PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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O futuro chegou e muitos não perceberam

Posted by HWBlog em 29/08/2012

Walter Longo alerta que o futuro é agora e ressalta a importância de as empresas se atentarem à exteligência e ao nexialismo

Enquanto os filmes de ficção científica apregoam maravilhas para o futuro, Walter Longo acredita que estamos deixando-o passar. Em uma recente palestra, o vice-presidente da Young & Rubicam apresentou uma visão otimista do futuro. Segundo ele, atualmente o mundo está polarizado: de um lado estão os que acreditam que seremos vítimas de crises e problemas ambientais que podem colocar a vida humana em risco; de outro, estão os que acreditam que estamos entrando em uma era de abundância. Isso, é claro, deixa a todos em dúvida.

Além de apostar nos últimos, Longo sugere que os gestores se antecipem, provocando transformações em vez de reagir a elas. “Na aventura humana, sempre procuramos ir além do possível e do permitido, para chegar mais perto de Deus. O mundo digital está nos aproximando do divino ao permitir que qualquer pessoa do planeta tenha acesso a todo tipo de informação”, afirmou.

A mudança é tão radical, aposta, “que deveríamos celebrar todas as noites, com fogos”. “A possibilidade de mostrar seu talento na internet é algo revolucionário, permitindo o surgimento de milhares de Einsteins e Mozarts que antes não teriam chance”, festejou, dizendo que isso também vai impactar de forma decisiva a educação, com a oferta cada vez maior de cursos. “Depois que alguém experimenta toda essa informação, o cérebro não volta ao tamanho original”, completou.

Para Longo, devemos estimular nossas competências em dois sentidos: a busca externa e a reflexão interna. “Nosso cérebro não deve mais ser usado como um HD, mas como memória RAM, pois todo o capital intelectual humano construído durante milênios está disponível para cada um de nós.” Essa inteligência em rede é chamada de exteligência e, segundo Longo, é o que diferencia os homens dos animais.

Diante de tudo isso, vem a pergunta: estamos aproveitando tudo isso em nosso dia a dia profissional? Ele acredita que muito pouco. Todas as informações sobre clientes e empresas está à nossa disposição, mas muito poucos vendedores, por exemplo, “fazem a lição de casa”.

A mudança não é tecnológica, mas humana

O palestrante destacou que o que está mudando é o cérebro humano e que estamos expandindo os limites da imaginação com a mídia digital. Se antes a possibilidade de criar robôs serviria para libertar o homem dos serviços que tem de realizar, como no caso da indústria automobilística, hoje a inteligência artificial serve para receber e processar informações que lhes permitem tomar decisões. É o caso, por exemplo, dos robôs da Amazon, que deslocam o estoque conforme a demanda dos produtos.

O futuro, portanto, já chegou — ou está à nossa porta. É o caso das impressoras 3D, que já geram produtos personalizados e individuais e logo vão usar células como matéria-prima, criando um estoque de reposição de órgãos para transplante.

Segundo Longo, agora, a hora é de esquecer tudo que nos ensinaram. “Não dá para acoplar o mundo digital ao nosso conhecimento analógico. Não adianta termos armas digitais, como sites e perfis no Facebook. Vamos ter de criar uma nova alma digital”, alertou, apontando que a primeira medida para isso é sair da zona de conforto. “Ser sustentável é reciclar ideias”, afirmou, apresentando quatro paradigmas que precisam ser mudados:

1. Tamanho não é documento

Já houve um tempo em que ser grande dava segurança e poder. Uma empresa grande tinha mais acesso, mais potencial. Hoje o mercado é o mundo para todas as empresas, independentemente do tamanho. E as pequenas têm mais facilidade de se adaptar. O fundamental, porém, é não perder o foco. “As empresas de sucesso terão a capacidade de aprender, desaprender e reaprender, mas sempre mantendo o foco”, disse.

2. O que importa não é o negócio, mas o modelo de negócio

A concorrência deixou de ser entre empresas e passou a ser entre modelos de negócio. Nesse sentido, alguns conceitos são fundamentais: o uso de sistemas colaborativos, que podem ser aplicados a quase tudo e não só à inovação; o uso de sistemas generativos: cada empresa tem de criar sistemas para conectar pessoas e estimulá-las a gerar novos valores, ideias e realizações. Sustentabilidade, acredita ele, é usar o que não está sendo usado, como já descobriram empresas que alugam os carros de um vizinho para outro, ou outras que gerenciam quartos vagos em residências para hospedagem. É o fim da ideia de propriedade, que só é possível com o uso da exteligência.

3. O futuro é dos nexialistas

Já fomos generalistas e passamos a ser especialistas. Hoje, temos a necessidade do nexialista, que não é exatamente quem sabe a resposta, mas quem sabe o que e para quem perguntar. Diante da complexidade do mundo, é preciso ter alguém que encontre nexos.

4. O ótimo é inimigo do bom?

Para Longo, é uma questão fundamental diante do universo de possibilidades no qual estamos imersos. “Se partirmos do princípio de que tudo pode melhorar, em que momento temos de parar de procurar o ótimo e aceitar o bom? Antes havia todo tempo do mundo, mas hoje os critérios têm de ser reavaliados”, afirmou. “Empresas de sucesso têm uma compreensão do que é suficientemente bom. Fomos educados para tirar 10 e não dar valor para o 9, mas qual a real necessidade de ter o ótimo?” Segundo Longo, as empresas precisam incorporar o conceito de upgrades, assim como as empresas de TI.

O papel dos rebeldes

Para concluir, o palestrante afirmou que o bom mocismo está expulsando os rebeldes das empresas. “Toda empresa precisa de rebeldes, de gente que pergunte ‘por que não?’. Uma organização de acomodados quebra em três anos, uma só de rebeldes quebra em três meses. É preciso haver um equilíbrio entre os dois. Infelizmente estamos num mundo em que os acomodados estão se dando muito bem nas empresas.”

Ele acredita que se uma empresa não tem a capacidade de nutrir rebeldes, seu futuro não está assegurado em um mundo em que imaginação não tem limites.

– Walter Longo

The future has arrived and many do not realize

Walter Longo warns that the future is now and underscores the importance for companies to pay attention to extelligence and nexialismo

While science fiction films preach wonders for the future, Walter Longo believes that we are letting him go. In a recent speech, Vice President of Young & Rubicam has presented an optimistic view of the future. According to him, currently the world is polarized: on one side are those who believe that we are victims of crises and environmental problems that may put human life at risk and on the other are those who believe that we are entering an era of abundance. This, of course, leaves all in doubt.

Besides betting on the latter, Long suggests that if managers anticipate, causing changes rather than reacting to them. “In human adventure, always try to go beyond the possible and permitted, to get closer to God. The digital world is approaching the divine to allow anyone on the planet has access to all kinds of information, “he said.

The change is so radical, bet, “we should celebrate every night with fireworks.” “The opportunity to showcase their talent on the internet is something revolutionary, allowing the emergence of thousands of Einsteins and Mozarts not have that chance before,” celebrated, saying it also will impact education in a major way, with the increasing number of courses. “Once someone experiences all this information, the brain does not return to its original size,” he added.

For long, we should encourage our capabilities in two directions: the search external and internal reflection. “Our brain should no longer be used as a HD, but as RAM, since all human intellectual capital built up over millennia is available to each of us.” This intelligence network is called extelligence and, according to Long, is the that distinguishes men from animals.

Given all that, comes the question: we are enjoying all of this in our day to day work? He believes very little. All information about customers and companies available to us, but very few sellers, for example, “do your homework”.

The change is not technological, but human

The speaker stressed that what is changing is the human brain and that are expanding the limits of imagination with digital media. If before the possibility of creating robots serve to liberate man of services that must be carried out, as in the case of the automotive industry, today artificial intelligence serves to receive and process information enabling them to make decisions. This is the case, for example, Amazon robots that move the stock as the product demand.

The future therefore already reached – or is on our doorstep. This is the case of 3D printers, which already generate customized products and individual cells and will soon use as raw material, creating a stock of replacement organs for transplantation.

According to Long, now is the time to forget everything you taught us. “You can`t engage the digital world to our knowledge analog. No use terms digital weapons such as websites and Facebook profiles. We will have to create a new digital soul, “he said, noting that the first step to this is to leave the comfort zone. “Being sustainable is to recycle ideas,” he said, presenting four paradigms that must be changed:

1. Size does not matter

Was there ever a time that could be great security and power. A large company had more access, more potential. Today’s market is the world for all companies, regardless of size. And small are better able to adapt. The key, however, is not losing focus. “Successful companies will have the ability to learn, unlearn and relearn, but always keeping the focus,” he said.

2. What matters is not the business, but the business model

The competition is no longer between companies and became among business models. Thus, some basic concepts are: the use of collaborative systems that can be applied to almost everything, not just innovation, the use of generative systems: each company must create systems to connect people and encourage them to generate new values , ideas and achievements. Sustainability, he believes, is to use what is not being used, as I have found companies that rent cars from one neighbor to another, or others who manage vacant rooms in homes for hosting. It’s the end of the idea of ​​ownership, which is only possible with the use of extelligence.

3. The future is the nexialistas

Have we come to be generalists and specialists. Today, we need nexialista, which is not exactly who knows the answer, but who knows what and who to ask. Given the complexity of the world, you need someone to find links.

4. The great enemy of the good?

For Long, is a key issue before the universe of possibilities in which we are immersed. “If we assume that all can improve in that time we have to stop searching and accept the great good? Before we had all the time in the world, but today the criteria need to be reassessed, “he said. “Successful companies have an understanding of what is good enough. We were taught to take 10 and not giving value for 9, but what is the real need to have the great? “Said Long, companies must incorporate the concept of upgrades, as well as IT companies.

The role of rebels

To conclude, the speaker said that the good guy is expelling the rebels companies. “Every business needs rebels, people who ask ‘why not?’. An organization breaks accommodated in three years, one of the rebels break in three months. There must be a balance between the two. Unfortunately we are in a world that accommodated are doing very well in business. ”

He believes that if a company does not have the ability to nurture rebellious, its future is not assured in a world where imagination has no limits.

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