constructive way, thinking about the greater good of the corporation. Be available: nobody likes a manager who is always busy with millions of activities and that is never there to hear his own team. So keep the channel of communication always open and show up available when required. Learn to empower, not all contractors operate the same way. While some work well under pressure, others abhor such behavior and produce more when they have autonomy. So, first identify what is the profile of your contract and be more flexible when necessary, leaving the professional freedom to create and perform tasks. Distribute tasks: to delegate tasks, the contractor ends up being responsible for carrying out such activities and, therefore, matures. So constantly observe the maturity level of his collaborator and gradually offer new challenges for him. Be transparent: Do not hide your team’s decisions it has taken or intends to take, get opinions and be honest. Decisions should always be shared with the group to maintain greater transparency at all. Do not enter the fray: avoid conflicts with the force employed. It does not help to show who’s boss and make use of their own authority so that he understands that you are the boss. Attitudes like this only increase the conflict and do not do well on anyone. Therefore, always use your reason and try not to rebut the criticisms in the same currency. Try to talk and explain what your intentions are in the company. Give it time, after that conversation with the contractor, take some time for him to get used to the new administration and reflect on the reasons that lead to conflict. Let him free to create and observe the results. If you notice, over time, which he still resists, but it already shows improvement, give a new feedback and wait a little longer. Remember that each one has its time and in some cases, this period usually does not always happen at the speed you want. Dismissal in the latter case, the retirement of the contractor should only be contemplated in the latter case. That is, when the leader hired realize that shows no signs of improvement or interest in changing their attitudes.

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Modelo de negócio: como desenvolver a minha empresa?

Posted by HWBlog em 13/06/2012

Você entende como a sua empresa funciona? Consegue garantir se os seus clientes estão te encontrando de forma fácil? Está clara a sua proposição de valor para os segmentos de clientes que você atende? E os serviços e produtos que você oferece? Eles são contratados/comprados em função dessa clareza? Eles estão aparecendo nos canais de vendas corretos?

E a sua equipe de profissionais? Será que eles entendem como funciona o seu negócio e executam os seus papéis alinhados ao que a empresa é e faz? A sua missão está sendo cumprida ou é só mais uma frase bonita em um arquivo do Powerpoint?

Seus parceiros estão executando as suas atividades como se fosse “favores” ou são parte do seu negócio mesmo?

E como estão as suas receitas versus os seus custos? Você está buscando novas formas de obter receitas? Está encontrando alguma maneira de reduzir os seus principais custos?

Pois bem, essas perguntas fazem parte do mecanismo “negócio”, com o qual você, empresário ou executivo, está acostumado a lidar todos os dias. E a nossa conexão com o nosso negócio – e eu me incluo nessa por também ser empresário – é algo muito peculiar. Apesar do tema não ser novo, modelos de negócios têm despertado o interesse de empresas e profissionais de planejamento e gestão de negócios após o lançamento do livro Business Model Generation, Inovação em Modelos de Negócios, de Alex Osterwalder e Yves Pigneur, em 2010.

Segundo o conceito da publicação, um modelo de negócios descreve a lógica de criação, entrega e captura de valor por parte de uma organização, e se caracteriza como mais uma unidade de análise organizacional.

Se você pesquisar na internet encontrará muita coisa sobre o tema, mas quero contar um pouco da minha experiência na aplicação do framework de Modelo de Negócios para diagnóstico, análise e inovação de negócios.

Já ouvi a frase “agora eu entendi como a minha empresa funciona” inúmeras vezes, de profissionais de empresas de todos os tipos. São empresas jovens, de até cinco anos, outras mais maduras com 15 a 25 anos de existência, e até de executivos responsáveis por áreas de Recursos Humanos, por exemplo, que veem nesse modelo uma forma de explicar aos colaboradores a lógica de colaboração na empresa.

Os profissionais especialistas em planejamento e estratégia de negócios, ou como eu prefiro chamar, os business designers, entram em ação para avaliar como as empresas estão operando seus negócios, para levar a equipe que está trabalhando na análise do Modelo de Negócios a pensar de forma diferente, com o viés da empatia, da colaboração e da experimentação.

Quando avaliamos as ideias envolvidas, usamos os seguintes critérios: as ideias são desejáveis para as pessoas, rentáveis para o negócio e tecnologicamente possíveis? Por isso, o business designer trabalha com ferramentas e questionamentos que permitem ao empresário ou executivo pensar com um viés diferente e inovador.

É aqui que descobrimos uma série de oportunidades de mudanças, gerando inovação nas empresas, e nesse aspecto é que o Modelo de Negócios alinhado ao Design Thinking, se diferencia de outras ferramentas de análise organizacional.

Temos notado a necessidade de profissionalização das empresas por conta de uma série de fatores (competitividade, economia, tecnologia), e isso tem feito com que muitos empresários procurem alternativas para acelerar os seus processos de desenvolvimento, e por esse motivo, compreender o modelo de negócios e agir para atacar os seus pontos críticos, tem sido uma decisão no mínimo mais sábia.

Desenvolvimento organizacional passa por inovação e por desenvolvimento e envolvimento das pessoas. É criação de cultura para a mudança.

E você? Entende como o seu modelo de negócios funciona?

Francisco Albuquerque: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Business model: how to develop my business?

You understand how your business works? Can you ensure that your customers are finding you easily? It is clear value proposition for the customer segments you serve? And the services and products you offer? They are hired / bought in the light of this clear? They are appearing in the sales channels correct? And his team of professionals? Do they understand how your business and perform their roles aligned to what the company is and does? Its mission is being fulfilled or is it just another pretty phrase in a PowerPoint file? His partners are running their activities like “favors” or are part of your business right? And how are your income versus your costs? You are looking for new ways to raise revenue? Is finding a way to reduce its main costs? Well, these questions are part of the mechanism “business”, with which you, entrepreneur or executive, are used to deal with every day. And our connection with our business – and I include myself in this by also being an entrepreneur – is something very peculiar. Although the theme is not new, business models have attracted the interest of companies and professional planning and management of business after the launch of the book Business Model Generation, Innovation in Business Models by Alex Osterwalder and Yves Pigneur in 2010. According to the concept of publication, a business model describes the logic of creating, delivering and capturing value from an organization, and is characterized as one more unit of organizational analysis. If you search the internet you will find a lot about the subject, but I want to tell a little of my experience in the application framework’s Business Model for diagnosis, analysis and business innovation. I’ve heard the phrase “I now understand how my business works” countless times, business professionals of all kinds. They are young companies, up to five years, other more mature at 15 to 25 years of existence, and even executives responsible for areas of Human Resources, for example, who see this model a way to explain to employees the logic of collaboration in the enterprise . The specialists in planning and business strategy, or as I prefer to call the business designers, come into play to assess how companies are operating their businesses, to bring the team working on the analysis of the Business Model to think different, with the bias of empathy, collaboration and experimentation. When evaluating the ideas involved, we used the following criteria: the ideas are desirable for people, for the business profitable and technologically possible? Therefore, the designer works with business tools and questions that allow the business owner or executive with a bias to think different and innovative. It is here that we discover a series of opportunities for change, driving innovation in enterprises, and in this respect is that the Business Model aligned to Design Thinking, differs from other analysis tools organization. We have noted the need to professionalize the companies on behalf of a number of factors (competitiveness, economy, technology), and this has caused many entrepreneurs to seek alternatives to speed up their development processes, and therefore, understand the model business and act to tackle the critical points, has at least been a wiser decision. Organizational development passes through innovation and development and involvement of people. It is the creation of culture to change. And you? Understands how their business model work?

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Os riscos de falar demais no trabalho (e como evitá-los)

Posted by HWBlog em 11/06/2012

Falar demais não é pecado, mas se feito sem bom senso pode trazer sérios riscos para a sua carreira, segundo especialistas

Regra básica para ter uma carreira promissora? Comunique-se bem. Sim, isso mesmo. Independente do cargo ou setor de atuação, saber se expressar de uma maneira objetiva e clara é essencial para emplacar ideias, convencer clientes e, principalmente, liderar.

Mas, atenção, comunicar-se bem não é sinônimo de falar demais. E é exatamente nesta confusão de conceitos que estão alguns dos mais sérios pecados corporativos de muita gente por aí. Seja por um traço de personalidade ou por pura falta de senso, muitos profissionais dão corda demais para a mania de ser prolixo e, acabam, colocando a própria carreira em risco.

Confira abaixo quais os riscos de ser prolixo e como evitá-los – mesmo quando falar demais faz parte da sua personalidade:

Riscos

Ganhar o título de arrogante …

Quem fala demais, geralmente, peca por não ouvir os outros. “Você só entra na conversa quando a pessoa para para respirar. E, mesmo assim, nem sempre dá tempo”, descreve Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori.

Por isso, não raro pessoas prolixas tendem a ser consideradas arrogantes e, no pior dos cenários, muito (mas muito mesmo) chatas. Por não ter papas na língua, quem fala para além da conta corre o risco de “declarar coisas que não deveria e soltar trunfos sobre si mesmo”, diz Silvio Luzardo, especialista em oratória.

“Quem é prolixo não tem a percepção de aceitar o outro como ele é. Fala demais porque acredita que o que fala é correto e o que o outro sente não tem importância”, diz Passadori.

… ou de inconveniente

Por não estarem atentos às outras pessoas, alguns prolixos tendem à uma síndrome de falta de tato crônica. Este problema é materializado em tratar de assuntos indevidos em ocasiões impróprias e, principalmente, ocupar demasiadamente o tempo de terceiros.

De alimentar a rádio peão até fazer piadas de mau gosto, passando por despejar críticas vazias e pecar na falta de discrição, as gafes de quem fala além da conta são inúmeras. E, infelizmente, pouco raras. “Aí não há quem aguente, né?”, diz Romaly de Carvalho, especialista em etiqueta corporativa

Perder espaço

A consequência para esse tipo de comportamento é até óbvia: em alguns cenários mais assustadores, ser prolixo pode sim custar seu sucesso profissional. E, neste caso, sua qualificação nem sempre falará mais alto.

“O bom profissional tem foco. Sabe o que dizer e quando dizer”, diz Romaly. “No mundo corporativo, as pessoas querem soluções eficientes em menor tempo”.

Fato que garante alguns pontos negativos para quem não consegue vislumbrar o mundo de uma maneira mais objetiva. “O profissional perde o crédito. O cliente pode sentir que está sendo enrolado”, diz Silvio Luzardo.

Como evitar

Ouça

O conselho de avó pode até ser clichê, mas é valioso para essas horas: todos têm dois ouvidos e uma boca, logo…

A conclusão para o ditado popular é até óbvia, mas quem tem o hábito de falar sabe que a experiência prática não é tão simples assim. Por isso, se você integra o grupo dos que sempre protagonizam um diálogo, uma dica: fique atento às perguntas do seu interlocutor. Se ele parar de questionar (ou pior, falar), cuidado.

“A pessoa fala e fala, mas não leva em consideração se o outro está gostando da conversa”, diz Romaly. Por isso, a primeira lição para toda pessoa que perde o limite na hora de se comunicar é simples: ouça, ouça e ouça.

Diferencie

É essencial também diferenciar os tipos de relacionamento que você nutre no trabalho. Lembre-se: uma coisa é amigo (e o tipo de assuntos que podem ser tratados com ele), colega de trabalho é outra história. E traçar esse limite é fundamental para ter foco na hora de se comunicar no trabalho.

“Você até pode ter amigos no trabalho. E é bom que tenha. Mas nem todos serão seus amigos. Com o colega de trabalho, você deve compartilhar apenas assuntos relativos ao planejamento da empresa”, diz Romaly

Não tenha medo do silêncio

O silêncio, principalmente entre desconhecidos, pode incomodar . E muitas vezes, apavorar. Mas isso não pode ser justificativa para dar cordas para a própria língua e falar coisas que não deve. Quando o silêncio apavorar e desconectar, o melhor antídoto é permanecer quieto. E esperar o outro.

Foque no que é urgente e importante

Planejamento deve ser palavra de ordem para qualquer profissional. E isso se aplica também a todos os diálogos que você precisa liderar. “Transforme tudo o que tem que ser dito em frases objetivas. Foque apenas no que é urgente e importante”, ensina Passadori.

Reinaldo Passadori: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publsiher

The risks of talking too much work (and how to avoid them)

Talking too much is not sin, but it made no sense can bring serious risks to your career, say expertsBasic rule to have a promising career? Communicate well. Yes, that’s right. Regardless of position or area of activity, whether expressed in a clear and objective manner is essential to topple ideas, persuading customers, and especially lead. But attention, communicate well is not synonymous with talking too much. And it is precisely this confusion of concepts that are some of the most serious corporate sins of many people around. Whether it was a personality trait or pure nonsense, many other professionals to give the rope a mania for being verbose and, eventually, putting her own career at risk. Check below which risks to be verbose and how to avoid them – even when talking too much part of his personality: Risks Winning the title of arrogant … Who speaks too often fails to listen to others. “You shall not enter into the conversation when a person stops breathing. And yet, do not always have time, “explains Reinaldo Passadori, Institute Passadori. So often people tend to be wordy considered arrogant and, in the worst scenarios, much (but really it) boring. Why did not mince words, who speaks beyond the account is in danger of “declare things that should not hold assets and about yourself,” says Silvio Luzardo, expert oratory. “Who is verbose does not have the sense of accepting the other as it is. Talk too much because you believe what you say is correct and what the other feels it does not matter, “says Passadori. … or inconvenience For not being attentive to other people, some wordy tend to a syndrome of chronic lack of tact. This problem is materialized in addressing issues of undue and improper occasions, mainly occupy too much time on the 3rd.Feeding the radio pawn even make jokes in bad taste, pour through empty criticism and sin in the absence of discretion, the gaffes of the speaker in addition to the account are numerous. And, unfortunately, somewhat rare. “Then there are those who hold on, eh?” Says Romaly de Carvalho, an expert on business etiquetteLosing space The consequence for this type of behavior is even obvious: in some more shocking settings, can be long winded but cost him his career success. And in this case, your qualification is not always speak louder. “The good work has focus. Do you know what to say and when to say, “says Romaly. “In the corporate world, people want efficient solutions in less time.” Fact that guarantees some drawbacks for those who can´t envision the world in a more objective manner. “The people are losing credit. You may feel you are being wrapped, “says Silvio Luzardo. How to avoid Listen Grandma’s advice may even be cliche, but it is valuable for those hours, all have two ears and one mouth, so … The conclusion to the popular saying is even obvious, but who has the habit of talking to know that practical experience is not so simple. So if you integrate the group of protagonists who always a dialogue, a tip: pay attention to questions of his interlocutor. If he stop questioning (or worse, speaking) care. “The person talks and talks but does not take into consideration whether the other is enjoying the conversation,” says Romaly. So the first lesson for every person who loses out in time to communicate is simple: listen, listen and listen. Differentiate It is also essential to differentiate the types of relationship you nurse at work. Remember, one thing is a friend (and the type of issues that can be treated with it), co-worker is another story. And to draw this boundary is critical to have time to focus on communicating in the workplace. “You might have friends at work. And it’s nice to have. But not all be your friends. With the co-worker, you should share only matters relating to business planning, “says Romaly. Do not be afraid of silence Silence, especially among strangers may bother you. And often, panic. But this can´tt be justification for giving strings to his tongue and saying things he should not. When the silent panic and disconnect, the best antidote is to stay quiet. And wait for the other. Focus on what is urgent and important Planning should be the slogan for any professional. And this applies to all conversations you need to lead. “Make everything has to be said in objective sentences. Focus only on what is urgent and important, “teaches Passadori.

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Relações Humanas no Trabalho

Posted by HWBlog em 11/06/2012

Nas relações humanas no trabalho existem apenas três regras:

1) Colegas passam, mas inimigos são para sempre

A chance de uma pessoa lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo a taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois o favor será esquecido não adianta mais cobrar, mas a chance de alguém se lembrar uma desfeita se mantém estável não importa quando tempo passe. Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997, e a pessoa ignorou a sua mão estendida você ainda se lembra disto.

2) A importância de um favor diminui com o tempo enquanto a importância de uma desfeita aumenta

Favor é como investimento de curtíssimo prazo; desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia ele será cobrado, e com juros.

3) Um colega não é um amigo

Colega é aquela pessoa que durante algum tempo parece um amigo. Muitas vezes até parece o “melhor” amigo. Mas isto só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa; ex colega, que parecia amigo, é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer, que no momento, não pode atender.

Durante sua carreira uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos, e apenas seis inimigos. Estatisticamente isto parece ótimo, mas não é. A lei da perversidade profissional diz que no futuro quando você precisar de ajuda, é provável  que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.

Portanto profissionalmente falando, e pensando no longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar a fazer inimigos, porque por uma infeliz coincidência biológica os poucos inimigos são exatamente aqueles que tem boa memória.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

In human relationships at work there are only three rules:

1) Colleagues go, but enemies are forever The chance of a person remember a favor you did it decreases the rate of 20% per year. Five years later, the favor will be forgotten no good charge, but the chance of someone remembering a broken remains stable no matter how much time passes. If you reached out to greet someone in 1997, and the person ignored his outstretched hand you still remember it. 2) The importance of support decreases with time as the importance of an unmade increases Please be as short-term investment; is undone as a long-term loan. One day he is charged, with interest. 3) A colleague is not a friend Colleague is a person who for a time seems a friend. Often it seems like the “best” friend. But this only lasts until one of them change jobs. Friend is a person who calls to ask if you need anything; former colleague, who seemed a friend, is the person you turn to ask for something, and she sends word that the moment can not meet. During his career a normal person would get the impression he made a million friends, and only six enemies. Statistically it looks great but is not. The law says that work wickedness in the future when you need help, it is likely that anyone else can help you is just one of those few enemies. So professionally speaking, and thinking in the long term success is mainly to avoid making enemies because of an unfortunate coincidence biological few enemies are exactly those that have a good memory.

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