PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Archive for 28 de maio de 2012

Uma frase útil aos brasileiros

Posted by HWBlog em 28/05/2012

Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.

Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

A useful phrase to Brazilians

“When you realize that to produce, must obtain the permission of those who produce nothing, when to prove that money is not flowing to those who trade with goods, but with favors, when you realize that many get rich by bribery and influence, more than the work, and that the laws do not protect us from them, but rather, are that they are protected from you, when you realize that corruption is rewarded and honesty becomes self-sacrifice, then you can say without fear of making mistakes that your society is doomed. ”

Quote of the Russian-American philosopher Ayn Rand (Jewish, fleeing the Russian revolution, which reached the United States in mid-1920), showing a vision knowingly.

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Um novo “New Deal” mundial

Posted by HWBlog em 28/05/2012

Recentes acontecimentos políticos, como a derrota dos governistas na França e Grécia, indicam que a tolerância do público com políticas econômicas que não reduzem o desemprego implodiu. De fato, tendo em vista a atual situação alarmante na economia e no emprego em muitos países e a falta de perspectivas de recuperação no horizonte, há probabilidades de mais turbulências políticas à frente, a menos que as autoridades mudem de rumo de forma condizente.

A crise econômica eliminou mais de 50 milhões de empregos, na sequência de anos de aumento na desigualdade e de crescimento econômico baixo e pobre em geração de empregos nos países mais ricos. Desde 2007, os índices de emprego subiram em apenas seis entre 36 economias avançadas, enquanto o desemprego aumentou na grande maioria tanto dos países emergentes como dos já consolidados.

No curto prazo, a crise mundial deverá tornar-se pior, já que muitos governos, especialmente nas economias avançadas, priorizam a austeridade fiscal e reformas rigorosas no mercado de trabalho, mesmo que essas medidas corroam a renda, meios de vida e o tecido social.

Paralelamente, apesar da flexibilização monetária quantitativa, muitas empresas veem-se com acesso limitado ao crédito, o que contém investimentos e reduz a criação de empregos. O crédito fácil antes da crise encorajou o excesso de investimentos em setores que se imaginavam lucrativos, como o imobiliário. Não é de surpreender que o excesso de capacidade resultante agora desencoraje os investimentos privados na economia real.

Com o aumento da desigualdade e o desemprego e o encolhimento da renda e dos mercados domésticos, todos esperam recuperar-se exportando – uma solução obviamente impossível. Os países em desenvolvimento, por muito tempo encorajados e até pressionados a exportar e aderir à globalização, foram aconselhados repentinamente a mudar de direção: a produzir para o mercado doméstico e importar mais. A ironia é que esse conselho chega quando boa parte de sua antiga capacidade produtiva desapareceu.

Muitas economias de mercados emergentes, no entanto, depois de várias crises no câmbio e nas contas de capitais em tempos de maior abertura, ainda se sentem inclinadas a acumular reservas internacionais gigantescas como forma de proteção diante da maior volatilidade financeira mundial. Enquanto isso, o “espaço de políticas” nacionais para recuperar as economias encolheu desde a crise.

Investimentos públicos e proteções sociais básicas podem ajudar a mudar isso, criando milhões de empregos. Apesar das fortes evidências em contrário, no entanto, a suposição de que o investimento público tira de cena o capital privado continua a desencorajar esforços de recuperação econômica encabeçados por governos.

Na verdade, historicamente, as economias mais avançadas já viveram com déficits fiscais bem maiores do que os atuais, e não apenas em tempos de guerra. Esses déficits financiaram expansões sólidas, sustentáveis e inclusivas, não apenas para suas próprias economias, mas também para o exterior – como o Plano Marshall nos Estados Unidos, tão importante para a reconstrução e recuperação europeia do pós-guerra.

Agora, contudo, como a transferência avassaladora de recursos financeiros dos governos para salvar determinadas instituições privadas consideradas grandes demais para falir levou a um aumento drástico no endividamento soberano, as autoridades impuseram a austeridade fiscal em deferência às exigências dos mercados de bônus. Enquanto isso, os países da região do euro veem-se restringidos, não apenas por seu fetiche fiscal, mas também por sua falta de flexibilidade no câmbio.

Além disso, a cooperação multilateral em favor da recuperação mundial vem sendo decepcionante desde 2009 – o ano dos encontros do G-20 em Londres e Pittsburgh e do Pacto Mundial pelo Emprego *, que trouxe poucos progressos significativos desde então. Como resultado, os últimos três anos testemunharam poucas ações orientadas ao desenvolvimento e adoção de estratégias que tragam uma recuperação sólida, sustentável e inclusiva. Em vez disso, vimos emergir um protecionismo gradual, e não apenas no front do comércio exterior.

Como, então, o mundo pode escapar desse beco sem saída construído pelas perspectivas de curto prazo dos mercados financeiros e da política eleitoral?

Embora o multilateralismo inclusivo tenha sido abalado por vários desafios, incluindo sua aparente desordem e progresso lento, continua como a melhor opção, por vários motivos. O sistema da Organização das Nações Unidas (ONU) precisa ser mais proeminente, mas interesses poderosos também precisam permitir que desempenhe um papel maior.

Em 2009, admitindo que apenas as forças de mercado não iriam gerar os investimentos necessários para atenuar as mudanças climáticas assim como alimentos acessíveis para todos, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon propôs um “New Deal Verde Mundial”, com parcerias público-privadas e entre países, especialmente para gerar energia renovável e aumentar a produção sustentável de alimentos.

Sob a recente liderança francesa, o Fundo Monetário Internacional (FMI), depois de décadas promovendo a globalização e a liberalização econômica – especialmente financeira -, tornou-se mais cuidadoso, se não cético, quanto às suas análises, prescrições e atividades prévias. Da mesma forma, iniciativas recentes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) – como a Globalização Justa**, o Pacto Mundial pelo Emprego e o Piso de Proteção Social*** – são diretamente relevantes, todas, para lidar com a estagnação atual.

A estrutura única da OIT entre as organizações internacionais, de inclusão de trabalhadores e empregadores como parceiros sociais em sua governança tripartite lhe permite ajudar a liderar os processos, certamente complicados, necessários para assegurar um crescimento e uma recuperação sólidos, sustentáveis e inclusivos. Portanto, talvez mais do que nunca nas últimas décadas, as instituições multilaterais inclusivas agora estão na mesma página. Seus esforços precisam, agora, do apoio que merecem.

Jomo Kwame Sundaram: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

A new “New Deal” world

Recent political events as the defeat of the government supporters in France and Greece, indicate that the tolerance of the public with economic policies that do not reduce unemployment imploded. In fact, in view of the current alarming situation in the economy and employment in many countries and the lack of prospects for recovery on the horizon, there is a likelihood of more political turmoil ahead unless the authorities to change course so consistent.

The economic crisis has eliminated more than 50 million jobs, following years of increase in inequality and low economic growth and job creation in poor countries richer. Since 2007, employment rates rose in only six of 36 advanced economies, while unemployment rose in the vast majority of both emerging as the already consolidated.

In the short term, the global crisis will become worse, since many governments, especially in advanced economies, prioritize the strict fiscal austerity and reforms in the labor market, even if these measures erode income, livelihoods and social fabric.

In addition, despite the quantitative monetary easing, many companies find themselves with limited access to credit, which contains investments and reduces job creation. The easy credit before the crisis encouraged excessive investment in sectors that are profitable thought, such as real estate. Not surprisingly, the resulting excess capacity now discourage private investment in the real economy.

With the increase in inequality and unemployment and shrinking incomes and domestic markets, everyone expects to recover by exporting – an obviously impossible solution. Developing countries, long encouraged and even pressured to join the export and globalization, have been advised to suddenly change direction, to produce for the domestic market and import more. The irony is that this advice comes as much of its former production capacity disappeared.

Many emerging market economies, however, after several crises in foreign exchange and capital accounts in times of greater openness, still feel inclined to accumulate huge foreign reserves as a means of protection against the largest global financial volatility. Meanwhile, the “policy space” to recover the national economy has shrunk since the crisis.

Public investment and basic social protections can help change that, creating millions of jobs. Despite strong evidence to the contrary, however, the assumption that public investment takes the scene continues to discourage private capital for economic recovery efforts led by governments.

In fact, historically, the most advanced economies have lived with fiscal deficits far higher than today, not just in times of war. These deficits financed expansions solid, sustainable and inclusive, not only for their own economies, but also abroad – as the Marshall Plan in the United States, so important to the recovery and reconstruction of postwar Europe.

Now, however, overwhelming as the transfer of financial resources from governments to save certain private institutions considered too big to fail led to a drastic increase in sovereign debt, the authorities have imposed fiscal austerity in deference to the demands of the bond markets. Meanwhile, the eurozone countries find themselves constrained not only by his fetish for tax purposes, but also for its lack of flexibility in exchange rates.

Furthermore, multilateral cooperation in favor of the global recovery has been disappointing since 2009 – the year of the G-20 meetings in London and Pittsburgh and the Global Jobs Pact *, which brought little progress since then. As a result, the last three years have seen little action directed toward the development and adoption of strategies that bring a solid recovery, sustainable and inclusive. Instead, we have seen gradually emerging protectionism, not only in front of foreign trade.

How then can the world escape this dead end built by short-term outlook of financial markets and electoral politics?

Although the inclusive multilateralism has been rocked by several challenges, including its apparent disorder and slow progress, remains the best option for several reasons. The system of the United Nations (UN) needs to be more prominent, but must also allow powerful interests to play a bigger role.

In 2009, assuming that market forces alone would not generate the necessary investment to mitigate climate change as well as affordable food for all, the Secretary-General Ban Ki-moon has proposed a “Global Green New Deal”, with partnerships public-private and between countries, especially to generate renewable energy and increase sustainable food production.

Under the recent French leadership, the International Monetary Fund (IMF), after decades of promoting globalization and economic liberalization – particularly financial – has become more cautious if not skeptical, about their analyzes, prescriptions and previous activities. Likewise, recent initiatives by the International Labour Organization (ILO) – as ** Fair Globalization, the Global Compact for Employment and Social Protection Floor *** – are directly relevant, all to deal with the current stagnation.

The unique structure of the ILO between international organizations, including workers and employers as social partners in its tripartite governance allows you to help lead the way, certainly complicated, necessary to ensure growth and a solid recovery, sustainable and inclusive. Therefore, perhaps more than ever in recent decades, inclusive multilateral institutions are now on the same page. Their efforts must now support they deserve.

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A Inadimplência cresce apesar da queda do juro

Posted by HWBlog em 28/05/2012

Os juros para o tomador final de crédito caíram em abril e continuam caindo em maio, assim como os bancos reduziram também os spreads, calculados pela diferença entre as taxas de captação e de aplicação dos recursos. Apesar dessas duas boas notícias, a inadimplência cresceu, sobretudo nos financiamentos para a aquisição de veículos, e o crédito teve expansão bastante modesta em abril comparado a março.

Segundo informações divulgadas pelo Banco Central (BC), na sexta-feira, o estoque de crédito aumentou 1,2%. A concessão de crédito livre teve queda de 3,7% em abril sobre o mês anterior, ou crescimento de cerca de 0,3%, segundo dados deflacionados e dessazonalizados pela LCA Consultores.

Indicadores relativos aos primeiros nove dias úteis de maio não apontam aumento relevante no estoque de crédito. Em relação ao fluxo, as informações do BC revelam que houve um acréscimo de 0,3% na média diária das concessões, em comparação com idêntico período de abril. Para as pessoas físicas, ocorreu uma queda de 4,1% na média diária e para as empresas houve crescimento de 3,8%.

Assim, a performance do crédito como instrumento de expansão da demanda neste ano ainda está fraca: em janeiro houve queda de 0,2% no saldo; em fevereiro um crescimento de 0,4%; em março a expansão foi de 1,9%; e, em abril, de 1,2%.

As famílias estão com 22,3% de suas rendas comprometidas com o pagamento de dívidas, o percentual mais elevado desde outubro do ano passado (22,42%). O endividamento, ainda segundo dados do Banco Central, bateu recorde em março, alcançando 42,95%. Em março do ano passado, o endividamento das famílias (índice calculado pela razão entre o saldo das dívidas assumidas e a renda em 12 meses) era de 40,14%.

A inadimplência (medida pelos atrasos superiores a 90 dias) das pessoas físicas atingiu 7,6% em abril, taxa 1,5 ponto percentual superior à de abril do ano passado. No caso das empresas, a taxa de inadimplência continua estável em 4,1% em abril.

O saldo dos financiamentos para compra de veículos ficou praticamente estagnado em abril, fechando o mês em R$ 178,08 bilhões, crescimento, portanto, de apenas 0,3% em relação a março. O crédito para automóveis travou por causa da crescente inadimplência que atingiu 5,9% no fim de abril, nível recorde, segundo o Banco Central.

Os indicadores de inadimplência e de endividamento das famílias podem implicar uma expansão limitada do crédito, apesar dos esforços do governo que, nos últimos dois meses, armou uma ofensiva: colocou os bancos públicos para reduzir juros e ofertar mais crédito na economia; entrou num embate com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) para que os bancos privados façam o mesmo; reduziu o IOF sobre operações de crédito de 2,5% para 1,5% na semana passada; e direcionou R$ 18 bilhões de uso do depósito compulsório para compra de carteiras de pequenos bancos para o financiamento de automóveis; além de toda a queda da taxa básica de juros (Selic).

Os bancos federais, que na crise global de 2008/2009 foram agressivos na concessão de crédito e elevaram substancialmente sua participação no mercado, continuam ampliando seus espaços. Em abril, essas instituições respondiam por 44,21% do crédito contratado pela economia. Em abril do ano passado, essa participação era menor, de 41,83%.

É compreensível a preocupação do governo com o “empoçamento” do crédito desde janeiro deste ano e inegável a importância da redução das taxas de juros e dos elevadíssimos spreads, que representam ao fim das contas a margem de lucro do sistema bancário.

É legítimo supor que, mesmo com elevadas taxas de inadimplência e endividamento das famílias, as medidas de estímulo do governo vão produzir alguma expansão do crédito. Mas não parece prudente contar com o aquecimento do consumo como principal motor para a sustentação do crescimento da economia.

Há problemas tanto pelo lado da demanda quanto pela ótica da oferta, que não devem ser menosprezados. Se os tomadores estão endividados e os bancos registram a alta da inadimplência nos seus balanços, a cautela recomendaria aguardar um recuo da taxa de inadimplência antes de tentar acelerar a concessão de novos empréstimos.

Valor News: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

The Default grows despite drop in interest

Interest for the final borrower credit fell in April and continue to fall in May, as banks have also reduced the spreads, calculated by the difference between the rates of uptake and application of resources. Despite these two good news, bad debt grew, especially in financing for the acquisition of vehicles, and credit expansion was modest in April compared to March.

According to information released by the Central Bank (BC), on Friday, the stock of credit grew 1.2%. The granting of free credit fell by 3.7% in April over the previous month, or growth of about 0.3%, according to seasonally adjusted and deflated by the LCA Consultores.

Indicators for the first nine days in May did not show significant increase in the stock of credit. In relation to the flow, the information of BC reveals that there was an increase of 0.3% in average daily concessions, compared with same period in April. For individuals, there was a decrease of 4.1% on average daily and business growth was 3.8%.

Thus, the performance of credit as an instrument of demand expansion this year is still weak: in January there was a decrease of 0.2% in the balance, in February grew 0.4%, in March the increase was 1.9% and, in April, 1.2%.

Families are with 22.3% of their income committed to debt payments, the highest percentage since October last year (22.42%). The debt, still according to Central Bank data, hit record in March, reaching 42.95%. In March last year, household debt (index calculated by dividing the balance of debts incurred and income in 12 months) was 40.14%.

The default rate (as measured by delayed more than 90 days) of individuals reached 7.6% in April, a rate 1.5 percentage point higher than in April last year. For enterprises, the default rate remains stable at 4.1% in April.

The balance of financing for the purchase of vehicles remained virtually stagnant in April, closing the month at U.S. $ 178.08 billion, growth, therefore, only 0.3% compared to March. Credit for car crashed because of rising default rates reaching 5.9% in late April, a record level, according to Central Bank.

Default indicators and household indebtedness may involve a limited expansion of credit, despite the efforts of government in the last two months, an armed attack: put public banks to reduce interest rates and offering more credit in the economy and entered in a collision with the Brazilian Federation of Banks (Febraban) so that private banks do the same; reduced the IOF on credit from 2.5% to 1.5% last week, and $ 18 billion directed to use the reserve requirement for the purchase of portfolios of small banks for car financing, in addition to any fall in the basic interest rate (Selic).

The federal banks, which in the global crisis of 2008/2009 were aggressive in lending and substantially increased its market share, continue expanding their spaces. In April, these institutions accounted for 44.21% of loans contracted by the economy. In April last year, this share was lower, 41.83%.

Understandably the government’s concern with the “pooling” of credit since January this year and the undeniable importance of reducing interest rates and huge spreads, which represent the end of the day the profit of the banking system.

It is reasonable to assume that even with high default rates and household debt, the government’s stimulus measures will produce some expansion of credit. But it seems prudent to have the heating consumption as the main driver for sustaining economic growth.

There are problems on both the demand and the perspective of supply, which should not be overlooked. If borrowers are indebted banks and record the high default rate on their balance sheets, caution would recommend waiting for a decline in the rate of default before trying to expedite the granting of new loans.

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