PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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4 hábitos ruins no trabalho e como lidar com eles

Posted by HWBlog em 05/06/2012

Especialistas explicam quatro comportamentos desencorajados no trabalho e como se livrar desses hábitos

Pense no perfil de um excelente profissional. Provavelmente, ele não é preguiçoso ou sem foco, certo? Tampouco excessivamente competitivo ou ansioso. Mesmo porque essas características psicológicas podem gerar problemas físicos, só pensar naquele seu colega de trabalho que tem gastrite ou pressão alta – as chances são grandes de a causa ser psicossomática.

Algumas características e hábitos não só são mal vistos no ambiente profissional como podem, sim, gerar problemas maiores de saúde para o funcionário. Entenda quatro sintomas, suas causas e como lidar com eles.

Sono e Preguiça

O corpo tem um relógio biológico que funciona muito com base na iluminação do dia e no escuro da noite. “De dia, liberamos o hormônio cortisol, que nos prepara para o enfrentamento da rotina. À noite, o hormônio melatonina começa a agir para indução do sono”, explica o médico Artur Zular, consultor científico do Instituto Qualidade de Vida.

Na prática, alterações nesse relógio biológico – como acordar antes do sol nascer ou insistir em se manter acordado até altas horas da noite, podem afetar o funcionamento desses hormônios, deixando a pessoa com sono durante o horário comercial. Pessoas que trabalham à noite, fazem plantões ou trabalham em turnos sofrem mais com isso.

Também é importante levar em consideração outros transtornos que podem estar causando sono em horários indevidos. “A pessoa pode estar com depressão não diagnosticada, por exemplo. Ela também pode ter transtornos como anemia e hipotireoidismo, que dão fraqueza e cansaço”, diz o Duílio Antero de Camargo, psiquiatra do Hospital das Clínicas de São Paulo e médico da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANMT).

Como lidar

Segundo Camargo, é importante passar por uma avaliação médica para determinar se o trabalhador “preguiçoso” não tem, na verdade, algum transtorno físico. “Se o problema for o trabalho em turnos ou à noite, o jeito é passar por uma readaptação, talvez mudar seu horário”, fala.

Para quem precisa lidar com o sono e não encontrou a causa da preguiça na medicina, Zular é bem direto na dica: “café”. Ele explica que cafeína é um excelente estimulante. Por dia, pode-se tomar 4 a 5 xícaras pequenas da bebida. “Quem não gosta de café pode tomar refrigerante de cola, que equivale a duas xícaras. Chocolate também funciona. Mas é preciso tomar cuidado com essa mistura para não ultrapassar a dose diária recomendada”, alerta.

Além de tirar a sonolência, o café estimula a cognição e memória. Para quem não tem diabetes, até o açúcar pode ser benéfico, por evitar glicemia.

Impaciência e ansiedade

Apesar de muitas vezes serem usadas como sinônimos, as palavras têm significados diferentes. “A impaciência tem relação com a urgência do tempo”, explica Zular, “Já a ansiedade se relaciona com o sofrer por antecipação”.

A impaciência tem um componente bastante cultural, da criança que não aprende que precisa esperar. Já a ansiedade pode produzir uma dificuldade em se lidar com o tempo, gerar estresse, angústia e até sintomas físicos como pressão arterial elevada.

A ansiedade é normal e as pessoas costumam ter alguns sintomas mais leves relacionados à tensão. O problema é quando eles se intensificam (sudorese, tremores, falta de ar e taquicardia) e acabam se tornando crônicos. “Ansiedade crônica deixa marcas físicas, o corpo não aguenta tamanho esgotamento”, afirma Camargo.

Como lidar

Na hora da tensão, alguns alimentos e bebidas (como o chocolate e o suco de maracujá, por exemplo), podem ajudar a lidar com um ataque de ansiedade. Se a questão é crônica, porém, e começa a afetar o seu dia a dia, é preciso passar por uma avaliação médica.

Os dois especialistas reiteram a importância de acompanhamento psicológico para se trabalhar as causas da ansiedade. “O médico vai desconstruir o modelo mental desse paciente ansioso”, conta Zular. E ele completa: “Essa pessoa muito ansiosa está vivendo em outra realidade, uma na qual os efeitos e sintomas são desproporcionais às causas”.

Para o médico Camargo, que faz parte da Associação Nacional de Medicina do Trabalho, é importante notar que as causas dessa tensão podem vir do próprio emprego: sobrecarga de trabalho, excesso de meta, relacionamentos complicados. “Às vezes, é preciso tratar a pessoa, e para isso temos tranquilizantes e antidepressivos, mas às vezes também precisamos tratar a empresa”, diz.

Excesso de competitividade

Os novos modelos de gestão exigem, sim, um profissional mais agressivo e competitivo. Esse é um comportamento incentivado. “Mas o que importa mais: competência ou competitividade?”, questiona Artur Zular.

Claro que competência é mais importante e ser melhor que o outro pode ser desgastante, especialmente se a competição torna o clima da empresa menos colaborativo. “A pessoa competente compete consigo mesma, tem autocrítica”, diz Zular.

Ambos especialistas concordam que a característica da competitividade é um fenômeno psicossocial, ou seja, cultural. “Não tem nada a ver, por exemplo, com testosterona. Testosterona implica em agressividade, não competição”, desmistifica Zular.

Como lidar

Para Zular, é difícil mudar a personalidade de alguém muito competitivo: “Essa pessoa terá de ser treinada. Ela primeiro precisa se perceber como extremamente competitiva, depois adequar seus processos mentais e por fim mudar seus atos, não necessariamente sua essência”, afirma.

O psiquiatra Camargo também concorda com a importância da terapia em casos de competição extrema, para que a pessoa tenha consciência dos limites. “É preciso trabalhar a empresa, também, que tem responsabilidade pelo clima de extrema competição que promove”, completa.

O especialista dá algumas dicas, também, que podem ajudar a amenizar a necessidade de competir e brigar no ambiente de trabalho: “Busque válvulas de escape e recarregue suas baterias. Vale atividade física, espiritualidade, buscar apoio familiar e social e até agrados na alimentação”, sugere. Isso evita que, com tanto estresse, a pessoa exploda (cause brigas e seja agressiva) ou imploda (desenvolva doenças crônicas psicossomáticas).

Falta de foco

Já aconteceu de você não estar com sono, não estar cansado, mas também não conseguir manter sua atenção no trabalho a ser feito? Qualquer coisa parece mais interessante do que a tela do seu computador nesses momentos. Em alguns dias isso é normal, sim. O problema é quando a falta de foco se torna algo constante no trabalho.

“Falta de foco é poluição mental”, explica o médico Artur Zular. “Ela é gerada por fragmentos de outros dias e lugares que ficam na sua cabeça. Você lê um texto, mas com ele concorrem outros assuntos com os quais você precisa lidar”, explica.

Essa desatenção também pode ser sintoma de doenças mais graves como Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade ou depressão. “Esquecimento e apatia são sintomas comuns da depressão”, descreve Camargo.

Como lidar

Assim como com outros sintomas, a falta de foco pode ser indicativa de doenças mais graves. Por isso, é essencial que se passe por uma avaliação médica.

Se, por outro lado, você não consegue se concentrar por conta de algum problema pessoal, a solução é “se despoluir”. “Se for algo que você puder resolver, peça licença para o chefe e lide com o problema. Caso contrário, tente usar o trabalho como distração do problema – em vez de ser o oposto”, diz Zular.

A falta de foco pode ser sinal de que falta, na realidade, estímulo para se trabalhar. Segundo Camargo, um desgaste no trabalho pode ser resolvido com alterações: novos projetos, funções e tarefas que estimulem o funcionário.

“Há meios artificiais, também, para concentração: café e às vezes é necessário medicação”, diz Camargo. Ele, assim como Zular, sugere que a pessoa treine seu comportamento para saber priorizar tarefas. “Se está difícil de prestar atenção no trabalho, tire os ladrões de tempo e as distrações da sua frente”, completa Zular.

Amanda Previdelli: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

4 bad habits at work and how to deal with them

Experts explain four behaviors discouraged at work and how to get rid of these habits

Consider the profile of an excellent professional. Probably he is not lazy or unfocused, right? Neither overly competitive or anxious. Even as these psychological characteristics can generate physical problems, just think that your co-worker who has gastritis or high blood pressure – the chances are great the cause is psychosomatic. Some characteristics and habits are not only frowned upon in the professional environment and can indeed generate greater health problems for the employee. Understand four symptoms, its causes and how to deal with them.

Sleep and Laziness

The body has a biological clock that really works based on the illumination of the day and the dark of night. “By day, we release the hormone cortisol, which prepares us to cope with the routine. At night, the hormone melatonin begins to act to induce sleep, “says Dr. Artur Zular, scientific adviser to the Institute of Life Quality. In practice, changes in biological clock – like waking up before sunrise or insist to stay awake until late at night can affect the functioning of these hormones, leaving you sleepy during business hours. People who work night shifts or do shift work suffer anymore. It is also important to consider other disorders that may be causing improper sleep schedules. “The person may have undiagnosed depression, for example. She also may have disorders such as anemia and hypothyroidism, which give weak and tired, “says Duilio Antero de Camargo, a psychiatrist at the Hospital das Clinicas in Sao Paulo and doctor of the National Association of Occupational Medicine (ANMT). How to deal According to Campbell, it is important to undergo a medical evaluation to determine if the employee “lazy” is not actually a physical disorder. “If the problem is the shift or at night, the way is through a upgrading, maybe change your schedule,” he says. For those who must deal with sleep and did not find the cause of idleness in medicine, Zular the tip is quite straightforward: “coffee”. He explains that caffeine is an excellent stimulant. Per day can be taken 4-5 small cups of beverage. “Who does not like coffee can make cola, which is equivalent to two cups. Chocolate also works. But there are caveats with this mixture does not exceed the recommended daily dose, “he warns. In addition to taking drowsiness, coffee stimulates cognition and memory. For those who have diabetes, until the sugar may be beneficial by preventing glucose.

Impatience and anxiety

Despite often being used interchangeably, the words have different meanings. “Impatience is related to the urgency of time,” explains Zular, “Have anxiety relates to the suffering by anticipation. “Impatience is a very cultural component, the child learns not to have to wait. Since anxiety can produce a difficulty in dealing with time, create stress, anxiety and even physical symptoms such as high blood pressure. Anxiety is normal and people usually have some milder symptoms related to stress. The problem is when they are intensified (sweating, trembling, shortness of breath and tachycardia) and eventually become chronic. “Chronic Anxiety leave physical marks, the body can`t take size exhaustion,” says Campbell. How to deal At the time of stress, some foods and beverages (like chocolate and passion fruit juice, for example), can help deal with an anxiety attack. If the issue is chronic, however, and begins to affect your day to day, you must undergo a medical evaluation. The two experts reiterate the importance of counseling to work on the causes of anxiety. “The doctor will deconstruct the mental model of anxious patient,” says Zular. And he adds: “This very anxious person is living in another reality, one in which the effects and symptoms are disproportionate to the causes.” For the doctor Camargo, part of the National Association of Occupational Medicine, is important to note that the causes of this tension can come from self-employment: work overload, excessive goal, complicated relationships. “Sometimes you need to treat the person, and for that we tranquilizers and antidepressants, but sometimes we need to address the company,” he says.

Excess competitiveness

The new management models require rather a professional more aggressive and competitive. This behavior is encouraged. “But what matters most: competence or competitiveness?” Asked Arthur Zular. Clear that competence is more important and better than the other can be exhausting, especially if the competition makes the company less collaborative climate. “The competent person responsible for herself, is self-critical,” says Zular. Both experts agree that the characteristic of competitiveness is a psychosocial phenomenon, ie, cultural. “It has nothing to do, for instance, testosterone. Testosterone implies aggression, not competition, “demystifies Zular. How to deal To Zular, it is difficult to change someone’s personality very competitive, “This person must be trained. It must first be perceived as extremely competitive, then adjust your mental processes and ultimately change their actions, not necessarily its essence, “he says. The psychiatrist Campbell also agrees with the importance of therapy in cases of extreme competition, so that the person is aware of the limits. “You have to work the company also has responsibility for the climate of extreme competition that promotes” he adds. The expert gives some hints, too, that can help alleviate the need to compete and fight in the workplace: “Seek exhaust valves and recharge your batteries. Vale physical activity, spirituality, family and social support seeking and even treats in food, “he suggests. This avoids that with so much stress, the person explodes (causing fights and is aggressive) or implode (develop chronic psychosomatic).

Lack of focus

Have you ever not be sleepy, not tired, but unable to keep his attention on the work to be done? Anything seems more interesting than your computer screen at this time. Some days it’s normal, yes. The problem is when the lack of focus becomes a constant thing at work. “Lack of focus is mental pollution,” says Dr. Artur Zular. “It is generated by fragments of other days and places that get in your head. You read a text, but with it compete with the other issues you need to address, “he explains. This inattention can also be a symptom of more serious diseases like Attention Deficit Disorder and Hyperactivity Disorder or depression. “Forgetfulness and apathy are common symptoms of depression,” describes Campbell. How to deal As with other symptoms, lack of focus may be indicative of more serious illnesses. Therefore, it is essential to pass through a medical evaluation. If, on the other hand, you can`t concentrate because of some personal problem, the solution is to “clean up”. “If it’s something you can solve, excuse for the boss and deal with the problem. Otherwise, try to use the work as a distraction from the problem – rather than the opposite, “says Zular. The lack of focus can be a sign of a lack of actually stimulating to work with. According to Campbell, wear at work can be resolved by changes: new projects, functions and tasks that encourage employee. “There are artificial means, also, to concentrate, coffee and sometimes medication is required,” says Campbell. He, like Zular, suggests that the person train his behavior to know how to prioritize tasks. “If it’s difficult to watch at work, take your time wasters and distractions of his way,” adds Zular.

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