PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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“50 anos de Soneca”

Posted by HWBlog em 18/04/2014

sonecaPara que a economia volte a crescer mais de 2% a.a. o Brasil precisa lidar com a falta de produtividade do trabalho, um problema antigo no país.
A conclusão é da revista britância “The Economist”, em reportagem intitulada ” 50 anos de soneca”.
O texto, que está na edição impressa e, desde ontem, no site da publicação, destaca que a força de trabalho brasileira contribui com apenas 40% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país), percentual menor que o de outros países emergentes, apontou a revista, citando dados do Instituto Conference Board.
A produtividade no Brasil já teve fases de avanço. A última se deu entre os anos de 1960 e 1970, há cerca de meio século. A partir daí ficou estagnada e manteve abaixo da verificada em outros emergentes, como a Índia, onde o índice é de 67%, e a China, onde vai a 91%.
Segundo a “Economist’ o fenômeno está relacionado a problemas com os quais o país tenta lidar já algum tempo. Entre eles, o baixo investimento em infraestrutura, que, no Brasil, é de 2,2% do PIB, contra a média de 5,1% de outras nações em desenvolvimento.
Educação precária e pouca inovação, com baixa produção de patentes, também são apontados como fundamentos para a falta de produtividade do trabalho no Brasil.
A combinação destes fatores resulta em um ambiente propício para atrasos e baixa eficiência, conclui a revista.
Filas, engarrafamentos e quebras de prazos se tornaram comuns no país, segundo a “Economist”.
Os brasileiros se tornaram anestesiados em relação a isso, avalia o professor Regis Bonelli, da Fundação Getúlio Vargas, na reportagem.
A solução para o nó da eficiência no trabalho, conclui a revista, passa por menor intervenção do Estado na economia.
A “Economist” cita a recomendação de Marcos Lisboa, professor do Insper: mais setores devem seguir exemplos observados na agricultura e nos serviços financeiros, que foram desregulados e aumentaram a eficiência em 4% a cada ano na década de 1990.

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