PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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A equipe é resistente a sua liderança? Confira 8 dicas que podem ajudá-lo a virar o jogo

Posted by HWBlog em 13/06/2012

Saiba o que fazer se você acabou de assumir um cargo estratégico em uma empresa e precisa acabar com as resistências da sua equipe

Nem todo líder é premiado com a aceitação coletiva dos profissionais que integram uma equipe. A situação costuma ser pior quando ele acaba de assumir o posto de chefia em uma empresa. Nessa hora é preciso ter muito jogo de cintura para lidar com as rixas que virão.

Por mais difícil que possa parecer ter que conciliar um conflito, essa tarefa não costuma ser impossível, especialmente quando o gestor tem plena consciência do seu papel estratégico na organização e está disposto a resolver a situação.

Para que o líder possa solucionar um possível ruído na comunicação ele deve primeiramente propor uma conversa franca ao contratado.

Muitos gestores se preocupam tanto em criar o próprio espaço e mostrar seu poder hierárquico que acabam se esquecendo que também precisam das pessoas. Com isso, eles deixam de ouvir seus contratados e pioram ainda mais a situação.

Por isso, ao perceber qualquer problema de relacionamento na companhia, o ideal é que o líder se desarme e procure entender o que está se passando na cabeça do seu contratado visando a resolução de qualquer mal-entendido, bem como o fim de uma possível resistência.

Não faça!

Nada de dar as costas ao problema fazendo uso da própria autoridade para resolver a questão. Lembre-se que esse tipo de atitude apenas dificultará ainda mais a situação, já que ninguém gosta de um líder autoritário e centralizador, não é mesmo?

Não dar autonomia ao profissional que apresenta resistência é tão ruim quanto excluí-lo das atividades e reuniões.

Segundo ela, estas atitudes apenas afastam o contratado, que entende que seu superior não tem mais interesse em agregá-lo à equipe. Quem faz isso perde o profissional. Por isso a importância de não excluí-lo mesmo se a resistência continuar por um tempo.

Sem brigas

Outra boa dica para quem deseja amenizar o clima é evitar o jogo de forças: nada de bater de frente com o colaborador.

Ao entrar na energia do outro o líder entra em uma disputa, em uma competição para medir forças e isso acaba sendo prejudicial para todos os envolvidos. O gestor deve ter em mente que ao responder um ataque de forma emocional, o outro atacará com mais força e o problema não se resolverá.  A melhor solução ainda é alinhar as próprias expectativas às dos demais contratados.

O gestor deve explicar seus objetivos profissionais e mostrar como é importante ter sua equipe ao seu lado para contribuir para os resultados da empresa.

Dicas

E se você deseja conquistar mais aliados na corporação em que atua, fique atento às dicas a seguir:

Escute mais: aprenda a escutar o que sua equipe tem a lhe dizer, especialmente se houver algum membro insatisfeito com sua gestão e não se esqueça de dar feedbacks sempre fazendo uso da razão. Não permita que as críticas feitas pelo profissional afetem seu emocional e avalie os pontos apresentados pelo contratado de forma construtiva, pensando no bem maior da corporação.

Fique disponível: ninguém gosta de um gestor que está sempre atarefado com milhões de atividades e que nunca está ali para ouvir sua própria equipe. Por isso, mantenha o canal de comunicação sempre aberto e mostre-se disponível quando for requisitado.

Saiba dar autonomia: nem todos os contratados funcionam da mesma forma. Enquanto alguns funcionam bem com pressão, outros abominam esse tipo de comportamento e produzem mais quando possuem autonomia. Assim, identifique primeiro qual é o perfil do seu contratado e seja mais flexível quando necessário, deixando o profissional livre para criar e desenvolver tarefas.

Distribua as tarefas: ao delegar tarefas, o contratado acaba se responsabilizando pela execução de tais atividades e, com isso, amadurece. Por isso, observe constantemente o nível de maturidade do seu colaborador e aos poucos ofereça novos desafios para ele.

Seja transparente: não esconda da sua equipe as decisões que tomou ou pretende tomar, peça opiniões e seja franco. As decisões devem ser sempre compartilhadas com o grupo para manter uma maior transparência a todos.

Não entre na briga: evite conflitos de força com o contratado. De nada adianta mostrar quem é que manda e fazer uso da própria autoridade para que ele entenda que você é o chefe. Atitudes como essa apenas aumentam o conflito e não fazem bem à ninguém. Por isso, use sempre sua razão e procure não rebater as críticas na mesma moeda. Tente conversar e explicar quais são suas intenções na empresa.

Dê um tempo: após ter aquela conversa com o contratado, dê um tempo para que ele se acostume com a nova gestão e reflita sobre os motivos que o levam ao conflito. Deixe-o livre para criar e observe os resultados. Caso perceba, com o tempo, que ainda assim ele resiste, mas que já apresenta melhoras, dê um novo feedback e aguarde mais um pouco. Lembre-se que cada um tem o seu tempo e que, em certos casos, nem sempre esse período costuma acontecer na velocidade que você gostaria.

Demissão em último caso: a demissão do contratado somente deve ser cogitada em último caso. Ou seja, quando o líder perceber que contratado não apresenta nenhum sinal de melhora ou interesse em mudar de atitude.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

The team is resistant to his leadership?

Check out eight tips that can help you turn the game Learn what to do if you just take a strategic position in a company and needs to break the resistance of your team Not every leader is awarded the collective acceptance of the professionals who form a team. The situation is often worse when he has just taken over the position of leadership in a company. At this time you really have to play it somehow to deal with the strife to come. As hard as it may seem to have to reconcile a conflict, this task is usually not impossible, especially when the manager is fully aware of its strategic role in the organization and is willing to resolve the situation. For the leader to address a possible noise in the communication he must first propose a frank talk to the contractor. Many managers are so preoccupied in creating their own space and show their hierarchical power that end up forgetting that also need people. With that, they stop listening to their contractors and worsen the situation further. Therefore, to realize any relationship problem in the company, the ideal is that the leader will disarm and understand what is going on in the head of his contract in order to resolve any misunderstanding, as well as to a possible resistance . Do not! Nothing to give back to the problem by making use of one’s authority to resolve the issue. Remember that this kind of attitude only further complicate the situation, since no one likes an authoritarian leader and centralized, is not it? Do not give autonomy to the professional who shows resistance is as bad as it excluded the activities and meetings. She said these attitudes away from the contractor only, which means that his superior has no more interest to add it to the team. Who does it lose the professional. Hence the importance of not delete it even if the resistance continues for a while. No fighting Another good tip for those who want to soften the atmosphere is to prevent the balance of forces: no clash with the developer. Upon entering the energy of the other leader enters a contest, a competition to measure forces and it ends up being detrimental to all involved. The manager should keep in mind that when answering an attack so emotional, the other will attack with more force and the problem not be resolved. The best solution is still to align their expectations to the other contractors. The manager should explain your career goals and show how important your team on your side to contribute to business results. Tips And if you want to win more allies in the enterprise in which it operates, be aware of the following tips: Listen more, learn to listen to what your team has to tell you, especially if any member dissatisfied with his management and do not forget to give feedback when making use of reason. Do not let the criticisms made by the professional affect your emotional and evaluate the points raised by the contractor in a constructive way, thinking about the greater good of the corporation. Be available: nobody likes a manager who is always busy with millions of activities and that is never there to hear his own team. So keep the channel of communication always open and show up available when required. Learn to empower, not all contractors operate the same way. While some work well under pressure, others abhor such behavior and produce more when they have autonomy. So, first identify what is the profile of your contract and be more flexible when necessary, leaving the professional freedom to create and perform tasks. Distribute tasks: to delegate tasks, the contractor ends up being responsible for carrying out such activities and, therefore, matures. So constantly observe the maturity level of his collaborator and gradually offer new challenges for him. Be transparent: Do not hide your team’s decisions it has taken or intends to take, get opinions and be honest. Decisions should always be shared with the group to maintain greater transparency at all. Do not enter the fray: avoid conflicts with the force employed. It does not help to show who’s boss and make use of their own authority so that he understands that you are the boss. Attitudes like this only increase the conflict and do not do well on anyone. Therefore, always use your reason and try not to rebut the criticisms in the same currency. Try to talk and explain what your intentions are in the company. Give it time, after that conversation with the contractor, take some time for him to get used to the new administration and reflect on the reasons that lead to conflict. Let him free to create and observe the results. If you notice, over time, which he still resists, but it already shows improvement, give a new feedback and wait a little longer. Remember that each one has its time and in some cases, this period usually does not always happen at the speed you want. Dismissal in the latter case, the retirement of the contractor should only be contemplated in the latter case. That is, when the leader hired realize that shows no signs of improvement or interest in changing their attitudes.

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Modelo de negócio: como desenvolver a minha empresa?

Posted by HWBlog em 13/06/2012

Você entende como a sua empresa funciona? Consegue garantir se os seus clientes estão te encontrando de forma fácil? Está clara a sua proposição de valor para os segmentos de clientes que você atende? E os serviços e produtos que você oferece? Eles são contratados/comprados em função dessa clareza? Eles estão aparecendo nos canais de vendas corretos?

E a sua equipe de profissionais? Será que eles entendem como funciona o seu negócio e executam os seus papéis alinhados ao que a empresa é e faz? A sua missão está sendo cumprida ou é só mais uma frase bonita em um arquivo do Powerpoint?

Seus parceiros estão executando as suas atividades como se fosse “favores” ou são parte do seu negócio mesmo?

E como estão as suas receitas versus os seus custos? Você está buscando novas formas de obter receitas? Está encontrando alguma maneira de reduzir os seus principais custos?

Pois bem, essas perguntas fazem parte do mecanismo “negócio”, com o qual você, empresário ou executivo, está acostumado a lidar todos os dias. E a nossa conexão com o nosso negócio – e eu me incluo nessa por também ser empresário – é algo muito peculiar. Apesar do tema não ser novo, modelos de negócios têm despertado o interesse de empresas e profissionais de planejamento e gestão de negócios após o lançamento do livro Business Model Generation, Inovação em Modelos de Negócios, de Alex Osterwalder e Yves Pigneur, em 2010.

Segundo o conceito da publicação, um modelo de negócios descreve a lógica de criação, entrega e captura de valor por parte de uma organização, e se caracteriza como mais uma unidade de análise organizacional.

Se você pesquisar na internet encontrará muita coisa sobre o tema, mas quero contar um pouco da minha experiência na aplicação do framework de Modelo de Negócios para diagnóstico, análise e inovação de negócios.

Já ouvi a frase “agora eu entendi como a minha empresa funciona” inúmeras vezes, de profissionais de empresas de todos os tipos. São empresas jovens, de até cinco anos, outras mais maduras com 15 a 25 anos de existência, e até de executivos responsáveis por áreas de Recursos Humanos, por exemplo, que veem nesse modelo uma forma de explicar aos colaboradores a lógica de colaboração na empresa.

Os profissionais especialistas em planejamento e estratégia de negócios, ou como eu prefiro chamar, os business designers, entram em ação para avaliar como as empresas estão operando seus negócios, para levar a equipe que está trabalhando na análise do Modelo de Negócios a pensar de forma diferente, com o viés da empatia, da colaboração e da experimentação.

Quando avaliamos as ideias envolvidas, usamos os seguintes critérios: as ideias são desejáveis para as pessoas, rentáveis para o negócio e tecnologicamente possíveis? Por isso, o business designer trabalha com ferramentas e questionamentos que permitem ao empresário ou executivo pensar com um viés diferente e inovador.

É aqui que descobrimos uma série de oportunidades de mudanças, gerando inovação nas empresas, e nesse aspecto é que o Modelo de Negócios alinhado ao Design Thinking, se diferencia de outras ferramentas de análise organizacional.

Temos notado a necessidade de profissionalização das empresas por conta de uma série de fatores (competitividade, economia, tecnologia), e isso tem feito com que muitos empresários procurem alternativas para acelerar os seus processos de desenvolvimento, e por esse motivo, compreender o modelo de negócios e agir para atacar os seus pontos críticos, tem sido uma decisão no mínimo mais sábia.

Desenvolvimento organizacional passa por inovação e por desenvolvimento e envolvimento das pessoas. É criação de cultura para a mudança.

E você? Entende como o seu modelo de negócios funciona?

Francisco Albuquerque: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Business model: how to develop my business?

You understand how your business works? Can you ensure that your customers are finding you easily? It is clear value proposition for the customer segments you serve? And the services and products you offer? They are hired / bought in the light of this clear? They are appearing in the sales channels correct? And his team of professionals? Do they understand how your business and perform their roles aligned to what the company is and does? Its mission is being fulfilled or is it just another pretty phrase in a PowerPoint file? His partners are running their activities like “favors” or are part of your business right? And how are your income versus your costs? You are looking for new ways to raise revenue? Is finding a way to reduce its main costs? Well, these questions are part of the mechanism “business”, with which you, entrepreneur or executive, are used to deal with every day. And our connection with our business – and I include myself in this by also being an entrepreneur – is something very peculiar. Although the theme is not new, business models have attracted the interest of companies and professional planning and management of business after the launch of the book Business Model Generation, Innovation in Business Models by Alex Osterwalder and Yves Pigneur in 2010. According to the concept of publication, a business model describes the logic of creating, delivering and capturing value from an organization, and is characterized as one more unit of organizational analysis. If you search the internet you will find a lot about the subject, but I want to tell a little of my experience in the application framework’s Business Model for diagnosis, analysis and business innovation. I’ve heard the phrase “I now understand how my business works” countless times, business professionals of all kinds. They are young companies, up to five years, other more mature at 15 to 25 years of existence, and even executives responsible for areas of Human Resources, for example, who see this model a way to explain to employees the logic of collaboration in the enterprise . The specialists in planning and business strategy, or as I prefer to call the business designers, come into play to assess how companies are operating their businesses, to bring the team working on the analysis of the Business Model to think different, with the bias of empathy, collaboration and experimentation. When evaluating the ideas involved, we used the following criteria: the ideas are desirable for people, for the business profitable and technologically possible? Therefore, the designer works with business tools and questions that allow the business owner or executive with a bias to think different and innovative. It is here that we discover a series of opportunities for change, driving innovation in enterprises, and in this respect is that the Business Model aligned to Design Thinking, differs from other analysis tools organization. We have noted the need to professionalize the companies on behalf of a number of factors (competitiveness, economy, technology), and this has caused many entrepreneurs to seek alternatives to speed up their development processes, and therefore, understand the model business and act to tackle the critical points, has at least been a wiser decision. Organizational development passes through innovation and development and involvement of people. It is the creation of culture to change. And you? Understands how their business model work?

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