PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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A técnica da pergunta no feedback

Posted by HWBlog em 31/07/2013

feedbackO feedback é um ato de comunicação, mas a sua dinâmica é fortemente baseada em um “jogo de percepções”. São diversas as sensações e sentimentos que o feedback provoca. Evidentemente se temos um recrudescimento da influencia emocional é normal que a lógica e a sensatez fique prejudicada.

E por estar vinculada a uma observação sobre um trabalho realizado sempre fica a sensação de intromissão. O sentimento de preocupação aflora: “Será que não agradei com a minha ação”? “O que será que ele quer desta vez”? “Porque ele só percebe quando erro”?

Ambiente propício para “defesas”, racionalizações e bloqueios que dificultam uma melhor compreensão da ação de feedback. É uma enorme perda pois perde-se o aproveitamento de um dos mais importantes recursos para o desenvolvimento.

Por isso algumas técnicas pode nos auxiliar a administrar o ambiente e conduzir o processo para o melhor resultado. E a que queremos apresentar agora é a “técnica da pergunta”. Vocês sabem que, muitas vezes, para a descoberta da verdade a pergunta é mais importante que a resposta.

Uma frase atribuída á Confúcio diz: “Eu não procuro saber as respostas. Procuro compreender as perguntas”. Em suma utilizar a pergunta como recurso para administrar o ambiente e a condução do feedback é exemplarmente eficaz. A pergunta, se colocada de forma amigável, conduz á um diálogo e a um equacionamento das tensões. Antes disso o diálogo transforma-se em disputa.

Por questão didática vamos dividir a prática da pergunta no feedback em três momentos:

A primeira fase da técnica é a de Reconhecimento, quando procuramos posicionar o fato.

Mesmo que tenhamos muitas informações é importante começar com perguntas como:

– “O que aconteceu”? , “Como está a situação?”, sempre dando espaço para o outro explicar-se. Procure primeiro entender a situação para só depois entender como aconteceu o desvio.

Não precisamos nem mesmo forçar muito. Perguntas como essas como essa levam a abertura. Muitos problemas conseguem resolver-se nessa fase quando permitimos a expressão e o entendimento.

Pergunte! Aguarde mais informações. Ouça. Sempre há mais informações quando damos oportunidade para ela aparecer. Se não ficou claro nesta fase vá á seguinte.

A fase seguinte é a Exploratória, quando procuramos entender com mais profundidade buscando, inclusive, conhecer a origem do problema. Na questão do feedback é fundamental entender o que causou o desvio, pois para solucionar é necessário trabalhar a origem. Caso contrário a possibilidade de repetir-se o problema aumenta muito.

Um pergunta poderosíssima desta fase é: “POR QUE?”. Esta simples pergunta tem um poder enorme de trazer à tona as razões, motivos, origens do fato. Provocando uma reflexão sobre todo o processo de ação. Nesta fase é comum percebermos os fatos que provocaram os desvios do alvo principal.

Sim porque não cabe a resposta “Porque sim”. Essa resposta só é permitida ás Mães para as crianças pequenas, muito pequenas. É, talvez nem isso mais.

O interessante da pergunta “Por que” é que ela pode ser repetida diversas vezes sem ser repetitiva. É, apenas, exploratória. O por que aconteceu assim? Por que você pensou isso? Por que achou que daria certo? Aproveite, pesquise. Vai ajuda-lo a entender e vai permitir que o outro reflita sobre questões novas.

Nesta fase também usamos um recurso que ajuda significativamente para clarear o sentido da comunicação. É a repetição da frase dita pelo outro, mesmo que com outras palavras. É o recurso de “parafrasear” o interlocutor. Repita o que foi dito para gerar reflexão. Por exemplo: “Quer dizer então que…..” ou, “Você está dizendo que achou que ele não iria….”

Esta ação permite ao indivíduo melhorar a auto percepção. Transforma-o num espectador de si mesmo, e, dessa forma, muitas vezes, permite-lhe corrigir a interpretação equivocada ou, até mesmo, não consciente até esse momento. A fase seguinte deve ser dirigida para a ação de reorientação.

Esta terceira fase denominamos de Conclusiva, porque terá que ser assim. Não há retórica nas orientações derivadas de um feedback. Temos que ser objetivos e práticos de maneira a realmente clarificar a função de Reorientação do feedback.

É fundamental esclarecer todos os pontos a começar pela preocupação, da chefia, em orientar o melhor caminho. É o exercício da função. Todos os subordinados devem ter a clara consciência de que o feedback é uma ação obrigatória da gestão. Lembrem-se de que a ação de Feedback é uma “ação cumplice”! Todos estão no mesmo barco a procura do melhor resultado!

Definir a orientação e analisar o desvio como função de aprendizagem e desenvolvimento são ganhos substanciais do processo de feedback. Não defina apenas a solução. Aproveite para trabalhar as razões que levaram ao desvio. Também se aprende muito com as falhas (ou até mais).

Aproveite o melhor possível a sua ação de Feedback. Percebeu que você pode utilizar bem as perguntas para conduzir o processo?

-Bernardo Leite

Technical Question on Feedback

Feedback is an act of communication, but its dynamics is strongly based on a “game of perceptions.” Are diverse sensations and feelings that feedback causes. Obviously if we have an upsurge of emotional influences is normal that logic and common sense is impaired.

And for being tied to a remark about a work is always the feeling of intrusion. The feeling of concern arises: “Does not delighted, with my action”? “What does he want this time?” “Because he only realizes when error”?

Environment conducive to “defenses”, rationalizations and blockages that hinder a better understanding of the feedback action. It’s a huge loss as you lose the use of one of the most important resources for development.

Therefore some techniques can help us to manage the environment and lead the process for the best result. And now we want to introduce is the “technical question”. You know that, often, for the discovery of truth the question is more important than the answer.

A phrase ascribed to Confucius says: “I do not seek to know the answers. Seek to understand the questions. ” In short using the question as a resource to manage the environment and driving feedback is exemplary efficiency. The question, if placed amicably leads to the dialogue and to a settlement of the tensions. Before that dialogue becomes dispute.

For reasons we will divide the teaching practice in question feedback in three stages:

The first stage of the technique is that of recognition, when we seek to position the fact.

Even though we have a lot of information is important to start with questions like:

– “What happened?” , “How is the situation?”, Always giving space to the other explained. Seek first to understand the situation and only then understand how the shift happened.

We do not even push too hard. Questions such as these lead to open. Many problems can be solved at this stage when we allow the expression and understanding.

Ask! Watch for more information. Listen. Whenever there is more opportunity to give information when it appears. If it was not clear at this stage will go next.

The next stage is exploratory, when we try to understand in more depth looking even know the origin of the problem. On the issue of feedback is critical to understand what caused the deviation, because work is needed to resolve the origin. Otherwise the possibility of repeating the problem increases greatly.

A powerful question in this phase is: “WHY?”. This simple question has enormous power to bring out the reasons, motives, origins of the fact. Provoking a reflection on the whole process of action. At this stage it is common to realize the facts that caused the deviations from the target page.

Yes because it is not the answer, “Why yes.” This response is only allowed mothers to small children, very small. It is perhaps even more so.

The interesting question “Why” is that it can be repeated several times without being repetitive. It is only exploratory. What happened to that? Why do you think that? Why would you think that would work? Make search. Will help you to understand and will allow the other to think about new issues.

At this stage we also use a feature that helps to significantly lighten the meaning of communication. It is the repetition of the phrase spoken by another, even with different words. It is the feature “paraphrase” the interlocutor. Repeat what was said to generate reflection. For example: “Do you mean that …..” or, “You’re saying that he thought he would not ….”

This action allows the individual to improve self perception. Transforms it into a spectator of himself, and thus often allows you to correct the misinterpretation or even not aware until that moment. The next phase should be directed to the action of reorientation.

This third phase we call Conclusively, because it will be so. There is no rhetoric guidelines derived from feedback. We have to be objective and practical way to really clarify the function Reorienting feedback.

It is essential to clarify all points starting with the concern of the leadership in guiding the best way. It is the exercise of the function. All subordinates must have a clear awareness that feedback is a mandatory action management. Remember that the action of feedback is an “action accomplice”! All are in the same boat looking for the best result!

Define the orientation and analyze the deviation as a function of learning and development are substantial gains of the feedback process. Not only the solution set. Enjoy working for the reasons that led to the diversion. Also learn a lot from the failures (or even more).

Enjoy the best possible action your Feedback. Realized that you can use the right questions to guide the process?

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