PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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A lealdade do cliente requer 5 passos

Posted by HWBlog em 30/04/2015

negociação 01Para conquistar a lealdade dos clientes, comece tomando uma decisão: Você está disposto a colocar o cliente no centro de tudo o que faz?

Calma, não diga “sim” tão rapidamente. Colocar o cliente no centro é mais complicado do que parece. Entretanto, vale a pena. Em toda empresa de sucesso alguém tomou esta decisão. Se você está disposto a tomá-la também, este texto vai lhe ajudar.

Como você pode colocar o cliente no centro da sua operação? Acenando suas mãos para ele e gritando “oh cliente, você é deus, és o centro do meu universo”?

Certamente não vai ser suficiente e muito menos aconselhável.

O que você precisa é direcionar adequadamente os seus recursos e os seus funcionários para um modelo de negócios que pode, de forma confiável e repetível, satisfazer seus clientes. Repetível sim, porque não adianta fazer uma vez. A satisfação tem que ser repetida e melhorada sempre.

A estrutura para a construção de clientes satisfeitos passa pela geração de experiências superiores. Para saber se sua empresa está fazendo a coisa certa, veja se está cobrindo os 5 elementos de para que o cliente tenha uma experiência memorável.

Receba o cliente como recebe um amigo em sua casa

A acolhida, a recepção, o momento que o cliente inicia o contato com a marca é o fator de maior influência na decisão de compra do cliente, antes mesmo que ele conheça seus produtos ou serviços.

Uma recepção fria diminui drasticamente a possibilidade da compra. Muitas vezes o cliente, por educação, ainda fica alguns poucos minutos na loja ou em contato com aquele vendedor, mas ele já decidiu que não vai comprar nada ali.

Um atendimento que começou bem pode até terminar mal, mas um atendimento que começa mal já terminou.

Um produto ou serviço “perfeito”

Sendo que perfeito, neste caso, é definido como sendo projetado e testado para entregar uma experiência agradável dentro de circunstâncias que podem ser razoavelmente previstas.

Não durante a “tempestade do século”, nem em uma situação única, mas nas variadas situações previsíveis do dia a dia em que seu produto ou serviço estarão inseridos.

Cuide da entrega

Nenhum produto é perfeito se ele é apresentado ao cliente de uma forma que parece não ter “carinho” para o destinatário. Não importa o quão deliciosa é a comida, não importa o quão linda é sua loja, se for apresentado de uma forma que não mostra cuidado com o cliente, não vai ser um sucesso. E ainda pode gerar comentários sarcásticos e negativos.

Faça Pós Vendas

Ninguém está imune a erros. Por isso, saber que eles ocorreram é fundamental para gerar experiências superiores. Nos dias atuais, a grande maioria das pessoas não se dão ao trabalho de reclamar, elas simplesmente vão para o concorrente.

Fazer pós vendas é a chave para ter a oportunidade de resolver problemas. As pessoas estão acostumadas a não ter seus problemas resolvidos. Resolver problemas gera diferencial.

Mas como resolver problemas se você seque sabe que eles aconteceram?

Um processo eficaz de solução de problemas

De nada adianta fazer pós vendas se não há um desejo genuíno de resolvê-los. Aliás pode ser pior ainda fazer pós vendas e não resolver com assertividade os problemas que aparecerem.

Comece reconhecendo seu erro e pedindo sinceras desculpas. É irritante ficar se justificando demais ou não reconhecer o erro.

E claro, depois de reconhecer que errou, resolva.

Assim, mais que satisfação, sua empresa irá gerar embaixadores da marca. Há muito mais coisas envolvidas na criação da verdadeira lealdade dos clientes, mas coloca-los no centro de tudo é o começo. O resto você vai aprender com sua equipe e com os seus clientes.

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Resiliência: o quê, por que e como

Posted by HWBlog em 28/04/2015

resiliente“Mais do que educação, mais do que experiência, mais do que treinamentos, o nível de resiliência de um indivíduo determinará quem terá sucesso e quem se perderá pelo caminho. Isso é verdade para pacientes com câncer, é verdade para atletas olímpicos, e é verdade para executivos e empreendedores na sala de reunião”, afirma Dean Becker num artigo da Harvard Business Review.

Resiliência, portanto, é a habilidade de controlar sua resposta a situações física ou mentalmente estressantes. A ciência mostra que quanto mais resiliente o indivíduo é mais longe ele irá na sua vida pessoal e profissional. Faz sentido. Sucesso é o reflexo de inúmeras quedas e derrotas que foram encaradas como oportunidades de aprendizado e crescimento.

Na minha experiência convivendo e trabalhando com indivíduos extremamente talentosos fica claro que os mais interessantes são aqueles que passaram por adversidades às vezes pesadas e tiveram força para se reerguer ainda maiores. Eles têm uma energia interna contagiante, empatia e humanidade ao mesmo tempo que demonstram força e determinação certeiras.

Claramente, o indivíduo resiliente não é aquele que evita stress de toda e qualquer forma, mas sim aquele que aprende como controlá-lo e transformá-lo em energia produtiva. A pessoa resiliente provavelmente entortará, mas não quebrará, quando confrontada com adversidade, traumas, tragédias e ameaças. Ela é, na maior parte do tempo, ativa e não passiva em relação ao o que acontece ao seu redor e em sua vida, sempre acreditando ser autora do seu presente e futuro, e não uma vítima do seu passado.

Posso me tornar mais resiliente?

Bom, mas felizmente muitos de nós não passaram por situações dramaticamente impactantes que balançaram nossos valores e nos fizeram questionar nossa missão no mundo, o que frequentemente se ouve de gente extremamente resiliente (já ouviu a história de alguém que sobreviveu a um grave acidente ou doença?). Então, o que fazer se sua vida é confortável e relativamente linear? Os cientistas Steven Southwick e Dennis Charney, da Yale University School of Medicine, recomendam 4 estratégias comprovadas cientificamente para dar um boost em sua resiliência:

1) Trabalhe com seu físico: fisiologicamente, atividade física moderada promove a liberação de endorfina e dos neurotransmissores dopamina e serotonina, os quais reduzem sintomas de depressão e melhoram o humor. Um experimento com animais mostrou que correr frequentemente diminui fobias diversas e aumenta a coragem para exploração de novos ambientes. O recomendado é uma hora e 15 minutos por semana de atividade aeróbica intensa como corrida e natação, ou duas horas e 30 minutos de atividades moderadas como caminhada, por exemplo.

2) Aceite desafios e saia da zona de conforto: dar um passo além do que você normalmente faria, seja nas férias, no final de semana, ou no trabalho, estica sua zona de conforto e potencialmente aumenta sua segurança. Não há limites e cada um sabe o que isso significa para si, mas pode ser vencer um medo, fazer uma apresentação num idioma novo, explorar um outro país com poucos recursos e infraestrutura, ou começar a dizer não ao invés de sempre se moldar para agradar os outros.

3) Medite, e desenvolva uma visão positiva do mundo: como explicado no artigo sobre mindfulness, meditar frequentemente pode lhe trazer clareza, foco e facilitar a priorização de onde investir sua energia. Meditar lhe conecta com o presente, evitando lamentações sobre o passado e preocupações excessivas com o futuro. Isso comprovadamente reduz o stress e lhe permite maior controle sobre sua vida e decisões, e você acaba se tornando uma pessoa mais segura e determinada.

4) Amigos & relações humanas: a última tática para aumentar sua resiliência é passar mais tempo com pessoas com as quais você demonstra aceitação, respeito e admiração mútua. Só funciona, no entanto, se você estiver realmente conectado àquela pessoa e pode contar com ela para conselhos, dicas ou apenas um ombro amigo. Ajuda se sua network for recheada de indivíduos que são exemplos de resiliência em pessoa, pois você terá role models a observar e seguir. Imitar comportamentos e práticas que deixam os outros mais fortes também pode ser de alto valor. Por exemplo, quando estiver desanimado e pronto para desistir vale lembrar que existe uma “fera” dentro de cada um de nós.

Finalmente, escrever sua história ciente de que você é autor e protagonista, de que você decide gastar mais tempo comemorando pequenas vitórias do que lamentando sobre como o mundo é injusto, aumenta sua motivação, determinação, produtividade e, ultimamente, felicidade. É por isso que as universidades e empresas mais concorridas do mundo esperam escutar histórias de superação e resiliência em seus processos seletivos.

Dado tudo isso, eu pergunto a você, leitor, e também a mim mesmo: qual o próximo capítulo?

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Os otimistas enfrentam melhor os momentos de adversidade

Posted by HWBlog em 24/04/2015

6 dicas para influenciar pessoasEstamos vivendo um momento que para quem tem mais de 40 anos não deixa de ser um déja vu. Um ano que chegou trazendo muitas incertezas e mudanças, além de surpresas que têm nos atingido no dia a dia, impactando nossa vida pessoal e, em especial, nossa carreira. Não é nada confortável vivenciar o nevoeiro. Ele que nos deixa com a sensação de não termos controle. Esse cenário por tempo prolongado, produz uma série de sentimentos negativos que, ao nos acompanhar para a vida corporativa, acaba de drenar as nossas energias e a capacidade de entregarmos o que temos de melhor de resultados. Não me refiro ao cansaço por trabalhar acima da média, mas sim ao desgaste emocional, à inevitável frustração, sensações que vão abrindo caminho para o estresse e para a baixa autoestima.

Em momentos de crise e de incertezas é natural aflorar o senso de preservação, ou seja, investimos muita energia para que seja garantida a nossa continuidade. Os fantasmas, reais ou imagináveis, tomam conta do ambiente de trabalho. Se a situação se agravar, a empresa pode precisar reduzir custos. E aí, quem fica e quem vai embora? Trabalhar com essa sombra deslizando pelos corredores acaba com os espírito de equipe, o tão falado e fundamental engajamento fica comprometido. A má notícia é que, nesse estado, qualquer profissional tem seu equilíbrio afetado. É comum, nessa fase, a perda da criatividade, a queda da produtividade e o surgimento de um quadro de estresse. Mais lenta e avessa ao risco, dificilmente uma pessoa tomas as decisões mais acertadas.

Sei que é difícil enfrentar esse cenário. Dependendo do grau de estresse, o bom senso oscila. Mas minha sugestão é que o profissional enfrente a situação com atitude positiva, fazendo tudo de melhor que esteja ao seu alcance. A grande questão é focar naquilo que é possível fazer, influenciar os outros a se manterem produtivos e ativos, colaborar para conservar a integridade e o alinhamento de todos com os valores da organização.

Todo o cuidado é pouco quando o assunto é o poder de influenciar. Esse processo leva às emoções positivas, cria um ambiente mais otimista, onde cada um pode ser e dar o que tem de melhor. Pessoas que são otimistas, sem deixarem de ser realistas, têm um grande diferencial competitivo que sempre contará a favor das suas respectivas carreiras. É uma característica que extrapola o ser ou não otimista. Pessoas com mais equilíbrio emocional são capazes de manter o grupo mais motivado. Se o momento já é complicado e cada um precisa administrar suas renúncias e adversidades, imagina enfrentar essa situação com alguém de mau humor, de temperamento explosivo e negativista? Muito complicado.

O fato é que, no decorrer da vida, todos nós vamos moldando por meio das nossas experiências. São esses momento pessoais que nos habilitam a sermos maduros para enfrentar as adversidades. Podemos ser desesperados e chatos, ou podemos seguir com nossa vida com mais confiança e otimismo. Ao mesmo tempo, o equilíbrio íntimo, combinado a outros comportamentos e talentos, vai permitir que cada um administre o dia a dia na vida profissional com mais desenvoltura e encontre meios de sofrer o menos possível, neutralizando ao máximo as situações negativas.

David Mezzapelle, autor do livro “Contagious Optimism”, e Jason Wachob, co-fundador e CEO do site MindBodyGreen, destacam algumas características das pessoas otimistas. Confira algumas delas a seguir:

Gratidão até pelas pequenas coisas da vida e resiliência para enfrentar desafios são características marcantes. Doar tempo e energia, estar disponível para alguém que precisa, ter interesse genuíno pelo outro, exercitar a escuta ativa e reforçar a esperança. Cercar-se de pessoas com perfil parecido e que geram e absorvem energia positiva faz muita diferença. Ter perseverança e acreditar nos seus objetivos e capacidade de atingi-lo, não se deixando afetar pelo pessimismo e realidade do outro.

Uma pessoa otimista tem maior disposição para perdoar, pois não se prende tanto ao passado, prefere esquecer o agressor. E, por fim, o otimista tem o sorriso que contagia o ambiente e diminui o estresse. A maioria das pessoas funciona melhor em lugares que tenham uma equipe assim, especialmente quando há uma dose de realismo presente. O ambiente otimista cria um clima de maior confiança entre seus membros e ajuda a estimular a criação de planos e ideias.

Destaco, ainda, a importância do pensamento positivo na evolução da carreira. Pois sempre iremos nos deparar com situações e cenários como o atual e, é certo que os otimistas terão mais energia, serão capazes de se renovarem, motivarem em meio ao caos e buscarem soluções e oportunidades diferentemente dos pessimistas ou conformados.

Cabe a você escolher de que lado quer estar.

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Cinco livros e cinco filmes para melhor entender as finanças

Posted by HWBlog em 17/04/2015

Livros 5Selecionamos cinco livros e cinco filmes imprescindíveis aos interessados em aprender um pouco mais sobre a dinâmica financeira na vida real:

Sonho grande, de Cristiane Correa

O livro Sonho Grande mostra como Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, três dos homens mais ricos do Brasil, aplicaram o seu estilo de gestão em diversas empresas que presidiram ao longo de suas carreiras.

Mercado financeiro: produtos e serviços, de Eduardo Fortuna

Com 870 páginas falando de quase tudo, este livro é considerado como a bíblia do mercado financeiro. Pode ser utilizado como livro de consulta. O autor explica todos os tipos de investimentos, com dicas de como funcionam, por exemplo, as aplicações em renda fixa e renda variável.

Salve-se quem puder, de Edward Chancellor

Ao narrar a história da especulação financeira desde o século 17 até o presente, o autor constata que os impulsos que caracterizam o comportamento dos especuladores são os mesmos em qualquer época. Os resultados também se repetem: o mercado financeiro é impelido por caminhos perigosos, levando todo o resto da economia a reboque.

Você pode ser um milionário da bolsa _ Investir em ações não é coisa de expert, de Felipe Miranda e Rodolfo Amstalden

Escrito pelos analistas da Empiricus Research, o livro propõe que qualquer um pode ficar milionário investindo em ações. A obra traz algo bastante básico e fundamental, como o abandono da necessidade de se estar certo nas teses sobre empresas, ações e outros ativos, e a adoção do foco total em se ganhar dinheiro.

O investidor inteligente, de Benjamin Graham

Trata-se de um best-seller com mais de um milhão de cópias vendidas. O autor mostra que todo investidor inteligente deve combinar educação financeira, pleno conhecimento do mercado e, acima de tudo, uma visão de longo prazo.

Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme, de  Oliver Stone

Gordon Gekko (Michael Douglas), após cumprir pena por fraudes financeiras, deixa a prisão e encontra um novo cenário econômico. Impossibilitado de operar no mercado financeiro, ele dedica seu tempo a realizar palestras e a escrever um livro, onde critica o comportamento de risco dos mercados. Abordado por Jacob Moore (Shia LaBeouf), um operador idealista do mercado de Wall Street, após uma de suas palestras, ele descobre que o rapaz vive com Winnie (Carey Mulligan), sua filha. Deste encontro, Gekko decide ajudá-lo profissionalmente, pedindo em troca o apoio de Jacob na tarefa de se reaproximar de Winnie. Ano: 2010. Diretor: Oliver Stone. Duração: 133 min.

Margin Call _ O Dia Antes do Fim,  de J. C. Chandor

O filme é baseado na rotina de funcionários de uma empresa de investimentos e se passa na fase inicial da crise financeira de 2008. A história compreende um período de 24 horas, sendo a discussão ética o foco da trama. O filme é de 2011 e tem duração de 107 minutos.

Trabalho Interno, de  Charles H. Ferguson

Vencedor do Oscar de melhor documentário em 2011, o filme retrata o lado negro de Wall Street e revela informações bastante incômodas a respeito da crise de 2008. O filme é de 2010 e tem 108 minutos de duração.

Loucura Americana, de Frank Capra

Dirigido por Frank Carpa e escrito por Robert Riskin, o filme trata de uma corrida bancária após boatos de falência de uma grande instituição financeira. O filme é de 1932 (três anos após a Grande Depressão Americana) e tem 75 minutos de duração.

À Procura da Felicidade, de Gabriele Muccino

O filme mostra um pouco da rotina em Wall Street. O foco está na trajetória de Chris Gardner (Will Smith) que, após uma crise conjugal, quando é abandonado pela esposa, consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Com muitos problemas financeiros e o pequeno Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos, para cuidar, acaba vivendo em abrigos e nas ruas, sempre mantendo a esperança de que a sua situação pode melhorar. A obra é de 2006 e tem 117 minutos de duração.

Aproveite e bons negócios.

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Como separar as despesas pessoais de gastos da empresa

Posted by HWBlog em 15/04/2015

franquia-como-economizar-dinheiro-300x199Lidar com dinheiro nem sempre é fácil, ainda mais quando se tem que administrar, ao mesmo tempo, as finanças pessoais e as da empresa. Por isso, não é raro encontrar empreendedores que relatam ter tido problemas ao misturar as contas particulares e as corporativas. Para Reinaldo Domingos, presidente do Instituto Dsop de Educação Financeira, “se engana quem pensa que educação financeira tem a ver com planilhas, matemática e cálculos. A base é a mudança comportamental, de hábitos e de consumo”, aponta.

Segundo o especialista, é fundamental o empreendedor estabelecer a divisão entre como pessoa física e jurídica – ambas têm necessidades distintas. “A linha que separa os gastos pessoais e os da empresa é tênue, mas pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento”, afirma Domingos. Em se tratando de pessoa jurídica, o foco está no negócio, nos fluxos de caixa, nas metas, na rentabilidade e nas vendas. Já a pessoa física – o indivíduo – privilegia a família, os sonhos, os desejos, a qualidade de vida e a prosperidade financeira.

Confira as dicas para aprender a separar, de uma vez, as contas da empresa das pessoais.

1) Diagnóstico financeiro

O primeiro passo é o empreendedor listar seus gastos com a empresa e as despesas pessoais. Nessa fase, as contas precisam ser separadas. Para isso, basta colocar todos os itens na “ponta do lápis”. Uma vez feito o diagnóstico, ele não precisa ser repetido mensalmente. Na equação entram todos os gastos da empresa: contador, contas de telefone, água e luz, folha de pagamento e assim por diante. O objetivo é que, assim, ele tenha domínio sobre quanto, de fato, custa o seu negócio por mês.

2) Adoção de itens corporativos

Planos de celular, internet e saúde geralmente custam menos quando feitos para a pessoa jurídica. Quem trabalha em esquema home office também precisa adotar um número de telefone fixo exclusivamente para uso profissional. Isso facilita a separação das contas. Outra dica é o automóvel: nas micro e pequenas empresas é comum que o carro usado na empresa seja também o particular. Então, o recomendado é que o empresário faça uma estimativa, em percentual, de quanto combustível e estacionamento ele gasta com a empresa e o quanto gasta para seu próprio uso.

3) Pró-labore

Chama-se de pró-labore o ganho mensal que a empresa (pessoa jurídica) paga para os sócios (pessoa física) – retirada mensal que equivale a uma espécie de salário. É importante que o pró-labore seja definido pelo empreendedor respeitando os custos mensais do empreendimento. Segundo Domingos, não adianta o empresário determinar para si um valor ínfimo mensal, pois dificilmente ele conseguirá manter o seu padrão de vida com essa quantia e acabará incorrendo no erro de misturar as contas de pessoa física com as de pessoa jurídica. “O cálculo pró-labore deve ser realista. Também não cabe estipular um valor muito alto, que pode comprometer a rentabilidade da empresa. O empresário tem de entender que terá de adaptar a sua vida financeira conforme a realidade da empresa”, explica o especialista.

4) Estabelecer uma reserva mensal pessoal

O ideal é que o empreendedor reserve o equivalente a meio pró-labore por mês para usar como férias ou décimo terceiro. “Um cabeleireiro ou dentista que tire 20 dias de folga ficará, consequentemente, sem receber por esse período. Sem contar casos de urgência, como uma doença. Por isso a importância de manter uma reserva financeria para despesar pessoais”, afirma Domingos. Para a aposentaria, o especialista recomenda que de 10% a 20% do pró-labore sejam guardados para esse fim. O dinheiro pode ser colocado em uma aplicação financeira ou investido em um plano de previdência privada.

5) Definir reserva mensal para a empresa

Pelo menos 10% do ganho mensal devem ser poupados com o objetivo de utilizar este valor como capital de giro ou para reinvestimento na empresa. A ideia é que o dinheiro poupado sirva para modernização e atualização da empresa. “Usar todo o dinheiro ganho no mês é um erro comum, que pode levar ao fracasso empresarial”, garante Domingos.

A linha que a separa os gastos pessoais dos da empresa é tênue, mas pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento

 

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De bem com a segunda-feira

Posted by HWBlog em 13/04/2015

super manComo descobrir se aquela empresa dos seus sonhos é mesmo um lugar no qual as pessoas trabalham satisfeitas e felizes?

O Love Mondays é um serviço onde o profissional pode conhecer companhias por meio da avaliação dos próprios fincionários.

Numa entrevista de emprego, o candidato tem um conhecimento limitado das empresas observa a cofundadora Luciana Caletti.

A consulta é gratuita.

lovemondays.com.br

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Como ser bom em fracassar

Posted by HWBlog em 07/04/2015

startup 2O fracasso faz parte da vida de todo empreendedor. Mas quem disse que isso é ruim?

O ano passado me ensinou muito sobre fracasso. Ao que tudo indica, foi um ano de sucesso. Meu negócio cresceu do zero para 200 lojas, nós aparecemos múltiplas vezes em rede nacional de TV e levantamos 500,000 dólares em investimento. Ao mesmo tempo, não existe um só dia em que não sou rejeitado por todos — desde clientes em potencial até fregueses da rede de supermercados.

Quando você almeja a lua, você será atingido pela rejeição bem antes de alcançar qualquer estrela. Eu descobri que a chave para prosseguir na jornada é não deixar que o ato de fracassar te faça sentir um fracasso. É aí que entra o otimismo. Séries de pesquisas já demonstraram que otimistas são mais bem sucedidos que pessimistas. Pessoas que enxergam o copo metade cheio fazem mais dinheiro, têm casamentos melhores e vivem mais do que os cínicos mundo afora. Otimismo é um atributo particularmente importante para os empreendedores.

Começar um novo negócio de risco é como andar na montanha-russa mais vertiginosa do mundo. Um minuto você está no topo, no outro você está tão no fundo do poço que acha que nunca mais vai ver a luz novamente.

Otimistas se confortam com a glória do topo da montanha e presumem que os vales vão passar. Pessimistas estão mais suscetíveis a desprezar o sucesso, taxando-o de casualidade, e a culpar a si mesmos quando coisas ruins acontecem.

Minha empresa, Kuli Kuli, embarcou numa montanha-russa recentemente quando nós aparecemos no programa MSNBC’s Morning Joe, sendo avisados com apenas dois dias de antecedência. Nós decidimos testar um novo produto, nossa Moringa Superfood Powder, uma semana antes, para ver seu desempenho nas vendas online antes de lançá-la nas lojas. No dia em que aparecemos no Morning Joe, nós recebemos 30,000 dólares em pedidos, a maioria querendo o nosso Moringa Superfood Powder. Naquela ocasião, tínhamos 50 unidades do produto no estoque e fazíamos todos os procedimentos de pedido e entrega por nossa conta.

A glória de aparecer em cadeia nacional de tv desapareceu rapidamente quando eu comecei a receber vários e-mails raivosos de clientes acostumados com o estilo de entrega em 2 dias da Amazon. Nós procuramos nossos fornecedores de moringa em cooperativas de Gana. Conseguir extrair as folhas de moringa das árvores e colocá-las em jarros demorou mais do que o habitual, tendo em conta o grande número de pedidos e a falta de aviso prévio. Combinado ao fato de que somos um time pequeno e desacostumado a atender milhares de pedidos por nossa conta, os pessimistas poderiam dizer que nós tínhamos ido longe demais e deveríamos parar de fazer grandes aparições na tv até que estivéssemos prontos. Mas o otimista dentro de mim insistiu que tudo isso era uma oportunidade de aprendizado e de crescimento.

Nós trabalhamos bem de perto com nossos fornecedores, para nos certificar de que sempre teríamos a quantidade suficiente de moringa no estoque para atender à demanda. Nós também descobrimos uma ótima casa de entregas online que empregava pessoas com autismo, deixando-nos aptos a atender rapidamente grandes demandas e, ao mesmo tempo, manter a coesão com nossa missão social.

Falhar é, absolutamente, a melhor forma de aprender. Tanto que os empreendedores de startups chamam isso de pivotear (ou simplesmente pivô). Se quiser transformar uma má situação em um pivô, você precisa estar em um momento de desânimo e voltar a focar no que você pode aprender de bom nessa situação de fracasso.

Restabelecer o foco no lado positivo da coisa não é fácil, especialmente quando suas perspectivas são sombrias. Mas, assim como você pode treinar seu corpo para se adaptar em corridas de longa distância, você pode treinar sua mente para a positividade na tomada de decisão. Para mim, isso significa tirar um momento ao fim de cada dia para escrever sobre alguma coisa que deu certo.

Uma experiência demonstrou que fazer isso por uma semana estimula felicidade em até 6 meses.

Em uma cultura tão focada no sucesso, é fácil esquecer a importância do fracasso. Se você não está falhando, você não está dando o melhor de si. Aprender como ser otimista em vez de fazer o contrário é a chave — transformar desafios em aprendizados é a maior habilidade que cada empreendedor pode aprender.

Por Lisa Curtis, fundadora e CEO da Kuli Kuli

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Dicas para acelerar o crescimento da sua empresa

Posted by HWBlog em 01/04/2015

ceoAinda estou para conhecer um empresário que não pense grande.

Geralmente quem inicia um empreendimento é apaixonado pelo negócio e sonha em sair em revistas especializadas e mira logo visionários como um Steve Jobs ou um Mark Zuckerberg.

Sedentos por biografias e histórias de sucesso, facilmente nos deparamos com cases com discursos muito parecidos. Desde os vaidosos (“Eu tinha consciência que atingiria facilmente meus objetivos” ou “Eu sempre soube que estava no caminho certo”) ou os heróicos (“Iniciei meu negócio com apenas R$ 50” ou “Comecei a minha empresa devendo R$ 100 mil na praça”), ambos têm características diferentes de nós, meros mortais.

Mas é de se reconhecer: ser empresário no Brasil é uma tarefa para heróis!

Antes de iniciar o negócio, a mira é o Jobs e o Zuckerberg, mas a realidade vem e se consolida. Na maioria das vezes, ela é muito diferente das expectativas iniciais.

Primeiro vem à responsabilidade multifuncional (além de gestor, o empreendedor também é o comprador, o vendedor, o entregador, o negociador etc.), depois vem o cansaço das 15 horas de trabalho ininterruptas. As pendências da rotina consomem horas, dias, semanas e meses.

De todas as funções, a que se dá menos atenção, em geral, é a de gestor, principalmente a de gestor estratégico. Em um pequeno cochilo, a sua empresa de hortifruti mudou de rumo e passou a ser uma assistência técnica de ar condicionado.

Perder o foco é como iniciar um livro com uma proposta romântica e ao terminá-lo perceber que virou um drama.

Você quer retomar o papel de gestor? Quer ampliar o rendimento do seu negócio?

Veja abaixo quais são as práticas de um gestor estratégico.

1. Fique atento às oportunidades

Toda empresa possui certa versatilidade, seja na indústria, no comércio ou nos serviços. Descubra nichos e segmentos pouco explorados no seu mercado, faça pequenos ajustes e usufrua de vendas com maior valor agregado.

Vá além: já leu o livro “A Estratégia do Oceano Azul”? É um livro obrigatório que explica como criar e tornar sua concorrência irrelevante a partir da criação de mercados tipo Oceano Azul, ou seja, inexplorados e com grande valor.

2. Localize seus concorrentes

Geralmente conhecemos nossos concorrentes de forma intuitiva.

Liste um a um e relacione o perfil empreendedor e força empresarial que cada um deles possui. Entenda qual o nível de interferência de cada um deles nas suas vendas. Não é preciso ser paranóico com o que a concorrência faz, mas conhecê-la pode te ajudar.

Vá além: aproveite para fazer uma análise de mercado. A análise serve para você chegar a duas conclusões: o que seus clientes querem e o que seus concorrentes oferecem.

3. Gerencie com inteligência

Entenda as etapas de crescimento que a sua empresa precisará passar para alcançar os objetivos. Registre todas as etapas estratégicas e entenda quais prepararão o caminho que a sua empresa trilhará amanhã.

Vá além: identifique os serviços essenciais que sua empresa vai precisar contratar para a jornada. Não queira fazer tudo sozinho.

4. Tenha um foco claro

Entenda e venda o seu diferencial. Concentre sua energia em um foco lucrativo. Evite dispersões ao oferecer serviços ou produtos que não vendem ou desviam o foco da sua atenção.

5. Integre a sua equipe

Delegue e monitore todas as ações e objetivos dos seus colaboradores. Trabalhar com meta é fundamental para o sucesso.

Vá além: estabeleça com clareza escopo de atividades, responsabilidades, seja meritocrático, trate sua equipe com respeito, seja você mesmo.

6. Antecipe tendências

Estude as tendências que têm grande chance de se consolidar em um futuro próximo. Prepare a estrutura do seu negócio visando chegar primeiro.

Conclusão: Uma empresa inovadora é a empresa gerida com sabedoria e não com força

Desenvolver o planejamento estratégico de sua empresa é uma oportunidade de pensar o seu negócio e descobrir oportunidades valiosas no mercado.

Uma empresa deve saber e ter respostas para questões como:

“Qual o formato do meu negócio e o mercado que atuo?”;

“Qual a missão da minha organização”;

“Qual a visão da minha empresa?” e,

“Onde quero chegar?”

O planejamento estratégico é a ferramenta que auxilia os empresários e suas respectivas lideranças a responder a essas perguntas.

Além de definir os objetivos da empresa, metas, desafios da corporação e a estratégia mais viável e adequada ao momento, a empresa deve adotá-lo visando alcançar aumento no lucro e nos demais resultados almejados, em curto, médio e longo prazos.

Boa Sorte.

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