PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Legado. Você vai deixar um?

Posted by HWBlog em 22/05/2016

Businessman standing in wheat field looking out

É impressionante como, mesmo os CEOs de grandes empresas, ainda não entendem o significado desse termo

Quinta-feira, início de dezembro, noite bonita, céu estrelado, um restaurante bacana no Jardins, em São Paulo. Pedimos um vinho top. A ocasião exigia. Comemorávamos a promoção de um amigo a CEO de uma das empresas mais relevantes no Brasil. Sou suspeito para comentar, claro, mas ele merecia! Trabalhou com foco, venceu barreiras, investiu em autoconhecimento, reinventou-se nos momentos cruciais e, principalmente, construiu uma carreira com resultados excelentes.

Brindamos. Reparei, enquanto as taças subiam, sua expressão de felicidade misturada ao peso da responsabilidade que a nova posição traz. Depois de um gole de vinho, perguntei o que gostaria de conquistar agora. A resposta veio rápida: “Quero deixar um legado!”, disse. “E o que é legado para você?”, disparei. Meu amigo CEO emendou: “Quero fazer a empresa crescer mais, aumentar o Ebitda, captar mais investimentos…”.

Fiquei surpreso. Perguntei se, em dez anos, as pessoas iriam se lembrar dos bons trimestres em 2016? “Será que legado não é algo mais perene?”, questionei. Ele ficou me olhando com aquela cara de “não tinha pensado nisso”. Mudamos de assunto, o jantar foi ótimo, mas a conversa ficou comigo. Decidi perguntar a várias pessoas, CEOs, diretores, consultores, empresários, empreendedores, qual o significado do termo legado.

Nesses encontros, constatei que a palavra faz mais sentido para quem está no topo da vida profissional. Todos, de alguma forma, a mencionam como uma “prioridade de vida daqui para a frente”. Poucos tentam entender seu alcance. Legado, constatei, tornou-se um termo banal.

Deixar um legado passa por obter bons resultados financeiros, ganhar mercado, lançar produtos, desbancar a concorrência e crescer? Passa, mas não só por isso. Tudo muda rápido, inclusive a memória dos resultados do trimestre que você acabou de entregar. Para mim, legado tem a ver com o que você deixou, como será lembrado, o que transformou.

Por isso, ele envolve os outros – os acionistas, a comunidade, os colaboradores, os clientes, os fornecedores. Faz sentido, portanto, no plural. E os legados variam. Podem ir desde um novo modelo de gestão, como já deixaram os membros do 3G (Lemann, Telles e Sicupira) ou o desenvolvimento sustentável de fornecedores e microempreendedores, como faz o time da Whole Foods, a cadeia varejista americana.

Legado é uma combinação de consciência com atitude transformadora, mesmo com poucos recursos. Como a história de Noella Coursaris, que conheci em uma palestra fora do Brasil. Nascida no Congo, Noella, órfã de pai aos 5 anos, foi mandada para a Inglaterra por sua mãe, incapaz de sustentá-la. Aos 18 anos, transformou-se em uma bem-sucedida modelo. Pensando em sua aldeia, criou a fundação Malaika, uma escola voltada para meninas congolesas. Ela destina 40% de tudo o que ganha para manter a instituição.

Pensar em legado como uma marca que você quer deixar no mundo faz bem, energiza, motiva e dá sentido às escolhas profissionais e pessoais. Para alcançá-lo, o importante é fazer as perguntas que o aproximem de uma conquista que seja relevante para você e, tomara, para o mundo ao seu redor.

Sergio Chaia

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