PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Dicas simples de PNL para você entender as pessoas e ter melhores relacionamentos

Posted by HWBlog em 19/02/2016

coaching 07Há mais de dois anos estou vivendo uma imersão de estudos e práticas relacionadas a programação neurolinguística e a todas as suas formas de utilização (dentre elas, posso citar linguística, comportamento humano, comunicação, crenças, mindset, reprogramação mental, como as pessoas funcionam e porque fazem o que fazem).

Fiz nesse período uma formação em PNL, e uma coisa que percebi, no geral, nas pessoas que também fizeram o curso, foi uma melhora significativa na forma com que essas pessoas lidam com as outras no dia a dia, basicamente entendendo 5 coisas simples, que são algumas das pressuposições da PNL e que eu vou explicar agora:

1 – As pessoas respondem à sua experiência, não à realidade em si (ou “Mapa é mapa”): cada pessoa tem o seu próprio mapa de mundo, formado por suas crenças, valores, experiências e influenciado pelas pessoas com quem mais convive (pais, parentes e amigos). Entendendo esse conceito, podemos entender melhor as outras pessoas. Lembre-se: todos nós agimos acreditando que estamos fazendo a coisa certa naquele momento. Quando você discute com alguém, você acha que está certo. Da mesma forma, isso acontece com a outra pessoa. Duas pessoas agindo certo (cada uma pensando em si) e errado ao mesmo tempo (cada uma pensando no outra). O resultado de uma discussão será mágoas e ressentimentos.

Entenda a outra pessoa, concorde com ela e depois dê as suas opiniões, usando frases do tipo “concordo com você. E se considerarmos isso…”, ou “A sua alternativa está correta. E se isso fosse assim…”, propondo alternativas, mantendo a opinião dela como uma das alternativas.

2 – As pessoas funcionam perfeitamente: considerando a primeira pressuposição, perceba que cada pessoa age perfeitamente dentro daquilo que ela acredita, ou seja, por mais que você não concorde com o que a outra pessoa diz, ela está coberta de razão dentro da visão dela. Querer bater de frente é pedir para causar conflito. Entenda o que a outra pessoa está fazendo ou dizendo da perspectiva dela.

Mais uma vez: concorde com ela antes de propor a sua opinião. Isso vai aumentar as chances de um consenso ou de até você conseguir convencê-la a fazer o que você acha melhor.

3 – Todo comportamento tem uma intenção positiva: tudo o que fazemos tem uma intenção positiva. Imagine alguém que come exageradamente. Embora, pela lógica, não haja algo positivo nisso, provavelmente há algum ganho nesse comportamento, algum prazer momentâneo que esconde outros sentimentos. Recentemente vi um caso de um jovem que desenvolveu uma gagueira na infância com a intenção positiva de chamar a atenção dos pais.

Se buscarmos a intenção positiva por trás dos comportamentos das outras pessoas, podemos entendê-las melhor e podemos ajudá-las de forma mais respeitosa e efetiva.

4 – As pessoas fazem a melhor escolha que podem no momento: aquela máxima “se eu tivesse 15 anos eu faria diferente” ou “se eu fosse você eu faria diferente”, não é assim que acontece. Se eu tivesse 15 anos eu faria exatamente o que eu fiz e se eu fosse você eu faria o que você fez e faz. Todos nós tomamos a melhor decisão no momento com os recursos que enxergamos naquele momento. Entendendo isso podemos escolher respeitar o momento de cada pessoa e entenderemos porque agem de uma forma ou de outra.

5 – Nós já temos todos os recursos que precisamos ou podemos criá-los: imagine que dentro de você e dentro das outras pessoas existe uma imensidão de recursos, muitas vezes adormecidos. Imagine como você pode ajudar as outras pessoas fazendo perguntas ao invés de dar conselhos. A pessoa pode encontrar as próprias respostas que tem dentro de si. Dependendo da forma com que a outra pessoa recebe os seus conselhos, pode soar como “por que ele não cuida da própria vida?”, ou “só eu sei o que eu passo…”

Bom, todas essas informações são muito lindas, só que só funcionam se forem praticadas. Comece a pensar no outro quando está em um relacionamento e imagine as causas que levam a outra pessoa a fazer o que faz. Garanto a você que em pouco tempo você entenderá melhor e ficará mais tranquilo para lidar com situações desafiadoras.

Como disse Dale Carnegie: “Qualquer idiota pode condenar, criticar e queixar-se – a maioria dos idiotas faz isso.”

Ainda segundo Carnegie, uma crítica e uma discussão nunca irá fazê-lo conquistar as outras pessoas.

Fica aqui então você e o seu poder de escolha. Você escolhe utilizar isso ou não. Só não escolhe os resultados do que escolheu.

Rafael Recidive  

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