PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Inteligência artificial é a nova febre em empresas

Posted by HWBlog em 29/09/2016

inteligncia_artificial_contra_a_obesidadeEste é o ano em que a inteligência artificial amadureceu para alguns dos principais ramos da economia, ao menos enquanto recurso de marketing. A Salesforce, que oferece software online para vendas, anunciou que acrescentaria inteligência artificial aos seus produtos. Seu sistema, chamado Einstein, promete vislumbrar as melhores tendências de vendas que as empresas devem seguir e apontar quais são os próximos produtos a ser desenvolvidos.

A Salesforce se antecipou à Oracle, maior empresa de software empresarial do mundo. Entre os principais recursos novos do software da Oracle estão análise em tempo real de imensos volumes de dados.

Em outros segmentos, a General Electric está promovendo seu negócio de inteligência artificial, com um software chamado Predix. A IBM tem mostrado sua tecnologia, o Watson, conversando com Bob Dylan. Essas jogadas, acompanhadas de projetos similares na maioria das demais empresas de tecnologia e consultoria, representam anos de trabalho e bilhões em investimentos.

Há grandes avanços em inteligência artificial em agricultura, manufatura e aviação, entre outras áreas. Tudo é muito animador, como ocorre com as grandes possibilidades, e não faltam os slogans e termos do momento. Mas será que as empresas enxergarão nisso algum valor ou compreenderão como a inteligência artificial pode ser valiosa para elas?

“Ninguém sabe ao certo como usar isso para agregar o máximo valor”, disse Marc Benioff, cofundador e diretor executivo da Salesforce. “Creio que, no momento, a ideia é ajudar as pessoas a fazerem aquilo em que são boas, delegando mais tarefas às máquinas.”

Benioff se refere ao valor da inteligência artificial no longo prazo. A tecnologia passa por uma fase já conhecida: é estranha e nova, podendo às vezes prometer mais do que é capaz de cumprir e voltando-se para usos que não foram previstos.

Ciência. Oculta em expressões como aprendizado profundo e inteligência de máquinas, a inteligência artificial é essencialmente uma série de exercícios avançados com base em estatística que analisam o passado para indicar o futuro provável ou observar escolhas anteriores do consumidor para descobrir onde se deve investir mais ou menos energia. Isso representa uma oportunidade, que muitas empresas receiam ficar de fora.

Boa parte da explosão atual da tecnologia remonta a 2006, quando a Amazon começou a vender poder de processamento barato na internet. Naquele mesmo ano, Google e Yahoo divulgaram métodos estatísticos para lidar com o incalculável volume de dados do comportamento humano. Em 2007, a Apple lançou o primeiro iPhone, dispositivo que deu início a uma explosão na coleta de volumes incalculáveis de dados.

Subitamente, antigos experimentos com inteligência artificial se tornaram relevantes e surgiu o dinheiro necessário para o desenvolvimento de novos algoritmos. Dez anos mais tarde, a computação é hoje mais barata do que nunca. Além disso, as empresas vivem online e os sensores coletam um vasto volume de dados.

Experimento. O medo de ver um concorrente se dar bem com inteligência artificial antes é motivação de sobra para que algumas empresas experimentem novidades nesse campo.

A Salesforce está vendendo o Einstein como sistema capaz de usar a magia da previsão sem a necessidade de analisar seus dados, numa jogada que Benioff descreve como “democratizante” e capaz de criar milhões de usuários fora da comunidade dos engenheiros.

“Há o medo de entregar ao Google e à Microsoft o controle de tudo, mas, ao mesmo tempo, existe o desejo de aplicar a inteligência artificial a tudo que é digital”, diz Michael Biltz, diretor de visão tecnológica da consultoria Accenture.

Ainda é cedo para saber se a inteligência artificial chegou para ficar. Uma tecnologia atinge a maturidade verdadeira quando desaparece. Podemos falar em “telefone”, mas estamos nos referindo a um computador de mão com poder de processamento digno da Nasa.

A inteligência artificial está provavelmente destinada a algo semelhante: com ela, as empresas poderão analisar imensos volumes de dados, em tempo real. Quando chegarem a esse objetivo, ninguém poderá imaginar qual será a nova e estranha febre tecnológica que surgirá.

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Como Atitudes e Comportamentos Podem Construir uma Sólida Mudança na Organização

Posted by HWBlog em 16/09/2016

pequena-empresa-1024x682Administrar e presidir uma empresa são para muitos empreendedores a concretização de um sonho, para outros é simplesmente o resultado de uma trajetória de sucesso. Independente disso, uma vez que o empresário está à frente de uma organização, desafios surgem constantemente e muitos empresários não sabem lidar com mudanças que aparecem por conta de uma aquisição, fusão ou até mesmo motivadas por uma reorganização estratégica de setores e equipe. E, diante disso, eles ainda se recusam a buscar auxílio externamente colocando a empresa em risco. Isso acontece, pois as maiorias dos empresários acreditam que podem liderar e promover as mudanças conforme seus ritmos e todos os colaboradores devem se adaptar. Porém, de acordo com Jorge Bassalo, CEO da Strategy Consulting, a realidade não é assim e para gerir uma mudança na organização é preciso metodologia e aprofundamento de todo o cenário empresarial.

É essencial que aconteça uma aproximação do empreendedor com cada membro da equipe para entender aos anseios, desejos e até frustrações dos funcionários. “O maior capital da empresa são as pessoas. Tornar uma mudança bem sucedida na organização está diretamente ligado à compreensão, satisfação e engajamento de cada funcionário, essencialmente os líderes de cada departamento”, acredita Bassalo.

No texto abaixo ele explica melhor sobre a metodologia que garante uma transição organizacional com êxito e comenta as atitudes e comportamentos dos líderes que podem influenciar para a construção de uma sólida mudança na organização.

Quais são os principais comportamentos de empresários ou líderes empresariais que atrapalham o bom andamento das mudanças organizacionais?

Jorge Bassalo – Naturalmente, é das lideranças que se espera mais, por isso os líderes têm grande responsabilidade. A mudança na empresa, quando acontece, gera um alvoroço, um desconforto no início, mas depois vai trazer grandes benefícios. Uma das atitudes de líderes ou diretores de primeira linha que pode atrapalhar as mudanças é eles mesmos não acreditarem que a mudança será boa para a empresa. O líder deve comprar a ideia e acreditar. Muitas vezes, as transições nas organizações não são boas para os diretores ou mesmo o dono da empresa, elas exigem que todos saiam da zona de conforto. Então, pode não ser bom individualmente para alguns, porém será uma mudança de grande importância para a companhia. Assim, deve-se fazer um esforço para um bem maior. Na verdade, esse processo não acontece somente na empresa, mas também na família, no time de futebol, enfim, em diferentes ambientes.

Atualmente, fala-se muito em inovação e necessidade das empresas se adaptarem a novas práticas de negócios. Através da sua experiência, como os líderes das organizações devem proceder para conduzir os processos de mudanças organizacionais de forma constante e ao mesmo tempo com naturalidade?

Bassalo – As empresas mais joviais já encararam as mudanças de uma forma mais ágil e natural, pois sempre estão pensando em evoluir, em ter algo a mais na companhia para oferecer. O empresário deve entender que essa evolução, que exige muitas mudanças, é uma condição obrigatória para conquistar público e se manter no mercado. As empresas devem ser mais abertas. Agora, quando realmente não conseguem trazer isso para dentro da organização, uma saída é realmente contratar escritórios que cuidam dos processos de mudanças organizacionais.

Existem estratégias e metodologias para gerir uma mudança organizacional?

Bassalo – Sim, para gerir uma mudança na organização é necessário utilizar uma metodologia que possa aprofundar todo o cenário da empresa. Num primeiro momento é preciso uma imersão, um aprofundamento que exige a dedicação do empreendedor em tempo integral. Um olhar imparcial e minucioso de como é e onde está a companhia, e para onde se deseja que ela caminhe e como será feito isso. Geralmente, as empresas que não adotam uma consultoria, tratam o processo de mudança de forma desestruturada. O método de organização para a mudança obriga a empresa a passar por todos os itens necessários à transição ser bem-sucedida.

Nesse processo de mudança organizacional, exige-se do empresário um olhar imparcial. Como o empreendedor pode ter essa atitude se está intensamente envolvido com o seu negócio?

Bassalo – O erro fundamental de muitas empresas está relacionado à atitude ou foco do empreendedor. Fala-se muito que o empresário precisa saber de gestão, porém mesmo ele tendo a habilidade para administrar, não garante o sucesso. O empreendedor deve sair da questão operacional da empresa e permanecer mais como avaliador de suas próprias decisões, pensando estrategicamente como vai conduzir a empresa, quais mudanças serão realizadas. Enfim, ele deve se colocar na posição de cabeça pensante do negócio.

Aqueles empresários que realmente valorizam seus funcionários possuem resultados mais elevados?

Bassalo – Eu acompanho há muito tempo a gestão de pessoas nas empresas e percebo que essa questão realmente tem evoluído ao longo dos anos. Antes era só falácia. Mas, hoje, as empresas estão pensando no que fazer para engajar o funcionário, questionam-se mais sobre qual valor a empresa entrega e buscam deixar o colaborador mais satisfeito. E isso certamente vai se refletir na satisfação e, consequentemente, na maior e melhor entrega de resultados pelos funcionários.

Você acha que os empresários, em geral, possuem uma atitude de prepotência e não conseguem compartilhar com os próprios funcionários de maneira honesta uma discussão democrática sobre decisões importantes para a própria companhia?

Bassalo – Não acho que os empresários e líderes sejam prepotentes. Acho que se demonstram esse tipo de atitude é porque não possuem conhecimento suficiente ou não estão seguros para saber como administrar determinada situação que exige mudança em suas empresas. Esse comportamento equivocado do empreendedor acontece, muitas vezes, porque eles se sentem muito preocupados e com uma sensação de grande pressão, por isso resistem em contar com um corpo externo para ajudar na avaliação das decisões, receosos de vazar informações estratégicas da companhia. Além disso, geralmente, desconhecem as metodologias e estratégias de gestão da mudança organizacional e pensam que os atributos que o levaram a liderar a companhia são o suficiente para gerir as mudanças. Não tenha medo do desconhecido. A mudança vai tirar você da zona de conforto, porém sempre vem para melhor. Você ficará desestabilizado em um primeiro momento, entretanto o fato de passar por algum processo, às vezes, traumático, sofrido, não significa que não será para evolução e crescimento da companhia. Então, o ideal a se fazer é encarar a mudança.

Jorge Bassalo, CEO Strategy Consulting

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Dicas para melhorar o discurso em falas públicas

Posted by HWBlog em 01/09/2016

falar em publicoFalar em público é algo que nós praticamos e fazemos desde pequenos, mas, mesmo assim, sempre surge aquele frio na barriga e uma insegurança, seja antes de um discurso, de uma apresentação de trabalho, escolar ou em qualquer outra situação que exija um orador. Uma pesquisa norte-americana feita pela Bussiness Wire revelou que “falar em público” é o quarto maior medo dos jovens americanos. Apenas acidentes de trânsito, morte e aranhas ficaram na frente no ranking.

O especialista em comportamento humano e presidente de Sociedade Latino Americana de Coaching, Sullivan França, ressalta que, para um bom discurso, preparação e autoconhecimento são indispensáveis, e falta disso é o que mais atrapalha os oradores. “Faça um exercício: por que estou assustado com essa possibilidade? O que me prende? Com as respostas será possível trabalhar os pontos falhos e a autoconfiança, possibilitando enfrentar o bloqueio de falar em público. Além disso, conheça quem será o público e adapte o discurso para ele. Aproveite também para estudar o conteúdo que será apresentado”.

Uma boa dica antes de preparar uma fala em público é conhecer o público. Com isso em mente, o orador tem uma boa base do que apresentar e como preparar discurso que não fique denso. Um pouco de bom humor também é sempre vindo, nada muito exagerado, apenas o necessário para “quebrar o gelo” com a plateia.

Além disso, interação entre orador e público é essencial para criar uma espécie de ligação com a plateia. Isso pode ser feito de várias maneiras, desde recursos na apresentação até uma espécie de perguntas e respostas com o público. A ideia dessas ações é não deixar que o discurso se torne maçante.

O ideal é que o orador esteja concentrado e focado no que vai apresentar. Com o tema da fala estudado, isso se torna mais fácil, o que não impede de o palestrante ser bem-humorado e utilize até da emoção na hora da fala. Essas características atraem o público e tornam o momento ainda mais rico.

Há quem diga que não se deve carregar nenhuma “cola” na hora da apresentação, no entanto, França não vê problema nisso. “Uma cola sempe ajuda, por mais que você tenha todo o texto decorado, não precisa ser um pergaminho. É importante que seja algo pequeno e que tenha os tópicos mais importantes da sua fala. Seu discurso não será ignorado apenas porque você deu uma olhadinha no papel.”

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