PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Crise não. Oportunidade!

Posted by HWBlog em 18/06/2012

Todas as situações em nossas vidas têm no mínimo dois lados. Um positivo e outro negativo. Como percebemos, e mais do que isso, de que maneira lidamos com elas é que fará toda a diferença.

Pensemos então na crise, qualquer natureza de crise – financeira, familiar, pessoal, social. Todo momento de crise é uma oportunidade, uma ocasião favorável para o aprendizado. Em relação ao mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que desaparecem produtos e serviços, surgem novos ou se renovam.

Crises representam momentos especiais para renovação, para se desfazer do velho que não funciona mais e para que surja o novo. Podemos olhar a situação sendo vítima das circunstâncias, com um olhar pessimista e achar que estamos acabados, liquidados, que é o fim, ou entender que podemos ser agentes e que podemos agir e tirar o melhor proveito da situação.

É a oportunidade que temos de refletir, repensar, agir e reposicionar. Muita gente só tem esse tipo de atitude em situações como essa, quando são arremessados da sua zona de conforto para a zona de pânico. Crises são ótimas oportunidades para se descobrir coisas novas. A crise tira as pessoas, necessariamente da zona de conforto… e isso não é ruim!

A questão não é a crise, senão o que fazemos com ela. Que aprendizado podemos tirar desses momentos.

Crises sempre existirão. A pior é sempre aquela que a gente está vivendo agora. As que já passaram já foram superadas, bem ou mal. Se o problema não tem solução, já está solucionado. Agora, se tem, vamos arregaçar as mangas e começar a fazer. Ficar sentado, reclamando da vida e não fazer nada, não vai mudar nada mesmo! É preciso ter coragem e AGIR.

Você poderá se sentir refém e imaginar que não pode fazer nada. Mas pode! Todos nós podemos fazer alguma coisa, por mínima que seja para reduzir custos, melhorar o ambiente de trabalho, propor melhorias, encontrar alternativas. A necessidade é mãe da criatividade.

Outro dia mesmo, conversando com colegas discutia-se a troca de serviços entre eles. A ideia nem é nova, pois isso é escambo, e já era praticado na idade média, mas era interessante para ambas as partes. Outra situação que vi, foi reduzir o tempo de trabalho, sem demitir, o que permite que a pessoa possa se dedicar a outras atividades no tempo que sobra e às vezes até melhora a qualidade de vida, aumentar o convívio com a família e os amigos, geralmente prejudicado pela alta carga de trabalho. Há muitas outras possibilidades surgindo. Negociações que antes pareciam pouco prováveis de acontecer são boas saídas agora. Estamos falando de adaptação, seleção natural. Viva Darwin!

Trabalho com pessoas há mais de 40 anos e posso garantir que as pessoas são capazes de fazer coisas extraordinárias. Quando definem seus objetivos, investem suas energias nesse propósito e acreditam que conseguirão, perseguem seus objetivos obstinadamente. A paralisia acontece diante do medo. O medo, portanto, é seu maior inimigo, não a crise. A crise está fora e o medo está dentro.

Momentos de crise nos permitem:

•A possibilidade de rever processos e procedimentos.

•Adaptar aos novos tempos e as necessidades.

•Flexibilizar. Abandonar posições para buscar interesses.

•Refletir que na maioria do tempo “estamos” e não “somos” (estamos gerente, estamos diretores, estamos supervisores). Rever a questão do ser/ estar, pois as pessoas costumam se esconder sob seus papéis sociais e muitas vezes transformam o papel profissional no único papel a ser desempenhado na vida.

•Entrar em contato com a humildade para reconhecer que novas oportunidades, mesmo que muito diferentes das que já foram vividas são chances para aprender e conhecer coisas e pessoas novas.

•Estar mais aberto a rever paradigmas. Problemas novos ou antigos, hoje, exigem soluções novas e isso implica em sair da zona de conforto.

Por isso, pense em que lugar você deseja estar nessa hora de grandes chances. Se como vítima reclamando que o mundo está difícil e que o melhor é esperar para ver como fica, ou ser agente e participar desse grande movimento de transformação e de revisão da nossa sociedade contribuindo com o melhor que você tem para tornar nosso mundo e o seu cada vez melhor. Não esqueça, depois de pensar, comece a agir. Pensar sem agir é devaneio, não muda nada!

Mãos à obra!

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

Crisis not. Opportunity!

All situations in our lives are at least two sides. One positive and one negative. As we noted, and more than that, how we deal with them that will make all the difference. Consider then the crisis, any kind of crisis – financial, family, personal, social. Every moment of crisis is an opportunity, a favorable opportunity for learning. In relation to the labor market, while disappearing products and services, new or renewed. Crises represent moments for renewal, to dispose of old that no longer works and that a new arises. We can look at the situation being a victim of circumstances, with a pessimistic look and feel that we’re finished, settled, which is the end, or understand that we can be agents and we can act and make the best of the situation. It is the opportunity we have to reflect, rethink, reposition and act. Many people just have that kind of attitude in such situations when they are thrown out of their comfort zone into the panic zone. Crises are great opportunities to discover new things. The crisis draws people necessarily of the comfort zone … and that’s not bad! The issue is not the crisis, but what we do with it. That learning can take those moments. Crises compare with the pain of colic. Are cyclical and are part of life. The worst is always that we are living now. Those that have passed have been overcome, good or bad. If the problem has no solution, is already solved. Now, if you have, let’s roll up our sleeves and start doing. Sitting around complaining about the life and do nothing, will not change anything anyway! It takes courage and ACT. You may feel hostage and can`t imagine doing anything. But you can! All we can do something, however small is to reduce costs, improve the work environment, suggest improvements, find alternatives. Necessity is the mother of creativity. Just the other day, talking with colleagues to discuss the exchange of services between them. The idea is not new, as this is barter, and was practiced in the Middle Ages, but it was interesting for both parties. Another situation that I saw, was to reduce the working time, without firing, allowing the person to engage in other activities in spare time and sometimes even improves the quality of life, increase contact with family and friends generally hampered by the high workload. There are many other possibilities arise. Negotiations that once seemed unlikely to happen are good outlets now. We are talking about adaptation, natural selection. Viva Darwin! Working with people for over 20 years and I can guarantee that people can do extraordinary things. When you define your goals, invest their energies in this way and they believe they will, pursue their goals doggedly. The paralysis of fear happens in front. The fear, therefore, is his greatest enemy, not the crisis. The crisis is out and the fear is inside. Moments of crisis enable us to: • The ability to review processes and procedures.• Adapting to changing times and needs.• more flexible. Abandon positions to pursue interests.• Consider that most of the time “we” and not “we” (we’re a manager, are directors, supervisors are). Revisit the issue of be / being because people tend to hide under their social roles and often become the professional role in the only role to play in life.• Contact the humility to recognize that new opportunities, even if very different from those already experienced are likely to learn and meet new people and things.• Be more open to review paradigms. New or old problems today require new solutions and that means getting out of comfort zone. So think about what place you want to be this time of great chances. If a victim complaining that the world is difficult and it is best to wait to see how it looks, or being an agent and participate in this great movement of processing and review of our society contributing the best you have to make our world and their every better. Do not forget, after thinking, start acting. Thinking without action is daydreaming, nothing changes! Get to work!

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