PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Desenvolva a cultura inovadora com as perguntas certas

Posted by HWBlog em 04/05/2013

inovação 10Incorporar o pensamento criativo ao trabalho aproxima colaboradores da alta gestão e ajuda a enfrentar mudanças constantes.

Há menos de uma década, a capacidade de planejamento estratégico de uma corporação era, provavelmente, seu maior trunfo. Para o bem e para o mal, essa atitude foi por água abaixo. Com mudanças cada vez mais velozes, é impossível saber o que acontecerá com o seu negócio em alguns anos.

Em palestra no MIT Sloan Management (Massachusets Institute of Technology), Emmanuel Maceda, dirigente da Bain & Company, contou como a companhia superou a crise econômica mundial baseada na liderança inovadora. Na companhia, a liderança inovadora se baseia em três pilares: clientes, pessoas e produtos.

Na prática, isso significa que, por exemplo, mesmo altos diretores lidam diretamente com os clientes, para que tenham noção de como se a empresa é percebida pelo mercado. A finalidade, revela Maceda, é “fazer das pessoas o coração sustentável da vantagem competitiva da companhia”.

Quando a capacidade de adivinhar o futuro se esvai, outras habilidades ganham destaque. Talvez a mais abrangente seja a gestão de equipe inovadora e criativa, capaz de fazer as perguntas certas.

A capacidade de fazer perguntas desafiadoras é coibida por muitas empresas que pressionam os colaboradores pela resposta certa. Para Jairo Siqueira, consultor em criatividade, inovação e negociação, estimular que os funcionários façam perguntas é um atalho para o desenvolvimento da cultura inovadora.

As seis habilidades necessárias ao pensamento inovador são, segundo estudo do Center for Creative Leadership:

1 – prestar atenção;
2 – personalização;
3 – associação de imagens;
4 – atitudes sérias;
5 – pesquisa colaborativa;
6 – perspicácia.

Confira dicas que valorizam o pensamento inovador.

1 – Abertura: a empresa precisa deixar claro que está aberta a mudanças que agreguem valor.
2 – Exemplo: ao inovar na forma de trabalho, os gestores dão o exemplo e motivam as pessoas a apresentarem sugestões.
3 – Troca de experiências: sem espaço para individualismo, a saída é estimular o trabalho em equipe e a troca de ideias.
4 – Suporte ao erro: é por meio dos erros que se encontra o caminho para o aprendizado. Os colaboradores devem ter consciência de que podem errar.
5 – Descentralização: o líder deve nortear as ações, mas não concentrar funções, boicotando a autonomia das pessoas e, assim, matando a criatividade.
6 – Comunicação integral: se a criatividade é valorizada, a empresa precisa dispor de canais de comunicação acessíveis.

Develop innovative culture with the right questions

Incorporate creative thinking approaches to work of employees and senior management helps address constant changes.

Less than a decade, the ability of strategic planning of a corporation was probably your biggest asset. For better or for worse, this balcony was awry. With changes ever faster, it is impossible to know what will happen to your business in a few years.

In a lecture at MIT Sloan Management (Massachusetts Institute of Technology), Emmanuel Maceda, leader of Bain & Company, told how the company overcame the global economic crisis based on innovative leadership. In the company, innovative leadership is based on three pillars: customers, people and products.

In practice, this means that, for example, even senior managers deal directly with customers, so being aware of how the company is perceived by the market. The purpose, says Maceda, is to “make people the heart of sustainable competitive advantage of the company.”

When the ability to predict the future is gone, other skills are highlighted. Perhaps the most comprehensive is the management team of innovative and creative, able to ask the right questions.

The ability to make challenging questions is restrained by many companies that push employees by right answer. To Jairo Siqueira, consultant in creativity, innovation and negotiation, encourage employees to ask questions is a shortcut for the development of innovative culture.

The six skills are innovative thought, according to a study by the Center for Creative Leadership:

1 – watch;
2 – customization;
3 – association of images;
4 – serious attitudes;
5 – collaborative research;
6 – insight.

Check out tips that value innovative thinking.

1 – Open: the company needs to make clear that it is open to changes that add value.
2 – Example: to innovate in the way of work, managers set the example and motivate people to make suggestions.
3 – Exchange of experiences: no room for individualism, the output is to encourage teamwork and exchange of ideas.
4 – Support error: it is through mistakes that is the path to learning. Employees should be aware that they can make mistakes.
5 – Decentralization: the leader must guide the actions, but not focus functions, boycotting people’s autonomy and thereby killing creativity.
6 – Communication integral: if creativity is valued, the company needs to have accessible communication channels.

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Você é um “líder integral”?

Posted by HWBlog em 04/05/2013

líder integralNas esferas corporativas onde as mudanças imprimem um ritmo exponencial em atendimento a demandas cada vez mais complexas e a relações interpessoais mais desafiadoras, paira uma grande incerteza na convenção do diferencial de sucesso nas organizações: qual o perfil do líder ideal para engajar as pessoas nessa nova configuração?

No propósito da liderança integral, o conceito de inspirar pessoas e envolver as organizações na construção da visão de futuro ideal tornou-se uma prioridade. O líder, certo da existência de níveis diversos de consciência e talentos como condição única de cada indivíduo, deve assumir a posição de agente transformador e promover as mudanças, a partir de si próprio, como estímulo para criação das condições necessárias ao bom desempenho dos seus colaboradores.

O conceito de liderança integral considera que a construção da excelência nas condições humanas requer um investimento na sutileza de determinadas habilidades. “Saber de uma coisa racionalmente não a torna sabedoria” (Jamie Sams). A inclusão da dimensão dos aspectos subjetivos compõe a equação da integralidade do líder. A dissociação dos conteúdos práticos e subjetivos responde por grande parte da insipidez dos resultados nas esferas organizacionais.

É preciso ser versado em pessoas e nutrir interesse genuíno por elas para que os resultados sejam construídos da melhor maneira possível. Muitos líderes, na tentativa de serem eficientes e autônomos, tornam-se cegos em relação às necessidades e expectativas das pessoas em seu entorno. Pessoas oprimidas não desempenham “no melhor de si” e passam ao largo do entendimento dos conceitos de alto desempenho e resultados excepcionais.

A missão do líder no contexto da liderança integral é atuar como elo de integração e ilustrar com o próprio exemplo a excelência dos resultados por meio de objetivos colaborativos e soluções integradoras, considerando o indivíduo na sua integralidade como interface primordial na conexão dos conceitos de desenvolvimento conjunto, transformação cultural e dimensões estruturais da organização.

Se a palavra ilustra, o exemplo arrasta. Muito mais do que de críticas, as pessoas precisam, de fato, de diretrizes de sucesso ilustradas por meio de atitudes que respeitem a condição humana do indivíduo e configurem o propósito da inclusão –do “estamos juntos”– na legitimação dos interesses próprios como princípio de motivação para construção dos resultados compartilhados.

-Waleska Farias

You are an “integral leader”?

In areas where changes corporate print an exponential rate in response to demands increasingly complex and more challenging interpersonal relationships, hangs a large uncertainty in the convention differential success in organizations: the profile of the ideal leader to engage people in this new configuration ?

In respect of integral leadership, the concept of inspiring people and organizations involved in building the ideal vision of the future has become a priority. The leader, certain of the existence of different levels of consciousness and talents as unique condition of each individual must assume the position of an agent of change and make the changes, from himself, as a stimulus for creating the conditions necessary for the proper performance of their employees.

The concept of integral leadership believes that the construction of excellence in human conditions requires an investment in the subtlety of certain skills. “Knowing something does not make it rational wisdom” (Jamie Sams). The inclusion of the subjective aspects of the equation consists of the entirety of the leader. Dissociation of practical contents and subjective accounts for much of the monotony of the results in organizational spheres.

You must be well versed in people and nurture genuine interest in them for the results to be built in the best way possible. Many leaders in an attempt to be efficient and autonomous, they become blind to the needs and expectations of people in your surroundings. Oppressed people do not play “the best of themselves” and pass by the understanding of the concepts of high performance and exceptional results.

The mission of leading in the context of integral leadership is to act as a liaison and integration with the own example to illustrate the excellence of results through collaborative goals and integrative solutions, considering the individual in their entirety as primary interface to connect the concepts of joint development , cultural transformation and structural dimensions of the organization.

If the word illustrates the example drag. Much more than criticism, people need, in fact, the guidelines of success illustrated by attitudes that respect the human condition of the individual and configure the purpose of inclusion-the “we are together”- legitimation of self-interest as a principle motivation for the construction of shared outcomes.

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