PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

  • About

    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

  • Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

  • Posts recentes

  • Agenda

    maio 2012
    D S T Q Q S S
    « abr   jun »
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    2728293031  

Archive for 4 de maio de 2012

Porteiro do Puteiro: Uma lição para todos!

Posted by HWBlog em 04/05/2012

Não havia no povoado pior emprego do que ‘porteiro da zona’.

Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?

O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.

Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.

Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.

Ao porteiro disse:

– A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.

– Eu adoraria fazer isso, senhor, balbuciou – Mas eu não sei ler nem escrever.

– Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.

– Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida  inteira, não sei fazer outra coisa.

– Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.

Dito isso, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?

Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.

Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.

Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.

Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim fez.

No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:

– Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.

– Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar, já que…

– Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.

– Se é assim, está bem.

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:

– Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?

– Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens  mais próxima está a dois dias de viagem, de mula.

– Façamos um trato – disse o vizinho.

Eu pagarei os dias de ida e volta, mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?

Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias. Aceitou.

Voltou a montar na sua mula e viajou.

No seu regresso, outro vizinho o  esperava na porta de sua casa.

– Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.

Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem,  mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.

Que lhe parece?

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’.

Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.

Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro, trazendo mais ferramentas do que as que já havia  vendido.

De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.

A notícia começou a  se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam  encomendas.

Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.

Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois,  comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira  loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele.

Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam os pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.

Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.

E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc …

E após foram os pregos e os parafusos…

Em poucos anos, ele se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.

Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.

Nela, além de ler e escrever,  as crianças aprenderiam algum ofício.

No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e disse:

– É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.

– A honra seria minha, disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou  analfabeto.

– O Senhor? disse incrédulo o prefeito. O senhor construiu um  império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:

– O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?

– Isso eu posso responder, disse o homem com toda a calma: – Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO

Essa história é verídica, e refere-se a um grande industrial chamado… Valentin Tramontina, fundador das Indústrias Tramontina, que hoje tem 10 fábricas, 5.500 empregados, produz 24 milhões de unidades variadas por mês e exporta com marca própria para mais de 120 países – é a única empresa genuinamente brasileira nessa condição. A cidadezinha citada é Carlos Barbosa, e fica no interior do Rio Grande do Sul.

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.

As adversidades podem  ser bênçãos.

As crises estão cheias de oportunidades.

Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.

Lembre-se da sabedoria da água: ‘A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna’.

Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Porter’s brothel: A lesson for all!
There was the worst job in the town that “caretaker of the area ‘.
But what else could this man do?
The fact is that he had never learned to read or write, had no other activity or craft.
One day he came on as a manager of a whorehouse full of young ideas, and creative entrepreneur who has decided to modernize the facility.
Changed and called the staff to the new instructions.
The porter said:
– Starting today, you, and stay on the concierge, will prepare a weekly report which records the number of people coming in and your comments and complaints on services.
– I love to do it, sir, stammered – But I can not read or write.
– Ah! How I feel! But if so, can no longer continue working here.
– But you can not fire me, I worked it all my life, I can not do anything else.
– Look, I understand, but I can not do anything for you. Let us give you a good compensation and hopefully find something to do. I’m sorry and get lucky.
That said, he turned around and walked away. The porter felt as if the world collapsed. What to do?
He recalled that at a brothel, where a broken chair or table, he arranged with care and affection.
He thought that this could be a good occupation to get a job.
But just had some rusty nails and pliers poorly preserved.
Would use the compensation money to buy a complete toolbox.
As the village had no hardware store, should travel two days on a mule to go to the nearest town to make a purchase. And so he did.
On his return, a neighbor knocked on his door:
– I come to ask if you have a hammer I can borrow.
– Yes, I just buy it, but I need it to work, since …
– Well, but I will return tomorrow morning.
– If so, okay.
The next morning, as promised, the neighbor knocked on the door and said:
– Look, I still need the hammer. Why do not you sell it for me?
– No, I need it to work and besides, the nearest hardware store is a two-day journey by mule.
– Let’s make a deal – said the neighbor.
I’ll pay day round trip, plus the price of the hammer, since you are out of work right now. What do you think?
Indeed, it would give him work for two more days. He accepted.
He returned to riding on his mule and traveled.
On his return, another neighbor was waiting outside his house.
– Hello, neighbor. You sold a hammer to our friend.
I need some tools, I am willing to pay you your day trip, plus a small profit for you to buy them for me, because I do not have time to travel to shop.
What do you think?
The former doorman opened his toolbox and its neighbor chose a pair of pliers, a screwdriver, a hammer and a chisel. He paid and left. And our friend saved had heard the words: ‘I do not have time to travel to shop. ”
If this were true, many people might need him to travel to bring the tools.
On the next trip, he ventured a little more money, bringing more tools than those who had already sold.
In fact, it could save some time traveling.
Word began to spread through the village and many, wanting to save the trip, made orders.
Now, as a seller of tools, traveling once a week and had what they needed their customers.
Over time, rented a shed to store tools and some months later, he bought a shop window and a desk and turned the shed in the first hardware store in town. Everyone was happy and bought it.
Have not traveled, manufacturers sent him orders. He was a good customer. Over time, people from neighboring villages would prefer to buy in your hardware store, had to spend days on the road.
One day he remembered a friend who was a blacksmith, and turner and thought this would make the heads of the hammers.
And then, why not, screwdrivers, pliers, the chisels, etc …
And after were the nails and screws …
In a few years, he became, with his work in a rich and prosperous manufacturer of tools.
One day he decided to give the village a school.
In it, besides reading and writing, children learn a trade.
On the opening day of school, the mayor handed the city keys, hugged him and said:
– It is with great pride and gratitude that we ask you to grant us the honor of putting his signature on the first page of the book of minutes of this new school.
– The honor would be mine, said the man. It would be the thing that would give me pleasure, sign the book, but I can not read or write, I am illiterate.
– The Lord? the mayor said incredulously. You built an industrial empire unable to read or write? I’m stunned. I ask:
– What would have been if the Lord could read and write?
– That I can answer, the man said calmly: – If I could read and write … would still be the whorehouse THE DOOR
This story is true, and refers to a wealthy industrialist named … Valentin Tramontina, Industries founder Tramontina, which now has 10 factories, 5,500 employees, produces 24 million units per month and exports various private label to over 120 countries – is the only genuinely Brazilian company in this condition. The town is mentioned Carlos Barbosa, and lies within the Rio Grande do Sul
Usually the changes are seen as adversity.
Adversity can be blessings.
Crises are full of opportunities.
If someone lock the door, do not waste energy with confrontation, seek out the windows.
Remember the wisdom of water: ‘Water never argues with its obstacles, but the skirts’.
May your life be full of victories, no matter whether they are large or small, it is important to celebrate each one.

Posted in Artigos | 65 Comments »