PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Maior CEO do Século 20 mostra 5 tipos de conselheiros que não dão resultados

Posted by HWBlog em 17/04/2013

Jack WelchEm um artigo publicado no LinkedIn, Jack Welch afirma que, além de atrapalharem outros membros, alguns conselheiros não contribuem como deveriam. Veja quem são eles

Se você já esteve em um Conselho de Administração de uma empresa existem chances de você já ter convivido com um executivo ineficiente em um momento ou outro.

Mesmo que cada executivo adicione valor à empresa, alguns deles são tolerados por performances questionáveis. E é por isso que alguns conselhos, tanto no setor privado como no público, não contribuem como deveriam, na opinião de Jack Welch, considerado o melhor CEO (Chief Executive Officer) do Século 20, em um artigo publicado no LinkedIn.

“Estamos nos referindo aos executivos que não cometem crimes contra a empresa, porém são igualmente destrutivos por sua ineficiência”, afirmou o fundador do Jack Welch Management Institute.

Para ele, existem pelo menos cinco tipos de membros disfuncionais no conselho, confira:

O “faz nada”
Apelidados de “aquecedores de cadeiras” por Welch, esses executivos estão muito ocupados com suas próprias companhias, outras diretorias e seus problemas pessoais para se preocuparem com o conselho administrativo. Alguns deles nem se interessam pela empresa e outros estão apenas pela segurança: com salário de US$ 25 mil a US$ 100 mil, diretores corporativos recebem um bom dinheiro, além do prestígio que o cargo oferece.

“Então, aqueles que não fazem nada raramente questionam ou investigam alguma coisa. Da mesma forma, também não fazem nenhum esforço para verificar se o que eles ouvem no conselho sobre valores e estratégia está adequado com o que os colaboradores sentem”.

O “pacífico”
Aqueles que não fazem nada são ruins por não acrescentar, mas não chegam perto dos que Welch chama de “pacíficos”. Esses executivos, continua o artigo, vivem com medo de arranjar intrigas pessoais por qualquer tipo de desentendimento. Isso significa que eles não têm a característica essencial de qualquer membro de um conselho: coragem.

Com esta personalidade, qualquer intriga no conselho é motivo para esse executivo colocar “panos quentes” e tentar chegar em um acordo apenas para acabar com o conflito – ainda que isso signifique abdicar de benefícios para empresa.

O “oportunista”
O terceiro tipo de membro ineficaz é aquele que senta quietamente nos encontros, quase sempre indo a favor da posição da maioria dos conselheiros, até que seus interesses estejam em jogo, “assim começam a manipular o conselho indiretamente” disse Welch.

Em alguns casos, bons membros do conselho percebem essa manipulação e repelem essa manipulação. Mas, esse tipo de conselheiro pode ser o próprio comitê executivo. O resultado é um grupo controlador de oportunistas dentro do conselho, que segue inserindo outros membros com as mesmas características.

O “intrometido”
Bons conselheiros focam no todo, com sucessões e estratégias. Por contraste, afirma Jack, o quarto tipo gosta de “implicar” com a administração. Em vez de participar de encontros com os talentos da firma e discutir as dinâmicas da indústria, os intrometidos acabam implicando em detalhes operacionais. “Eles parecem esquecer que os membros do conselho estão lá para fornecer sabedoria, conselhos e julgamentos, e não para fazer sugestões sobre o dia a dia do negócio”.

O “pregador”
Por último, existe executivo que não se satisfaz com seu próprio trabalho, principalmente quando está opinando sobre assuntos de “interesse geral”, como eventos mundiais, tendências sociais, a história da companhia ou a sua própria área de expertise. Como os intrometidos, os pregadores distraem os conselhos de suas verdadeiras funções.

“Como um membro de um conselho de administração, é fácil esperar alguns ‘faz nada’ se aposentarem, é possível tolerar alguns outros pacíficos enquanto outros lidam com crises e até mesmo isolar pregadores, oportunistas e intrometidos”, acrescenta Jack. “Contudo, imaginem o quão melhor seria se os comitês fizessem questão de evitar esses tipos?”, finaliza.

Biggest CEO of Century 20 shows five types of counselors who do not give results

In an article published in LinkedIn, Jack Welch claims that, besides impairing other members, some counselors do not contribute as they should. See who they are

If you’ve been on a board of a company there are chances you have already lived with an executive inefficient at one time or another.

Even though each executive add value to the company, some of them are tolerated by questionable performances. And that’s why some advice, both in the private and public sectors do not contribute as they should, in the opinion of Jack Welch, considered the best CEO (Chief Executive Officer), 20th Century, in an article published on LinkedIn.

“We are talking to executives who do not commit crimes against the company, but are also destructive for inefficiency,” said the founder of the Jack Welch Management Institute.

For him, there are at least five types of dysfunctional members on the board, check out:

The “do nothing”
Dubbed “chair warmers” Welch, these executives are too busy with their own companies, boards and other personal problems to worry about the board. Some of them do not care about the company and others are just for safety: with salary of U.S. $ 25 thousand to $ 100 thousand, corporate directors get good money, besides the prestige that the position offers.

“So, who do nothing rarely question or investigate something. Likewise also make no effort to verify that what they hear on the board about values and strategy is suitable with what employees feel “.

The “peaceful”
Those who do nothing are bad for not adding, but do not come close to what Welch calls “peaceful”. These executives, the article continued, live in fear of getting personal intrigues by any kind of misunderstanding. This means they do not have the essential characteristic of any member of a board: courage.

With this personality, intrigue any reason for this advice is executive put “aids” and try to get a deal just to end the conflict – even if it means giving up benefits to the company.

The “opportunistic”
The third type is ineffective member who sits quietly in meetings almost always going to favor the position of the majority of the directors until their interests are at stake, “so begin to manipulate the board indirectly,” said Welch.

In some cases, good board members realize this manipulation and repel this manipulation. But this kind of counselor may be the own executive. The result is a controlling group of opportunists within the board, following inserting other members with the same characteristics.

The “nosy”
Good counselors focus on the whole, with succession and strategies. By contrast, says Jack, the fourth type like “lead” with the administration. Instead of participating in meetings with the talents of the firm and discuss the dynamics of the industry, just nosy implying operational details. “They seem to forget that the board members are there to provide wisdom, advice and judgment, and not to make suggestions about the day to day business.”

The “preacher”
Finally, there is executive who is not satisfied with his own work, especially when opining on matters of “public interest” as world events, social trends, the history of the company or their own area of expertise. As busybodies, preachers distract boards from their true functions.

“As a member of a board of directors, it is easy to expect some ‘do nothing’ retire, can tolerate some other peaceful while others deal with crises and even isolate preachers, opportunistic and busybodies,” adds Jack. “But imagine how much better it would be if the committees do matter to avoid these types?” He concludes.

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