PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Aprender e ‘desaprender’ para melhorar e inovar

Posted by HWBlog em 10/04/2013

Inovação 9Copiar ou clonar soluções sem analisar criticamente pode atrapalhar mais do que melhorar

Grandes empresas nos EUA, como a GE e a Pepsico, estão enviando colaboradores para aprender novas práticas e técnicas gerenciais com empresas recém-criadas (startups) de novas tecnologias.

Essas grandes empresas estão querendo evitar a “síndrome da grande empresa”. Ou seja, querem evitar se tornarem lentas e burocráticas e funcionar como essas jovens empresas dinâmicas, ousadas e inovadoras, tentando absorver em parte seu espírito empreendedor.

Porém, nem toda empresa nova tem práticas inovadoras. O tamanho em si não significa muita coisa. O que vale é a mentalidade predominante. Nos EUA há um forte movimento das lean startups, empresas recém-criadas que estão procurando adotar técnicas de gestão lean, que, na verdade, algumas grandes empresas já praticam há anos. Portanto, é o caso de empresas recém-criadas aprendendo com empresas grandes e tradicionais.

Outros exemplos são grandes hospitais que estão visitando empresas industriais para conhecer técnicas de gestão para melhorar o seu desempenho. Ou órgãos públicos visitando empresas privadas. E muitos outros exemplos poderiam ser apresentados de casos de empresas procurando aprender com outras.

Técnicas e práticas podem ser aprendidas visitando outras empresas. Embora valores, atitudes e cultura sejam mais difíceis de aprender e copiar; mesmo assim, podemos aprender muito com a prática dos outros. Isso quer dizer que novas práticas e métodos melhores devem substituir as práticas antigas e os métodos inadequados existentes.

Por isso, grandes organizações multi-divisionais e com inúmeras linhas de produtos procuram estruturar mecanismos para transferir soluções inovadoras desenvolvidas em uma ou outra de suas unidades.

Entretanto, alguns cuidados nessa transferência devem ser tomados. Muitas vezes, os contextos e as situações são muito diferentes, e o que serve em um local pode não servir em outro.

Copiar ou clonar soluções sem analisar criticamente pode atrapalhar mais do que melhorar. E ainda, resolver problemas que já foram tratados e resolvidos adequadamente em outras situações pode ser perda de tempo, embora possa servir de aprendizado. Uma mescla de buscar soluções em outras organizações com o desenvolvimento próprio de soluções pode funcionar bem.

Desse modo, a atitude e postura dos colaboradores frente ao aprendizado é uma das dimensões mais importantes a ser considerada.

Refletir com profundidade sobre o quanto se sabe e sobre o quanto ainda precisa ser aprendido sobre determinada situação requer um novo modelo mental, muito distinto do existente na maioria das organizações.

Para se conseguir isso, é necessário desenvolver nas empresas uma nova atitude e um comportamento de maior humildade, para reconhecer a ignorância, com fome de saber e aberto para o aprendizado por parte de seus colaboradores.

Para isso, é necessário desestimular aquele comportamento tradicional que é o de achar que se sabe tudo, que se tem todas as soluções, tornando-se assim complacente e acomodado. Ou seja, desaprender ou desapegar-se de soluções antigas que devem ser substituídas.

Assim, tão faz se a empresa é pequena ou grande, nova ou antiga, industrial ou de serviços, pública ou privada. O fundamental é a atitude que se tem sobre aprender, mudar e inovar.

– José Roberto Ferro

Learn and ‘unlearn’ to improve and innovate

Copy or clone without critically analyzing solutions may hinder rather than improve

Major U.S. companies such as GE and PepsiCo, are sending employees to learn new practices and management techniques with newly established companies (startups) of new technologies.

These large companies are trying to avoid “big company syndrome”. That is, they want to avoid becoming slow and bureaucratic and function as these young dynamic companies, bold and innovative, trying to take part in its entrepreneurial spirit.

However, not every company has new innovative practices. The size itself does not mean much. What counts is the dominant mindset. In the U.S. there is a strong movement of lean startups, newly established companies who are looking to adopt lean management techniques, which, in fact, some large companies already practicing for years. So is the case of newly established companies learning from companies large and traditional.

Other examples are large companies who are visiting hospitals to meet industrial management techniques to improve their performance. Public agencies or private companies visiting. And many other examples could be given of cases of companies looking to learn from others.

Techniques and practices can be learned by visiting other companies. Although values, attitudes and culture are more difficult to learn and copy, yet we can learn a lot from the practice of others. This means that new methods and best practices must replace the old practices and inadequate existing methods.

Therefore, large multi-divisional organizations and numerous product lines seek to structure mechanisms to transfer innovative solutions developed in one or another of its units.

However, some care should be taken in this transfer. Often, the contexts and situations are very different, and serving in one location can not serve in another.

Copy or clone without critically analyzing solutions may hinder rather than improve. And yet, solve problems that have already been treated and resolved properly in other situations it may be a waste of time, although it can serve as a learning experience. A mix of other organizations in seeking solutions to the development of own solutions can work well.

Thus, the attitude and posture of employees forward to learning is one of the most important dimensions to consider.

Reflect deeply on how much you know and how much remains to be learned about a particular situation requires a new mental model very different from most of the existing organizations.

To achieve this, companies need to develop in a new attitude and behavior of humility, to recognize ignorance, hungry to learn and open to learning from their employees.

For this it is necessary that discourage traditional behavior which is to think everything is known, which has all the solutions, thereby becoming compliant and accommodated. That is, unlearn and let go of old solutions which must be replaced.

So, as does whether the company is large or small, new or old, industrial or service, public or private. The key is the attitude you have about learning, change and innovate.

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