PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Como financiar os primeiros passos de uma empresa?

Posted by HWBlog em 16/09/2013

capital inicialGeralmente, é difícil, para os empreendedores, obter um financiamento inicial para suas startups. Com isso, custear com recursos próprios é um dos melhores métodos de impulsionar seus projetos. Se o investimento externo é, por qualquer motivo, indesejado ou inviável, financiar um produto oferecendo serviços pode ser uma das melhores soluções. Isso, inclusive, continua sendo um ponto de vista controverso, e parte dos observadores da indústria afirmam que as empresas se distraem quando tentam custear um produto com serviços.

A 1M/1M, tem uma posição contrária e pragmática. Para sustentar isso, apoiaram-se em vários estudos de caso. Para eles, financiar produtos com serviços é um método testado e comprovado. A RailsFactory, uma consultoria e desenvolvedora de apps que oferece soluções para o aplicativo Ruby-on-Rails, foi co-fundada por Senthil Nayagam e Dinesh Kumar em 2006. A Rails Factory oferece diversos serviços – primeiramente focando no desenvolvimento do app para a plataforma Ruby on Rails, mas também inclui a versão de migração da Rails, soluções de e-commerce, Implementação de sistema um sistema de campanha por e-mail e desenvolvimento de app para iPhone e Android.

Senthil e Dinesh financiaram o RailsFactory sozinhos, começando com aproximadamente US$ 1.250. Quando precisaram, cada um recorreu a recursos próprios: Senthil entregou suas economias e Dinesh pediu ajuda aos pais. Mas eles começaram a lucrar rápido – graças ao serviços que oferecem, eles começaram a gerar lucros no segundo mês e cresceram desde então. A RailsFactory executou mais de 100 projetos e trabalhou com clientes nos Estados Unidos, Canadá, Índia, Austrália, Cingapura e no Reino Unido. Seus serviços e lucros ultrapassaram alguns milhões de dólares e a companhia recentemente criou um produto que passou a ser validado com 100 serviços ao consumidor. A oferta “produtizada” lhes permite oferecer um pacote de apoio ao segmento das PMEs com base em pacotes de chamados técnicos.

Com uma história similar, a Mansa Systems é uma empresa de TI fundada por Siva Devaki, em São Francisco, em 2006. Siva fundou a Mansa Systems com foco específico na computação em nuvem. Atualmente, a Mansa Systems desenvolve apps para serem usados em conjunto com a Salesforce.com através da AppExchange, marketplace da Salesforce.

A AppExchange permite que parceiros criem apps para serem lançados sob esse modelo de negócio, e a Mansa Systems atualmente oferece oito tipos diferentes de aplicativos para a Salesforce. Cada aplicativo é projetado para atender uma limitação do Salesforce. Por exemplo, o armazenamento em nuvem do app Cloud Drop oferece aos usuários mais espaço, o MassMailer permite que os usuários contornem as limitações de espaço do e-mail, e EaglEye oferece aos usuários segurança no compartilhamentos de documentos. A Mansa Systems continua sendo totalmente financiado pelos serviços da empresa, e os sócios não pensam em receber financiamento externo. A companhia já atingiu US$ 2 milhões em lucros anuais e receita suficiente para desenvolver e lançar aplicativos sob seu próprio modelo.

A AgilOne, uma companhia que oferece análises de mercado, foi fundada por Omer Artun em 2006. Inicialmente, a companhia confiou nos seus serviços para se aproximar dos consumidores, entender e direcionar os seus problemas, e esse processo gerou lucros. Hoje, o produto da AgilOne é um software como uma plataforma de serviço. Muito do que a companhia aprendeu sobre os seus consumidores nos serviços foi transformado no produto, embora uma parte dos lucros ainda venha dos serviços.

A plataforma foi criada para ajudar as empresas a saberem melhor como os seus clientes estão interagindo com seus produtos. Por exemplo, os clientes do varejo online podem ser divididos em diferentes “clusters” (grupos) com base em suas pesquisas e preferências de compras. Esses “clusters” permitem que o marketing da companhia desenvolva promoções específicas para os usuários.

Omer fez sua empresa avançar de nenhuma receita ou empregados em 2005 para cerca de 45 funcionários e mais de US$ 15 milhões em 2011, quando a AgilOne firmou uma parceria com a Sequoia Capital, companhia do Vale do Silício que fez um investimento considerável em uma empresa que se financiou usando serviços.

Eu geralmente escuto que é difícil iniciar uma empresa de “capital intensivo” (que exige muito investimento no início). E há alguma verdade nessa observação. No entanto, a Finisar – que produz componentes de comunicação óptica e subsistemas – oferece um contraponto. A empresa foi fundada há 25 anos por Jerry Rawls e Frank Levinson. Jerry e Frank financiaram tudo oferecendo serviços de consultoria, enquanto o produto (fibras ópticas para redes de computadores) estava em desenvolvimento. Eles buscaram uma carência na indústria da computação que não estava preenchida e descobriram essa necessidade no início dos anos 90, quando eles foram os pioneiros na criação do cabo óptico de baixo custo, que era uma economia para os padrões de unidades ópticas. Em 1994, o produto tinha mudado o padrão do canal de fibra, e, depois daquele ano, as vendas de seus componentes ópticos dobraram anualmente, por sete anos consecutivos.

Mesmo quando a Finisar estava decolando, a companhia continuou se “auto-financiando”. Jerry e Frank financiaram a Finisar durante os primeiros dez anos de existência e não receberam nenhum investimento externo até 1998, quando foram abordados pela TA Associates e a Summit Partners, duas empresas de private equity que compraram 20% da Finisar, na antecipação de um IPO.
Jerry estima que as vendas da companhia antes do IPO eram de U$ 30 milhões. Quando a empresa foi a público em 2000, as vendas eram de US$ 67 milhões. A Finisar abriu capital com ações valendo US$ 19 e fechou a US$ 86.

Componentes de comunicação óptica e subsistemas, por todos os objetivos práticos, são considerados de capital intensivo. Ainda assim, Frank e Jerry, obviamente, conseguiram financiar seus negócios usando serviços durante quase todo o caminho até o IPO.

Cada uma das quatro empresas que apresentei alcançaram o lucro por meio de serviços. Não apenas é um método viável de fazer com que a sua startup saia do chão, mas é um método comprovado de atingir o lucro, também. Em alguns casos, pode fazer com que a Sequoia Capital bata na sua porta. Em outros, você pode conseguir que alguns investidores lhe liguem, para convencê-lo a lançar uma oferta pública. Ou então encontrar uma enorme quantidade de fundos endinheirados querendo despejar dinheiro no seu empreendimento. Todos esses são resultados desejáveis!

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“Capital erótico” ganha importância na vida e carreira

Posted by HWBlog em 12/09/2013

capital eróticoAlém do capital humano, material e financeiro agora também surge o “capital erótico” nas corporações; – estudos confirmam que “beleza também põe mesa”; – sedução no mundo corporativo ganha um olhar mais acadêmico e prático.

O livro “Capital Erótico – Pessoas atraentes são mais bem sucedidas. A ciência garante” da cientista social e escritora Catherine Hakim, editado no Brasil pela best.business, tem provocado, além de muita curiosidade, debates, análises, descobertas e interrogações, tanto na vida social como corporativa.

Desde que em 1983 o sociólogo francês Pierre Bourdieu concluiu que os capitais econômico, cultural e social são os atributos pessoais que mais ajudam o indivíduo a se destacar, profissional e socialmente, nada de novo, neste campo do conhecimento, havia surgido.

Mas em 2010, Catherine Hakim surpreendeu o mundo com um quarto atributo, por ela designado como “capital erótico”. Descrito como um misto de beleza, charme, elegância e ‘sex appeal’.

Segundo a autora, estamos acostumados a valorizar o “capital humano”, como um conjunto de habilidades que envolvem qualificações, instrução e experiência para um bom desempenho profissional.

Mas ela considerou que todos estes indicadores são insuficientes para avaliar pessoas que obtém sucesso, tanto na vida social como profissional. Razão pela qual cunhou a expressão “capital erótico”, que leva em conta “a união de atrativos físicos e sociais que torna alguns homens e mulheres companhias agradáveis e bons colegas, atraentes para todos os membros de sua sociedade e, especialmente, para o sexo oposto.”

Considerando que o “capital erótico” é multifacetado, a autora desenvolveu seis elementos para o mesmo. A saber:

“- A beleza sempre foi um elemento central, a despeito das variações culturais e temporais em relação ao que a constitui.

– Um segundo elemento é a atratividade sexual, que pode ser bastante diferente da beleza clássica. Ela tem a ver com um corpo sexy.

– O terceiro elemento é social, pois envolve graça, charme, capacidade de interação; a habilidade de conquistar pessoas, deixá-las felizes e à vontade, gerar interesse e, quando for apropriado, desejo.

– O quarto elemento é o dinamismo, um misto de boa forma física, energia social e bom humor.

– O quinto também é social, pois envolve o estilo de vestir, maquiagem, perfume, jóias ou outros adornos, corte do cabelo e acessórios de uma forma geral.

– O sexto, e último elemento, é a própria sexualidade: competência sexual, energia, imaginação erótica, diversão e tudo o mais que compõe um parceiro sexualmente satisfatório.”

Segundo Catherine Hakim, “para os homens, assim como para as mulheres, todos os seis elementos contribuem para definir o capital erótico. Sua importância relativa normalmente difere entre os sexos, e varia entre culturas e em diferentes séculos.”

No capítulo “A política do desejo”, a autora afirma que “mesmo em situações nas quais há pouco ou nenhum desequilíbrio de gênero no capital erótico, o déficit sexual masculino continua influenciando relações entre homens e mulheres, tanto na vida pública quanto na pessoal. O princípio do menor interesse e o excesso de demanda masculina por mulheres atraentes aumentam o valor do capital erótico feminino. O desequilíbrio no interesse sexual concede às mulheres uma enorme vantagem nos relacionamentos íntimos – caso reconheçam este fato.”

Embora a autora analise o fenômeno de uma forma bastante ampla, na perspectiva social, é possível observar o quanto todos estes fatores vem ganhando importância no universo do mundo corporativo.

Afinal, boa parte do tempo de convivência, além dos relacionamentos mais intensos entre as pessoas, ambos ocorrem no mundo do trabalho. Condição em que o “capital erótico” emerge com muita facilidade.

O estudo também permitiu concluir que muitos profissionais, que se rotulam como “casados” com a carreira ou a empresa, e sem tempo ou habilidade para envolvimentos afetivos, tendem a se tornar clientes do “sexo pago” ou “garotas de programa”.

Manifestam claramente que o desejo erótico pode ser resolvido sem qualquer entrega afetiva, e, menos ainda, algum compromisso com um futuro compartilhado. Panorama este que pode ainda ser ampliado pelo crescimento dos relacionamentos virtuais, ou seja, sem qualquer envolvimento físico, mas apenas repleto de fantasias. À distância e preservado por “personagens” fictícios.

O livro merece ser lido pela seriedade, volume de informações, estilo agradável e mais ainda ao considerarmos o quanto o relacionamento humano vem se transformando neste século.

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Como conseguir um mentor para sua startup

Posted by HWBlog em 11/09/2013

feedbackJá imaginou se você pudesse ter alguém mais experiente e seguro para te acompanhar na criação de uma startup? A maioria dos empreendedores gostaria de contar com esta ajuda na hora de começar um negócio. Por isso, ter um mentor é importante neste momento. A experiência prévia e os conselhos podem ser muito úteis para que o empreendedor não falhe antes mesmo de começar.

Prática comum nos Estados Unidos, a mentoria deve ser periódica e exige disponibilidade do mentor escolhido. “Um mentor tem um nível de exigência menor do que o investidor porque está ali para ajudar nos passos iniciais”, explica Cassio Spina, investidor-anjo e diretor da associação Anjos do Brasil.

Antes de pedir a qualquer executivo que seja o mentor da sua startup, tenha bastante claro quais são as habilidades que você precisa. “Isso varia muito de acordo com a perspectiva de cada empreendedor: o mentor vai abrir portas, vai trazer novas perspectivas”, questiona Camila Farani, diretora da Gávea Angels e co-fundadora da Lab 22. Veja as dicas de Spina e Camila para conseguir o mentor ideal para o seu negócio.

1. Tenha objetivos claros

Sem demonstrar capacidade, o mentor dificilmente vai querer se juntar a você. Por isso, é bom começar mostrando sua situação e indicando claramente os objetivos da parceria. “Mostre o modelo de negócios que está querendo desenvolver e saiba quais são os próximos passos que quer tomar. Precisa ter objetivos, dizer o que quer e ter algo para apresentar sobre o que pretende fazer”, explica Spina.

Identifique que tipo de mentor seria mais vantajoso para o seu negócio: com conhecimento técnico ou de gestão, por exemplo. “Procure pessoas com competências que você conheça e que te inspirem. Pode ser um antigo chefe ou professor”, sugere Camila.

2. Tenha iniciativa

Sem iniciativa, o mentor dificilmente virá até você. “Se você quer convencê-lo a te ajudar, tem que dizer quais são as suas intenções, ser transparente”, diz Camila. Encontrar o mentor ideal pode ser um desafio, mas depende da atitude do empreendedor. “Hoje tem ferramentas que podem ajudar bastante, como redes sociais, em que ele pode achar alguém que tem o perfil e a experiência que possa complementar. Mas tem que ter cara de pau e mandar uma mensagem”, ensina Spina. Não esqueça de ser objetivo na mensagem e indicar bem o que procura.

3. Cheque a disponibilidade

Seja um executivo ou um professor, o mentor costuma ter várias outras atividades e é preciso ter certeza de que ele pode dedicar algum tempo ao relacionamento. A frequência das conversas, por exemplo, pode ser definida previamente. “É importante para não criar falsa expectativa mútua”, diz Spina.

Segundo Camila, muitos mentores aceitam colaborar, mas não cumprem o prometido. “Se você quer ter uma efetividade, é importante definir as regras antes. É bom estabelecer encontros pelo menos uma vez por mês que ele possa passar as experiências e orientar”, explica.

4. Mostre a oportunidade

Durante o processo de convencimento do mentor, mostre como o projeto tem potencial. “A partir do momento que quer trazer uma pessoa, é importante identificar as áreas de interesse e oportunidades desse mentor. Você precisa se tornar uma pessoa interessante para ele”, indica Camila.

5. Busque experiência

Na hora de definir o mentor, procure alguém que tenha alguma familiaridade com o seu projeto. “Essa pessoa tem que ter tido o mínimo de sucesso no campo do seu interesse. Ela tem que ter comprovado resultado, não precisa ser rico nem famoso, mas deve ter alguns anos de experiência a mais que você”, diz Camila.

O mentor deve ser alguém que legitimamente queira te ver crescer e prosperar. “Às vezes, você vai atrás de grandes empresários que tiveram sucesso, mas com ego inflado ou atitude oportunista”, indica a investidora.

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Steve Jobs: intenso

Posted by HWBlog em 09/09/2013

Steve JobsJobs era intenso e desprezava as regras, o que o fez realizar o impossível. Assim avalia Walter Isaacson, CEO do Aspen Institute.

Intenso, perfeccionista e cruelmente sincero. Esses são alguns dos termos que Walter Isaacson usa para descrever Steve Jobs, o aclamado CEO da Apple. Isaacson é autor de Steve Jobs, a biografia da qual se podem extrair lições de como perseguir objetivos e “chegar lá”, reunindo muitos em torno de sua visão.

O Aspen Institute, é uma organização não governamental voltada para o fomento da liderança baseada em valores duradouros. Dedica-se a pesquisar, acompanhar e relatar a vida de indivíduos impactantes para a humanidade, como Albert Einstein, Benjamin Franklin e, o mais recente, Jobs.

O Jobs apresentado por Isaacson tem perfil de artista, na genialidade e no temperamento. Sua intensidade era o fio que conectava sua personalidade aos produtos que lançava –impregnados de paixões, demônios, capacidades artísticas e obsessões de seu criador.

O perfeccionismo e as tendências obsessivas resultavam na necessidade de controle. “A busca por perfeição levou-o à compulsão de fazer com que a Apple tivesse controle de ponta a ponta sobre cada produto. Ele tinha urticária quando via os grandes softwares da empresa rodando em hardwares ruins de outras companhias, e também era alérgico ao conteúdo não aprovado que poluísse a perfeição de um dispositivo Apple”, ressalta Isaacson.

Esse alto grau de exigência levou o gênio a perseguir e impor a simplicidade, por meio da habilidade de integrar hardware, software e conteúdo, inclusive pensando nos usuários que não têm tempo nem disposição para integrar seus computadores e dispositivos.

Jobs era perfeccionista, mas sabia dizer não. Definia prioridades e se concentrava nelas realmente, ignorando distrações. Tal capacidade o levou a recolocar a Apple nos trilhos, quando reduziu sua oferta ao mercado a poucos e essenciais produtos. Dizer não também promovia a simplicidade: não aos botões e teclas em excesso, não às opções desnecessárias nos programas.

Mas não era nada fácil relacionar-se com esse líder, ainda que fosse carismático e adepto da filosofia Zen Budista. Pelo que membros de sua equipe testemunharam, ele talvez não tivesse ainda compreendido o ensinamento budista do Caminho do Meio. Pelo contrário, o CEO não era sereno, mas dado a extremos.

Em sua visão binária de mundo, algo era maravilhoso ou terrível. Impaciente, era sincero ao ponto de ofender as pessoas. Isaacson reproduz sua fala: “Meu trabalho é dizer quando algo é péssimo, em vez de suavizar as coisas”.

Andy Hertzfeld, um dos membros da equipe que desenvolveu o Macintosh nos anos 1980, foi ouvido pelo autor e avaliou: “Quanto ele machucava os outros, não era porque carecesse de consciência. Pelo contrário, ele poderia analisar a pessoa, compreender seu pensamento, aprender a se relacionar com ela e, finalmente, adulá-la ou ofendê-la”.

Desafiando a realidade

Ainda que a necessidade de tal comportamento seja questionável, e que tenha causado muitos problemas a Jobs, não é possível negar, de acordo com Isaacson, que tenha sido eficaz. “Dúzias de colegas de quem Jobs mais abusou terminaram a narração de suas histórias de horror afirmando que o CEO os fez fazerem coisas que jamais sonharam ser possíveis”.

A chave para Jobs conseguir o que queria? Ele, de fato, acreditava que as regras da vida não valiam para ele, conforme se lê em artigo de Isaacson publicado por Harvard Business Review. Ele conta que, certa vez, Jobs estava no turno da noite da Atari e resolveu que Steve Wozniak deveria criar um jogo chamado Breakout em quatro dias. Wozniak disse que levaria meses, mas Jobs insistiu, e o milagre se fez. Assim Jobs foi mudando a história da computação –com uma fração dos recursos de que IBM ou Xerox dispunham.

Referências:

ISAACSON, W. “The real leadership lessons of Steve Jobs”. Harvard Business Review, abr. 2012, p. 93 – 102.

ISAACSON, W. Steve Jobs. Nova York: Simon & Schuster, 2011

Steve Jobs: intense

Jobs was intense and despised the rules, which made it impossible to carry out. So evaluates Walter Isaacson, CEO of the Aspen Institute.

Intense, perfectionist and cruelly honest. These are some of the terms used to describe Walter Isaacson Steve Jobs, CEO of Apple acclaimed. Isaacson is the author of Steve Jobs biography from which lessons can be drawn as to pursue goals and “get there”, gathering many around your vision.

The Aspen Institute, is a non-governmental organization focused on fostering leadership based on enduring values. Dedicated to search, track and report individual lives impactful to humanity, such as Albert Einstein, Benjamin Franklin, and the latest Jobs.

The Jobs by Isaacson has presented artist profile, the genius and temperament. Its intensity was the thread that connected his personality to products that cast-impregnated passions, demons, obsessions and artistic skills of its creator.

Perfectionism and obsessive tendencies resulted in the need for control. “The search for perfection led to his compulsion to make Apple had control from end to end on each product. He had hives when I saw the big enterprise software running on bad hardware from other companies, and was also allergic to unapproved content that pollute the perfection of an Apple device, “says Isaacson.

This high level of demand led genius to pursue and enforce simplicity, through the ability to integrate hardware, software and content, including thinking of users who have no time or inclination to integrate their computers and devices.

Jobs was a perfectionist, but could not say. Defined priorities and really focused on them, ignoring distractions. This ability led him to replace the Apple on track when lowered its offer to the market a few and essential products. Say no also promoted simplicity: no buttons and keys in excess, not options unnecessary programs.

But it was not easy to relate to this leader, even if he was charismatic and adept in Zen Buddhist philosophy. By members of his staff testified, he had perhaps not yet understood the Buddhist teaching of the Middle Path. Rather, the CEO was not serene, but given the extreme.

In his binary view of the world, was something wonderful or terrible. Impatient, was sincere to the point of offending people. Isaacson reproduces his speech: “My job is to say when something sucks rather than smooth things out.”

Andy Hertzfeld, a member of the team that developed the Macintosh in the 1980s, was heard and evaluated by the author: “How much does it hurt others, it was not because lacked consciousness. Rather, it could examine the person, understand their thinking, learn to relate to her and finally flatter her or offend her. ”

Defying reality

Although the need for such behavior is questionable, and which has caused many problems for Jobs can not be denied, according to Isaacson, which has been effective. “Dozens of the colleagues whom Jobs most abused ended the telling of his horror stories stating that the CEO made them do things they never dreamed to be possible.”

Jobs Key to get what he wanted? He, in fact, believed that the rules of life were not worth for him, as we read in article Isaacson published by Harvard Business Review. He says that once Jobs was on the night shift at Atari and Steve Wozniak decided he should create a game called Breakout in four days. Wozniak said it would take months, but Jobs insisted, and the miracle was done. So Jobs was changing the history of computing, with a fraction of the resources that IBM or Xerox had.

References:

ISAACSON, W. “The real leadership lessons of Steve Jobs.” Harvard Business Review, April 2012, p. 93-102.

ISAACSON, W. Steve Jobs. New York: Simon & Schuster, 2011

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