PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Os riscos de falar demais no trabalho (e como evitá-los)

Posted by HWBlog em 11/06/2012

Falar demais não é pecado, mas se feito sem bom senso pode trazer sérios riscos para a sua carreira, segundo especialistas

Regra básica para ter uma carreira promissora? Comunique-se bem. Sim, isso mesmo. Independente do cargo ou setor de atuação, saber se expressar de uma maneira objetiva e clara é essencial para emplacar ideias, convencer clientes e, principalmente, liderar.

Mas, atenção, comunicar-se bem não é sinônimo de falar demais. E é exatamente nesta confusão de conceitos que estão alguns dos mais sérios pecados corporativos de muita gente por aí. Seja por um traço de personalidade ou por pura falta de senso, muitos profissionais dão corda demais para a mania de ser prolixo e, acabam, colocando a própria carreira em risco.

Confira abaixo quais os riscos de ser prolixo e como evitá-los – mesmo quando falar demais faz parte da sua personalidade:

Riscos

Ganhar o título de arrogante …

Quem fala demais, geralmente, peca por não ouvir os outros. “Você só entra na conversa quando a pessoa para para respirar. E, mesmo assim, nem sempre dá tempo”, descreve Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori.

Por isso, não raro pessoas prolixas tendem a ser consideradas arrogantes e, no pior dos cenários, muito (mas muito mesmo) chatas. Por não ter papas na língua, quem fala para além da conta corre o risco de “declarar coisas que não deveria e soltar trunfos sobre si mesmo”, diz Silvio Luzardo, especialista em oratória.

“Quem é prolixo não tem a percepção de aceitar o outro como ele é. Fala demais porque acredita que o que fala é correto e o que o outro sente não tem importância”, diz Passadori.

… ou de inconveniente

Por não estarem atentos às outras pessoas, alguns prolixos tendem à uma síndrome de falta de tato crônica. Este problema é materializado em tratar de assuntos indevidos em ocasiões impróprias e, principalmente, ocupar demasiadamente o tempo de terceiros.

De alimentar a rádio peão até fazer piadas de mau gosto, passando por despejar críticas vazias e pecar na falta de discrição, as gafes de quem fala além da conta são inúmeras. E, infelizmente, pouco raras. “Aí não há quem aguente, né?”, diz Romaly de Carvalho, especialista em etiqueta corporativa

Perder espaço

A consequência para esse tipo de comportamento é até óbvia: em alguns cenários mais assustadores, ser prolixo pode sim custar seu sucesso profissional. E, neste caso, sua qualificação nem sempre falará mais alto.

“O bom profissional tem foco. Sabe o que dizer e quando dizer”, diz Romaly. “No mundo corporativo, as pessoas querem soluções eficientes em menor tempo”.

Fato que garante alguns pontos negativos para quem não consegue vislumbrar o mundo de uma maneira mais objetiva. “O profissional perde o crédito. O cliente pode sentir que está sendo enrolado”, diz Silvio Luzardo.

Como evitar

Ouça

O conselho de avó pode até ser clichê, mas é valioso para essas horas: todos têm dois ouvidos e uma boca, logo…

A conclusão para o ditado popular é até óbvia, mas quem tem o hábito de falar sabe que a experiência prática não é tão simples assim. Por isso, se você integra o grupo dos que sempre protagonizam um diálogo, uma dica: fique atento às perguntas do seu interlocutor. Se ele parar de questionar (ou pior, falar), cuidado.

“A pessoa fala e fala, mas não leva em consideração se o outro está gostando da conversa”, diz Romaly. Por isso, a primeira lição para toda pessoa que perde o limite na hora de se comunicar é simples: ouça, ouça e ouça.

Diferencie

É essencial também diferenciar os tipos de relacionamento que você nutre no trabalho. Lembre-se: uma coisa é amigo (e o tipo de assuntos que podem ser tratados com ele), colega de trabalho é outra história. E traçar esse limite é fundamental para ter foco na hora de se comunicar no trabalho.

“Você até pode ter amigos no trabalho. E é bom que tenha. Mas nem todos serão seus amigos. Com o colega de trabalho, você deve compartilhar apenas assuntos relativos ao planejamento da empresa”, diz Romaly

Não tenha medo do silêncio

O silêncio, principalmente entre desconhecidos, pode incomodar . E muitas vezes, apavorar. Mas isso não pode ser justificativa para dar cordas para a própria língua e falar coisas que não deve. Quando o silêncio apavorar e desconectar, o melhor antídoto é permanecer quieto. E esperar o outro.

Foque no que é urgente e importante

Planejamento deve ser palavra de ordem para qualquer profissional. E isso se aplica também a todos os diálogos que você precisa liderar. “Transforme tudo o que tem que ser dito em frases objetivas. Foque apenas no que é urgente e importante”, ensina Passadori.

Reinaldo Passadori: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publsiher

The risks of talking too much work (and how to avoid them)

Talking too much is not sin, but it made no sense can bring serious risks to your career, say expertsBasic rule to have a promising career? Communicate well. Yes, that’s right. Regardless of position or area of activity, whether expressed in a clear and objective manner is essential to topple ideas, persuading customers, and especially lead. But attention, communicate well is not synonymous with talking too much. And it is precisely this confusion of concepts that are some of the most serious corporate sins of many people around. Whether it was a personality trait or pure nonsense, many other professionals to give the rope a mania for being verbose and, eventually, putting her own career at risk. Check below which risks to be verbose and how to avoid them – even when talking too much part of his personality: Risks Winning the title of arrogant … Who speaks too often fails to listen to others. “You shall not enter into the conversation when a person stops breathing. And yet, do not always have time, “explains Reinaldo Passadori, Institute Passadori. So often people tend to be wordy considered arrogant and, in the worst scenarios, much (but really it) boring. Why did not mince words, who speaks beyond the account is in danger of “declare things that should not hold assets and about yourself,” says Silvio Luzardo, expert oratory. “Who is verbose does not have the sense of accepting the other as it is. Talk too much because you believe what you say is correct and what the other feels it does not matter, “says Passadori. … or inconvenience For not being attentive to other people, some wordy tend to a syndrome of chronic lack of tact. This problem is materialized in addressing issues of undue and improper occasions, mainly occupy too much time on the 3rd.Feeding the radio pawn even make jokes in bad taste, pour through empty criticism and sin in the absence of discretion, the gaffes of the speaker in addition to the account are numerous. And, unfortunately, somewhat rare. “Then there are those who hold on, eh?” Says Romaly de Carvalho, an expert on business etiquetteLosing space The consequence for this type of behavior is even obvious: in some more shocking settings, can be long winded but cost him his career success. And in this case, your qualification is not always speak louder. “The good work has focus. Do you know what to say and when to say, “says Romaly. “In the corporate world, people want efficient solutions in less time.” Fact that guarantees some drawbacks for those who can´t envision the world in a more objective manner. “The people are losing credit. You may feel you are being wrapped, “says Silvio Luzardo. How to avoid Listen Grandma’s advice may even be cliche, but it is valuable for those hours, all have two ears and one mouth, so … The conclusion to the popular saying is even obvious, but who has the habit of talking to know that practical experience is not so simple. So if you integrate the group of protagonists who always a dialogue, a tip: pay attention to questions of his interlocutor. If he stop questioning (or worse, speaking) care. “The person talks and talks but does not take into consideration whether the other is enjoying the conversation,” says Romaly. So the first lesson for every person who loses out in time to communicate is simple: listen, listen and listen. Differentiate It is also essential to differentiate the types of relationship you nurse at work. Remember, one thing is a friend (and the type of issues that can be treated with it), co-worker is another story. And to draw this boundary is critical to have time to focus on communicating in the workplace. “You might have friends at work. And it’s nice to have. But not all be your friends. With the co-worker, you should share only matters relating to business planning, “says Romaly. Do not be afraid of silence Silence, especially among strangers may bother you. And often, panic. But this can´tt be justification for giving strings to his tongue and saying things he should not. When the silent panic and disconnect, the best antidote is to stay quiet. And wait for the other. Focus on what is urgent and important Planning should be the slogan for any professional. And this applies to all conversations you need to lead. “Make everything has to be said in objective sentences. Focus only on what is urgent and important, “teaches Passadori.

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Relações Humanas no Trabalho

Posted by HWBlog em 11/06/2012

Nas relações humanas no trabalho existem apenas três regras:

1) Colegas passam, mas inimigos são para sempre

A chance de uma pessoa lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo a taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois o favor será esquecido não adianta mais cobrar, mas a chance de alguém se lembrar uma desfeita se mantém estável não importa quando tempo passe. Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997, e a pessoa ignorou a sua mão estendida você ainda se lembra disto.

2) A importância de um favor diminui com o tempo enquanto a importância de uma desfeita aumenta

Favor é como investimento de curtíssimo prazo; desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia ele será cobrado, e com juros.

3) Um colega não é um amigo

Colega é aquela pessoa que durante algum tempo parece um amigo. Muitas vezes até parece o “melhor” amigo. Mas isto só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa; ex colega, que parecia amigo, é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer, que no momento, não pode atender.

Durante sua carreira uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos, e apenas seis inimigos. Estatisticamente isto parece ótimo, mas não é. A lei da perversidade profissional diz que no futuro quando você precisar de ajuda, é provável  que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.

Portanto profissionalmente falando, e pensando no longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar a fazer inimigos, porque por uma infeliz coincidência biológica os poucos inimigos são exatamente aqueles que tem boa memória.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

In human relationships at work there are only three rules:

1) Colleagues go, but enemies are forever The chance of a person remember a favor you did it decreases the rate of 20% per year. Five years later, the favor will be forgotten no good charge, but the chance of someone remembering a broken remains stable no matter how much time passes. If you reached out to greet someone in 1997, and the person ignored his outstretched hand you still remember it. 2) The importance of support decreases with time as the importance of an unmade increases Please be as short-term investment; is undone as a long-term loan. One day he is charged, with interest. 3) A colleague is not a friend Colleague is a person who for a time seems a friend. Often it seems like the “best” friend. But this only lasts until one of them change jobs. Friend is a person who calls to ask if you need anything; former colleague, who seemed a friend, is the person you turn to ask for something, and she sends word that the moment can not meet. During his career a normal person would get the impression he made a million friends, and only six enemies. Statistically it looks great but is not. The law says that work wickedness in the future when you need help, it is likely that anyone else can help you is just one of those few enemies. So professionally speaking, and thinking in the long term success is mainly to avoid making enemies because of an unfortunate coincidence biological few enemies are exactly those that have a good memory.

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