PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Archive for the ‘Startup’ Category

As startups descobriram o custo Brasil — e não estão contentes

Posted by HWBlog em 04/04/2013

startup 2As startups descobriram o custo Brasil — e não estão contentes

Burocracia, altos custos e desaceleração econômica levaram fundos a reavaliar investimentos em empresas brasileiras. Com isso, startups promissoras que precisam de novas rodadas de capital podem morrer na praia

Nem bem começou a ganhar velocidade e o setor de novos negócios da internet brasileira já faz sua primeira pausa para reavaliação. Investidores e empreendedores, muitos deles estrangeiros, descobriram o custo Brasil e os diversos entraves que impedem as empresas de prosperar rapidamente – e não estão contentes. O fim da “exuberância irracional” que tomou conta do mercado em 2010 e despejou dinheiro fácil sobre cerca de 900 empreendimentos inovadores até o final do ano passado significa que, nos próximos meses, muitas startups vão fechar. Outras terão de brigar com muito mais ferocidade pelos aportes que as levem a próximo estágio de desenvolvimento.

Para conseguir financiar seu plano de negócios, uma startup precisa, em média, de cinco rodadas de investimento. As primeiras são feitas pelos chamados investidores-anjo ou fundos especializados em capital semente. Se a empresa recém-criada consegue sobreviver à fase inicial e começa a operar, pode tentar rodadas de captação mais audaciosas com fundos de venture capital. Ao se tornar lucrativa, é a vez de buscar os fundos de private equity. Pode-se dizer que o negócio deu certo quando a companhia estiver pronta para estrear na bolsa de valores, como ocorreu com a desenvolvedora de software Senior Solution, que captou 62,1 milhões de reais em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) ocorrida no início de março. Contudo, poucas startups brasileiras devem alcançar esse patamar nos próximos anos. Investidores ouvidos pelo site de VEJA foram categóricos: muitas empresas promissoras correm o risco de deixar de existir por falta de investimentos nas segunda e terceira rodadas. É o ‘voo de galinha’ da economia se replicando no meio empresarial – e, mais grave, perto daqueles que criam inovação.

Valores inflacionados – Um dos problemas do mercado brasileiro teve início no momento de euforia, sobretudo em 2010, quando a economia estava superaquecida e cresceu 7,5%. Com o grande fluxo de capital trazido ao país à época, as startups que nasciam foram superavaliadas por investidores. “Houve uma excitação com o Brasil que levou a uma inflação de preço das empresas. Do dia para a noite, qualquer conversa começava com o valor mínimo de 1 milhão de dólares”, afirma Danilo Amaral, da Trindade Investimentos, que fez aportes no blog Startupi e no site de consultas médicas Boaconsulta.com.

Em 2010, as startups brasileiras receberam investimentos de 6,1 bilhões de dólares, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Já em 2012, ano de forte desaceleração econômica, poucos investidores estavam interessados em fazer novos aportes. A FGV ainda não tem dados oficiais sobre o ano passado, mas estudos preliminares feitos pela Associação Brasileira das Startups (AB Startups) apontam para investimentos de 850 milhões de dólares. “Ao investir numa empresa com valor superdimensionado, você referenda um preço que não necessariamente condiz com o que a empresa pode entregar”, explica Amaral.

Custo Brasil – A repentina cautela dos investidores não teria efeitos tão devastadores, não fosse o fato de boa parte do capital inicial das empresas ter se perdido no buraco negro do custo Brasil. Tanto os investidores quanto os próprios empreendedores subestimaram o poder destrutivo dessa máquina de ineficiência que tritura o dinheiro de empresários, investidores e da população. “O Brasil é um mercado incrível. Mas a burocracia e os custos estão impedindo que aconteça a inovação”, diz José Marin, fundador da empresa de investimentos espanhola IG Expansión, que controla a operação do site de viagens Expedia na América Latina. Marin falou sobre as dificuldades de financiamento de startups brasileiras durante o Founders Forum, importante evento do qual é idealizador e que reuniu investidores e empreendedores do mundo todo no Rio de Janeiro, no início de março. Marin e os demais organizadores do evento se preparam para enviar uma carta à presidente Dilma Rousseff na qual devem sugerir melhorias regulatórias e de infraestrutura para que o ambiente de negócios das startups possa, de fato, florescer no Brasil.

O custo Brasil feriu as startups desde o início. A demora na abertura de empresas (o Brasil está em 130º lugar no ranking do Banco Mundial nesse quesito), o alto custo e a escassez da mão de obra especializada, os preços inflados do setor imobiliário para a abertura de escritórios e a logística deficitária surpreenderam não só investidores estrangeiros acostumados com a velocidade do Vale do Silício, como também os empreendedores inexperientes. “O Brasil ganhou mais destaque do que merecia. E é mais difícil operar no país do que deveria ser. Contratar, demitir, incorporar e criar a companhia são coisas que tomam um tempo inacreditável de uma empresa e custam caro”, diz Fabrice Grinda, fundador da OLX e investidor do e-commerce Shoes4you. “No longo prazo, há muito potencial para as startups no país, mas, no momento, as coisas estão difíceis”, afirma.

O investidor reconhece o ‘boom’ dos anos de 2009 e 2010 – mas acredita que, depois da ressaca, o Brasil voltou ao patamar desconcertante dos velhos tempos: o de ‘país do futuro’. O futuro, para ele, deve ocorrer dentro de três a quatro anos. “A regulação precisa avançar, sobretudo para a questão do e-commerce. E os impostos precisam ser mais simples. O investidor não se preocupa necessariamente com a alta carga tributária, e sim com a sua complexidade“, afirma.

Nem tudo está perdido – A opinião unânime entre os investidores ouvidos pelo site de VEJA é a de que muitas empresas consideradas promissoras não conseguirão sobreviver à falta de capital em 2013. Mas nem tudo está perdido. Segmentos como educação, redes sociais, agregadores de compras e soluções B2B apresentam boas perspectivas porque não dependem de logística – um custo que consome as margens de lucro das empresas. Segundo Anderson Thees, do fundo Redpoint e.Ventures Brazil, que é ligado ao fundo de mesmo nome no Vale do Silício, o período de ajustes será positivo para selecionar quais são as melhores empresas geridas pelos melhores empreendedores. “Não há espaço para todas. Esse soluço do mercado é necessário para fazer essa seleção”, diz, reiterando que até mesmo o dinheiro escasso é algo positivo. “A falta de capital para novas rodadas é um grande problema? É. Mas é um problema bom. Antigamente não havia capital nem para a primeira rodada”.

Situação de ajuste semelhante à brasileira ocorreu na China no final dos anos 1990, quando houve o ‘boom’ das startups de internet. A ressaca veio logo depois, em 2001. E, apenas em 2004, os investimentos no país asiático voltaram a fluir. Kevin Efrusy, sócio do Accel Partners, um dos mais poderosos fundos de venture capital do Vale do Silício (dono de uma carteira de investimentos de 12 bilhões de dólares), afirma que não deverá reduzir o apetite de seus fundos por empresas brasileiras este ano. Ele acredita tratar-se de um período comum de adaptação, como na China, que acontece depois de um salto de euforia. Efrusy vê o Brasil ainda como um mercado interessante no curto prazo, a despeito de todos os entraves para se fazer negócios no país. “Esse ajuste é saudável e dá ao mercado tempo para digerir o que as startups estão fazendo. Quando os casos de sucesso finalmente emergirem, o dinheiro voltará”, afirma

– Ana Clara Costa

Startups discovered cost Brazil – and are not happy

Bureaucracy, high costs and economic slowdown led to reassess investment funds in Brazilian companies. With this promising startups that need further rounds of capital may die on the beach

No sooner began to gain speed and new business sector of the Brazilian Internet now makes its first pause for reassessment. Investors and entrepreneurs, many of them foreigners, Brazil discovered the cost and the various barriers that prevent companies to prosper quickly – and they are not happy. The end of “irrational exuberance” that has gripped the market in 2010 and poured money easy on about 900 innovative enterprises by the end of last year means that in the coming months, many startups will close. Others will have to fight with more ferocity by the contributions that lead to the next stage of development.

To get finance its business plan, a startup needs, on average, five rounds of investment. The former are made by so-called angel investors or funds specializing in seed capital. If the newly established company can survive the initial phase and begins to operate, you can try to capture most audacious rounds with venture capital funds. By becoming profitable, it is time to seek funds from private equity. One can say that the business worked when the company is ready to debut on the stock market, as occurred with the software developer Senior Solution, which raised 62.1 million dollars in its initial public offering (IPO, its acronym in English) held in early March. However, few Brazilian startups should reach that level in the coming years. Investors heard by SEE site were categorical: many promising companies run the risk of ceasing to exist due to lack of investment in the second and third rounds. It is the ‘flight Chicken’ economy is replicating in the business – and, worse, those who create near innovation.

Inflated values ​​- One of the problems of the Brazilian market began at the moment of euphoria, especially in 2010, when the economy was overheated and grew 7.5%. With the large influx of capital brought into the country at the time, the startups that were born were overvalued by investors. “There was an excitement with Brazil leading to a price inflation of companies. From day to night, any conversation began with the minimum of 1 million dollars, “says Danilo Amaral, Trinity Investments, who made contributions in Startupi blog and site of medical Boaconsulta.com.

In 2010, the Brazilian startups received investments of 6.1 billion dollars, according to the Getulio Vargas Foundation (FGV). Already in 2012, a year of strong economic downturn, few investors were interested in making new investments. The FGV has no official data on the past year, but preliminary studies made by the Brazilian Association of Startups (AB Startups) point to investments of 850 million dollars. “By investing in a company with oversized value, you referenda a price not necessarily consistent with what the company can deliver,” said Amaral.

Cost Brazil – A sudden caution investors would not have such devastating effects if not for the fact that much of the initial capital of the company have been lost in the black hole of Brazil cost. Both investors and the entrepreneurs themselves underestimated the destructive power of this machine that grinds inefficiency money from entrepreneurs, investors and the general public. “Brazil is an incredible market. But bureaucracy and costs are impeding innovation to happen, “says Jose Marin, founder of IG Expansion Spanish investments, which controls the operation of the travel site Expedia Latin America. Marin spoke about the difficulties of financing Brazilian startups during the Founders Forum, a major event that is conceived and brought together investors and entrepreneurs from around the world in Rio de Janeiro, in early March. Marin and the other event organizers are preparing to send a letter to President Dilma Rousseff in which improvements should suggest regulatory and infrastructure environment for the business of startups can indeed flourish in Brazil.

The cost Brazil wounded startups from scratch. The delay in starting a business (Brazil is in 130 th place in the ranking of the World Bank in this regard), the high cost and shortage of skilled labor, the inflated prices of real estate for the opening of offices and logistics deficit surprised not only foreign investors accustomed to the speed of Silicon Valley, as well as inexperienced entrepreneurs. “Brazil has gained more prominence than it deserved. And it is more difficult to operate in the country than it should be. Hire, fire, incorporate and create the company are things that take a while for a company unbelievable and expensive, “says Fabrice Grinda, founder of OLX and investor in e-commerce Shoes4you. “In the long term, there is much potential for startups in the country, but at the moment things are tough,” he says.

The investor recognizes the boom years of 2009 and 2010 – but believes that, after the hangover, Brazil returned to the level confusing the old days: the ‘country of the future’. The future, to him, must occur within three to four years. “The regulation needs to move forward, especially to the issue of e-commerce. And taxes need to be simpler. The investor is not concerned necessarily with a high tax burden, but with its complexity, “he says.

All is not lost – The unanimous opinion among investors heard by SEE site is that many companies considered promising not survive the lack of capital in 2013. But all is not lost. Segments such as education, social networking, shopping aggregators and B2B solutions have good prospects because they do not depend on logistics – a cost that consumes the profit margins of companies. According to Anderson Thees, background Redpoint e.Ventures Brazil, which is attached to the bottom of the same name in Silicon Valley, the adjustment period will be positive to select which companies are best managed by the best entrepreneurs. “There is room for all. This hiccup market is needed to make this selection, “he says, reiterating that even the little money is a good thing. “The lack of capital for new rounds is a big problem? It is. But it’s a good problem. Previously there was no capital for the first round. ”

Situation similar to the Brazilian adjustment occurred in China in the late 1990s, when there was a boom of internet startups. The hangover came soon after, in 2001. And only in 2004, investments in the Asian country flowing again. Kevin Efrusy, partner at Accel Partners, one of the most powerful venture capital funds in Silicon Valley (owner of an investment portfolio of $ 12 billion), says that should not reduce the appetite of their funds by Brazilian companies this year. He believes it is a common period of adaptation, as in China, what happens after a jump of euphoria. Efrusy still sees Brazil as an attractive market in the short term, in spite of all obstacles to doing business in the country. “This adjustment is healthy and gives the market time to digest what startups are doing. When the cases finally emerge successful, the money will come back, “said

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O estilo growth hacking e a importância de se pensar como uma startup

Posted by HWBlog em 01/04/2013

hackerAdotar o estilo growth hacking pode trazer benefícios aos negócios. Entenda como levar o growth hacking para a cultura da sua organização

Fazer mais com menos. Isso lhe soa familiar? Esta é uma declaração que podemos escutar em todas as reuniões de estratégia e planejamento.

Sim, há momentos em que, quando você puder, deve fazer mais com menos. Mas, fazer mais com menos não é um mantra em si. É uma forma de administração que tenta aumentar a produtividade e otimizar os processos para se ter mais eficiência.

Esta é a maneira pela qual as empresas competem hoje em dia, sem necessariamente pensar como isso vai posicioná-los no futuro.

A inovação e o risco, muitas vezes carregam um custo muito alto para que algumas empresas possam suportar. Isso é mais do que apenas dinheiro ou finanças.

Explorar novas situações também apresenta um custo de oportunidade significativa que pode de fato significar fazer mais com mais, ao invés de fazer mais com menos.

O modelo hacker

O “hacker way” é a ideologia que Mark Zuckerberg há muito emprega no Facebook. É também o nome da estrada que leva ao vasto campus da sede do Facebook em Menlo Park, na California.

Para se ter sucesso nos negócios hoje, você de fato precisa ser um hacker, já que…

Tudo começa com uma mudança de perspectiva e cultura. Às vezes é preciso aprender com uma pequena empresa enxuta, para poder colocar a sua empresa de volta nos trilhos.

As startups são os queridinhos novos da indústria. Twitter, Forsquare, Instagram, Pinterest, Uber, AirBnB são empresas que estão perturbando antigos modelos de negócios, enquanto criam mercados inteiramente novos.

No mundo das startups, ao contrário das grandes organizações, os funcionários não apenas usam múltiplos chapéus, como estão habilitados para se destacarem em cada frente para ajudar a ganhar impulso e, finalmente crescer.

Esse é o clássico intraempreendedorismo. Essa abordagem levam os elementos que representam os pilares que definem o empreendedorismo e tenta celebrá-los dentro de um ecossistema maior.

Os intraempreendedores são os novos empreendedores

Intraempreendedores repensam e promovem a inovação em processos, desenvolvimento de produtos, marketing, colaboração e em qualquer lugar e em todos os lugares que forem possíveis.

Na comunidade startup, uma das coisas que mais se fala sobre intraempreendedorismo é o papel do hacker de crescimento, ou growth hacking.

Para ser um growth hacking, você precisa ser justamente a pessoa encarregada de fazer mais com menos. A diferença aqui é que os growth hackers encarregam-se de fazer mais com menos, como cortar o modo como as coisas são feitas para encontrar uma maneira rápida de atingir metas.

O que é um growth hacking?

Growth hacking é a arte e a ciência de criar a consciência, a tração, adoção e utilização de meios de defesa não ortodoxas e surpreendente. É literalmente um hacker de processos tradicionais para acelerar os negócios.

Em 2010 Sean Ellis apresentou o conceito no seu artigo “Find a Growth Hacker for Your Startup”.

Em seu artigo, Ellis reconhece a diferença entre o marketing tradicional e o growth hacking no desenvolvimento dos negócios. O problema é que a maioria das startups tenta contratar para as habilidades e experiências que são irrelevantes, deixando de se concentrar nas competências essenciais.

As típicas descrições de trabalho muitas vezes estão carregadas de requisitos genéricos, mas aparentemente necessários, como a capacidade de estabelecer um plano estratégico de marketing para atingir objetivos corporativos, construir e gerenciar a equipe de marketing, gerir vendedores externos e etc.

A melhor definição sobre growth hacking vem através do Quora, e é dada por Andy Johns:

Growth hacking é a ideia de que um empreendedor pode ter uma abordagem inteligente ou não-tradicional para aumentar a taxa de crescimento/adoção de seu produto por hackear processos específicos para fins de crescimento.

O que é conhecido por hackear  hoje, será a definição mais comum do mundo da tecnologia no futuro, porque as pessoas estão acordando para o fato de que o crescimento não se limita a um bom produto.

É claro que, quando você ouve a palavra hacker, provavelmente você entende como invadir redes, ou sequestrar ideias e computadores para acessar seus arquivos e informações.

Mas, hacking ainda é um método de contornar tarefas tradicionais para conseguir atingir uma meta. Para competir com relevância no futuro, os tecnólogos e líderes acreditam que que o futuro do marketing se resume à tecnologia.

Growth hacking parece algo intrigante mas, na sua essência, representa uma homenagem à programação e o respeito à cultura das comunidades online, mídias sociais e mobile a fim de influenciar um comportamento diferente.

Em 2012, Andrew Chen, um empreendedor e blogueiro do Vale do Silício descreveu o conjunto de habilidades que serve a corrente growth hacking no notável artigo: “Growth hacking is the new VP of Marketing”.

Essa é a peça definitiva do que se espera, descrevendo a importância, as habilidades, as responsabilidades e os resultados em potencial de crescimento, quando os hackers assumem o papel do marketing.

Este não é apenas uma única função – toda a equipe de marketing acaba sendo influenciada. Ao invés de um vice-presidente de marketing, com um conjunto grupo de não-marqueteiros se reportando a eles, os growth hackers são engenheiros liderando equipes de engenheiros.

As pessoas são o quinto pê do marketing e a fonte de crescimento do growth hacking

A metodologia growth hacking leva pessoas de tecnologia usando tecnologia para atingir o público desejado para conseguir os cliques desejados, conversões e resultados.

Ele está certo. Mas ele está errado sobre as pessoas. As pessoas representam o quinto pê do marketing e é através da empatia em compreender os desafios do mundo real que abrimos as portas para novas oportunidades.

Para ter sucesso nos negócios e continuamente competir no futuro você precisa ter a cultura de intraempreendedorismo para desencadear a inovação dentro da sua empresa.

Lembre-se que isso tem muito menos a ver com fazer mais com menos e muito mais com encontrar ou criar soluções quando os recursos e oportunidades são pequenos e modestos.

Hackear o crescimento não é apenas sobre encontrar novos meios para o crescimento e pegar um atalho, mas sim sobre a descoberta de um meio para um fim, quando os outros caminhos para chegar ao resultado são vazios, medíocres e sem brilho.

– Enrico Cardoso

The style hacking growth and the importance of thinking like a startup

Adopting the style hacking growth can bring benefits to business. Understand how to bring growth to the hacking culture of your organization

Doing more with less. Does that sound familiar? This is a statement we hear all meetings of strategy and planning.

Yes, there are times when you can, must do more with less. But, do more with less is not a mantra in itself. It is a form of government that tries to increase productivity and optimize processes to be more efficient.

This is the way in which firms compete today without necessarily thinking about how this will position them in the future.

Innovation and risk often carry a very high cost to some companies can afford. This is more than just money or finances.

Explore new situations also presents a significant opportunity cost that may actually mean doing more with more, instead of doing more with less.

The model hacker

The “hacker way” is the ideology that Mark Zuckerberg on Facebook employs long. It is also the name of the road leading to the sprawling campus of the headquarters of Facebook in Menlo Park, California.

To succeed in business today, you really need to be a hacker, since …

It starts with a change of perspective and culture. Sometimes you have to learn from a small lean company, so you can put your company back on track.

The startups are the new darlings of the industry. Twitter, Forsquare, Instagram, Pinterest, Uber, AirBnB are companies that are disrupting old business models while creating entirely new markets.

In the world of startups, unlike large organizations, employees not only use multiple hats, as they are able to excel on every front to help gain momentum and ultimately grow.

This is the classic intrapreneurship. This approach takes the elements that represent the pillars that define entrepreneurship and tries to celebrate them within a larger ecosystem.

Intrapreneurs are the new entrepreneurs

Intrapreneurs rethink and promote innovation in processes, product development, marketing, and collaboration anywhere and everywhere that are possible.

In the startup community, one of the things that we talk about is the role of intrapreneurship hacker growth, or growth hacking.

To be a growth hacking, you need to be exactly the person tasked to do more with less. The difference here is that the growth hackers charge to do more with less, how to cut the way things are done to find a quick way to achieve goals.

What is a growth hacking?

Growth hacking is the art and science of creating awareness, traction, adoption and use of defenses unorthodox and surprising. It is literally a hacker from traditional processes to accelerate business.

In 2010 Sean Ellis introduced the concept in his article “Find a Growth Hacker for Your Startup.”

In his article, Ellis recognizes the difference between traditional marketing and hacking growth in business development. The problem is that most startups trying to hire the skills and experiences that are irrelevant, leaving to focus on core competencies.

The typical job descriptions often are loaded with generic requirements, but apparently necessary, as the ability to establish a strategic marketing plan for achieving corporate objectives, build and manage the marketing team, managing outside vendors and so on.

The best definition of hacking growth comes through Quora, and is given by Andy Johns:

Growth hacking is the idea that an entrepreneur can have an intelligent approach to non-traditional or increase the rate of growth / adoption of your product by hacking specific processes for growth.

What is known for hacking today is the most common definition of the technology world in the future, because people are waking up to the fact that growth is not limited to a good product.

Of course, when you hear the word hacker, you probably understand how to break into networks, ideas and or hijack computers to access your files and information.

But hacking is still a method of bypassing traditional tasks to achieve a goal. To compete with relevance in the future, technologists and leaders believe that the future of marketing comes down to technology.

Growth hacking seems intriguing but, in essence, is a tribute to the lineup and respect the culture of online communities, social media and mobile to influence a different behavior.

In 2012, Andrew Chen, an entrepreneur and Silicon Valley blogger described the skill set that serves the current growth in hacking remarkable article, “Growth hacking is the new VP of Marketing.”

This is the definitive piece than expected, describing the importance, the skills, responsibilities and results in growth potential, when hackers take on the role of marketing.

This is not just a single function – the whole marketing team ends up being influenced. Instead of a vice-president of marketing, together with a group of non-marketers reporting to them, the growth hackers engineers are leading teams of engineers.

People are the fifth Peach marketing and growing source of growth hacking

The methodology takes people hacking growth technology using technology to reach the desired audience to achieve the desired clicks, conversions and results.

He’s right. But he is wrong about people. People represent the fifth Peach marketing is through empathy and understanding the real-world challenges that we open the door to new opportunities.

To succeed in business and continually compete in the future you need to have a culture of intrapreneurship to unleash innovation within your organization.

Remember that this has much less to do with doing more with less and more to find or create solutions where resources and opportunities are small and modest.

Hacking growth is not just about finding new ways for growth and take a shortcut, but about finding a means to an end, when other paths to reach the result is empty, mediocre and dull.

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O clube do bilhão das startups está maior

Posted by HWBlog em 28/02/2013

startupNos Estados Unidos, o número de startups que valem mais de 1 bilhão de dólares cresceu repentinamente nos últimos dois anos. Será o sinal de uma nova bolha?

O americano Joe Lonsdale está na lista de empreendedores do Vale do Silício que podem sair na rua sem ser reconhecidos, diferentemente de estrelas como Mark Zuckerberg, criador do Facebook. A Palantir Technologies, empresa fundada por Lonsdale em 2004, também não aparece com frequência em sites e blogs de tecnologia.

Mesmo sem chamar a atenção do grande público, a Palantir é considerada hoje um dos negócios mais promissores do mercado de TI nos Estados Unidos. A empresa tornou-se referência em tecnologias de big data, como são chamados os sistemas dedicados ao tratamento de um grande volume de informações. Seu sistema já foi usado para encontrar os suspeitos do assassinato de um agente de imigração e até para desmembrar redes terroristas na Síria.

Em certa medida, o anonimato da Palantir revela um novo fenômeno no setor de startups americanas: o crescimento do número de membros do chamado “clube do bilhão”. Até pouco tempo, uma empresa de tecnologia que conseguia ultrapassar a marca de 1 bilhão de dólares em valor de mercado dificilmente passava despercebida.

Hoje, a Palantir tem valor de mercado estimado em 8 bilhões de dólares. Mesmo serviços considerados mais populares, como o Dropbox, software para armazenar arquivos online, e o Square, sistema de pagamento móvel, não causam a sensação que o Google provocou há 15 anos, quando era uma startup.

Até 2011, não mais que 30 empresas iniciantes valiam 1 bilhão de dólares ou mais. Hoje, estima-se que sejam mais de 40, e, segundo Jim Goetz, sócio do fundo americano de capital de risco Sequoia, um dos maiores no Vale do Silício, devem chegar a 100 até o final do ano. A euforia em torno do atual crescimento das empresas bilionárias leva a uma inevitável comparação com o período que antecedeu o estouro da bolha da internet, há cerca de 13 anos. Estaríamos num novo período de exuberância irracional?

Mudança

Uma análise mais detalhada mostra que os tempos atuais são outros. Segundo um estudo da consultoria inglesa PwC, em 2000, os fundos de capital de risco colocaram mais de 105 bilhões de dólares em cerca de 8 000 empresas de tecnologia. Com os preços dos papéis de companhias de tecnologia totalmente distorcidos, a bolsa de valores veio abaixo. Entre 2000 e 2003, a perda de valor de empresas listadas na Nasdaq, bolsa para o setor de tecnologia, foi de cerca de 7 trilhões de dólares.

Após o desastre, claro, os investimentos caíram. Chegaram a 19 bilhões de dólares em 2003. Recentemente, houve uma melhora, mas para patamares bem mais modestos do que os registrados no período pré-bolha. Em 2012, os fundos investiram 27 bilhões de dólares em cerca de 3 700 empresas

Outro parâmetro usado para afastar a hipótese de bolha é analisar a relação entre o valor de mercado e o lucro das empresas de tecnologia de capital aberto. Em março de 2000, a Cisco valia 109 vezes seu lucro anual. Hoje vale 12 vezes. O valor da Microsoft, a maior empresa de tecnologia da época, era 75 vezes seu lucro. Hoje, o posto é ocupado pela Apple, que mantém a relação do preço da ação e do lucro na casa de dez a 15 vezes.

O trauma causado pelo estouro da bolha fez com que os investidores adotassem um perfil mais cauteloso e exigente nos últimos anos. Em vez de sair atirando para todos os lados, os fundos de capital de risco passaram a focar seus investimentos em alguns poucos e bons — empresas que parecem estar bem posicionadas para explorar a recente explosão no número de consumidores de tecnologia. Hoje são 2,5 bilhões de usuários de internet no mundo, 560% mais do que uma década atrás.

Os mercados de smartphones e tablets, que no início dos anos 2000 não existiam, abriram novas possibilidades para startups voltadas para o mundo dos aplicativos. O mesmo vale para a computação em nuvem, softwares e serviços oferecidos pela internet. “As últimas inovações criaram um ecossistema mais rico para quem quer em­preen­der”, afirma Brian Feinstein, sócio do fundo de capital de risco Bessemer Venture Partners, com sede na Califórnia. “São mercados que têm espaço para crescer, o que indica que, no longo prazo, teremos mais empresas avaliadas em mais de 1 bilhão de dólares.”

Junto a esse ecossistema mais rico, o que ajuda a ampliação do clube das bilionárias é a mudança no perfil dos empreendedores, que hoje estão mais maduros em relação à geração anterior e passam mais segurança a potenciais investidores. Muitos estão na faixa de 30 a 40 anos, têm passagens por grandes empresas de tecnologia ou já estão na segunda ou na terceira startup.

O americano Jack Dorsey, de 36 anos, tem no currículo a criação de duas empresas que ultrapassaram o valor de 1 bilhão de dólares: o Twitter, de 2006, e o Square, de 2009, um sistema de pagamentos para celular avaliado em 3,2 bilhões de dólares. Ben Silbermann, de 30 anos, tinha 26 quando fundou a rede social Pinterest, em 2009, avaliada hoje em 2,5 bilhões de dólares. Antes de abrir seu negócio, foi funcionário do Google.

Com o perfil mais maduro dos empreendedores, é natural que essas empresas tenham uma postura de negócios menos imediatista, como era comum acontecer nos tempos pré-bolha da internet. A regra era ter uma ideia, escrever um plano de negócios e tentar vendê-lo o mais rápido possível. Em 2000, as empresas que chegaram a 1 bilhão de dólares de valor de mercado levavam, em média, dois anos para atingir a marca.

Hoje, quase nenhuma das empresas do grupo tem menos de quatro anos de vida. Há até casos extremos de negócios que levaram mais de dez anos para se tornar bilionários. A SurveyMonkey, serviço que permite fazer pesquisas online, foi fundada pelo americano Ryan Finley em 1999.

Foi só em dezembro do ano passado, quando recebeu 444 milhões de dólares em uma rodada de investimentos, que a empresa chegou ao valor de mercado de 1,3 bilhão de dólares. “Sobrevivemos por vários anos com poucos aportes”, afirma Dave Goldberg, atual presidente da empresa. “De certo modo, isso foi bom. Quanto mais sócios, mais pressão o empreendedor sofre, o que pode ser ruim quando se está começando.”

Foi para evitar essa pressão que o americano Drew Houston, criador do Dropbox, preferiu esperar. Sua empresa levou sete anos para se tornar bilionária. Só em 2011 uma rodada de investimentos de dez fundos de capital de risco a fez atingir um valor de mercado de 4 bilhões de dólares. Em 2009, Houston teve propostas para vender seu negócio até do fundador da Apple, Steve Jobs, mas recusou. “Tínhamos planos de longo prazo que envolviam atender usuários de todos os sistemas e não queríamos nos prender aos da Apple”, diz.

Quem analisa o mercado de tecnologia nos Estados Unidos diz que o aumento no número de empresas bilionárias está apenas no começo. Até onde a vista alcança não faltarão investidores dispostos a colocar dinheiro no Vale do Silício e consumidores de tecnologia em abundância por todos os cantos do mundo. Se continuar assim, não vai demorar muito para nascer o clube dos 10 bilhões.

– Luiza Damalzo

The club of billion of startups is greater

In the United States, the number of startups that are worth more than $ 1 billion grew suddenly in the last two years. It will be the sign of a new bubble?

The American Joe Lonsdale is on the list of entrepreneurs from Silicon Valley that can go out on the street without being recognized, unlike stars as Mark Zuckerberg, creator of Facebook. The Palantir Technologies, a company founded by Lonsdale in 2004, also does not appear frequently on sites and tech blogs.

Even without calling the attention of the general public, Palantir is considered today one of the most promising business IT market in the United States. The company became a benchmark in big data technologies, as they are called systems dedicated to the treatment of a large volume of information. Your system has been used to find suspects in the murder of an immigration officer and even to dismember terrorist networks in Syria.

To some extent, the anonymity of the Palantir reveals a new phenomenon in American industry startups: the growing number of members of the “Club billion.” Until recently, a technology company that could surpass the milestone of 1 billion dollars in market value hardly went unnoticed.

Today, Palantir has a market value estimated at $ 8 billion. Even considered the most popular services, like Dropbox, software to store files online, and Square mobile payment system, do not cause the feeling that Google sparked 15 years ago when it was a startup.

By 2011, no more than 30 startups worth $ 1 billion or more. Today, it is estimated to be over 40, and, according to Jim Goetz, a partner of the U.S. fund venture capital Sequoia, one of the largest in Silicon Valley, are expected to reach 100 by the end of the year. The euphoria surrounding the current business growth billionaire leads to an inevitable comparison with the period before the burst of the Internet bubble, for about 13 years. We would be a new period of irrational exuberance?

Change

A more detailed analysis shows that the current times are different. According to a study by British consultancy PwC in 2000, the venture capital funds have posted more than 105 billion dollars in 8000 about technology companies. With the prices of securities of technology companies totally distorted, the stock market fell. Between 2000 and 2003, the loss in value of companies listed on the Nasdaq stock exchange for the technology sector, was about $ 7 trillion.

After the disaster, of course, investments fell. Reached $ 19 billion in 2003. Recently, there was an improvement, but for more modest levels than those recorded in the pre-bubble. In 2012, funds invested $ 27 billion in approximately 3,700 companies

Another parameter used to rule out bubble is to analyze the relationship between the market value and profitability of technology companies traded. In March 2000, Cisco was worth 109 times its annual profit. Today valley 12 times. The value of Microsoft’s largest technology at the time, was 75 times its earnings. Today, the post is occupied by Apple, which keeps the ratio of share price and profit at home from ten to 15 times.

The trauma caused by the bursting of the bubble made investors adopt a profile more cautious and demanding in recent years. Instead of shooting out in all directions, the venture capital funds started to focus its investments on a few and good – companies that seem well positioned to explore the recent explosion in the number of consumers of technology. Today there are 2.5 billion Internet users worldwide, 560% more than a decade ago.

The markets for smartphones and tablets, which in the early 2000s did not exist, have opened new possibilities for startups focused on the world of apps. The same goes for cloud computing, software and services offered by the internet. “The latest innovations have created a richer ecosystem for those who want to undertake,” said Brian Feinstein, a partner at venture capital fund Bessemer Venture Partners, based in California. “These are markets that have room to grow, indicating that, in the long run, we’ll have more companies valued at more than $ 1 billion.”

Along with this richest ecosystem, helping to expand the club of billionaires is the change in the profile of entrepreneurs, who are now more mature compared to the previous generation and spend more security to potential investors. Many are in the range of 30 to 40 years, have tickets for major technology companies are either already in the second or third startup.

The American Jack Dorsey, 36, has in the curriculum creation of two companies that exceeded the value of $ 1 billion: Twitter, 2006, and Square, 2009, a mobile payment system rated at 3.2 billions of dollars. Ben Silbermann, 30, was 26 when he founded the social network Pinterest, in 2009, estimated today at $ 2.5 billion. Before opening his business, was Google employee.

With more mature profile of entrepreneurs, it is natural that they have an attitude of business less immediate, as was often the case in pre-Internet bubble. The rule was to have an idea, write a business plan and try to sell it ASAP. In 2000, the companies reached $ 1 billion in market value took on average two years to reach the mark.

Today, almost all companies in the group has less than four years. There are even extreme cases of businesses that took over ten years to become billionaires. SurveyMonkey, a service that allows you to search online, was founded by American Ryan Finley in 1999.

It was only in December last year, when he received 444 million dollars in an investment round, the company reached a market value of $ 1.3 billion. “We survived for several years with few inputs,” says Dave Goldberg, current president of the company. “In a way, it was good. The more members, the more pressure the entrepreneur suffers, which can be bad when you’re getting. ”

It was to avoid this pressure that the American Drew Houston, founder of Dropbox, preferred to wait. His company took seven years to become a billionaire. Only in 2011 a round of ten investment funds venture capital did reach a market value of $ 4 billion. In 2009, Houston had proposed to sell your business to the founder of Apple, Steve Jobs, but he refused. “We had long-term plans involving suit users of all systems and did not want us to hold Apple,” he says.

Who analyzes the technology market in the United States says that the increase in the number of billionaires companies is just beginning. As far as the eye can see there are plenty of investors willing to put money in Silicon Valley and technology consumers in abundance all over the world. If this keeps up, it will not be long before the birth of Club 10 billion.

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