PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

  • About

    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

  • Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

  • Posts recentes

  • Agenda

    janeiro 2020
    D S T Q Q S S
    « jan    
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031  

Archive for the ‘Tecnologias’ Category

Google Drive

Posted by HWBlog em 24/04/2012

Ouvimos os rumores há semanas, e hoje o Google Drive, rumores do Google serviço nuvem de armazenamento, é oficial. Anunciado no blog da empresa terça-feira, o serviço irá integrar com o Google Docs e permitirá que você acesse arquivos de qualquer lugar e colaborar em documentos com os colegas.

Google Docs agora está embutido no Google Drive, que significa que você pode trabalhar com outros em tempo real sobre documentos, planilhas e apresentações. Uma vez que você o conteúdo compartilhado com outra pessoa, você pode adicionar e responder aos comentários sobre qualquer coisa (PDF, arquivo de imagem, vídeo, etc) e você receberá notificações quando as outras pessoas comentam os itens que você compartilhou.

Uma característica interessante do serviço é codificação inteligente, que permite que você marque os itens armazenados no seu disco. Então, se você fez upload de uma foto da ponte Golden Gate para o seu disco, a próxima vez que você realizar uma pesquisa para a ponte, em seguida, sua foto vai aparecer junto com outros resultados. Unidade também utiliza o reconhecimento de imagem, por isso, se você arrastar e soltar fotos de suas férias recentes na unidade, mais tarde você pode procurar locais que você visitou e essas fotos vão aparecer.

Usando tecnologia de Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR), Drive também pode reconhecer texto em documentos digitalizados. Isso significa que se você tiver digitalizado em uma página de um livro velho, por exemplo, você pode pesquisar por palavras no documento.

Quando chega a hora de acessar seus arquivos, o serviço pode abrir uma variedade de diferentes tipos de arquivos – 30 deles para ser exato – dentro do seu navegador, independentemente de haver ou não você tem o software necessário instalado. Tipos de arquivos suportados incluem PDF, vídeo HD, e coisas como imagens de Illustrator e Photoshop.

Você pode instalar unidade em seu Mac ou PC, e usar o serviço através de um aplicativo no seu telefone Android ou comprimido. O Google também tem planos para um aplicativo iOS no futuro. Usuários cegos possam acessar HD com um leitor de tela.

O Google está oferecendo todos os usuários 5GB de armazenamento sobre o serviço gratuitamente. Se precisar de mais do que o de 5GB, então ele está oferecendo várias camadas de opções de armazenamento. Você pode optar pelo upgrade para 25GB por US $ 2.49/month, 100GB por US $ 4.99/mês ou 1TB por US $ 49.99/month. Quando você atualizar para uma conta paga, o seu armazenamento conta do Gmail também se expande para 25 GB.

Você pode conferir unidade Google agora para si mesmo em  drive.google.com/start

Go Google: Google Drive: “http://www.youtube.com/embed/wKJ9KzGQq0w

Mashable Tech: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Google Drive

We’ve heard the rumors for weeks now, and today Google Drive, Google’s rumored cloud-storage service, is official. Announced on the company blog Tuesday, the service will integrate with Google Docs and will allow you to access files from anywhere and collaborate on documents with colleagues.   Google Docs is now built right into Google Drive, which means you can work with others in real time on documents, spreadsheets and presentations. Once you’ve shared content with someone else, you can add and reply to comments on anything (PDF, image, video file, etc.) and you’ll receive notifications when other people comment the items you’ve shared.   One interesting feature of the service is smart tagging, which allows you to tag items stored on your drive. So, if you’ve uploaded a picture of the Golden Gate Bridge to your drive, the next time you perform a search for the bridge then your photo will show up along with other results. Drive also uses image recognition, so if you drag and drop photos from your recent vacation into Drive, you can later search for locations you’ve visited and those photos will show up.   Using Optical Character Recognition (OCR) technology, Drive can also recognize text in scanned documents. That means if you’ve scanned in a page from an old book, for instance, you can search for words in that document.   When it comes time to access your files, the service can open a variety of different files types – 30 of them to be exact – within your browser, regardless of whether or not you have the required software installed. Supported file types include PDFs, HD video, and things like images from Illustrator and Photoshop.   You can install Drive on your Mac or PC , and use the service via an app on your Android phone or tablet. Google also has plans for an iOS app in the future. Blind users can access Drive with a screen reader.   Google is offering all users 5GB of storage on the service for free. If you need more than the 5GB, then it is offering several tiers of storage options. You can choose to upgrade to 25GB for $2.49/month, 100GB for $4.99/month or 1TB for $49.99/month. When you upgrade to a paid account, your Gmail account storage also expands to 25GB.   You can check out Google Drive now for yourself at drive.google.com/start

Posted in Tecnologias | Leave a Comment »

O HTML5 vai destronar o Flash?

Posted by HWBlog em 16/04/2012

Não há dúvidas que o HTML5 é uma estrela em ascensão. Porém, há um certo exagero em afirmar que o Flash deva ser substituído definitivamente. A ideia pode parecer interessante, mas sua infraestrutura ainda apresenta algumas deficiências, especialmente para a publicidade digital. Os anunciantes também precisar tomam cuidado ao escolher o melhor tipo de mídia para servir as campanhas.

O aumento da quantidade de dispositivos que não suportam Flash pressionam as agências a desenvolverem peças publicitárias com HTML5, evitando assim a criação de múltiplas versões para cada usuário de tablet. Com as diferenças referentes ao tamanho da tela e à entrega de anúncios, o smartphone não passa de um sinal de alerta. Mas no caso dos tablets, existe a oportunidade real em compartilhar os recursos com a versão do anúncio desenvolvida para computadores e laptops.

Sentindo essa pressão, assim como já acontece com o Safari, a Microsoft baniu os plug-ins do Metro, a versão para tablet do IE10, que será incluída no Windows 8. Com a Microsoft e a Apple rejeitando o Flash (e todos os plug-ins em navegadores) em seus futuros sistemas operacionais, fica claro o motivo pelo qual as agências apostam no HTML5.

Se você acredita que o avanço dos tablets e a evolução dos Sistemas Operacionais vão abalar as estruturas da existência do Flash, então, a ascenção do HTML5 torna-se inevitável. Porém, é melhor considerar o que podemos estar perdendo quando os anunciantes buscam maneiras de otimizarem a experiência dos consumidores com marcas.

Enquanto a “caixa-preta” do Flash e os plug-ins de navegadores recebem críticas dos entusiastas pela padronização da internet, há muitas características fortes que ainda devem ser replicadas para o HTML5. O conteúdo em Flash, por exemplo, é aceito por diversos navegadores e podem, inclusive, ser carregados dentro de outros conteúdos em Flash, como players de vídeo em Flash. Embedado na página, o conteúdo do plug-in não interage com o conteúdo externo. O conteúdo fechado dos plug-ins torna o conteúdo visualmente consistente onde quer que seja exibido. O conteúdo do HTML5, por sua vez, está sujeito às diferenças de layout de plataformas e navegadores.

Para o autor, o design do Flash e as ferramentas de desenvolvimentos já estão bem amadurecidas e repletas de funcionalidades. Além do Flash por si só, você tem à disposição o Flash Builder e uma série de ferramentas de desenvolvimento, como o FDT. O formato Flash também possui opções excelentes de integração com softwares de design: Photoshop, Illustrator e Fireworks. Essa integração permite aos designers partirem de um layout com múltiplas camadas para um conteúdo interativo. Além disso, é mais simples trabalhar com vetores do Flash que com qualquer outra ferramenta de HTML5 disponível atualmente. Dessa forma, é possível obter apenas um arquivo binário com extensão swf ao invés de um diretório cheio de scripts, reduzindo a complexidade de colocar em produção seu trabalho final.

Embora muito já tenha sido feito para solucionar algumas questões referentes à performance do Flash para publicidade mobile, um player multimídia nesse formato para PCs permanece superior ao HTML5 em termos de performance e funcionalidades suportadas. Vídeo em tela cheia, utilização de webcam e streaming de vídeo são apenas algumas das funcionalidades que o HTML5 ainda não suporta. E quando analisamos o aúdio, a equação fica mais desequilibrada. Tanto no caso do áudio como do vídeo, há uma confusão generalizada sobre os formatos suportados por browsers e dispositivos.

Finalmente, a experiência com Flash é otimizada para a audiência, graças à instalação instantânea do Flash Player (além das atualizações automáticas). Por outro lado, as funcionalidades do HTML5 para Rich Media são amplamente confiáveis em diretórios JavaScript baixados – semelhante a baixar o Flash Player cada vez que quiser visualizar o conteúdo em Flash.

Para aprimorar a experiência do usuário, os desenvolvedores de navegadores, sistemas operacionais, novos dispositivos e ferramentas de autor para HTML5 devem trabalhar juntos para conseguirem diminuir as lacunas operacionais entre HTML5 e Flash. A diferença entre os dois formatos fica evidente quando pensamos em publicidade online. Nesse caso, seções concisas de Perguntas & Respostas e tempo otimizado de download são preocupações fundamentais.

Então por que não se inicia esse processo de aprimoramento com a instalação de uma lista com todos os arquivos necessários para ativar as funcionalidades do Flash em cada navegador? Ou, melhor ainda, que tal manter esse diretório online onde você possa fazer atualizações sempre que precisar?

Portanto, exceto pelos disparates técnicos, por que tudo isso é relevante para os profissionais de marketing digital? Em primeiro lugar, enquanto muito tem sido feito para o HTML5 deslanchar, ainda não existe uma configuração ou cobertura dos navegadores para substituir o Flash como uma solução geral para Rich Media. Então, a melhor saída é utilizar o HTML5 para alcançar uma audiência específica, como usuários de tablets, ou em conjunção com um criativo em Flash.

Em segundo lugar, o HTML5 é menos padronizado, portanto, a produção torna-se mais complicada – prepare-se para pagar mais pela produção criativa e participar de mais rodadas de Perguntas & Respostas. Em terceiro lugar, a tecnologia ainda está em desenvolvimento – prepare-se para explorar a evolução do formato e se esforce para conseguir alcançar um nível de conforto com HTML5 similar àquele que você já conhece ao utilizar o Flash.

Concordo que o HTML5 seja uma nova alternativa, mas ainda falta muito para substituir o Flash por completo. Para que esse formato continue amplamente livre na internet (por exemplo, com suporte a anúncios), a comunidade que utiliza HTML5 e as empresas que conduzem sua adoção devem garantir à próxima geração de designers e desenvolvedores de publicidade Rich Media que a tecnologia converta-se em uma plataforma verdadeiramente viável.

Michael Tuminello: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

HTML5 will unseat Flash?
There is no doubt that HTML5 is a rising star. However, there is some exaggeration in saying that Flash should definitely be replaced. The idea may sound interesting, but its infrastructure still has some shortcomings, especially for digital advertising. Advertisers also need to take care when choosing the best type of media to serve the campaigns.
The increase in the number of devices that do not support Flash press agencies to develop advertising with HTML5, thereby avoiding the creation of multiple versions for each user of the tablet. With the differences regarding the size of the screen and the delivery of ads, the smartphone is just a warning. But in the case of tablets, there is a real opportunity to share resources with the version of the ad designed for computers and laptops.
Feeling the pressure, as already happens with Safari, Microsoft banned plug-Metro, the tablet version of IE10, which is included in Windows 8. With Microsoft and Apple rejecting Flash (and all plug-ins in browsers) in its future operating systems, it becomes clear why the agencies are betting on HTML5.
If you believe that the advancement of the tablets and the evolution of operating systems will disrupt the structures of the existence of Flash, then the rise of HTML5 becomes inevitable. However, it is best to consider what we may be losing when advertisers seek ways to optimize the consumer experience with brands.
While the “black box” and the Flash plug-ins for browsers receive criticism from enthusiasts for the standardization of the Internet, there are many strong features that still must be replicated to HTML5. The Flash content, for example, is supported by several browsers, and can even be loaded into other Flash content such as Flash video players. Embedado on the page, the contents of the plug-in does not interact with external content. The contents of the enclosed plug-ins makes the content visually consistent wherever it appears. The contents of HTML5, in turn, is subject to differences in layout of platforms and browsers.
For the author, the design and Flash development tools are already mature and well-packed features. In the Flash itself, you have available to Flash Builder and an array of development tools, such as the FDT. The Flash format also has excellent options for integration with design software: Photoshop, Illustrator and Fireworks. This integration allows designers to leave a layout with multiple layers for interactive content. Moreover, it is easier to work with vectors of Flash than any other tool currently available HTML5. Thus, you can get just a binary file with extension swf instead of a directory full of scripts, reducing the complexity of putting in your final production.
Although much has been done to resolve certain issues regarding the performance of Flash for mobile advertising, a multimedia player that format for PCs remains superior to HTML5 in terms of performance and features supported. Full screen video, webcam and use of streaming video are just some of the features that HTML5 does not yet support. And when we analyze the audio, the equation becomes more unbalanced. Both in the case of audio and video, there is widespread confusion about the formats supported by browsers and devices.
Finally, experience with Flash is optimized for the audience, thanks to instant install Flash Player (beyond the automatic updates). Moreover, the features of HTML5 for Rich Media are widely trusted directories JavaScript downloads – similar to download the Flash Player each time you view the Flash content.
To improve the user experience, developers of browsers, operating systems, new devices and authoring tools for HTML5 should work together to achieve lower operational gaps between HTML5 and Flash. The difference between the two formats is evident when we think of online advertising. In this case, sections concise Q & A and time optimized for download are key concerns.
So why not start this process of improvement with the installation of a list of all the files necessary to enable the features of Flash in every browser? Or, better yet, why not keep this online directory where you can make updates whenever you need it?
Therefore, except for technical nonsense, why all this is relevant to the professional digital marketing? First, while much has been done to usher in HTML5, there is not a browser setting or coverage to replace Flash as a general solution for Rich Media. So the best way out is to use the HTML5 to reach a specific audience, such as users of tablets, or in conjunction with a creative Flash.
Second, HTML5 is less standardized, therefore, the production becomes more complicated – get ready to pay more for producing more creative and participate in Q & A rounds. Thirdly, the technology is still in development – get ready to explore the evolution of the format and strive to achieve a comfort level with HTML5 similar to what you already know to use Flash.
I agree that HTML5 is a new alternative, but much remains to replace the Flash altogether. For this format remains largely free on the Internet (for example, to support advertisements), the community that uses HTML5 and companies that lead their adoption shall ensure the next generation of designers and developers of Rich Media advertising that technology to convert platform in a truly viable.

Posted in Tecnologias | Leave a Comment »

Internet cresce 3,7%

Posted by HWBlog em 23/12/2011

O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no local de trabalho cresceu 3,7% e chegou a 63,5 milhões segundo o IBOPE Nielsen Online. Em relação ao mesmo período do ano anterior, quando havia 54,5 milhões de pessoas com acesso em casa ou no trabalho, o crescimento foi de 17%.

Das 63,5 milhões de pessoas com acesso, 48 milhões foram usuários ativos em casa ou no trabalho em novembro, o que significou um crescimento de 2,7% em relação ao mês anterior e de 10% sobre os 43,6 milhões de novembro de 2010.
 
Em casa, o total de pessoas com acesso também cresceu. Segundo o IBOPE Nielsen Online, 60 milhões de brasileiros moram em residências em que há a presença de computador com internet. O número de usuários ativos domiciliares foi de 39,2 milhões em novembro, ou 2,9% a mais que no mês anterior.
 
O total de brasileiros com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) foi de 78,5 milhões de pessoas no terceiro trimestre de 2011.
 
A atividade publicitária manteve-se em alta no fim de 2011. Segundo o AdRelevance, serviço do IBOPE Nielsen Online que monitora a atividade publicitária na internet brasileira, foram realizadas 6,6 mil campanhas em novembro, divulgadas por 2,4 mil diferentes anunciantes, acumulando um total de 35 mil campanhas desde o início do ano. O número de banners passou de 20 mil em novembro e acumulou um total de 117 mil no ano.

Posted in Tecnologias | Leave a Comment »

Apple pretende revolucionar mercado de TV

Posted by HWBlog em 23/12/2011

Depois de revolucionar os mercados de computação, o fonográfico e o de dispositivos móveis, o próximo passo da Apple é mudar a relação das pessoas com a televisão.

A intenção foi deixada clara pelo falecido fundador da empresa, Steve Jobs, e passou a ser tocada com afinco pelos engenheiros, segundo o The Wall Street Journal.

Baseado em relatos de várias pessoas próximas à companhia, o WSJ descobriu que há uma negociação com empresas de comunicação.
 
Vem aí um aparelho próprio da Apple baseado em sua tecnologia de transmissão sem fio para acesso a conteúdos diversos, como programas e filmes.Foram vários encontros, que incluem até o vice-presidente sênior Eddy Cue.
 
A ideia é desenvolver um televisor que reconheça o telespectador e consiga se comunicar com ele através dos dispositivos móveis da Apple, respondendo a voz e movimentos das pessoas. Pode ser possível, por exemplo, trocar de canal com um comando falado.
 
De acordo com o WSJ, algumas reuniões foram organizadas a pedido das empresas de comunicação, que desejam se manter a par do que a gigante de tecnologia está inventando.
 
Uma das possibilidades é que o usuário possa parar o que está assistindo na TV e continue no iPhone ou no iPad – para isso, as donas do conteúdo precisam dar o aval.

Dependendo do tipo de tecnologia adotada, a Apple pode até dispensar a caixa de transmissão. O AirPlay, da própria companhia, poderia servir para isso.

Ainda não há informações sobre data de lançamento e até mesmo sobre o que de fato a Apple pretende colocar no mercado. A empresa, como costuma fazer, não quis comentar o assunto.

Posted in Tecnologias | Leave a Comment »

BlackBerry não é mais o ‘queridinho’

Posted by HWBlog em 17/12/2011

Presidentes, políticos e titãs corporativos no passado se acotovelavam para serem fotografados usando-os; operadores e altos executivos de bancos de investimento fechavam negócios com eles; e artistas de rap cantavam suas qualidades. Eles eram proibidos em alguns restaurantes chiques, mas tudo indicava, mesmo assim, que todos os executivos dormiam com eles.

Durante a maior parte dos últimos dez anos, o BlackBerry foi muito mais do que um telefone ou um aparelho de acesso sem fio ao e-mail. Ele era legal e viciava – daí seu apelido “crackberry”. Mas tudo isso antes de o iPhone da Apple de tela sensível ao toque fazer sua estreia, em 2007, e roubar o coração de uma geração.

Os BlackBerrys ainda fazem muito sucesso em alguns círculos, principalmente na geração mais jovem, desacostumada com as mensagens de texto e viciada no serviço gratuito de mensagens do Facebook, Twitter e do próprio BlackBerry que, segundo o noticiário, contribuiu para o advento da Primavera Árabe e os protestos de rua de Londres.

E, o que é igualmente importante, muitos usuários empresariais ainda dependem do serviço de e-mail sem fio do BlackBerry e de seu miniteclado, operado com o polegar, que contribuíram para definir os outrora míticos aparelhos. Mas no mundo empresarial, tanto quanto em outras esferas, as defecções estão aumentando, e muitos dos que ainda andam com um BlackBerry cedido pela empresa também portam um iPhone ou um smartphone ativado por Android para uso pessoal.

Por quase uma década, usuários eram tão viciados no aparelho que a marca ganhou apelido de ‘crackberry’

Embora o cadastro de assinantes fora da América do Norte continue a crescer, no mercado-chave dos Estados Unidos, que responde por cerca de 40% das vendas, os BlackBerrys e a Research In Motion (RIM), a empresa canadense que os fabrica, enfrentam problemas.

Segundo novos dados divulgados esta semana pela empresa de pesquisa de mercado ComScore, a participação da RIM no mercado americano de smartphones caiu 4,5 pontos percentuais, para 17,2%, no período de três meses encerrado em outubro. A empresa de pesquisas Gartner estima que a fatia da RIM no mercado mundial de smartphones recuou para 11% no terceiro trimestre em relação aos 15,4% do mesmo período do ano passado.

Por seu lado, os investidores viram os papéis da RIM cair dos mais de US$ 70 por ação em março para menos de US$ 18 por ação na semana passada, quando uma sucessão de deslizes de gestão, de atrasos de produtos e de correções da estimativa de lucros cobraram seu preço.

Ainda na semana passada, a RIM anunciou que estava dando baixa contábil em US$ 485 milhões antes dos impostos, correspondentes ao valor de tablets BlackBerry PlayBook não comercializados. Segundo declarou a direção da empresa, essa perda significaria que ela descumprirá suas já reduzidas metas de lucros para o ano fiscal de 2012. A RIM já foi obrigada a baixar o preço do PlayBook, outrora alardeado como o assassino do iPad, de US$ 499 para US$ 199, nas últimas semanas.

A baixa contábil relativa aos estoques é o mais recente contratempo de uma série que a RIM vem experimentando. A companhia tem enfrentado crescente concorrência de empresas como a Apple e outros fabricantes de smartphones e tablets baseados no software Android, do Google. Com isso, tem sofrido dificuldades para atualizar seu próprio e envelhecido elenco de produtos.

Além dos encargos relacionados com o PlayBook, a RIM também anunciou uma despesa de US$ 50 milhões deduzidas de suas receitas para cobrir o apagão generalizado em sua rede, no início do outono (no Hemisfério Norte), que deixou milhões de usuários de BlackBerry sem acesso à rede do smartphone durante dias.

Esse fiasco e outros tropeços, entre eles sua reação retardada ao iPhone e contínuos atrasos no lançamento de produtos de próxima geração baseados em um novo sistema operacional, fizeram com que alguns analistas advertissem para o fato de que a administração da RIM perdeu contato com sua base de usuários e credibilidade junto aos investidores.

Um pequeno grupo de acionistas dissidentes já exortou os executivos da RIM a considerar todas as opções para maximizar valor para os acionistas, inclusive, possivelmente, a venda de seu portfólio de patentes ou uma venda pura e simples da companhia. Outros insistiram em que a dupla de executivos-chefes da empresa, Mike Lazaridis e Jim Balsillie, abram caminho para uma nova equipe de gestão, mas até agora reuniram escasso apoio.

Analistas destacam que muitos dos problemas da RIM decorrem de uma transição difícil que a empresa está tentando realizar, de produtos com base em seu antigo sistema operacional BlackBerry para o mais novo, apelidado BBX, cujos aparelhos deverão aparecer no primeiro semestre do próximo ano.

Nesse meio tempo, a RIM está apostando em um pequeno número de aparelhos baseados em seu mais recente sistema operacional, o BlackBerry 7, e em aquecidas vendas para mercados em desenvolvimento, a fim de ajudar a companhia a atravessar os próximos trimestres.

Os administradores da RIM insistem em que não estão dispostos a desistir e que não permitirão que a empresa se torne uma exploradora de nicho num mercado em rápida expansão. Ao contrário, como prova de que a empresa está determinada a manter-se relevante, eles e defensores da RIM indicam iniciativas como o anúncio de um novo software, no início de dezembro, que tornará mais fácil, para departamentos de TI de empresas, gerenciar dispositivos BlackBerry que operem paralelamente com aparelhos concorrentes.

Conforme disse Mike Abramsky, da equipe de mercado de capitais do Royal Bank of Canada, há poucos dias, uma recuperação na capitalização de mercado da RIM depende de “maior competitividade, ecossistema e aceitação dos aparelhos BBX vindouros; melhoria de marketing e execução de lançamento; restauração da credibilidade e visibilidade dos investidores; e melhor governança”.

Posted in Tecnologias | Leave a Comment »

Empresa abandona e-mail e passa a usar Facebook

Posted by HWBlog em 10/12/2011

Enquanto há empresas lutando para fazer com que seus funcionários esqueçam as redes sociais durante o período de trabalho, a Atos fez o caminho inverso. A companhia francesa, que atua no mercado de TI, vai acabar com os e-mails em detrimento de sites como o Facebook.
 
Todo o sistema convencional de troca de mensagens está em processo de abolição na empresa, pois, segundo o CEO, Thierry Breton, dos cerca de 200 e-mails diários que cada funcionário recebe, apenas 10% são úteis. Outros 18% são spam.
 

Nos próximos 18 meses, a Atos vai implantar a nova regra gradativamente. No início, apenas os trabalhadores usarão as redes sociais para essa finalidade, mas a ideia é expandir a iniciativa aos clientes.

Uma porta-voz da companhia afirmou que nos últimos seis meses já houve redução em 20% na troca de e-mails. Em geral, os 74 mil funcionários, que atuam em 42 países, aprovaram.

Posted in Tecnologias | Leave a Comment »

Vem aí uma nova bolha?

Posted by HWBlog em 26/11/2011

A incerteza paira sobre o setor de internet. Empresas que fizeram ofertas públicas iniciais (IPO, na sigla em inglês) recentemente veem os preços de suas ações caírem sem parar, e os investidores começam a abandonar o barco. Será a esperada nova bolha?

Os jornais norte-americanos trazem dados preocupantes sobre a indústria. E o Groupon é um dos piores exemplos, pois, nesta semana fechou o dia com as ações valendo bem menos do que quando as colocou no mercado.

Foi a primeira vez que isso aconteceu, mas o site pioneiro de compras coletivas já vinha em queda. Apenas 6% dos títulos foram vendidos e os preços, que começaram em US$ 20, amargaram uma queda de 16%, fechando o dia em US$ 16,96.

No primeiro dia de oferta, o Groupon cresceu 50%, antes de se estabelecer em US$ 26,11 por ação. A queda dá sinais assustadores para start-ups que esperam vir a público em breve, como Facebook e Zynga, pois os investidores estão deixando de comprar e, ainda, passaram a distribuir essas ações assim que expira o tempo pelo qual obrigatoriamente precisam segurá-las.

Aconteceu algo semelhante com a rádio online Pandora, que vendeu 9%, mas os preços caíram 34% – foi ofertada a US$ 16 e agora passa por US$ 10,51. Neste caso, os investidores se preocupam com a concorrência, encabeçada por produtos como Spotify.

O LinkedIn também conseguiu passar para frente apenas 9% das ações que circularam com o IPO. Embora o preço já tenha caído 30% em relação ao que se conseguiu no primeiro dia, os títulos ainda estão bem acima (US$ 66) do valor estabelecido inicialmente (US$ 45).

Posted in Tecnologias | Leave a Comment »

O “trator” Google atropela a Internet

Posted by HWBlog em 14/11/2011

Os dados são oficiais, fornecidos pela SEC dos Estados Unidos: a companhia Google já comprou 57 empresas de software e hardware de janeiro a setembro de 2011 e pode até janeiro incorporar mais 10 a 15 outras, acumulando um total de aquisições no valor de quase US$ 2 bilhões. Isso sem falar na megaoperação de compra do setor de telefones celulares da empresa Motorola, numa transação avaliada em US$ 12,5 bilhões.

Não há notícias na história corporativa norte-americana de um tal furor aquisitivo por parte de uma empresa privada, num fenômeno que se torna ainda mais impactante pelo fato de envolver empresas que lidam essencialmente com produção, transferência e publicação de informações. A empresa Google tem hoje o maior acervo mundial de informações e não existem mais parâmetros para quantificar o volume de dados em poder da corporação fundada em 1998, por dois alunos do doutorado da Universidade Stanford, nos Estados Unidos.

A Google já deixou de ser uma produtora de softwares para se tornar uma recicladora de programas e equipamentos comprados de empreendedores autônomos, empresas iniciantes e até mesmo grandes corporações como a Motorola. Entre as principais aquisições feitas desta janeiro estão uma empresa produtora de softwares para administração de passagens aéreas, uma empresa para publicação de reviews de restaurantes e outra de compras coletivas.

Essas são apenas as compras consideradas grandes, porque, na verdade, o conglomerado que se tornou sinônimo mundial de buscas na web funciona como um verdadeiro “aspirador” de pequenas empresas. A estratégia é simples: em vez de arcar com os custos de produção, a Google compra pequenos e médios empreendimentos voltados para a produção de programas de computador e equipamentos de informática em todo o mundo.

A estratégia trator é a principal ferramenta desenvolvida pela Google para disputar com a Apple o título de maior empresa do ramo digital no mundo, com um valor estimado em bolsa de US$ 112 bilhões. A compra da Motorola Mobile, que fabrica os celulares Motorola, dará à Google condições de dominar o mercado mundial dos telefones inteligentes (smartphones), o desenvolimento de programas e a fabricação de aparelhos de telefonia.

A mais recente ofensiva da empresa criada pelos estudantes Larry Page e Sergei Brin tem como alvo o estratégico mercado da televisão. O site YouTube, controlado pela Google, prepara-se para lançar 100 canais de vídeo por meio dos quais os usuários da internet poderão criar uma programação personalizada, que vai bater de frente tanto com as emissoras de sinal aberto como as transmitidas por cabo.

É a mais séria ameaça já enfrentada pelos grandes conglomerados do ramo audiovisual no mundo inteiro, porque o projeto da Google prevê um sistema de codivisão de lucros com os produtores de programas de vídeo, com os artistas e até com movimentos sociais. A cantora Madonna, por exemplo, tem uma produtora de shows chamada DanceOn e será um dos 100 parceiros da Google TV.

O crescimento da Google é um fator preocupante para os agora sete bilhões de seres humanos porque ele está sendo feito a partir da acumulação de informações sobre nós, os usuários da internet. Além de saber o que nós procuramos na web, a empresa conhece os nossos amigos por meio do correio eletrônico, tendo inclusive a possibilidade de acesso aos conteúdos das mensagens; sabe quais as nossas preferências noticiosas graças ao Google News, jornal automático personalizado; fotografou nossa casa no programa Google Earth; conhece nossos roteiros por meio do Google Maps; nossas compras digitais por meio do Google Offers e nossas transações financeiras pelo Google Wallets. Enfim, um verdadeiro Big Brother.

A existência de tanta informação num só endereço passou a ser uma grande incógnita não apenas para os usuários, mas também para as empresas concorrentes, porque Google está impondo um novo modelo de negócios baseado na filosofia da nuvem de informações. Em vez de ativos imobilizados, a empresa que inicialmente investiu em ativos intangiveis residentes agora põe as suas fichas nos aplicativos que o internauta usa sem ter a propriedade. O pagamento é indireto e se materializa no fornecimento de dados pessoais.

Posted in Tecnologias | Leave a Comment »

Apple iTV, o misterioso televisor de Steve Jobs

Posted by HWBlog em 03/11/2011

A lista de não-produtos da Apple – onde já estão iPhone 5, iPad 3 e iPad HD – ganhou mais um item nos últimos dias: o iTV. Desde que Walter Isaacson escreveu, em sua muito comentada biografia de Steve Jobs, que o fundador da Apple pensava bastante em como melhorar o televisor, muita gente teve certeza de que a Apple tem um iTV no forno.

O relato de Isaacson veio reforçar um rumor que existe há muitos anos – o de que a Apple entraria no mercado de televisores. A empresa já tem um produto nessa área, o Apple TV, um pequeno dispositivo eletrônico que recebe imagens da internet ou de um computador e envia ao televisor. Além disso, os monitores Apple Cinema Display podem exibir filmes em alta resolução. Eles só não têm o receptor de TV propriamente dito.

Isaacson diz que Jobs “queria fazer pelos televisores o que havia feito pelos computadores, players de música e celulares: torná-los simples e elegantes”. Ele cita o fundador da Apple dizendo: “Eu gostaria de criar um televisor integrado totalmente fácil de usar. Ele trabalharia em sincronismo perfeito com todos os dispositivos eletrônicos do usuário e com o iCloud” .

Eu resolvi
A ideia de Jobs era que as pessoas não precisassem mais usar meia dúzia de controles remotos cheios de botões para comandar os aparelhos na sala. “Ele terá a mais simples interface com o usuário que você puder imaginar. Eu finalmente resolvi isso”, disse Jobs.

Esta última frase (“I finally cracked it” no original em inglês) é que deu a entender que o iTV estaria muito perto de virar realidade. Como já havia acontecido com o iPhone 5 e o iPad 3, ilustrações mostrando como poderá ser o televisor da Apple começaram a surgir na internet. Algumas das melhores foram criadas pelo brasileiro Guilherme Schasiepen.

E como seria o iTV? Nos desenhos de Schasiepen, é um televisor com uma fina tela sensível ao toque, um logotipo em forma de maçã na traseira e nenhum botão de controle na frente – como é esperado de um produto da Apple. Uma câmera na parte superior seria usada para bate-papos com vídeo usando o recurso FaceTime, existente em outros produtos da Apple.

O iTV trabalharia conectado à internet e receberia imagens do iCloud e de outros dispositivos. A transmissão seria feita por meio do recurso AirPlay, também já existente em outros produtos da Apple. A tela seria 3D, mas com tecnologia que dispensa o uso de óculos para a visualização. Além disso, o televisor traria o software Siri, do iPhone 4S, que recebe comandos de voz do usuário.

Controles remotos
Tudo isso é possível, é claro, mas não resolveria o problema dos múltiplos controles remotos com muitos botões. Afinal, a maioria dos potenciais compradores do iTV teria também outros aparelhos, como decodificador de Tv a cabo, player de Blu-ray, console para jogos e home theater. E cada um deles tem seu próprio controle.

Por mais que a Apple caprichasse na interface, no instante em que o usuário ligasse, por exemplo, seu decodificador de TV a cabo, ele passaria a ver, na tela, os menus da operadora de TV. Em outras palavras, o fabricante do televisor não é 100% dono da interface com o usuário. O aparelho exibe também as interfaces dos outros dispositivos conectados a ele.

Steve Jobs estava consciente dessas dificuldades. Num debate durante o evento D8, no ano passado, ele respondeu a uma pergunta sobre o assunto: “A única maneira de mudar isso é voltar ao princípio, desmantelar o decodificador, começar do zero com uma interface redesenhada e apresentá-la ao consumidor de forma que ele aceite pagar por isso. E, no momento, não há nenhuma maneira de fazer isso. Esse é o problema com o mercado de TVs.”

Mas não é só isso. A estratégia habitual da Apple é ter produtos atraentes e avançados para poder cobrar mais do que os concorrentes. Assim, a empresa se mantém bastante lucrativa. No mercado de televisores, porém, é difícil se diferenciar dos concorrentes. Todos os aparelhos da geração mais recente têm praticamente os mesmos recursos – acesso à internet, tela full HD, imagens em 3D e várias entradas HDMI para a ligação de dispositivos externos.

A maioria dos consumidores se sente satisfeita com esse cardápio de recursos e não acha que o controle remoto cheio de botões seja um grande problema. Além disso, a variedade de programas e filmes não depende, é claro, do televisor. Todos têm acesso à mesma programação. Assim, é provável que poucas pessoas estejam dispostas a pagar mais para ter o logotipo da maçã e uma interface mais simples e elegante no televisor.

Baixas no mercado
Na verdade, a competição entre os fabricantes tem estreitado as margens nessa área. A Philips, um dos fabricantes mais tradicionais, colocou a venda seu negócio de televisores neste mês. Uma estimativa corrente no mercado indica que a empresa holandesa perdeu 1 bilhão de euros nessa área nos últimos quatro anos. A Sony, que também enfrenta dificuldades na área de TVs, divulgou que vai dividi-la em três para reduzir custos e atender melhor a segmentos específicos.
E nenhuma dessas duas empresas pode ser acusada de ter produtos ultrapassados. Ambas contam com as tecnologias mais recentes, também encontradas em produtos das rivais LG e Samsung, que hoje lideram esse mercado. Considerando tudo isso, é muito provável que, pelo menos por enquanto, o Apple iTV continue sendo apenas fruto da imaginação fértil de designers como Schasiepen – a menos que a empresa da maçã tenha mesmo algo muito surpreendente para anunciar.

Posted in Tecnologias | Leave a Comment »

Amazon lança tablet e versão touchscreen de e-Reader

Posted by HWBlog em 01/10/2011

A Amazon lançou nesta quarta-feira passada o tablet Kindle Fire. A versão Android possui sete polegadas, conexão Wi-FI (não possui 3G) e custa US$ 200. O produto chegará ao mercado no dia 15 de novembro, e a pré-venda já está aberta no site da Amazon. Os aplicativos poderão ser encontrados na Amazon AppStore. A empresa também apresentou o Kindle Touch, a versão touchscreen do seu e-reader, que tem o preço de US$ 79.

O preço “atrativo” do tablet tem seu custo, afinal, o Kindle Fire não possui conexão 3G, câmeras para fotos, vídeo-chamadas e microfone. Além disso, o tablet traz publicidade na navegação, sendo que as versões sem publicidade custam US$50 à mais. O usuário tem disponível um navegador de internet próprio, o Amazon Silk, que promete agilizar a navegação reconhecendo os hábitos do usuário – e carregando as páginas antes de navegar.

e-Reader
A Amazon apresentou o novo Kindle Touch em duas versões: uma Wi-Fi, de U$ 99, e outra com o 3G liberado (sem taxas) e funcional em mais de 100 países, a US$ 149. A versão anterior do e-Reader da Amazon, o Kindle 3, que custava cerca de US$ 130, terá o seu preço reduzido gradualmente a US$ 79. O Kindle Touch chegará ao mercado a partir do dia 21 de novembro, mas ambos os modelos já estão em pré-venda no site da Amazon. Já o novo modelo do Kindle 3, de seis polegadas, já estão com as compras liberadas.

Posted in Tecnologias | Leave a Comment »