PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Archive for the ‘Negócios’ Category

Valores essenciais para a administração de um negócio

Posted by HWBlog em 18/02/2014

negócios1A universidade de Stanford, nos EUA, perguntou a vários ex-alunos de sua Escola de Negócios que conseguiram destaque no mercado quais os valores e princípios mais importantes para eles na carreira que estão trilhando. Abaixo você encontra uma compilação dessas máximas pessoais e profissionais, para se inspirar e relembrar aquilo que é fundamental, dentro da sua própria experiência em administração.

Veja os dez principais valores citados nas respostas:

1. Tratar os outros como queremos ser tratados

“Eu acredito muito nessa regra de ouro. Ela é o valor dominante nas minhas relações profissionais. Se você trata bem as pessoas, de modo geral elas também lhe tratarão bem. Esse princípio faz com que você durma bem à noite, com uma consciência tranquila, e lhe confere enorme respeito. De vez em quando alguém vai tirar vantagem de você por causa disso, mas é só decidir não trabalhar mais com essa pessoa” (Andy Rachellf – CEO da Wealthfront)

2. Integridade

“Quer dizer se relacionar com as pessoas de forma autêntica e verdadeira. Na Pagatech nós mantemos as promessas que fazemos a parceiros e clientes, e buscamos fazer o nosso melhor para permanecermos transparentes na forma como conduzimos nossos negócios.” (Jay Alabraba – Co-fundador da Pagatech)

“Eu tenho relacionamentos profissinais que já duram 30 anos e a maioria dos negócios que fechei com essas pessoas foi selada com um aperto de mão. Dependendo da pessoa, isso pode valer mais do que qualquer outro contrato.” (Bob Moog – CEO da University Games)

3. Ser direto

“Comigo, o que você vê é o que eu sou. No mundo corporativo norte-americano isso não me favorecia. Como empreendedora, porém, eu gosto de selecionar meus clientes. Eu escolho trabalhar com pessoas que são diretas e que apreciam e valorizam essa minha característica”. (Denise Brosseau – CEO da Thought Leadership Lab)

4. Confiança

“Um dos valores principais da Tiny Prints é o de tratar uns aos outros como família. Quando recrutamos novos funcionários procuramos pessoas que valorizem relacionamentos significativos. Nossa empresa busca criar conexões melhores e o ambiente de trabalho é bastante ‘universitário’. Todos que trabalham aqui se tornaram bons amigos, padrinhos e madrinhas, colegas de apartamento. Eles têm lealdade uns para com os outros. Claro que toda família tem seus problemas, mas nós tentamos gerar confiança, para que cada funcionário se sinta à vontade para dar seu feedback, mesmo quando for difícil. Onde há confiança se sabe que as críticas estão vindo com boas intenções”. (Laura Ching – Co-fundadora da Tiny Prints)

5. Comunicação aberta e honesta

“Problemas se espalham quando as equipes não são honestas, especialmente se tratando de times diversificados, onde há muitas opiniões diferentes. Enquanto líder, é preciso criar uma cultura que recompense e promova a honestidade, mesmo que isso gere desacordos. Também é importante ser ousado, especialmente se você é um empreendedor e quer impactar seu país e mudar o mundo. Isso requer coragem.” (Steve Poizner – CEO da Empowered Carreers)

6. Gratidão/valorização

“Todos nós nos sentimos gratos pelos negócios que construímos juntos e pelas oportunidades que temos, por isso trabalhamos para transmitir esse sentimento para os nossos funcionários, clientes e parceiros.” (Beth Cross – Fundadora e CEO da Ariat International)

7. Honestidade, simplicidade e fazer algo que você acredita ter um valor real

“Muitas empresas fazem pesquisas de mercado e tentam se antecipar em conhecer as necessidades do cliente. Eu prefiro simplesmente desenvolver grandes produtos e contar uma história honesta sobre eles. Todo o marketing excessivo no mundo comercial tem criado um desejo por autenticidade.” (Rob Forbes – Fundador da Design Within Reach e da Public Bikes)

8. Paixão

“Eu só quero que as pessoas trabalhem na Stella & Dot se elas sentirem que isso se encaixa em sua missão de vida. A vida é muito curta para não amar o que você faz, o porquê do que você faz e com quem o faz. Quando você acordar precisa se perguntar ‘O que eu estou fazendo é o meu melhor propósito? Eu amo o lugar onde moro, quem eu conheço, o meu trabalho?’ Muitas vezes fazemos certas coisas porque precisamos pagar as contas ou porque a posição oferecida é uma ‘oportunidade’. Eu respeito quem trabalha para pagar as contas, mas quem está nessa situação deve continuar na jornada para fazer isso enquanto trabalha em algo que ama.” (Jessica Herrin – Fundadora da Stella & Dot)

9. Transparência e abertura

“Acredito que você deva compartilhar o que muitos consideram segredos sobre como a empresa realmente está se saindo, inclusive financeiramente, com todos os funcionários, absolutamente. Não deve haver contenção de informações. Também acredito que cada colaborador deva ser encorajado a fazer experimentos rápidos, que falharão com a mesma velocidade. Esses testes mostram as melhores ideias e estas devem prevalecer” James Gutierrez – (Fundador da Progreso Financiero)

10. Trabalhar para fazer diferença no mundo

“Você pode ver quem tem mais poder numa sociedade observando quem possui os maiores prédios. Há 200 anos eram as catedrais. Há 50 eram os prédios governamentais. Hoje, na maioria das áreas urbanas, o poder está nos negócios e seus arranha-céus. A administração e o empreendorismo são a influência mais forte e poderosa no mundo de hoje. 54 das 100 entidades mais poderosas do mundo atualmente são empresas, não países. Isso significa que é muito mais importante que os empreendimentos adotem uma perspectiva capitalista consciente para fazer a diferença. Eu acredito nisso em nível global. Empresas estão finalmente se perguntando ‘qual é a marca ecológica que deixaremos?’ Elas também precisam olhar para a marca emocional que deixam em seus funcionários.” (Chip Conley – Fundador da rede de hotéis Joie de Vivre)

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Princípios a serem seguidos em época de mudanças

Posted by HWBlog em 23/01/2014

metas-ano-novoNão é ridículo imaginar que seria possível transformar uma cultura sem que os indivíduos que a compõem se transformassem primeiro?

Seguindo o princípio de que para influenciar as massas é preciso primeiro atingir cada um, o americano Stephen Covey criou dez chaves para a transformação das pessoas em qualquer organização, e em qualquer lugar e a qualquer tempo. São eles:

1. Conscientização: as pessoas precisam entender com total clareza o que está sendo feito e porque está sendo feito. Muitos gestores usam a força do poder para obrigar seus funcionários adotarem mudanças, o que é considerado um grande erro.

2. Envolvimento: se as pessoas não forem envolvidas no processo de mudança, elas podem não ver sentido em alinhar os seus objetivos pessoais com os objetivos da organização. O gestor deve colocar seus colaboradores em um estágio participativo REAL, pois as pessoas tendem a se comprometer naquilo que elas participam.

3. Segurança Interior: devemos transmitir informações que diminuam qualquer ansiedade e medo das pessoas, somente assim elas poderão se tornar agentes ativos no processo de mudança. O gestor deve criar um sentimento de segurança baseado nas competências de seus colaboradores, dessa forma, os indivíduos saberão que o que irá mantê-los será a sua capacidade produtiva e não puxa-saquismo.

4. Legitimação: é tornar as mudanças propostas em algo válido para os colaboradores. Toda mudança tem um custo, e muitas pessoas não querem pagá-lo. O gestor deve deixar claro para seus colaboradores quais são os benefícios de tal sacrifício. As pessoas necessitam enxergar o quanto esse desenvolvimento, oriundo da mudança, poderá contribuir para o seu crescimento na organização. Caso isso não aconteça, o gestor poderá perder sua credibilidade.

5. Responsabilidade pelos resultados: a empresa deve ser facilitadora do individuo desenvolver sua competência. O colaborador tem que estar consciente de que faz parte dos resultados de toda a organização. Não é cada um por si. Algumas pessoas de cargos mais baixos poderão achar que o seu cargo não faz diferença no todo, e, portanto, é papel do gestor desmentir esse mito.

6. Enterre o velho: abandonar tudo aquilo que lhe dá segurança não é algo simples, porém, muitas vezes se torna uma necessidade. Enterrar o velho significa trocar velhos hábitos organizacionais por novos hábitos. E essa mudança começa com o gestor, ele tem que dar o exemplo.

7. Abrace o novo caminho com espírito de aventura: mesmo em um processo de mudança, o gestor não deve mudar o DNA da empresa, ou seja, seus princípios e valores que a fizeram se sustentar durante tantos anos. Essas bases de sustentação devem ser aprimoradas e servir de referência para as demais mudanças e transformações, pois sem elas a organização poderá perder sua identidade que tanto lhe gerou reconhecimento na sociedade.

8. Espírito aberto: o gestor sempre deve estar apto a aprender. Deve também fazer as pessoas terem o desejo de aprender, sempre. A melhoria contínua se torna uma necessidade de sobrevivência em meio a globalização.

9. Sinergia: é a soma das DIFERENTES capacidades e habilidades em favor de um objetivo em comum. O gestor deverá saber usar como esses diferentes potenciais a favor da empresa.

10. Propósito transcendental: os interesses das pessoas, e isso inclui os do dono da organização, não podem estar acima dos interesses da empresa. Empresários que trocam de carro antes de trocar suas obsoletas máquinas correm o sério risco de ver suas empresas quebrarem.

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Cai confiança do pequeno e médio empresário, segundo Insper

Posted by HWBlog em 19/12/2013

size_590_Empresas_familiaresA confiança do pequeno e médio empresário brasileiro na economia do país caiu de 70,1 pontos no quarto trimestre deste ano para 69,9 pontos no primeiro trimestre de 2014, segundo o estudo divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper).

O chamado Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN) reduziu com relação ao período anterior “devido ao cenário macroeconômico de incerteza e desaceleração”, explicou José Luiz Rossi, professor do Insper e responsável do estudo.

“Apesar disso, os empresários indagados afirmaram que pretendem aumentar seus investimentos para o próximo trimestre”, assegura em comunicado o banco Santander Brasil, que colabora com o Insper.

Do estudo também se extrai que a intenção de contratação de novos empregados por parte dos pequenos e médios empresários aumentou desde 60,7 pontos no último trimestre de 2013 até 61,6 pontos nos três primeiros meses de 2014.

O setor mais otimista é o da indústria, com uma ligeira alta de 0,5 pontos (de 69,1 a 69,6 pontos), enquanto por zonas geográficas, os empreendedores do Nordeste são os que se mostram “mais confiantes” para os primeiros meses de 2014.

No lado contrário, se situam os empresários das regiões do norte, sudeste e sul do país, que se mostram “mais cautelosos” para dito período do próximo ano.

“Achamos que em 2014 teremos alguns desafios importantes para os pequenos e médios empresários. Estamos trabalhando obviamente para oferecer as melhores alternativas em produtos e serviços, e para ajudar o empreendedor a tramitar bem sua empresa”, afirmou o diretor de oferta integrada do Santander, José Roberto Machado.

Os dados foram colhidos entre março e dezembro de 2013 através de entrevistas com 1.429 empresários.

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Sete dicas para motivar sua equipe em tempos de incertezas

Posted by HWBlog em 17/09/2013

cooperaçãoRosabeth Moss Kanter lista sete princípios que devem ser levados em consideração na aplicação dos reconhecimentos informais

Apesar das palavras de otimismo do ministro Guido Mantega – o qual parece viver num conto de fadas – analistas e economistas apontam que o crescimento de 1,5% do PIB no segundo trimestre não se sustentará a médio e longo prazo, confirmando a velha tese do voo de galinha, característico da economia brasileira. Em suma, nada mudará: dólar nas alturas, inflação sobre pressão, desemprego em alta, além de confiança e consumo em baixa, derrubando o otimismo de quem compra e de quem vende.

Olhando as empresas o que se enxerga não é muito diferente: corte de investimentos e custos, congelamento de vagas, promoções e aumentos, demissões em massa, greves e um clima de salve-se quem puder. Neste cenário, empresários, executivos e gerentes se veem com a difícil missão de manter seus colaboradores motivados e valorizados. Um recurso que pode ajudar a amenizar o clima tenso nas equipes são os reconhecimentos informais, uma ferramenta barata e efetiva quando bem utilizada, as quais serão exploradas neste artigo.

Pare para pensar quando foi a última vez que reconheceu um de seus colaboradores por um trabalho bem feito. Não se culpe caso pertença aos grupos “não me lembro” ou “faz muito tempo”. O corre-corre, a pressão do dia a dia por resultados e a luta corporativa costumam causar este tipo de sintoma. Em épocas de economia em crescimento, os reconhecimentos formais oferecidos pelas empresas, tais como participação nos resultados e bônus por atingimento de vendas costumam suprir este déficit.

Coloque-se agora na posição de seus colaboradores. Endividados com as últimas aquisições, não podem contar com o dinheiro extra que costumava salvar a pátria, já que atingir as metas está fora de cogitação em épocas de PIB magro. Por outro lado, amedrontados com a próxima lista de demissões, amplificada pela rádio peão, trabalham muito e se esforçam para que não sejam os próximos, não recebendo no final do dia uma mísera palavra de incentivo de seus gestores. Nem o ministro conseguiria manter o moral elevado nestas condições.

Rosabeth Moss Kanter, renomada professora de Harvard e autora de publicações sobre liderança, lista sete princípios que devem ser levados em consideração na aplicação dos reconhecimentos informais.

1° – Enfatize o sucesso e não o fracasso. É provável que você não perceba os pontos positivos, caso se ocupe na busca pelo que há de negativo.

2°- Promova o reconhecimento e a premiação de forma aberta e pública. Quando não se torna de conhecimento geral, o reconhecimento perde muito do seu impacto e do seu propósito.

3° – Realize o reconhecimento de maneira pessoal e honesta. Evite algo muito meloso ou demasiadamente elaborado.

4° – Faça com que o reconhecimento e a premiação estejam de acordo com as necessidades exclusivas das pessoas envolvidas. Dispor de opções habilitará o gerente a agradecer pelas realizações de acordo com as particularidades da situação.

5° – A escolha do momento oportuno é crucial. Reconheça uma contribuição durante todo o curso de um projeto. Premie assim que possível. Os atrasos enfraquecem o impacto da maioria das premiações.

6° – Estabeleça uma conexão clara entre realizações e premiações. Faça com que as pessoas entendam por que receberam os prêmios e os critérios usados para determiná-los.

7° – Reconheça o reconhecimento, ou seja, valorize os colaboradores que enaltecem os colegas por fazerem o que é melhor para a empresa.

Bob Nelson, autor do livro: “Faça o que tem que ser feito”, lista alguns exemplos de reconhecimentos informais: elogios pessoais, por escrito, eletrônicos ou públicos, maior autonomia e autoridade, folgas e horários flexíveis de trabalho, aprendizagem, treinamento e desenvolvimento de carreira, maior disponibilidade de tempo do gerente, pequenas premiações em dinheiro, vale presentes, jantares, passeios com a família e celebrações em grupo custam pouco ou quase nada além do tempo, criatividade e boa vontade dos gestores, trazendo em geral bons resultados e motivação dos colaboradores. O autor dá ainda algumas dicas por onde começar, como criar metas diárias ou semanais, ter no bolso cartões para elogios ou escrever uma lista com os possíveis eleitos.

Em tempos em que a ética, a moral e os valores andam de cabeça para baixo e que a falta de educação e o espírito de levar vantagem perduram em nossas relações cotidianas, seja no trânsito, na fila ou no estacionamento de um shopping, um simples obrigado ou uma pequena gentileza podem fazer a diferença em sua equipe. Tente. O máximo que poderá ocorrer é incorporá-la em sua vida, deixando o dia a dia daqueles que convivem com você menos duro e áspero, já que viver no país das maravilhas é privilégio para poucos.

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Como financiar os primeiros passos de uma empresa?

Posted by HWBlog em 16/09/2013

capital inicialGeralmente, é difícil, para os empreendedores, obter um financiamento inicial para suas startups. Com isso, custear com recursos próprios é um dos melhores métodos de impulsionar seus projetos. Se o investimento externo é, por qualquer motivo, indesejado ou inviável, financiar um produto oferecendo serviços pode ser uma das melhores soluções. Isso, inclusive, continua sendo um ponto de vista controverso, e parte dos observadores da indústria afirmam que as empresas se distraem quando tentam custear um produto com serviços.

A 1M/1M, tem uma posição contrária e pragmática. Para sustentar isso, apoiaram-se em vários estudos de caso. Para eles, financiar produtos com serviços é um método testado e comprovado. A RailsFactory, uma consultoria e desenvolvedora de apps que oferece soluções para o aplicativo Ruby-on-Rails, foi co-fundada por Senthil Nayagam e Dinesh Kumar em 2006. A Rails Factory oferece diversos serviços – primeiramente focando no desenvolvimento do app para a plataforma Ruby on Rails, mas também inclui a versão de migração da Rails, soluções de e-commerce, Implementação de sistema um sistema de campanha por e-mail e desenvolvimento de app para iPhone e Android.

Senthil e Dinesh financiaram o RailsFactory sozinhos, começando com aproximadamente US$ 1.250. Quando precisaram, cada um recorreu a recursos próprios: Senthil entregou suas economias e Dinesh pediu ajuda aos pais. Mas eles começaram a lucrar rápido – graças ao serviços que oferecem, eles começaram a gerar lucros no segundo mês e cresceram desde então. A RailsFactory executou mais de 100 projetos e trabalhou com clientes nos Estados Unidos, Canadá, Índia, Austrália, Cingapura e no Reino Unido. Seus serviços e lucros ultrapassaram alguns milhões de dólares e a companhia recentemente criou um produto que passou a ser validado com 100 serviços ao consumidor. A oferta “produtizada” lhes permite oferecer um pacote de apoio ao segmento das PMEs com base em pacotes de chamados técnicos.

Com uma história similar, a Mansa Systems é uma empresa de TI fundada por Siva Devaki, em São Francisco, em 2006. Siva fundou a Mansa Systems com foco específico na computação em nuvem. Atualmente, a Mansa Systems desenvolve apps para serem usados em conjunto com a Salesforce.com através da AppExchange, marketplace da Salesforce.

A AppExchange permite que parceiros criem apps para serem lançados sob esse modelo de negócio, e a Mansa Systems atualmente oferece oito tipos diferentes de aplicativos para a Salesforce. Cada aplicativo é projetado para atender uma limitação do Salesforce. Por exemplo, o armazenamento em nuvem do app Cloud Drop oferece aos usuários mais espaço, o MassMailer permite que os usuários contornem as limitações de espaço do e-mail, e EaglEye oferece aos usuários segurança no compartilhamentos de documentos. A Mansa Systems continua sendo totalmente financiado pelos serviços da empresa, e os sócios não pensam em receber financiamento externo. A companhia já atingiu US$ 2 milhões em lucros anuais e receita suficiente para desenvolver e lançar aplicativos sob seu próprio modelo.

A AgilOne, uma companhia que oferece análises de mercado, foi fundada por Omer Artun em 2006. Inicialmente, a companhia confiou nos seus serviços para se aproximar dos consumidores, entender e direcionar os seus problemas, e esse processo gerou lucros. Hoje, o produto da AgilOne é um software como uma plataforma de serviço. Muito do que a companhia aprendeu sobre os seus consumidores nos serviços foi transformado no produto, embora uma parte dos lucros ainda venha dos serviços.

A plataforma foi criada para ajudar as empresas a saberem melhor como os seus clientes estão interagindo com seus produtos. Por exemplo, os clientes do varejo online podem ser divididos em diferentes “clusters” (grupos) com base em suas pesquisas e preferências de compras. Esses “clusters” permitem que o marketing da companhia desenvolva promoções específicas para os usuários.

Omer fez sua empresa avançar de nenhuma receita ou empregados em 2005 para cerca de 45 funcionários e mais de US$ 15 milhões em 2011, quando a AgilOne firmou uma parceria com a Sequoia Capital, companhia do Vale do Silício que fez um investimento considerável em uma empresa que se financiou usando serviços.

Eu geralmente escuto que é difícil iniciar uma empresa de “capital intensivo” (que exige muito investimento no início). E há alguma verdade nessa observação. No entanto, a Finisar – que produz componentes de comunicação óptica e subsistemas – oferece um contraponto. A empresa foi fundada há 25 anos por Jerry Rawls e Frank Levinson. Jerry e Frank financiaram tudo oferecendo serviços de consultoria, enquanto o produto (fibras ópticas para redes de computadores) estava em desenvolvimento. Eles buscaram uma carência na indústria da computação que não estava preenchida e descobriram essa necessidade no início dos anos 90, quando eles foram os pioneiros na criação do cabo óptico de baixo custo, que era uma economia para os padrões de unidades ópticas. Em 1994, o produto tinha mudado o padrão do canal de fibra, e, depois daquele ano, as vendas de seus componentes ópticos dobraram anualmente, por sete anos consecutivos.

Mesmo quando a Finisar estava decolando, a companhia continuou se “auto-financiando”. Jerry e Frank financiaram a Finisar durante os primeiros dez anos de existência e não receberam nenhum investimento externo até 1998, quando foram abordados pela TA Associates e a Summit Partners, duas empresas de private equity que compraram 20% da Finisar, na antecipação de um IPO.
Jerry estima que as vendas da companhia antes do IPO eram de U$ 30 milhões. Quando a empresa foi a público em 2000, as vendas eram de US$ 67 milhões. A Finisar abriu capital com ações valendo US$ 19 e fechou a US$ 86.

Componentes de comunicação óptica e subsistemas, por todos os objetivos práticos, são considerados de capital intensivo. Ainda assim, Frank e Jerry, obviamente, conseguiram financiar seus negócios usando serviços durante quase todo o caminho até o IPO.

Cada uma das quatro empresas que apresentei alcançaram o lucro por meio de serviços. Não apenas é um método viável de fazer com que a sua startup saia do chão, mas é um método comprovado de atingir o lucro, também. Em alguns casos, pode fazer com que a Sequoia Capital bata na sua porta. Em outros, você pode conseguir que alguns investidores lhe liguem, para convencê-lo a lançar uma oferta pública. Ou então encontrar uma enorme quantidade de fundos endinheirados querendo despejar dinheiro no seu empreendimento. Todos esses são resultados desejáveis!

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7 empresas do Brasil estão entre as mais inovadoras do mundo

Posted by HWBlog em 04/12/2012

inovação 77 empresas do Brasil estão entre as mais inovadoras do mundo

Para chegar às companhias mais inovadoras do mundo, a consultoria Booz & Company avaliou os números das 1.000 companhias que mais gastaram com pesquisa e desenvolvimento. A partir daí, 700 líderes foram ouvidos para determinar as campeãs do ranking.

Pelo terceiro ano consecutivo, Apple, Google e 3M lideraram a lista, exatamente nesta ordem. As companhias brasileiras que apareceram no ranking – sete, ao invés de cinco do ano passado –  gastaram 3,7 bilhões de dólares com P&D, um aumento de 55% em relação ao ano passado. Veja quais são elas a seguir:

1. Vale

Posição no ranking global: 81

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 1,7 bilhão

Vendas em 2011: US$ 61,8 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 2,7%

2. Petrobras

Posição no ranking global: 92

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 1,4 bilhão

Vendas em 2011: US$ 146,2 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 1%

3. CPFL

Posição no ranking global: 634

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 128 milhões

Vendas em 2011: US$ 7,6 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 1,6%

4. Gerdau

Posição no ranking global: 634

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 126 milhões

Vendas em 2011: US$ 21,2 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 0,6%

5. TOTVS

Posição no ranking global: 750

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 105 milhões

Vendas em 2011: US$ 766 milhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 13,7%

6. Embraer

Posição no ranking global: 859

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 86 milhões

Vendas em 2011: US$ 5,9 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 1,4%

7. Copel

Posição no ranking global: 952

Gastos com pesquisa e desenvolvimento em 2011: US$ 75 milhões

Vendas em 2011: US$ 4,6 bilhões

Representatividade de P&D (gastos sobre vendas): 1,6%

– Marcela Ayres

7 companies in Brazil are among the world’s most innovative

To reach the most innovative companies in the world, the consultancy Booz & Company evaluated the numbers of the 1,000 companies that spent the most on research and development. Thereafter, 700 leaders were heard to determine the ranking of champions.

For the third year running, Apple, Google and 3M led the list, in that order exactly. Brazilian companies that appeared in the ranking – seven, instead of five last year – spent $ 3.7 billion on R & D, an increase of 55% compared to last year. See what they are as follows:

1. Vale

Overall ranking: 81

Spending on research and development in 2011: $ 1.7 billion

Sales in 2011: U.S. $ 61.8 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 2.7%

2. Petrobras

Overall ranking: 92

Spending on research and development in 2011: $ 1.4 billion

Sales in 2011: U.S. $ 146.2 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 1%

3. CPFL

Overall ranking: 634

Spending on research and development in 2011: $ 128 million

Sales in 2011: $ 7.6 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 1.6%

4. Gerdau

Overall ranking: 634

Spending on research and development in 2011: $ 126 million

Sales in 2011: $ 21.2 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 0.6%

5. TOTVS

Overall ranking: 750

Spending on research and development in 2011: $ 105 million

Sales in 2011: $ 766 million

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 13.7%

6. Embraer

Overall ranking: 859

Spending on research and development in 2011: $ 86 million

Sales in 2011: $ 5.9 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 1.4%

7. Copel

Overall ranking: 952

Spending on research and development in 2011: $ 75 million

Sales in 2011: $ 4.6 billion

Representativeness of R & D (expenditures on sales): 1.6%

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Autossuficiência

Posted by HWBlog em 17/09/2012

“Conheça o contentamento e você não sofrerá nenhuma desgraça; saiba quando parar e você não se deparará com nenhum perigo. Assim você perdurará.”

Lao Tzu, filósofo chinês

Um poderoso executivo saiu de férias, as primeiras férias em quinze anos. Ele Estava caminhando por uma doca em uma pequena aldeia de pescadores quando um pecador de atum atracou seu barco. Enquanto o pescador amarrava o baco à doca, o executivo expressou sua admiração pelo tamanho e qualidade dos peixes.

“Quanto tempo levou para pescar esses peixes?, o executivo perguntou.

“Não muito”, respondeu o pescador

“Por que você não ficou mais tempo para pegar mais?, perguntou o executivo

“Tenho o suficiente para sustentar a minha família”, disse o pescador.

“Mas”, indagou o executivo, “o que você faz com o resto do seu tempo?”

O pescador respondeu: “Durmo até mais tarde, pesco um pouco, brinco com os meus filhos, tiro uma soneca depois do almoço com minha esposa e passeio pela aldeia todas as noites, onde bebo vinho e toco violão com meus amigos. Tenho uma vida plena e ocupada”.

O executivo ficou boquiaberto. “Tenho um MBA em Harvard e posso ajuda-lo. Você pode passar um tempo pescando. Com os lucros, pode comprar um barco maior. Com um barco maior você pode pescar mais peixes, que pode vender e comprar vários barcos. Com o tempo, você terá toda uma frota”

“Em vez de vender os seus peixes a um intermediário você pode vender diretamente aos consumidores, o que melhorará as suas margens. Com o tempo você abrir a própria fábrica, de forma que terá controle sobre o produto, o processamento e a distribuição. Você naturalmente terá de sair desta aldeia e se mudar para a cidade para administrar seu empreendimento em expansão”.

O pescador ficou um momento em silêncio e perguntou: “Quanto tempo isso levaria?”

“Quinze, vinte anos. Vinte e cinco no máximo.”

“E depois?”

O executivo riu. “Depois vem a melhor parte. Quando chegar o momento certo, você pode abrir o capital da sua empresa e vender todas as suas ações. Você ganharia milhões”

“Milhões? E depois, o que eu faria?”

O executivo pensou por um momento. “Você pode se aposentar, dormir até mais tarde, pescar um pouco, brincar com os filhos, tirar uma soneca depois do almoço com a sua esposa e ir para a aldeia todas as noites beber vinho e tocar violão com os amigos”

Ao ouvir a própria resposta, o executivo abanou a cabeça e se despediu do pescador. Imediatamente depois de voltar das férias, o executivo se demitiu do emprego.

Não sei ao certo onde surgiu essa parábola, mas a mensagem é útil: o propósito final do negócio não é necessariamente maximizar os lucros.

O lucros são importantes, mas são só um meio para um fim: criar valor, pagas as despesas, pagas as pessoas que operam o negócio e sustentar a si mesmo e à família. O dinheiro não é um fim por si só: é uma ferramenta e a utilidade dessa ferramenta depende do que você pretende fazer com ela.

O seu negócio não precisa gerar milhões ou bilhões de dólares para ter sucesso. Se você tiver lucro suficiente para fazer as coisas necessárias para manter o negócio em operação e receber uma compensação pelo seu tempo e energia, você já terá sucesso, não importa quanta receita seu negócio gerar.

A Autossuficiência é o ponto no qual um negócio gera lucro suficiente para que as pessoas que o estão operando considerem que vale a pena prosseguir no futuro próximo. Paul Graham, venture capitalista e fundador da Y Combinator, uma empresa de capital de risco de estágio inicial, chama o ponto de Autossuficiência de “lucro de lámen”, ser lucrativo o suficiente para pagar o aluguel, pagar as contas de serviços básicos (água, luz e telefone) e comprar comida barata, como lámem, o macarrão japonês. Você pode não estar ganhando milhões de dólares, mas tem receita suficiente para continuar desenvolvendo seu empreendimento sem entrar no vermelho.

Não é possível criar valor se você não tem como pagar as contas. Se não estiver gerando receita suficiente para cobrir as despesas operacionais, você está diante de um grande problema. Para manter as portas da empresa abertas, você deve ser capaz de pagar os empregados e os proprietários pelo tempo, esforço e atenção que eles estão dedicando ao empreendimento.

Se estas pessoas não considerarem que vale a pena continuar fazendo esse investimento, elas vão investir em outro lugar.

Você pode monitorar a suficiência financeira utilizando um indicador chamado “meta de receita mensal” (MRM). Como empregados, terceiros e fornecedores normalmente são pagos mensalmente, é relativamente simples calcular quanto dinheiro será necessário para pagar suas dívidas mensais. A sua meta de receita mensal o ajuda a decidir se você atingiu ou não o ponto de Autossuficiência: enquanto estiver ganhando mais do que sua MRM, você é Autossuficiente. Se não, você tem trabalho a fazer.

A Autossuficiência é subjetiva, o quanto é suficiente para continuar fazendo o que você está fazendo é uma decisão pessoal. Se não tiver grandes necessidades financeiras, você não precisa de tanta receita para prosseguir.

Se estiver gastando milhões de dólares em folha de pagamento, escritórios e outras instalações e sistemas dispendiosos, precisa de muito mais receita para manter a Autossuficiência.

Quanto antes você puder atingir o ponto de Autossuficiência, mais chances o seu negócio tem de sobreviver e prosperar. Quanto mais receita você gerar e menos gastar, mais rapidamente atingirá o seu ponto de Autossuficiência.

Quando atingir esse ponto, você será um sucesso, não importa quanto dinheiro esteja entrando.

Haroldo Wittitz, economista

Self-Reliance

“Meet the contentment and you will not suffer no disgrace; know when to stop and you will not be faced with any danger. So you will endure. ”

Lao Tzu, Chinese philosopher

A powerful executive went on vacation, the first vacation in fifteen years. He was walking along a dock at a small fishing village when a sinner tuna docked his boat. While the fisherman tied the spleen to the dock, the executive expressed his admiration for the size and quality of fish.

“How long it took to catch those fish?, The executive asked.

“Not much,” replied the fisherman

“Why do not you stay out longer to catch more? Asked the executive

“I have enough to support my family,” said the fisherman.

“But,” asked the officer, “what do you do with the rest of your time?”

The fisherman replied, “I sleep late, fish a little, play with my children, take a nap after lunch with my wife and walk through the village each evening where I drink wine and play guitar with my amigos. I have a full and busy life. ”

The executive gaped. “I have an MBA from Harvard and I can help him. You can spend time fishing. With the profits, you can buy a bigger boat. With a bigger boat you can catch more fish, you can sell and buy several boats. With time, you will have an entire fleet ”

“Instead of selling your fish to a middleman you could sell directly to consumers, which will improve their margins. By the time you open the factory itself, so that will have control over the product, processing and distribution. You will naturally have to leave this village and move to the city to manage its expanding enterprise. ”

The fisherman was silent for a moment and asked, “How long would it take?”

“Fifteen, twenty years. Twenty-five at most. ”

“And then?”

The executive laughed. “Then comes the best part. When the time comes, you can open the capital of your company and sell all of its shares. You win millions ”

“Millions? And then, what would I do? ”

The executive thought for a moment. “You may retire, sleep late, fish a little, play with the kids, take a nap after lunch with his wife and go to the village every night to drink wine and play guitar with friends”

Upon hearing the response itself, the executive shook his head and said goodbye to the fisherman. Immediately after returning from vacation, the executive resigned from employment.

Not sure where did this parable, but the message is useful: the ultimate purpose of business is not necessarily maximize profits.

The profits are important, but are only a means to an end: creating value, paid expenses, paid the people who operate the business and support himself and family. Money is not an end in itself: it is a tool and utility of this tool depends on what you intend to do with it.

Your business does not need to generate millions or billions of dollars to succeed. If you have enough profit to do the things necessary to keep the business in operation and receive compensation for your time and energy, you will have success no matter how much revenue your business generates.

The Self-sufficiency is the point at which a business generates enough profit for people that are operating deem worth pursuing in the near future. Paul Graham, venture capitalist and founder of Y Combinator, a venture capital company first stage, called the Point of Self-Reliance “profit of ramen,” be profitable enough to pay the rent, pay the bills for basic services (water , electricity and telephone) and buy cheap food, as Lamem, the Japanese noodles. You may not be earning millions of dollars, but has enough revenue to continue developing their enterprise without going into the red.

You can`t create value if you do not have to pay the bills. If you are not generating enough revenue to cover operating expenses, you’re faced with a big problem. To keep the doors open company, you should be able to pay employees and owners for the time, effort and attention they are devoting to the project.

If these people do not consider it worthwhile to continue making this investment, they will invest elsewhere.

You can monitor the sufficiency using an indicator called the “target monthly income” (MRM). As employees, contractors and suppliers are usually paid monthly, is relatively simple to calculate how much money you need to pay your monthly dues. Your monthly revenue target helps you decide whether or not you’ve reached the point of Self-Reliance: while earning more than their MRM, you are Self-sufficient. If not, you have work to do.

The Self-sufficiency is subjective, how much is enough to keep doing what you’re doing is a personal decision. If you do not have great financial needs, you do not need as much income to proceed.

If you are spending millions of dollars in payroll, offices and other facilities and systems costly, needs more revenue to maintain Self-Reliance.

The sooner you can reach the point of Self-Reliance, the more likely your business is to survive and prosper. As you generate more revenue and less spending, more quickly reach its point of Self-Reliance.

When you reach this point you will be a success, no matter how much money is going.

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4 ações para sua empresa bater a concorrência

Posted by HWBlog em 03/09/2012

Investir na qualidade do produto ou serviço e focar no relacionamento com os clientes são recomendações de especialistas

Lidar com um concorrente que anuncia promoções com preços baixíssimos não é uma tarefa fácil para um pequeno ou médio empresário. Apesar de ser fácil, oferecer desconto e baixar seu preço não é a melhor solução a longo prazo. Neste caso, fazer diferente é uma alternativa para quem não quer reduzir sua margem de lucro e, ainda assim, se destacar no mercado.

A raiva do concorrente grande e que oferece preço baixo pode levar o empresário a associar a concorrência com o termo inimigo, o que não é recomendável. Mário Rodrigues, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas, conta que, às vezes, os esforços de empreendedores para anular o concorrente acabam resultando na perda do foco com os consumidores e com o negócio. “As pessoas acabam lembrando o cliente do concorrente de tanto que falam sobre outras marcas”, afirma.

1. Saiba tudo sobre sua empresa

É importante analisar as ações dos players no mercado, sem deixar de lado o seu negócio. É recomendável que o empresário faça uma revisão estratégica de seus objetivos periodicamente, de preferência a cada seis meses. “Ao tornar isso um hábito, ele saberá se está no caminho certo”, afirma Luis Henrique Stockler, sócio-diretor da consultoria ba}Stockler.

Para evitar que as vendas de sua pequena empresa sejam afetadas por promoções dos concorrentes, o ideal é se prevenir. Dependendo do tipo de negócio, em datas comemorativas, por exemplo, é possível se programar e investir

2. Invista em qualidade

Liste os diferenciais do seu produto ou serviço em relação aos outros concorrentes: ressalte a matéria-prima utilizada, destaque a durabilidade do que você está oferecendo ou enfatize o design do seu produto.

Stockler recomenda que o empreendedor reserve um tempo para pensar em que pontos o que seu negócio se sobressai em relação ao concorrente. “A agenda do empreendedor fica muito focada no operacional e não sobra tempo para ter insights estratégicos”, afirma.

3. Evite comparações

Ressaltar o quanto você é melhor que as outras empresas pode ser um tiro no pé para quem está vendendo. “Evite ao máximo falar dos seus concorrentes na frente dos clientes”, afirma Rodrigues.

O cliente quer soluções para os seus problemas. Por isso, para evitar que ele vá literalmente bater na porta de outra empresa, invista no treinamento de sua equipe. Dessa maneira, o bom atendimento se transformará em uma qualidade do seu negócio.

4. Conheça as razões dos clientes

O cliente escolheu a sua empresa por algum motivo. Para especialistas, descobrir quais são as razões pelas quais o consumidor opta pelo seu produto ou serviço é importante. Se o caixa da empresa não permite o pagamento de uma pesquisa de mercado personalizada, busque alternativas baratas. Para Stockler, focar nas mídias sociais ou participar de grupos de discussão são atitudes de baixo custo para quem quer saber qual é o posicionamento do consumidor em relação à sua empresa.

Tente comprar ou criar uma metodologia para monitorar o concorrente. Vale, inclusive, acompanhar as promoções e alterações de preço que as outras empresas estão oferecendo.

Luis Henrique Stockler: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

4 shares for your company beat the competition

Investing in quality of product or service and focus on relationships with clients are recommendations from experts

Dealing with a competitor announcing deals with rock bottom prices is not an easy task for a small or medium business owner. Although it is easy, offer discount and lower price is not the best long term solution. In this case, do differently is not an alternative for those who want to reduce their profit margin and still stand out in the market. The anger of the great competitor that offers low price may lead the entrepreneur to join the competition with the term enemy, which is not recommended. Mario Rodrigues, director of the Brazilian Institute of Sales, says that sometimes the efforts of entrepreneurs to cancel the competition eventually result in loss of focus with consumers and business. “People are remembering the client’s competitor so much talk about other brands,” he says. 1. Learn all about your company It is important to analyze the actions of players in the market, without giving up your business. It is recommended that the entrepreneur makes a strategic review of your goals periodically, preferably every six months. “By making this a habit, he will know it is on track,” said Luis Henrique Stockler, managing partner of consulting ba} Stockler. To prevent the sales of your small business are affected by promotions of competitors, it is best to prevent. Depending on the type of business, on holidays, for example, it is possible to plan and invest 2. Invest in quality List the differential of your product or service in relation to other competitors: Emphasize the raw material used, highlight the durability of what you are offering or emphasize the design of your product. Stockler recommends that entrepreneurs take the time to think about what points what your business stands in relation to the competitor. “The agenda of the entrepreneur is very focused on operational and no time to get strategic insights,” he says.3. Avoid comparisons Emphasize how much you’re better than other companies can be a shot in the arm for those who are selling. “Try to avoid talking about their competitors in front of customers,” says Rodrigues. The customer wants solutions to their problems. Therefore, to prevent it literally go knock on the door of another company, invest in training their staff. Thus, the proper care will become a quality of your business. 4. Know the reasons customers The customer chose your company for any reason. For experts, find out what are the reasons why consumers opt for your product or service is important. If the box does not allow the company to pay a custom market research, seek cheaper alternatives. To Stockler, focus on social media or participate in discussion groups are the attitudes of low cost for those who want to know what is the position of consumers in relation to your company. Try to buy or create a methodology to monitor competitor. Valley, including promotions and track changes in price that other companies are offering.

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Como conquistar a crescente classe C

Posted by HWBlog em 28/03/2012

Uma pesquisa realizada pela empresa Cetelem BGN, do grupo BNP Paribas, aponta que 54% da população brasileira em 2011 pertenciam à classe C. Há pouco mais de cinco anos, 51% estavam nas classes D/E, demonstrando um avanço significativo na mobilidade social brasileira. Outro resultado interessante se refere à renda disponível, a qual teve um aumento de 50%, passando de R$ 243 para R$ 363. Este considerável montante de recursos nas mãos da classe C apresenta inúmeras oportunidades de negócios a quem se dispuser a compreendê-la.

Para avaliar os impactos desta nova classe, recorro à teoria de Maslow, a qual apresenta forte aderência com este movimento de ascensão. Segundo o psicólogo americano, as motivações dos seres humanos são classificadas em necessidades: básicas, segurança, sociais, auto-estima e auto-realização, representadas pela figura de uma pirâmide. Segundo a analogia, um ser humano subiria um degrau à medida que satisfizesse o anterior. Comecemos nossa escalada, sendo que para fins deste artigo, substituirei as “necessidades sociais” pelo componente “status”.

Básicas: até o advento do plano real, o país convivia com taxas de inflação que corroíam o pagamento durante o mês. O valor recebido no 5° dia útil competia com os marcadores de preço nos supermercado. Como o fim da inflação, aqueles que até então não podiam proteger suas economias com aplicações financeiras, perceberam que sobravam dias dentro do salário. Com algum dinheiro, passaram a comer melhor, satisfazendo suas necessidades básicas. Não por acaso, o frango e o iogurte ficaram conhecidos como símbolos do plano real. Ter carne à mesa deixava de ser luxo, assim como extravagâncias como sobremesa eram agora permitidas. Basta uma volta em um supermercado para verificar a diversidade de novos produtos. Sem mais ter que lidar com a fome, é hora de saciar o próximo nível de necessidades.

Segurança: um teto seguro para morar e preferencialmente próprio é a próxima etapa a ser atingida. Apesar da mídia apontar o boom imobiliário através do número de lançamento de novos imóveis, nunca se vendeu tanto material de construção como nos últimos tempos. Os conhecidos puxadinhos movimentam os finais de semana das lojas de construção. Dê uma volta pelas periferias e comprove o número de caixas d’água azuis sobre as lajes. Para quem tiver a chance ou curiosidade de adentrar em uma destas residências, muitas vezes inacabadas por fora, verá cômodos bem acabados, em geral com pisos frios e azulejos cobrindo todas as paredes.

Status: agradeça a classe C caso tenha uma televisão de tela plana em sua casa. Os preços em queda são consequência da economia de escala devido ao aumento exponencial das vendas. Móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos compõem este degrau. Os grandes feirões realizados nos primeiros dias do ano são um reflexo da euforia, nos quais clientes são capazes de enfrentar madrugadas para aproveitar as grandes ofertas. A estabilidade financeira, o pleno emprego e o acesso ao crédito fizeram a festa de empresas como as Casas Bahia, a qual soube captar como poucas, esta janela de oportunidade. Ter acesso a bens até então inacessíveis não tem preço. Imagine o orgulho em ter o fogão, a geladeira e o televisor iguais ou melhores que o da patroa. O setor de serviços também tem se beneficiado. Inúmeras cadeias de fast food tem se especializado neste nicho de mercado, em especial a rede de comidas árabes Habib´s, oferecendo produtos de qualidade com preços competitivos.

Autoestima: que tal poder viajar de avião, fazer um cruzeiro, ir para o exterior, mesmo que seja para visitar a Casa Rosada, ou quem sabe até comprar o primeiro veículo com prestações a perder de vista? São aspirações que alguns integrantes da classe C já podem vislumbrar. Para quem já tem casa, comida, roupa lavada e um pouco de luxo, é hora de massagear o ego, experimentando novas sensações. Este setor tem também seu campeão de vendas, a CVC, agência fundada no ABC para viagens tipo bate-volta. Cuidar da saúde também começa a fazer parte das preocupações. Coletas de sangue, ressonâncias e aparelhos dentários, anteriormente restritos às bocas das classes A e B, brilham hoje reluzentes em atendentes, garçonetes e frentistas. Grandes laboratórios têm estendido seus horários de atendimento para poder dar conta da demanda crescente.

Autorealização: enganado está quem pensa que esta nova classe preocupa-se apenas com o consumo imediato. Um grande número de famílias já destina parte de seu apertado orçamento para a educação de sua prole. Curso de línguas, computação, ensino técnico, fundamental, médio e até faculdade. A competição, a educação à distância e a maior demanda por cursos fez explodir o número de vagas em universidades, derrubando os preços das mensalidades. Em sua grande maioria com pouca escolaridade, estes novos núcleos familiares querem não apenas garantir o caminho percorrido, mas permitir as futuras gerações que ascendam ainda mais a pirâmide social.

Enfim, as oportunidades trazidas por esta nova classe estão em praticamente todos os setores, sejam eles produtores de bens ou serviços. Aos micros e pequenos empresários, atenção às etapas da pirâmide na qual se encontram seus clientes. Por terem vindo de baixo, dão muito valor ao seu suado dinheirinho, pesquisando e buscando as melhores alternativas, tanto em preço quanto em qualidade.

Outra dica é facilitar o pagamento, uma vez que em muitos casos costumam pesar o valor da parcela, verificando se cabem em sua renda disponível. Capriche também no atendimento, já que costumam retribuir com fidelidade aos que lhe tratam com respeito. Por mais banal que pareça a compra, seja um jantar em um restaurante de fast food ou a compra de um simples aparelho de som, dê sempre a máxima atenção possível. Talvez estes simples atos sejam a realização de um sonho ou a comemoração de uma grande conquista, tal como a ascensão para a nova classe C. Boa sorte e bons negócios!

Marcos Morita: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

How to win the Class C
A survey by BGN company Cetelem, BNP Paribas Group, points out that 54% of the population in 2011 belonged to class C. Just over five years, 51% were in classes D / E, showing a significant improvement in social mobility in Brazil. Another interesting result refers to disposable income, which increased by 50%, from R $ 243 to $ 363. This considerable amount of resources in the hands of the class C presents numerous business opportunities to those willing to understand it.
To assess the impacts of this new class, I resort to Maslow’s theory, which has a strong grip with this upward movement. According to the American psychologist, the motivations of human needs are classified into: basic, safety, social, self-esteem and self-realization, represented by the figure of a pyramid. According to the analogy, a human would increase as one step satisfy the above. We begin our climb, and for purposes of this article substituirei the “social needs” for component “status”.
Basic: until the advent of the real plan, the country lived with inflation rates that eroded the payment during the month. The amount received on the 5th working day competing with markers in the supermarket price. As the end of inflation, those who previously could not protect their economies from financial investments, realized that remained within days of salary. With some money, started to eat better, satisfying their basic needs. Not coincidentally, chicken and yogurt became known as symbols of the real plan. Have meat on the table ceased to be luxury, and extravagance were now allowed as a dessert. Just a walk in a supermarket to see the diversity of new products. No more having to deal with hunger, it’s time to satisfy the next level of needs.
Security: secure a roof to live and own preference is the next step to be achieved. Despite the media point the housing boom through the release number of new properties, never sold as much as building material in recent times. The known puxadinhos move the weekends building shops. Take a tour of the suburbs and check the number of blue water tanks on the flagstones. For those who have the chance or curiosity of entering one of these homes, often unfinished on the outside, you will see well-finished rooms, usually with hard floors and tiles covering all the walls.
Status: thank the class C if you have a flat screen television in your home. The falling prices are a result of economies of scale due to the exponential increase in sales. Furniture, appliances and electronics make this step. Large feirões performed in the early days of the year are a reflection of euphoria, in which customers are able to tackle mornings to take advantage of great deals. Financial stability, full employment and access to credit have a party companies like Casas Bahia, which few knew how to capture this window of opportunity. Having access to hitherto inaccessible assets is priceless. Imagine the pride in having the stove, refrigerator and TV equal to or better than the boss. The service sector has also benefited. Several fast food chains has been specializing in this niche market, especially the network of Arab food Habib’s, offering quality products at competitive prices.
Self-esteem: how about being able to travel by plane, take a cruise, go abroad, even to visit the Casa Rosada, or maybe even buy the first vehicle to benefit out of sight? These are aspirations that some members of the class C can already envision. If you already have a house, food, laundry and a little luxury, it’s time to massage your ego, experiencing new sensations. This sector also has its best-selling, CVC, founded the agency in ABC type for travel-back hits. Health care also becomes part of the concerns. Blood samples, resonances and dental appliances, previously restricted to the mouths of classes A and B, gleaming shine today in attendants, waitresses and attendants. Large laboratories have extended their opening hours in order to cope with the growing demand.
Autorealização: is mistaken who thinks that this new class is concerned only with the immediate consumption. A large number of families already donates part of its tight budget for the education of their offspring. Language course, computer science, technical education, primary, secondary and even college. The competition, distance education and increased demand for courses exploded the number of places at universities, dropping the price of tuition. Mostly poorly educated, these new households want to ensure not only the path, but allow future generations to further ascend the social ladder.
Finally, the opportunities brought by this new class are almost all sectors, be they producers of goods or services. To micro and small entrepreneurs, attention to the steps of the pyramid where are your customers. By coming from below, give much value to your hard earned money by researching and seeking the best alternatives, both in price and quality.
Another tip is to facilitate the payment, since in many cases tend to weigh the value of the parcel, making sure that they fit in their disposable income. Caprice also in attendance, as they usually reciprocate with loyalty to those who treat you with respect. As banal as it may seem a purchase is a dinner at a fast food restaurant or buy a simple stereo, always give the maximum attention possible. Perhaps these simple acts are the realization of a dream or celebrating a great achievement, such as the rise for the new class C. Good luck and good business!

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Editora da Oxford University licencia marca para curso de idioma no Brasil

Posted by HWBlog em 28/03/2012

A Oxford University Press, editora que pertence à tradicional universidade britânica, decidiu abrir um novo braço de negócios: escolas de inglês e espanhol.

E escolheu o Brasil para estrear seu modelo de franquias. Chegou no início deste ano está dobrando suas metas. Pretende fazer com que sua marca recém criada Achieve Languages esteja em 200 unidades até dezembro.

A editora, que lidera o mercado mundial de livros de inglês como língua estrangeira, optou pelo mercado brasileiro devido ao seu tamanho. O Brasil é, atualmente, o terceiro maior cliente da Oxford University Press.

O objetivo da editora é emprestar o seu prestígio às escolas e, com isso, aumentar a venda de material didático. Para o gerente de negócios da Achieve Languages, João Tomazeli, o peso do nome Oxford contribui para o bom desempenho de adesões à nova rede.

Felipe Machado: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Publisher Oxford University trademark licensing language course in Brazil
Oxford University Press, publishing house that belongs to the traditional British university to open a new branch of business: English and Spanish schools.
And Brazil has chosen to debut its franchise model. He arrived early this year is doubling his goals. Intends to make its mark newly created Achieve Languages is at 200 units by December.
The publisher, who leads the worldwide market for books in English as a foreign language, opted for the Brazilian market due to its size. Brazil is currently the third largest customer of Oxford University Press.
The purpose of publishing is to lend his prestige to schools and thereby increase the sale of educational materials. For the business manager of the Achieve Languages, John Tomazeli, the weight of the Oxford name contributes to the good performance of accessions to the new network.

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