PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Steve Jobs: intenso

Posted by HWBlog em 09/09/2013

Steve JobsJobs era intenso e desprezava as regras, o que o fez realizar o impossível. Assim avalia Walter Isaacson, CEO do Aspen Institute.

Intenso, perfeccionista e cruelmente sincero. Esses são alguns dos termos que Walter Isaacson usa para descrever Steve Jobs, o aclamado CEO da Apple. Isaacson é autor de Steve Jobs, a biografia da qual se podem extrair lições de como perseguir objetivos e “chegar lá”, reunindo muitos em torno de sua visão.

O Aspen Institute, é uma organização não governamental voltada para o fomento da liderança baseada em valores duradouros. Dedica-se a pesquisar, acompanhar e relatar a vida de indivíduos impactantes para a humanidade, como Albert Einstein, Benjamin Franklin e, o mais recente, Jobs.

O Jobs apresentado por Isaacson tem perfil de artista, na genialidade e no temperamento. Sua intensidade era o fio que conectava sua personalidade aos produtos que lançava –impregnados de paixões, demônios, capacidades artísticas e obsessões de seu criador.

O perfeccionismo e as tendências obsessivas resultavam na necessidade de controle. “A busca por perfeição levou-o à compulsão de fazer com que a Apple tivesse controle de ponta a ponta sobre cada produto. Ele tinha urticária quando via os grandes softwares da empresa rodando em hardwares ruins de outras companhias, e também era alérgico ao conteúdo não aprovado que poluísse a perfeição de um dispositivo Apple”, ressalta Isaacson.

Esse alto grau de exigência levou o gênio a perseguir e impor a simplicidade, por meio da habilidade de integrar hardware, software e conteúdo, inclusive pensando nos usuários que não têm tempo nem disposição para integrar seus computadores e dispositivos.

Jobs era perfeccionista, mas sabia dizer não. Definia prioridades e se concentrava nelas realmente, ignorando distrações. Tal capacidade o levou a recolocar a Apple nos trilhos, quando reduziu sua oferta ao mercado a poucos e essenciais produtos. Dizer não também promovia a simplicidade: não aos botões e teclas em excesso, não às opções desnecessárias nos programas.

Mas não era nada fácil relacionar-se com esse líder, ainda que fosse carismático e adepto da filosofia Zen Budista. Pelo que membros de sua equipe testemunharam, ele talvez não tivesse ainda compreendido o ensinamento budista do Caminho do Meio. Pelo contrário, o CEO não era sereno, mas dado a extremos.

Em sua visão binária de mundo, algo era maravilhoso ou terrível. Impaciente, era sincero ao ponto de ofender as pessoas. Isaacson reproduz sua fala: “Meu trabalho é dizer quando algo é péssimo, em vez de suavizar as coisas”.

Andy Hertzfeld, um dos membros da equipe que desenvolveu o Macintosh nos anos 1980, foi ouvido pelo autor e avaliou: “Quanto ele machucava os outros, não era porque carecesse de consciência. Pelo contrário, ele poderia analisar a pessoa, compreender seu pensamento, aprender a se relacionar com ela e, finalmente, adulá-la ou ofendê-la”.

Desafiando a realidade

Ainda que a necessidade de tal comportamento seja questionável, e que tenha causado muitos problemas a Jobs, não é possível negar, de acordo com Isaacson, que tenha sido eficaz. “Dúzias de colegas de quem Jobs mais abusou terminaram a narração de suas histórias de horror afirmando que o CEO os fez fazerem coisas que jamais sonharam ser possíveis”.

A chave para Jobs conseguir o que queria? Ele, de fato, acreditava que as regras da vida não valiam para ele, conforme se lê em artigo de Isaacson publicado por Harvard Business Review. Ele conta que, certa vez, Jobs estava no turno da noite da Atari e resolveu que Steve Wozniak deveria criar um jogo chamado Breakout em quatro dias. Wozniak disse que levaria meses, mas Jobs insistiu, e o milagre se fez. Assim Jobs foi mudando a história da computação –com uma fração dos recursos de que IBM ou Xerox dispunham.

Referências:

ISAACSON, W. “The real leadership lessons of Steve Jobs”. Harvard Business Review, abr. 2012, p. 93 – 102.

ISAACSON, W. Steve Jobs. Nova York: Simon & Schuster, 2011

Steve Jobs: intense

Jobs was intense and despised the rules, which made it impossible to carry out. So evaluates Walter Isaacson, CEO of the Aspen Institute.

Intense, perfectionist and cruelly honest. These are some of the terms used to describe Walter Isaacson Steve Jobs, CEO of Apple acclaimed. Isaacson is the author of Steve Jobs biography from which lessons can be drawn as to pursue goals and “get there”, gathering many around your vision.

The Aspen Institute, is a non-governmental organization focused on fostering leadership based on enduring values. Dedicated to search, track and report individual lives impactful to humanity, such as Albert Einstein, Benjamin Franklin, and the latest Jobs.

The Jobs by Isaacson has presented artist profile, the genius and temperament. Its intensity was the thread that connected his personality to products that cast-impregnated passions, demons, obsessions and artistic skills of its creator.

Perfectionism and obsessive tendencies resulted in the need for control. “The search for perfection led to his compulsion to make Apple had control from end to end on each product. He had hives when I saw the big enterprise software running on bad hardware from other companies, and was also allergic to unapproved content that pollute the perfection of an Apple device, “says Isaacson.

This high level of demand led genius to pursue and enforce simplicity, through the ability to integrate hardware, software and content, including thinking of users who have no time or inclination to integrate their computers and devices.

Jobs was a perfectionist, but could not say. Defined priorities and really focused on them, ignoring distractions. This ability led him to replace the Apple on track when lowered its offer to the market a few and essential products. Say no also promoted simplicity: no buttons and keys in excess, not options unnecessary programs.

But it was not easy to relate to this leader, even if he was charismatic and adept in Zen Buddhist philosophy. By members of his staff testified, he had perhaps not yet understood the Buddhist teaching of the Middle Path. Rather, the CEO was not serene, but given the extreme.

In his binary view of the world, was something wonderful or terrible. Impatient, was sincere to the point of offending people. Isaacson reproduces his speech: “My job is to say when something sucks rather than smooth things out.”

Andy Hertzfeld, a member of the team that developed the Macintosh in the 1980s, was heard and evaluated by the author: “How much does it hurt others, it was not because lacked consciousness. Rather, it could examine the person, understand their thinking, learn to relate to her and finally flatter her or offend her. ”

Defying reality

Although the need for such behavior is questionable, and which has caused many problems for Jobs can not be denied, according to Isaacson, which has been effective. “Dozens of the colleagues whom Jobs most abused ended the telling of his horror stories stating that the CEO made them do things they never dreamed to be possible.”

Jobs Key to get what he wanted? He, in fact, believed that the rules of life were not worth for him, as we read in article Isaacson published by Harvard Business Review. He says that once Jobs was on the night shift at Atari and Steve Wozniak decided he should create a game called Breakout in four days. Wozniak said it would take months, but Jobs insisted, and the miracle was done. So Jobs was changing the history of computing, with a fraction of the resources that IBM or Xerox had.

References:

ISAACSON, W. “The real leadership lessons of Steve Jobs.” Harvard Business Review, April 2012, p. 93-102.

ISAACSON, W. Steve Jobs. New York: Simon & Schuster, 2011

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