PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Archive for the ‘Empreendedorismo’ Category

Passos para você ser um líder respeitado na sua empresa

Posted by HWBlog em 14/04/2016

ceoCerta vez, em uma conversa com um grupo de empreendedores, um dos maiores líderes empresariais do Brasil comentou com convicção: “Formar gente boa é o melhor negócio.” Uma frase simples, e que só reforça algo que vemos acontecer na prática: as pessoas são as grandes responsáveis pelo sucesso das organizações. Elas movem o negócio e botam para fazer no dia a dia. Afinal, uma estratégia sem execução não vale de nada.

Cuidar do desenvolvimento das pessoas, assim como ter a capacidade de compartilhar uma visão de longo prazo e de inspirá-las a trabalhar todos os dias na construção de um sonho em comum são papéis que um líder precisa desenvolver, principalmente quando está à frente de um negócio em crescimento. E todo empreendedor que lidera um negócio que cresce passa por algumas transições importantes de papéis dentro da empresa.

No livro Grow to Greatness, de Edward D. Hess, algumas dessas fases são abordadas. No início, o empreendedor faz de tudo, desde a venda, a entrega do produto, até o pós-venda e as tarefas administrativas. Quando a demanda aumenta, ele começa a contratar e delegar, assumindo o papel de gestor. Em determinado estágio, ele precisa contratar gerentes, tornando-se líder de outros líderes. Quando a empresa atinge mais de 100 funcionários é preciso construir um time de alta gestão e o empreendedor passa a ser um mentor, construindo uma relação muito forte com as pessoas chave para garantir a permeação da cultura e entrega de resultados.

Trabalhando diretamente com empreendedores de alto crescimento, que passam de equipes relativamente pequenas, com cerca de 10 funcionários, para mais de 200 em cerca de 5 anos, vemos o empreendedor passar por todas esses estágios, em uma velocidade alta. E uma das maiores dificuldades é justamente desenvolver a capacidade de formar pessoas, gerenciar times, liderar e comunicar a visão para que todos estejam caminhando para o mesmo objetivo. Sabendo do tamanho do desafio, vou compartilhar abaixo algumas boas práticas de habilidades e atitudes que mais ajudaram os líderes que acompanhamos ao longo da nossa trajetória.

  1. Compartilhar valores e uma visão com significado

O líder deve ser referência de aderência aos valores da empresa e é muito importante que suas atitudes no dia a dia reflitam as crenças da organização, pois as pessoas irão se espelhar no seu exemplo.

Fabio Barbosa comentou certa vez em uma palestra que “significado é a nova moeda”. Atualmente as pessoas buscam significado naquilo que fazem, trabalham em organizações que possuem objetivos com os quais se identificam. E o líder é responsável por transmitir uma visão que as pessoas possam seguir e se engajar.

Jeff Bezos, fundador da Amazon, é um grande exemplo de visionário que consegue transmitir a grandiosidade de seu sonho. Extremamente focado no cliente e sempre de olho no futuro, desde o início queria não apenas catalogar livros, mas construir a maior loja online do planeta.

  1. Criar rituais de comunicação com a equipe

Um canal aberto de comunicação com a equipe é fundamental. Na medida em que a empresa cresce e já não é mais possível almoçar com toda a equipe, é necessário criar rituais que garantam o fluxo das informações e a interação do líder com a equipe.

Vitor Torres, CEO da Contabilizei, startup que oferece serviços de contabilidade online, sempre valorizou a cultura da empresa. Para garantir que as pessoas vivam o “jeito de ser” da Contabilizei, ele entrevista todos os candidatos a novas vagas, faz pessoalmente uma reunião de uma hora de “on boarding” com cada novo colaborador e reúne todo o time uma vez por mês para falar sobre a evolução do negócio, reforçar a missão e contar o que vem pela frente.

  1. Ouvir e servir as pessoas

Em uma mentoria para empreendedores, Brian Requarth, CEO do Viva Real, portal imobiliário que conecta milhares de compradores a imobiliárias, corretores e incorporadoras, falou sobre a importância de saber ouvir e servir as pessoas. A cada duas semanas, qualquer um da equipe pode mandar perguntas a ele, e Brian reúne o time todo (já são mais de 400 funcionários) para uma sessão de respostas. Requarth também é muito aberto a ouvir críticas e trouxe para sua rotina o hábito de perguntar constantemente “como posso ajudar?”.

Atitudes como essas ajudam a quebrar as barreiras entre o líder e a equipe, que começa a enxergá-lo como uma pessoa mais acessível e empática para expor os problemas e buscar uma solução em conjunto.

  1. Saber delegar

“Trabalhar sozinho não traz muitas recompensas. Os empreendedores devem reconhecer rapidamente as áreas em que se destacam e aprender a delegar a bons gerentes tarefas relacionadas a áreas que não dominam.” Essas são palavras de Richard Branson, criador da Virgin, que acredita que confiar nas pessoas é essencial para que elas deem conta da responsabilidade e se sintam valorizadas.

Lembrando que delegar é diferente de “delargar”. Pessoas com menos experiência precisam de acompanhamento no início. Quanto maior a frequência do feedback, mais rápido a equipe se desenvolve. O líder deve permear a cultura do feedback em toda a organização.

Para desenvolver essas habilidades, é importante tentar exercitá-las diariamente. Mas fique tranquilo, ninguém se torna um grande líder de um dia para o outro, é preciso experiência, dedicação, além de abertura para ouvir as sugestões da equipe. Uma dica é encontrar um mentor padrinho, um líder mais experiente que você admire, para ter conversas de tempos em tempos e compartilhar com ele os desafios. Nada melhor do que aprender com quem já superou obstáculos parecidos.

O desafio é grande, empreendedor, mas pode acreditar: tem muita gente e recurso disponível para quem tem um sonho grande, otimismo e resiliência para botar para fazer.

 

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Cuidado! Sua pequena empresa pode ser punida por corrupção

Posted by HWBlog em 13/04/2016

corrupção 1Não são apenas gigantes como a Odebrecht que estão sujeitas a serem investigadas em esquemas de corrupção, como na Operação Lava Jato. Pequenos e médios empreendedores também podem ter suas contas devassadas, ainda mais se tiverem contratos com órgãos públicos. E pior, em caso de fraude, a multa pode chegar a inviabilizar o negócio.

Sendo assim, como evitar dores de cabeça?

“As notícias que vemos nos últimos meses são um belo aprendizado para pequenos empresários. Eles precisam observar que estamos saindo de uma era de sensação de impunidade muito grande para um período em que as empresas passam a ser responsabilizadas de forma efetiva por seus atos”, afirma Allan Costa, investidor-anjo e fundador da Eticca Compliance, empresa especializada no tema.

Para evitar problemas, é preciso que os empreendedores se informem sobre a Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013). Publicada em 2013 e regulamentada há um ano, a lei define punições severas a empresas pequenas em esquemas de corrupção. A multa máxima é de 20% do faturamento do negócio, uma fatia salgada que pode levar o empresário a fechar as portas. O objetivo central da lei é evitar que somente indivíduos sejam responsabilizados em caso de fraude.

Mas, afinal, que tipo de atitude uma pequena empresa pode ter que leve a investigações do tipo? Segundo especialistas ouvidos, os empreendedores acreditam que esses casos estão muito distantes de sua realidade, mas não é bem assim.

“Um vendedor que oferece uma facilidade qualquer, uma viagem ou um presente, para ser beneficiado num contrato já é uma atitude corrupta”, explica Costa. “Muitas pequenas empresas são fornecedoras de prefeituras, por exemplo, e devem ter cuidado redobrado com doações e convites”, completa o consultor José Antônio Gonçalves.

Para estar de acordo com a lei, os empreendedores precisam elaborar um documento que mostre o comportamento esperado de seus funcionários e indique como eles devem se comportar nas relações com fornecedores e clientes, além de orientar sobre o que eles devem fazer caso percebam um desvio de conduta.

Depois, é necessário manter a equipe treinada sobre o código de conduta da organização. “É importante que o empreendedor ofereça um treinamento e consiga comprovar que o funcionário absorveu aquele conteúdo, através de um teste, por exemplo. Também vale fazer esse tipo de procedimento com parceiros e prestadores de serviço”, recomenda Gonçalves. Com isso, além de estar mais protegida contra atitudes indesejadas, a empresa pode ter suas penalidades reduzidas caso seja de fato pega num esquema de corrupção. (Veja a cartilha do Sebrae sobre o tema).

Fraudes internas

Além de proteger o empreendedor contra possíveis investigações, uma política anticorrupção também pode ajudá-lo a evitar fraudes internas. “Dados mostram que, de cada dez empresas que vão à falência, seis são vítimas de fraudes que não foram descobertas a tempo”, afirma Gonçalves.

“Muitos desses pequenos empresários ficam com a sensação de que, por serem menores e baseados muitas vezes em pessoas de confiança, seus negócios são imunes as fraudes. Mas não é isso que a gente tem visto em pesquisas feitas em todo mundo”, completa. Em outras palavras, esses empreendedores são roubados por seus próprios funcionários.

Apesar disso, muitos empreendedores ainda acreditam que investir em controles internos é algo custoso e acabam deixando esse tema de lado, lamenta o consultor. No entanto, para Allan Costa, da Eticca Compliance, não deve demorar muito até que os pequenos empresários percebam a necessidade de olhar para esse tema.

“Com a implantação da lei, as grandes empresas já estão alertas, até mesmo por conta dos casos que temos visto no noticiário. As médias estão começando a olhar para isso agora e as pequenas ainda não se deram conta. Mas é uma questão de tempo”, conclui.

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Empreendendo com impacto

Posted by HWBlog em 11/04/2016

leadership-chess-1940x900_34115Meus amigos, toda satisfação originada nos estímulos, na realização pessoal e na sensação de ser o condutor do próprio nariz que o empreendedor eventualmente possa experimentar, não elimina a faceta difícil, extenuante e repleta de riscos que a vida empresarial carrega na sua origem.

Noites mal dormidas, momentos de grande aflição e alguma ansiedade são absolutamente comuns.

São na verdade sentimentos naturais que fazem parte da vida de quem assume as próprias rédeas, contudo, em fases como a atual – com estagnação econômica e baixíssimas perspectivas – é sempre um pouco pior. Mas isso faz parte, e é inerente ao “jogo”.

O fato é que viver o empreendedorismo é viver perigosamente, então com o propósito de apoiá-lo a enfrentar com o mínimo de danos essa gangorra de riscos, oportunidades, êxitos e derrocadas, destacamos dois conjuntos de aspectos (dentre tantos outros) que não podem ser esquecidos, jamais. No primeiro abordamos a conduta empreendedora a partir de conceitos e atitudes, e no segundo os arquétipos a serem evitados nas parcerias profissionais.

Vamos lá:

Conceitos e atitudes que podem ajudá-lo a evitar o precipício

Pratique uma gestão de caixa rigorosa, projetada preferencialmente em 5 anos, considerando as regras do negócio e dos vetores de risco de maior impacto. Produza cenários realistas;

Conte com um bom planejamento estratégico, livre de complexidades baratas ou cosméticas, mas absolutamente integrado com uma lista detalhada de ações;

Pense sempre no futuro e tente projetar cenários, essa história de “deixa a vida me levar” é coisa para refrão musical. Não abdique de pensar nos riscos e obstáculos que potencialmente poderão vir. Seja pragmático e incentive isso na sua equipe;

Não, enviar energias positivas e otimistas quanto ao futuro de nada vão ajudar. No lugar disso seja pragmático, sem deixar de acreditar na capacidade da sua equipe e na sua própria (se existirem motivos concretos para isso, naturalmente). Se estes motivos não existirem, não perca tempo e faça logo um exercício autocrítica. (Não aceitar críticas ou não admitir incapacidades são coisas que estão mais para governos “nervosinhos” incapazes de conviver com análises contrárias feitas pelos analistas independentes dos bancos, do que para empresários como você que buscam o triunfo);

Fuja de sofistiquismos de gestão ou modinhas de última hora, e busque a eficácia da execução de um planejamento bem feito, e a produtividade operacional. Simples, assim, sem enrolação ou perfumarias desnecessárias;

Inove com personalidade, observe as tendências, tire suas próprias conclusões – e tenha coragem para isso, mesmo que o senso comum indique caminhos diferentes – e execute as mudanças, calibragens e transformações (no modelo de gestão, na direção da empresa e na composição de produtos e serviços) aplicáveis;

Opera com metas claras, atingíveis (portanto levadas a sério por você e sua equipe), e com responsabilidades claras para o seu atingimento. Efetive o monitoramento constante desse processo;

Mantenha vivo o senso crítico, e fuja de euforias econômicas sem sentido. A econômica sempre será cíclica, e ao longo do curso de um ciclo (seja ele bom ou péssimo), precisamos nos preparar para o próximo que virá;

Arquétipos para se evitar em parcerias profissionais

Confuso e enrolado. Não obstante a estar e se declarar absolutamente conectado com todas as formas mais atuais de comunicação e interatividade colaborartiva, uma vez que afirma pertencer a geração “3.0” (poderia ser 2.0, 4.0, ou 10.0, ou tem 25, 30, 50 ou 60 anos….tanto faz) não consegue retornar ligações, e-mails e mensagens em tempo hábil ou razoável. Se enrola nas atividades compromissadas e traveste de criatividade aquilo que na realidade é pura confusão mental;

Desorganizado. Um comportamento primo-irmão do anterior, mas que fragiliza a execução de ações planejadas. O exemplo típico é aquela ação casada onde o seu aliado corporativo deveria apresentar um argumento específico, totalmente convergente à sua apresentação na reunião mensal de avaliação do seu departamento. Ele se esquece, nada comenta, e fica lhe olhando com ar de indagação sobre se deveria fazer algo naquele momento. Não é diferente na estruturação de propostas comercias conjuntas, quando a empresa parceira se atrasa em enviar informações vitais e permite que com isso uma oportunidade seja perdida.

Inconstante. Aqui não se trata de confusão mental ou desorganização. A atuação daqueles que envergam este perfil pode até ser certeira e bem ajustada, mas a ansiedade constante, a dificuldade de manter o foco e a falta de paciência fazem com que se desviem dos objetivos originais combinados com você ou sua empresa, e ai… quando você menos espera ou quando mais necessita do seu apoio, ele já está em “outra” (onde provavelmente não ficará por muito tempo também).

Desonestos e não transparentes. Bem, aqui não há o que comentar.

Excessivamente otimistas, megalômanos e ingênuos. A sua desconexão com a realidade e o seu divórcio permanente com o senso crítico, fazem com que exagerem na projeção dos resultados e tempo de maturação. Invariavelmente se frustram rápida e por vezes repentinamente, ao se darem conta de que as coisas não são assim tão fáceis como imaginavam. Este tipo de aliado impossibilita projetos de médio e longo prazo, além de representar um risco permanente aos custos e despesas envolvidas por conta da megalomania.

Enrolador convicto. Este em geral atua com convicção e forte capacidade de persuasão para preservar sua condição embromatória. A sua falta de energia produtiva acompanhada de total insegurança para tomar decisões e assumir riscos, acaba por forjar um comportamento dissimulador constante, que objetiva confundir o interlocutor ao longo dos processos de trabalho. Ele é geralmente bem humorado, sua apresentação pessoal é impecável e sorri com facilidade, sempre desarmando as constantes cobranças de seus pares, parceiros, subalternos e superiores. O problema é que nas suas mãos, projetos, acordos, e negócios, geralmente patinam, embora ofereçam a falsa imagem de movimento constante.

Por último, sugiro avançar com entusiasmo, aconteça o que acontecer, sem ilusões, e mantendo um certo ceticismo saudável guardado no bolso.

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Como criar relacionamentos duradouros usando o E-mail Marketing.

Posted by HWBlog em 05/04/2016

email-marketingFidelização, confiança e credibilidade são valores que cada vez mais os consumidores buscam em uma marca. Eles são construídos com um bom relacionamento.

O E-mail Marketing é uma das ferramentas mais poderosas e baratas para você se relacionar com o cliente, pois alcança um dos lugares mais frequentados pelas pessoas, a caixa de entrada.

E para que você seja esse sujeito “descolado”,  trouxemos uma série de dicas que vão ajudar a proporcionar uma experiência positiva para o consumidor, aumentando as chances de ele retornar e comprar outra vez.

-> CRIE CONTEÚDO RELEVANTE PARA SEUS CLIENTES

Antes de gerar conteúdo, faça  a seguinte pergunta para si mesmo: “o que eu gostaria de receber caso fosse um cliente dessa empresa?”. A partir disto, existem diferentes estratégias para criar materiais relevantes para estas pessoas. Vamos ver as principais:

Newsletter: para desenvolver informativos mensais da sobre as novidades da sua empresa, como novos produtos ou serviços;

Promocionais: crie cupons de descontos ou promoções especiais para seus clientes, estimulando-os a comprar mais uma vez;

Lembretes: e-mails com lembretes podem gerar bastante engajamento, e estes podem ser dos mais variados tipos, como: Data de consulta ou próximo evento, dia do pagamento da fatura.

Dicas: envie para os seus clientes dicas que ajudam a utilizar o produto ou que podem melhorar a experiência com a sua empresa. Por exemplo: se você possui uma loja de roupas sociais masculinas, envie dicas sobre como dar os melhores nós de gravatas.

-> CONHEÇA SUA BASE DE CLIENTES

Para entender qual conteúdo é relevante, conhecer sua base de clientes é primordial. Procure sempre estar a par dos gostos e anseios de quem utiliza o seu produto antes de enviar uma oferta.

Cada cliente utiliza seu produto de uma forma: nem todas as pessoas utilizam um produto ou serviço com a mesma finalidade. Um perfume pode ser comprado para presentear ou para uso próprio. Se você contrata uma TV por assinatura, alguns preferem filmes e outros canais de notícias.

Existem diferentes momentos na compra: Clientes que acabaram de comprar o produto preferem dicas de como utilizá-los, já clientes antigos gostariam de receber um cupom promocional para voltar a comprar na loja. Um consumidor insatisfeito não ficaria contente em receber lembretes da sua empresa. Entenda qual momento é mais adequado para enviar cada tipo de conteúdo.

Para acertar no relacionamento, existem também alguns hábitos que você pode adquirir e se tornar ainda mais efetivo em suas estratégias.

-> AVALIE OS SEUS RESULTADOS

Fique de olho nos resultados de seus disparos. Você pode identificar informações importantes na hora de criar suas estratégias, como: qual conteúdo os seus clientes gostam ou em quais assuntos dos seus e-mails geraram mais abertura?

Além disso, você pode fazer testes e entender em quais horários seus consumidores estão mais propensos a abrir os seus e-mails.

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Não comece um negócio, comece uma cruzada

Posted by HWBlog em 18/03/2016

BREWDOGManter a paixão pelo negócio, ter um propósito definido e foco nas pessoas levou BrewDog a um sucesso meteórico.

”Não comece um negócio, comece uma cruzada” é o principal recado que James Watt, cofundador da BrewDog, fornece à nova geração de jovens empreendedores que buscam criar startups disruptivas no século 21. Esta filosofia enfatiza três grandes pilares inter-relacionados: a cultura organizacional, a qualidade do produto e a margem bruta. Este artigo apresenta um estudo de caso da BrewDog e mostra como a sua cultura de paixão, propósito e foco nas pessoas levou a empresa a ter um sucesso meteórico, impactando significativamente os gigantes históricos do mercado mundial de cerveja.

Na década de 1970 o punk rock mudou o mundo. Era mais do que apenas música. Foi um fenômeno cultural. Em seu livro Business for punks, Watt argumenta que agora, mais do que nunca, as empresas e startups inovadoras precisam ter coragem suficiente para destacar-se como rebeldes e anárquicas, porém com personalidade própria.

É importante ressaltar que a razão do título, Business for punks, é que nos países de língua inglesa a palavra punk adquiriu um sentido positivo de pioneiro, inovador e corajoso, ou “louco o suficiente para acreditar que pode mudar o mundo”, na famosa frase de Steve Jobs.

Em 2004 James Watt e seu grande amigo Martin Dickie eram produtores amadores de cerveja, mas um encontro casual com o grande especialista em cervejas Michael Jackson iria transformar a vida de ambos de forma inimaginável. Ao saborear sua cerveja, Jackson comentou que eles deveriam cada um abandonar o emprego e começar a fabricar cerveja imediatamente.

E assim, em 2007, com a ajuda de um empréstimo bancário de £ 30 mil, a BrewDog foi criada. Em 2015, a BrewDog conseguiu atingir um volume de negócios de mais de £ 44 milhões, permanecendo rentável a cada ano desde a sua criação. Sua cervejaria no norte da Escócia utiliza tecnologia ambiental avançada, como seu sistema de progressiva recuperação de calor, o que reduz drasticamente o consumo de energia.

A BrewDog agora é um negócio próspero que produz 65 diferentes tipos de cerveja artesanal, emprega 580 pessoas, exporta para mais de 50 países e tem 76 bares de cerveja artesanal em todo o mundo, incluindo um bar em São Paulo, o primeiro na América do Sul. Segundo o relatório de resultados mais recente, publicado em 2015, em 2014 o grupo teve um lucro antes de impostos de £ 3.650.664 (em 2013 foi de £ 2.360.769) e um volume de negócios de £ 29.614.985 (em 2013 foi de £ 18.087.583). As vendas no Reino Unido em 2015 aumentaram em 130% em comparação com o ano anterior, e o volume de negócios total calculado foi de £ 44 milhões e um lucro bruto de £ 5,5 milhões.

A BrewDog construiu o seu negócio com base na mentalidade punk. Na sua essência, punk significa aprender as habilidades necessárias para fazer as coisas nos próprios termos de cada um. A BrewDog rejeitou o status quo: é uma empresa apaixonada pelo que faz, antiautoritária e não conformista.

A BrewDog não é primariamente uma empresa que vende. Desde o início sua missão é “fazer com que as pessoas sejam tão apaixonadas por cerveja de alta qualidade quanto nós mesmos”.
A cruzada sempre vem em primeiro lugar Empreendedores do século 21 devem iniciar não um novo negócio, mas sim uma cruzada. Liderar uma cruzada no coração da sua organização é o primeiro passo para criar um negócio sustentável e próspero, que vai sobreviver o tempo suficiente para realmente promover um impacto no mundo. Uma coisa é ter uma missão, mas absolutamente outra é construir um negócio em que cada pessoa vive e respira essa missão, incluindo os clientes.

Não é mais suficiente apenas iniciar um negócio. Você precisa de um propósito claro, uma missão e uma razão de existir. A BrewDog não foi criada como uma cervejaria convencional — os fundadores estabeleceram a missão de fazer as pessoas tão apaixonadas por cerveja de excelente qualidade como eles próprios. Esta promessa está subjacente a cada coisa que a BrewDog faz e funciona como um ponto de referência para cada decisão que as pessoas na BrewDog tomam.

Um dos princípios centrais do ethos da BrewDog é manter a independência e não vender a empresa, como aconteceu com algumas outras cervejarias artesanais.

A cultura da empresa é 33,3% de tudo
Muitos estudos têm sido realizados com o objetivo de verificar a longevidade das empresas e taxas de mortalidade de startups. O projeto Startup Genome Report Extra on Premature Scaling, de autoria de membros da Berkeley University e da Stanford University analisou 3.200 startups de web e mobile que cresceram rapidamente. Os resultados mostraram que, dentro de três anos, 92% das startups tinham falhado. Cerca de 74% desse total falhou devido a escalonamento prematuro. As startups que falharam gastaram dinheiro em marketing e contratação de pessoal, entre outros, antes de ter encontrado um modelo de negócio que funcionasse bem ou gastaram muitos recursos de forma rápida, deixando de se proteger para futuros financiamentos.

O Statistic Brain Research Institute compilou uma série de estatísticas para mostrar que startups nas áreas de informação, transporte, comunicação e serviços essenciais têm as mais altas taxas de falha, enquanto seguros e negócios imobiliários tendem a ser mais bem-sucedidos. Em geral, quase 50% de novos negócios, independentemente da indústria, não conseguem sobreviver por mais que quatro anos.

Uma clara compreensão sobre a enorme diferença entre fluxo de caixa e lucro está no coração do desenvolvimento de um negócio sustentável a longo prazo. E isso, claro, implica ter uma margem bruta sólida e sustentável. A margem bruta é um dos três pilares dos negócios no século 21:

1. Cultura organizacional
2. Qualidade do produto
3. Margem bruta

Estes pilares estão totalmente interligados. Culturas organizacionais eficazes levam tempo para ser criadas, mas o esforço é absolutamente necessário para construir um negócio próspero. Como Watt explica, “você não pode impor uma cultura, mas pode cultivá-la. Ela é orgânica, emergente e frágil. É um enorme desafio alimentá-la enquanto você está fazendo de tudo para crescer. A cultura organizacional, que é o próprio tecido do seu negócio, é que vai orientar e conduzir tudo o que você faz. Uma de suas principais tarefas como líder é fazer a coisa certa”.

A cultura organizacional deve ser uma prioridade desde o início; deve partir dos fundadores e, em seguida, fluir para todos os empregados. A sua cultura é constituída por uma miríade de influências e um múltiplo de peças.

Em seu livro Business for punks Watt lista as cinco influências mais significativas que contribuíram para o sucesso da BrewDog:

1. Clareza
Sua missão é ainda mais importante internamente do que externamente. A evidência externa mais evocativa e autêntica de uma missão é alcançada pelo reflexo da alma de sua empresa. Se sua missão é singular e atraente, sua equipe será galvanizada e fortalecida por essa missão, como se todos corressem na direção de uma mesma causa para o alcance de uma meta coletiva.
2. Integridade
Você precisa promover um ambiente de confiança onde os membros da equipe tenham fé na liderança e a liderança seja responsável pelas pessoas que está conduzindo.
3. Comunicação 360 graus
A empresa precisa ter uma comunicação eficaz de 360 graus e precisa garantir que os membros da equipe tenham espaço para contribuir e participar das decisões de negócio. Você precisa se esforçar para criar um ambiente onde todos se sintam parte do núcleo porque eles realmente são o núcleo.
4. Empoderamento
As pessoas dão o melhor de si quando se sentem criativas e podem florescer. O compromisso com aprendizagem, formação e educação e a perspectiva de crescimento possibilitam aos membros das equipes serem estáveis e mais comprometidos com o longo prazo.
5. Ajuste na cultura
Uma das questões mais importantes quando é feita uma contratação é quão adequado à cultura da empresa o candidato está. Os primeiros primeiros funcionários contratados vão desempenhar um papel fundamental estabelecendo e expandindo a cultura organizacional. É fundamental estabelecer o tom para a sua organização.

Criando experiências “com alma” para os clientes
Enquanto algumas startups têm como foco a entrega de um minimum viable product (produto viável mínimo), a BrewDog decidiu por uma abordagem oposta: desenvolver as melhores cervejas do mundo desde o início.

Criar o que chamamos de “experiências com alma para os clientes” (“customer experiences with soul”) começa com a visão que temos do negócio. Processos de inovação, métodos, canvas ou outras metodologias e ferramentas de gestão não substituem o modo de ver do empreendedor. Aproxime-se de seu cliente, faça tudo o que puder para vestir seus sapatos em cada momento de sua experiência, do começo ao fim, e você poderá encontrar o que fará a diferença entre uma grande experiência do cliente e uma experiência “com alma” para o cliente.

A experiência com alma para o cliente é aquela em que cada parte da organização contribui de forma autêntica e excelente para satisfazê-lo. Um exemplo disso vem do impacto que uma xícara de café pode ter na experiência de se hospedar em um hotel. Nós sempre desfrutamos de um bom café da manhã nos hotéis, e hoje me parece que com uma ou duas exceções notáveis, nem sempre há grandes diferenças, independentemente da qualidade do hotel. Tivemos uma experiência decepcionante em um café da manhã em um ótimo hotel em Londres recentemente, e percebemos que, para nós, a qualidade do café que bebemos é o que realmente faz a diferença.

Não importa quão bons sejam os outros aspectos de um hotel, o que deixa uma impressão duradoura é a sensação que temos em começar nosso dia com uma ótima xícara de café. Isto pode parecer trivial, menor, mas realmente é algo considerável para entender o design de experiência do cliente. O que faz a diferença entre uma boa experiência e uma experiência excepcional muitas vezes pode ser encontrada em um detalhe insignificante.

Goethe, o grande poeta, artista e mestre da observação, cunhou a frase “um instante vale mil instantes tendo tudo dentro de si”. O que Goethe está nos alertando é a maneira pela qual, por vezes, podemos encontrar um fenômeno, como uma xícara de café em um hotel, que contém toda a essência da marca, da empresa, dos valores, da experiência como um todo, e encontrar esta experiência arquetípica vale um milhão de outras experiências menos arquetípicas.

É interessante notar como a BrewDog aborda a questão do café em seus bares, já que seu foco é a cerveja artesanal. Como defensores da oferta de produtos que surpreendam, a atitude da BrewDog é “só queremos trabalhar com o melhor em todo o negócio”. Desta forma, promovem a mesma atitude para o seu café como fazem com a sua cerveja artesanal, fomentando relações com organizações que também estão na vanguarda em oferecer o melhor, como a Dear Green Roastery, em Glasgow, empresa que criou uma mistura especial de café para os bares da BrewDog e com a qual esta mantém uma parceria.

Este exemplo realmente vale a pena estudar, já que mesmo no café, que não é o produto que fabrica, a BrewDog consegue encarnar toda a filosofia da empresa, a paixão pela excelência e o desejo de fazer parcerias apenas com aqueles que compartilham seus mesmos valores centrais. Nada menos do que uma surpreendente xícara de café vai impactar imediatamente a experiência de um visitante de um bar BrewDog, por isso a atenção aos detalhes é tudo.

Grandes empresas são as que prezam e trabalham pela experiência com alma para os clientes. Quando você se conecta com a alma da sua organização e experimenta o modo como ela se expressa através de cada parte, então você criou uma marca autêntica e viva.

Crowdfunding
Em nosso trabalho de consultoria definimos sustentabilidade de forma ampla, ou seja, como a qualidade de nossas relações. O que fazemos é ajudar os líderes empresariais a desenvolver uma forma de ver mais dinâmica e sistêmica de todos os relacionamentos em ambos os ecossistemas, empresarial e ambiental, e como essas relações interconectadas impactam a cultura, a missão e, finalmente, os resultados. Watt descreve a BrewDog como “uma cooperativa moderna que diz respeito, em última instância, à conectividade, à cultura e à comunidade”. A maneira como eles alcançaram um alto nível de relacionamento e engajamento com seus clientes se deve a seu inovador programa Equity for Punks (programa de participação dos clientes no negócio como investidores).

Em uma recente palestra na London School of Economics, Watt descreveu Equity for Punks da seguinte maneira:

“A comunidade Equity Punks é o coração e a alma do nosso negócio, e ter essa comunidade entusiasmada com o que fazemos nos permitiu crescer tão rápido como aconteceu ao longo dos últimos quatro anos. Nós envolvemos nossos equity punks nas decisões que tomamos, no modo como podemos crescer, na forma como desenvolvemos o negócio. Eles nos ajudam a escolher quais cervejas devemos desenvolver, a decidir as cidades nas quais deveríamos abrir novos bares; eles são uma parte muito importante da equipe e da nossa jornada como empresa. Portanto, para nós Equity for Punks foi realmente o que mudou o jogo”.

O primeiro programa Equity for Punks foi lançado em 2009 e não somente levantou £15 milhões, mas também criou uma “legião de embaixadores da marca em todo o mundo”. Um aspecto-chave é que as primeiras sete empresas de financiamento que a BrewDog visitou rejeitaram a ideia do programa classificando-a como impossível. A BrewDog não desistiu depois das rejeições e continuou até que encontrou uma oitava que acreditou na viabilidade da proposta.

Em contraste com outras plataformas de crowdfunding disponíveis na época, que ofereciam pouca segurança, a BrewDog passou pelo processo de regulação e aprovação formal por que passam grandes organizações que fazem oferta pública de ações. Mas a verdadeira beleza do modelo equity for punks não reside no aspecto financeiro, mas no modo como é estabelecida a relação entre a BrewDog e as pessoas que gostam das cervejas que ela fabrica. Assim, por exemplo, existem muitos benefícios para quem compra ações, tais como descontos online e em bares BrewDog, acesso exclusivo a novas cervejas e convites para a assembleia de investidores, que na verdade é muito mais um festival de música — no ano passado, no Reino Unido, mais de seis mil equity punks compareceram.

A BrewDog queria colocar um fim ao tradicional e um pouco contraditório paradigma “produtor e cliente participam de um jogo de soma zero”. Seu objetivo sempre foi alinhar completamente as metas e os objetivos da empresa com os das pessoas que compram seus produtos a fim de conquistá-las e atraí-las para um relacionamento de longo prazo e assegurar que a comunidade dos apreciadores de cerveja compartilhasse os mesmos objetivos.

Transparência como marketing
No ano passado, a Havas Media Group publicou uma pesquisa mostrando que as marcas que aumentam o bem-estar dos indivíduos, das comunidades e das sociedades têm um “share of wallet”, que é, em média, 46% maior em comparação com as marcas que não são percebidas como significativas para a vida das pessoas. Os clientes estão agora respondendo a essas empresas, que são verdadeiramente transparentes em tudo o que fazem. Não é suficiente falar sobre seu propósito e sobre a missão da sua empresa. Todos na organização precisam vivenciá-los. Absolutamente tudo comunica algo sobre o seu negócio e, finalmente, sobre a sua marca, que, por sua vez, afeta a percepção das pessoas a respeito dela.

Elas querem algo em que acreditar, algo com que possam se relacionar, além da oportunidade de fazer parte de uma mudança, de uma revolução. Você precisa dar-lhes essa oportunidade. Elas não querem ouvir as características técnicas dos seus produtos, querem ouvir a sua missão. Empresas e marcas frequentemente desaparecem; porém, o espírito por trás das revoluções pode viver para sempre.

É precisamente esse espírito revolucionário que uma startup ambiciosa precisa capturar.

Uma cruzada cria o contexto de elevado propósito e significado e posiciona o seu negócio firmemente neles. Ela também ajuda a criar, estabelecer e promover uma categoria de produto mais poderosa, autêntica e convincente do que simplesmente promover as vendas desse produto.

A BrewDog é uma marca e um negócio autênticos porque você sabe exatamente o que esperar dela. Ela é o que é, vive a sua missão e não está tentando ser tudo para todo mundo. A atitude punk da BrewDog nos fornece um “manifesto para fazer negócio” e orienta uma nova geração de empreendedores, de pessoas que precisam aprender novas formas de financiamento e de formação de equipes tão apaixonadas como em construir aplicativos, plataformas, eventos e experiências.

Simon Robinson é sócio- fundador da consultoria Holonomics Educação e um dos fundadores da Genie Internet. Coautor de Holonomics: business where people and planet matter (Floris Books, 2014) e editor do blog http://www.transitionconsciousness.org. Maria Moraes Robinson é economista e consultora em estratégia, balanced scorecard e gestão da mudança. Coautora, de Holonomics: business where people and planet matter (Floris Books, 2014), e autora de O ativista da estratégia (Campus, 2011) e Gestão da estratégia: experiências e lições de empresas brasileiras (Campus, 2005). É sócia fundadora da consultoria Holonomics Educação.

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Atributos de um empreendedor poderosamente transformador

Posted by HWBlog em 09/03/2016

ExecutivoEmpreender é uma arte maravilhosa: é impossível não se apaixonar por algo tão formidável e singular.

Dentro desse sublime organismo podemos criar, manter, lapidar e potencializar todos os processos até que eles se tornem perfeitos e únicos. Certamente, todos os seres humanos sonham em alcançar reconhecimento, fama e sucesso no curso de suas ocupações, visto que essas positividades fazem bem ao ego e fortalecem grandiosamente o espírito de cada criatura vivente do nosso reino.

O mercado atual é muito competitivo, parelho e volátil, o que obriga cada vez mais as empresas a se reinventarem para sobreviverem a esses estímulos perigosos e vastamente demolidores. Usando letras heterogêneas, a comunidade mercadológica anseia pelo surgimento de um profissional que ostente características inovadoras e tipicamente mirabolantes.

Sempre compartilho com os meus amigos que essa qualidade social (empreendedorismo) pode ser gerada dentro do âmago de qualquer pessoa do mundo, desde que a mesma saiba trabalhar os skills que moram em sua criativa e lúdica aura. Muitas pessoas fracassam porque pensam que para empreenderem não necessitam de dom, preparo, perseverança, foco e determinação. Ora, nada é possível sem a existência dessas importantes e divinas atitudes.

Por isso, resolvi externar algumas das faculdades mais eminentes dos empreendedores bem sucedidos para que possamos agrega-las a nossa carreira e otimizarmos titanicamente as nossas virtudes. Veja:

1 – Suas ideias possuem significado: um exímio empreendedor não realiza suas atividades apenas para ser bem sucedido ou para marcar seu nome na história do mercado mundial, pelo contrário, ele preserva nelas as suas maiores paixões, visto que tudo aquilo que produz é um reflexo fiel e legítimo de seus ideais. Em outras palavras, ele ama profundamente o seu negócio, pois ele lhe dá a honrosa oportunidade de por em pratica seus talentos e dons naturais.

Sendo assim, busque uma área que possa lhe proporcionar uma satisfação pessoal e não somente ganhos financeiros e sociais. Esse é o primeiro passo para um profissional encontrar seu propósito mercadológico, alinhando seus princípios e valores ao mágico universo das organizações.

2 – Seu grau de resiliência faz frente aos anjos: o excelso empreendedor possui uma estabilidade emocional bem próxima da perfeição, o que faz com que ele absorva as energias negativas do ambiente de forma inteligente, assertiva e puramente sábia. Usando letras invertidas, ele sabe se controlar tanto internamente (através do autoconhecimento) quanto externamente (por meio da resistência), fazendo com que nada tenha poder de desviá-lo do seu foco principal.

Lembre-se: quanto maior for sua energia emocional, maiores serão as suas chances de êxito em qualquer atividade corporativa. À vista disso, crie pontes indestrutíveis para que nenhum meteoro tenha capacidade de estagnar sua nave espacial, fazendo sua orbe ser sólida, impenetrável e absolutamente intransponível.

3 – Sua criatividade é notavelmente acentuada: o sublime empreendedor sabe dar originalidade aos seus produtos e serviços, encontrando soluções versáteis para os múltiplos problemas vislumbrados. Esses excêntricos profissionais sabem interpretar e analisar os cenários de forma visionária e estratégica, são curiosos e ao mesmo tempo concentrados, amam a diversidade de opiniões e as reflexões tipicamente confrontadoras e, principalmente, possuem um vasto conhecimento de suas áreas e uma singular capacidade de percepção, o que os permite chegar à frente dos demais com folgas particularmente consideráveis.

Por conseguinte, procure gerar essas virtudes em seu coração, enxergando as coisas sob inúmeros ângulos diferentes e questionando o banal e corriqueiro para dar asas ao extraordinário e inigualável deus da imaginação.

Mantenha-se confiante: ao realizar essas formosas ações, seu espírito será tomado por uma força intrépida e revolucionária, capaz de entregar tesouros infinitos e inestimáveis para a sua carreira. Portanto, não hesite, aja.

4 – Seu conhecimento é fruto de muita determinação e disciplina: o formidável empreendedor se preparou exaustivamente ao longo de sua carreira: conquistando títulos, participando de eventos, palestras e workshops, adquirindo material impresso e digital: como livros, revistas, e-books e dvds, questionando pessoas mais experientes sobre assuntos específicos e complexos (sem receio de perguntar e sanar suas dúvidas), sacrificando finais de semana e encontros familiares para executar projetos e planos que mereciam sua atenção imediata, enfim ele teve uma rotina puxada, dolorosa e rigorosamente enfadonha.

Confie em mim: você não chegará ao topo sem aceitar (e suportar) essas dores, até porque é delas que procedem as maiores vitórias humanas, como mencionou brilhantemente Machado de Assis: “A vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal.” Deste modo, faça do conhecimento a sua âncora e da motivação a sua maior estrela, concebendo uma alma apaixonada pelas esferas da perseverança e da sujeição, para que assim, o futuro possa meritocraticamente recompensá-lo e justifica-lo.

5 – Sua teia de contatos é extremamente bem trabalhada: o magnânimo empreendedor é socialmente inteligente. Ele sabe como ninguém fortalecer sua rede de contatos para criar um networking fenomenal que dará a ele vantagens específicas e raras frente ao mercado de trabalho.

Não se engane: essa esplêndida habilidade faz esse cidadão viver cercado de pessoas que estão sempre dispostas a servi-lo e a serem servidas por ele, de sorte que é uma via de mão dupla onde ambas as partes obtém lucro e se sentem poderosamente realizadas. Em outros termos, esse sujeito consegue fomentar um laço de trocas onde o respeito, a credibilidade, a reputação e a confiança fazem toda a diferença, recompensando cada um de acordo com suas enobrecidas e glorificadas ações.

Destarte, saiba conquistar as pessoas por meio de um caráter de valor: esticando as pontes entre os seus objetivos e os do próximo para que todos andem em uma mesma estrada, mesmo trilhando caminhos inversos e piamente ambíguos.

6 – São astutos e possuem visão periférica do campo: um estupendo empreendedor sempre estuda o ambiente que o cerca, de forma a se antecipar as variáveis do adversário e prevê-las. Essa atitude é fundamental para o mesmo identificar seus pontos fracos e trabalha-los estrategicamente, fazendo os tais serem reduzidos e até mesmo, eliminados. É também nesse momento que ele aproveita para verificar os aspectos assertivos do inimigo, de modo a trazê-los para si e enriquecer colossalmente o capital intelectual da organização

Lamentavelmente, muitos empresários se limitam a observarem apenas as coisas que acontecem do lado de dentro (seus funcionários, seus clientes, suas informações, etc…) fechando os olhos para os importantes acontecimentos que ocorrem do lado de fora.

Por isso, trace uma vereda sábia: gerencie todas as engrenagens existentes, dando atenção a TODOS os stakeholders que existem a sua volta, pois do contrário, você será forte em alguns braços e fraco em outros, o que futuramente poderá lhe trazer desnecessários desconfortos.

O segredo é ser proativo e buscar ver as coisas sob um ângulo macro, analisando a movimentação das peças e executando realizações simultâneas para que a sua gestão esteja sempre um passo a frente das demais.  É como nos ensinou magistralmente Peter Drucker: “Não podemos prever o futuro, mas podemos cria-lo.”

7 – São mentores inteligentes e eficazes: um ótimo empreendedor sabe ouvir e dar feedbacks, filtrar críticas e expor elogios, doutrinar pessoas com maestria e tenacidade, remover barreiras e motivar pessoas, destruir conflitos interpessoais e unificar o plantel, impulsionar dons adormecidos e talentos ocultos e, principalmente, ser exemplo de integridade e virtude para os seus estimados pupilos.

Seguramente, é impossível ver um negócio prosperar sem a existência de um mentor diferenciado no núcleo das referidas transições. Sem dúvidas, os integrantes dessa corporação precisam de um norte nítido para esculpirem suas ações e uma torre reluzente que os guie para um mesmo radar, permitindo que estejam navegando sempre em águas tranquilas, isto é, longe de furações, ventos e tempestades.

Desta forma, seja um líder e exista para servir as pessoas, mantendo-as seguras e confiantes no decorrer das lúdicas atividades corporativas.

8 – São planejadores na verdadeira acepção da palavra: um egrégio empreendedor não atira no escuro: ele implanta as ideias embasado no que o mercado lhe oferece. Diferente dos insensatos e despreparados que:

  • Não sabem criar um plano de negócios eficiente e objetivo;
  • Não possuem conhecimento algum em finanças, gestão, marketing e pessoas;
  • Não sabem gerar um diferencial que potencialize o negócio e estimule (“viralize”) o consumo da marca;
  • Têm tremendas dificuldades de focarem no porvir, limitando-se apenas as esferas do presente;
  • Não sabem criar e aguçar um retorno plausível que compense o investimento dispensado;
  • Não montam seus projetos com base na existência de um público alvo específico, isto é, que provavelmente se interessaria pelo referido material;
  • Não estão dispostos a enfrentarem objeções de todos os lados, bem como os ventos contrários que são inerentes a supracitada profissão;
  • Não sabem separar os ganhos institucionais dos ganhos pessoais;
  • Vivem procurando “chifre em cabeça de cavalo”, ao invés de realizarem o simples com eficácia e agilidade;
  • Se cercam de pessoas que não agregam valor e ainda contribuem para o decréscimo do capital intelectual criativo.

Pense diferente, aja diferente: seja um planejador com uma visão contemporânea e não ponha jamais sua confiança em eventos superficiais e frágeis. E com o passar das luas, você perceberá que o esforço praticado com convicção, perseverança, organização, competência e disposição dá bons resultados e conforta o coração daquele que acreditou em si mesmo e nas esplêndidas atmosferas da esperança.

9 – Possuem uma autoconfiança absolutamente inabalável: o voraz empreendedor toma suas decisões com segurança e otimismo, sem nenhum tipo de titubeio, pois nasceu com brilho nos olhos e total esperança no pensar. Ele reconhece que empreender nada mais é do que lidar com incertezas e atmosferas incógnitas, cabendo a ele correr riscos para impulsionar seus negócios e otimizar suas projeções.

Com o passar dos anos, esse profissional vai acumulando experiências específicas que o fazem minimizar seus riscos e suas probabilidades de insucesso em determinadas situações. Além disso, ele vai aprendendo que as “quedas” não necessariamente são maléficas para a sua alma, mas existem para servirem de base para edifícios mais representativos e proeminentes no porvir.

Então, agregue essas portentosas lições para a sua vida: seja confiante, positivo, renitente, corajoso, argucioso e compenetrado, destruindo essas energias contrárias por meio de uma autoestima incontrolavelmente transformadora e de uma teimosia particularmente regeneradora.

10 – Eles fazem do tempo os seus maiores tesouros: o maravilhoso empreendedor não é aquele que possui prédios faraônicos, pilhas de funcionários, frotas de carros, exorbitantes faturamentos, fama mundial e um negócio com mais de cinquenta anos de vida, mas sim aquele que aprendeu a controlar seu tempo de maneira correta e eficiente em todos os âmagos de sua existência.

Não estou falando apenas do tempo a ser gerenciado na empresa através de reuniões objetivas, tarefas operacionais inteligentes e administração ferrenha dos “encurtadores do dia”, mas ainda da gestão prudente e ajuizada da vida particular. Sim, a esfera pessoal é muito importante, dado que muitos empresários vivem melancólicos, isolados, insatisfeitos e depressivos porque direcionaram todas as suas forças para o “inoxidável trabalho” e nenhuma gota de suor sequer para as suas secundárias intensões, pasmem: suas rejeitadas e desprezadas famílias. Em outros termos, essas criaturas fazem seus filhos, esposas, pais, mães e parentes serem meros coadjuvantes em suas linhas do tempo enquanto acumulam dólares e objetos que no fim das eras se tornarão tão somente pó e cinzas.

Isto posto, aprenda a sorrir mais, a ganhar dinheiro com responsabilidade e humildade e, prioritariamente, a valorizar seus entes queridos com amor e cordialidade, evitando que o mostro da ganância apanhe suas pedras preciosas e roube seu valioso (e insubstituível) princípio vital. 

Em uma partida de futebol, o time precisa de um meia habilidoso e esperto para articular as jogadas e surpreender os adversários. Do mesmo modo que acontece no esporte “dos onze contra onze”, as empresas também necessitam de um mestre para contarem com trunfos diferenciados seguidos de revolucionárias tacadas.

No cenário contemporâneo, um bom empreendedor é o que está disposto a aprender eternamente, se transformando em um aluno dedicado, disciplinado e motivado para absorver as informações e elevar o patamar de sua organização para um nível genuinamente primoroso.

Por conseguinte, seja um magnífico pupilo do conhecimento: moldando suas movimentações para as suas qualidades serem aprimoradas por meio de gestos testados, planejados e otimizados

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Dicas para extrair o máximo do seu plano de negócios

Posted by HWBlog em 23/02/2016

Human hand checking the checklist boxesMuito já se falou sobre a importância dos planos de negócios, mas geralmente estão associados ao empenho na busca por investimentos e parceiros estratégicos. Sem dúvida ele é elemento fundamental para esses objetivos, mas pode oferecer muitos outros benefícios, caso seja adequadamente explorado.

Tudo começa com o seu modelo de gestão e controle. Quanto mais calibrado for, mais útil será a existência de um plano de negócios dinâmico, de onde se possa extrair as principais medições para avaliar o desempenho do seu negócio.

Nesse caso, aquele calhamaço de papeis intitulado como business plan, que passou a ocupar um solene lugar na gaveta do canto do escritório, sempre pronto para ser usado em uma oportunidade com potenciais investidores, passa a assumir uma dimensão relevante para o dia a dia, e agradecerá ao ser libertado do mofo do armário.

O fato é que transformado em instrumento de gestão, deverá passar por uma reforma, não só de conceito, mas principalmente no tratamento cotidiano, que deverá ser sistemático e rotineiro.

Se é esse o destino honrado que você deseja ao seu precioso plano de negócios, observe as dicas abaixo, que vão ajudá-lo a transformar esse monte de papel encadernado num importante aliado.

1 – Passe a compreendê-lo de forma diferente. A partir de agora ele terá que convencer você também. Portanto, encare uma profunda atualização.

2 – Reestabeleça o mais rápido possível a versão eletrônica que deu origem ao material encadernado.

3 – Discuta exaustivamente com sócios e os colaboradores mais importantes o novo posicionamento que ele assumirá. Depois disso, estabeleçam entre vocês uma lista de responsabilidades. Duas atividades serão fundamentais:

1) Alimentá-lo por meio de um sistema customizado (seria o ideal), ou se for o caso, manualmente mesmo, e, 2) Extrair relatórios de desempenho e, em seguida, apresentar ao grupo em uma reunião cuja pauta seja exclusivamente a cobrança interna por resultados.

4 – Para que o item 3) possa ser realmente efetivado, será necessário investir um bom tempo colocando os controles internos em ordem, ou seja, organizando as fontes de informações que vão alimentar o plano, de forma a garantir consistência e confiabilidade nos números.

5 – Batalhar para que todos esses cuidados prossigam por meio de um processo organizado e eficiente, mas blindado de exageros de sofisticação, para que tenha longevidade e se incorpore no cotidiano da empresa, evitando que seja abandonado por pura overdose de chatice corporativa. Simples e direto, apenas isso.

Caso tenha sucesso nessa implementação, parabéns! Sem grandes complicações, você estará dando os passos fundamentais para um importante amadurecimento de gestão, que é a transparência de informações. Passo essencial para voos mais altos e fazer a sua empresa ser levada a sério.

Mais do que isso, estará contribuindo para o bom sono de muita gente: gerentes de banco, investidores se for o caso, e o seu também. Tenha certeza disso.

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Dicas infalíveis para quebrar sua empresa

Posted by HWBlog em 18/02/2016

empresa 03Todo negócio necessita de um grau de otimismo, o que é desejável e natural. Porém, quando há um elevado espírito de otimismo, pode ser prejudicial caso os envolvidos não cuidem devidamente de alguns aspectos determinantes e elementares para que o empreendimento possa se perpetuar. Observe se identifica alguma das dicas em sua jornada empreendedora que possam afetar de forma negativa e, até mesmo, levar ao fim o seu negócio.

1 – Faça planos e deixe o universo conspirar a favor. Você é um cara de sorte e tudo vai acontecer naturalmente;

2 – Ao contratar pessoas para a sua equipe, foque no menor salário, pois assim alcançará excelentes resultados. Nunca se esqueça que “do couro tira-se a correia”;

3 – Não desperdice seu tempo e dinheiro com treinamentos, basta você definir como serão as regras que todas as pessoas saberão fazer tudo direitinho, não é mesmo?;

4 – Invista apenas em marketing, pois ele sozinho garantirá os resultados que seu negócio precisa;

5 – Lembre-se que cliente é tudo igual, não perca o seu tempo tentando descobrir as necessidades deles, basta rotular bem os seus produtos ou serviços que todos vão querer consumi-los;

6 – Você não pode perder o seu precioso tempo em reuniões com o seu contador para discutir sobre formas legais para reduzir a carga tributária da sua empresa. Você já sabe qual é a melhor alternativa e ponto final;

7 – Não mantenha controle financeiro. O que importa é dar uma olhadinha na conta bancária. Fazer fluxo de caixa, planejar e acompanhar as operações financeiras não vale a pena pois, afinal, o importante mesmo é ter dinheiro na conta;

8 – Não esqueça que resultado é uma conta simples (tudo que entra menos tudo que sai). Medir resultados dá muito trabalho e é desnecessário. Jamais esqueça que a sorte sempre estará ao seu lado;

9 – Não esquente a cabeça com dinheiro. Agora você é um empresário e sua vida tem tudo para melhorar. De forma prática, tudo pode ser resolvido com um cartão de crédito corporativo. Ele resolverá todas as suas necessidades e sua empresa pagará com tranquilidade as faturas mensais;

10 – Faça do caixa da sua empresa uma extensão da sua carteira. Quando precisar de dinheiro, basta pegar. Nada de estabelecer limites e muito menos um valor fixo de retirada mensal, afinal, você é empresário e jamais pode ter limites;

11 – Todo empresário merece usufruir da vida e com você não pode ser diferente. Diante desta situação, nada de trabalhar mais do que 8 horas por dia, sábados nem pensar, domingos e feriados, então, jamais! Não esqueça que está no comando e você é o cara;

12 – Abra várias contas bancárias para sua empresa e não se esqueça de agradar bem os seus gerentes, pois dependerá muito deles para conseguir bons limites nos cheques especiais de cada conta para utilizar sempre que precisar;

13 – Contrate uma contabilidade para cuidar apenas dos impostos e da folha de pagamento dos seus empregados e, no máximo, um livro caixa. Não se atreva a pensar em escrituração contábil, pois lhe disseram que sua empresa não está obrigada. Você é um empresário que sabe das coisas, não precisará da contabilidade para apurar os resultados, apresentar indicadores e relatórios de evolução das despesas, receitas, contas a pagar e a receber e dos impostos em aberto. Estas informações não ajudam em nada pois você já sabe que é um cara de sorte e o universo conspira a seu favor, não é mesmo?;

Importante lembrar que basta praticar todas as dicas acima que a quebra será certa. Mas, se você fraquejar e só conseguir praticar algumas dicas, fique tranquilo, pois pode demorar um pouco mas, da mesma forma, seu negócio não alcançará o próximo ano.

Pense nisso!

Vanildo Veras

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Respostas para entender o Simples Nacional

Posted by HWBlog em 19/01/2016

3d blind human with balance in her hand

Para quem está começando uma pequena empresa, o regime costuma ser a melhor opção para pagar uma alíquota única de imposto. Mas, antes de escolher, é preciso avaliar se seu negócio pode fazer parte do Simples e se é, de fato, mais vantajoso.

Para ajudar nesta tarefa, uma lista de perguntas com respostas sobre o modelo, respondidas pela Receita Federal;

1. Quais impostos estão inclusos no Simples?

Em uma mesma alíquota, o empreendedor já recolhe os seguintes tributos: Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Contribuição para o PIS/Pasep, Contribuição Patronal Previdenciária (CPP), Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) e Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

2. Qual o limite de receita bruta para estar Simples Nacional?

Para estar no Simples, as empresas podem ter receita de R$ 3,6 milhões no mercado interno e mais R$ 3,6 milhões em exportações. O valor, no entanto, é proporcional aos meses de adesão. Se você começou a  empresa em 2015 e quer optar pelo Simples neste ano, precisa se atentar à regra.

Por exemplo, uma empresa aberta em maio pode ter faturamento limite proporcional de R$ 2,4 milhões em 2015 para poder entrar no regime. O mesmo vale se você faz a opção no abertura da empresa: um negócio aberto em setembro, já no Simples, pode ter faturamento limite de R$ 1,2 milhão naquele ano para não ser excluído.

3. Quem não pode fazer parte do Simples Nacional?

Existem várias situações que excluem empresas do sistema. A principal é ultrapassar o valor limite de faturamento de R$ 3,6 milhões. Ficam de fora ainda empresas que tenham outra pessoa jurídica no comando, filiais ou sucursais de empresas com sede no exterior, cooperativas, sociedade por ações, empresas com sócios que morem no exterior, negócios em débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal.

A exclusão vale ainda para alguns setores, como bancos e instituições financeiras, serviço de transporte, energia elétrica, carros e motos, importadora de combustíveis, cigarro e bebidas e incorporação de imóveis. Por isso, antes de fazer sua escolha, converse com o contador se a empresa cumpre todos os requisitos.

4. Como fazer a opção pelo Simples Nacional?

A opção pelo Simples Nacional é feita na internet, por meio do  Portal do Simples Nacional ( em Simples Serviços > Opção > Solicitação de Opção pelo Simples Nacional) e vale para todo o ano. Em 2016, a opção pelo Simples pode ser feita até 29 de janeiro.

5. Como acessar os serviços do Simples Nacional?

O acesso aos serviços do Simples Nacional pelo site exige código de acesso ou certificado digital.

6. É possível solicitar o cancelamento do Simples?

É possível cancelar o pedido de inclusão no Simples enquanto ele estiver “em análise”. Depois de aprovado, o pedido vale por todo o ano e só pode ser modificado no ano seguinte.

7. Tenho débitos do Simples Nacional. O que fazer?

É possível parcelar os débitos do Simples Nacional. Em 2015, a Receita Federal notificou 400 mil pequenas empresas para regularizarem suas dívidas. O empreendedor tem até o último dia de adesão ao Simples para os pagamentos. Quem não quitar ou parcelar seus débitos poderá ser excluído.

8. Ultrapassei o limite de faturamento. E agora?

Esta é uma das ocasiões em que a empresa é excluída do Simples. Ao ultrapassar um faturamento bruto anual de R$ 3,6 milhões, o negócio deixa de ser parte do regime. O ideal é fazer o pedido de exclusão antes mesmo de estourar o limite. O contribuinte pode confirmar a exclusão acessando o serviço no portal do Simples Nacional.

Priscila Zuini

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Ética e Empreendedorismo

Posted by HWBlog em 17/01/2016

eticaRecentemente, muitas pessoas acompanharam o seriado que retratava a vida e “obra” do maior narcotraficante de todos os tempos, Pablo Escobar. Como eu me lembrava da maioria dos fatos da época, fiquei muito interessado em pesquisar mais e relembrar algumas coisas sobre a vida desse “fenômeno”, que só existiu graças a corrupção, ignorância e pobreza de muitos.

Apesar de repudiar todas as atrocidades feitas por ele e de ser radicalmente contra qualquer tipo de contravenção, não pude deixar de assistir a um outro seriado (melhor ainda) produzido pela TV colombiana, dessa vez com os olhos de alguém que gosta de observar e analisar o comportamento de empreendedores. Minha proposta era tentar esquecer um pouco as coisas terríveis feitas por esse homem e analisar as suas ações identificando acertos e erros, sob a ótica empreendedora.

Como tem sido demonstrado em todas as biografias, documentários e seriados, Pablo Escobar era uma pessoa dotada de uma inteligência analítica e estratégica acima da média, alem de possuir uma fantástica visão de oportunidades e ousadia (para não dizer “agressividade”) nos negócios.

Esses atributos geralmente indicam uma grande probabilidade de sucesso. No entanto, se não houver uma inteligência emocional agregada a essas competências, a probabilidade de fracasso será muito maior do que a de empreendedores que tenham uma inteligência apenas mediana, mas possuam uma inteligência emocional acentuada.

Confira abaixo os principais acertos e erros de Pablo Escobar que podem servir de lição para os nossos empreendedores.

ACERTOS

1. Conseguiu identificar uma necessidade de um mercado específico O reconhecimento de uma boa oportunidade – onde há um potencial mercado consumidor para a solução de um problema -, a percepção da escassez de um produto ou a identificação de um produto inovador é a base de qualquer empreendimento de sucesso.

2. Verificou a disposição dos membros desse mercado a pagarem pelo seu produto Uma solução ou produto que possa ser consumido por um mercado específico não é suficiente. O público deve estar disposto a pagar por esses produtos ou soluções, e os valores devem gerar lucro para a sua operação.

3. Influenciou toda a cadeia, da produção à distribuição Empreender é também expandir a sua área de influência. Desenvolver bons fornecedores e parceiros na distribuição e logística são cruciais em determinados tipos de operação. Nesse caso, Pablo Escobar estabeleceu essa influência, oferecendo sociedade a esses parceiros.

4. Entrou em um negócio que tinha as competências necessárias para gerenciar Embora ele estivesse entrando em um empreendimento novo, trazia competências anteriores adquiridas em negócios similares.

5. Anotava tudo O hábito de ter listas de tarefas a fazer evita a perda de foco e possibilita um melhor acompanhamento de suas atividades. Além disso, cria-se uma base histórica do seu negócio, facilitando o planejamento futuro.

6. Pensava em responsabilidade social No início de suas “atividades empresariais”, ele tinha uma preocupação legítima com a sua comunidade. Isso gerou uma grande admiração e suporte por parte da população local.

ERROS

1. Ficou arrogante Um dos primeiros sinais de potencial fracasso de um empreendedor é a arrogância oriunda do “sucesso”. Por conta dessa arrogância, empreendedores desrespeitam parceiros comerciais e perdem tempo e energia em projetos megalomaníacos. Ao longo do tempo, vão perdendo o respeito e confiança de todos os envolvidos.

2. Acreditou que sua influência e poder podiam tudo Ao conseguir aumentar a sua área de influência e ganhar muito dinheiro, passou a ter a sensação de poder influenciar tudo e todos. Parece algo fácil de entender, mas essa é uma das grandes armadilhas do sucesso para pessoas que não tem inteligência emocional: não suportar a frustração de ver algumas de suas empreitadas não se materializando em resultados.

3. Entrou em atividades que não conhecia Influenciado pelas arrogância e a sensação de poder tudo, entrou em uma área que não conhecia (a política), com a sensação de que conseguiria tudo. Não só não conseguiu, como foi expurgado dessa atividade e, como efeito colateral, perdeu o foco de seu negócio principal, alem de sofrer danos pessoais que impactaram no seu desempenho.

4. Afastou-se dos negócios para travar suas batalhas pessoais Por conta de sua vaidade e sensação de poder tudo, concentrou-se em batalhas pessoais que não agregavam nenhum valor para si nem para seu negócio. Quantos empreendedores não entram em disputas judiciais ou “brigas” com seus concorrentes apenas pelo prazer de “eliminar” os inimigos, que, na maioria dos casos nem representam ameaça real?

5. Não foi fiel com seus parceiros de negócio Se, no início da carreira, mantinha a sua palavra e respeitava os parceiros, mais tarde passou a adotar a política de só aumentar seus próprios ganhos, em detrimento aos de seus “parceiros comerciais”.

Sei que, à primeira vista,  analisarmos um narcotraficante como exemplo de empreendedorismo pode ser muito ruim. No entanto, escolhi esse exemplo propositadamente para que, alem das análises acima, façamos a seguinte reflexão. Quantas vezes admiramos e nos inspiramos em empreendedores pelo  simples fato de terem ganho muito dinheiro, sem nos preocuparmos com os meios que utilizaram para atingir esse sucesso?

Será que não está na hora da comunidade empreendedora e das entidades que fomentam o empreendedorismo pararem de idolatrar empreendedores apenas pelo seu sucesso financeiro? Será que não está na hora de passar a ser mais seletivo e criterioso quanto aos métodos utilizados para chegar lá? E quanto à maneira como tratam a comunidade e seus colaboradores? E, finalmente, quanto à quantidade de crimes “indiretos” que  alguns deles já cometeram? Quantos Pablo Escobar não existem ainda, travestidos de empreendedores e benfeitores?

Creio que essa seria uma grande contribuição que a comunidade empreendedora estaria dando para a melhoria da ética em  nosso país.

Carlos Miranda

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