PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Fuja do chefe manipulador

Posted by HWBlog em 25/10/2013

chefe manipuladorEstudo mostra como líderes aparentemente legais podem ser verdadeiros canalhas

Há 13 anos, o professor americano James Mohr, da Olympic College, de Washington, nos Estados Unidos, estuda as relações entre chefes e equipes.
Em uma pesquisa em que acompanhou gestores de projetos sociais, Mohr notou que alguns deles agiam de maneira aparentemente positiva e motivadora, mas, no fundo, visavam apenas o próprio sucesso, sem se importar com o time.

“Os bons comportamentos de liderança serviam apenas para conseguir ter legitimidade e fazer a equipe trabalhar mais”, afirma Mohr. eram manipuladores vestindo fantasia de bom caráter. Os objetivos de chefes que adotam essas táticas são levar a fama, ganhar mais dinheiro e acumular poder.

Depois de analisar o comportamento de gestores, o professor americano listou algumas das estratégias da liderança do mal. Trata-se de um jogo de sedução, marginalização e ameaças, que, segundo Mohr, pode ocorrer em qualquer empresa. “O mau chefe está concentrado no poder.”

1 Causas grandiosas

Para envolver as pessoas e se aproximar delas, o mau líder usa o discurso de que há uma causa maior para o trabalho. “Isso tem um efeito positivo rápido, pois todo mundo gosta de um propósito bonito”, afirma Mohr.

Quando as pessoas compartilham de uma mesma visão, o comprometimento se fortalece. “O líder sabe que, se tiver uma meta sedutora, conseguirá ter todos na mão”, diz Ricardo Barbosa, diretor da consultoria Innovia Training & Consulting, de São Paulo.

No fundo, aquela causa grandiosa é só uma fachada. O chefe canalha usa uma segunda armadilha na sequência: assim que conquista o engajamento de todos, ele cria a sensação de que as pessoas são indispensáveis. A partir desse ponto, fica fácil manipular a equipe.
2 Excesso de inspiração

O chefe perigoso é um tipo inteligente, que tem muito conhecimento e experiência. Ele parece ajudar a todos e é inspirador. “A equipe fica motivada porque ele está ali no meio de todos e diz que está no mesmo barco”, diz Ricardo. Ao criar um clima de proximidade, o chefe ruim consegue manter as rédeas da equipe.

A boa relação esconde a centralização. “Em algum momento ocorre uma virada e ele deixa de oferecer ajuda, abandona a equipe e começa a cobrar resultado excessivamente”, diz Mohr. A essa altura, a equipe tornou- se dependente. “Às vezes, a relação é tão forte que o liderado nem percebe que está sendo abusado”, diz. A lição: por mais inspirador que um chefe possa parecer, não acredite cegamente nas palavras dele.

3 Respeito à força

Respeito e confiança são dois componentes de uma boa relação entre chefe e subordinado. O líder controlador exige as duas coisas, mas é incapaz de retribuir. “Ele não assume erros, por exemplo”, diz o professor James Mohr. Com o tempo, a relação azeda e o chefe começa a se impor à força.

Se o profissional não encontra meios de informar à empresa, pode sofrer abusos, como ter seu trabalho escondido ou desqualificado. A saída é encontrar formas de contar a pessoas de outras áreas sobre seu trabalho e sobre quem, de fato, é o chefe canalha.

4 Eu tenho o poder

Os líderes do mal usam o discurso de que são abertos para que todos deem opinião. Mas a atitude é falsa. Ele ouve os outros apenas para legitimar seu poder e despreza a opinião alheia. “Ele fala e todos obedecem”, diz Ricardo. Esse é o tipo de líder que não ajuda ninguém a crescer. “Ele dura pouco, porque as pessoas logo desistem de trabalhar com ele”, diz Ricardo.

5 Gestão pelo medo

Depois de criar uma causa, envolver a equipe e impor o poder, alguns líderes provocam medo em suas equipes para conseguir se legitimar. Um típico chefe que usa isso é aquele que diz que, se as metas não forem alcançadas, demissões podem ocorrer. Ou que, se tal projeto for bem-sucedido, todos serão promovidos — o que nunca acontecerá.

No final, todos são prejudicados e ele ganha os louros. É nesse item que surgem também os casos de assédio moral. Nesse ponto, é preciso cogitar fazer denúncias formais sobre a conduta desse gestor.

Isolamento total

Com o tempo, o líder ruim se distancia completamente da equipe. “Em uma relação de proximidade, fica difícil manter poder”, diz Mohr. A consequência é que o líder acaba perdendo a legitimidade. A partir desse momento, o clima de trabalho vai piorar muito. Os resultados da área vão começar a despencar.

Se o líder tiver muito destaque na empresa, talvez leve tempo até que alguém perceba que ele é o responsável. Se a coisa está nesse ponto, ficar no emprego é uma aposta arriscada. Mais seguro procurar um novo emprego: ainda que o mau chefe seja flagrado rapidamente, todo o departamento já herdou a má reputação dele.

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