PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Archive for the ‘Comunicação’ Category

Antissociais

Posted by HWBlog em 21/12/2012

Executivo SeniorOs executivos e alto desempenho não têm tempo sobrando; passam muitas horas em reuniões ou gerindo suas empresas. Nem pensam em fazer parte do mundo das redes sociais.

“É preocupante: os CEOs das grandes companhias são virtualmente invisíveis em redes como Facebook ou Twitter”, diz Josh James, fundador e CEO da Domo, empresa especializada em negócios inteligentes.

Em parceria com a Ceo.com, James realizou uma pesquisa entre os diretores-executivos que figuram na Fortune 500 sobre seus hábitos nas redes sociais. E o resultado foi surpreendente:

70% dos líderes das principais organizações norte-americanas não estão registrados no Facebook, no Twitter, no LinkedIn, no Pinterest ou no Google Plus, enquanto metade da população dos Estados Unidos participa ativamente dessas redes.

Apenas 7,6% dos CEOs presentes na Fortune 500 têm perfil no Facebook e só 4% deles abriram uma conta no Twitter. De outro lado, 26% dos líderes estão registrados no LinkedIn, rede que pouco seduz o público: somente 20,15% dos norte-americanos.

“Esperávamos maior participação, levando em conta que o Facebook, o Twitter e o LinkedIn são parte da vida de muitas empresas e espaço em que a maioria delas se relaciona com seus clientes.

Os líderes que utilizam as redes sociais estão contribuindo para o crescimento de seus negócios, atraindo clientes e gerando exposição para suas marcas. Na medida em que os consumidores tornam-se mais ligados ao mundo digital, os CEOs deveriam acompanhar essa tendência”, escreveu James recentemente em um blog da Forbes

O fato é que o mundo mudou, e, se os CEOs não começarem a falar por si, outros falarão por eles, como já acontece com dezenas de contas falsas em nome de personalidades famosas, incluindo CEOs das empresas da Fortune 500.

– Josh James

Antisocial

Executives and high performance do not have time to spare, spend many hours in meetings or managing their businesses. Nor do they think of the world of social networking.

“It is worrying: the CEOs of large companies are virtually invisible on networks like Facebook or Twitter,” said Josh James, founder and CEO of Domo, a company specializing in business intelligence.

In partnership with Ceo.com, James conducted a survey among CEOs in the Fortune 500 listed on their social networking habits. And the result was surprising:

70% of leaders of major U.S. organizations are not registered on Facebook, on Twitter, on LinkedIn, on Pinterest or Google Plus, while half of the U.S. population actively participates in these networks.

Only 7.6% of Fortune 500 CEOs are present in the Facebook profile and only 4% of them opened a Twitter account. On the other hand, 26% of leaders are registered on LinkedIn, network little seduces the audience: only 20.15% of Americans.

“We expected more participation, taking into account that Facebook, Twitter and LinkedIn are part of life for many companies in that space and most of them relate to their customers.

Leaders who use social networks are contributing to the growth of their business, attracting customers and generating exposure for their brands. Insofar as consumers become more connected to the digital world, CEOs should follow this trend, “James wrote recently in a Forbes blog

The fact is that the world has changed, and if CEOs do not begin to speak for themselves, others will speak for them, as already happens with dozens of fake accounts in the name of famous personalities, including CEOs of Fortune 500 companies.

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Profissional – Comunicação efetiva faz toda a diferença

Posted by HWBlog em 22/11/2012

Profissional – Comunicação efetiva faz toda a diferença

“Quem não se comunica, se trumbica”, com certeza já deve ter ouvido esta famosa frase, eternizada pelo apresentador de tv, “Chacrinha”, na década de 80. O bordão é engraçado, mas faz um alerta sério sobre a importância, de Comunicar-se Bem, como um dos fatores para alcançar sucesso na carreira e nas relações pessoais.

Vivemos numa sociedade globalizada e com a evolução das novas tecnologias, a comunicação, hoje, ultrapassa fronteiras, inclusive territoriais. Entretanto, muitas vezes, no ambiente organizacional, por falhas na comunicação, erros são cometidos, surgem mal – entendidos entre colegas, equipes e gestores, situações que impõem barreiras ao cumprimento das tarefas e nos relacionamentos interpessoais.

Desenvolver habilidades para expressar-se com clareza e efetividade, evita estes tipos de situações, uma vez que possibilita ao profissional, ao líder, maior assertividade na gestão de pessoas, eliminar conflitos no ambiente de trabalho e consequentemente melhores resultados.

Veja 5 Dicas Para Aumentar seu Poder de Comunicação

1. Crie Conexão – Estabeleça relações harmoniosas e respeitosas com os colegas e superiores. Crie empatia. Mantenha uma postura profissional. Aprenda a falar no momento certo e a ouvir com atenção e respeito o que os outros têm a dizer.

2. Atenção à Linguagem – Ter domínio da linguagem, tanto falada como escrita, é fundamental num processo de comunicação efetivo. Fique atento aos erros de concordância ao falar e escrever um email ou relatório.

3. Respeite as Diferenças – Cada colaborador, de acordo com seu perfil comportamental, sexo, faixa etária, orientação religiosa, sexual tem seu modo distinto de pensar e se expressar. Observe e aprenda sobre estas diferenças e conseguirá comunicar-se efetivamente com cada tipo de pessoa.

4. Leia os Sinais – 55% da comunicação humana é feita de modo “não-verbal”, ou seja, através de: gestos, expressão facial e postura corporal. Fique atento a estes sinais e aprenda mais sobre os comportamentos dos colegas e líderes.

5. Evite ser Invasivo (a) – Antes de falar, observe o estado emocional do outro, para evitar fazer perguntas não adequadas ao momento e criar atritos. Evite ainda interromper quando alguém estiver expondo uma ideia ou ser agressivo quando for confrontado.

Destaco ainda, que a comunicação assertiva, possibilitará a construção de outro elemento fundamental ao sucesso de todo profissional, o seu Networking.

Fique atento (a) a estas dicas e Comunique-se Melhor!

José Roberto Marques, presidente IBC

Professional – Effective communication makes all the difference

“Who does not communicate if ill give surely must have heard this famous phrase, immortalized by TV presenter, “Chacrinha” in the 80s. The staff is funny, but makes a serious warning about the importance of Communicating Well, as one of the factors for success in career and in personal relationships.

We live in a globalized society and the evolution of new technologies, communication, today crosses borders, including territories. However, often in the organizational environment for communication failures, mistakes are made, there are evil – understood between colleagues, managers and teams, situations that impose barriers to the fulfillment of tasks and interpersonal relationships.

Develop skills to express themselves clearly and effectively, avoid these types of situations, since it enables the professional to the leader, greater assertiveness in people management, eliminate conflicts in the workplace and consequently better results.

See 5 Tips To Increase Your Power Communications

1. Create Connection – Establish respectful and harmonious relationships with colleagues and superiors. Empathize. Maintain a professional attitude. Learn to speak at the right time and listen carefully and respect what others have to say.

2. Attention to Language – Having mastery of language, both spoken and written, is essential in the process of effective communication. Stay tuned to errors of agreement when speaking and writing an email or report.

3. Respect Differences – Each employee, according to their behavioral profile, gender, age, religious orientation, sex has its distinctive way of thinking and expressing themselves. Watch and learn about these differences and be able to communicate effectively with each type of person.

4. Read the Signs – 55% of human communication is done in a “non-verbal”, or be through: gestures, facial expression and body posture. Watch for these signs and learn more about the behaviors of peers and leaders.

5. Avoid Invasive be – Before speaking, observe the emotional state of the other, to avoid asking questions not appropriate for the moment and create friction. Avoid interrupting when someone is still exposing an idea or be aggressive when confronted.

Also highlight that assertive communication, enable us to construct another key element to the success of any professional, your Networking.

Stay tuned (a) these tips and Communicate Better!

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Saber falar é importante, mas saber ouvir é fundamental !

Posted by HWBlog em 01/11/2012

Saber falar é importante, mas saber ouvir é fundamental !

Procurando encontramos diversos cursos para aprimorar a habilidade de “falar”. Como Falar em Público, Como falar com Desenvoltura, Como Falar para um Público Hostíl são alguns dos temas disponíveis. Entendo que falar bem é muito importante e que essa habilidade deve sempre ser aprimorada, mas e quanto a ensinar a ouvir? Entendo que se saber falar é importante, saber ouvir é fundamental para nosso cotidiano corporativo.

Para que possamos realmente ouvir o que o outro tem a dizer temos que ter a capacidade de nos despir das pré-suposições que nos fazem imaginar que já sabemos o que será dito e que por isso já podemos formar nosso juízo de valor sobre o assunto. Além disso, temos que nos dispor a parar, limpar a mente, e ouvir com atenção. Isso significa se afastar do computador, para evitar a tentação de ler um “e-mailzinho”, ignorar o telefone e as interferências externas. Entendo que o grande vilão do ato de ouvir com atenção são as interrupções fruto do que foi comentado anteriormente, ou seja, estar suscetível as interferências externas e pré supondo o que será dito.

Quando o ouvinte de um diálogo esta exposto a essas interferências é inevitável que ele perca a atenção ao interlocutor e com isso ele perde também a capacidade de ouvir o que não é dito, ou seja, ouvir o que o corpo, o comportamento e a postura dizem. As vezes o que não é dito e mais importante do que o que é dito.

É importante também lembrarmos que as interrupções tem um efeito negativo dobrado no processo de comunicação. Além de agir sobre o ato de ouvir elas agem também sobre o de falar. Isso porque as tais interrupções desmontam a linha de raciocínio, a sequência de argumentos e a estrutura de convencimento criada por quem esta expondo um assunto ou uma tese. Dessa maneira as interrupções prejudicam quem esta falando e inviabilizam ainda mais o ouvir com atenção e qualidade.

Outro problema gerado pelas tais interrupções é que elas alongam a conversa e retardam a resolução de assuntos que poderiam ser resolvidos mais rapidamente. Isso deve-se ao fato de que uma interrupção coloca mais tempo na conversa e ao fato de que as interrupções mudam o foco da conversa levando-o para assuntos para os quais as partes nem sempre estão preparadas.

Dentro desse contexto, ouvir com qualidade é consequência de um conjunto de práticas e não apenas sentar na frente de alguém e dizer: pode falar que estou disponível.

Fábio Jorge Celeguim, CFO at Grupo Flytour

Speaking is important, but listening is key!

Looking find various courses to enhance the ability to “talk”. How Public Speaking, How to Talk to Resourcefulness, How to Talk to a hostile audience are some of the themes available. I understand that speaking well is very important and that this skill should always be improved, but what about teaching listening? I understand that it is important to know how to speak, how to listen is fundamental to our everyday corporate.

So we can actually hear what the other has to say that we have the ability to undress in the pre-suppositions that make us think we already know what will be said and so we can form our judgment on the matter. Moreover, we have to have to stop, clear your mind, and listen carefully. This means moving away from the computer, to avoid the temptation to read an “e-mail”, ignore the phone and external interference. I understand that the villain of the act of listening carefully interruptions are the result of what was previously mentioned, ie, be susceptible to external interference and pre guessing what will be said.

When the listener is exposed to a dialogue such interference is inevitable that he will lose the attention to the speaker and with that he also loses the ability to hear what is not said, or listen to the body, behavior and posture say . Sometimes what is not said and more important than what is said.

It is also important to remember that interruptions have a negative effect doubled in the communication process. Besides acting on the act of listening they also act on talking. This is because such interruptions disassemble the line of reasoning, the sequence and structure of arguments to convince those created by exposing this an issue or a thesis. Thus interruptions affect who is talking even more and make it impossible to listen carefully and quality.

Another problem caused by such interruptions is that they lengthen the conversation and delay resolution of issues that could be resolved soon. This is due to the fact that an interruption puts more time in conversation and the fact that interruptions change the focus of the discussion leading to the matters for which the parties are not always prepared.

Within this context, listening quality is the result of a set of practices and not just sit in front of someone and say, I’m available to speak.

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Indicações

Posted by HWBlog em 18/10/2012

Indicações

“Para ter sucesso no mundo, faça as pessoas acreditarem que se beneficiarão ao ajudá-lo”.

Jean de La Bruyère, moralista e ensaísta do século XVII

Quando o seu carro quebra, para quem você prefere levá-lo, a um mecânico que é amigo de um amigo ou a uma oficina aleatória que você encontrou na lista telefônica?

E tiverem escolha, as pessoas sempre preferirão interagir com alguém que conhecem e de quem gostam. As indicações tornam mais fácil para as pessoas decidirem trabalhar com alguém que elas não conhecem.

Indicações são eficazes porque transferem as qualidades de ser conhecido e apreciado. A razão pela qual você tem mais chances de procurar mecânico recomendado por um amigo é o fato de você conhecer e gostar do seu amigo e o seu amigo conhecer e gostar desse mecânico. Mesmo se o mecânico da lista telefônica for altamente qualificado, é mais importante ser conhecido e apreciado.

A indicação transfere o efeito de conhecer/gostar para a pessoa indicada, em vez de ser uma incógnita arriscada, torna-se de repente um amigo.

Visitas ou telefonemas de vendas não solicitadas não são muito eficazes porque o vendedor é desconhecido. Lembre que a nossa mente tende a tratar pessoas e situações desconhecidas como ameaças potenciais, o que ativa as nossas defesas naturais. Será mais difícil convencer uma pessoa que ainda não o conhece ou ainda não goste de você ou a faze o que você quer.

Mesmo os pontos em comum mais obscuros podem melhorar significativamente uma relação entre desconhecidos. Se alguém mencionar que mora no mesmo bairro que você, que estudou na mesma faculdade, ou que vocês têm um conhecido em comum, você automaticamente passará a gostar mais da pessoa, apesar de a relação poder ser bastante tênue.

Nos Estados Unidos temos um exemplo clássico do que estamos expondo. No último ano que Kelsey trabalhou vendendo vestidos de noiva em Manhattan, mais de 70% das vendas foram provenientes de indicações. Quando você está pensando em gastar 10 mil dólares, ou mais, em um vestido assinado por um estilista famoso, quer trabalhar com alguém conhece e de quem gosta, e os clientes anteriores de Kelsey  realmente gostaram de trabalhar com ela. Mesmo antes de entrar no ateliê, a maioria dos seus clientes potenciais já a conhecia e gostava dela, e ela fechou muito mais vendas em consequência.

Quanto mais pessoas o conhecerem, gostarem de você e confiarem em você, mais você se beneficiará.

Indicações são a melhor maneira de expandir sua rede de conexões pessoais

Haroldo Wittitz, consultor

Indications

“To succeed in the world, do people believe will benefit by helping you.”

Jean de La Bruyère, moralist and essayist of the seventeenth century

When your car breaks down, who do you prefer to take it to a mechanic who is a friend of a friend or a random shop that you found in the phone book?

And given a choice, people will always prefer interacting with someone they know and whom they like. The directions make it easier for people to decide to work with someone they do not know.

Indications are effective because they transfer the qualities of being known and appreciated. The reason you have more chances to find mechanic recommended by a friend is that you know and like your friend and your friend know and like this mechanic. Even if the mechanic phonebook is highly qualified, it is more important to be known and appreciated.

The statement transfers the effect of knowing / liking for the right person, instead of being an unknown risky, suddenly becomes a friend.

Visits or unsolicited sales calls are not very effective because the seller is unknown. Remember that our mind tends to treat people and unfamiliar situations as potential threats, which activates our natural defenses. It will be more difficult to convince a person that does not know or does not like you or do what you want.

Even the most obscure commonalities can significantly improve a relationship between unknown. If anyone mention who lives in the same neighborhood as you, who studied in the same college, or you have an acquaintance in common, you will automatically enjoy more of the person, although the relationship may be quite tenuous.

In the United States we have a classic example of what we’re exposing. Last year they worked Kelsey selling wedding dresses in Manhattan, more than 70% of sales came from referrals. When you are thinking of spending $ 10,000 or more in a dress signed by a famous designer or work with someone who knows and likes, and previous clients Kelsey really enjoyed working with her. Even before entering the studio, the majority of your potential customers already knew her and liked her, and she closed more sales as a result.

The more people know, like you and trust you, the more you will benefit.

Indications are the best way to expand your network of personal connections

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Intenção do Comandante

Posted by HWBlog em 05/10/2012

Intenção do Comandante

“Nunca diga às pessoas como fazer as coisas. Diga-lhes o que fazer e elas o surpreenderão com a sua inventividade”

General George S. Patton

As pessoas normalmente odeiam que lhes digam exatamente o que fazer.

O “microgerenciamento” é a ruína da existência de qualquer pessoa, se você for um profissional competente, nada mais degradante do que alguém determinando e examinando o seu trabalho até os menores detalhes.

O microgerenciamento não é só irritante como também é extremamente ineficiente. Explicar cada mínimo detalhe não apenas faz as pessoas se sentirem menos importantes como chega a prejudicar a eficiência delas.

Nenhum conjunto de instruções, por mais detalhado que seja, é capaz de cobrir cada contingência. Quando algo inevitavelmente muda, o microgerenciamento fracassa.

Pense em como um CEO que insistir no microgerenciamento inevitavelmente ficará sobrecarregado; lembre que os seres humanos não são escaláveis. Quanto mais pessoas trabalharem na empresa, mais orientações o CEO deve dar para manter tudo funcionando. Se você tiver dez empregados, o microgerenciamento é um incômodo. Se tiver centenas ou milhares, é um pesadelo.

A Intenção do Comandante constitui um método muito melhor de delegar tarefas: sempre que atribuir uma tarefa a alguém, diga por que ela deve ser feita. Quanto mais o seu agente entender o propósito por trás das suas ações mais ele será capaz de reagir apropriadamente quando a situação mudar.

A Intenção do Comandante se originou no campo de batalha. Se um general disser a um comandante de campo exatamente como tomar um morro e a situação mudar, o comandante é forçado a se voltar ao general para receber novas ordens, o que é moroso e ineficiente.

Se o general explicar a estratégia ao comandante de campo e explicar por que esse determinado morro é importante e qual é a função do morro na estratégia geral, o comandante fica livre para utilizar seu conhecimento da meta e as novas informações para agir da maneira que melhor sustentar a intenção original.

A intenção do Comandante reduz os custos improdutivos de comunicação.

Ao esclarecer a intenção por trás de um determinado plano, um líder pode tornar a comunicação constante menos crítica para o sucesso da equipe como um todo. Se todos souberem e entenderem o propósito do plano, todos podem agir de maneira que sustentem a intenção sem demandar atenção constante.

Quando você comunica a intenção por trás dos seus planos, permite que as pessoas com as quais trabalha reajam com inteligência às mudanças assim que ocorrerem.

Haroldo Wittitz, economista

Commander’s Intent

“Never tell people how to do things. Tell them what to do and they will surprise you with their inventiveness”

General George S. Patton

People usually hate being told exactly what to do.

The “micromanagement” is the bane of existence to anyone, if you are a competent professional, nothing more degrading than someone determining and reviewing their work even the smallest details.

The micromanagement is not only annoying but also is extremely inefficient. Explain every little detail not only makes people feel less important and really hurt their effectiveness.

No instruction set, for more detailed it is, is able to cover every contingency. When something inevitably changes, micromanagement fails.

Think like a CEO who insist the micromanagement will inevitably overwhelmed, remember that humans are not scalable. The more people work in the company, the CEO further guidance should take to keep everything running. If you have ten employees, micromanagement is a nuisance. If you have hundreds or thousands, it’s a nightmare.

The Commander’s Intent is a much better method of delegating tasks: whenever you assign a task to someone, tell why it should be done. The more your agent understand the purpose behind your actions more he will be able to react appropriately when the situation changes.

The Commander’s Intent originated on the battlefield. If a general tell a field commander exactly like taking a hill and the situation change, the commander is forced to return to the general to receive new orders, which is time consuming and inefficient. If the general strategy to explain the field commander and explain why that particular hill is important and what is the function of the hill in the overall strategy, the commander is free to use his knowledge of the target and the new information to act the way that best support the original intent.

The intention of the Commander reduces costs unproductive communication.

By clarifying the intent behind a particular plan, a leader can make communication less constant critical to the success of the team as a whole. If all they know and understand the purpose of the plan, everyone can act in ways that support the intent without demanding constant attention.

When you communicate the intention behind their plans, allows people with whom you work intelligently respond to changes as they occur.

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Segurança

Posted by HWBlog em 27/09/2012

Segurança

“Não se pode rodar uma empresa à base do medo, porque a maneira de eliminar o medo é evitar críticas e a melhor maneira de evitar críticas é não fazer nada”

Steve Ross, ex-CEO da Time Warner

“Essa é a coisa mais idiota que já ouvi! É sério. Você parou para pensar a respeito antes de abrir a boca?”

Você já participou de uma reunião assim? Eu já.

Infelizmente, esse tipo de interação acontece o tempo todo. Em “Reiventando o seu próprio sucesso”, o experiente coach executivo Marshall Goldsmith explica que executivos de alto nível muitas vezes depreciam sutilmente (e algumas vezes ostensivamente) colegas e subordinados para aparentar ser mais inteligentes ou mais importantes. Mas depreciar os outros só leva à redução da eficácia na comunicação.

A comunicação eficaz só pode ocorrer quando os dois lados se sentem seguros. Assim que as pessoas começam a se sentir depreciadas ou ameaçadas em uma conversa, elas se colocam na defensiva, prejudicando a comunicação. A parte ameaçada pode continuar a interagir, mas se retirará mental e emocionalmente da conversa.

A única maneira de impedir a postura defensiva é mostrar às pessoas que elas podem se sentir seguras sendo abertas e sinceras com você. Da mesma forma como as pessoas têm a necessidade fundamental de se sentir importantes, elas também precisam se sentir seguras ao expressar o que pensam e ao falar sobre coisas que consideram importantes. No momento em que elas começaram a sentir que estão sendo julgadas, criticadas ou desprezadas por expressarem uma ideia ou defenderam uma posição, elas desligarão.

Em “Conversas Decisivas”, um livro sobre como manter um senso de segurança ao falar sobre questões importantes com colegas e entes queridos, os autores Kerry Patterson, Joseph Grenny, Ron McMillan e Al Switzler recomendam usar o seguinte modelo para se comunicar sem provocar raiva ou uma atitude defensiva:

  1. Mostre os fatos: Fatos são menos controversos, mais convincentes e menos ofensivos do que conclusões, então comece com eles;
  2. Conte a sua história: Explique a situação do seu ponto de vista, tornando cuidado para evitar insultar ou criticar, o que faz com que a pessoa se sinta menos segura;
  3. Consulte a história dos outros: Peça que o outro exponha o lado dele da situação, o que ele pretende, o que quer;
  4. Mantenha seu discurso aberto: Evite conclusões, críticas e ultimatos, e
  5. Incentive verificações: Faça sugestões, peça opiniões e sugestões e converse até chegar a um plano de ação produtivo e mutuamente satisfatório.

Algumas pessoas são mais sensíveis do que as outras. Conscientizar-se das suas palavras e ações e de como elas podem ser interpretadas por pessoas com diferentes atitudes é meio caminho andado. Se quiser se comunicar com alguém de uma forma que ambos se beneficiem da conversa e realizem algo, os dois lados precisam se sentir seguros. A melhor maneira de fazer isso acontecer é evitar expressar críticas e se concentrar em fazer o outro lado se sentir importante.

Livros como “Conversas Decisivas”, “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, de Dale Carnegie, e “Inteligência Emocional” de Daniel Goleman, podem ajuda-lo a descobrir como.

Haroldo Wittitz, economista

Security

“You can´t run a company on the basis of fear, because the way to eliminate fear is to avoid criticism and the best way to avoid criticism is to do nothing”

Steve Ross, former CEO of Time Warner

That’s the dumbest thing I ever heard! It’s serious. You stopped to think about before opening your mouth? ”

Have you ever attended a meeting like this? I have.

Unfortunately, this type of interaction happens all the time. In “reinventing its own success,” the seasoned executive coach Marshall Goldsmith explains that senior executives often depreciate subtly (and sometimes blatantly) colleagues and subordinates appear to be more intelligent or more important. But belittle others only leads to reduced effectiveness in communication.

Effective communication can only occur when both sides feel safe. Once people begin to feel devalued or threatened in a conversation, they put themselves on the defensive, impairing communication. The party threatened can continue to interact, but mentally and emotionally withdraw from the conversation.

The only way to prevent the defensive posture is to show people that they can feel safe being open and honest with you. Just as people have a fundamental need to feel important, they also need to feel safe to express what they think and talk about things that are important. At the moment they began to feel they are being judged, criticized or ignored for expressing an idea or defend a position, they turn off.

In “Conversations Decisive”, a book about how to maintain a sense of security to discuss important issues with colleagues and loved ones, the authors Kerry Patterson, Joseph Grenny, Ron McMillan and Al Switzler recommend using the following model to communicate without provoking anger or defensiveness:

1. Show the facts: Facts are less controversial, more convincing and less offensive than conclusions, so start with them;

2. Tell your story: Explain the situation from their point of view, making careful to avoid criticizing or insulting, which makes the person feel less secure;

3. See the story of the others: Ask another expose his side of the situation, what he intends, whatever;

4. Keep your open discourse: Avoid conclusions, criticisms and ultimatums, and

5. Incentive checks: Make suggestions, ask opinions and suggestions and get to talk to an action plan productive and mutually satisfying.

Some people are more sensitive than others. Become aware of your words and actions and how they may be interpreted by people with different attitudes are halfway there. If you want to communicate with someone in a way that will benefit both the conversation and realize something, both sides need to feel safe. The best way to make that happen is to avoid expressing criticism and focus on making the other side feel important.

Books like “Decisive Talks”, “How to Win Friends and Influence People” by Dale Carnegie, and “Emotional Intelligence” by Daniel Goleman, can help you figure out how.

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Conversas Decisivas

Posted by HWBlog em 04/09/2012

Joseph Grenny, especialista em conversas decisivas e autor dos livros “Crucial Conversations”, Crucial Confrontations” e “Influencer” que estiveram na lista dos mais vendidos do The New York Times, diz que começar com o coração é o primeiro princípio do diálogo.

“Se não consegue entender a si próprio, terá dificuldades em acertar o diálogo”. Ele afirma que quando as conversas tornam-se decisivas, lançamos mão das formas de comunicação com as quais convivemos: manipulação, silêncio, discussão e assim por diante.

Indivíduos habilidosos no diálogo permanecem focados em suas metas, sobretudo quando o processo torna-se mais complicado. É preciso trabalhar a si mesmo. Como?

– Lembre-se de que você é a única pessoa que você pode controlar diretamente. Foque naquilo que realmente deseja.

– Quando se pegar buscando o silêncio ou a agressividade, pare e preste atenção aos seus motivos. Pergunte-se: o que o meu comportamento me diz sobre meus motivos?

– Depois, esclareça o que você realmente deseja. Pergunte-se: o que desejo para mim mesmo? E para os outros? E para o relacionamento?

– Finalmente pergunte: como eu me comportaria se isso fosse o que realmente desejo? Recuse a escolha tola.

– Ao examinar seu desejo, observe quando você começa a se convencer da escolha tola.

– Observe e veja se esta dizendo a si mesmo que precisa escolher entre paz e honestidade, entre vencer e poder, e assim por diante.

– Liberte-se das escolhas tolas procurando o “e”.

– Esclareça o que você não quer, acrescente-o ao que deseja e peça ao seu cérebro que comece a procurar opções positivas para levá-lo ao diálogo.

Joseph Grenny: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Decisive talks

Joseph Grenny, conversations decisive expert and author of “Crucial Conversations,” Crucial Confrontations “and” Influencer “who have been in the bestseller list of The New York Times says that begin with the heart is the first principle of dialogue.

“If you can´tt understand itself, will have trouble hitting the dialogue.” He says that when conversations become decisive, we used forms of communication with which we live: manipulation, silence, discussion and so on.

Individuals skilled in dialogue remain focused on your goals, especially when the process becomes more complicated. You have to work yourself. How?

– Remember that you are the only person you can control directly. Focus on what you really want.

– When trying to get silence or aggression, stop and pay attention to your motives. Ask yourself what my behavior tell me about my motives?

– Once you clarify what you really want. Ask yourself: what I want for myself? And for others? And for the relationship?

– Finally ask: how I behave if this was what I really want? Refuse foolish choice.

– When examining your desire, observe when you begin to convince the foolish choice.

– Watch and see if this telling himself he must choose between peace and honesty, between winning and power, and so on.

– Free yourself from looking foolish choices “and”.

– Clarify what you do not want, add it to what you want and ask your brain to start looking positive options to take you to dialogue.

 

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Práticas para uma apresentação de sucesso

Posted by HWBlog em 27/02/2012

Depende, fundamentalmente, de uma boa apresentação a venda de um produto, serviço ou ideia.

Existem diversas técnicas e dicas. O assunto é longo. A proposta aqui é fazer um breve resumo das práticas para uma apresentação de sucesso, pois voltaremos a este assunto, gradativamente, em outros posts.

Antes da Apresentação:

Estude bem o assunto de sua apresentação e defina o que irá falar.

Procure sintetizar o seu objetivo em uma única frase, pense o que você pretende das pessoas após sua exposição e lembre-se: esta é a razão para você estar lá.

Considere o público alvo, número de pessoas, sexo, faixa etária, nível cultural da plateia, grau de conhecimento do assunto etc.

Simule a sua apresentação. Se estiver longa, reduza-a para não ultrapassar o tempo programado.

Faça um “check list”. Lembre-se que detalhes simples como a falta de um cabo pode comprometer todo trabalho.

Durante a apresentação:

Após ocupar o seu espaço no palco, cumprimente as pessoas. Não peça desculpas, principalmente se for para salientar algum ponto negativo, como seu nervosismo ou uma falha qualquer.

Use os recursos tecnológicos disponíveis que possam agregar valor a sua apresentação.

Inicie sua apresentação da forma planejada. Nada de improvisos, a não ser que já tenha muita experiência para essa ousadia.

Envolva as pessoas, faça perguntas, olhe-as nos olhos, interaja com a plateia.

Mantenha em mente o seu objetivo. Evite dispersões ou falar de algo que acabou de lembrar.

Separe a sua apresentação estrategicamente em partes e desenvolva-a como planejado. Se necessário, tenha uma pequena “cola” para não se perder nem inverter as partes.

Conduza sua apresentação com o olho no relógio. Calcule o que precisa ser dito a cada quarto do tempo total previsto, deixando o tempo certo para uma boa conclusão.

Teatralize, faça gestos, deixe fluir a emoção na sua voz, dê vida à sua exposição.

Zele por uma constante congruência. Ideias adversas são aceitas, incongruência não.

Evite manifestações preconceituosas, gírias ou palavrões. Pode até ser engraçado para alguns, mas lembre-se que você estará sendo avaliado e julgado.

Prefira microfone de lapela. Com as mãos livres, poderá trabalhar melhor o corpo e os gestos.

Evite enaltecer suas qualidades.

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Assertividade – A melhor forma de comunicação

Posted by HWBlog em 23/02/2012

Uma das principais técnicas utilizadas no mundo da Comunicação Verbal é a Assertividade. A primeira impressão, quando falamos em assertividade é “agir de forma acertada”, porém, o significado é mais abrangente. Assertividade vem do Latim “assero”, que quer dizer “afirmar”, ou no nosso caso, aquela pessoa que sabe se afirmar diante de qualquer contexto.

Um líder, um negociador, um profissional de vendas, qualquer um que se relacione com outras pessoas, precisa desenvolver essa habilidade. Para que sejamos capazes de realizar a comunicação assertiva com consciência e de forma consistente, é necessário que aprendamos a identificar os perfis de comportamento, como técnica para direcionamento do discurso.

Assim, vou abordar abaixo tipos de comportamentos e suas respectivas características:

Agressivo – Pessoas agressivas tendem a falar de forma ríspida, com tom autoritário, seus pedidos parecem ordens, seus olhares são ameaçadores e intimidam o interlocutor. Tendem a culpar os outros pelos seus erros e limites. Normalmente são classificadas como arrogantes, prepotentes, chatas e inconvenientes, que pensam que sabem tudo e exageram ao falar sobre si mesmas.

Passivo – Próprio das pessoas submissas em excesso. Não olham nos olhos, expressam seu pavor quando tem que falar com outras pessoas, preferindo fugir a enfrentar, culpando-se por tudo o que acontece de errado. Normalmente são chamadas de medrosas, tímidas ou pessimistas.

Mescla de Agressivo e Passivo – Característico das pessoas que parecem dóceis e amáveis, no entanto, são vingativas e falsas, atuando nos bastidores, fazendo comentários maldosos, agindo com malícia, defendendo sempre seus interesses. Adoram ver as pessoas em situações difíceis, fazendo-se de vítimas quando confrontadas. São classificadas como covardes e mentirosas.

Assertivo – São pessoas agradáveis, dispostas a colaborar, olham nos olhos das outras pessoas quando falam com elas, envolvendo-as. São objetivas e práticas, dizem o que precisa ser dito, falam não ou sim com a mesma naturalidade e espontaneidade. Sabem dosar o humor e a ponderação em conformidade com cada situação. Normalmente expressam um sorriso nos lábios, são simpáticas e ativas. Tem maturidade suficiente para evitar confrontos e a disciplina necessária para levar adiante um projeto ou um processo de comunicação.

Não se amedrontam, sabem lidar com as pessoas agressivas sem ser submissa e com pessoas submissas sem ser agressiva. Normalmente são consideradas carismáticas, bem humoradas, corajosas e de bem com a vida.

Uma pessoa assertiva tende a ser aceita com mais facilidade do que a que é agressiva, passiva ou passivo-agressiva, pois defende seus direitos e sabe flexibilizar-se para aceitar as outras pessoas como são. Expressa com clareza seus sentimentos e pensamentos, emite sua opinião quando julga conveniente.

Comportamentos não assertivos geram situações de manipulação, sedução, conspiração e falta de autenticidade nas relações interpessoais, sendo prejudiciais para os resultados organizacionais.

Diante de mudanças significativas no mundo dos negócios, a autenticidade, verdade e a transparência são atitudes exigidas das organizações e dos seus colaboradores. Profissionais assertivos são representantes institucionais eficazes para reduzir conflitos, conduzir negociações, gerar produtividade nas reuniões, melhorar o clima organizacional, ter clientes satisfeitos, além de viverem felizes e com o stress sob controle.

Desejo que você reflita a respeito dessa habilidade e resgate esse ser assertivo que existe dentro de você. Caso já tenha desenvolvido essas características ao longo de sua vida, parabéns! Se não, comece agora e seja uma dessas pessoas que faz grande diferença no mundo de hoje.

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