PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Se opor não é pecado, o pecado pode estar na forma!

Posted by HWBlog em 10/12/2012

se opor não é pecadoSe opor não é pecado, o pecado pode estar na forma!

“discorde, sempre que julgar necessário e pertinente, de uma maneira construtiva e educada, mas apoie integralmente e lealmente a decisão que for tomada em consenso”

Com o chefe em crise e sob questionamentos, entra em cena um comportamento a ser trabalhado por todos nós que temos chefes: a oposição leal.

Oposição leal para mim significa discordar de uma maneira construtiva e que agregue valor para a empresa e para o relacionamento.

Discordar é importante para o processo criativo e de execução até porque quem esta executando o processo tem uma visão diferente daquele que esta gerenciando. Quem executa conhece mais e melhor todos os aspectos operacionais, as dificuldades do dia-a-dia e os obstáculos a serem transpostos.

Se opor a uma ideia ou proposta do chefe não é nenhum pecado. O pecado pode estar em como fazer essa oposição. E é ai que muitos se perdem no cotidiano corporativo.

Não se oponha a uma ideia sem antes dar ao seu chefe a oportunidade de expô-la por completo. Ouça atentamente e sem pré-conceitos.

Discorde no local e na hora correta e não faça campanha nos corredores para aumentar o coro da discordância.

Tenha cuidado com a relação entre forma e conteúdo. Muitas vezes um colaborador com rico conteúdo perde a razão pela forma com que expõe suas ideias e discordâncias.

Atente-se para se opor a uma ideia ou proposta e não a uma pessoa ou equipe. Deixe sua afinidade, ou falta dela, de lado e não personalize a oposição.

Tendo os cuidados necessários sinta-se a vontade para discordar e se opor ao líder, porém lembre-se que após as discussões e argumentações o opositor leal assume a decisão conjunta como sua e defende essa posição perante a equipe e nem sequer cogita a possibilidade de comentar: “eu fui contra, mas fui voto vencido”.

Estes argumentos também servem para serem utilizados nos relacionamentos marido x mulher, amigo x amigo, etc

– Fábio Jorge Celeguim

If object is not a sin, sin can be in the form!

“I disagree, whenever it deems necessary and appropriate, in a constructive and polite, but supports fully and loyally the decision is taken by consensus”

With the head in crisis and under questioning, comes in a behavior to be working for all of us who have bosses: the loyal opposition.

Opposition loyal to me means disagree in a constructive way and that adds value to the company and to the relationship.

Disagreeing is important to the creative process and execution because those who are running the process has a different view of him that managing this. Who knows more and better executes all operational aspects, the difficulties of day-to-day and the obstacles to be overcome.

Oppose an idea or proposal of the head is not no sin. Sin may be in how this opposition. And this is where many get lost in the daily enterprise.

Not opposed to an idea without first giving your boss the opportunity to expose her completely. Listen carefully and without preconceptions.

Disagree on site at the right time and do not campaign in the corridors to increase the chorus of disagreement.

Be careful about the relationship between form and content. Often a developer with rich content loses the reason for the way that exposes their ideas and disagreements.

Attention is drawn to oppose an idea or proposal and not to an individual or team. Let their affinity, or lack thereof, aside and not personalize the opposition.

Having the necessary care feel free to disagree and oppose the leader, but remember that after the discussions and arguments the loyal opposition takes as its joint decision and defends this position on the team and does not contemplate the possibility of comment: “I was against it, but I was overruled.”

These arguments also serve to be used in relationships husband x wife, friend x friend, etc.

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7 empresas do Brasil estão entre as mais inovadoras do mundo

Posted by HWBlog em 04/12/2012

inovação 77 empresas do Brasil estão entre as mais inovadoras do mundo

Para chegar às companhias mais inovadoras do mundo, a consultoria Booz & Company avaliou os números das 1.000 companhias que mais gastaram com pesquisa e desenvolvimento. A partir daí, 700 líderes foram ouvidos para determinar as campeãs do ranking.

Pelo terceiro ano consecutivo, Apple, Google e 3M lideraram a lista, exatamente nesta ordem. As companhias brasileiras que apareceram no ranking – sete, ao invés de cinco do ano passado –  gastaram 3,7 bilhões de dólares com P&D, um aumento de 55% em relação ao ano passado. Veja quais são elas a seguir:

1. Vale

Posição no ranking global: 81

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 1,7 bilhão

Vendas em 2011: US$ 61,8 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 2,7%

2. Petrobras

Posição no ranking global: 92

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 1,4 bilhão

Vendas em 2011: US$ 146,2 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 1%

3. CPFL

Posição no ranking global: 634

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 128 milhões

Vendas em 2011: US$ 7,6 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 1,6%

4. Gerdau

Posição no ranking global: 634

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 126 milhões

Vendas em 2011: US$ 21,2 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 0,6%

5. TOTVS

Posição no ranking global: 750

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 105 milhões

Vendas em 2011: US$ 766 milhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 13,7%

6. Embraer

Posição no ranking global: 859

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 86 milhões

Vendas em 2011: US$ 5,9 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 1,4%

7. Copel

Posição no ranking global: 952

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 75 milhões

Vendas em 2011: US$ 4,6 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 1,6%

– Marcela Ayres

7 companies in Brazil are among the world’s most innovative

To reach the most innovative companies in the world, the consultancy Booz & Company evaluated the numbers of the 1,000 companies that spent the most on research and development. Thereafter, 700 leaders were heard to determine the ranking of champions.

For the third year running, Apple, Google and 3M led the list, in that order exactly. Brazilian companies that appeared in the ranking – seven, instead of five last year – spent $ 3.7 billion on R & D, an increase of 55% compared to last year. See what they are as follows:

1. Vale

Overall ranking: 81

Spending on research and development in 2011: $ 1.7 billion

Sales in 2011: U.S. $ 61.8 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 2.7%

2. Petrobras

Overall ranking: 92

Spending on research and development in 2011: $ 1.4 billion

Sales in 2011: U.S. $ 146.2 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 1%

3. CPFL

Overall ranking: 634

Spending on research and development in 2011: $ 128 million

Sales in 2011: $ 7.6 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 1.6%

4. Gerdau

Overall ranking: 634

Spending on research and development in 2011: $ 126 million

Sales in 2011: $ 21.2 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 0.6%

5. TOTVS

Overall ranking: 750

Spending on research and development in 2011: $ 105 million

Sales in 2011: $ 766 million

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 13.7%

6. Embraer

Overall ranking: 859

Spending on research and development in 2011: $ 86 million

Sales in 2011: $ 5.9 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 1.4%

7. Copel

Overall ranking: 952

Spending on research and development in 2011: $ 75 million

Sales in 2011: $ 4.6 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 1.6%

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Não há startup de sucesso da noite para o dia, diz Bel Pesce

Posted by HWBlog em 04/12/2012

bel pesceNão há startup de sucesso da noite para o dia, diz Bel Pesce

A brasileira que empreende no Vale do Silício fala sobre o peso de errar e diz que não se considera bem sucedida ainda

Bel Pesce ficou conhecida por passar no processo seletivo do MIT, trabalhar no Google e virar empreendedora no Vale do Silício, na Califórnia. Tudo isso antes dos 25 anos. Hoje, Bel faz parte do time da startup Lemon, que quer ser uma réplica digital da carteira, e contou sua experiência no e-book gratuito “A Menina do Vale”. “A ideia é começar pouco a pouco a mostrar que há benefícios em tirar as coisas da carteira e colocar no telefone”, conta.

Com pouco mais de um ano, a empresa soma dois milhões de usuários. “É uma startup, então estamos todo dia morrendo para tentar crescer mais e ver o que a galera gosta. O app é gratuito, mas algumas funcionalidades são pagas”, diz.

Para muitos, ela é o exemplo de sucesso. A empreendedora nega o posto. “Nem acho que sou bem sucedida ainda, tem muita coisa a fazer”, diz. Em entrevista, a jovem fala sobre seu negócio, a importância e o peso de errar e quem são seus ídolos no empreendedorismo.

Pergunta: Você está nos Estados Unidos há mais de cinco anos. Qual foi a principal lição que tirou dos empreendedores daí?

Resposta: Como tem muito empreendedor aqui, o risco é visto de outra forma. O erro é mais aceitável. Se a pessoa tem seis empresas e todas deram errado, ele é um empreendedor experiente, e não um perdedor. O Vale já viu muitas empresas darem errada e entende o tamanho do risco que é empreender. Eu acho também que as pessoas crescem ouvindo histórias de empreendedores e o jovem cresce pensando em empreender como uma opção de carreira. Nunca aprendi empreendedorismo no Brasil. Aprendi física e química, mas não a empreender.

Pergunta: E quais são as coisas ruins?

Resposta: Têm duas coisas peculiares. Aqui é o lugar mais competitivo do mundo. É o mais difícil para ser bem sucedido. O talento aqui é absurdo e a competição também. Mas, se der certo no Vale, pode dar em qualquer lugar do mundo. Além disso, você está cercado de empreendedores. Os problemas que você escuta é de empreendedores, e não reais do mundo. Tem muitas empresas tentando resolver problemas inúteis para o resto do mundo. A maioria é problema só de empreendedores.

Pergunta: Qual a sua dica para quem também é jovem e quer empreender?

Resposta: A primeira é não desistir. Faz parte de empreender dar errado. De Bill Gates a Steve Jobs, todo mundo dá errado. Uma coisa interessante é não ter medo de pensar muito grande e de executar um pouquinho a cada dia. As histórias de sucesso da noite para o dia não são reais. Não é assim que funciona.

Pergunta: Mas muita gente vê a sua trajetória assim, como um sucesso repentino.

Resposta: Treze empresas que eu fiz que deram errado. A gente tende a ver os vencedores e a querer contar essas histórias. Nem acho que sou bem sucedida ainda. A Lemon ainda não deu certo. Quando você está começando alguma coisa não existe resposta. Ao invés de querer fazer acontecer rápido, não tem problema em aprender com os potenciais usuários. O que vale é a empolgação e fazer com propósito.

Pergunta: Quais são as dificuldades de ser brasileira nos Estados Unidos?

Resposta: Ser brasileira é muito bom. O Brasil é muito amado. É positivo falar que é brasileiro, todo mundo está interessado e assunto não falta. A maior dificuldade são as decisões de todo dia. É muito incerto. O maior erro da startup é criar algo que ninguém quer e o nosso grande desafio é pensar um produto que as pessoas queiram.

Pergunta: O que falta ao Brasil para parecer com o Vale do Silício, na sua opinião?

Resposta: Legislação é algo extremamente importante. As leis trabalhistas são antigas e não foram feitas para ajudar os empreendedores. Não é para prejudicar o funcionário, mas uma startup não sabe se vai existir no mês que vem. Faltam também leis que ajudem a abrir e fechar empresa rápido. Além disso, precisa de informação para ajudar o novo empreendedor. O empresário mais antigo tem que estar disponível para ser mentor dos novos empreendedores.

Pergunta: Quem são seus ídolos no empreendedorismo?

Resposta: Um grande exemplo é o Richard Branson, da Virgin. Eu acho que ele é genial. O cara é doido, visionário e está se divertindo com o que faz. Admiro muito o Silvio Santos. Acho uma história legal e admirável. Mas o Brasil precisa de mais histórias de cases digitais.

Pergunta: Você planeja voltar ao Brasil?

Resposta: Eu quero muito voltar, com sugestões que podem melhorar. Não quero voltar reclamando, mas voltar com melhorias. Estou aprendendo aqui para voltar com ideias melhores.

– Priscila Zuini

There isn´t startup success overnight, Bel says Pesce

The Brazilian who undertakes in Silicon Valley talks about the weight of error and says it is not considered successful yet

Bel Pesce was known to pass the selection process at MIT, working at Google and turn entrepreneur in Silicon Valley, California. All this before the age of 25. Today, Bel is part of the startup team Lemon, who wants to be a digital replica of the wallet, and told his experience in the free e-book “The Valley Girl.” “The idea is to start little by little to show that there are benefits in taking the wallet and put things on the phone,” he says.

With little more than a year, the company has two million users. “It’s a startup, so we are dying every day to try to grow more and see what the crowd likes. The app is free, but some features are paid,” he says.

For many, it is an example of success. The entrepreneurial denies the post. “I guess I’m not successful yet, have much to do,” he says. In an interview, the girl talks about your business, the importance and the weight of failure and who are your idols in entrepreneurship.

Question: You are in the United States for more than five years. What was the main lesson I took thence the entrepreneurs?

Answer: How much has entrepreneur here, the risk is seen otherwise. The error is more acceptable. If the person has six companies and all went wrong, he is an experienced entrepreneur, not a loser. The Valley has seen many companies giving wrong and understands the size of the risk that is taken. I also think that people grow up hearing stories of young entrepreneurs and grows considering undertaking as a career option. Never learned entrepreneurship in Brazil. I learned physics and chemistry, but not to undertake.

Question: And what are the bad things?

Answer: They have two peculiar things. Here is the most competitive in the world. It’s harder to be successful. The talent here is absurd and competition too. But, if it works in the Valley, you can take anywhere in the world. Furthermore, you are surrounded by entrepreneurs. The problems you are listening to entrepreneurs, and not real world. There are many companies trying to solve problems useless for the rest of the world. The problem is most entrepreneurs only.

Question: What is your tip for those who are young and also want to undertake?

Answer: The first is to not give up. It is part of undertaking wrong. Bill Gates to Steve Jobs, everybody goes wrong. One interesting thing is not being afraid to think big and execute a little each day. The success stories of overnight are not real. That’s not how it works.

Question: But many people view your career as well as an overnight success.

Answer: Thirteen companies I did that went wrong. People tend to see the winners and want to tell these stories. I guess I’m not successful yet. The Lemon has not worked. When you are starting something no answer. Instead of wanting to make it happen fast, no problem in learning with potential users. What matters is the excitement and make purposeful.

Question: What are the difficulties of being Brazilian in the United States?

Answer: Being Brazilian is very good. Brazil is much loved. It is good to mention that Brazil is, everyone is interested and does not lack subject. The most difficult are the decisions every day. It is very uncertain. The biggest mistake of startup is to create something that nobody wants and our challenge is to think of a product that people want.

Question: What is missing to Brazil to look like Silicon Valley, in your opinion?

Answer: Legislation is extremely important. Labor laws are old and were not made to help entrepreneurs. Not to harm the employee, but does not know whether a startup will be next month. There is also lack laws that help open and close business faster. Furthermore, accurate information to help the new entrepreneur. The entrepreneur older must be available to mentor new entrepreneurs.

Question: Who are your idols in entrepreneurship?

Answer: A great example is the Richard Branson of Virgin. I think he is brilliant. The guy is crazy, visionary and is having fun with what you do. I admire the Silvio Santos. I think a cool story and admirable. But Brazil needs more stories of digital cases.

Question: Do you plan to return to Brazil?

Answer: I really want to come back with suggestions that can improve. Do not want to go back complaining, but come back with improvements. I’m learning here to go back with better ideas.

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5 tipos de profissionais difíceis de lidar

Posted by HWBlog em 03/12/2012

5 tipos de profissionais difíceis de lidar

Confira quais as personalidades complicadas de conviver durante do expediente de trabalho.

Profissionais de personalidade complicada tendem a prejudicar o andamento dos negócios, piorar o ambiente de trabalho e tornar a vida dos subordinados um tormento.

IMPOSITIVO

Principais Características:

Inflexível: nunca abre mão de sua vontade.

Autoritário: usa o poder como argumento.

Agressivo: intimida os colegas.

Egoísta: ignora opiniões, sentimentos e necessidades alheias.

Destrutivo: faz críticas depreciativas.

Antipático: tem dificuldade de se relacionar.

Como Lidar: Seja assertivo e diga claramente e com firmeza o quanto aquele comportamento agressivo o incomoda e como você quer ser tratado. Além disso, procure entender qual é o motivo da agressividade para deixá-lo seguro e sem necessidade de agredir. Certamente ele vai confiar mais em você e a comunicação será mais tranquila.

VÍTIMA

Principais Características:

Negativo: está sempre vendo o lado ruim das situações e dizendo coisas desagradáveis.

Pessimista: não se entusiasma com mudanças e sempre acha que nada vai dar certo.

Insatisfeito: sempre reclama da situação na empresa e das injustiças que sofre.

Folgado: dá um jeito de livrar-se das piores tarefas.

Como Lidar: Não alimente a insatisfação das vítimas com comentários negativos sobre a empresa, o trabalho, os colegas e o chefe. Quando elas reclamarem, estimule-as a resolver o problema com a pessoa envolvida na situação que as incomoda.

DOMINADOR

Principais Características:

Argumentador: defende suas ideias com excessivo vigor.

Do contra: sempre discorda da opinião do outro para mostrar que tem razão.

Arrogante: faz muitas objeções e dá a impressão de que quer prejudicar o colega.

Egocêntrico: tem dificuldade de ouvir, só concordando se o argumento do colega tiver respaldo em fatos e, claro, concordar com ele.

Como Lidar: Antes de dizer suas ideias, escute com atenção tudo o que ele tem a dizer. O dominador precisa sentir que suas ideias foram ouvidas. Quando for conversar com ele, esteja preparado com dados convincentes.

PASSIVO

Principais Características:

Bonzinho: Cede em prol dos interesses do colega, buscando aprovação.

Permissivo: evita confrontos e se mostra amável e extremamente colaborador.

Desorganizado: não sabe dar limites e se perde em suas atribuições.

Hesitante: não se posiciona em momentos importantes, não dá ideias, não antecipa problemas.

Duvidoso: não assume responsabilidades — nem pessoais nem no trabalho.

Como Lidar: Estimule a participação dos passivos, pedindo opiniões e fazendo perguntas para que se posicionem e assumam responsabilidades em relação ao trabalho.

DISSIMULADO

Principais Características:

Inescrupuloso: assume o crédito pelo trabalho dos outros para subir na carreira.

Desonesto: finge amizade e colaboração para obter a confiança do colega e, assim, conhecer as suas fraquezas para usá-las a seu favor.

Desleal: oferece ajuda para demonstrar a fraqueza do colega, sempre em público.

Egoísta: não tem intenção honesta de ajudar o outro.

Bajulador: quando precisa de algo ou de alguém, acha que tem de seduzir, massageando o ego do outro.

Como Lidar: Registre tudo o que foi discutido e sempre peça fatos e dados que comprovem aquilo que o manipulador diz.

Caroline Marino

5 types of professionals to handle difficult

Check out what complicated personalities to coexist during the workday.

Professionals complicated personality tend to harm the progress of business, worsening the working environment and make life a torment subordinates.

AUTHORITATIVE

Key Features:

Inflexible: never gives up his will.

Authoritarian: uses power as an argument.

Aggressive: intimidates colleagues.

Selfish: ignore opinions, feelings and needs of others.

Destructive: makes derogatory criticism.

Unsympathetic: it difficult to relate to.

Dealing: Be assertive and say clearly and firmly as the aggressive behavior that bothers you and how you want to be treated. Also, try to understand what is the reason for the aggression to make it safe and without harm. Surely he will trust you more and will be more peaceful communication.

VICTIM

Key Features:

Negative: he are always seeing the bad side of situations and saying nasty things.

Pessimistic: not enthusiastic about changes and always think that nothing will go right.

Dissatisfied: always complains about the situation in the company suffering and injustice.

Splurge: finds a way to get rid of the worst tasks.

How to Deal: Do not feed the dissatisfaction of victims with negative comments about the company, work colleagues and boss. When they complain, encourage them to resolve the issue with the person involved in the situation that bothers them.

OVERBEARING

Key Features:

Wrangler: defend your ideas with excessive force.

Against: always disagrees with the other to show who is right.

Arrogant: makes many objections and gives the impression that either impair his colleague.

Egocentric: has difficulty hearing, agreeing only if the argument in support of his colleague have facts and, of course, agree with him.

Dealing: Before saying their ideas, listen carefully everything he has to say. The overpowering need to feel that their ideas were heard. When you talk to him, be prepared with convincing data.

PASSIVE

Key Features:

Nice Guy: Cede in the interests of fellow seeking approval.

Permissive: avoids confrontation and proves extremely kind and collaborator.

Wildcat: no limits and knows how to get lost in their assignments.

Hesitant: no position in important moments, it gives ideas, does not anticipate problems.

Questionable: not liable – not personal nor at work.

Dealing: Encourage participation liabilities, asking for opinions and asking questions that may position themselves and take responsibility for the work.

COVERT

Key Features:

Unscrupulous: takes credit for the work of others to climb the career ladder.

Dishonest: feigns friendship and collaboration for confidence colleague and thus know their weaknesses to use them to your advantage.

Unfair: offers help to demonstrate the weakness of his colleague, always in public.

Selfish: no honest intention of helping others.

Sycophant: when you need something or someone, you think you have to seduce, massaging the ego of the other.

Dealing: Record everything that was discussed and always ask for facts and figures to substantiate what the handler says.

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Confira 5 dicas para ter uma linguagem corporal mais expressiva

Posted by HWBlog em 01/12/2012

Confira 5 dicas para ter uma linguagem corporal mais expressiva

Uma pessoa que alinha as linguagens é mais persuasiva e, portanto, aparenta ser mais confiante

É importante que, enquanto você esteja falando, sua linguagem corporal seja expressiva e atrativa. Afinal, ela vai ajudar na eficácia da mensagem e até na empatia do receptor com você. Uma pessoa que alinha as duas linguagens é mais persuasiva e, portanto, aparenta ser mais confiante.

Confira 5 dicas para ter uma linguagem corporal expressiva:

1. Esvazie suas mãos

Solte qualquer coisa que esteja segurando: caneta, celular, anotações. É mais fácil gesticular naturalmente sem nada nas mãos, e os gestos são parte essencial da sua linguagem corporal. Quando você estiver mais eficaz nesta área, você pode segurar coisas na mão, mas, por enquanto, não.

2. Mãos livres

Deixe suas mãos livres. É mais difícil de gesticular quando você está com as mãos entrelaçadas, no seu bolso ou apoiando em algo. Pode parecer estranho no momento, mas o essencial é que você mantenha seus braços e mãos soltos, sem mexê-los. Você vai se sentir como um gorila, mas, aos outros, vai somente parecer relaxar.

3. Fale com uma pessoa por vez

As duas dicas acima servem para que você se livre das barreiras expressivas. Agora, está na hora de agir! Fale com uma pessoa por vez e encare aquela conversa como se fosse a única no mundo. Ao se sentir à vontade, você vai produzir gestos naturalmente e sua linguagem corporal será positiva.

4. Mova seus pés

É bom se mexer ao redor da pessoa enquanto ela está falando. Logicamente, não saia correndo ou fazendo “malabarismos” durante a conversa. Só faça movimentos leves, mas tente dar a volta na pessoa. O ideal é que você esteja encorajado e à vontade para fazer gestos mais largos.

5. Varie seus gestos

Uma vez que você abriu sua linguagem corporal, verifique se você não está sendo repetitivo com o mesmo gesto. Peça feedbacks ou grave apresentações suas. Verifique no que você está errando e tente não fazer de novo nas próximas vezes. Remova gestos distrativos e repetitivos, mas não faça nada como uma coreografia, se não, parecerá forçado e anormal.

– Harvard Business Review

Check out 5 tips to have a more expressive body language

A person who aligns languages ​​is more persuasive and therefore appears to be more confident

It is important that while you are talking, your body language is expressive and attractive. After all, it will help the effectiveness of the message and the receiver up in empathy with you. A person who aligns the two languages ​​is more persuasive and therefore appears to be more confident.

Check out 5 tips to have an expressive body language:

1. Empty hands

Drop whatever you are holding: pen, cell notes. It’s easier gesturing naturally bare hands, and gestures are an essential part of your body language. When you are more effective in this area, you can handle things on hand, but for now, no.

2. Handsfree

Keep your hands free. It’s harder when you’re gesturing with his hands clasped in his pocket or leaning on something. It may seem strange at the time, but the key is that you keep your arms and hands loose, not move them. You’ll feel like a gorilla, but others will only appear relax.

3. Talk to one person at a time

The two above are tips for you to get rid of barriers expressive. Now, it is time to act! Talk to one person at a time and face the conversation as if it were alone in the world. When you feel comfortable, you will naturally produce gestures and body language is positive.

4. Move your feet

It is good to move around the person while she is talking. Of course, do not go running or doing “juggling” during the conversation. Just make slight movements, but try to give back in person. Ideally, you are encouraged and free to make gestures wider.

5. Vary your gestures

Once you’ve opened your body language, make sure you are not being repetitive with the same gesture. Ask for feedback or record their presentations. Check what you’re missing and try not to do it again the next time. Remove distracting and repetitive gestures, but do not do anything like a choreography, if not, it will seem forced and unnatural.

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