PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Você é um profissional lebre ou tartaruga?

Posted by HWBlog em 14/06/2012

Para não cair no risco de um auto-engano, siga o conselho de Esopo: esforce-se. Esforce-se ao máximo

O grego Esopo é considerado o pai da fábula como gênero literário. Embora não haja certeza que o próprio tenha existido, tratando-se praticamente de um personagem lendário, a ele são atribuídas diversas fábulas que são passadas de pais para filhos, geração após geração, desde o século VI antes de Cristo. Certamente você já deve ter ouvido os contos da Cigarra e a Formiga, a Raposa e as Uvas, a Galinha e os Ovos de Ouro, entre tantos outros.

É dele também a famosa fábula que narra a corrida entre uma lebre e uma tartaruga. A lebre, confiando-se em seu talento natural – a velocidade e agilidade -, acaba relaxando durante o desafio e, depois, não consegue alcançar a vagarosa (porém persistente e determinada) tartaruga, que acaba vencendo a aposta. O ensinamento que nos transmite Esopo com essa fábula é fantástico: independente das nossas condições, se trabalharmos com afinco e perseverança, certamente atingiremos nossos objetivos.

Se traçarmos um paralelo entre essa fábula e a vida profissional, a lebre seria aquele sujeito extremamente talentoso, capaz de apresentar resultados extraordinários, mas um tanto quanto preguiçoso, que gosta sempre de deixar suas responsabilidades para depois. A tartaruga seria o trabalhador disciplinado, bastante esforçado e extremamente focado em suas tarefas, mas que não conta com um talento natural para a atividade. A fábula, no entanto, é incompleta ao desconsiderar a existência de outros dois tipos de animais: a lebre esforçada e a tartaruga preguiçosa, o que nos geraria o quadrante da imagem abaixo:

No mercado, o sonho de todo headhunter é encontrar uma “lebre” perseverante e esforçada, o tipo de profissional extremamente talentoso, que sente prazer em trabalhar com afinco e em surpreender com os seus resultados. Entretanto, essa é a espécie mais rara de ser encontrada. Por quê? Porque, no fundo, toda lebre tem consciência de sua natureza. Ela sabe que não é preciso se esforçar muito para fazer algo bem feito e acima da média dos demais profissionais, o que alimenta a forte tentação de procrastinar – algo como ficar grudado no Facebook, mas fingindo estar trabalhando…

De qualquer forma, as empresas precisam das lebres. Precisam do talento e da genialidade que somente elas possuem. Por isso é cada vez mais comum as empresas oferecerem mais liberdade e fazerem vista grossa quando uma lebre chega atrasada, brinca na internet ou falta ao trabalho.

Mas não pense que apenas as lebres são cobiçadas. As tartarugas perseverantes e esforçadas também são essenciais em uma organização. Elas apresentam ótimos resultados, trabalham com afinco, são responsáveis e extremamente necessárias, uma vez que a sua disciplina e comprometimento são fundamentais na construção do sucesso da organização.

O maior problema está em ser uma tartaruga relapsa e preguiçosa. É o tipo de profissional que as empresas querem distância, pois não tem capacidade de apresentar resultados e sequer se esforçam para isso. Em uma equipe, as tartarugas preguiçosas não acrescentam em nada; pelo contrário, apenas subtraem as energias do time e contaminam o ambiente com a sua postura desleixada e com a baixa qualidade de seu trabalho.

Que tipo de profissional eu devo ser?

Quase todos temos a tendência natural e narcisista de nos considerarmos a última bolacha do pacote. Dessa forma, é muito fácil pensarmos que somos a mais talentosa de todas as lebres, mesmo sendo, no fundo, uma lenta e pesada tartaruga. Para não cair no risco de se auto-enganar, siga o conselho de Esopo: esforce-se. Esforce-se ao máximo.

Se você for uma tartaruga, irá colher bons frutos, sempre conseguirá atingir seus objetivos e, de tanto esforçar-se, poderá até quebrar o muro que separa as tartarugas das lebres. Se você for uma lebre, não desperdiçará seu talento com preguiça e comodismo (o que seria um pecado), e irá elevar seus resultados ao nível que só um gênio consegue atingir.

O que você escolhe?

Leandro Vieira: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

You’re a professional hare or tortoise?

To avoid falling into the trap of self-deception, follow the advice of Aesop: strive. Strive to the maximumThe Greek Aesop is considered the father of the fable as a literary genre. Although there is no certainty that even existed, since it is almost a legendary character, it also carries several myths that are passed from father to son, generation after generation, since the sixth century before Christ. Surely you have heard the tales of the Cicada and the Ant, the Fox and the Grapes, the Chicken and Egg Gold, among others. It is also the famous fable that recounts the race between a hare and a tortoise. The hare, relying on his natural talent – speed and agility – just relaxing during the match and then not reach the slow (but persistent and determined) turtle, which ends up winning the bet. The teaching that gives us with this Aesop’s fable is amazing, regardless of our circumstances, if we work hard and persevere, will certainly achieve our goals. If we draw a parallel between this fable and professional life, the hare would be extremely talented guy, able to provide extraordinary results, but somewhat lazy, who always likes to leave their responsibilities for later. The turtle would be the employee disciplined, very hard and extremely focused on their tasks, but that does not have a natural talent for the activity. The fable, however, is incomplete to dismiss the existence of two other types of animals: the hare and the tortoise struggling lazy, which would generate in the quadrant of the image below: In the market, the dream of every headhunter is to find a “hare” persevering and industrious, the kind of extremely talented professional, who takes pleasure in working hard and surprised by their results. However, this is the rarest species to be found. Why? Because deep down, every hare is aware of its nature. She knows that it does not take much effort to do something well above average and other professionals, which feeds the strong temptation to procrastinate – get stuck on something like Facebook, but pretending to be working … Either way, companies need the hares. They need the talent and genius that only they possess. Therefore it is increasingly common for companies to offer more freedom and turning a blind eye when a hare arrives late, play online or missing work. But do not think that only the hares are coveted. Turtles persevering and hardworking are also essential in an organization. They have great results, work hard, are responsible and extremely necessary, since their discipline and commitment are essential in building the organization’s success. The biggest problem is being a turtle sloppy and lazy. It’s the kind of professional that companies want to distance, because it has no ability to deliver and even strive for it. In a team, lazy turtles do not add in anything, but rather just subtract the energies of time and contaminate the environment with its slouchy posture and the low quality of their work. What kind of professional should I be? Almost all have a natural tendency and narcissistic we consider the last cookie package. Thus, it is very easy to think that we are the most talented of all the hares, even though deep down, a slow and heavy turtle. To avoid falling into the trap of self-deception, follow the advice of Aesop: strive. Strive to the utmost. If you are a turtle, you will reap good fruit, always able to achieve their goals and strive for both, you may even break the wall that separates the turtles of the hares. If you are a rabbit, do not waste your talent with laziness and complacency (which would be a sin), and will raise their results in terms that only a genius can achieve. What do you choose?

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