PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Intuição – Uma Diferença na Decisão

Posted by HWBlog em 13/08/2013

intuição A vida está mais complexa. A cada dia, novas variáveis se apresentam e as mudanças diárias dos rumos dos negócios fazem com que tomar decisões empresariais seja o fator de grande preocupação das organizações.

Executivos se veem diante de uma multiplicação de opções e de dados que exigem análise, enquanto que o tempo para tal análise encolhe. Existe, na contrapartida, um grande esforço das companhias em preparar e preparar e atualizar seus executivos, com o objetivo de torná-los mais aptos a tomarem decisões cada vez mais rápidas e precisas. Gestores de grandes corporações preferem profissionais que realmente tomem posições com agilidade. Acreditam que um executivo que acerte em mais do que 70% de suas decisões é de grande valia para o processo de busca das sempre ambiciosas metas estratégicas do negócio.

Uma ferramenta que pode auxiliar muito na tomada de decisão – a Intuição – parece ser uma alternativa atraente, interessante e razoavelmente confiável ao sofisticado e custoso processo de coleta e análise de fatos. O chamado “ confiar no próprio faro”. Acreditar na sua intuição é altamente compreensível, pois quando nos deparamos com a complexidade da vida, temos a tendência a depositar nossas crenças em nós mesmos.

O problema é que excesso de confiança pode ser perigoso, se não estivermos relativamente preparados. A intuição não substitui completamente a razão, que vem sempre vinculada à análise profunda dos fatos; e quanto mais dados tivermos para ponderar, mais devemos confiar na análise racional e menos na intuição. Mesmo assim, a intuição é algo que o ser humano possui, utiliza e não pode simplesmente ser desprezada, deve sim, ser treinada para nos auxiliar no nosso dia-a-dia. Desprezar a intuição seria praticamente impossível, pois continuaríamos tendendo a utilizá-la, como também, em alguns casos seria um desperdício.

Aos 12 anos de idade, por exemplo, Luiz Seabra, fundador da Natura, uma das mais conceituadas multinacionais brasileiras, conversando com sua irmã, nove anos mais velha, ela lhe disse que sonhava em tornar-se esteticista. Enquanto ela falava, Luiz teve uma intuição, como se tivesse saído do fundo coração, disse: “Eu vou produzir estes produtos que as pessoas irão usar.” Já Salim Mattar, fundador da Localiza, locadora de veículos, fundou sua empresa em meio à primeira crise do petróleo, em 1974. Todos seus amigos e “conselheiros” o taxavam de louco. Quatro anos depois, já “amargando” um bom sucesso e durante a segunda crise mundial de petróleo, decidiu que estava na hora de duplicar seus negócios. Novamente, ouviu seguiu sua intuição e teve muito sucesso.

Se acreditarmos que nossa intuição é constituída principalmente pelas experiências vivenciais, podemos também acreditar que a intuição poderia ser educada para que possamos tomar decisões relativas a nossas vidas e negócio com muito mais rapidez e confiança. O que não podemos é nos deixar seduzir pelo desejo de acreditar na sabedoria da intuição e ficarmos cegos para a realidade bem menos romântica dos processos decisórios empresariais.

Intuição não é sorte! Sozinha não funciona!

A uso da intuição é uma característica pessoal que, diferentemente de um passado recente e mecanizado, já é valorizada pelas corporações. Uma definição interessante de intuição foi dada em 1977 por Bruce Henderson, fundador do Boston Consulting Group, que a chamou de “integração subconsciente de todas as experiências, condicionamentos e conhecimentos de uma vida, incluídos aí seus vieses culturais e emocionais”.

Se medir características como estas pode ser algo tão complexo, as corporações, que investem pesadamente no desenvolvimento de seus executivos, devem aprender a desenvolver nos profissionais que tomam diretamente decisões, a capacidade de educar e utilizar a intuição, baseada principalmente na estruturação sistêmica das experiências técnicas e vivencias do dia a dia do seu negócio.

-Luiz Wever

Intuition – A Difference in Decision

Life is more complex. Every day, new variables are presented and the daily changes of the direction of the business make business decisions is the factor of major concern for organizations.

Executives find themselves faced with a proliferation of options and data that require analysis, while the time for such analysis shrinks. There is, in contrast, a great effort of companies to prepare and prepare and update its executives, in order to make them better able to make decisions faster and faster and accurate. Managers of large corporations prefer professionals who actually take positions with agility. Believe that an executive hit by more than 70% of their decisions is of great value to the search process always ambitious strategic goals of the business.

A tool that can greatly aid in decision making – Intuition – seems to be an attractive alternative, interesting and reasonably reliable to sophisticated and costly process of collecting and analyzing facts. The so-called “trust the own nose.” Believe in your intuition is highly understandable, because when faced with the complexity of life, we tend to put our beliefs in ourselves.

The problem is that overconfidence can be dangerous if we are not fairly prepared. Intuition does not completely replace the reason, it is always linked to deep analysis of the facts, and the more data we have to consider, the more we rely on rational analysis and less on intuition. Even so, the intuition is something that human beings have, uses and can`t be simply dismissed, but should be trained to assist us in our day-to-day. Disparaging intuition would be almost impossible because we would still tend to use it, but also, in some cases it would be a waste.

At 12 years old, for example, Luiz Seabra, founder of Natura, one of the most respected Brazilian multinationals, talking to his sister, nine years older, she told him she dreamed of becoming a beautician. As she spoke, Luiz had an intuition, as if it had come out of the bottom heart, said: “I’m going to produce these products that people will use.” Already Salim Mattar, founder of Finds, car rental company, founded his company in the midst of first oil crisis in 1974. All your friends and “advisers” the crazy taxed. Four years later, “loathing” good success and during the second world oil crisis, decided it was time to duplicate your business. Again, heard followed his intuition and was very successful.

If we believe that our intuition is constituted mainly by life experiences, we also believe that intuition could be educated so we can make decisions on our lives and business much faster and reliable. What we are seduced by the desire to believe in the wisdom of intuition and stay blind to the reality far less romantic business decision-making processes.

Intuition is not luck! Alone does not work!

The use of intuition is a personal characteristic that unlike the recent past and machine is already valued by corporations. An interesting definition of intuition was given in 1977 by Bruce Henderson, founder of Boston Consulting Group, who called it “subconscious integration of all experiences, constraints and knowledge of life, including where their cultural biases and emotional.”

Measure how these characteristics can be something as complex corporations that invest heavily in developing their executives must learn to develop the professionals who make decisions directly, the ability to educate and use intuition, based primarily on systemic structuring of experiences techniques and realities day to day business.

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